Ensinar significa 4ª semana
22º DIA - Toc, Toc
Pessoalmente, dedico minha vida a me conectar com a Luz não somente por
precisar de respostas, mas também por saber que minhas respostas podem
beneficiar outras pessoas. É isto que se chama ser um canal.
Todos nós temos amigos, familiares e colegas que vêm a nós com suas próprias
perguntas profundas. O melhor a fazer é fechar os olhos (se estivermos
sozinhos), esvaziar a mente, cancelar todos os pensamentos e percepções (o
máximo que conseguirmos), e pedir a resposta à Luz.
Queremos evitar dar uma resposta que vem de nós. Se for preciso, podemos dizer
que não sabemos e que entraremos em contato mais tarde. Às vezes dizer “eu não
sei” é a atitude mais espiritualizada possível. A única coisa que precisamos
saber é que quando batemos na porta da Luz com força suficiente, obteremos uma
resposta.
Todos nós podemos fazê-lo – é por isso que estamos aqui. Somos todos providos
com este poder inato. Tudo que precisamos fazer é silenciar as freqüências na
nossa mente e entrar em sintonia com a Luz.
É claro, quanto mais desejarmos e buscarmos esta capacidade, mais ela se
desenvolverá. No entanto, já somos canais incríveis. Simplesmente saber disso
já nos ajudará em nossa busca por respostas.
Esta semana, pratique ser um canal em toda chance que tiver. Existem inúmeras
oportunidades durante o dia. Quando nossos amigos nos contam seus dilemas no
trabalho, queremos pedir a resposta à Luz e afastar para bem longe nosso
interesse próprio. Quando queremos saber o que escrever num e-mail para um
amigo com quem tivemos uma discussão, é isto que queremos fazer. De pequenas a
grandes perguntas, à medida que praticamos este dom e o integramos à nossa
vida, veremos milagres incríveis..
Em última instância, ser um canal é estar no lugar certo na hora certa, dizer e
fazer o que é certo. É isto que todos nós podemos ter se vivermos a vida com
esta consciência.
O céu é o limite.
Shefa brachot! (Abundância
de benções)
Beijos de Amor e Alegria na Luz do Nome Inefável.
23º DIA - Luz e Escuridão
A vida parece ser complicada, mas não é. Somos nós que complicamos nossa
própria vida. Criamos caos a partir da ordem. Nós bagunçamos tudo,
continuamente piorando as coisas, simplesmente por não entendermos o propósito
da vida e como ela funciona.
A primeira coisa que precisamos entender é que a vida é tão simples quanto
escuridão e Luz. Não estou falando metaforicamente quando digo Luz. Nem estou
usando a palavra escuridão alegoricamente. Somente duas coisas existem neste
mundo: escuridão e Luz. A vida parece ser complicada porque a escuridão tem uma
variedade praticamente infinita de tons e a Luz vem em inúmeras cores. Todavia,
no cerne de tudo que existe, você encontrará escuridão ou Luz.
Desde o momento do nosso nascimento, escuridão e Luz são as únicas coisas que
existem. Nosso crescimento e o aumento da nossa força são manifestações da Luz.
À medida que começamos a envelhecer, nossa fraqueza gradualmente crescente é
uma expressão da escuridão. De forma semelhante, quando estamos felizes, cheios
de entusiasmo, transbordando de otimismo e preenchidos com uma atitude de eu
posso tudo, isto é a Luz se expressando em nossa consciência. Essas emoções
positivas são somente o efeito da Luz, que é, ela mesma, a causa por trás de
toda nossa felicidade.
De modo oposto, quando estamos pessimistas, deprimidos, apáticos e cáusticos,
essas são manifestações de escuridão crescente em nossa consciência. Mais uma
vez, essas emoções negativas são o efeito; a escuridão é a causa.
Agora, se algo externo estiver causando sua dor, como um divórcio ou uma súbita
queda nas finanças, isto também é uma expressão de escuridão crescente em
nossas vidas – mas desta vez a escuridão está afetando o mundo ao nosso redor.
