chama violeta  Pager


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       god1.jpg (138283 bytes) Este deus do conhecimento e o removedor dos obstáculos e que também é o filho mais velho do Deus Shiva. Deus Ganesha também é chamado Vinayak (conhecimento) ou Vighneshwer (deus para remover os obstáculos). Ele é adorado, ou pelo menos lembrado, no princípio de qualquer desempenho auspicioso para bênçãos e auspiciosidade. Ele tem quatro mãos, a cabeça de elefante e uma barriga grande. O seu veículo é um rato minúsculo. Nas suas mãos leva uma corda (para carregar os devotos à verdade), um machado (para cortar as ligações dos devotos), e uma bola doce de sobremesa(para recompensar os devotos da atividade espiritual). A palma da quarta mão está sempre estendida para abençoar as pessoas.
Uma combinação sem igual do elefante como cabeça e de uma mudança rápida com o veículo de rato minúsculo representa tremenda sabedoria, inteligencia, e presença de mente.
Ganesha, que é o homem, elefante e rato tem sempre uma solução de problemas em sua mão
É muito comum na Índia de hoje achar os devotos tendo uma cerimônia de inauguração de casa, ou abrindo uma loja, ou começando qualquer trabalho normalmente atraindo primeiro a Ganesha. Ganesha tem sempre uma cobra enrolada a sua barriga aludindo a Shiva. Seus atributos são um elefante, um laço e a tigela de doces eternamente erguida à sua boca.
O nascimento de Ganesha é célebre pelo Ganesha festival de Chaturthi no quarto dia do mês lunar, agosto-setembro.Enorme modelos de barro de Ganesha desfila pelas ruas. A este festival estão presentes milhares de habitantes locais e acontece em Mumbai (Bombay).
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21hin_bot_t.jpg (4693 bytes) A imagem de Ganesha é frequentemente achada nas entradas a templos e casas. Casamentos são santificados por Ganesha, como são outros começos como o Ano novo, e a sua imagem é vista freqüentemente em muitos calendários. Seu veiculo é um rato, e assim como cabeça de elefante direcionou-se a deus, um deus tão gordo quanto ele é, e freqüentemente visto sentado em um pequeno rato. Sendo um elefante ele atravessa as densidades da selva. Arranca a qualquer que se levantar a sua maneira de ser, e desarraiga e rasga a pedaços as árvores que trancam a sua estrada . Se confrontou com outras dificuldades, ele perfurou buracos como um rato, e deslizou por espaços estreitos, em baixo de portas fechadas ou debaixo das paredes grossas de fortalezas.


Ganesha pertence à família de deuses mais popular do Hinduísmo. Ele é o filho mais velho de Parvati e Shiva. Parvati é filha dos Himalayas, aquela cadeia de montanhas nevadas, que cobre o norte da Índia. Ela é uma deusa muito graciosa e linda, mãe bondosa e esposa devota. Shiva - bem, até mesmo seus amigos mais íntimos admitem, que ele não é um pai ou marido ideal. Shiva ama sua família de todo coração, mas a sua maneira. O que acontece é que ele não agüenta ficar em casa o tempo todo. Tem alma de aventureiro, gosta de viajar, mas a sua paixão é a meditação e o Yoga. Tanto, que quando absorto meditando, nem um terremoto o perturba.

Shiva e Parvati casados, viviam muito felizes num bangalô no Monte Kailasa nos Himalayas, longe da civilização. Depois de algum tempo, Parvati percebeu que seu marido estava inquieto, ele abria a janela e olhava suspirando os altos picos das montanhas, e ela via nos seus olhos a sombra de um sonho. Ela o amava profundamente, e compreendeu o desejo que o consumia.

Um dia ela disse a Shiva:

- Por que você não viaja por uns tempos? Eu sei que você levava uma vida diferente, antes de nos casarmos. Você meditava, dançava, deve estar sentindo falta de tudo isso agora.

- Não minha querida - assegurou-lhe o marido. - Os velhos tempos acabaram, não sinto falta deles mais.

- E a sua meditação? - ela perguntou. Ela era a sua principal ocupação. - Você é o maior yogui dentre todos os deuses.

