
O Caminho Sagrado no
Mundo Manifesto
Exercício
Introdução
“Este
escrito, bem como todos os escritos existentes não têm nenhuma verdade, pois
não se aproximam da experiência tida pelo Sábio que a transmitiu como
ensinamento e foi ouvida e anotada por alguém e transcrita imediatamente para
que não fosse esquecida. Porém só terá valor, como escrito se servir como um
guia a ser experimentado”.
Sintonia
Saint Germain
Índice
Preâmbulo
Na era que se
passou a Via Sacra era experimentada com o conhecimento próprio daquela idade.
A era de peixes
simbolizava o sacrifício, como o sofrimento.
A narração
seguida através das 14 fotografias retratadas do caminho de peixes, é até hoje
usada no grande experimento daqueles que decidiram gloriosamente imitar o
Cristo no Calvário.
Os Símbolos das
pinturas caracterizam claramente a manifestação netuniana da transição em
peixes.
A passagem de
2000 anos do ciclo exerce um grande domínio em todos os transeuntes como
Expiação Crística. Desde a primeira imagem e também as que antecedem a esta
hora condenatória e de julgamento em que tudo nos leva a crer na Agonia do
Cristo. Um Cristo agonizante e submetido ao mal e não resistente a ele é uma
idéia sempre perseguidora dos incautos filhos na transição em Netuno.
Colocados em
uma crença que não os tira de modo nenhum desse principio e os alimentam até o
desgaste mental, emocional e físico que são como uma flagelação que suportam
tentando através do sofrimento imitado ganhar a liberdade pelo descontrole e o
desequilíbrio oferecido a todos como salvação.
Tenho que
suportar muito e pela amargura, dizem eles, para ganharem à salvação.
A aflição da
madrugada que antecede a entrada na Via é mais que dolorosa, é insuportável,
vista como traição, negação, tentação e ainda durante a meditação no monte das
Oliveiras. O tormentoso conflito da expectativa por um acontecimento já
conhecido e esperado e que custa muito a se realizar. Retratado como busca, que
para os ignorantes, é vista como um desequilíbrio quando ele procura a força no
Pai por estar sendo submetido às tentações. Devemos observar bem a passagem na
qual o Cristo é levado à presença do Sumo Sacerdote para a avaliação de sua
conduta perante ele. Isso é uma característica bem clara do posicionamento de
uma era netuniana na evolução, a de avaliar por um mando ostentado que critica,
julga e condena sempre por reconhecer em todos os eu inferior que está em
progresso transicional, e não ao Ser. Aqui fica completamente entendido o papel
do domínio das crenças e facções que impõem um claro desrespeito a evolução do
Ser no conceito pisciano. Isso leva a uma grande incompreensão entre as raças,
um ódio e a uma ira descabida como veremos adiante.
A Via Crucis,
quando bem entendida e bem experimentada é uma grande representação que temos
que ter em nossa mente e sempre presente no cotidiano.
De sua visão
vai depender o que pode ser tirado do ensinamento explícito dessa iniciação das
mais respeitadas por todos que buscam a Luz.
Ela é o marco
da Verdade mais refinada.
Alvo -
Desígnio - Escopo - Fim - Fito - Intento -
Finalidade
Pode parecer difícil executar os passos
como indicados. Ao iniciar aprender a não colocar impossibilidades
A Passagem das 14 Estações as Cruz em
Aquário iniciadas as 06h30min, são antecedidas por uma madrugada que mostra
claramente como atuam os seres que estão em 3ª dimensão. Traição de amigo o
negando até três vezes, seguidores que dormem enquanto você se mantém ligado a
sua Base, meditando sobre o que se passa e buscando forças para
suportar.Traição e venda de informações pelas razões que acredita serem as
corretas é muito comum nos seres desse meio. Outra atitude corriqueira entre os
seres em desequilíbrio é a de defender as suas razões em confrontos com as
razões dos outros que derramem o sangue.
Devemos usar o espelho, da não reação,
nos exemplos retratados de uma atitude Crística nas 14 Estações. Este é o mais
Inteligente Ensinamento de Sabedoria daqueles que possuem o Conhecimento e a
sua maior Ação. Não reagir a seres conflitantes por nenhuma razão. Não os
nutrir com o alimento que os mantém em sobrevivência.
Observe bem os momentos
que precedem e a todas as Estações. Você não vai encontrar nenhuma reação
sensorial de defesas de razão da personalidade na terceira dimensão. O persona
não existe e sim o individuo que compreende e que sabe o que se passa, onde se
encontra e qual a sua intenção. Quem tem a consciência viva do que é não se
incomoda nunca com os conflitos provocados. A diferença está em que o Eu Sou
não se pertuba com a subversão, diferentemente dos insubordinados. Esses
experimentam uma normalidade da dimensão que é o conflito provocado até os seus
extremos. O Eu Sou sabe que é sempre assim por razão dimensional aonde a perda
da Paz vem pelo exercício da razão e suas idéias formadas.
A Beleza do Príncipe da Paz está na
idéia mantida e defendida pela ação de não reação as provocações, ao
julgamento, a condenação, a critica e a todos os exercícios cotidianos da razão
dos que só conhecem o conflito com o outro. Lembre sempre que Ele caminhou para
retratar você e os seus sofrimentos advindos das razões, que todos querem ter
em tudo e o subseqüente tumulto e o sofrimento provocado. Mas Ele também
caminhou para que pudéssemos ter como evoluir dimensionalmente, bastando para
isso seguir os Seus Passos Firmes e com todas as idéias possíveis presentes. As
idéias são aqui apresentadas sob a forma das Idéias das Virtudes que são
encontradas em Planetas, Mestres Ascencionados, Árvore da Vida, Relógio
Cósmico, etc.
0 Todo é uma grande Idéia.
Vou exemplificar. O exercício é para "construtor".
Mãos a Obra
Para começar deve o estudante construir
um circulo com Alfa e Omega para delimitar sua ação com um Raio bem grande de
ação.
Prossiga com:
1 - os quatro quadrantes no Relógio Cósmico
2 - os quatro elementos no Relógio Cósmico
3 - as quatro funções dos quatro corpos inferiores no Relógio Cósmico e
4 - quatro corpos inferiores no Relógio Cósmico.
Coloque agora a horas no círculo de
um Relógio e em seguida
os signos do Zodíaco no relógio.
Observem que no
Zodíaco os planetas
começam
Décimo Segundo Passo.
Coloque o Raio Cósmico e a Estação da Cruz Correspondente.
Aqui você deve estudar tudo sobre os Sete Raios Cósmicos
Décimo Primeiro Passo.
Coloque os Sete Chacras dos Eixos dos Sete Raios Cósmicos.
Aqui você deve estudar sobre os Sete Chacras dos Sete Raios Cósmicos.
Décimo Passo.
Coloque a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani .
Aqui você deve estudar sobre a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do
Dhyani.
Nono Passo.
Coloque as 12 qualidades ou Virtudes Divinas, Os Mestres Ascensos e as doze
Hierarquias. Tenham
Oitavo Passo.
Aprendam agora a construir com a Sete Cruzes de Fogo.
Sétimo Passo.
Aprendam agora a colocar
Sexto Passo.
Aprendam agora a colocar
Quinto Passo.
Coloquem
Quarto Passo.
Coloquem
Façam o passo com os pés firmes em Malkuth (O Reino).
Vejam o Diagrama em: A Sagrada Árvore.
Terceiro Passo.
Coloquem
Vejam o Diagrama em: A Sagrada Árvore.
Segundo Passo.
Coloquem
Aqui coloque Os Arcanjos.
Vejam o Diagrama em: A Sagrada Árvore.
Primeiro Passo.
Coloquem
Agora que os estudantes têm o conhecimento dos 12 passos
devem saber dedicar 24 horas a um cone no seu cotidiano. Cada dia para um dos
12 e em cada um deles, dar os 12
passos. Você vai
precisar de 14 dias, por
precisar percorrer as 14 estações da Cruz nos 12 cones. Inicie sempre no
primeiro dia do mês na
hora 6 do
relógio e coloque
nesse cone formado
e assim sucessivamente quando
der a volta
e chegar novamente a hora seis, você já estará no 13º dia do exercício.
Imediatamente suba para a hora
12 e termine no 14º dia. Recomece no 15º
dia e vá até o 28º dia inclusive. Descanse
os dias que faltarem para
completar o mês meditando no que fez.
Inicie então no
dia 1 do mês seguinte a Jornada.
E assim sucessivamente.
Vou exemplificarf como praticar
Para perpetrar
Voce é a Lei.
Faça uma Saudação
Em Nome de minha Bem Amada e Poderosa Presença de Deus o Eu Sou, saúdo ao Raio
Cósmico do Dia. Ao Mestre, ao Arcanjo e ao Elohim do Dia.
Posicionando-me no centro de uma Mandala com
Voltando-me para o cone do Dia, Invoco
a Todos os de Luz que se posicionam comigo, para estarmos em constante consciência
em todos os segundos com a Luz de Deus, que é a minha base para que eu possa
mergulhar em serviço, no ponto em que eu estiver como um Portador e Servidor da
Luz.
Coloco-me no Mundo de Assiah no Reino de Malkuth invocando o Poder dos 12
passos para esse cone em mim e em minhas cercanias. Iniciando nele com o Raio
da Hora do Cone (Servir ao Raio com tudo que você sabe dele).
Prossigo no Cone, com o Chacra do Eixo e da Hora, em seus respectivos Raios.
(Servir aos dois chacras com tudo que você sabe deles).
Avanço no Terceiro Passo somente nos seis cones de Omega quando nos dias
correspondentes estou lá (do 1º ao 6º dia e do 15º ao 20º dia) com a respectiva
dádiva a ser ofertada como gratidão durante a subida de Omega em mim
Siga os passos até o Décimo Segundo nos 14 dias e repita por mais 14 dias e
faça o selamento.
A condição de paz é fundamental.
Na sua não reação, está a sua maior
Inteligência e a sua maior ação.
A duvida e o medo serão as suas companheiras até o fim.
É o significado do "Pai por que me abandonaste".
A Compaixão e o Perdão:
É o significado do
"Perdoa Pai, eles não sabem o que fazem".
Ode a Liberdade
As 14 Estações da Cruz na Era de Peixes desempenharam um grande papel no
processo evolutivo em curso nestes últimos 2.000 anos sendo, portanto, a
influência energética que governou esse período da história. O conhecido
símbolo de Peixes é o dos dois pés enlaçados por um fio conector. Isto
significa a união que existe entre a alma e a personalidade de um indivíduo.
Durante sucessivas eras a alma é a prisioneira da personalidade.
Gradativamente, sob o constante impacto da energia espiritual e, como resultado
da experiência nos vales do caminho centrado na personalidade, cria-se a possibilidade
de uma inversão que, à medida que se realiza, permite que a personalidade seja
controlada pela alma.
O principal objetivo das 14 Estações da Cruz na Era de Peixes,
atualmente em fase de finalização, e da influência do Sexto Raio e do Terceiro
Raio, é a orientação da humanidade ao mundo dos valores superiores. Embora
nunca haja existido um período em que esta orientação não tenha avançado
regularmente, convém ressaltar que durante os últimos dois mil anos um processo
de orientação muito mais elevado, raro e difícil foi sustentado ante a
humanidade, e isso ocorreu pela seguinte razão: o quarto reino da natureza tem
sido definitivamente atraído de forma ascendente para o emergente quinto reino,
estimulando a retirada da atenção e do esforço humanos centrados nos três
mundos, deslocando-os para a expressão no mundo superior da consciência da
alma. Também foi necessária a reorientação da atenção instintiva e da atenção
intelectual, que são os principais fatores em desenvolvimento da percepção
divina. Esta percepção pode ser instintiva, intelectual e, portanto, humana e
também espiritual, porém, as três são igualmente divinas, sendo este ponto
freqüentemente esquecido.
A redenção da matéria, a elevação e a expansão da consciência são os
propósitos subjetivos da encarnação. O processo redentor libera a vida interna
a um estado superior de consciência. Isto constitui, e tem constituído a tarefa
de todos os salvadores mundiais. Daí a aparição do Cristo como Salvador no
início da Era de Peixes há dois mil anos. Ele estabeleceu os princípios sobre o
que poderia basear-se o crescimento e o desenvolvimento necessários durante
esse período.
A humanidade necessita construir o princípio egóico do amor, a faculdade
da devoção e a capacidade de serviço e de auto-sacrifício. Estes aspectos foram
destacados nos ensinamentos do Cristo e nos exemplos deixados na condução de
sua própria vida. Ele exemplificou aquilo que ensinava, demonstrando assim a
necessidade de que a teoria, ou a teologia, se convertesse em uma forma prática
de vida cotidiana.
A energia
liberada através das 14 Estações da Cruz na Era de Peixes e a que podem acessar
durante a meditação estimula nossa sensibilidade espiritual inata. Em suas
etapas iniciais esta sensibilidade se encontra com sua freqüência polarizada
psiquicamente, como uma força emocional intensamente egocêntrica. Isto produz
certa tendência ao fanatismo e a levar os ideais ou as idéias a tais extremos
que se transformam em uma limitação e um obstáculo para o crescimento e para a
libertação da alma. Temos contemplado os efeitos dessa tendência no fanatismo
religioso quando, por exemplo, exalta mais o instrutor que os ensinamentos, ou
quando aprova o emprego da força e uso da tortura em nome da conversão
religiosa.
Em uma volta mais elevada da espiral, a energia das 14 Estações da Cruz
na Era de Peixes gera a calidez do amor e da compaixão, necessários para a
salvação mundial e humana. Esta influência transforma a vida no reino humano. A
tendência ao psiquismo se transforma em perfeição e inspiração espiritual, a
cobiça em renúncia, o instinto de sobrevivência em abnegado serviço mundial, a
auto-piedade em compaixão, simpatia e compreensão divinas; a devoção e as
necessidades pessoais em uma resposta sensível às necessidades da humanidade; o
apego ao meio circundante e às situações pessoais em desapego da forma e
capacidade de identificar-se com a alma.
Trata-se de qualidades e de valores que, todavia, temos que incorporar à
nossa forma de vida à medida que deixamos para trás a Era de Peixes (as 14
Estações da Cruz na Era de Peixes) e adentramos na Era de Aquário (as 14
Estações da Cruz na Era de Aquário), que é a era do servidor mundial e da
irmandade universal. Tudo quanto é melhor e mais refinado de cada era da
história humana, de cada etapa no longo caminho evolutivo, se converte na base
de um novo crescimento. Nunca se perde ou se descarta algo de valor. O impacto
regular da força de Peixes tem sido o que finalmente conduziu a humanidade, e o
Discípulo mundial, às portas da iniciação. Durante mais de 2.000 anos a
influência de Peixes tem afetado a humanidade, produzindo a necessidade de um
reajuste mundial, desenvolvendo o espírito internacionalista e conduzindo a
formação de grupos em cada setor da vida humana, colocando dessa forma o
cimento para a futura síntese de Aquário.
