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Plenilúnio de Áries - Festival de Páscoa


Quarta-feira 27 de março de 2013 - 09:29hs am em
T.U. (Tempo Universal GMT)


 O primeiro - Festival da PÁSCOA - é realizado no plenilúnio do signo de Áries, quando a Terra é nutrida pela irradiação DOURADA da Iluminação Divina, provinda do Templo Solar da Sabedoria, que unindo-se à Força Cósmica da Ressurreição, inicia o movimento do IMPULSO CRÍSTICO.

É o Festival do Cristo Vivente Ressuscitado, o Instrutor de toda a humanidade e o Guia da Hierarquia Espiritual. É a expressão do Amor de Deus. Nesse dia será reconhecida a existência e a natureza da Hierarquia Espiritual, que Ele guia e dirige.
Este Festival será fixado, anualmente, de acordo com a data da primeira Lua Cheia da primavera (no hemisfério norte).
É o grande Festival cristão do ocidente.


Nota chave:

"
Eu me manifesto e, do plano da mente, governo"


É possível realizar um efetivo trabalho de meditação grupal em cada plenilúnio, sobretudo neste em que a Lua Cheia de Áries coincide com o Festival de Páscoa. Atualmente, enquanto numerosos indivíduos de todas as partes do mundo estão conhecendo mais profundamente o valor da meditação através da experiência, está sendo produzido concomitantemente um crescente reconhecimento da potência da meditação grupal. As pessoas que meditam em grupo, como um ato de serviço, podem invocar, receber e liberar essas energias espirituais que tocam e inspiram o melhor da humanidade. As energias de luz, amor e vontade ao bem sempre estão disponíveis para quem as contatem em meditação; porém existem ciclos no fluxo e refluxo das energias espirituais com que os grupos podem cooperar conscientemente, da mesma forma que acontece com os meditadores individuais. Um dos principais ciclos de energia coincide com as fases da lua, alcançando seu ápice no período da lua cheia. Portanto, trata-se de um tempo durante o qual a canalização de energia através da meditação grupal pode ser especialmente efetiva. Atualmente, centenas de grupos de serviço de todo o mundo se reúnem regularmente cada mês no momento da lua cheia para meditar grupalmente. A lua em si mesma não exerce nenhuma influência sobre o trabalho, porém a órbita totalmente iluminada da lua indica um alinhamento livre e sem impedimentos entre nosso planeta e o sol. O sol é a fonte de energia de toda a vida na Terra, a fonte da consciência física, da percepção egóica e da vida espiritual. Em tais momentos a humanidade pode realizar uma clara aproximação de Deus, do Criador, do Centro da vida e inteligência. Há doze oportunidades deste tipo para a meditação grupal durante o curso do ciclo anual. Após anos de trabalho realizado por um número crescente de grupos e indivíduos, estas oportunidades mensais de realizar um trabalho especial com a corrente de energia, começaram a ser reconhecidas como “Festivais”; cada um com sua qualidade e efeito particulares, dependendo do signo do zodíaco pelo qual o sol está atravessando. Destes doze Festivais, três são considerados como Festivais principais, formando os pináculos do ciclo anual. Estes três são: o Festival de Páscoa, na lua cheia de Áries, o Festival de Wesak, na lua cheia de Touro, e o Festival de Boa Vontade, na lua cheia de Gêmeos. Eles estão concentrados em três meses consecutivos e conduzem a um prolongado esforço espiritual anual que afeta o resto do ano, bem como os nove Festivais menores. Mediante um trabalho de meditação persistente ao longo de numerosos anos estes Festivais estão conseguindo criar uma âncora subjetiva na consciência humana. Eles encarnam um propósito básico divino que começará a estabelecer seus objetivos à medida que as diferentes instituições religiosas reconheçam e celebrem simultaneamente, cada uma a sua maneira, a singular aproximação da humanidade a Deus e de Deus com a humanidade. No futuro, todas as pessoas de inclinação espiritual celebrarão os mesmos dias de festa. Isto produzirá a criação de um fundo comum de recursos espirituais e de esforço espiritual conjunto a partir de uma invocação simultânea. A potência disso será evidente. Nesta época do ano estamos celebrando o Festival de Páscoa, não como um Festival exclusivamente cristão, mas como um evento planetário, no qual pode participar qualquer pessoa, de qualquer crença religiosa, pois o Cristo nos pertence a todos e é a mesma “grande identidade” em todas as religiões mundiais. O Festival de Páscoa é o Festival do Cristo ressuscitado, vivo, Instrutor do Mundo e Guia da Hierarquia espiritual do planeta, esse reino da natureza que conhecemos como o reino das almas. Ele é a expressão e a encarnação do amor de Deus. Neste Festival de Páscoa a natureza do amor de Deus sobressai como uma força viva e radiante. As chamadas “Forças de Restauração” encontram-se também ativas na época do Festival de Páscoa. Estas forças estão conectadas com o princípio de inteligência na natureza divina estimulando o intelecto humano. Este tipo de energia é especialmente criativo. É uma energia de massas, relacionada com a estimulação da inteligência coletiva, fazendo com que as pessoas pensem, planifiquem e atuem. Não produzem resultados bons nem maus, elas simplesmente produzem o despertar da mente para que se possa atuar com inteligência. A ação em si depende, necessariamente, de um tipo de mente e da etapa evolutiva daqueles que respondem às Forças de Restauração. Outros fatores condicionantes são o karma racial e nacional, e as heranças advindas das tradições religiosas e culturais. Estas forças ativas produzem, freqüentemente, um aumento das dificuldades iniciais, porém, eventualmente conduzem a uma reorganização definitiva da vida nacional. Seus efeitos são fundamentalmente físicos. Seu objetivo é a produção da nova Terra e de toda a evidência externa de uma afluente nova vida. A vivacidade espiritual, isso que denominamos “Vida mais abundante” são as qualidades mais destacadas do Festival de Páscoa. A humanidade tem atravessado um longo e obscuro céu de morte e destruição. A crucificação e a “questão do sangue” têm dominado o retrato cristão do Cristo. Porém, o Cristo é uma presença viva e, na atualidade, estamos emergindo à luz de uma nova era. O novo mundo expressará a luz, o amor e o conhecimento de Deus em um crescendo de revelação, produzindo sete grandes resultados:

1.      Será concedido o poder de trabalhar aos discípulos do mundo e aos iniciados, de maneira que possam dirigir eficaz e sabiamente o processo de reconstrução.

 

2.      A vontade de amar estimulará as pessoas de boa vontade em todo mundo, vencendo gradualmente o ódio. A necessidade interior de viver em conjunto e cooperando já existe e se encontra submetida à estimulação.

 

3.      A vontade de atuar conduzirá as pessoas inteligentes do mundo a inaugurar aquelas atividades que constituirão os cimentos de um mundo novo, melhor e mais feliz.

 

4.      A vontade de cooperar aumentará de forma crescente. As pessoas desejarão e exigirão as corretas relações humanas como forma de vida natural.

 

5.      A vontade de conhecer e de pensar correta e criativamente será uma característica destacada das massas. O conhecimento é o primeiro passo para a sabedoria.

 

6.      A vontade de persistir se converterá em uma característica humana, uma sublimação do instinto básico de sobrevivência. Isso conduzirá a uma crença persistente nos ideais apresentados pela Hierarquia na demonstração da imortalidade.

 

7.      A vontade de organização avançará um processo construtivo que se fará sob a inspiração direta da Hierarquia. Seu meio de desenvolvimento será a potência da vontade ao bem dos servidores mundiais e a receptividade da boa vontade da humanidade.

 

Neste Festival de Páscoa, as forças que nos permitirão transformar a vida e viver criativa e belamente se nos fazem amplamente acessíveis. Todo o processo evolutivo tende para a revelação do bom, do belo e do verdadeiro. Estes princípios se correspondem com a tríplice função planetária do Cristo como “O Caminho, a Verdade e a Vida”. Estes valores básicos do Cristo são inerentes a humanidade.

Podemos cooperar na meditação com as metas da nova era de boa vontade mundial, corretas relações humanas e paz. Podemos abrir nossos corações e nossa consciência ao Cristo vivo e liberar as Forças de Restauração através de uma energia claramente dirigida na meditação grupal, potencializada através da Grande Invocação:

  A Grande Invocação  

Desde o ponto de Luz na Mente de Deus,
Que aflua luz às mentes dos homens.
Que a Luz desça à Terra.

Desde o ponto de Amor no Coração de Deus,
Que aflua amor aos corações dos homens.
Que o Cristo retorne à Terra.

Desde o centro onde a Vontade de Deus é conhecida,
Que o propósito guie as pequenas vontades dos homens -
O propósito que os Mestres conhecem e a que servem.

Desde o centro a que chamamos raça dos homens,
Que se cumpra o Plano de Amor e Luz,
E que se sele a porta onde mora o mal.

Que a Luz, o Amor e o Poder restabeleçam o Plano na Terra.

Os Três Festivais Espirituais
 

Os Três Festivais Espirituais

Nos Três Festivais Maiores do ano – Festival da Páscoa (Lua Cheia de Áries), Festival de Wesak (Lua Cheia de Touro) e Festival do Cristo ou da Humanidade (Lua Cheia de Gêmeos), em cada um deles, realiza-se uma enorme meditação grupal, em diferentes partes do Mundo. Todas as unidades e grupos de meditação estão relacionados uns com os outros pelo mesmo motivo espiritual. Estão na busca, consciente ou inconscientemente, de uma cooperação mais profunda e de uma quietude espiritual, para que a idéia de aspiração espiritual possa ser levada adiante e que a recepção das energias espirituais se converta numa recepção unificada em todo o Mundo.

Durante os dois dias que antecedem o Plenilúnio, no próprio dia do Plenilúnio, e nos dois dias seguintes (cinco dias no total), ao amanhecer, ao meio-dia, às cinco da tarde e no momento do plenilúnio, recite A Grande Invocação com a intenção de invocar, de precipitar, e de ancorar ou estabilizar na Terra as energias então recebidas. É recomendado que, se possível, seja feito em voz alta e em grupo. A força do pensamento enfocado, livre de emoções, pode fechar as atuais rupturas e unir os dois mundos de atividades espirituais e de manifestação humana.


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