O divórcio é o efeito; a escuridão que de alguma forma se infiltrou em nossas
vidas é a causa. De forma semelhante, quando a oportunidade certa de negócios
aparece, quando conhecemos a garota de nossos sonhos ou o cara certo, isto
significa que a Luz entrou em nossas vidas
Nossas emoções, nosso estado mental, nosso
estado de consciência, e cada acontecimento que ocorre ao nosso redor são
meramente uma expressão seja da escuridão, seja da Luz que atraímos para nossa
vida.
Nada mais existe.
O problema da humanidade é que não nos ensinaram a pensar ou viver de acordo
com este paradigma simples. Vivemos a vida por tentativa e erro, sem nunca
saber que, na verdade, tudo é simples como escuridão e Luz.
Essas considerações nos conduzem a uma pergunta que pode estar surgindo agora
na sua mente: como podemos aumentar a quantidade de Luz nas nossas vidas? E, o
que é mais importe, onde está a Luz?
Cada vez que abdicamos de um desejo egoísta e escolhemos o comportamento
abnegado – cada vez que escolhemos nossa resposta ao invés de reagir – fazemos
uma mudança em nossas vidas. E com cada mudança recebemos um pouco mais de Luz.
Nossos esforços beneficiam também nossas familiares, dando-lhes força adicional
para identificar a transformar seu próprio egoísmo. E quando uma família
vivencia o poder da transformação espiritual e se conecta com o mundo da Luz,
esses benefícios se estendem aos seus amigos, vizinhos e à sua comunidade.
Esta semana, espalhe mais Luz na sua vida! Quando pessoas pelo mundo todo forem
bem sucedidas em se afastar dos ditames do ego em direção à abnegação, o
planeta inteiro será transformado num paraíso.
Este é o propósito da vida, e as ferramentas oferecidas pela Kabbalah podem nos
ajudar a atingir esse objetivo.
Shefa brachot! (Abundância
de benções)
Beijos de Amor e Alegria na Luz do Nome Inefável.
24º DIA - Ambição Iluminada
Os kabbalistas revelam uma verdade assustadora: cada pensamento, cada impulso,
cada emoção reativa acionada causada pelo ego em nossas mentes é uma arma do
Oponente. Esses pensamentos e emoções não nos pertencem. Nós só achamos que
eles nos pertencem. Na verdade, a única hora que entramos em contato com nossa
alma e com a verdadeira felicidade é quando resistimos a esses pensamentos.
Quando reconhecemos a voz do ego como a voz do Oponente, podemos fazer algo
profundo: o oposto do que o ego nos manda fazer. Quando vamos contra as
vontades do ego, deixamos de estar recebendo. Passamos a estar compartilhando
Vamos ver agora em termos mais práticos o que significa receber, o que
significa compartilhar, e o que significa fazer o oposto do que o Oponente está
nos compelindo a fazer.
Em vez de gritar, falamos em voz baixa.
Em vez de insultar, elogiamos.
Em vez de pegarmos, nós damos.
Em vez de nos preocuparmos, despertamos a certeza e assumimos o controle.
Em vez de ter medo, reunimos coragem.
Em vez de procurar vingança, oferecemos o perdão.
Em vez de culpar o outro, assumimos responsabilidade.
Em vez de se fazer de vítima, somos responsáveis.
Em vez de meramente lidar com um problema, buscamos curá-lo.
Em vez de reclamar, começamos a apreciar.
Em vez de procurar o que há de negativo numa situação, encontramos o positivo.
Em vez de julgar os outros, vemos o que eles têm de bom.
Em vez de fazer fofoca e falar mal dos outros, mudamos de assunto, ou
simplesmente nos afastamos.
Em vez de listar motivos pelos quais a vida é injusta, começamos a contar
nossas bênçãos.