As 14 Estações da Cruz na Era de
Aquário
O mundo
absoluto é formado pela energia feminina, negativa, Omega, ou a Mãe Aima, a
emanação do Ruach Hakodesh, Binah a Sabedoria, que é complementar a energia
masculina, positiva, Alfa, Pai Abba ou dito Abba Beshamayim (Pai no Céu),
Chokmah a Inteligência.
Estão em
perfeito equilíbrio relativo e absoluto. Keter é o que os Cristãos chamam Ben
(Filho). Keter a Coroa.
Quando o ponto
da polaridade negativa, linear e horizontal sai do equilíbrio se inicia
naturalmente o mundo desequilibrado da Mãe ou o mundo negativo.
Todos os seres
que provocam este movimento de se afastar do centro de equilíbrio estão no
mundo do desequilíbrio.
Do centro para
a direita o dito é o bem e do centro para a esquerda o dito é o mal. São apenas
deslocamentos na linearidade horizontal que levam um tempo. E quem domina este
deslocamento é a mente negativa, de quem está
O
posicionamento do ser na linearidade horizontal nos mostra o padrão mental
desequilibrado imposto a ele e expressado pelo corpo, pela fala e pela mente no
seu ponto ou lugar da existência. Pois neste mundo do pensamento a ação física,
o que diz e o que sente, serão exatamente as leituras da personalidade
manifesta.
O envolvimento
com este mundo e a permanência no agradável e no desagradável como necessidade
evolutiva natural não nos dá possibilidade de interferência, pois o aludido ser
tem o direito de aqui estar.
Se esse limite
ultrapassar o alcance de permanência, iremos notar intuitivamente o dever de
intervir em benefício evolutivo de este “Ser” e do mundo a que ele está
submetido.
Poderemos interferir
ao nível de consciência eletrônica no padrão da massa formada pelo
desequilíbrio das polaridades no negativo daquela consciência, na razão formada
por estas polaridades. Interferindo no quociente desta razão e mudando
conseqüentemente o consciente, diretamente nos elétrons dos átomos. Modificando
o padrão eletrônico e com isto dando melhores possibilidades eletrônicas,
atômicas, moleculares, celulares, teciduais e orgânicas.
Este mundo
claramente evolutivo tem que permanecer aberto e sempre existirá como o lugar
perfeito para crescimento e desenvolvimento. Acontece que no momento, o estamos
vivendo com um congestionamento no tráfego normal de possibilidades de condução
do veículo.
O caos está
instalado pelo excesso de retardatários que, teimosamente insistem em
permanecer estagnados nas estradas evolutivas. Todos os caminhos estão com
milhares de condutores em seus veículos perdidos, sem saber o que fazer.
E o que fazer?
Um exemplo a
ser trilhado e que o liberta do engarrafamento do caminho é a compreensão exata
da Via Dolorosa. Não como ensinam os lingüistas, em nossa língua o sufixo “oso”
– “osa” (do latim “osus” – “osa”) significa “cheio de”. Cheio de Dor, nem
pensar, pois ao encarar a dor como um desequilíbrio e por ser realmente a
afirmação desse mundo negativo e insano, você dificilmente consegue a
Liberdade.
Teremos que
Ousar a Dor e o Sofrimento. Ter a ousadia de abandonar a Dor e o Sofrimento a
arriscar-se com audácia, a atrever-se, a decidir-se a tomar a deliberação de
abandonar a escravidão. Determinar e realizar algo inusitado, difícil e
diferente. Temos que seguir o Caminho em passos firmes das 14 Estações da Cruz
na Era de Aquário.
As 14 Estações da Cruz em Aquário no Mundo Manifesto
Urano o planeta
regente em co-regência saturniana nos leva a experimentar o conhecimento da Via
Sacra sob um ângulo que se dispõe no nosso desvelar a libertar-nos do velho
aprisionamento.
A Era de
Aquário que se caracteriza por uma grande consciência quântica, proporciona a
leitura dos quadros retratados e a todos os acontecimentos anteriores
descritos, com uma nova roupagem e será feita aqui uma re-leitura.
Analisaremos a
Via e todos os seus componentes em várias formas didáticas de ensinamentos e no
qual, tudo seja visto em suas partes como componentes de um todo.
Para o
exercício o fundamental é poder ir ao todo em suas partes, do principio ao fim.
Cumpra os 12 passos ou módulos obedecendo
a seguinte ordem dos ensinamentos administrados pelo Sintonia Saint Germain.
12º Passo - 1ª
Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Raios
Cósmicos no Mundo Manifesto
1ª Estação da Cruz:
A 1ª estação da
cruz é o símbolo da condenação e o Raio Cósmico é o 7º Raio. Nessa estação deve
o estudante ter em mente que ao começar o caminho terá que se destituir do
poder autoritário de todo o orgulho e vaidade que são oposições a Liberdade do
7º Raio Cósmico, pois esses só promovem o julgamento, a critica e a condenação
que são oposições ao Poder do 1º Raio.
Sétimo Raio
Objetivo deste
raio é liberdade
Chohan -
Saint Germain e Porcia
Elohim - Arturos e Vitória
Arcanjo - Zadquiel e Santa Ametista
Dia - Sábado
Cor - Violeta
Chakra - da Alma, 6 pétalas. Este
Chakra carrega a polaridade feminina. É o centro da criatividade
Localização - à altura do umbigo
O que polui este Chakra - alto
condenação
Instrumento Musical Ativador -
Flauta
Mantra - Perdão e Luz Expande!
Qualidade - Liberdade, Justiça,
Tolerância, Misericórdia, Perdão, Ritual de vida, Invocação do Fogo Sagrado,
Ação do fluir da luz, Energia, Diplomacia, Tato, Postura, Ciência da alquimia,
Transmutação da Lei da transcendência, Profecia.
Perversão - servidão, escravidão,
injustiça, intolerância, dureza de coração, crueldade, libertinismo,
desorganização, falta de coragem, inconstância, oração de mal intento, falta de
conhecimento, mal uso da ciência sagrada, perversão e má interpretação das
Escrituras e da Lei da Verdade, intransigência, palavras dos maus espíritos.
11º Passo – 1ª Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Chacras e
os Eixos no Mundo Manifesto
1ª Estação e a 13ª Estação da Cruz:
Na 1ª estação e
na 13ª estação da cruz o chacra é o da Alma do 7º Raio Cósmico. Quando
visualizada no Eixo é o do Chacra da Base do 4º Raio Cósmico e é conhecido como
a segunda parte do eixo 12 – 6 (doze - seis).
CHAKRA DA ALMA:
Este é o Chakra
da Alma, esta localizado mais ou menos 4 dedos
abaixo do umbigo, Possui 06 Pétalas, e é o local por onde a Alma do indivíduo esta ancorada aos corpos Etéricos e
Físicos. As suas 06 pétalas representam
a estrela de seis pontas da vitória, representam também a energia da Mãe Terra/ Matéria/ Omega. Este
Chakra carrega a polaridade feminina. A qualidade da consciência de Deus como Liberdade, está ancorada neste
Chakra. O que significa que a alma deve buscar a liberdade, que só poderá
acontecer com o encontro das energias entre o céu e a terra. Esta é a sua meta
elevar as energias do Kundhaline para o Chakra do coração e da coroa. A Alma é
a consciência do individuo que só conseguira a liberdade se for expandida. No
Relógio Cósmico, o Chakra da Alma esta
localizado na Cruz do Amor/ Caridade. Esta Cruz é composta de Aquário e Leão/
Chakra da Alma nas 01 e 07hs. e Touro e Escorpião/ Chakra da 3ª Visão nas 04 e
10hs. O Objetivo da Alma é visualizar a
vitória, com a 3ª Visão, a vitória que só pode ser conseguida com o Amor
e Gratidão Divinos. Veja só, a energia que
impulsiona a alma é a visão, por isto devemos nos preocupar muito com o
que olhamos, para onde damos a nossa atenção. O Chakra da alma esta intimamente
ligado ao Chakra da terceira visão que regula não só a terceira visão como
também a visão dos olhos humanos. Por isto se queremos elevar as energias para
Deus, devemos utilizar a nossa visão para servir.
CHAKRA DA BASE
DA ESPINHA
Este
Chakra é
o da Base ou Kundhaline, esta
localizado na base da
espinha, possui 4 pétalas, que demonstram o equilíbrio da
base da matéria. O triângulo no centro
mostra a energia que deve ser
elevada para os outros
chakras. Se este
Chakra não for bem
cuidado, todos os outros sofrerão as conseqüências, pois este Chakra serve de
depósito de energia para os outros
chakras. A energia Divina desce
diretamente de Deus, penetrando o Chakra da Coroa, indo diretamente para o
Chakra do da base, um verdadeiro cálice
que guarda a energia que deve ser
elevada para o Chakra do coração que redistribui para os outros Chakras a energia
a ser qualificada. Este Chakra
carrega a polaridade feminina,
energia do Chakra da base, pode ser perdida de varias maneiras:
. Através
do escoamento que o
corre pelo abuso
das energias sexuais.
. Através
da desarmonia, como raiva,
ódio, medo, ansiedade,
tristeza, impaciência, irritação,
impureza, etc.
Quando perdemos
esta energia que
deveria alimentar aos outros chakras, perdemos o nosso poder
de qualificar energias
como Deuses, ou
filhos de Deus.
Como é que podemos qualificar energias que não possuímos
? Que
já foram perdidas ? Impossível, Temos de
armazenar energia pura para
podermos qualifica-la. Se
queremos ser Deuses e ter algum poder,
temos que começar por guardar esta energia pura, sagrada e
cristalina do Chakra da
base, mantendo a
nossa harmonia, que
só poderá acontecer
com Fé, Esperança e Caridade. A
base de tudo esta na energia. Sem energia não há nada, devemos preserva-la para
podermos construir e transformar o mundo. O problema do
ser humano esta em
querer coisas demais.
Assim ele perde
a energia e
não consegue nada.
A Qualidade da Consciência
de Deus Como Pureza e
Harmonia esta ancorada
neste Chakra. É com a Pureza e a Harmonia das energias da Mãe, que
conseguimos a mestria sobre a terra/ matéria. Este Chakra
carrega a polaridade feminina. É através da mestria do poder do 4 Raio do
Chakra da base da espinha, que se
consegue o poder de se estar
em vários os lugares do Planeta Terra ao mesmo tempo, simultaneamente.
Obtendo o poder
sobre o tempo e o espaço.
A Energia Sagrada
e pura deste Chakra deve-se também a sua cor Branca, É com
a energia pura e cristalina do Chakra da base da Espinha, que a Magia, que
significa movimentação da energia, acontece. Este Chakra é a Base da força do
Corpo Emocional. É com esta energia que se Faz a magia negra.
O instrumento
que ativa este Chakra da base é o
tambor, a má utilização do tambor
ou bateria com ritmos de baixa vibração causa o escoamento das energias.
Os Africanos,
fazem do Samba, Jazz, Vodu,
ou mesmo o Rock dos
Americanos, uma maneira de se
tirar a
energia deste Chakra,
através do escoamento
desta energia
Ao dançar em
uma serie de
agachamentos a companhado de
uma batida de
tambor específica, a energia é empurrada para baixo em um espiral
negativo.
No Vodu existem
rituais onde chegam a colocar uma
jarra em baixo da
pessoa, para receber a energia
do Chakra da
base da espinha,
energia pura e
por isto fácil
de se qualificar para ser
oferecida em rituais satânicos. A Energia do 4º Raio, o Branco, é a base de
todas as cores dos outros
raios, o que significa que
se obtivermos o
branco obteremos o poder de qualificar a Energia em qualquer outro
raio. Esta é
a Verdadeira Magia. No Relógio
Cósmico este Chakra corresponde as 06hs.
e é o único que do
outro lado do relógio, nas 12hs. tem como correspondente outro Chakra, o
Chakra da Coroa ou Cabeça. É a verdadeira interação entre o Eu Pai e o Eu da
Alma/ o ser humano. Juntamente com o
Signo de Câncer, Esta situado na Cruz
do Poder. E está qualificado com a
Harmonia de Deus, que é a base do Poder de Deus. A cruz do Poder é composta de
Câncer/ Chakra da base, nas 06hs, de Capricórnio/ Chakra da Coroa, nas 12hs. e
Aries e Libra nas 03 e 09hs. que tem o Chakra do coração, como foco de energia.
10º Passo - 1ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no
Mundo Manifesto.
A 1ª Estação, a 7ª
Estação, a 13ª Estação e a 14ª Estação da Cruz:
No eixo 12 – 6
(doze - seis), a Câmara Secreta do Coração é encontrada servindo a esse eixo
nas estações localizadas nele. A idéia do ensinamento do 8º Raio (Maha Chohan)
tem que estar muito presente.
CÂMARA SECRETA DO CORAÇÃO:
Este é o
Chakra Secreto do oitavo raio, ele tem oito pelas que demonstram a perfeito fluir da figura
oito entre o céu e a terra. Situa-se atrás do
chakra do coração. Este é o lugar sagrado de Deus no homem, é aqui que se encontra o altar
secreto do nosso Santo Cristo Pessoal
Através do
chakra da coroa, foco do raio amarelo, magnetizai [atraí a vós] amor amando os ensinamentos da
sabedoria. Através do chakra do
terceiro olho, foco do raio verde, magnetizai
amor meditando sobre a Virgem Cósmica que envolve tudo o que é vida na concepção imaculada - e ide
adiante para fazer o mesmo. Através do chakra da garganta, foco do raio azul,
magnetizai amor pelo poder da Palavra
Falada oferecida louvando ao Pai, à Mãe,
ao Filho e ao Espírito Santo, e adorando a chama.
Através do
coração, foco do raio rosa e da chama
trina, magnetizai amor como adoração da vontade de Deus, como equilíbrio da Mente Crística, como
faculdade intuitiva do próprio amor, e como integridade da Trindade
Através do
chakra do lugar da alma, foco do raio violeta, magnetizai amor na busca da
liberdade, na invocação da misericórdia e na defesa da justiça.
Através do
chakra da base da coluna, foco do raio branco da luz da pureza, magnetizai amor consagrando as
energias do fogo sagrado à vitória da luz em todos os
vossos chakras e à restauração da pureza em todos os níveis da consciência.
9º Passo - 1ª
Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico,
as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.
As Hierarquias
sobre as quais desejamos falar agora são as Hierarquias do Relógio Cósmico. Nós
as chamamos as Doze Hierarquias do Sol.
Para as Doze
Hierarquias do Sol, sobre as quais nós usamos os mesmos nomes dos doze signos
do Zodíaco.