Shiva sabia que ela estava certa. Ele desejava mesmo se absorver de novo, pela prática da meditação, e tinha saudades das grutas favoritas das montanhas, onde se sentava para meditar. E depois foi o poder do Yoga,que o transformou num deus tão poderoso. Mas ele ainda hesitou.

- Mas você não vai se sentir sozinha, se eu for?

Parvati lhe assegurou que ficaria bem. Até porque, queria reformar o bangalô, transformar num lugar confortável e bonito onde uma família pudesse morar, um lar de verdade.

Feliz, Shiva colocou sua pele de tigre na cintura, enrolou suas cobras favoritas no pescoço e braços, chamou Nandi, sua vaca, e dando um aceno de despedida partiu montado nela.

- Não me demorarei. - ele disse a Parvati

Só que Shiva é o mais esquecido dos deuses. Quando medita é impossível despertá-lo. Acima do sagrado rio Ganges, Shiva se sentou e começou a meditar. Passaram-se muitos anos, que equivaliam a milhares de anos terrestres, uma vez que o tempo é diferente para os homens e deuses.

Quando finalmente, Shiva levantou da posição de lótus, lembrou-se da esposa que o esperava pacientemente, no Monte Kailasa, e correu de volta para casa.

Neste tempo que Shiva esteve ausente, Parvati fez um lindo jardim em volta do bangalô, costurara cortinas para as janelas e almofadas para o chão, pintara as paredes e as portas. E nem ficou sozinha por muito tempo. Shiva não sabia que tinha deixado sua esposa grávida. Parvati teve um lindo menino, que a manteve bastante ocupada, lhe deu o nome de Ganesha. 

Anos se passaram e o deus bebê cresceu e transformou-se num rapaz inteligente e sério, muito apegado a mãe, e que adorava ajudá-la.

Numa manhã de primavera, Parvati estava tomando banho, enquanto seu filho se mantinha perto do portão do jardim. Um homem alto, com longos cabelos presos, um monte de cobras e uma pele de tigre enrolada no corpo se aproximava do portão, e atrás dele uma vaca. Shiva tinha voltado para casa sem se preocupar com sua aparência selvagem.

Shiva parou... - será que esta linda casa era mesmo a sua? E quem seria aquele garoto bonito no portão?

- Deixe-me entrar menino!

- Não, - respondeu Ganesha, franzindo as sobrancelhas para o vagabundo que queria entrar.

- Você não pode entrar! Ganesha se posicionou na porta de espada em punho.

Naquele momento, Shiva estava furioso, seu terceiro olho, do poder, apareceu no meio da sua testa, brilhando como fogo. Em segundos o corpo do menino estava no chão sem cabeça.

Ouvindo vozes Parvati se apressou, horrorizada viu seu filho sem cabeça e o marido que há tanto tempo não via. Chorou amargamente. Exclamou:

- O que você fez?! Este é Ganesha seu filho!

Shiva desculpou-se a Parvati, porém não podia voltar atrás, o que esta feito, esta feito. Mas prometeu a sua esposa que o primeiro ser que visse “dormindo errado” (considerava que aquele que dormia com a cabeça voltada para o sul, estava errado, pois o certo seria dormir com a cabeça voltada para o norte) ele cortaria a cabeça e a colocaria em seu filho.

Então Shiva percorreu milhas e milhas, e encontrou um filhote de elefante dormindo “errado”. Shiva cortou-lhe a cabeça e ao retornar encaixou-a entre os ombros de Ganesha. Inconformada Parvati foi pedir ajuda a outros deuses.

Brahma e Vishnu que são autoridades no Hinduísmo tanto quanto Shiva, ao ver o pobre e esquisito menino com cabeça de elefante, disseram a Parvati que nada poderiam fazer quanto a cabeça de Ganesha, pois não poderiam passar por cima de uma decisão de Shiva, mas poderiam dar à Ganesha poderes, para que ele se transformasse num deus muito querido por todos ou hindus. Ganesha seria sempre reverenciado antes de todas as cerimônias religiosas, seria também aquele que destrói os obstáculos, aquele que trás fortuna...