Em vez de calcular como alguma coisa nos trará benefício, pensamos em alguma
maneira de garantir que a outra parte se beneficie.
Em vez de reagir a situações externas, resistimos e nos tornamos proativos.
Está pegando a idéia? Ótimo. Meu pai Rav Berg constantemente enfatizou um ponto ao longo dos
anos, uma coisa que precisamos nos lembrar esta semana: todo este comportamento
do contra não é motivado por moral, ética, ou por algum ideal nobre. Na verdade
agimos assim por ser o melhor negócio. É a conduta inteligente. Vale a pena.
Meu pai chama isto de Ambição Iluminada. Não se engane, é ambição, pura e
simples — mas não pelo ouro de tolos. É ambição pela coisa real, pela própria
Luz.
E esta Ambição Iluminada é o motivo para se percorrer o caminho kabbalístico.
Shefa brachot! (Abundância
de benções)
Beijos de Amor e Alegria na Luz do Nome Inefável.
25º DIA - Assunto de família
Cada um de nós vem a este mundo com um conjunto específico de metas espirituais
a serem realizadas no decorrer da vida. Essas mudanças acontecem dentro da
pessoa, mas não são limitadas ao indivíduo. Kabbalisticamente, os filhos não
herdam somente nosso DNA, herdam também uma porção da nossa consciência. Na
verdade, DNA, moléculas e átomos são somente diferentes níveis de consciência.
Desta forma, cada vez que o pai ou a mãe se transforma, mudanças acontecem
também em seus filhos. Da mesma forma, quando os filhos adotam a
espiritualidade, a partir da idade de doze ou treze anos, qualquer transformação
pela qual eles passarem influenciará também seus pais. Um cordão umbilical
espiritual conecta eternamente pais, filhos e irmãos.
Quando um barco se eleva, todos vivenciam um pouco desta nova elevação; quando
um barco cai, todos na família afundam um pouquinho. O propósito de uma família
é criar uma oportunidade para interações constantes que nos permitem descobrir
os lugares dentro de nós em que desejos egocêntricos governam nossa conduta.
Parentes têm o talento incômodo de ativar reações dentro de nós, nos oferecendo
desta maneira uma oportunidade de não reagir. Toda vez que abdicamos de um
desejo egoísta e escolhemos o comportamento altruísta – cada vez que escolhemos
nossa resposta em vez de reagir – fazemos uma mudança em nossas vidas. E com
cada mudança, recebemos um pouco mais de Luz.
Como vimos, nossos esforços beneficiam também nossos familiares, dando a eles
força adicional para identificar e transformar seu próprio egoísmo. E quando
uma família vivencia o poder da transformação espiritual e se conecta com o
mundo da Luz, esses benefícios se estendem a seus amigos, vizinhos e
comunidade.
Quando pessoas ao redor do mundo têm
sucesso em se afastar dos ditames do ego em direção à abnegação, o planeta
inteiro é transformado num paraíso.
Para o inicio deste novo ano, que todos nós compreendamos que uma ótima maneira
de trazer a paz na terra (e em nossos espíritos) é ser consciente e proativo
Shefa brachot! (Abundância
de benções)
Beijos de Amor e Alegria na Luz do Nome Inefável.
26º DIA - Relacionando-se com pessoas
O histórico relato de Moisés como o escolhido para liderar a grande saída do
Egito. Se você tiver lido esta parte da Bíblia ou do Zohar, sabe que Moisés era
o homem mais despretensioso e humilde que se possa imaginar. Quando Deus o
escolheu para ser o líder dos israelitas, ele era do tipo de pessoa capaz de
responder: “Quem eu?”
Como o homem que libertou 600.000 pessoas da escravidão e que foi o canal para
revelar os segredos do universo podia ter uma autoestima
tão baixa?
Como explica o Zohar, Moisés não tinha autoestima
baixa. Ele simplesmente era humilde. Os kabbalistas sempre enfatizaram que a
maior virtude que um ser humano pode ter é a humildade.