No Relógio
Cósmico, você põe a Hierarquia de Capricórnio na linha das 12 horas. Nós
colocamos a Hierarquia de Áries na linha das 3 horas. A Hierarquia de Câncer é
na linha das 6 horas. E a Hierarquia de Libra é na linha das 9 horas. Estas
quatro Hierarquias formam os quatro lados da cidade, da cidade quadrangular. A
cidade está no Livro das Revelações. Estas quatro Hierarquias são autoridades
dos quatro planos da Matéria ou dos quatro planos do Espírito. Estes quatro
planos correspondem aos quatro corpos inferiores do homem.
O homem tem
quatro corpos inferiores:
O Corpo Etérico
(este corpo está sob a Hierarquia de Capricórnio)
O Corpo Mental
(que está sob a Hierarquia de Áries)
O Corpo
Emocional (que está sob a Hierarquia de Câncer)
O Corpo Físico
(que está sob a Hierarquia de Libra).
1ª Estação da Cruz:
A 1ª estação da
cruz é o Corpo Emocional (que está sob a Hierarquia do signo de Câncer do
Planeta Lua). Nessa estação deve o estudante ter em mente que ao “ser
condenado” terá que se destituir da indecisão, autopiedade e autojustificação.
Tendo a ajuda da Hierarquia da Hora 6. O Mestre Serapis Bey, os Grandes Serafim
e Querubim e Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Câncer do Planeta
Lua. Nessa estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia de suas
qualidades divinas. Decisão, Piedade, Devoção e Harmonia.
8º Passo - 1ª Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de
Fogo no Mundo Manifesto
1ª Estação e a 13ª
Estação da Cruz:
Na
1ª estação e na 13ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra da
Base do 4º Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como a segunda parte do eixo
12 – 6 (doze - seis). Este eixo faz a Cruz de Fogo Branca com o eixo 3 – 9
(três – nove)
7º Passo - 1ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo
Manifesto.
Elemento Água,
os Signos e Planetas.
Para caminharmos nesse passo colocaremos em uso o ensinamento dos
Suportes partindo do Suporte da água, Gerante HÊ e seus três signos e
respectivos planetas.
Suporte da Água
Gerante HÊ
1º - Câncer – Lua
Aqui deve ser exercitada a 1ª Estação e a 13ª Estação
da Cruz.
6º Passo - 1ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Elemento Água,
os Signos e Planetas.
Para caminharmos nesse passo colocaremos em uso o ensinamento dos
Suportes partindo do Suporte da água, Gerante HÊ e seus três signos e
respectivos planetas para colocar dois dos Vinte e Quatro Anciões da cada
Estação da Cruz no Mundo Manifesto.
Suporte da Água
Gerante HÊ
1º - Câncer – Lua
Aqui deve ser exercitada a 1ª Estação e a 13ª Estação
da Cruz.
Meditar com dois dos Vinte e Quatro Anciões desta
Estação da Cruz.
Anciões: 7º - Adoeoet – 19-LVV- 20-PHL- 21-NLK-
8º
- Anodoin – 22-YYY-
23-MLH- 24-ChHV-
(Tronos – Arcanjo: Tsaphkiel)
5º Passo - 1ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
É útil considerar os quatro níveis diferentes ou os
mundos que dão forma a uma hierarquia.
|
Atziluth |
Mundo Arquetípico (Mundo de Emanações) ou Mundo
Divino |
|
Briah |
Mundo Creativo ou Mundo dos Tronos |
|
Yetsirah |
Mundo
formative |
|
Assiah |
Mundo
Manifesto |
Estes quatro Mundos podem ser considerados como uma
hierarquia linear, cada uma contém a sua própria árvore,
O aspecto quádruplo dado a cada sefira por sua
existência em cada um dos quatro mundos permite a aplicação ao sistema
quádruplo tais como os elementos ocidentais (fogo, ar, água e terra), as letras
do Tetragramaton ( Nome de Deus: Yod,
He, Vau, final He).
Para o exercício das 14 Estações da Cruz de Aquário na
mágica, a cada Sefira é atribuído no Mundo de Assiah, um Chacra mundano
(expressado geralmente através das forças planetárias). Dos Quatro Elementos
nos Signos e Planetas Enochianos e os 72 Nomes de Deus.
Suporte da Água, Gerante HÊ (Elemento Água)
1º Câncer – Lua –Tronos
Aqui deve ser exercitada a 1ª e a 13ª Estação da
Cruz.
19 - LVV – 22 –
YYY –
20 - PHL – 23 –
MLH –
21 - NLK – 24 – ChHV
–
4º Passo - 1ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
COM OS PÉS FIRMES EM MALKUTH – O REINO
(O Décimo Caminho)
Título: Malkuth recebe o nome de Reino – em outras palavras,
a Esfera governada por um rei – e Rei é o título de Microprosopos, que consiste
nas seis Sephiroth centrais, com a exclusão das Tres Supremas. Podemos
considerar Malkuth, ou a esfera material, como a esfera da manifestação dessas seis Sephiroth centrais, as quais, por
sua vez, emanam das Tres Supremas. Portanto, tudo termina em Kether, assim como
tudo começão em Kether.
A conformação
da Árvore abrange tres triângulos funcionais, mas Malkuth não participa de
nenhum deles, estando isolado; dizem os cabalistas que ela recebe as
influências ou emanações de todas as outras Sephiroth. Mas, embora Malkuth seja
a única Sephirah que não participa de um triângulo, ela é também a única
Sephirah representada por diversas cores em vez de uma única, pois ela se
divide em quatro quadrantes, que são atribuídos aos quatro elementos: Terra,
Ar, Fogo e Água. E, embora não seja funcional em nenhum triângulo, ela
representa o resultado final de todas as atividades da Árvore. Malkuth é o
nadir da evolução, o ponto mais afastado do arco em expansão, pelo qual passa
toda a a vida antes de retornar à sua origem.
Malkuth recebe
o nome de Esfera da Terra; mas não devemos cometer o erro de pensar que os
cabalistas designam por Malkuth apenas a Esfera terrestre. Eles designam também
a Alma da Terra – isto é, o aspecto sutil e psiquico da matéria, o número
subjacente do plano físico que dá origem a todos os fenômenos físicos. Ocorre o
mesmo com os quatro elementos. Eles não são a terra, o ar, o fogo, e água dos
físicos, mas os quatro estados em que a energia pode existir. O esoterista os
distingue de suas contraparte mundanas referindo-se a eles como o Ar do Sábio,
ou a Terra do Sábio, conforme o caso. Ou seja, o elemento Ar ou Terra, como os
conhece o iniciado.
O físico
reconhece a existência da matéria em tres estados. Em primeiro lugar, o sólido,
em que as partículas componentes aderem firmemente umas às outras; em segundo
lugar, o líqudo em que as partículas se movem livremente umas sobre as outras ;
em terceiro lugar, o gasoso, em que as partículas tentam separar-se o mais
possível uma das outras, ou, em outras palavras, difundiir-se. Esses tres
estados da matéria correspondem aos tres elementos Terra, Água e Ar, e os
fenômenos elétricos correspondem ao elemento do Fogo. A ciência esotérica
classifica todos os fenômenos que se manifesta no plano físico sob essas quatro
rubricas, pois acredita que estas ofereçam a chave para a compreesão verdadeira
de sua natureza; e ela reconhece que qualquer força dada pode passar de um
estágio a outro sob certas condições, assim como a água pode existir tanto num
estado de gêlo e vapor como em sua fluidez normal.
O esoterista vê
em Malkuth o resultado final de todas as operações; só depois de os pares
opostos terem alcançado o equilíbrio que estabelece o estado de Terra, ou
coerência, é que se pode dizer que eles completaram um cíclo de experiência.
Quando este é alcançado, eles constroem um veículo permanente de manifestação e
esteriotipan sua reações; o mecanismo de expressão assim desenvolvido torna-se
auto-regulador, e continuará a funcionar sem alarde, assim como o coração
humano abre e fecha suas válvulas com perfeita regularidade, em resposta a um
ciclo esteriotipado de impulsos e à pressão sanguínea.
O ponto capital
concernente a Malkuth é que nela se completa a estabilidade. É na inércia de
Malkuth que repousam suas virtudes.
Todas as outras Sephiroth são dinâmicas em vários graus; mesmo o Pilar Central
só atinge o equilíbrio quando em funcionamento, como um equilibrista que
caminha sobre um arame.
Como as demais
Sephiroth, Malkuth só pode ser entendida se a considerarmos em sua relação com
as vizinhas. Mas nesse caso, só há um vizinho, Yesod. Não se pode compreender
Malkuth a não ser por meio do entendimento de Yesod.
Embora Malkuth
seja essencialmente a Esfera da forma, a coerência das partes, salvo as
correntes mecânicas e as atrações e repulsões eletromagnéticas, depende das
funções de Yesod. E Yesod, embora seja essencialmente uma Sephira que produz
formas, depende, para a manifestação de suas atividades, da substância
fornecida por Malkuth. As formas de Yesod são “a tela com que se tecem os
sonhos”, que absorvem as partículas materiais de Malkuth para incorporar-lhes
as formas. São sistemas de correntes em cuja estrutura se erguem as partículas
físicas. É semelhante a situação de Malkuth. Ela é matéria inanimada até que os
poderes de Yesod a animem. Deveríamos conceber o plano material como o signo
exterior e visível da atividade etérica invisível. Malkuth, em sua essência
primeira, só é conhecida com a ajuda dos instrumentos do físico. Não é
necessário dizer que onde há vida, lá está Yesod, porque Yesod é veículo da
vida.
A natureza
exata da relação entre Yesod e Malkuth
precisa ser claramente entendida; Yesod é, naturalmente, o princípio que
confere as formas e toda forma que é edificada nessa Sephirah tomará corpo nas
Esfera de Malkuth,a menos que contenha incompatibilidades, pois tenderá a
atrair as condições da expressão material. As partículas materiais, contudo,
são extremamente resistentess e inertes em sua natureza, e é apenas operando o
aspecto mais tênue da matéria – que o iniciado chama de elemento Fogo – que as
forças yesódicas podem produzir qualquer efeito. Assim que se obtém uma
resposta desse Fogo elemental, os outros elementos podem por sua vez serem
influenciáveis.
O Fogo
elemental, contudo é uma espécie de sobrestado na matéria com que apenas os
físico mais avançados têm qualquer familiaridade. Poderíamos chmá-lo antes de
estado de relações do que de uma coisa
Ora, cada um
desses tipos de força organizada e de capacidade de reação tem a sua própria
natureza definida, da qual não se afasta por qualquer força do cosmo manifesto.
Mas , como há inter-relações definidas de influência e expressão entre esses
quatro estados elementais, é possível, utilizando suas influências recíprocas,
obter resultados que por falta de compreensão são chamados de “mágicos”. Esse
é, na verdade, o método mágico de manipular as tênues formas elementais, mas é
também o método do qual a vida recorre para fazer a mesma coisa; e se a magia é
algo mais do que auto-sugestão, ela deve utilizar os métidos da vida – isto é,
ela precisa operar por meio da intermediação do protoplasma, pois o
protoplasma, em sua curiosa estrutura reticular, serve de veículo para a força
magnética sutil do Fogo do Sábio, transmitido pelo Ar elemental. Em outras
palavras, o operador precisa utilizar o seu próprio corpo como um arranque
automático, pois é o magnetismo de seu próprio protoplasma que fornece a base
de manifestação de qualquer força que é introduzida na Esfera de Malkuth levado
à sua conclusão lógica, esse é o princípio de geração tanto dos protozoários
como dos espermatozóides.
O que nossos
sentidos percebem são os fenômenos que se podem atribuir à atividade de
diferentes tipos de força, comumente organizados e combinados. Apenas por meio
de uma compreensão da natureza dessas forças é que podemos entender a natureza
da matéria. O esoterista, observando o problema do ponto de vista oposto
assinala que matéria e mente são dois lados da mesma moeda, mas que há um ponto
de investigação em que é proveitoso mudar a terminologia, e falar de forças e
formas em termos de psicologia, como se elas fossem conscientes e finalistas.
Devemos sempre, pela natureza do nosso intelecto, utilizar a analogia como uma
ajuda para a compreensão; se as analogias que usamos nesse nível de
investigação são as analogias da matéria inanimada, descobriremos que elas são
tão limitadas que conduzirão ao erro e a limitação e, em vez de esclarecer,
darão lugar à confusão.
Se utilizarmos
as terminologias da vida, da inteligência e da vontade consciente, tendo o
cuidado de adaptá-las às necessidades do estado muito rudmentar do
desenvolvimento com que temos que lidar, descobriremos que temos uma analogia
que é iluminadora em vez de limitadora, e que nos permitirá avançar em nossa
compreensão. É por essa razão que o esoterista personifica as forças mais sutis
e as chama de inteligências. Ele as aborda como se de fato fossem inteligentes,
e descobre que há uma lado sutil em sua própria natureza e consciência que
responde a elas.
Malkuth é o
Nadir da evolução, mas devemos encará-la não como o abismo último da
não-espiritualidade, e sim como a boia de sinal de uma corrida de barcos. Todo
banrco que retorna ao ponto de partida sem ter dado a volta pela bóia é desclassificado. Ocorre o mesmo com a alma
se tentarmos escapar da disciplina da matéria antes de termos dominado suas
lições, não avançaremos na evolução, mas sofreremos o atraso em nosso
desenvolvimento.
De acordo com a
doutrina cabalistica, o Relâmpago Brilhante, alcançando seu ponto terminal em
Malkuth, é substituído pelo simbolismo da Serpente da Sabedoria, cujas espirais
sobem pelos caminhos até que sua cabeça repouse atrás de Kether. O Relâmpago
Brilhante representa a descida insconsciente da força, que edifica os planos de
manifestação e passa do ativo ao passivo, retornando ao ponto de partida para
que o equilíbrio possa ser mantido. A Serpente que se enrosca nos caminhos
representa a aurora da consciência objetiva, e é o símbolo da iniciação; no
caminho trilhado pelos iniciados, que estão sempre a frente de sua época, a
evolução se põe em marcha, conduzindo consigo a raça como um todo. É agora
normal para o homem comum fazer o que apenas os iniciados costumavam fazer.
Vemos que o
ponto focal da evolução começa a levantar-se de Malkuth e se dirige para Yesod.
Isto significa que a ciência, tanto a pura como a aplicada, ultrapassa o estado
da matéria inanimada e começa a ter em conta o lado etérico e psiquico das
coisas. Essa fase de transformação é visivel em nosso redor para aqueles que
podem ler os sinais dos tempos. A divisão oculta de Malkuth nos quatro
elementos, dá-nos uma chave preciosa. Deveríamos encarar a matéria como a Terra
de Malkuth. Os tipos diferentes de atividades físicas, nas massas ou nas
moléculas, classificam-se sob as rubricas do anabolismo e do catabolismo, ou
seja, os processos de edificação e destruição que se podem classificar, na
terminologia esotérica, como a Água e o Ar de Malkuth. Tuodo que a filosofia
esotérica ou a mitologia pagã pode dizer a respeito desses elementos será
aplicável a esses dois processos e funções metabólicas. O Fogo de Malkuth é
aquele aspecto eletromagnético da matéria que estabelece o vínculo com os
processos de consciência e vida, aos quais se aplicam os mitos da vida.
