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Estando Nu na Unidade
Ser –
Sendo
To Be – Being e Self Muitos de nós apresentamos uma certa dificuldade ao tentarmos entender o verdadeiro significado dessas palavras acima no que concerne a espiritualidade. O
porque da língua inglesa ter sido escolhida como sendo a língua oficial das
mensagens espirituais e também das relações internacionais entre os países e os
povos, certamente não é por questões de supremacia patriótica. Pois estas
coisas fogem aos objetivos do plano espiritual da existência. A
grande dificuldade manifestada por nós quando experimentamos as circunstâncias
que a vida nos apresenta jaz no fato de que além de entendermos equivocadamente
todas essas coisas de sua constituição, acharmos que realmente há coisas que
possam existir separada e/ou isoladamente das outras. O
que não passa de um GRANDE EQUIVOCO. Para
evitar qualquer engano, equivoco ou desvirtuação, temos que compreender que há
fenômenos que ao serem simplesmente ditos sem maiores esclarecimentos, geram
indubitavelmente confusões quanto ao
seu entendimento. O
uno é constituído de movimentação constante que nós denominamos ‘ação’. E
que é ao mesmo tempo simultâneo e alternado. Isso
em nenhum momento quer dizer que as forças que o compreendem agem de maneira
separada ou isolada. Ou seja, quando uma está à frente de uma determinada
situação, a outra está participando dessa mesma ação ‘passivamente’
independente dessa força ser a ativa ou a passiva. Isto
é a totalidade do SER que em inglês é denominado “SELF”: a pessoa inteira de um
indivíduo. E
isso é uma constante. Mas
quando em movimento o self passa a
ser inconstante para que haja o que também em inglês chamamos de “BEING”: tendo a qualidade ou estado de
existência; algo concebível como existindo, algo que realmente existe, a
totalidade das coisas existentes, a existência consciente: VIDA; as qualidades
que constituem uma coisa existente: ESSÊNCIA. Essa palavra nesse caso é um
substantivo, mas que, porém vem do verbo ‘to be’ conjugado no tempo verbal
chamado de presente contínuo. Em
português não há equivalente, mas sim uma aproximação; que no caso é o nosso
gerúndio, que é uma das formas nominais do verbo, formada pelo sufixo – ndo. Digo
isso desta forma porque há uma regra de uso do presente contínuo para duas
situações mais proeminentes. Quando
falamos, nos encontramos em um ponto chamado presente na linha do tempo em uma
comunicação. Se a ação está ocorrendo no exato momento da fala, utilizamos esse
tempo verbal. Ex: ‘I´m working (now).’ Estou trabalhando
(agora). É uma ação que está sendo
exercida no momento da fala. Mas
há situações em que no momento da fala a ação não está sendo exercida, porém
está em exercício. Ex: ‘I’m reading a book on religion.’ Estou lendo um livro
sobre religião. E é isto o que ocorre com o SER
(Self) quando está encarnado; ele é o que é, mas está sendo (Being) uma coisa que ele não é, mas que independente disso
EXISTE. O
SER é constante, imutável, indestrutível, não–nascido e imortal. Porém o
‘sendo’ é inconstante, mutável, destrutível, nascido e mortal. E
isso é que é a totalidade do ser em ação simultânea e alternada. Ou
seja, eu estou Romeo, porém não sou Romeo. Pois Eu Sou Nada. E Nada é o
Amor incondicional do todo, o uno mais puro e manifesto constantemente no
agora; sempre. E
é por isso que Ser Humano em inglês é ‘Human Being’(Sendo Humano). Pois na
verdade não somos humanos, somos nada. Só assim é que se consegue ser o que for
necessário ao momento do exercício de determinada ação manifestada com o
intuito de não só manter o equilíbrio do que já é, o que é constante, como
permitir o advento da creação contínua, o que é inconstante. Apesar de sua
continuidade dar a impressão de constância. Isto
porque mesmo que a inconstância esteja à frente, ela não pode agir em sua
plenitude sem a presença passiva da constância. E é nesse momento que entra o
grau de intensidade da ação de uma força. E
isso é o que denominamos polaridade. Um
ponto proporcionalmente inverso a outro. Mas,
unos, iguais. Por
exemplo, temos o frio e o quente. Ambos são uma e uma mesma coisa: temperatura.
