Quantas vezes ao dia não dizemos ao outro:
Ah! é você que tem razão!
ou dizemos:
Não, você não tem razão!
Estamos apenas reconhecendo que o outro tem uma razão consciente.
Nós nunca deveríamos discutir, ou nos opor a razão do outro. Pois, cada um tem em
si registros eletrônicos que são de propriedades dele e que não é pará ser posto em nenhuma questão.
Cada um de nos nasce com uma determinada faixa de razão, que vão sendo modificadas ou não,
a medida que aprendemos ou experimentamos alguma coisa nova.
Estas se incorporam em nós eletronicamente como conhecimento e poderá ser uma experiência boa ou má
que vai se incorporar ao percentual de nossa razão.
Todos nós temos boas e más razões, que estão distribuídas no nosso percentual, e somos conscientes
do cociente desta razão e a manifestamos a todo instante.
O que devemos fazer com o outro é observar as suas razões.
E ai sim interferirmos com a polaridade não manifestada pelo outro. Pois, naquele instante,
ele esta usando uma forca de sua dualidade, e você deverá entrar imediatamente com a complementação,
e não com o reforço.
Aprenda nas suas relações a manifestar a lei da complementaridade, e não a do
reforço a polaridade.
Reaprenda a verbalizar, a sentir, pensr e agir.
Somente assim é possível a vocês dois mudarem de tela.
A maneira antiga, a do reforço, só leva ao aprisionamento na tela. Vocês não mudarão.
É muito importante estar sempre mudando de telas. Pois, um determinado número de
mudanças, retirarão vocês de sub-planos.
Um outro número; de planos.
Mais outro; de dimensões e até de mundos.
Observe O LUGAR E O OUTRO QUE ESTÁ CONTIGO.
É ai neste ponto que está a sua grande capacidade de mudar de tela.
E, é ao outro que esta contigo neste, O Lugar, que você serve.
Ao Libertá-lo da dualidade da razão;
você se liberta.