Essa página contem artigos referentes ao Poderoso Surya,
da Defesa da Cruz Swástica, Mantra e Decreto.
Todos baseados nos ensinamentos.
Foram extraídos de sites para estudos.
Espero que gostem!



O deus Sol era louvado na Índia antiga como o símbolo da vida eterna e da saúde. Surya, para os vedas, tinha a tradução de "alma que habita todos os seres, animados ou inanimados".
Surya, o deus do Sol, é um entre os poucos Devas que goza alguma popularidade entre o Hinduismo moderno. Na seita Smarta, ele é uma deidade adorada tal como Siva ,Vishnu, Devi, Ganesha e Kumara (Skanda).
Nos tempos antigos, ele foi considerado uma outra deidade criadora, e muitos templos foram devotados a ele. Também conhecido como Savita. Ele é o pai de Yama e Yami, os primeiros seres humanos.
Eventualmente, sua posição predominante é eclipsada por Vishnu, que por si mesmo é identificado como o Sol, sendo agora adorado entre as deidades planetárias.
Surya viaja através do céu na sua carruagem puxada por sete cavalos ou, alternadamente, um cavalo com sete cabeças. Ele leva em suas mãos um Chakra (roda) da luz do sol, um Padma (lótus), e um Sankha (concha); sua mão erguida é um sinal de proteção.
A carruagem de Surya é conduzida por Arjuna, o deus do nascer do Sol.
O símbolo sagrado do Senhor Surya é o Swástica, o qual representa as quatro fontes da vida e do conhecimento.

Swástika - o símbolo do Deus Sol

“O Swástika é desenhado de várias maneiras. A mais comum é a representação primaveril do Sol, com seus braços em torno de um ângulo reto”.

Os primeiros Aryanos olharam para o Sol como sendo a origem da energia da vida. De fato, tudo o que vive na Terra deve-se a presença do Sol. Eles representaram o Sol numa deidade dourada, chamada de Suryá, o deus Sol, que dirige uma carruagem dourada com sete cavalos. Eles esculpiram, de modo primoroso, templos para venerá-lo. Um símbolo especial para visualizá-lo, e que representa a energia do Sol e munificência, é o Swástika. Os Hindus desenham a suástica em vermelho sobre documentos de negócios e nas roupas da noiva para uma boa sorte. Eles também a desenham nos muros e soleira da porta de suas casas para dar energia ao ambiente. Naturalmente ligada com o brilho do ouro, a suástica é como um medalhão esperando uma corrente de ouro - um talismã que protege da escuridão, desespero e perigo. Apalavra Swástika significa “tudo-bem”. Na sua forma curta “swásti”, é comumente usada em todos os sacramentos e cantos cerimoniais. A figura deste símbolo foi criada a partir dos quatro pontos cardeais, nos quais as varinhas são colocadas para dar início aos sacrifícios de fogo védicos. A suástica é um símbolo muito antigo, que foi encontrado em civilizações como o grega, egípcia e chinesa. Utilizado na adoração da serpente ele é visto no capelo das representações. O Auspicioso sinal do swástika é, no mais das vezes, dedicado para o Sol da primavera.
Um antigo símbolo religioso usado bem antes de Hitler vir à cena. Ele foi usado em inscrições budistas, monumentos celtas e moedas gregas. Na adoração ao deus sol, supõe-se que apresenta o curso do sol nos céus.