Só que a intensidade, o grau de uma é o proporcionalmente inverso da outra. Essa inversão proporcional é a inconstância. Enquanto que ambas ao serem temperatura, é a constância. A
temperatura é a força em movimento, enquanto que o grau, quente ou frio, a
dupla natureza dessa mesma força, a qualidade. E
isso é apenas uma das diversidades do todo, do uno, é o seu ponto de
equilíbrio. Como fazer isso? É simples. Enquanto
SER, você é atemporalidade. Enquanto
sendo, você é temporalidade. Pois
o ser é eterno e o sendo efêmero. A
única maneira de conseguir isto é ficando, nu
(sem apegos, despir-se da idéia que o que você está sendo é uma constante, é
eterno, e de TUDO ligado a isso), pobre
(soltar-se dos ditos ‘valores’ que achas precisar para que o sendo seja eterno,
principalmente o dos sentidos e os sentimentos desenvolvidos e ligados a eles),
e
cego (não mais pensar nem acreditar que o que você acha estar enxergando ou
vendo é real, existe de verdade. Pois
como dizem: ‘O homem é aquilo que ele pensa, ver, pensar e sentir. Independente
de ser REALIDADE OU NÃO.’) O AYAM, constância, é também MAYA, inconstância. Se
não jamais chegará a ser ou será o EU SOU. Porque
o espaço em branco? Adivinharam? Não? Experimenta deixar o EU SOU sem o seu
complemento que é o EU ESTOU(o sendo) e terão este estado de morte que é o que
‘nós’ chamamos de ‘vida’. MAYA
não é nenhum demônio nem bicho de sete cabeças como tentaram incutir em nossas
cabeças, em nossa idéia. A
palavra idéia vem do grego e quer dizer literalmente ver, ser sagaz. E seu
significado verdadeiro é: uma entidade (constância) transcendente
(inconstância) que é um padrão real (constância) das quais as coisas existentes
são representações imperfeitas (inconstância). E
sendo assim, até quando pretendem deixar TODO esse lixo mental ficar obstruindo
o seu espaço mental trazendo sofrimento, dúvidas, incertezas, medo,
paralisações, doenças, separatividade, ódio, egoísmo, ganância, violência e
mais um sem número de atrocidades que ‘fazem parte’ de seu dia-a-dia? E
a transcendência do AYAM é MAYA. É
compreendendo as polaridades em forma de opostos que se sabe o que é a
totalidade do UNO. De
outra forma será apenas ilusão. Quando
falamos ou pensamos ‘EU SOU’, automaticamente ativamos o ‘EU ESTOU’. Se
não for assim, jamais haverá movimento. O
UNO só é quando o EU SOU (padrão real, constância, atividade, poder) é também
EU ESTOU (representação imperfeita, idéia, inconstância, passividade,
harmonia). Compreendendo isso, entendemos o Relógio Cósmico em sua plenitude: Hora
12: EU
SOU: Poder; Saturno (controle, Idade do Ouro, Riqueza, o saber administrar a
semente que foi plantada), regido por O Grande Diretor Divino e os Sete
Arcanjos; que é: Hora
1: Nada:
Amor; Urano (ar, vento, personificação de Deus, dos céus, mente, memória),
regido por Saint Germain e as Ordens Angélicas; que proporciona: Hora
2: Cristo:
Mestria; Netuno (espiritualidade, sonhos, fraternidade, capacidade para
manipular a energia do que é levando-nos a creação perfeita, O EU SOU, a
fluidez da energia representada pela água), regido por Jesus e a Grande Ordem
dos Mestres Ascensos: que concede: Hora
3: Consciência
Crística: Controle; Marte (a luta para manter o equilíbrio do que é sem
distorcê-lo pela manifestação da ilusão e da separatividade, o pseudo-movimento
do ego; o Poder do nosso Eu Perfeito, nosso Cristo Pessoal, o plantar a
semente, o saber manter-se no lugar{KA}), regido por Hélios e o Grande Magneto
do Sol Central: que faz compreender: Hora
4: A
Roda do Dharma em Movimento: Obediência; Vênus (a produtividade, o amor e a
beleza, A LEI e sua compreensão, que é o caminho para obter o Nirvana), regido
por Deus Obediência e os Sete Grandes Elohim: que manifesta: Hora
5: Domínio:
Sabedoria; Mercúrio (o ser e o não-ser, a compreensão das mensagens dadas e
recebidas, o casamento alquímico, o ponto de equilíbrio dos opostos, o sucesso
nas atividades econômicas), regido por El Morya e as Legiôes de Mercúrio: que
celebra: Hora
6: Alegria:
Harmonia; A Lua (a fertilidade e a concepção de tudo que é de maneira diversa e
variada, o complemento de cada Eu Perfeito, a geração, MAYA em sua acepção mais
perfeita, o princípio da realização do sonho, a precipitação, a chuva limpando
e fertilizando o campo do SER), regido por Serapis Bey e os Grandes Serafim e
Querubim: que concebe: Hora
7: Liberdade:
Gratidão; O Sol (a Luz, a Felicidade plena, o porque de toda a existência, o
complemento do Amor representado por
Portia, a razão da escuridão e da luz, o saber estar em estado de
graça), regido por Deusa da Liberdade e os Senhores do Carma: que gera: Hora
8: A
Mãe Terra: Justiça; Mercúrio (o fazer valer o direito de cada um, o fluxo
equilibrado da dupla natureza de uma força, o feminino e o masculino em
equilíbrio, a bondade, a equidade, o Paraíso, O CAMINHO), regido por Lord Lanto
e os Senhores da Sabedoria: que fundamenta: Hora
9: A
Creação: Realidade; Vênus (o EU SOU manifesto no que é na forma do EU ESTOU, o
Lugar, o Ponto Central, o eixo, o princípio e fim de tudo que há, a eternidade,
o indivisível, o UNO), regido por Poderoso Vitória e os Senhores da
Individualidade: que realiza: Hora
10:
Consciência Vigilante: Visão; Plutão (o mundo subterrâneo, o seio e o âmago da
terra com todas as riquezas que ela pode oferecer, a divindade dessas riquezas,
o distribuidor das riquezas, o tempo cronológico manifesto no filho, a
sagacidade, o invisível, a materialização e a desmaterialização, a forma),
regido por Poderoso Cyclopea e os Senhores da Forma: que visualiza a
verdadeira: Hora
11: Perfeição:
Vitória; Júpiter (a luz, o céu, as condições meteorológicas, as estações, as
finanças, o trabalho concluído, o principal, O PRINCIPIO, o ciclo completo)
regido por Lord Maitreya e os Senhores da Mente. |
Com todo Amor,
R.M.
Iniciado DK