|
O Ponto Vinte
Existe uma ligação profunda entre o Ponto 18 e o 20 O primeiro pertence a
Lilith o segundo a Escorpião, signo regido por Plutão. A ressurreição. A ressurreição dos poderes perdidos nos cemitérios do tempo.
Nossa memória, pessoal e genética, memorizou 20 bilhões de anos de evolução.
Memorizou os próprios poderes do Universo.
Mas agora estamos na alvorada de uma nova civilização. Construindo uma nova maneira
de compreender e viver. Precisamos recuperar os poderes que perdemos nos terremotos
do tempo. Precisamos, especialmente, recuperar os poderes de Lilith. Atrás dos
nossos bloqueios se encontram as capacidades perdidas, que não são perdidas,
mas apenas esquecidas.
Viagem Interior
O Ponto Vinte Morte Ressurreição
Para entrar na noite dos tempos e reconquistar os poderes perdidos, imagine uma coroa
de ouro, sentindo seu peso leve no topo da sua cabeça, sentindo a inspiração
que vem de cima, percebendo a aura de Luz, a aura de Poder irradiando da sua
coroa. Pegue sua espada, a Espada Sagrada que Marte, o deus, deu a você, sentindo
a espada na sua mão, sentindo o Poder de Marte na sua mão. Para acompanhar
você, chame seus Animais de Poder. Chame a serpente e a águia. Cumprimente a
serpente, acariciando com afeição a cabeça dela Cumprimente a águia,
assobiando sua amizade para ela.
E você vai, em companhia dos seus Animais de Poder,voando através
da noite do espaço, ultrapassando o círculo de Saturno, ultrapassando o círculo das limitações. Em companhia dos
seus Animais de Poder, você voa através da noite galáctica.
E você chega ao túnel do tempo. Entra no túnel turbilhante do tempo, no túnel das Energias temporais.
Na escuridão turbilhante do tempo, você encontra Lilith. Você manda afeição e
ternura para ela. Ela sorri e abraça você. Você pode ver que Lilith também está
acompanhada de alguns Animais de Poder.
Em companhia de Lilith, dos Animais de Poder, seus e dela, você abre o portal das trevas, o portal dos segredos escondidos
nas trevas da memória perdida. Entra. Espada na mão, entra. Aos seus pés,
a serpente assobia furiosa. Com tranqüilidade, a águia fica no seu ombro, irradiando
a tranqüilidade dos Deuses. A tranqüilidade do Nada, desse Nada que contem os
turbilhões do espaço e do tempo.
A Luz irradiando da sua coroa ilumina,diante de você, uma porta velha, meio apodrecida pelo tempo. Você decifra a
velha inscrição: "Porta das humilhações passadas". Espada na mão,
você entra. Aqui está um cemitério em ruínas. O cemitério em ruínas das humilhações
mortas.
Você busca o túmulo que você veio procurar.
Esta aqui. O morto era um gigante. Com sua espada, corta as raízes das pitangueiras
que saem da boca do morto. E você entra na boca do morto. A serpente está assobiando,
e precede você no corredor da garganta. A águia fica tranqüila no seu ombro.
A Luz da sua coroa ilumina o caminho, até o estômago.
Você chama o morto pelo seu nome. Ele está roncando. Não quer se despertar. Você chama a ajuda dele. Ele ronca quatro palavras:
"Deixe-me em paz!"
Lilith aponta um dedo. Um Animal de Poder
dela urra com ferocidade. A sua serpente dá uma picada no estômago do gigante,
que treme e solta um grito de dor. O gigante pergunta: "O que você quer?"
Você responde: "Conhecimento e Poder. Quero saber o que aconteceu."
E você pode ouvir a tempestade, o vento do tempo em fúria. O vento, a tempestade estão falando com você. E você
se lembra. É um sentimento, forte. Atrás da tempestade, você percebe. Você percebe,
você toca o Poder que você tinha. Você toca o Poder que você tem. De novo, você
veste o Poder. A coroa na sua cabeça brilha intensa, irradiando um oceano de
relâmpagos contínuos, de relâmpagos tranqüilos. E você Vê.
Você abençoa o gigante. Abençoando o gigante e você sabe.
Você sabe. Você é o gigante, você é o gigante cheio de vida, e a serpente e
a águia são seus amigos.
Comentário
Morte ressurreição, precisamos morrer, de vez em quando, para poder ressuscitar.
Morrer, para nos livrar do que envelheceu, se petrificou, e ser jovens de novo:
começar de novo.
Esquecer, esquecer até talentos para desenvolver novos
talentos. Como também nossos talentos mortos devem ressuscitar. Precisávamos
deixar morrer nossa intuição, para desenvolver uma nova forma de inteligência,
a inteligência racional. Agora, precisamos ressuscitar nossa intuição, para
usar a inteligência total.
|
A Viagem Interior Planetária
|
D.K Saudo a Todos os Grandes Seres da Hierarquia de Escorpião do Planeta Plutão.
Plutão
é muito mal compreendido. O planeta está tão longe do Sol, que um telescópio não
basta para enxergá-lo; além do telescópio, é necessária uma chapa fotográfica.
Se estivéssemos na superfície de Plutão, perceberíamos o Sol como uma pequena
estrela, de quarta grandeza. As qualidades plutônias são as mais altas do supraconsciente:
atuam de maneira inconsciente, cega, destrutiva e a fama de Plutão é assim bastante
negativa. Com justa razão, quando atua, cegamente, nas trevas das trevas do inconsciente.
