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Este deus do conhecimento e o removedor dos obstáculos e
que também é o filho mais velho do Deus Shiva. Deus Ganesha também é chamado Vinayak (conhecimento)
ou Vighneshwer (deus para remover os obstáculos). Ele é adorado, ou pelo menos lembrado, no
princípio de qualquer desempenho auspicioso para bênçãos e auspiciosidade.
Ele tem quatro mãos, a cabeça de elefante e uma
barriga grande. O seu veículo é um rato minúsculo. Nas suas mãos leva uma corda
(para carregar os devotos à verdade), um machado (para cortar as ligações dos devotos), e uma bola doce
de sobremesa(para recompensar os devotos da atividade espiritual).
A palma da quarta mão está sempre estendida para abençoar as pessoas. Uma combinação sem igual do elefante como cabeça e de uma mudança rápida com o veículo de rato minúsculo representa tremenda sabedoria, inteligencia, e presença de mente. |
| Ganesha, que é o homem, elefante e rato
tem sempre uma solução de problemas em sua mão É muito comum na Índia de hoje achar os devotos tendo uma cerimônia de inauguração de casa, ou abrindo uma loja, ou começando qualquer trabalho normalmente atraindo primeiro a Ganesha. Ganesha tem sempre uma cobra enrolada a sua barriga aludindo a Shiva. Seus atributos são um elefante, um laço e a tigela de doces eternamente erguida à sua boca. O nascimento de Ganesha é célebre pelo Ganesha festival de Chaturthi no quarto dia do mês lunar, agosto-setembro.Enorme modelos de barro de Ganesha desfila pelas ruas. A este festival estão presentes milhares de habitantes locais e acontece em Mumbai (Bombay). |
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A imagem de Ganesha é frequentemente achada nas entradas a templos e casas. Casamentos são santificados por Ganesha, como são outros começos como o Ano novo, e a sua imagem é vista freqüentemente em muitos calendários. Seu veiculo é um rato, e assim como cabeça de elefante direcionou-se a deus, um deus tão gordo quanto ele é, e freqüentemente visto sentado em um pequeno rato. Sendo um elefante ele atravessa as densidades da selva. Arranca a qualquer que se levantar a sua maneira de ser, e desarraiga e rasga a pedaços as árvores que trancam a sua estrada . Se confrontou com outras dificuldades, ele perfurou buracos como um rato, e deslizou por espaços estreitos, em baixo de portas fechadas ou debaixo das paredes grossas de fortalezas. |
De acordo com a mitologia hindu, é o deus elefante, filho primogênito de
Shiva: O supremo dos deuses e da mãe Parvati: A deusa da natureza.Conhecido como o Deus dos comerciantes, da prosperidade, da prudência, da política e da sagacidade. Em seu nascimento, após ter a cabeça trocada por Shiva, recebeu a benção de seu pai de que todos os cerimoniais, todas as escrituras, todos os relacionamentos de importância mundial deveriam sempre começar com uma invocação a Ganesha, para que tivessem maior eficácia. As escrituras informam que Ganesha foi o escriba dos textos Védicos, usando seu próprio marfim como pena. Ele tem um corpo rosado e uma forte refulgência branca ilumina todo o ambiente onde está. Sua tromba está sempre inquieta, as jóias em seu corpo são seres vivos que estão se deleitando muito por estarem com ele. Em seus diversos braços ele carrega uma chave que corta todo o mal; um laço que indica seu desapego. As bolinhas em suas mãos chamam-se ladhu, seu doce predileto é feito de grão de bico. A cobra que sempre o acompanha é a guardiã das riquezas da terra.