Swástica

Quando a maioria das pessoas vêem uma suástica, a primeira coisa que lhes vem a cabeça é a Segunda Guerra Mundial e o Nazismo. Realmente, Adolf Hitler fez mau uso desse símbolo. Mas temos que mencionar que ele não é nem nunca foi o único detentor desse símbolo sagrado. Esse símbolo está conosco desde o princípio da humanidade e talvez até a mais tempo. A palavra suástica vem do sânscrito. Sua raiz "Svas", quer dizer bondade. Muitos de vocês podem estar perguntando agora: "Então, por que Hitler fez tantas pessoas sofrerem sob esse símbolo?" Acalmem-se por favor. Obviamente vou explicar isso, depois. Primeiro quero que entendam que a suástica tem muitos tipos e figura em diversas culturas.(Até mesmo entre os judeus, irônico, não?). A suástica, em japonês, Man-ji e é considerada um(ou mesmo dois) dos muitos caracteres kanji(Nota da tradutora: aquelas casinhas com as quais os japoneses escrevem ;)). Esse Man-ji significa bondade, e geralmente boa-fortuna. No Japão, sabe-se que foi trazido pelo Buddhismo. A mais conhecida suástica, com quatro braços que surgem de um ponto, também pode ser chamada de Roda Solar, porque simboliza o ano solar com suas quatro estações. Essa suástica tem dois tipos. A em sentido horário e a em sentido anti-horário. A suástica em sentido anti-horário, é claro, significa Entropia(As Forças Naturais que trabalham para o fim do Universo). Num dúbio ponto de vista abrãamico, pode ser entendido como Bem e Mal. Mas a realidade não é tão simples. Os dois lados da suástica têm seu lado bom e seu lado mau como tudo na Natureza. Por exemplo: podemos imaginar a suástica como significando o Mal simplesmente, mas se essa força não existisse, o que iria destruir o Velho e o decadente para dar lugar as coisas novas e ao nascimento? E podemos imaginar também que a suástica em sentido horário significa o bem não é? Bom.... Se tudo está nascendo, nascendo e nascendo, e nada acaba, a natureza mutável do Universo se extinguiria, e estariamos fadados com o Perigo da Estagnação. Imaginem sementes que se tornam pequenas plantinhas mas nunca darão frutos. Imaginem as pessoas morrendo de fome nesse suposto mundo porque as plantas nunca dão frutos e nunca morrem, condenados com a sensação de fome sem fim. Vocês podem falar que as pessoas podem comer essas plantinhas, mas partindo do princípio que nada nunca morre, a plantinha não seria consumida pelo corpo das pessoas ou pelos seus estômagos, não acabando com a fome. E mais, essas plantinhas causariam outras dores nos corpos das pessoas, como se tivessem comido pedras. E se elas ficassem doentes, nunca poderiam ser curadas, desde que a bactéria ou vírus não morreria também. É por isto que o Buddhismo Vajrayana tem um símbolo geralmente usado no trono de um Grande Acarya(jp. Ajari) ou Lama(no Buddhismo tibetano) com duas suásticas na parte inferior. Uma em sentido horário, outra em sentido anti-horário. Entre elas, fica um Vajra duplo entrecruzado (o mesma atribuída a Amoghasiddhi, um dos 5 Dhyani Buddhas(jp. Gonin Nyorai)) significando a dupla atividade do corpo do Vajra. Quer dizer que o Buddhismo é o equilíbrio, sem tendências para a criação nem para a destruição. Trabalhando apenas em favor do final de todo o sofrimento de todos os seres sencientes. Na Antiga Religião e tradição Nórdica, podemos ver essa suástica sendo chamada de o martelo de Thor. Nessa tradição, esse símbolo era usado como proteção contra as forças maléficas e era usado pelso Einherjars(Grandes Guerreiros ou heróis que lutavam até a morte por justiça, por seu próprio povo, etc...) Podemos ver esse símbolo na cultura scealta(celta) e muitas outras como a cultura grega, a cultura judaica, os índios norte-americanos e muitas outras culturas. Podemos também vê-la na palma da mão do Deus hindu Ganesha(o Deus com cara de elefante, símbolo da boa-fortuna), e no peito de Vishnu(O Deus que protege o Universo, um dos Trimurti) e até no peito do Chakravartin rajam (Os Reis das Rodas Rolantes) como um dos 32 signos do corpo Universal. E, podemos ver a suástica no peito do Buddha Shakyamuni também. Como já foi explicado anteriormente, a suástica em sentido anti-horário não é o bem ou mal simplemente, nem a em sentido horário. A suástica em sentido horário significa as forças de criação e a em sentido anti-horário, as forças de destruição. Hitler usou a suástica em sentido anti-horário, para contar com seus poderes em seus trabalhos destrutivos e porque a suástica é um símbolo tão antigo que faz parte do subconciente arquétipo do povo germânico. Como já foi explicado, a suástica é um símbolo arquétipo universal. Sobre várias formas, pode ser achada nas religiões azteca, buddhista, chinesa, japonesa, dinamarquesa, hindu, tibetana(buddhismo e bompo), nativo-americanas, saxônicas e escandinavas. A simples palavra suástica significa "Tudo é bom". Acredita-se que é derivada da Roda do Sol, ou da cruz grega dentro de um círculo, que constitui outro importante símbolo entre os caracteres Hallristinger. Denota os movimentos diários do sol através do céu e o ciclo das estações ritualisticamente alusivos a religião pagã. No extremo oriente, a suástica é conhecida em todo lugar como um símbolo de saúde, felicidade, e perfeição cósmica. Há indícios que a suástica era usada pela igreja até a era medieval, e que até o Partido Nacional Socialista alemão a adotou como seu símbolo político por ser um símbolo pagão. Nigel Pennick, que muito escreveu sobre a suástica e as runas, disse que a mitra usada por Thomas Beckett quando ele foi assassinado, trazia a extremidade preenchida com muitas suásticas. E havia uma inscrição pagã também:

"Hail, Oh Earth, Mankind Mother. Shall thee be prosperous in the God's embrace and be inundated by fruits to the men's welfare".

"Hail, Oh Terra, Mãe da humanidade.Sejas próspera nos braços de Deus e sejas coberta de frutos para o bem dos homens"

Haviam rumores que Beckett tinha algumas conexões clandestinas tanto com a Antiga Religião Pagã como com a Religião Heretica dos Cartaros, e que sua morte foi um assassinato ritual. Pennick também falou sobre a suástica sendo usada pelos cristãos nos vitrais da Igreja do Santo Sepulcro., em Cambridge, e numa igreja em Cliffory, no condade de Sligo, onde ainda há uma pedra de época desconhecida, com uma cruz celta e uma suástica esculpidas. Todos esses exemplos cristãos poderiam ser reminiscências pagãs, mas o que podemos pensar da suástica que foi encontrada nas ruínas de uma sinagoga antiga a leste do rio Jordão, como Pennick mencionou? A suástica está diretamente conectada com as runas pelos caracteres Hallristinger(os antigos caracteres rúnicos, de acordo com muitos pesquisadores, que talvez fossem usados para venerar os deuses Vanir, que existia antes da adoração aos deuses Aesir no norte da Europa, desde que esses caracteres são da Idade da Pedra, ou do Período Neolítico. Caracteres Hallristinger eram usados como símbolos de forte natureza com propósitos shamânicos, então suponho que eram usados no Seidhr no passado.), tanto que era frequentemente encontrada próxima a símbolos rúnicos. Um exemplo clássico disso é o famoso menir de Hogby, na Suécia. Esse menir é coberto com várias runas que foram esculpidas em sua superfície, além de cruzes gregas, cruzes do calvário cristão, espirais e suásticas. Pennick fala também da influência escandinava sobre seus vizinhos, a Finlândia, que tinha tradições nativas shamânicas também. Até 1939 a Força Aérea Finlandesa tinha suásticas nas asas de seus aviões. Medalhas militares e civís emitidas pelo governo finlandês nesse época, tinham em seu "design" a suástica. Mas desde que o exército alemão invadiu a França em 1940, a suástica desapareceu, com a óbvia exceção das bandeiras nazistas. Nos primeiros anos da década de 30, o escritor britânico Rudyard Kipling mandou retirar a suástica, o símbolo que adornava todos seus livros, fosse retirada. Kipling não era a favor do Nacional-Socialismo, como um amante apaixonado da India, ele usava a suástica com seu antigo significado, como um talismã de boa-fortuna. O Nacional-Socialismo(Nazismo) adotou a suástica por ela ser um símbolo que tinha um significado muito importante para a "raça" ariana, ou o povo indo-europeu. De acordo com a política ideologia deles, um ariano era qualquer pessoa não-judaica, cujos ancestrais fossem teutônicos ou nórdicos. A palavra "ariano" vem do sânscrito "arya" e quer dizer "nobre". Se refere a pessoas que eram guerreiras, e apareciam perto do mar Cáspio com sua própria indentidade étnica perto do ano de 3000 B.C.E.(Before Common Era, ou Antes da Era Comum ou de dominação kristã). Na India, essa casta ariana é representada pela casta dos brahmanes (a casta dos sacerdotes) e a casta dos guerreiros conhecida em sânscrito como Ks'atrya. Esse povo proto-indo-europeu foi ancestral dos romanos, germânicos, gregos, eslavos, iranianos e, de acordo com certos pesquisadores o povo centroamericano dos Mayas, isso significa que, os índios nativos brazileiros cujos ancestrais estão diretamente relacionados aos Mayas, têm conexão com o povo indo-europeu. Esses povos formaram a base do que hoje são os diversos tipos étnicos da família européia. Mais do que isso, a suástica é um talismã que ajuda o guerreiro a garantir sua vitória na batalha. Entre as forças envolvidas, não é infalível, o exército alemão não era o mais poderoso no começo da II Guerra Mundial, mas conquistou quase toda Europa e perderam a Guerra somente por um erro tático de Hitler que tentou tomar a Rússia numa estação muito inapropriada. Essa é a razão pela qual não podemos negar o quanto a suástica é sagrada, e não podemos culpá-la pelos crimes que os nazistas cometeram, como também não podemos culpar uma faca nas mãos de um assassino por um assassinato. Toda culpa está nas mãos do assassino. A mesm a faca ainda pode servir para salvar a vida de alguém ou preparar uma refeição. A suástica continua sendo um símbolo poderoso e ainda pode ser usado para muitas coisas positivas.