Quando se
compreende esse princípio de classificação, a terminologia alquimista torna-se
menos abstrusa e absurda, pois então se vê que a classificação em quatro
elementos se refere realmente aos quatro modos de manifestação no plano físico.
Esse método de classificação é muito valioso, pois permite-nos compreender o
relacionamento e a correspondência entre o plano físico e o processo vital
subjacente.
Os quatro
elementos correspondente aos quatro temperamentos descritos por Hipócrates, aos
quatro naipes do Tarô, aos doze signos do zodíaco e aos sete planetas. Se
estudarmos as implicações dessa afirmativa, veremos que nelas se ocultam
algumas chaves muito importantes. O elemento Terra corresponde ao temperamento
fleumático; ao naipe de ouros; os signos de Touro, Virgem e Capricórnio; e aos
planetas Vênus e Lua. O Elemento Água corresponde ao temperamento linfático; ao
naipe de copas os signos de Câncer, Escorpião e Peixes; e ao planeta Marte. O
Elemento Ar corresponde ao temperamento colérico; ao naipe de espadas, os
signos de Libra, Gêmeos e Aquário, ao planeta Saturno e Mercúrio. O Elemento
Fogo corresponde ao temperamento sanguíneo, ao naipe de paus; aos signos de
Áries, Sagitário e Leão e aos planetas Sol e Júpiter. Portanto, se
classificarmos os assuntos do mundo e os fenômenos em termos dos quatro
elementos, veremos imediatamente sua vinculação com a astrologia e o Tarô.
O único canal
de evocação satisfatória é o próprio operador. No método egipcio de evocação,
conhecido como “ascensão das formas divinas”, o operador identifica-se com o
Deus e se oferece como canal de manifestação. É seu próprio magnetistmo que
vence o abismo entre Malkuth e Yesod. Não existe outro método tão satisfatório,
pois a quantidade de magnetismo num ser vivo é maior do que em qualquer metal
ou cristal, mesmo precioso. Quando analisarmos a Árvore Microcósmica, o corpo
físico é Malkuth, o duplo etéreo é Yesod, o corpo astromental é Hod e Netzach,
e a Mente Superior é Tiphereth. Tudo que
a Mente Superior é capaz de conceber pode facilmente a manifestação da Esfera
subjetiva de Malkuth.
A melhor arma
mágica é o próprio mago, e todos os demais expedientes não passam de meios para
o fim, e este é a exaltação e concentração da consciência que transforma um
homem comum num mago.
A chave para
essa utilização encontra-se nas atribuições microcósmicas da Árvore.
Interpretando-as em termos de função, e a função em termos de princípios
espirituais, podemos entreabrir a porta do “armazém de força”. A melhor e mais
completa manifestação do poder de Deus se produz por meio do entusiasmo
energizado do homem treinado e devoto. Seríamos mais sábios se esperássemos o
resultado final da operação mágica produzida por canais naturais do que se
esperássemos uma interferência no curso da natureza – espera que, na própria
natureza das coisas, está fadada ao desapontamento.
É fora de
questão que grandes forças espirituais podem atuar eficazmente na cura de
nossas doenças, mas elas precisam ter um canal de manifestação; e por que
deveríamos fazer um esforço sobre-humano para construir um canal psíquico
quando temos outro ao alcance das mãos? Deus manifesta Seus milagres de uma
maneira misteriosa apenas enquanto a lei natural é um livro selado para nós;
mas, quando compreendemos os meios do trabalho da natureza, vemos que Deus age
de uma maneira perfeitamente natural, por meio de canais regularmente
estabelecido; a diferença entre o natural e o sobrenatual não reside nos canais
de manifestação empregados, mas na quantidade de força que se manifesta através
deles. O que varia não é a qualidade, mas a quantidade do fluxo de força quando
as forças espirituais são evocadas com sucesso.
Títulos conferidos a Malkuth: A Porta. A
Porta da Morte. A Porta das Trevas da Morte. A Porta das Lágrimas. A Porta da
Justiça. A Porta da Oração. A Porta da Filha dos Poderosos. A Porta do Jardim
do Éden. A Mãe Inferior: Malkah, A Rainha. Kallah, a Noiva. A Virgem.
Os títulos
adicionais atribuídos a Malkuth explicam claramente seus atributos. Ela é a
Porta e a Esposa. Essas duas idéias representam na verdade uma única idéia,
pois o útero da Mãe é a Porta da Vida. Ela é também a Porta da Morte, pois o
nascimento no plano da forma é a morte para as coisas superiores.
Malkuth é
também Kallah, a Noiva de Microprosopos, e Malkah, a Rainha de Malekh, o Rei.
Isso indica claramente a função na polaridade que prevalece entre os planos da
forma e os planos da força, sendo os planos da forma o aspecto feminino,
polarizado e fertilizado pelas influências dos planos da força.
Imagem Mágica:
Uma jovem
coroada, sentada no trono.
A Imagem Mágica
de Malkuth é uma jovem mulher, coroada e velada; trata-se de Ísis da Natureza,
cuja face velada indica que as forças espirituais estão ocultas pela forma
exterior. Essa idéia está presente também no simbolismo de Binah, que se resume
no conceito do “Manto Exterior de Ocultamento”. Malkuth, como o indica o texto
yetzirático é Binah num arco inferior.
Binah recebe o
nome de Mãe Celestial Obscura, e Malkuth, o de Noiva do Microposopos, ou Mãe
Fértil Brilhante, e ambos os títulos correspondem aos aspectos duais da Deusa
Lunar Egípicia Ísis e Hathor, sendo aquela
o aspecto positivo de Deusa e esta o aspecto negativo. No simbolismo grego,
corresponderiam a Afrodite e Ceres. Ora, Afrodite o aspecto positivo da
potência feminina, pois lembremos que sob a lei da polaridade alternante, o que
é negativo no plano exterior é positivo no plano interior, e vice-versa.
Afrodite, a Vênus Celestial, é quem confere o estímulo magnético ao masculino
espiritualmente negativo; pelo fato de sua função não ser compreendida na vida
moderna é que tanta coisa está errada. Binah, o aspecto superior de Isis, é
contudo, estéril, porque um polo positivo é sempre o dador do estímulo e nunca
o produtor do resultado. O aspecto Malkuth de Isis, é a Mãe Fértil Brilhante, a
deusa da fecundidade, indicando assim o resultado final da operação de Isis no
plano físico.
Sòmente podemos
invocar a Adonai usando a imagem mágica e Malkuth, uma jovem coroada sentada em
um trono, com as cores de Malkuth. Sendo uma representação masculina, por que é
invocado por meio de uma imagem feminia? Porque toda natureza, refletindo a
Adonai, é representada por um ser feminino. Estamos assim invocando-o no
símbolo feminino que é seu par cósmico.
Localização na Árvore
Na base do Pilar do Equilíbrio.
A posição de
Malkuth na base do Pilar do Equilíbro a coloca na linha reta da descida do
poder que provém de Kether, transmuda-se em Daath, a Sephirah Invisível, e
passa aos planos da forma via Tiphereth. Esse é o Caminho da Consciência, ao
passo que os dois Pilares laterais são Caminhos de Função; mas os dois Pilares
Laterais também convergem para Malkuth, via o trigésimo primeiro e o vigésimo
nono caminho. Consequentemente, tudo termina em Malkuth.
Nós, que
estamos encarnados em corpos físicos, achamos-nos em Malkuth e, quando
abraçamos O Caminho de Iniciação nossa reta segue pelo trigésimo segundo
caminho até Yesod. Este caminho que sobre a linha reta para o Pilar Central
chama-se Caminho da Flecha, lançadoa por Qesheth, o Arco da Promessa; é por
essa rota que o místico se revela ao s planos; o iniciado, acrescenta à sua
experiência os poderes dos Pilares Laterais, juntamente com as realizações do
Pilar Medial. Esse aspecto do Pilar Central é expresso no texto yetzirático,
que afirma que Malkuth faz uma influência emanar do Príncipe dos Rostos, o Anjo
de Kether.
Texto Yetzirático
O Décimo
Caminho chama-se Inteligência Resplandecente, porque é exaltado sobre todas as
cabeças e tem por assento o trono de Binah. Ele ilumina os esplendores de todas
as luzes, fazendo emanar a influência do Príncipe dos Rostos, o Anjo de Kether.
Tres idéias
surgem da meditação sobre o Texto Yetzirático relativo a Malkuth – o conceito
da Inteligência Resplandecente, que ilumina o esplendor de todas as luzes; a
relação entre Malkuth e Binah; e a função de Malkuth em fazer uma influência
emanar do Anjo de Kether.
Talvez pareça
curiosa a idéia de que Malkuth, o mundo material, é o iluminador das luzes, mas
poderemos entender o sentido dessa sentença se nos referirmos à analogia
física, segundo a qual o céu só parece ser azul e luminoso devido à refração
luminosa de inúmeras partículas de pó que flutuam na atmosfera; o ar
absolutamente limpo carece de luz, e nosso céu teria a escuridão do espaço
interestelar se não fosse a ação dessas partículas. Aprendemos também, pelo
estudo da física, que vemos os objetos graças apenas aos raios de luz que suas
superfícies refletem. Quando há pouco ou nenhuma refração, como ocorre com um
objeto negro, este é quase invisível sob luz diminuta, propriedade de que se
servem os prestidigitadores e ilusionistas.
É a função
formadora e concretizante de Malkuth que torna finalmente tangível e definido o
que era, nos planos superiores, intangível e indefinido, e é esse seu grande
serviço à manifestação e seu poder característico. Todas as luzes, ou seja, as
emanações de todas as outras Sephiroth, tornam-se luminosas e visíveis quando
refletidas nos aspectos concretos de Malkuth.
Toda operação
mágica deve chegar a Malkuth antes de poder completar-se, pois somente em
Malkuth a força se aloja na forma . Portanto todo trabalho mágico se cumpre
melhor na forma de um ritual executado no plano físico – ainda que o operador
trabalhe só – do que por qualquer forma de meditação que opere apenas no plano
astral. Deve haver algo no plano físico, mesmo que sejam apenas as linhas
traçadas num talismã, ou os sinais traçados no ar, que traz a ação ao plano de
Malkuth. A experiência prova que uma operação assim executada é muito diferente
de uma operação que começa e termina no astral.
A relação entre
Malkuth e Binah é claramente indicada nos títulos atribuídos a ambas essas
Sephiroth. Binah é a Mãe Superior e Malkuth, a Mãe Inferior. Como já vimos,
Binah é o Dador de Forma primordial. Sendo Malkuth a Esfera da Forma, a relação
é óbvia. O que se iniciou em Binah encontra sua culminação
A afirmação de
que Malkuth faz uma influência emanar do Anjo de Kether confirma plenamente
esse idéia. Vemos que a Grande Mãe, que é Malkuth, se polariza com o Pai
Universal, que é Kether.
Mas
encontramos, nos quatro quadrantes
Esses quatro
elementos são a Terra, o Ar, o Fogo e a Água do Sábio 0 ou sejam os qutro tipos
de atividade. A notação da ciência esotérica os representa por quatro
diferentes tipos de triângulo. O Fogo é representado por um triângulo, do qual
uma das pontas está voltada para cima; o Ar, por um triângulo semelhante
atravessado por uma barra, indicando assim que o Ar tem uma natureza semelhante
à do Fofo, porém mais densa. Aliás, não estaríamos errados se chamássemos o Ar
de “Fofo Negativo”, ou o Fogo de “Ar Positivo”. A Água é representada por um
triângulo voltado para baixo, e a Terra, pelo mesmo triângulo atravessado por
uma barra; e a esses dois símbolos se aplicam os mesmos princípios anteriores.
Supondo-se que
consideremos o triângulo do Fogo como representante da força incondicionalda e
o triângulo do Ar como representante da forma totalmente inerte, e o triângulo
da Água como representante de um tipo ativo de forma, teremos outra forma de
classificação disponível. Nos mitos mais antigos, o ar, ou o deus do espaço, é
o pai do Sol, o fogo celestial, e a água é a matriz da Terra. Isso fica bem
claro no Pilar Central da Árvore da Vida, onde Kether, o espaço, ofusca
Tiphereth, o centro solar, e a Esfera aqúatica de Yesod, o centro lunar, ofusca
a Esfera terrestre de Malkuth.
Supondo que
ordenemos os símbolos compondo o hieróglifo de outra maneira (uma das glórias
da Árvore é permiti-nos fazê-lo), e coloquemos como os quatro elementos o
citrino, a oliva, o castanho-avermelhado e o preto na Esfera de Malkuth, e
consideremos que a forma vital que desce de Kether opera como uma corrente
elétrica alternante, como a doutrina da polaridade alternante nos ensina a
fazer, descobriremos que a força flui às vezes de Malkuth a Kether e às vezes
de Kether a Malkuth.
Esse é um ponto
capital quando aplicado ao microcosmo, pois nos ensina que precisamos estar em
circuito com a alma da Terra, assim como com o Deus do céu; há uma inspiração
que surge da inconsciência, assim como há uma inspiração que flui da
supraconsciência.
Isso fica muito
claro nos mitos gregos, em que encontramos forças terrestres positivas como Pã,
que, graças ao seu simbolismo caprino, só pode ser atribuído à Esfera da Terra,
pois Capricórnio é o signo mais terrestre da triplicidade terrestre. Pã representa
o magnetismo positivo da Terra que volta, em seu retorno, ao Pai Universal.
Ceres, por outro lado, ou Diana de Muitos Seios, ambas Vênus muito terrestres e
de modo algum virginais, representam a encarnação final da força celeste na
matéria densa. Hera, que foi chamada de Vênus Celestial ou Afrodite Celeste,
representa o retorno da força terrestre ao céu, e é terra positiva num nível
celestial.
O Nome Divino
O Nome Divino
de Malkuth é Adonai Malekh, ou Adonai ha Aretz, que siginifica “O Senhor que é
Rei”, e “O Senhor da Terra”. Vemos aqui claramente a afirmação da supremacia do
Deus Único nos Reinos da Terra, e toda operação mágica, em que o operador toma
o poder em suas próprias mãos, deveria começar com a evocação a Adonai para
habitar seu templo na Terra e governá-lo, para que nenhuma força possa desviar
de sua obediência ao Um.
Aqueles que
invocam o Nome de Adonai invocam o Deus manifesto na Natureza, que é o aspecto
de Deus adorado pelos iniciados dos Mistérios da Natureza, seja os de Dionísio ou
os de Ísis – que concernem aos diferentes meios de abrir a supraconsciência por
meio da subsconsciência.