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O ratinho Mushafi é o secretário mais próximo de
Ganesha, sendo que todos os pedidos devem ser primeiramente dirigidos ao ratinho, que por sua vez leva ao seu mestre. Dizem as lendas que a pessoa que reza para Ganesha nunca encontra obstáculos na vida que não possa superar!
| Ganesha, o deus hinduísta removedor de obstáculos "Ganesha Sharanan Sharanan Ganesha" Filho mais velho de Shiva e Parvati, Ganesha, o deus com cabeça de elefante, é talvez o mais querido e popular dos deuses do panteão hinduísta. Também adorado por seguidores do budismo e jainismo, Ganesha é visto como o deus da sabedoria, o portador da sorte e o removedor de obstáculos. Invocado e adorado antes de toda e qualquer atividade, especialmente no início de cada novo empreendimento, na Índia, Ganesha está sempre presente nas portas dos templos e casas. Por ter sido o escrivão do grande épico Mahabharata ditado por Vyasa, o Sábio, e sua mais famosa parte, o Bhagavad Gita (A Canção do Senhor), que conta os ensinamentos de Krishna, no campo de batalha, ao seu discípulo e arqueiro Arjuna, Ganesha também é considerado a divindade protetora das escrituras e dos escritores, da sabedoria, do conhecimento, dos livros, da educação, da força mística, da profundidade e do discernimento. Uma das muitas lendas sobre Ganesha conta que ele quebrou uma de suas presas exatamente para escrever o Mahabharata com ela. Existem muitas histórias sobre o nascimento de Ganesha e sobre a origem da cabeça de elefante. De acordo com uma delas, como estava sentindo-se solitária porque Shiva havia se retirado para meditar por um longo tempo, Parvati decidiu ter um filho sozinha. Assim, um dia, antes do banho diário, gerou-o da poeira de seu corpo, dando-lhe como missão guardar a porta da casa. Quando Shiva retornou do retiro espiritual, Ganesha não o deixou entrar. Furioso, o deus cortou a cabeça do obstinado vigia, sem perceber que era o seu próprio filho. Diante do desespero de Parvati, Shiva prometeu-lhe que substituiria a cabeça do filho com a da primeira criatura viva que encontrasse. E assim fez quando encontrou um elefante, que, ao ser decepado, teve uma das presas quebrada. Outra história conta que, ao sair para mais um retiro nos Himalaias, Shiva pediu ao seu filho Ganesha para tomar conta da casa, de forma a não deixar ninguém entrar durante sua ausência. Como suas disciplinas espirituais prolongaram-se excessivamente, Shiva permaneceu nas montanhas sagradas por mil anos. Quando voltou para casa, como não reconheceu o pai, Ganesha impediu a sua entrada. Depois de muita discussão, os dois entraram em combate e, no decorrer da luta, Shiva cortou a cabeça do menino e jogou o corpo no mato. Quando Parvati chegou e não viu o filho de plantão, e ainda deparou com sinais de luta, logo percebeu que algo terrível havia acontecido. Depois de ouvir do próprio Shiva o que tinha acontecido, Parvati entrou em desespero e ameaçou desaparecer caso ele não trouxesse o filho de volta à vida. Temeroso de perder a sua consorte divina, ele disse-lhe: "Está bem, vou trazê-lo de volta, mas se o seu corpo ainda estiver em boas condições, porque a cabeça foi devorada por um chacal da floresta. Sei disso porque o meu olho espiritual a tudo vê. O que posso fazer é energizar o cadáver e colocar uma outra cabeça no lugar. Entrarei na floresta e deceparei a cabeça do primeiro animal que eu encontrar. Colocarei sua cabeça no corpo do menino e farei com que o seu corpo espiritual entre na carne novamente. Ele viverá no plano físico mais uma vez, mas com a cabeça de um animal". Shiva entrou na floresta, e o primeiro animal que encontrou foi um elefante. Depois de cortar a cabeça do animal, colou-a no corpo do filho e fez o espírito entrar nele. Baseados nessas histórias, os