Uma Palavra Contra Intolerância

Eu escrevi esse artigo porque considero meu dever, como Heathen, atuar em defesa não só do nosso Troth(fé, caminho, sends), mas pelo bom nome de nossos Elder Kin(Os Aesir, Vanir e Jotnar. Nossos Deuses) e nossos símbolos sagrados. Estou cansado desses criminosos que sujam não somente o nome do nosso Troth, mas o nome dos nossos símbolos mais sagrados. E da mesma forma, estou cansado de certos líderes religiosos do cristianismo que ainda difamam a suástica chamando-a de nazista só com o propósito de promover o ódio e a intolerância religiosa contra o heathenismo. Aqui nesse trabalho, evidencio os usos cristãos da suástica para acabar com essa difamação desses thurses cristãos. O sentimento anti-semitista em alguns alemães tem apenas origens cristãs. Se origina no mito de que foram os judeus que mataram seu Jesus. Uma pessoa insignificante pra nós, e até eu tenho sérias dúvidas que tenha existido historicamente já que não há nenhuma evidência válida disso. Desta forma, heathens não têm motivos para odiar judeus, ou qualquer um por ser diferente. Normalmente eu seria contra judeus que são contra os goyin(não-judeus), porque não sou judeu, e esse é um racismo que também é contra mim, mas porque seria eu ou nós contra um judeu que pratica tolerância étnica e religiosa? Eu particularmente não gosto dos valores abrãamicos, e é claro é por isso que sou um heathenista e não um judeu, mas eles são livres para aplicar seus valores entre si da mesma forma que nós somos livres para aplicar nossos valores entre nosso povo.

Sotthi - A Swastika e a Alma

Como você se sentiria se algo que te é mais sagrado e querido, como a foto dos teus pais, o brazão de tua familia, ou os simbolos sagrados de tua religião, fossem usados para propagar ódio racial, extremismo, atrocidades contra velhos e criancinhas,incluindo o genocidio e outras coisas igualmente vergonhosas por gente que sequer é de sua familia? Gente que sequer é de sua religião?