Parvati sentiu-se aliviada, agradeceu aos deuses, e se foi.
O povo hindu ama Ganesha. Há estátuas dele por toda parte: um homenzinho baixote e barrigudo com pele amarela,quatro braços e uma cabeça de elefante com apenas um marfim. Em suas mãos ele leva um disco, uma concha, uma clava e um lírio. Ele cavalga um rato.Conhecido como o Senhor dos Obstáculos. Por ser sábio,responsável e conhecedor das escrituras, Ganesha é invocado antes de cada empreitada para garantir sucesso.Ele pode remover o mais intransponível dos obstáculos.Durante o festival de Ganesha, em agosto, chamado de Chauti, flores e pratos de arroz são depositados perante as estatuas. Diz-se que se Ganesha for cultuado nesse período,seus desejos serão realizados.Ganesha rege a sabedoria, a boa sorte, literatura, livros, escrita,sucesso mundial, prosperidade, paz, inícios, empreitadas bem sucedidas, viagens, construção, suplantar obstáculos e controlar forças perigosas.Essa deidade representa a combinação da força com a astúcia.

De acordo com a mitologia hindu, é o deus elefante, filho primogênito de Shiva: O supremo dos deuses e da mãe Parvati: A deusa da natureza.
Conhecido como o Deus dos comerciantes, da prosperidade, da prudência, da política e da sagacidade. Em seu nascimento, após ter a cabeça trocada por Shiva, recebeu a benção de seu pai de que todos os cerimoniais, todas as escrituras, todos os relacionamentos de importância mundial deveriam sempre começar com uma invocação a Ganesha, para que tivessem maior eficácia. As escrituras informam que Ganesha foi o escriba dos textos Védicos, usando seu próprio marfim como pena. 
Ele tem um corpo rosado e uma forte refulgência branca ilumina todo o ambiente onde está. Sua tromba está sempre inquieta, as jóias em seu corpo são seres vivos que estão se deleitando muito por estarem com ele. Em seus diversos braços ele carrega uma chave que corta todo o mal; um laço que indica seu desapego. As bolinhas em suas mãos chamam-se ladhu, seu doce predileto é feito de grão de bico. A cobra que sempre o acompanha é a guardiã das riquezas da terra.

 O ratinho Mushafi é o secretário mais próximo de Ganesha, sendo que todos os pedidos devem ser primeiramente dirigidos ao ratinho, que por sua vez leva ao seu mestre. Dizem as lendas que a pessoa que reza para Ganesha nunca encontra obstáculos na vida que não possa superar!
Ganesha é talvez uma das mais populares deidades veneradas pelos hindus. Nenhum empreendimento é iniciado sem antes fazer-se uma invocação a ele.
Além da Índia é encontrado no Tibet, Nepal, China, Japão e em quase todos os países do sudeste asiático. Já foi encontrado em escavações arqueológicas, até no México.
Há um significado especial em colocar Ganesha num primeiro plano, antes de se iniciar qualquer empreendimento: quando um elefante se move na floresta, ele abre uma clareira para que os outros animais possam passar. Da mesma forma, quando invocamos Ganesha, os caminhos são abertos para nossos empreendimentos.
Senhor da cabeça de elefante, senhor de todas dificuldades na vida, possui uma grande cabeça, que simboliza sua capacidade de conceber e compreender a lógica do pensamento e refletir sobra a verdade dos ensinamentos. O primeiro passo no caminho espiritual é escutar. Ganesha nos mostra isto simbolicamente com suas grandes orelhas.
O segundo passo é refletir sobre os ensinamentos escutados, e isto ele faz com seu grande intelecto representado pela cabeça de elefante.
A sua tromba é uma ferramenta que tem o poder de desenraizar uma árvore e a sensibilidade para levantar uma palhinha de feno. Como a tromba do elefante, assim deve ser a faculdade de discernimento do intelecto evoluído do homem de modo que ele a possa usar no mundo exterior para resolver os problemas do dia-a-dia e ao mesmo tempo, nos reinos sutis da personalidade interior.
As presas representam os pares de opostos: o bem e o mal; o permanente e o transitório, etc... A tromba entre elas é o poder de discernimento para avaliar e chegar a conclusões adequadas neste mundo de dualidade.
Ganesha também nos ensina sobre o sacrifício. Quando estava escrevendo Mahabharata- A Epopéia da Grande Índia, ditado pelo sábio Vyasa, este último impôs a condição de que Ganesha deveria escrever sem parar. Este por sua vez, impôs também ao sábio a condição de que não parasse de ditar. Enquanto escrevia a pena que usava quebrou-se. Imediantamente partiu sua própria presa para usar como caneta. Este é um exemplo esplêndido do espírito de sacrifício pelo bem da humanidade.