As credenciais de Moisés para a grandeza eram sua capacidade de se relacionar
com todos. Esta é uma coisa que você precisa se esforçar para incorporar a sua
vida. Quando você luta para ter sucesso na vida, pode parecer que é o maior e o
melhor quem vence. O que Moisés está nos ensinando é que um verdadeiro sucesso
é uma pessoa que consegue se colocar no nível de seja quem for com que esteja
conversando. Isto é humildade.
Esta semana, pense nas pessoas que você tem mais dificuldade de atingir. Seja
brutalmente honesto e pergunte a si mesmo: “Por quê? Por que não atinjo esta
pessoa?” Pergunte a si mesmo por qual transformação você precisa passar para se
trazer para o nível dele ou dela.
Se você tiver um amigo que esteja passando por um divórcio e esteja muito
carente e desequilibrado, não diga a ele que aguente
o tranco e siga
Seja o que for que você esteja tentando comunicar, preste muita atenção para
ver de onde está vindo sua mensagem. Se estiver vindo de raiva, frustração ou
pena, essas emoções somente atrapalharão sua capacidade de se relacionar com a
outra pessoa.
Shefa brachot! (Abundância
de benções)
Beijos de Amor e Alegria na Luz do Nome Inefável.
27º DIA - Mais moedas, por favor
Quando eu era pequeno, com frequência meu pai me
contava uma história que aprendeu com seu mestre, Rav
Brandwein, sobre como lidar com situações que parecem
ser difíceis ou problemáticas.
Um proprietário de terras na Rússia disse ao seu ajudante que tinha que viajar
por algumas semanas e ordenou que ele tomasse conta de tudo enquanto estava
fora. Quando o proprietário foi embora, todos os trabalhadores se reuniram
contra o ajudante e passaram a bater nele umas dez vezes por dia. O ajudante
voltava todo dia para casa muito machucado e com olhos cheios de lágrimas. Sua
mulher o consolava e o lembrava que eles precisavam do dinheiro que ele estava
ganhando para viver.
Três semanas se passaram e o proprietário das terras voltou. Ele viu o ajudante
todo roxo. Perguntou como ele tinha ficado nesse estado e o ajudante contou ao
patrão tudo que tinha acontecido desde que ele tinha ido embora. O proprietário
investigou, descobriu que era verdade, e mandou seu tesoureiro dar ao ajudante
uma moeda de ouro do seu cofre para cada golpe que tinha levado enquanto ele
estava fora.
Com este dinheiro, o ajudante não precisava mais que trabalhar e podia deixar
seu emprego, e assim deixaria de ter problemas com os trabalhadores.
Quando recebeu as moedas de outro, o ajudante voltou para casa chorando, com os
olhos cheios de lágrimas. Sua mulher perguntou, com pena, se ele tinha levado
outra surra dos agressores.
“Não”, ele disse, “o dono das terras voltou
hoje, e quando viu o quanto eu estava machucado e o quanto eu tinha apanhado,
ele me perguntou o que tinha acontecido. Contei tudo que aconteceu, e ele ficou
tão chateado e desconfortável que mandou o tesoureiro abrir o cofre e me dar
uma moeda de ouro por cada golpe que recebi. Aqui estão as moedas. Elas serão o
suficiente para nos sustentar sem que eu nunca mais tenha que trabalhar.”
A mulher perguntou por que ele estava chorando, já que deveria estar muito
feliz. O ajudante respondeu, com lágrimas nos olhos: “Você não entende. Estou
triste por não ter levado o dobro ou o triplo de golpes. O patrão teria me dado
o dobro ou o triplo de moedas!”
Saiba que aqueles que buscam o caminho espiritual devem pensar desta maneira.
Precisamos nos lembrar que os problemas e transtornos que parecem nos
atrapalhar são somente para nosso benefício.
Quando aprendemos a ver isto na hora em que estão acontecendo, então, como o
ajudante, aprenderemos a não ter medo da dor e a ver as bênçãos que ela contém.