A swastika é um simbolo sagrado presente na historia da humanidade desde a idade dapedra, e até mesmo pelos judeus ela foi usada conforme confirma este artigo acima.Ela é um simbolo de benevolência e bondade, e não deve ser usada para propagar o odiobestial e racial. Sob certo aspecto, ela representa também a yoni ou seja, o orgão sexual feminino, que todas as mulheres tem, portanto nossas mães também, e daonde todos nós viemos. É um simbolo de vida e regozijo. Não permita que ela seja usada para propagar o ódio!

Godhi Medhal Mikit Stór-ljon Oddhinsson

A Swastika é considerada, por alguns arqueólogos, como a mais antiga forma da Cruz, e ela é precisamente a mesma quando é traçada sobre a fronte dos jovens Budistas, assim como também foi usada pelos Brahmanes. É chamada Swastika, o que significa o sinal da salvação, porque Swasti era na Índia, o que o sinal da Salvação é para os Cristãos. Swasti significa "bem isto é", "Amen" ou "nossa benção esteja convosco". Com este sinal o gado era marcado na Índia, especialmente o boi da vila, como o símbolo do poder fertilizante da natureza, com sua qualidade regenerativa.



O Amado Surya



Ensinamento dos Mestres Ascensos
 
Cruz Gamada, um dos mais antigos e importantes símbolos de toda a humanidade, a suástica representa a energia crática do cosmos em movimento, por isto, ela pode ter dois sentidos: destrogiro, (seus braços sugerem mover-se para a direita, no sentido dos ponteiros do relógio), ou sinistrogiro, (movimento para a esquerda). A suástica destrogiro é o emblema do movimento evolutivo do universo, o sinistrogiro, ao contrário, dá a dinâmica involutiva. Somente nas ultimas décadas a suástica adquiriu má reputação, devido a que os nazistas a escolheram como símbolo de seu movimento político e ideológico. Esta suástica, sinistrogira, difere da original também em seu posicionamento de inclinação de 45 graus. A suástica de Vishnu é a destrogira, simbolizando a construção e a conservação. A de Shiva , a sinistrogira, simbolizando a destruição do mal. Hitler tentou utilizar o poder da destruição para destruir o bem e a ordem.

Um grupo tenta dissociar suástica do nazismo, O símbolo já era usado 3 mil anos a.C. e significa boa sorte em sânscrito. A pergunta é simples: a suástica pode ser um dia reabilitada? Antes de o Partido Nazista adotar a suástica e transformá-la no mais poderoso ícone do ódio racial, ela corria o mundo como um símbolo da sorte. Era conhecida na França, Alemanha, Inglaterra, Escandinávia, China, Japão, Índia e Estados Unidos. Dizia-se que as pegadas de Buda tinham formato de suástica. Cobertores dos índios navajos eram tecidos com padrões de suástica. Sinagogas no Norte da África, Palestina e Hartford eram construídas com mosaicos em forma de suástica. Surge agora um pequeno movimento para ajudar "a suástica a assumir sua vida benigna", dissociá-la "dos pecados dos nazistas". É realmente possível?

O nome "suástica" deriva do sânscrito "svastika", que significa bem-estar e boa sorte. As primeiras suásticas conhecidas datam de 2.500 ou 3 mil anos antes de Cristo, na Índia e Ásia Central. Um estudo datado de 1933 sugere que a suástica migrou da Índia através da Pérsia e Ásia Menor, chegando à Grécia, depois à Itália e à Alemanha, provavelmente no primeiro milênio antes de Cristo.

O vínculo providencial foi estabelecido pelo arqueólogo alemão Heinrich Schliemann. De 1871 a 1875, Schliemann escavou o sítio da Tróia de Homero, no litoral dos Dardanelos. Quando encontrou peças artesanais com suásticas, prontamente associou-as às suásticas que havia visto perto do Rio Oder, na Alemanha. Steven Heller, diretor de arte do The New York Times Book Review, escreveu em The Swastika: Symbol Beyond Redemption (A Suástica: Símbolo Além da Redenção): "Schliemann calculou que a suástica fosse um símbolo religioso de seus ancestrais alemães que unia teutônicos, gregos de Homero e a Índia védica." Logo as suásticas estavam em toda parte, com seus braços apontando no sentido horário e no anti-horário. Madame Blavatsky, fundadora da Sociedade Teosófica, incluiu a suástica no timbre da entidade.

