Na plena luz que você é, você
percebe e se lembra: eu sou uma consciência, sem limite eu sou uma
consciência, uma consciência infinita, quem vestiu um corpo
humano, para admirar a beleza do pôr du sol mergulhando no mar, para
admirar o luar encantando as colinas e a floresta, para construir uma casa,
uma vida, para adquirir experiência. Eu sou uma consciência
extraterrestre quem vestiu um divino corpo humano, mas não deixa
de ser infinita. A consciência que eu sou contem as galaxias, trilhões
de inteligências galácticas, estelares, planetarias. Eu sou
uma consciência infinita, livre, não condicionada. Eu não
sou meu corpo, nem minhas emoções, nem minha historia. Eu sou
uma consciência olhando o espectáculo. Não sou o espectáculo.
Meu olhar é o olhar da aguia quem olha das alturas. Nada pode me
atingir. Onde esta a culpa ? Onde esta o pecado ? Onde esta o sentimento
de não merecer ? Onde esta a limitação ? Eu sou um
oceano de luz, um oceano de consciência, uma consciência extraterrestre
quem abrange o Universo, quem cria o Universo com as outras consciências.
Eu sou um oceano infinito de luz, de consciência. Nenhum E.T.,
nenhuma entidade pode me afetar. Nenhum E.T. pode me hipnotizar, nunca mais.
Eu sou o poder da luz, o poder do Universo. Eu sou uma consciência
divina que se lembra, se lembra da sua divindade. Nehum E.T. pode me aprisionar.
Eu me lembro. Eu me lembro da consciência que eu sou. A eternidade
é minha roupa. Comi da fruta prohibida. Comi da fruta que as forças
da Dominação tentavam prohibir. Comi da fruta do conhecimento,
da inteligência. Comi também da fruta da arvore da vida, da
arvore xamanica que liga a terra e o céu, o céu e a terra. Comi
a fruta da liberdade, a fruta da vida: eu sou uma consciência eternal
que se lembra. A eternidade é apenas minha roupa. Presente no
seu corpo humano, não deixe de perceber a consciência infinita
que você é.