O
Senhor Lanto, grande luz da antiga China, presta agora serviço
como um dos principais sábios da América. A devoção
à palavra de sabedoria e à palavra de conhecimento deste
pacífico sábio e bodhisattva de olhos ígneos qualificaram-no
verdadeiramente para iniciar as evoluções da Terra nestes
dois dons do Espírito Santo.
Senhor
do Segundo Raio, Lanto é um Mestre Ascenso em cuja presença
a sublimidade da Mente de Deus pode ser tocada e conhecida, gradualmente,
pois ensina o caminho antigo da Cristicidade universal que gerou a grande
idade de ouro da China, que vem de Maitreya, o Buda Vindouro que chegou,
e que é posto em evidência pelo hierarca do Retiro do Royal
Teton, o Mestre Ascenso Senhor Confúcio.
Grand
Teton
Lanto
dá aulas no Retiro do Royal Teton, que corresponde ao Grand Teton
em Wyoming [E.U.A.]. Neste foco antigo de grande Luz as sendas de todos
os Sete Chohans são ensinadas e os sete raios dos Elohim e dos
Arcanjos estão ancorados em santuários. Os Senhores do
Carma, Gautama Buda e todos os membros da Grande Fraternidade Branca
frequentam este ponto de encontro dos Mestres Ascensos e dos seus discípulos,
ao mesmo tempo que mantêm as funções especiais dos
seus próprios retiros.
Mestre
de sábios e filósofos, o Senhor Lanto ensina-nos a senda
da mestria através da iluminação, da definição
e do domínio no chakra da coroa. Ele alcançou a sua mestria
quando estudava sob a orientação do Senhor Himalaia, Manu
da Quarta Raça Raiz, cujo Retiro do Lótus Azul está
escondido nas montanhas que levam o seu nome.
Optando pelo uso do raio amarelo para envolver os corações
de toda a humanidade, Lanto dedicou-se ao aperfeiçoamento das
evoluções deste planeta através da chama dourada
da iluminação do Cristo Cósmico que ele traz, imbuído
do seu 'momentum' de vitória divina, em prol da juventude do
mundo.
Podemos
acompanhar a sua evolução como um sumo sacerdote no templo
da Mãe Divina, no continente perdido da Lemúria, que ocupava
uma vasta área do Oceano Pacífico, bem como as encarnações
subsequentes na Atlântida. Depois do afundamento de "Mu", nome
por que era conhecida a Terra-Mãe do Pacífico, e do ulterior
desaparecimento de Possêidon nas águas do Atlântico,
o último vestígio de Atla (Atlântida) que se afundou
em várias etapas, muitos adeptos e sacerdotes do fogo sagrado
levaram as chamas que haviam guardado para outras partes da Terra.
Lanto
foi e é um Mestre do poder da precipitação — um
processo alquímico de atrair luz e substância cósmica
do Universal, fazendo-a coalescer numa forma física (a uma matriz
material predeterminada) através da ciência da Palavra
falada. Assim, foi apropriadamente escolhido para levar a chama da precipitação
— verde chinês salpicado de dourado — para o baluarte do Grand
Teton, onde a Fraternidade havia estabelecido o magnífico foco
físico conhecido como o Retiro do Royal Teton.
Lanto
encarnou mais tarde como um governante na China e como um contemporâneo
de Confúcio (551-479 A.C.).
O
Templo de Confúcio em Taipé, Formosa
Depois
da sua Ascensão, aceitou o cargo de Mestre Presidente do Conselho
do Royal Teton e do próprio retiro, a fim de trazer ao mundo
ocidental a chama da ciência, da tecnologia, da cultura da Mãe
e do respeito pela Vida que ele e Confúcio haviam patrocinado
no Extremo Oriente.
Mestre
do núcleo de fogo da excelência no coração
do Raio da Sabedoria, e por consequência devoto por excelência
dos lírios de fogo branco da Mãe Divina, Lanto continua
a ser o Guru de gurus, não somente dos chineses, mas também
de todas as almas que compartilham o seu amor pela senda dourada que
conduz ao Sol dos Budas e bodhisattvas, sob a direção
de Sanat Kumara.
Lanto,
um dos primeiros Guardiães da Chama, desempenhou um papel nos
primeiros esforços de Sanat Kumara para salvar a humanidade da
sua descida às trevas. A companhia que se ofereceu para acompanhar
Sanat Kumara na sua missão à estrela escura não
pretendia nada menos do que reacender a Centelha Divina na humanidade
que, por des-evolução, havia perdido o fogo original e
a inteligência (genius) que animava a sua Divindade. Planejaram
fazê-lo no altar de Shamballa, através do Grande Ser que
se exilara no planeta Terra com o objetivo único de manter e
guardar a chama da Vida.
Antes
da sua ascensão, o Senhor Lanto decidiu que a Luz da chama do
seu próprio coração brilharia fisicamente como
prova viva perante os seus discípulos de que a chama trina é
o Verbo [a Palavra] que se faz carne e pode, por isso, ser expandido
e intensificado pela prioridade do adepto. Lanto, pelo dinamismo dos
seus decretos do coração, pela sua devoção
à Palavra vivente como o Cristo Universal sempre com ele, e pela
sua consagração dos chakras ao fogo sagrado da Mãe,
conseguiu aquilo que nenhum outro na história conhecida da Terra
conseguira desde a Queda:
Lanto
adorava tanto a Trindade na Luz tripartida do seu ser interior que o
brilho intenso dessa Centelha Divina podia, de fato, ser visto através
da sua carne, produzindo um halo dourado suave que lhe enchia o peito.
Manteve-o em honra de Sanat Kumara até à sua ascensão,
por volta de 500 A.C., para que os portadores originais de Luz pudessem
lembrar-se da sua missão de iluminar a estrela escura.
Ao
longo dos séculos 19 e 20 Lanto deu o seu fiel apoio aos esforços
de Saint Germain para libertar a humanidade através da divulgação
dos Ensinamentos dos Mestres Ascensos sobre a Presença do EU
SOU e o fogo violeta. A 3 de Julho de 1958, Lanto aceitou que Kuthumi
lhe passasse o cargo de Senhor do Segundo Raio, e o Mestre Ascenso Confúcio
sucedeu-o como hierarca do Retiro do Royal Teton.
Em
30 de Outubro de 1966, em cooperação com o Deus e a Deusa
Meru, Lanto recebeu do Conselho do Carma uma dispensação
permitindo que uma "poderosa, transcendente chama dourada da iluminação"
fosse posta a pulsar a uma altura aproximada de 30 metros na atmosfera
por cima dos estabelecimentos de ensino superior, universidades, seminários
e faculdades de teologia na América e no mundo cujos estudantes
e corpo docente fossem ou viessem a ser receptivos ao conhecimento das
esferas superiores. Qualquer estudante de um estabelecimento de ensino
superior pode invocar a ação desta chama em prol do seu
corpo docente e discente.