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Chamar
o Deus de um Poder
Os
Deuses, as forças inteligentes que vivem nas dimensões sutis, necessitam da
Energia mais densa do plano físico para poder agir materialmente. É por isso
que sacrifícios eram ofertados, são ofertados até hoje, como na Umbanda ou no
Candomblé. Mas não é preciso matar animais. É muito melhor dar aos Deuses o
que eles precisam: magnetismo, que podemos pegar da Terra, do Céu, do Sol, apenas
entrando em polaridade com o Céu, a Terra ou as estrelas.
Como exemplo, na viagem seguinte, vamos chamar o Deus do clima, o Deus do tempo.
Vamos recuperar a capacidade de chamar a chuva, o vento, o Sol. A capacidade
de virar o tempo. Vamos
fazer ventar um clima de sucesso em nossa vida quotidiana.
O Poder é feito para usar,
não abusar. Cuidado. Quanto mais Poder adquirimos, mais responsabilidade temos.
A Atlântida abusou.
Viagem Interior:
Com prazer, deixando o prazer abraçar você corpo e alma,
você começa de se lembrar dum
lugar misterioso,
perdido numa lenda esquecida,
o Templo do Sol,
esse Templo feito de árvores. de pássaros voando, de luz dourada.
Na luz do Sol você está se
carregando de Energia solar,
pegando Energia pelas mãos,
sentindo a deliciosa Energia do Sol tocar suas mãos,
entrar nas suas mãos, fluir
nos seus braços,
deliciar-se no seu corpo inteiro.
Pelas solas dos pés, deliciando-se
em receber a Energia da terra,
como uma seiva subindo, esse
bem-estar, subindo... fluindo.
E você está indo para o templo
do Vento, no topo de uma montanha.
Você oferece magnetismo ao
Deus do Vento,
pelas mãos oferece magnetismo
ao Deus.
E você pode sentir o Deus do
Vento abraçar você,
tornar-se uma brisa leve para
abraçar você.
Pode sentir a gentileza dele
para com você.
E você entra em unidade,
em comunhão com o Deus do Vento.
Agora você tem um corpo tão
leve, um corpo de Vento,
e você se delicia em ser a
brisa assobiando nas folhas dos grandes eucaliptos,
sentindo o assobiar da sua
passagem entre as folhas das árvores.
E você venta nas folhas.
Venta nas folhas das pitangueiras.
Venta até o mar.
Você tumultua as ondas. Dançando
nas ondas, abraçando as ondas,
ouvindo o barulho da água em
movimento.
E você está dançando com a chuva,
dançando a leveza, com leveza
dançando
e levando a chuva até a praia,
para as terras do interior,
sentindo o cheiro da terra
úmida e o perfume das folhas que a chuva abençoa.
E você veste a chuva.
Caindo em chuva, caindo do
Céu para a Terra em chuva,
na dança do Céu e da Terra.
Você veste o Vento, subindo...
abrindo as nuvens,
abrindo um portão nas nuvens,
deixando o Sol entrar na cidade.
Deixando o Sol entrar na sua
vida.
Deixando o Poder do Sol entrar na sua vida.
Você veste o Vento,
fazendo ventar um Vento de
bem-estar no seu mundo interior,
um Vento de boa sorte, de prazer.
Um Vento de prazer na sua vida
quotidiana.
Fazendo ventar um Vento de
Poder na sua vida quotidiana.
Fazendo ventar um clima de
sucesso na sua vida quotidiana.
Comentário
Fomos
ensinados a não poder, a não ser capazes. Quando éramos crianças, figuras de
autoridade nos disseram que éramos pequenos, que não podíamos, que éramos fracos,
que éramos um fracasso, pecadores nascidos do pecado. Não é bem assim. A Realidade
é outra. Podemos, podemos tudo, e o Poder é um dever, o Poder de realizar o
que deve ser feito, o Poder de poder fazer o que é maravilhoso fazer.
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