"Rudyard Kipling combinava uma suástica com sua assinatura num círculo, como logotipo pessoal", informa Heller. E a suástica fazia parte do logotipo da escola de projetos arquitetônicos Bauhaus, chefiada por Paul Klee.

A suástica também se propagou pelos EUA. A Coca-Cola lançou um berloque com a forma de suástica. A fábrica de cerveja Carlsberg mandou entalhar suásticas em suas garrafas.

Durante a 1ª Guerra, os soldados da 45ª Divisão de Infantaria dos EUA usaram uma suástica laranja como ombreira. Pelo menos uma linha ferroviária tinha suásticas em seus vagões. The Girls' Club (O Clube das Moças) publicou uma revista chamada "The Swastika". E até 1940 a organização internacional Boy Scouts (Escoteiros) distribuía emblemas com a suástica.

Como os nazistas se apossaram dela? Segundo Heller, a ordem Germanen, grupo anti-semita que usava capacetes com chifres Wotan e tramava "contra elementos judaicos na vida alemã", usava uma suástica curva numa cruz como sua insígnia.

Em 1914, o Wandervogel, movimento de jovens militaristas alemães, transformou-a em emblema nacionalista.

O Partido Nazista assumiu-a por volta de 1920. Em Mein Kampf (Minha Luta), Hitler - que tinha aspirações artísticas além de políticas - descreveu sua "busca para encontrar o símbolo perfeito para o partido". Divertiu-se com a idéia de usar suásticas. Mas foi Friedrich Krohn, dentista natural de Starnberg, quem desenhou a bandeira com uma suástica negra no centro. "A maior contribuição de Hitler", escreve Heller, "foi ter invertido a direção (dos braços) da suástica" para fazê-la parecer que girava no sentido horário. A suástica caiu por terra tão rapidamente quanto havia ascendido. Em 1946, foi constitucionalmente proibida de qualquer exibição em público na Alemanha. Nos EUA nunca houve uma lei proibindo a exibição de suásticas, mas a aversão a ela continua.

A pergunta agora é: deve a suástica ser resgatada dos nazistas ou deve, conforme Heller argumenta, continuar representando seus "crimes indizíveis"? A questão é complicada pela história da suástica na Índia e em outras partes da Ásia, onde não há nenhuma das conotações que ela tem no Ocidente.

Na Índia existe um sabão Swastika. Na Malásia, um estúdio fotográfico Swastika; no Japão existem cartas de baralho Pokémon, que têm "manji", suásticas com os braços no sentido anti-horário; na China, o grupo Falun Gong usa a suástica anti-horário como seu emblema.

E agora suásticas voltam à exibição pública no mundo ocidental. Nos anos 60, por exemplo, a suástica foi um motivo recorrente na arte abstrata geométrica e na pintura austera, principalmente numa exposição feita no Museu Guggenheim.

Mas o esforço mais bem articulado para redimir a suástica vem do Friends of the Swastika (Amigos da Suástica), grupo fundado em 1985, com sede nos EUA.

O grupo, cuja página na Internet garante que "não tem ligação com nenhuma propaganda racista" nem a intenção de negar o Holocausto, é chefiado por um artista plástico de nome ManWoman (HomemMulher) que afirma ter 200 suásticas tatuadas no corpo.

Para "desenvenenar" e "ressantificar" a suástica, o grupo vende camisetas, selos, cartões-postais e outros "negócios bacanas" com suásticas. Seu lema é: "Ao diabo com Hitler!"

Eles dizem que sua missão já está funcionando. "A suástica está ressurgindo na cultura pop alternativa... no rock punk, nos cultos dos discos voadores, nas gangues de rua." Adolescentes usam suásticas só por achar que ficam bacanas.