Arcanjo
O Arcanjo é o
Grande Anjo Sandalphon do planeta Terra, que os cabalistas chamam às vezes de
Anjo Negro ou Arcanjo do Karma, ao passo que Metraton o Arcanjo de Kether, o
Anjo do Rosto, é o Anjo Brilhante. Esses dois anjos, como se diz, permanecem
atrás dos ombros direito e esquerdo da alma em suas horas de crise. Eles
poderiam representar o bom Carma e o mau Carma. É relativamente à função de
Sandalphon como o Anjo Negro, que preside sobre a dívida cármica, que Malkuth
recebe o título de Porta da Justiça e Porta das Lágrimas. Disse um humorista,
com mais verdade do que poderia ele supor, que este planeta é atualmente o
inferno de outro planeta. Ele é, na verdade, a esfera em que se cumpre
normalmente o carma. Onde há suficiente conhecimento, contudo, o carma pode ser
operado nos planos mais sutis, e esse método é uma das formas da cura
espiritual. O Arcanjo do elemento Terra é Uriel, a Luz de Deus.
O nome do
Arcanjo Sandalphon significa co-irmão; não pode ser visualizado; é como um
colossal gigante com os pés na Terra e a cabeça no infinito, em Kether, é por
isso que Sepher Yetzirah disse que Malkuth está sentado no trono de Binah. Aí
está a grande semelhança entre o Arcanjo Metraton de Kether e Sandalphon de
Malkuth, que estão intimamente relacionados. Geralmente, Kether é o fim da
jornada e Malkuth o princípio. Quando Kether é alcançado no fim da evolução, se
entra
O significado
do nome de Sandalphon é “Ruído de Sandálias”; pode ser invocado em momento de
perigo, sòmente isolados fazemos um louvor e ouvimos uns passos que se
aproximam de nós. Uma Alegria, uma Esperança, é Sandalphon que se aproxima.
Coro Angélico
O Coro Angélico
atribuído a Malkuth é o dos Ashim, as Almas do Fogo, ou Partículas Ígneas, sore
as quais Mme. Blavatsky diz algumas coisas muito interessantes. Uma Alma de
Fogo é, na verdade, a consciência de um átomo; os Ashim, por conseguinte,
representam a consciência natural da matéria densa; são eles que lhe dão suas
características. São as Vidas Ígneas, essas cargas elétricas infinitesimais,
que ondulam sem cessar para frente e para trás com tremenda atividade na
estrutura da matéria e lhe formam a base. Tudo que conhecemos como matéria
baseia-se nessa estrutura. É com a ajuda dessas Vidas Ígneas que certos tipos
de magia são operados. São pouquíssimas as pessoas que podem operar essa magia,
pois quanto mais denso o plano a ser manipulado, maior deve ser o poder do
mago.
Chákra Cósmico
Cholem ha Yesodoth; Esfera dos Elementos.
Experiência Espiritual
A experiência
espiritual de Malkuth é a visão do Anjo da Guarda Sagrado. Esse anjo, que, de
acordo com os cabalistas, é atribuído a cada alma que nasce e que a acompanha
até a morte, quando então a toma e a apresenta diante da face de Deus para
julgamento, é na realidade o Eu Superior da cada um de nós, que formula a
Centelha Divina – o núcleo da alma – e persiste por uma evolução, estabelecendo
um processo na matéria a cada encarnação para formar a base da nova
personalidade.
Quando o Eu
Superior e o Eu Inferior se unem, pela completa absorção do inferior pelo
superior, alcança-se o verdadeiro Adeptado; é a Grande Iniciação, a União
Divina Menor. É a suprema experiência da alma encarnada; e, quando isso ocorre,
ela está livre de qualquer compulsão para reencarnar na prisão da carne. Ela
está livre para subir aos planos e entrar em seu repouso, ou, se assim
escolher, para permanecer na Esfera Terrestre e funcionar como um Mestre.
É essa, pois, a
experiência espiritual atribuída a Malkuth – a descida da Divindade na
humanidade, assim como a experiência espiritual de Tiphereth é elevar a
humanidade à Divindade.
Virtude: Discriminação
A virtude
especial de Malkuth é a discriminação. Essa idéia é bem exemplificada no
curioso simbolismo dos antigos, que declararam que a correspondência no
microcosmo se estabelece com o ânus. Tuodo o que na vida está corrompido deve
ser excretado, e a excreção macrocósmica se dá nas esferas qliphóticas, que
dependem de Malkuth, de onde os excrementos cósmicos não podem retornar aos
planos da forma organizada sem antes encontrar o equilíbrio. Há, portanto, no
mundo qliphótico, uma Esfera que não é o inferno, mas o purgatório; é um
reservatório de forças desorganizadas emanadas de formas destruídas e expulsas
pela evolução; é o caos num arco inferior. É desse receptáculo de formas
voltadas à destruição que as Conchas, ou entidades imperfeitas, extraem seus
veículos. Essa Esfera serve também para os tipos inferiores de magia de má
espécie. A tendência dessas forças que se encontram na Esfera qliphóticas é
sempre a de assumir uma vez mais as formas a que estavam acostumadas antes de
sua desintegração e redução ao seu estado primordial, como essas formas eram
pelo menos antiquadas, se não ativamente más, segue-se naturalmente que essa
matéria de caos não é uma substância desejável com a qual se possa trabalhar.
Seria melhor deixá-la até que sua purificação seja completa e que ela tenha
sido filtrada pela Esfera da Terra pelos canais naturais e lançada uma vez mais
no fluxo da evolução. É por essa razão que todos os cultos subterrâneos e a
evocação dos mortos são indesejáveis, pois as formas que as entidades
manifestas assumem devem ser construídas em parte com essa substância do caos.
Portanto, a
virtude especial de Malkuth é agir como uma espécie de filtro cósmico,
expulsando a excreção e preservando o que ainda tenha alguma utilidade.
Vício
Avareza e Inércia.
Os vícios
característicos de Malkuth são a avareza e a inércia. É fácil ver como a
estabilidade de Malkuth pode ser levada ao excesso, e dar origem à lerdeza e à
inércia. O conceito de avareza, embora não seja tão óbvio na superfície, revela
rapidamente seu significado à investigação, pois o apego excessivo da avareza é
uma espécie de constipação espiritual, o oposto exato da discriminação que
rejeita as excreções da vida por meio do ânus cósmico deitando-as no esgoto
cósmico das Qliphoth.
Uma das coisas
mais importantes que temos de fazer antes de podermos nos elevar das limitações
da vida em Malkuth e respirar uma atmosfera mais leve é aprender a nos
desapegarmos das coisas; a sacrificar o inferior em função do superior,
construindo, assim, a preciosa pérola. É a discriminação que nos permite saber
qual é o valor menor que deve ser abandonado, a fim de se obter o maior, pois
não há ganho sem sacrifício. O que não compreendemos é todo sacrifício deve ter
uma utilidade substancial para o céu, onde nem a traça nem a ferrugem
corrompem, pois, do contrário, ele representará uma perda inútil.
Correspondência no
Microcosmo
Os pés. O ânus.
Já
observamos uma das correspondências a Malkuth no microcosmo. Contudo, diz-se
também que Malkuth corresponde aos pés do Homem Divino. Temos aqui novamente um
importante conceito, pois, a menos que os pés estejam firmemente plantados na
Mãe Terra, nenhuma estabilidade é possível. Há, não obstante, muitíssimos
místicos desequilibrados que gostam de pensar que o Homem Divino termina no
pescoço como um querubim, e não dão lugar aos órgãos geradores de Yesod, ou ao
ânus de Malkuth. Eles precisam aprender a lição que o sonho celestial ministrou
a São Pedro – ou seja, de que nada que Deus fez é impuro, a não ser que nós o
tornemos impuro. Deveríamos reconhecer a Vida Divina em todas as suas funções,
e assim elevar a humanidade até a Divindade e santificá-la. A pureza está
próxima à Divindade, especialmente a pureza interna. Se fugirmos de uma coisa e
a evitamos, como podemos mantê-la pura e saudável? Os tabus dos povos
primitivos foram completamente esquecidos em nossa vida civilizada, com
desatrosas consequências para a saúde e o bem-estar da humanidade.
Símbolos
O altar do cubo
duplo. A cruz de braços iguais. O círculo mágico. O triângulo de arte.
Os símbolos de
Malkuth são o altar do cubo duplo e a cruz de braços iguais, ou cruz dos
elementos.
O altar do cubo
duplo simboliza a máxima hermética “Como
em cima, tal é embaixo”, e ensina que o que é visível é o reflexo do que
é invisível, e lhe corresponde exatamente. Esse altar cúbico é o altar dos
Mitérios, em oposição ao altar horizontal, que é o altar da Igreja. Pois o
altar horizontal permanece no leste, ao passo que o altar cúbico permanecer no
centro. Afirma-se que ele está bem proporcionado quando a altura do centro é de
seis pés, e a largura e a profundidade são a metade da altura.
A a cruz de
braços iguais, ou cruz dos elementos, representa os quatro elementos em
perfeito equilíbrio, que é a perfeição de Malkuth. Ela é representada na Árvore
da Vida pela divisão de Malkuth em quatro quadrantes, nas cores citrino, oliva,
castanho-avermelhado e preto, estando o citrino voltado para Yesod e o negro
para as Qliphoth, o oliva para Netzach e o castanho-avermelhado para Hod. São
os reflexos dos Trés Pilares e da Esfera Qliphótica, atenuados e filtrados pelo
véu da Terra.
Todas as coisas
se resumem, desse modo, em Malkuth, embora vistas num cristal turvo, por
reflexo, e não face a face.
Cartas do Tarô
Os quatro Dez
Dez de
Paus: opressão
Dez de
Copas: sucesso completo
Dez de
Espadas: ruína
Dez de
Ouros: riqueza
As quatro
cartas do Tarô produzem resultados quando sujeitos à meditação à luz do que
sabemos sobre Malkuth. O Dez de Paus chama-se Senhor da Opressão; o Dez de
Copas, o Senhor do Sucesso Completo; o Dez de Espadas, o Senhor da Ruína; e o
Dez de Ouros, o Senhor da Riqueza.
Como já vimos,
é em Malkuth que as forças espirituais atingem sua perfeição no plano da forma
e, tomando essas formas completas e “sacrificando-as”, podermos reconduzi-las
ao estado de poderes espirituais.
Essas quatro
cartas do Tarô, note-se, são alternadamente boas e más em seu significado; de
fato, o Dez de Espadas é a pior carta que se pode tirar numa adivinhação. A
esse propósito, poderíamos lembrar uma curiosa doutrina alquímica, a qual
ensina que os signos dos planetas são compostos de tres símbolos: o disco
solar, o crescente lunar e a cruz da corrosão ou do sacrifício. Esses símbolos,
quando corretamente interpretados, dão a chave da natureza alquímica do planeta
e da sua utilidade prática na Grande Obra da transmutação. Por exemplo, Marte,
em cujo símbolo a cruz encima o círculo, é, como se afirma, externamente
corrosivo e internamente solar; Vênus, em que o círculo encima a cruz, é
externamente solar e internamente corrosiva, ou, nas palavras da Escritura,
“doce nos lábios, mas amarga nas entranhas”.
Nos quatro dez
do Tarô prevalece o mesmo princípio. Cada carta representa a operação de um
certo tipo de forma espiritual, no plano da matéria densa. A carta mais
espiritual, o dez do naipe cujo ás é a Raiz dos Poderes do Fogo, chama-se
Senhor da Operessão. Isso nos ensina que as forças espirituais superiores podem
ser externamente corrosivas quando operam sobre o plano da matéria. Os Poderes
do Fogo, em sua potência mais elevada, no dez de paus, são os do fogo
refinador. “Assim como o ouro se prova pela chama, assim o coração se prova
pela dor”.
Por outro lado,
todo o simbolismo do naipe de Copas, ou Cálices, manifesta claramente a
influência venusiana; é nesse naipe que encontramos os Senhores do Prazer, da
Felicidade Material e da Abundância. Mas encontramos também os Senhores do
Sucesso Ilusório, do Sucesso Abandonado, da Perda no Prazer, o que mostra claramente que esse naipe, embora
externamente solar, é internamente corrosivo.
As Espadas
estão sob a influência marciana, e o Senhor da Ruína indica o sacrifício total de
todas as coisas materiais.
Mas, em Ouros,
Terra da Terra, a combinação é inversa, e descobrimos que os dez de Ouros é o
Senhor da Riqueza.
Observamos,
dessa maneira, que as cartas de naipes de natureza primordialmente espiritual
são externamente corrosivas no plano físico; e as cartas de naipes de natureza
primordialmente material são externamente solares, ou benéficas, no plano
material. Isso ensina uma lição muito útil, e dá uma importante chave quando
utilizada nos sistemas de adivinhação em que se procura discernir a ação dos
poderes espirituais que agem num determinado caso.
Cores nos Mundos
Atizluth: Amarelo
Briah: Citrino, oliva, castanho-avermelhado e
preto
Yetzirath: Citrino, oliva, castanho-avermelhado e preto,
salpicado de ouro
Assiah: Preto, com listras amarelas
Aqui nesse ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath
de Assiah no estudo em correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio
Cósmico.
Iniciamos o estudo nos posicionando com Firmeza os pés
na Sephirah Malkuth,
o Reino.
1ª Estação e a 13ª Estação da Cruz:
Na 1ª estação e na 13ª estação da Cruz em Câncer na
Lua na hora 6 nos encontramos na Sephirah Yesod, a Fundação.
Y E S O D
(O Nono Caminho)
Título: Yesod, o Fundamento.
O estudo do
simbolismo de YESOD revela dois grupos de símbolos aparentemente incongruentes.
Por outro lado, temos a concepção de YESOD como o fundamento do Universo,
estabelecido na força, e que é indicada pela recorrência da idéia da força,
como na imagem mágica de um belo homem desnudo, muito forte, no Nome Divino de
Shaddai, o Todo-poderoso, nos Kerubim, os Anjos poderosos, e no Nove de Paus,
cujo nome secreto é o Senhor da Grande Força. Mas, por outro lado, temos o simbolismo da Lua, que é essencialmente
fluida e que apresenta uma estado contínuo de fluxo e refluxo sob o governo de
Gabriel o Arcanjo do Elemento Água. A resposta a esses conceitos conflitantes
encontra-se nas palavras do Texto Yetzirático.
Imagem Mágica:
Um belo homem desnudo, muito forte.
Localização na Árvore
Na base do Pilar do Equilíbrio.
Texto Yetzirático
O Nono Caminho
chama-se Inteligência Pura, porque purifica as Emanações. Ele prova e corrige o
desenho de suas representações, e dispõe a unidade em que elas estão
desenhadas, sem diminuição ou divisão.