Shefa brachot! (Abundância
de benções)
Beijos de Amor e Alegria na Luz do Nome Inefável.
28º DIA - A conversa Abrindo
O dom de ter a capacidade de mudar o tom da conversa constante que temos com
nós mesmos. É essencial termos a percepção disto, porque os kabbalistas explicam
que o enfoque mais importante é a mente. Ela controla tudo. A qualidade dos
nossos pensamentos determina a qualidade da nossa vida.
Imagine ouvir um bom amigo falando mal de si mesmo. Ou melhor ainda, seu filho.
Quando ouvimos nossos filhos se autodepreciando,
naturalmente dizemos a eles o quanto são maravilhosos.
Será que fazemos o mesmo por nós mesmos?
A Luz do Criador está nos cutucando para termos uma melhor percepção de como
falamos com nós mesmos. Somos defensores ou adversários? Muitos estão totalmente
acostumados a se convencer de que não são suficientemente bons, graças a uma
programação falha na infância, ou a vidas passadas, ou o que for. Mas nos
próximos sete dias queremos nos convencer de que somos bons, de que nenhuma
montanha é alta demais para ser escalada, de que nenhum obstáculo é grande
demais para ser superado.
Antes de deixar esta página e voltar para os assuntos do dia, por favor,
lembre-se de falar consigo mesmo de forma gentil e de lembrar a si mesmo que
você é mais que bom.
Para que estas mensagens criem raiz na sua vida, você precisa de três coisas:
ação + certeza + ferramentas. A sabedoria e as tarefas que ofereço se propõem a
lhe inspirar a cobrir as duas primeiras. A sequência
dos 72 Nomes se propõe a cobrir a última.
Para quem é novo na Kabbalah, ou para os alunos antigos para quem cai bem uma
revisada, esta semana eu gostaria de explicar o significado dos 72 Nomes de
Deus.
A Kabbalah ensina que uma tecnologia altamente sofisticada está codificada na
história bíblica do Mar Vermelho (que você encontra no livro de Êxodo, capítulo
14). Três versículos contam essa história –19, 20, 21 – e cada versículo tem 72
letras. Combinando esses três versículos de acordo com uma técnica kabbalística
específica, os 72 Nomes são revelados. (Você pode aprender exatamente como no
livro OS 72 NOMES DE DEUS, de Yehuda Berg, Editora
Rocco).
Os Nomes não tem significado linguístico ou lexicográfico.
Seu significado reside puramente num nível espiritual. Eles foram revelados
pela primeira vez para as almas que seguiam Moisés na saída do Egito há cerca
de 3400 anos atrás, quando eles se viram encurralados entre o exército do Faraó
e o Mar Vermelho. Enquanto observavam horrorizados ao exército se aproximando,
as pessoas foram atacadas por medo e dúvida incontroláveis. Nesse momento,
Moisés revelou os 72 Nomes. As pessoas olharam fixamente para eles,
concentrando toda sua energia e desesperadamente procurando despertar os
poderes espirituais invencíveis dos Nomes.
Mas nada aconteceu! Nem uma única molécula
de água se moveu até que uma pessoa resolveu se mexer e entrou no mar com total
certeza. Foi só quando ele estava com as ondas pela altura do pescoço – e mesmo
assim mantendo uma certeza completa – que o mar se abriu, oferecendo a todos
eles a passagem para a liberdade.
Esta total certeza – combinada com uma ação física – era necessária para ativar
a energia divina dos Nomes, e continua sendo necessária 3400 anos depois. Para
obter controle sobre a mãe natureza, você precisa dominar as forças da sua
própria natureza interna.
O poder para fazer isto está pronto e esperando por você esta semana, o momento
na história em que os Nomes foram revelados pela primeira vez…
Shefa brachot! (Abundância
de benções)
Beijos de Amor e Alegria na Luz do Nome Inefável.