"No filme Sleeper, de 1973, destaca Heller, Woody Allen previu sarcasticamente que no futuro distante a suástica seria usada "como acessório da moda." O futuro distante já chegou. A suástica tornou-se um ícone da rebelião. O logotipo das pranchas de patinação ZZ Flex parece muito uma suástica. A etiqueta no CD heavy metal Sacred Reich tem suásticas interligadas. O logotipo da banda Kiss, que a princípio teve três membros judeus, foi feito de modo a parecer a insígnia das unidades nazistas de elite SS - não propriamente uma suástica, mas dois SS paralelos e denteados que parecem um raio.Importa saber se as pessoas usam uma suástica por ignorância, por ódio ou para reabilitá-la? Não importa nada, diz Heller: "Os ícones nazistas tiveram vigor suficiente para seduzir uma nação e ainda contêm uma força visual capaz de ser desencadeada hoje." Os defensores da suástica respondem com outra pergunta: "Como pode um símbolo ser culpado pelos atos de um louco?"








Surya Mantra
 
Pratah Smarami Khalu Tatsa Vituravarenyam
Roopam Hi Mandala Mrichotha Tanuryajuunshi
Samani Yasya Kiranaah Prabhavadihetum
Bramhaa Haratmakamalakshyam Chintya Ruupam

Eu agradeço a face do sol que tem a sua mandala com o Rigved, o corpo como Yajurved e seus raios como Samved. Ele é o dia do Brahma (o criador), nascente do universo, protetor e destruidor dos males.
Eu venero de manhã, o sol com o corpo, a fala e com o coração. Venero o Brahma (o criador); o Indra (Deus da chuva) e o pai dos três mundos; destruidores dos pecados, inimigos do medo e das doenças.





O Amado Surya

Amada poderosa e vitoriosa Presença de Deus EU SOU em mim, meu amado Santo Cristo Pessoal, Santo Cristo Pessoal de todos os homens, amado Surya, legiões do fogo branco e do relâmpago azul de Sírio, amado Lanello, todo o Espírito da Grande Fraternidade Branca e a Mãe do Mundo, vida elemental dos reinos do fogo, do ar, da água e da terra !
Em vosso nome, pelo poder magnético da imortal e vitoriosa chama trina da Verdade no meu coração e no coração de Deus no Grande Sol Central, eu decreto: (faça aqui o seu pedido)

1.Que fluam do sol tuas fitas deslumbrantes
Azuis flamejantes, Luz de diamantes !
Puro e sereno é o teu amor,
Do Deus no alto, sagrado esplendor!

Refrão
Vem, vem, vem Surya amado,
Com tua chama dissolve o medo;
A todos dá tua defesa
Sob o manto da pureza;
Envia agora a tua chama,
A liberdade proclama !

2. Surya querido, Mestre amado
Do Sol Central és oriundo
Em nome de Deus te invocamos:
Exerce domínio sobre o mundo !

Refrão
Vem, vem, vem Surya amado,
Com tua chama dissolve o medo;
A todos dá tua defesa
Sob o manto da pureza;
Envia agora a tua chama,
A liberdade proclama !

3.Vens do coração de Deus
Unidade promover -
Fazendo a alma cantar,
Trazendo honra e saber !

Refrão
Vem, vem, vem Surya amado,
Com tua chama dissolve o medo;
A todos dá tua defesa
Sob o manto da pureza;
Envia agora a tua chama,
A liberdade proclama !

4. Surya amado, Mestre querido,
Com nossa fé agora é tecido
O manto de Vitória de ouro invencível,
Que torna o triunfo da alma possível !

Refrão
Vem, vem, vem Surya amado,
Com tua chama dissolve o medo;
A todos dá tua defesa
Sob o manto da pureza;
Envia agora a tua chama,
A liberdade proclama !

E com toda a fé Eu aceito conscientemente que isto se manifeste, que se manifeste, que se manifeste ! (3x) aqui e agora, com pleno poder, eternamente mantido, onipotentemente activo, em contínua expansão e abrangendo o mundo inteiro até que todos tenham ascendido totalmente na luz e sejam livres. Amado EU SOU ! Amado EU SOU ! Amado EU SOU !