Temos, então, a
idéia das águas fluidas do caos reunindo-se e organizando-se por meio das
“representações” que foram “desenhadas” em HOD; a “prova, correção e disposição
da unidade” final dessas “representações” ou imagens formativas resultam na
organização do “mecanismo do Universo”, cuja visão constitue a experiência
espiritual dessa Sephirah. De fato, YESOD poderia ser corretamente descrita
como a esfera do mecanismo do universo. Se comparássemos o reino da Terra a um
grande navio, YESOD seria a casa das máquinas.
YESOD, é a
esfera dessa substância peculiar, que participa tanto da natureza da mente como
da matéria. E que se chama o Éter do Sábio, o Akasha, ou Luz Astral, de acordo
com a terminologia empregada. Não se trata do mesmo éter do físico, que é um
elemento ígneo da Esfera de Malkuth, e que representa para este Éter o mesmo
que este representa para a matéria densa; ele é, na verdade, a base dos
fenômenos que os físicos atribuem ao seu éter empírico. Poderíamos chamar o
Éter do Sábio de raiz do éter do físico
Nada pode ser
explicado em termos de si mesmo; só se pode fazê-lo, relacionando-se uma coisa
num todo maior. Os quatro elementos dos antigos encontram sua explicação no
quinto elemento, o Éter. Os Quatro Mundos dos cabalistas radicam um ponto além
dos Véus do Imanifesto. Assim, encontramos em YESOD o quinto imanifesto dos
quatro elementos de Malkuth, correspondendo o fogo dos antigos ao éter dos
modernos, e a terra, a água e o ar, os
estados sólidos, líquidos e gasoso da matéria. Devemos conceber YESOD,
portanto, como o receptáculo das emanações de todas as outras Sephirot, como o
único e imediato transmissor dessas emanações a Malkuth, do plano físico. É na
esfera de YESOD que ocorrem as operações destinadas a corrigir a esfera da
matéria densa, ou dispor sua unidade de desenho. YESOD, portanto, é a esfera
essencial de qualquer magia que pretende agir no mundo físico. As coisas
representadas permanecem firmes. As coisas do mundo material não podem por
conseguinte, ser arbitrariamente alteradas, nem mesmo pela força espiritual
superior. Só podemos nos aproximar de Malkuth por meio de Yesod, e só podemos
nos aproximar de Yesod por meio de Hod, onde as “representações são
desenhadas”. Libertemos de uma vez por todas nossas mentes da idéia de que o espírito
pode agir diretamente sobre a matéria. Isso jamais acontece. O espírito opera
por meio da mente, e a mente opera por meio do Éter; e o Éter, que é a
estrutura da matéria e o veículo das forças vitais, pode ser manipulado nos
limites de sua natureza. Duas propriedades são importantíssimas para o trabalho
do ocultista prático, e formam, de fato, a base de todo o seu sistema. A
primeira dessas propriedades é a capacidade que o Éter astral apresenta de ser
moldado pela mente; a segunda é a capacidade de sustentar as moléculas da
matéria densa em seus raios parecidos a fios, como numa rede. A existência
dessas propriedades é a única explicação para as propriedades da matéria viva e da mente consciente.
Yesod é também
de suprema importância para o ocultista prático, porque ela é a primeira Esfera
com que entra em contato quando começa a “elevar-se nos planos”, e ergue a
consciência acima de Malkuth. Tendo trilhado o terrível Trigésimo Segundo
Caminho do Tau, ou Cruz do Sofrimento, e de Saturno, ele penetra em Yesod, a
Casa do Tesoura das Imagens, a Esfera de Maia, a Ilusão. Yesod, considerada em
si mesma, é inquestionavelmente a Esfera da Ilusão, porque a Casa do Tesouro
das Imagens não é outra coisa senão o Éter Refletor da Esfera da Terra, e
corresponde, no microcosmo, ao inconsciente dos psicólogos, repleto de coisas
velhas e esquecidas, reprimidas desde o alvorecer da raça. As chaves que fecham
as portas da Casa do Tesouro de Imagens e nos permitem comandar seus habitantes
acham-se em Hod, a Esfera da Magia. Afirma-se corretamente nos Mistérios que
nenhum grau se torna funcional antes de se alcançar o próximo.
O Nome Divino
Shaddai el Chai, Deus Vivo Todo-Poderoso.
Arcanjo Gabriel
É o ser
poderoso de Deus que favorece a clarividência e clariaudiência e é concebido
como o Rio da Água da Vida.
Coro Angélico
Os Kerubim, os Poderosos.
As Hostes
Angélicas em Yesod tem a importante função de receber do Arcanjo os arquetipos
de Shaddai-El-Chai, o Senhor da Vida, cristalizando-os no reino (a forma), de acordo
com os padrões recebidos.
Chákra Cósmico
Levanah, a Lua.
Experiência Espiritual
A visão do mecanismo do universo.
Virtude: Veracidade
Independência.
Vício
Ociosidade.
Correspondência no
Microcosmo
Os Órgão reprodutores.
Símbolos
Sandálias. São
utilizadas em trabalho cerimonial para trilhar o círculo mágico, através de
nossos pés, tocamos o m agnetismo da Terra; e quando este magnetismo é de um
tipo especial utilizamos sandálias que não o inibem.
Perfumes. São
também muito importantes nas operações cerimoniais, pois representam o lado
etérico. O uso dos perfumes é o meio mais efetivo de tirar proveito das emoções
e, consequentemente, de alterar o foco da consciência.
Cartas do Tarô
Os quatro noves
Nove de
Paus: grande força
Nove de
Copas: felicidade material
Nove de
Espadas: desespero e crueldade
Nove de
Ouros: ganho material
Nas quatro
cartas do Tarô atribuídas nesta Séphira vemos claramente os efeitos do
magnetismo etérico. Possuímos uma Grande Força quando estamos em contato com a Terra, abençoados por Pã.
Há também a
Alegria Material, de fato, sem a benção de Pã, não pode haver nenhuma
felicidade material, porque não há paz dos nervos.
No lado
negativo, contudo encontram-se as profundidades do desespero e da crueldade.
Nos contatos
terrestres firmes sob nossos pés, obtemos o Ganho Material, porque estamos
prontos para trabalhar o plano material.
Cores nos Mundos
Atizluth: Índigo
Briah: Violeta
Yetzirath: Púrpura muito escura
Assiah: Citrino salpicado de
azul
3º Passo - 1ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Algumas
representações da Árvore da Vida mostram abaixo de Malkuth a esfera dos
Qliphoth, que são os aspéctos não equilibrados da Árvore, as aguas do Caos. Os
Qliphoth, cujo significado é "conchas" ou meretrizes, são forças
adversas que se originaram durante o processo expansivo de cada Sephiroth para
formar a esfera seguinte, mas ainda não establecida. São como energías não equilibradas,
expandindo-se sem restrições. Quando as esferas ainda não estavam em
manifestação, nada havía para contemplar; era o reino dos "Reis de Edom,
que reinavan na terra de Edom". Quando o raio ziguezagueante, em sua
trajetória, projetou a esfera de Hesed, houve desequilibrio, pois havía somente
misericordia; seu oposto, Geburah, o poder da severidade, ainda não estava
manifestado. O caos mencionado no livro do Génesis, é o desequilibrio que havía
enquanto os opostos não existíamQuando de Kether foram emanadas as forças para
formar as esferas, houve um excesso, o qual foi projetado até as aguas
inferiores, abaixo de Malkuth, que formou as esferas negativas, a Árvore
invertida. Existe, pois, uma Árvore de Luz e outra de Trevas, surgida do
desequilibrio e que permanecerá até o fim da evolução. Portanto, antes das
esferas serem projetadas existia o reinado dos Reis de Edom, no plano de
Atziluth. Quando estes reis passaram de Atziluth para Briah, a Cábala nos diz
que esses reis morreram e não foram encontrados, nem eles nem suas coroas. Uma
força ao ser rebaixada de um plano a outro inferior, presume a morte. Sómente
recupera sua capacidade quando o equilibrio é restablecido. Onde houver
desordem, imoralidade, qualquer excesso,
encontraremos ai as energías qliphoticas em ação; estando representadas
pelos aspéctos contrarios das virtudes de cada Sephiroth. Esta segunda Árvore,
tambem chamada Árvore do Mal, não forma parte da evolução e nem devería
manifestar-se se o homem, em virtude de seus abusos, não permitisse sua existencia
individual e forma. Deste ponto é que resultam entidades demoníacas, altamente
perjudiciais a evolução humana. O Inferno, como é retratado pelos quadros
antigos, se relaciona com a esfera dos Qliphoth. Nestes quadros, se encontram
uma completa serie de seres classificados como demonios, archidemonios,
Belzebú, etc., seres que, segundo algunos ocultistas, representam forças
terriveis, tanto que é até perigoso pensar nelas. Em verdade a simbologia das
14 Estações da Cruz ocorre
A 1ª Estação da cruz em Áquario e a 13ª estação da
cruz em Áquario:
A 1ª e a 13ª
Estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 6ª Hora do Relógio e o 7º Raio
Cósmico.
A 1ª e a 13ª
Estação da cruz em Áquario é na Sephirah em Malkuth.
2º Passo - 1ª
Estação
(Movimento Ziguezague)
As 14 Estações
da Cruz em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as
manifestações de Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.
Hostes
Angélicas no Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto.
A 1ª estação da
cruz em Áquario e 13ª estação da cruz em Áquario:
A 1ª e a 13ª
Estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 6ª Hora do Relógio e o 7º Raio
Cósmico.
A 1ª e a 13ª
Estação da cruz em Áquario é na Sephirah
1º Passo - 1ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos
Enochianos no Mundo Manifesto.
Elemento Água, os Signos e Planetas.
Para caminharmos nesse passo colocaremos em uso o ensinamento dos
Suportes partindo do Suporte da água, Gerante HÊ e seus três signos e
respectivos planetas para colocar as Cruzes de Fogo Cósmico.
Suporte da Água Gerante HÊ
(Movimento Triangular)
1º - Câncer –
Lua – Yesod - Os Anjos. A 3ª Ordem da 3ª Hierarquia das Hostes Angélicas.
Aqui deve ser
exercitada a 1ª Estação e a 13ª Estação da Cruz.
A Cruz de Fogo
Cósmico aqui colocada será a mesma para as duas Estações o comando da Cruz de
Fogo Branco.
72 – MVMIH – 68 –
ChBVIH -
71 – HYYEL – 67 –
AIOEL –
70 – IBMIH – 66 –
MNQEL -
69 – RAHEL – 65 –
DMBIH –
12º Passo - 2ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto
2ª Estação da Cruz:
A 2ª estação da
cruz é o símbolo do início do caminho e o Raio Cósmico é o 2º Raio. Nessa
estação deve o estudante ter em mente que ao começar a Via Crucis terá que se
destituir do não conhecimento de toda a escuridão, ignorância e falta de sabedoria que são oposições a
Sabedoria e Iluminação do 2º Raio Cósmico, pois esses só promovem a ingratidão,
o desamor e a ignorância que são
oposições.
Segundo Raio
Objetivo deste raio é sabedoria
Chohan -
Senhor Lanto
Elohim - Apolo e Lumina
Arcanjo - Jofiel e Cristine
Dia - Domingo
Cor - Amarelo Dourado
Chakra - da Coroa, 972 pétalas
conhecido como lótus de 1.000 pétalas. Este Chakra carrega a polaridade
masculina. É o centro de iluminação
Localização - no topo da cabeça
O que polui este Chakra - drogas,
nicotina, álcool
Instrumento Musical Ativador- cordas
Mantra - Transfiguração
Fiat - Arcanjo Jofiel, purifica a
minha mente e carregue-a com a Luz da sabedoria.
Qualidade: Iluminação, Auto
consciência em Deus, Humildade, Sabedoria, Discriminação entre o bem absoluto,
o bem relativo e a maldade, Discernimento, Inteligência e Mente aberta.
Perversão: bruxaria, magia negra,
orgulho, auto centralização, razão humana, falta de compreensão, uso imprudente
e desordenado da energia, estupidez, letargia, ignorância, falta de
discernimento, desonestidade mental.
11º Passo - 2ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto
2ª Estação e a 8ª Estação da Cruz:
Na 2ª estação e na 8ª estação da cruz o chacra é o da
Coroa do 2º Raio Cósmico. Quando visualizada no Eixo é o do Chacra da Alma do
7º Raio Cósmico é conhecido como o eixo 1 – 7 (hum - sete).
CHAKRA DA
CABEÇA OU COROA:
Este é o Chakra
da Coroa, possui 972 pétalas, que demonstram a direção que o indivíduo deve
tomar. É através deste chakra que o
homem se conecta com a consciência Divina. No Relógio Cósmico este Chakra corresponde as 12hs. e é o
único que do outro lado do relógio, nas
06hs., tem como correspondente outro Chakra, o Chakra da Base da Espinha. É a
verdadeira interação entre o Eu Pai e o Eu da Alma / Filho. Este Chakra carrega a polaridade
masculina. O Florescer deste Chakra dá
ao indivíduo a consciência Crística encontrada por seres como Jesus e Budha, Esta é a experiência de tudo
saber, a grande iluminação que faz com que o indivíduo saiba todas as coisas
sem ter sido ensinado por ninguém. A
verdadeira conexão com a mente de Deus.
A verdadeira Internet do Universo
Testa Larga é sinal de inteligência. Se você já é inteligente, experimente tirar o cabelo da
testa, com certeza você terá mais sabedoria.
CHAKRA DA ALMA:
Este é o Chakra
da Alma, esta localizado mais ou menos 4 dedos
abaixo do umbigo, Possui 06 Pétalas, e é o local por onde a Alma do indivíduo esta ancorada aos corpos Etéricos e
Físicos. As suas 06 pétalas representam a estrela de seis pontas da vitória,
representam também a energia da Mãe Terra/ Matéria/ Omega. Este Chakra carrega
a polaridade feminina. A qualidade da consciência de Deus como Liberdade, esta ancorada neste
Chakra. O que significa que a alma deve buscar a liberdade, que só poderá
acontecer com o encontro das energias entre o céu e a terra. Esta é a sua meta
elevar as energias do Kundhaline para o Chakra do coração e da coroa. A Alma é
a consciência do individuo que só conseguira a liberdade se for expandida. No
Relógio Cósmico, o Chakra da Alma esta
localizado na Cruz do Amor/ Caridade. Esta Cruz é composta de Aquário e Leão/
Chakra da Alma nas 01 e 07hs. e Touro e Escorpião/ Chakra da 3ª Visão nas 04 e
10hs. O Objetivo da Alma é visualizar a
vitória, com a 3ª Visão, a vitória que só pode ser conseguida com o Amor
e Gratidão Divinos. Veja só, a energia que
impulsiona a alma é a visão, por isto devemos nos preocupar muito com o
que olhamos, para onde damos a nossa atenção. O Chakra da alma esta intimamente
ligado ao Chakra da terceira visão que regula não só a terceira visão como
também a visão dos olhos humanos. Por isto se queremos elevar as energias para
Deus, devemos utilizar a nossa visão para servir.