 Ganesha, o deus hinduísta removedor de obstáculos

 "Ganesha Sharanan

 Sharanan Ganesha"

 Filho mais velho de Shiva e Parvati, Ganesha, o deus com cabeça de elefante, é talvez o mais querido e popular dos deuses do panteão hinduísta. Também adorado por seguidores do budismo e jainismo, Ganesha é visto como o deus da sabedoria, o portador da sorte e o removedor de obstáculos. Invocado e adorado antes de toda e qualquer atividade, especialmente no início de cada novo empreendimento, na Índia, Ganesha está sempre presente nas portas dos templos e casas.

 Por ter sido o escrivão do grande épico Mahabharata ditado por Vyasa, o Sábio, e sua mais famosa parte, o Bhagavad Gita (A Canção do Senhor), que conta os ensinamentos de Krishna, no campo de batalha, ao seu discípulo e arqueiro Arjuna, Ganesha também é considerado a divindade protetora das escrituras e dos escritores, da sabedoria, do conhecimento, dos livros, da educação, da força mística, da profundidade e do discernimento. Uma das muitas lendas sobre Ganesha conta que ele quebrou uma de suas presas exatamente para escrever o Mahabharata com ela.

 Existem muitas histórias sobre o nascimento de Ganesha e sobre a origem da cabeça de elefante. De acordo com uma delas, como estava sentindo-se solitária porque Shiva havia se retirado para meditar por um longo tempo, Parvati decidiu ter um filho sozinha. Assim, um dia, antes do banho diário, gerou-o da poeira de seu corpo, dando-lhe como missão guardar a porta da casa. Quando Shiva retornou do retiro espiritual, Ganesha não o deixou entrar. Furioso, o deus cortou a cabeça do obstinado vigia, sem perceber que era o seu próprio filho. Diante do desespero de Parvati, Shiva prometeu-lhe que substituiria a cabeça do filho com a da primeira criatura viva que encontrasse. E assim fez quando encontrou um elefante, que, ao ser decepado, teve uma das presas quebrada.

 Outra história conta que, ao sair para mais um retiro nos Himalaias, Shiva pediu ao seu filho Ganesha para tomar conta da casa, de forma a não deixar ninguém entrar durante sua ausência. Como suas disciplinas espirituais prolongaram-se excessivamente, Shiva permaneceu nas montanhas sagradas por mil anos. Quando voltou para casa, como não reconheceu o pai, Ganesha impediu a sua entrada. Depois de muita discussão, os dois entraram em combate e, no decorrer da luta, Shiva cortou a cabeça do menino e jogou o corpo no mato. Quando Parvati chegou e não viu o filho de plantão, e ainda deparou com sinais de luta, logo percebeu que algo terrível havia acontecido.

 Depois de ouvir do próprio Shiva o que tinha acontecido, Parvati entrou em desespero e ameaçou desaparecer caso ele não trouxesse o filho de volta à vida. Temeroso de perder a sua consorte divina, ele disse-lhe: "Está bem, vou trazê-lo de volta, mas se o seu corpo ainda estiver em boas condições, porque a cabeça foi devorada por um chacal da floresta. Sei disso porque o meu olho espiritual a tudo vê. O que posso fazer é energizar o cadáver e colocar uma outra cabeça no lugar. Entrarei na floresta e deceparei a cabeça do primeiro animal que eu encontrar. Colocarei sua cabeça no corpo do menino e farei com que o seu corpo espiritual entre na carne novamente. Ele viverá no plano físico mais uma vez, mas com a cabeça de um animal". Shiva entrou na floresta, e o primeiro animal que encontrou foi um elefante. Depois de cortar a cabeça do animal, colou-a no corpo do filho e fez o espírito entrar nele.

 Baseados nessas histórias, os hindus reverenciam Ganesha como o divino protetor das casas e removedor dos obstáculos, porque se ele não deixou nem o pai entrar, com certeza não deixará nada pernicioso entrar na casa do devoto.