A cor de Plutão é precisamente essa: trevas. Plutão é da cor de quem age nas trevas,
por traição, com perversão, sadismo, crueldade. Mas, quando tomamos consciência
dEle, a Realidade é bem diferente. Ele está mais longe do que Netuno. Netuno é
o planeta da espiritualidade. Plutão está além da espiritualidade. O
segredo de Plutão está escondido em um jogo de criança, o jogo da amarelinha:
a Terra, uma escada de giz e o Céu. Trata-se de pular da Terra até o Céu. Não
é para ficar no Céu. É para voltar para a Terra. Pela
espiritualidade, podemos nos libertar da ilusão das limitações materiais, ultrapassar
nossos condicionamentos emocionais e atingir um alto nível de consciência. Receber
inspiração, materializar essa inspiração, para viver, nós e as pessoas ao redor
de nós, um Paraíso terrestre de vida, como deve ser. Fazendo isso, vamos, de novo,
nos hipnotizar em deveres, obrigações, preocupações, mas pouco importa, porque,
de novo, vamos jogar o jogo da amarelinha, o grande jogo da Alquimia, da transformação.
O propósito da Alquimia sempre foi espiritualizar a matéria e materializar o espírito.
Plutão é o planeta mais distante do Sol:
o mais alto, o mais celeste. A tradição revela que Ele rege os subterrâneos, os
subterrâneos do subconsciente, tanto como da matéria. Na Realidade, Plutão rege
a polaridade. A polaridade Céu/Terra, espírito/matéria, Divindade/Universo. Entre
esses dois pólos está fluindo a Energia que, em todo momento, cria o Universo.
A Energia pode fluir, existir apenas
entre dois pólos. A Divindade cria o Universo, o Universo inspira a Divindade,
que faz evoluir o Universo, que inspira a Divindade, que faz evoluir o Universo.
As pessoas criativas conhecem muito bem o processo. A Divindade está jogando o
jogo da amarelinha, nas dimensões do Universo. A polaridade cósmica, a
sexualidade cósmica. A sexualidade é uma função divina que permeia o Universo
inteiro: físico, energético, emocional, intelectual, intuitivo e mais. O Poder
de vida dentro de nós. O Poder da inteligência: pensamos com a Energia cósmica.
Depois de um excesso sexual torna-se difícil estudar um assunto complexo, pois
é a mesma Energia. Essa Energia irradia de nós, irradia de nossas mãos. Usando
nossa mão direita, a mão que escreve, a mão solar, a mão positiva, podemos fazer
crescer uma planta, curar. Quem busca,
acha. Acha o que busca. Melhor não buscar o que mata. E quem busca a destruição
encontra sua própria destruição. Compreenda quem deve compreender. Vamos
vivenciar a polaridade Céu/Terra, a transformação, a Alquimia, pois em Plutão
se esconde o segredo da Alquimia.
Plutão Deixe,
deixe sua imaginação sonhar. Deixe sua imaginação alçar vôo.

A Luz do Sol é um Templo.
Deixe a Luz do Sol iluminar você. Entre nesse Templo feito de Luz.
Em plena clareza da sua consciência, lembre-se, você é uma consciência sem
forma, sem limite, capaz de vestir qualquer forma. E você veste
um corpo de chuva. Você é chuva, caindo do Céu, se delíciando de cair
do Céu, do Infinito, em forma de chuva, sentindo a chuva que você é
cair do Infinito, descer, chuva caindo na terra, espalhando-se
nas partículas de terra, dissolvendo partículas, sais minerais. Fecundando
a terra. entrando nas raízes das ervas, das plantas, das árvores,
subindo em forma de seiva através dos caminhos vegetais. O
Sol se levanta. Você é a umidade da terra. O calor do Sol volatiliza
você em vapor sutil. Com muita leveza, no calor do Sol, esta subindo
para o Céu, carregando partículas infinitesimais de sais minerais, e
nas alturas se espalha, se dispersa, torna-se uma imensa e sutil antena feita
de partículas finas, hipersensíveis, captando as influências sutis que vêm
das estrelas, do Infinito, enriquecendo-se de informações, de conhecimentos,
de Poder, recebendo inspiração do Universo inteiro, caindo em chuva,
essa chuva deliciosa. Penetrando na terra. Materializando-se. Dissolvendo
sais minerais, entrando na raiz de uma árvore. Seiva, você sobe no tronco,
se dispersa nos ramos, se cristaliza em folhas novas. E
o Sol chama você através das folhas. Em vapor sutil, você sai das folhas,
subindo para o Céu. Subindo... descendo... dissolvendo-se... cristalizando-se.
Através da imensidão dos tempos, memorizando estruturas químicas, biológicas.
Depois de muitos e muitos
ciclos, você se torna esperma humano. Desenvolve-se em embrião, nascendo...
crescendo... esquecendo... esquecendo os caminhos da química e da biologia
para percorrer novos caminhos: você é você, no seu corpo humano.
A sua espinha dorsal é uma árvore. Ao longo da árvore da sua vida está fluindo
a Energia vital. Você pode senti-la, subindo das solas dos pés ao longo
das pernas, pela coluna vertebral até o topo da cabeça e, do topo da
cabeça, pelo meridiano frontal, descendo até o púbis, dividindo-se nas
pernas até as solas dos pés.
Comentário Atrás disso se escondem segredos
tão poderosos que os alquimistas nunca falaram. Alguns fragmentos quebrados desses
conhecimentos podem se adivinhar nos livros deles, misturados com toda uma poeira
de tolices e de pistas falsas. Porém, em um mundo telepático, nada pode ser escondido.
É aí que vive o esoterismo vivo. Quem busca acha o que busca. Um profundo sentimento
de respeito é imprescindível. Quem buscar sem respeito não será respeitado pelo
Universo.
|