10º Passo - 2ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no
Mundo Manifesto.
A 2ª Estação e a 8ª Estação da Cruz:
No eixo 1 – 7
(hum - sete) dessas estações encontramos a sabedoria transcendente de Vairochana que revela o reino da mais
elevada realidade e domina o veneno da ignorância ou da desilusão. O nome
Vairochana significa "Aquele que é Como o Sol" ou "O
Radiante".
Vairochana
O nome Vairochana significa "Aquele que é Como o
Sol" ou "O Radiante". Vairochana representa tanto a integração
como a origem dos Budas Dhyani. Sua sabedoria é a Sabedoria do Dharmadhatu. O
Dharmadhatu é o Reino da Verdade, onde todas as coisas existem como realmente
são. A sabedoria de Vairochana é também referida como a Sabedoria
Todo-Penetrante do Dharmakaya. O Dharmakaya é o Corpo da Lei, ou a natureza
búdica absoluta.
A sabedoria transcendente de Vairochana revela o reino
da mais elevada realidade e domina o veneno da ignorância ou da desilusão. Sua
sabedoria é considerada a origem ou o total de todas as sabedorias dos Budas
Dhyani.
Vairochana é, usualmente, localizado no centro da
mandala dos Budas Dhyani. De acordo com alguns textos, ele se posiciona a
Leste. Sua cor é branca (ou azul), simbolizando a consciência pura. Ele governa
sobre o elemento éter e incorpora o skandha da consciência. Em alguns sistemas,
é associado com o skandha da forma.
Seu símbolo é dharmachakra, a Roda do Ensinamento ou a
Roda da Lei. Denota o ensinamento do Buda. Seus oito raios representam as Oito
Nobres Sendas que Gautama revelou em seu primeiro sermão, após a iluminação.
Esse símbolo é impresso em toda a margem da litografia. O trono de lótus de
Vairochana é sustentado por um leão, símbolo da coragem, ousadia e um espírito
zeloso, impetuoso e avançado.
O mudra de Vairochana é o mudra do dharmachakra, o
gesto de girar a Roda do Ensinamento. Por ele personificar a sabedoria de todos
os Budas, o bija de Vairochana é o som universal Om. Seu mantra é: Om
Vairochana Om.
Essa estátua, como outras esculturas tibetanas dos
séculos XIII ao início do século XV, mostra sofisticação nos detalhes e na
aplicação de incrustação e de inserção de jóias.
9º Passo - 2ª Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico,
as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.
2ª Estação da Cruz:
A 2ª estação da
cruz é o Corpo Emocional (que está sob a Hierarquia do signo de Leão do Planeta
Sol). Nessa estação deve o estudante ter em mente que ao “começar o caminho”
terá que se destituir da ingratidão, negligencia, irreflexão, e cegueira
espiritual. Tendo a ajuda da Hierarquia da Hora
8º Passo - 2ª Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo Manifesto
2ª Estação e a 8ª Estação da Cruz:
Na 2ª estação e
na 8ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra da Alma do 7º
Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como o eixo 1 – 7 (hum - sete). Este
eixo faz a Cruz de Fogo Violeta com o eixo 4 – 10 (quatro – dez).
7º Passo - 2ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo
Manifesto.
Elemento Água, os
Signos e Planetas.
Para
caminharmos nesse passo colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo
do Suporte da água, Gerante HÊ e seus três signos e respectivos planetas.
Suporte da Água
Gerante HÊ
2º - Escorpião – Plutão
Aqui deve ser exercitada a 2ª Estação da Cruz.
6º Passo - 2ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões
de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.
Elemento Água,
os Signos e Planetas.
Para
caminharmos nesse passo colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo
do Suporte da água, Gerante HÊ e seus três signos e respectivos planetas para
colocar dois dos Vinte e quatro Anciões de cada Estação da Cruz no Mundo
Manifesto.
Suporte da Água Gerante HÊ
2º - Escorpião – Plutão
Aqui deve ser exercitada a 2ª Estação da Cruz.
Meditar com dois dos Vinte e Quatro Anciões desta
Estação da Cruz.
Anciões: 9º -
Aaetpio - 25-NThH- 26-HAA- 27-YRTh-
10º
- Aapdoce – 28-ShAH-
29-RYY- 30-AUM-
(Dominações – Arcanjo: Tsadkiel)
5º Passo - 2ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Suporte da Água, Gerante HÊ (Elemento)
2º - Escorpião – Plutão
Aqui deve ser exercitada a 2ª Estação da Cruz.
25 – NThH
– 28 – ShAH -
26 – HAA
– 29 – RYY -
27 – YRTh
– 30 – AUM –
4º Passo - 2ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Aqui nesse
ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em
correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.
Iniciamos o
estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino.
2ª Estação e a 8ª Estação da Cruz:
Na 2ª estação
da cruz em Leão (Sol), na Hora 7 e na 8ª estação da cruz em Aquário (Urano), na
Hora 1 nos encontramos na Sephirah Hod, a
Glória.
H O D
(O Oitavo Caminho)
Título: HOD, a Glória. O siginificado da palavra hebraica HOD
é Glória, o que sugere de pronto a mente que, nesta sefira, a 1ª esfera em que
as formas estão definitivamente organizadas, o esplendor do primordial se
revela à consciência humana. A Glória de Deus só pode brilhar na manifestação
quando existe forma que a manifestam. À esfera de HOD pertencem as formas
divinas animadas por Netzah, que lhes dá vida. Preside o raciocínio mental,
lógico e científico.
Imagem Mágica:
Um
hermafrodita. Na imagem mágica de HOD, pode-se perceber até que ponto a
natureza dinâmica e formal do trabalho
mágico está resumida no símbolo do ser em que se combinam os elementos
masculinos e femininos (possui dupla polaridade).
Hod é
essencialmente a Esfera das formas animadas pelas forças da natureza e
inversamente é a esfera em que as forças da natureza assumem uma forma
sensível.
Localização na Árvore
Na base do Pilar da Severidade.
Texto Yetzirático
O Oitavo
Caminho chama-se Inteligência Absoluta ou Perfeita, pois é o instrumento do
Primordial, e não possui raízes com as quais possa penetrar e
implantar-se, salvo nos lugares ocultos
de Gedulah, da qual emana sua essência
característica.
O texto declara
que HOD é a Inteligência Perfeita porque é o instrumento do Primordial, em
outras palavras, é o poder em equilíbrio pois a palavra “Instrumento” implica
uma posição intermediária entre dois extremos.
O Nome Divino
Elohey
Tzebaoth, o Deus das Hostes.
As tres
Sephirot do Pilar Negativo da Árvore tem a palavra Elohim como parte do nome
Divino. Tetragrammaton Elohim em Binah, Elohim Gebor em Geburah e Elohim
Tzabaoth em Hod.
A palavra
Tzabaoth siginifica Hoste, ou armada. Temos, assim, a idéia da vida divina que
se manifesta em Hod por meio de uma hoste de formas animadas com força, em
oposição á atividade fluidica de Netzach.
Arcanjo Raphael
O Divino
Médico, que pode ser visualizado com asas douradas, vestes amarelas com zonas
azul-violeta e um cinturão azul-violeta. Está ligado a tudo que tem a ver com a
vida, saúde, iluminando espeiritual/ revitalizando as energias da aura.
Alguns
cabalistas relacionam Miguel com Tiphereth, que também é um Arcanjo Solar.
Coro Angélico
Beni Elohim,
Filhos de Deus (que de acordo com a tradição eram andrógenos).
Temos novamente
o conceito dos Deuses das Hotes, ou
armadas. Um dos conceitos mais importantes da ciência arcana diz respeito à
operação do criador por meio dos intermediários. O iniciado concebe Deus como o
Grande Arquiteto do Universo, que desenha seus projetos no plano dos arquétipos
e a Quem recorrem os videntes, os arcanjos, em busca de instrução, dirigindo as
armadas dos operários humildes que acentam pedra sobre pedra de acordo com o
plano arquetípico do superior.
Chákra Cósmico
Kokab,
Mercúrio.
O Chakra
Mundano de Hod, é Mercúrio, é o Planeta mais iluminado que corresponde ao Deus
Egípcio Hermes Trimegistos, autor da quase totalidade da magia, fazendo jus ao
seu nome de tres vezes sábio.
Hermes com o
seu Raio ilumina tanto a mente inferior como a intuição.
Hod é a esfera
da filosofia esotérica e mágica, é o caminho laranja da filosofia ocultista e
mágica, o raio natural de Hermes sob a presidência de Hod.
Experiência Espiritual
A experiência
espiritual atribuída a esta séfira é a Visão do Esplendor, que é a compreensão
da Glória de Deus manifestada no mundo criado (Universo Visível).
O iniciado de
Hod vê além das aparências das coisas criadas e percebe os seu criador; é na
compreensão do esplendor da natureza como a veste do Inefável, ele recebe a sua
iluminação e se torna um co-operador do Grande Artífice. É essa compreensão das
forças espirituais que manipulam todas as manifestações e aparições que é a
chave dos poderes de Hod tal como são eles considerados na Magia da Luz. É
formando-se um canal para estas forças que o Mestre da Magia Branca ordena as
esferas de forças desequilibradas, não utilizando os poderes para a sua vontade
pessoal. Ele é o equilibrador do desequilibrado, não o manipulador arbitrário
da natureza.
Virtude: Veracidade
Nessa esfera,
que é a esfera de Mercúrio – Hermes, deus da ciência e dos livros, vemos
claramente que a virtude suprema é a Veracidade, e que o aspecto contrário
desta Séphira é aquele que Mercúrio revela em seu aspecto como deus dos ladrões
e dos trapaceiros astutos. Na ética esotérica, acredita-se que cada plano tem o
seu padrão de certo e errado.
O padrão do
plano físico é a força.
O padrão do
plano astral é a beleza.
O padrão do
plano mental é a verdade.
O padrão do
plano espiritual é o certo e o errado, tal como entendemos estes termos.
Portanto não
existe ética, a não ser em termos de valor espiritual, tudo o mais é
transitório. Na esfera que é essencialmente a esfera da mente concreta, é
lógico que se atribua como virtude suprema A
VERACIDADE.
Vício
Falsidade, desonestidade.
Correspondência no
Microcosmo
Os quadris e as pernas.
Símbolos
Nomes e Versículos: Avental.
Os nomes: São
palavras de poder por meio das quais o Mago resume e evoca na consciência das
potências multiformes dos Beni Elohim. (Nomes mágicos que se baseiam no valor
numérico das consoante deste ou daquele alfabeto sagrado).
Versículos: São
frases mântricas, e um mantra é uma frase sonora que, quando repetida
indefinidadamente à maneira de um rosário, opera sobre a mente como uma forma
especial de auto sugestão.
Avental: É o
traje característico do iniciado nos Mistérios Menores, que é sempre
qualificado figurativamente como um pedreiro, isto é, um construtor de formas,
e como a Séphira Hod é a Séphira das operações dos construtores de formas
mágicas, o símbolo que lhe corresponde é bastante pertinente.
Cartas do Tarô
Os quatro Oitos
Oito de
Paus: Rapidez
Oito de
Copas: Sucesso abandonado
Oito de
Espadas: Força diminuída
Oito de
Ouros: Prudência
O conceito da
relação e da satisfação inibidas está expresso no título do Oito de Copas do
Tarô, cujo nome secreto é Sucesso Abandonado. O naipe de Copas está sob a
influência de Vênus e representa os diferentes aspectos e influência do amor. O
Sucesso Abandonado, a inibição da reação instintiva, que daria a satisfação –
em outras palavras, a sublimação -, é a chave dos poderes de Hod. Mas lembramos
que a sublimação não é a mesma coisa que repressão ou erradicação, e se aplica
ao instinto de auto preservação assim como o instinto de reprodução.
O mesmo
conceito reaparece no título secreto do Oito de Espadas, que é o Senhor da
Força Diminuída. Temos, nestas palavras, uma clara imagem da suspensão e
retenção do poder dinâmico que procuramos controlar.
O Oito de Ouros
que representa a natureza de Hod manifesta no plano material, temos o Senhor da
Prudência – que á também uma influência restritiva. Mas essas tres cartas
negativas se resumem sob o governo do Oito de Paus, que representa a ação da
Esfera de Hod no plano espiritual, e essa carta recebe o nome de Senhor da
Rapidez.
Vemos, pois,
que é pelas inibições e restrições dos planos inferiores que a energia dinâmica
do plano superior pode ser utilizada. É na esfera de Hod que a mente racional
impõe essas inibições à natureza animal dinâmica da alma, condensando-as,
formulando-as e dirigindo-as por meio de sua limitação e impedindo-lhes a
difusão. É essa operação da magia que trabalha com os símbolos. Por meio dela,
as forças naturais livres são reprimidas e dirigidas aos fins desejados. Esse
poder de direção e controle só pode ser obtido pelo sacrifício da fluidez, e
Hod é, por conseguinte, justamente considerado como o reflexo de Binah através
de Chesed.
Cores nos Mundos
Atizluth: Violeta-púrpura.
Briah: Laranja
Yetzirath:
Vermelho-roxo
Assiah: Preto-amarelado, salpicado de branco.
3º Passo - 2ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
A 2ª estação da cruz em Áquario.
A 2ª estação da
cruz em Áquario é aos 30 minutos da 7ª Hora do Relógio e o 2º Raio Cósmico.
A 2ª estação da
cruz em Áquario é na Sephirah Yesod.
2º Passo - 2ª
Estação
(Movimento Ziguezague)
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de
Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.
Hostes Angélicas no
Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto.
A 2ª estação da cruz em Áquario:
A 2ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 7ª Hora do Relógio e
o 2º Raio Cósmico.
A 2ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah
GABRIEL (Anjos)
72 – MVMIH – 68 –
ChBVIH -
71 – HYYEL – 67 –
AIOEL -
70 – IBMIH – 66 –
MNQEL -
69 – RAHEL – 65 –
DMBIH -
1º Passo - 2ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, A Arvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos
Enochianos no Mundo Manifesto.
Elemento Água,
os Signos e Planetas.
Para
caminharmos nesse passo colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo
do Suporte da água, Gerante HÊ e seus três signos e respectivos planetas para
colocar as Cruzes de Fogo Cósmico.
Suporte da Água
Gerante HÊ (Movimento Triangular)
2º - Escorpião
– Plutão - Daath - Os 4 Arcanjos:
Miguel – Raphael – Uriel – Gabriel
Aqui deve ser
exercitada a 2ª Estação da Cruz.
A Cruz de Fogo
Cósmico aqui colocada será para a Estação o comando da Cruz de Fogo Verde.