 Manifestações

 São cerca de 90 diferentes formas de aparecer conhecidas de Ganesha, nas quais ele costuma ser retratado com um ventre proeminente, dois ou quatro braços, sentado em um trono de lótus ou no rato que monta, ou dançando. Seus atributos mais comuns são o laço, o gancho de comandar elefantes e um prato de doces. Em seu cinto enrola-se uma naja.

 No budismo, por exemplo, uma das formas mais cultuadas é Mahakala (o deus do tempo) - maha (grande) e kala (tempo) -, onde aparece com dois braços, três olhos, uma pele de tigre, um laço ou uma corda feitos de oito serpentes. É o grande guardião dos ensinamentos budistas. Em muitos textos sagrados do budismo (sutras), por sinal, Buda era visto como O Grande Elefante, O Sábio Elefante, O Elefante Espiritual. Diz uma das muitas lendas que a mãe de Buda sonhou com um elefante branco entrando em seu ventre, e logo depois ficou grávida de Siddartha, que veio a ser Buda. Já em algumas regiões, Ganesha chama-se Heramba, e possui cinco cabeças de elefante.

 Uma ou cinco, a cabeça de elefante representa a grande disposição para escutar, refletir e meditar, e também a inteligência superior; a tromba representa o discernimento e a sílaba OM, símbolo de Brahma, o Criador do Universo; o corpo gorducho e o enorme ventre representam o Universo ou o cosmo; os quatro braços representam os quatro instrumentos internos (ego, memória, mente e intelecto); o machado, o desapego; a corda, a devoção; os doces ou madaka, a alegria na busca do conhecimento; a cobra, a energia cósmica; o gancho, o símbolo que coloca os homens no caminho da virtude; o dente quebrado, todo o conhecimento e sabedoria; o gesto de abhaya mudrá, fé e coragem na busca. O rato, que em todas as manifestações aparece aos seus pés, representa o desejo mantido sob controle, e ainda simboliza a igual importância do menor e do maior aos olhos de Deus.

 Aliás, na cosmogonia hinduísta, cada uma das divindades possui um animal como seu veículo (Yana) de transporte entre o céu e a terra, a exemplo de Brahma (Hamsa, um cisne branco), Vishnu (Garuda, uma espécie de híbrido de homem com uma imensa ave) e Shiva (Nandi, um touro branco, o touro da paz). O veículo de Ganesha é exatamente o rato. Ao mostrar o deus elefante com o rato aos seus pés e submetido a ser seu veículo, o simbolismo oriental demonstra que ele não teme absolutamente nada, nem mesmo rato.

 Uma manifestação especial é Ganesha dançarino(Nritya-Ganapathi), pois essa dança encerra um profundo significado de sua dança cósmica: com o balanço de seu movimento do pé esquerdo para o direito, o deus faz o mundo aparecer e desaparecer. A dança de Ganesha, na verdade, revela as batidas do coração do Universo e o ritmo fundamental que reúne todas as manifestações existentes.

 De acordo com seus seguidores yogues, como Omakara-Ganapathi, Ganesha mostra claramente que sua inteira manifestação deriva-se do som sagrado OM. Tanto em sânscrito quanto em tâmil, duas importantes línguas religiosas da Índia, a sílaba sagrada OM lembra um pouco as orelhas grandes, a tromba e a barriga do elefante, significando que Deus, a divindade, está no homem.

 As histórias também contam que Ganesha, que é reverenciado no mês de agosto-setembro e é casado com Siddhi (Força Mística) e Buddhi (Discernimento), tem um irmão menor chamado Kartykeya, também chamado de Skhanda ou Muruga. Ele é o senhor das hostes luminosas que combate os demônios em todos os lugares, e seu veículo é o pavão. No simbolismo oriental, ele é associado às plêiades, e também é considerado um protetor dos trabalhadores espirituais de todos os lugares.

       ganeshyantra.jpg (138283 bytes) Ganesha, o elefante que tem cabeça de Deus é invocado no pricipio de cada tarefa para buscar seu auxilio em remover obstáculos e assegura sucesso. Ganesha é conhecido como o ‘Removedor de Obstaculos’ de seu caminho. Meditação no desenho geometrico do Yantra de Ganesha, inspirará e assistirá o devoto para alcançar equilibrio. Este yantra deverá ser colocado de frente a porta.

 

 OM Ganesha!

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