hindus reverenciam Ganesha como o divino protetor das casas e removedor dos obstáculos, porque se ele não deixou nem o pai entrar, com certeza não deixará nada pernicioso entrar na casa do devoto. Manifestações São cerca de 90 diferentes formas de aparecer conhecidas de Ganesha, nas quais ele costuma ser retratado com um ventre proeminente, dois ou quatro braços, sentado em um trono de lótus ou no rato que monta, ou dançando. Seus atributos mais comuns são o laço, o gancho de comandar elefantes e um prato de doces. Em seu cinto enrola-se uma naja. No budismo, por exemplo, uma das formas mais cultuadas é Mahakala (o deus do tempo) - maha (grande) e kala (tempo) -, onde aparece com dois braços, três olhos, uma pele de tigre, um laço ou uma corda feitos de oito serpentes. É o grande guardião dos ensinamentos budistas. Em muitos textos sagrados do budismo (sutras), por sinal, Buda era visto como O Grande Elefante, O Sábio Elefante, O Elefante Espiritual. Diz uma das muitas lendas que a mãe de Buda sonhou com um elefante branco entrando em seu ventre, e logo depois ficou grávida de Siddartha, que veio a ser Buda. Já em algumas regiões, Ganesha chama-se Heramba, e possui cinco cabeças de elefante. Uma ou cinco, a cabeça de elefante representa a grande disposição para escutar, refletir e meditar, e também a inteligência superior; a tromba representa o discernimento e a sílaba OM, símbolo de Brahma, o Criador do Universo; o corpo gorducho e o enorme ventre representam o Universo ou o cosmo; os quatro braços representam os quatro instrumentos internos (ego, memória, mente e intelecto); o machado, o desapego; a corda, a devoção; os doces ou madaka, a alegria na busca do conhecimento; a cobra, a energia cósmica; o gancho, o símbolo que coloca os homens no caminho da virtude; o dente quebrado, todo o conhecimento e sabedoria; o gesto de abhaya mudrá, fé e coragem na busca. O rato, que em todas as manifestações aparece aos seus pés, representa o desejo mantido sob controle, e ainda simboliza a igual importância do menor e do maior aos olhos de Deus. Aliás, na cosmogonia hinduísta, cada uma das divindades possui um animal como seu veículo (Yana) de transporte entre o céu e a terra, a exemplo de Brahma (Hamsa, um cisne branco), Vishnu (Garuda, uma espécie de híbrido de homem com uma imensa ave) e Shiva (Nandi, um touro branco, o touro da paz). O veículo de Ganesha é exatamente o rato. Ao mostrar o deus elefante com o rato aos seus pés e submetido a ser seu veículo, o simbolismo oriental demonstra que ele não teme absolutamente nada, nem mesmo rato. Uma manifestação especial é Ganesha dançarino(Nritya-Ganapathi), pois essa dança encerra um profundo significado de sua dança cósmica: com o balanço de seu movimento do pé esquerdo para o direito, o deus faz o mundo aparecer e desaparecer. A dança de Ganesha, na verdade, revela as batidas do coração do Universo e o ritmo fundamental que reúne todas as manifestações existentes. De acordo com seus seguidores yogues, como Omakara-Ganapathi, Ganesha mostra claramente que sua inteira manifestação deriva-se do som sagrado OM. Tanto em sânscrito quanto em tâmil, duas importantes línguas religiosas da Índia, a sílaba sagrada OM lembra um pouco as orelhas grandes, a tromba e a barriga do elefante, significando que Deus, a divindade, está no homem. As histórias também contam que Ganesha, que é reverenciado no mês de agosto-setembro e é casado com Siddhi (Força Mística) e Buddhi (Discernimento), tem um irmão menor chamado Kartykeya, também chamado de Skhanda ou Muruga. Ele é o senhor das hostes luminosas que combate os demônios em todos os lugares, e seu veículo é o pavão. No simbolismo oriental, ele é associado às plêiades, e também é considerado um protetor dos trabalhadores espirituais de todos os lugares.
OM Ganesha! | |