MIGUEL (Virtudes,
Sul, Poder, Fogo, Roxo)
48 -
MIHEL – 44 – YLHIH -
49 -
OshLIH –
43 – VVLIH -
50 -
ORIEL –
42 – MIKEL -
51 -
SALIH –
41 – HHHEL –
RAPHAEL (Arcanjos, Leste, Luz, Ar, Amarelo Ouro)
64 – MChIEL
– 60
– MTzREL –
63 – ONVEL
– 59
– HRChEL –
62 – IHHIH
–
58 – YYLEL –
61 – VMBEL – 57 – NMMIH –
URIEL ou HANIEL (Principados,
Norte, Estabilidade, Terra, Amarelo
Limão/Verde
Oliva/Marrom e Negro))
56 – PVIEL – 52 –
OMMIH -
55 – MBHIH – 51 –
HChShIH -
54 – NIThEL – 50 –
DNYEL -
53 – NNAEL – 49 –
VHVEL -
GABRIEL (Anjos, Oeste, Visão interna, Água, Azul)
72 – MVMIH – 68 – ChBVIH -
71 – HYYEL – 67 –
AIOEL -
70 – IBMIH – 66 –
MNQEL -
69 – RAHEL – 65 –
DMBIH -
12º Passo - 3ª
Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Raios
Cósmicos no Mundo Manifesto
3ª Estação da Cruz:
A 3ª estação da
cruz é o símbolo da 1ª “queda” e o Raio Cósmico é o 3º Raio. Nessa estação deve
o estudante ter em mente que ao “cair” no caminho terá que se destituir de todo
conceito de “falsidade de amar” uma oposição ao 3º Raio Cósmico.
Terceiro Raio
Objetivo deste raio é Vitória
Chohan -
Paulo, o Veneziano
Elohim - Heros e Amora
Arcanjo - Chamuel e Caridade
Dia - Segunda-feira
Cor - rosa (pink)
Chakra - do coração 12 pétalas. Ele
é o chakra da transferência do poder dos chakras Alfa, de polaridade masculina,
na parte superior do corpo, para os chakras Omega, de polaridade feminina na
parte inferior do corpo. É o centro do amor divino
Localização - no meio do peito, na
altura do coração físico.
O que polui este Chakra - desamor
Instrumento Musical Ativador - harpa
Mantra - Coração, Cabeça e Mão (os 3
primeiros decretos)
Qualidade: Vitória, Amor Divino,
Abnegação, Beleza - conforto, Graça, Harmonia, Criatividade, Magnetismo
espiritual, Compaixão, Unidade, Adesão, Coesão, Comunhão com a vida, Batismo do
Espírito Santo.
Perversão: amor humano, vaidade,
feiúra, desconforto, negligência, sensualidade, magnetismo animal, auto
piedade, simpatia humana, desunião, desintegração, decadência.
11º Passo – 3ª Estação
As 14 Estações
da Cruz em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto
3ª Estação e a 9ª
Estação da Cruz:
Na 3ª estação e
na 9ª estação da cruz o chacra é o do Coração do 3º Raio Cósmico. Quando
visualizada no Eixo é o do Chacra Plexo Solar do 6º Raio Cósmico e é conhecido
como o eixo 2 – 8 (dois - oito).
CHAKRA DO
CORAÇÃO:
O Chakra do
Coração possui 12 Pétalas. É Através deste chakra que recebemos o poder do nosso Eu Perfeito
, o Cristo Pessoal. Este é o Chakra
intermediário entre os Chakras
Superiores e os Chakras Inferiores, os Chakras Superiores ao do coração, carregam a polaridade Masculina
/ Alfa, Os
Chakras inferiores carregam a polaridade Feminina/Omega. Este é
o Chakra do centro da figura oito, o
chakra do Cristo, que é o intermediário entre o Céu e a Terra, entre o pai e o
filho. No Relógio Cósmico o Chakra do Coração esta localizado nas 03 hs. , na
Cruz do Poder, que é o Poder do Pai, do
Filho, da Mãe/Alma, e do Espírito Santo. A Qualidade de Deus como Controle nas 3hs.e Realidade nas 9 hs, estão
ancorados neste Chakra. Controle aqui, é o controle mental do indivíduo, as
rédeas da mente / corpo mental.
Realidade aqui, é a realidade da idéia
manifestada na forma física. Este chakra é a fonte da energia transmutadora Divina. É colocando a
mão esquerda no chakra do coração e a direita sobre ou apontando, que
conseguimos transferir a energia do
cristo para fazermos um trabalho especifico de cura ou até mesmo de defesa
ao se utilizar a
Espada de Luz. . Cada uma das 12 Pétalas
deste chakra, corresponde ao poder de energia e virtudes divinas
necessárias nos doze chakras, para
suprir a necessidade de evolução dos quatro corpos com a chama trina em cada
chakra, formando quatro vezes três, que da em doze.
CHAKRA DO SOLAR
PLEXUS:
O Solar Plexos/
Plexo Solar que significa Cadencia Solar/ Seqüência Solar ou seja, Um Sol Atrás do outro.
localiza-se no umbigo, tem 10 Pétalas. e é verdadeiramente o lugar do Sol, a
paz do Sol e sua segurança, sua calma. Se ao invés do Sol, a cadencia for
lunar, a pessoa não terá paz de espírito e viverá em um mar de ilusão. Este
Chakra carrega a polaridade feminina.É através do Solar Plexos que o indivíduo
capta o mundo emocional. O Plexo Solar é o poder dos dez e
dos dez vezes dez. As energias que podem
ser magnetizadas do corpo emocional de Deus e ancoradas no Plexo Solar
para a cura, para a ciência, para a
abundância, estão ao seu alcance. No relógio Cósmico , o Plexo Solar esta
localizado na Cruz da Sabedoria e
Criatividade, Esta Cruz é composta de
Virgem e Peixes / Chakra do
Plexo Solar nas 2 e 8 hs. e Gêmeos e
Sagitário / Chakra da Garganta nas 5 e
11hs. O que significa que tudo o que se fala, ouve, e cheira, pode afetar o
chakra do Plexo Solar. Por estar
intimamente ligado ao Chakra
da Garganta que regula
a Otorrinolaringologia.
10º Passo - 3ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no
Mundo Manifesto.
3ª Estação e a 9ª Estação da Cruz:
No eixo 2 – 8
(dois - oito) dessas estações encontramos nome de Akshobya que significa
"Imutável" ou "Inabalável". A Sabedoria que reflete todas
as coisas, calmamente e sem crítica, como num espelho, revelando a verdadeira
natureza. A Sabedoria Semelhante ao Espelho é o antídoto dos venenos do ódio e
da raiva.
Akshobya
O nome Akshobya significa
"Imutável" ou "Inabalável". A Sabedoria que reflete todas
as coisas, calmamente e sem crítica, como num espelho, revelando a verdadeira
natureza. Um texto diz: "Exatamente como se vê o próprio reflexo no
espelho, assim o Dharmakaya é visto no Espelho da Sabedoria."
Na mandala dos Cinco Budas Dhyani,
Akshobya é usualmente posicionado a Leste (que é na base) mas, às vezes, é
colocado no centro. Sua cor é azul. Ele governa sobre o elemento água e
personifica o skandha da forma. Em alguns sistemas, ele é associado com o
skandha da consciência. O trono de lótus de Akshobya é sustentado por um
elefante, símbolo de firmeza e força.
Seu símbolo é o vajra, também chamado
de raio com trovão ou cetro de diamante, representado nesta mandala, acima de
sua cabeça, diretamente abaixo de Vairochana. O vajra denota iluminação, a
indestrutível, adamantina natureza da pura consciência, ou a essência da
Realidade. Em algumas tradições, o vajra significa a união do homem com o Buda;
uma extremidade do vajra simboliza o reino macrocósmico do Buda e a outra
extremidade o reino microcósmico do homem.
O mudra de Akshobya mostrado aqui, e
produzido pela sua mão direita , é o bhumisparsha mudra, o gesto de tocar o
chão. Denota o estado inabalável. Esse é o mudra que Gautama usou para chamar a
Terra, quando desafiado pelo Mal, Mara, para que testemunhasse o seu direito de
atingir a iluminação.
O paraíso de Akshobya é Abhirati, a
Terra de Extraordinário Grande Deleite. Os budistas acreditam que qualquer um
que lá renasça, não cai a um nível inferior de consciência. O bija de Akshobya
é Hum e o seu mantra é: Om Akshobya Hum
9º Passo - 3ª Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, o Relógio Cósmico, as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.
3ª Estação da Cruz:
A 3ª estação da
cruz é o Corpo Emocional (que está sob a Hierarquia do signo de Virgem do
Planeta Mercúrio). Nessa estação deve o estudante ter em mente que na “primeira
queda” terá que se destituir da injustiça, frustração e ansiedade. Tendo a
ajuda da Hierarquia da Hora 8. Lorde Lanto, os Senhores da Sabedoria e Todos os
Grandes Seres da Hierarquia do signo de Virgem do Planeta Mercúrio. Nessa
estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia de suas qualidades
divinas. Justiça, Satisfação e Paciência.
8º Passo - 3ª Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo
Manifesto
3ª Estação e a 9ª
Estação da Cruz:
Na 3ª estação e
na 9ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra do Plexo Solar
do 6º Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como o eixo 2 – 8 (dois - oito).
Este eixo faz a Cruz de Fogo Púrpura com o eixo
5– 11 (cinco -
onze).
7º Passo - 3ª
Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário, nos Quatro
Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo Manifesto.
Elemento Água,
os Signos e Planetas.
Para
caminharmos nesse passo colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo
do Suporte da água, Gerante HÊ e seus três signos e respectivos planetas.
Suporte da Água
Gerante HÊ
3º - Peixes – Netuno
Aqui deve ser exercitada a 3ª Estação da Cruz.
6º Passo - 3ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões
de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.
Elemento Água, os Signos e Planetas.
Para caminharmos nesse
passo colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da
água, Gerante HÊ e seus três signos e respectivos planetas para colocar dois
dos Vinte e quatro Anciões de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.
3º - Peixes –
Netuno
Aqui deve ser exercitada a 3ª Estação da Cruz.
Meditar com dois dos vinte e quatro anciões desta
Estação da Cruz
Anciões:
Alndood – 31-LKB-
32-VShR- 33-YChV-
Arinnap – 34-LHCh- 35-KVQ- 36-MND-
5º Passo - 3ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Suporte da Água, Gerante HÊ
3º - Peixes – Netuno –
Aqui deve ser exercitada a 3ª Estação da Cruz.
Dominações (Arcanjo: Tsadkiel)
31 – LKB – 34 – LHCh
–
32 – VShR – 35 – KVQ –
Potências (Arcanjo:Kamael) 36 – MND –
33 – YChV -
4º Passo - 3ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Aqui nesse
ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em
correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.
Iniciamos o
estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino.
3ª Estação e a 9ª
Estação da Cruz:
Na 3ª estação
da cruz em Virgem (Mercúrio), na Hora 8 e na 9ª estação da cruz em Peixes
(Netuno), na Hora 2 nos encontramos na Sephirah Netzach, a
Vitória.
N E T Z A C H
(O Sétimo Caminho)
Título: Netzach, Vitória.
Compreendemos
melhor Netzach contrastando-a com Hod, a Esfera de Mercúrio, pois ambas
representam, como já vimos a força e a forma
num arco inferior. Netzach representa os instintos e as emoções e Hod
simboliza a mente concreta. No macrocosmo elas representam dois níveis do
processo de concretização da força da forma. Em Netzach, a força ainda se move
com certa liberdade, detendo-se apenas nas formas extremamente fluídicas e de
movimento incessante, e em Hod ela toma pela primeira vez uma forma definida e
permanente, embora de natureza extremamente tênue. Em Netzach, uma forma
particular de força se manifesta, traduzida em seres que se movem para frente e
para trás nos limites da manifestação, de maneira extremamente indefinida. Tais
seres não tem personalidades individualizadas. Em Hod, contudo, cada unidade se
individualiza, e a existência apresenta continuidade. A mente é grupal em
Netzach, mas Hod inicia o processo da mente humana.
Estamos agora
na Esfera da ilusão, e que o que é descrito em termos de formas são aparências
representadas pelo intelecto para si mesmo e projetadas na luz astral como
formas mentais. Tudo que é recebido pelos olhos do intelecto e pelas
contemplações da fé tem sua base metafísica em Chokmah, a Sephira Suprema do
topo do Pilar da Misericórdia. Mas, em Netzach, ocorre uma grande mudança em
nosso modo de entender os diferentes tipos de existência atribuídos a cada Séphira.
De Kether a Netzach, percebemos por meio da intuição, nossas apreensões eram
informes, ou pelo menos, representadas por símbolos altamente abstratos, estes
não se manifestam depois de Tiphereth, e chegamos a símbolos concretos. Como a
rosa, atribuída a Vênus, para Netzach e, o caduceu, atribuído a Mercúrio, para
Hod.
Em Tiphereth, a
Inteligência Mediadora, decopõe a Luz Branca da Vida Única, tal como um prisma,
de modo que ela se torna o Esplendor Refulgente de inúmeros matizes
Esses raios não
são representados como a pura luz branca pela qual vemos todas as coisas em
suas cores verdadeiras, mas como uma cor de diversas nuances, cada uma das
quais revela e intensifica algum aspecto de manifestação especializado.
Toda vida ou
forma de força que se manifesta em Netzach é uma manifestação parcial, mas
especializada; por conseguinte, nenhum ser que tem como esfera de evolução a esfera de Netzach poderá
experimentar um desenvolvimento completo, mas será sempre uma criatura de uma
idéia, de uma única função, simples e estereotipada. É o fator Netzach em nós a
base de nossos instintos, cada dos quais, em sua essência não –
intelectualizada, dá origem aos reflexos apropriados.
É muito
importante para nós compreender que essas Sephiroth inferiores do plano da
ilusão são densamente povoadas pelas formas mentais; e que tudo o que a
imaginação humana foi capaz de conceber, embora confusamente, tem uma forma
revestida de luz astral, e que tanto mais a imaginação humana se aplicar em
realizá-la, mais definida essa forma se tornará. É por essa razão as gerações
de videntes, quando procuram discernir a natureza espiritual e a essência
íntima de qualquer forma de vida, encontrarão essas imagens, as “criações do
criado”, que foram iludidos, tomando-as erroneamente pela própria essência
abstrata, que não se encontra em qualquer plano que fornece imagens a visão
psiquica, mas apenas aqueles que são percebidos pela intuição pura.
Em Netzach
temos a forma mais tênue dessas coisas e elas são percebidas muito mais pela
“contemplações da fé” do que pelos “olhos do intelecto”. Na esfera de Hod,
executam-se todas as operações mágicas em que o próprio intelecto surge para
conferir forma e permanência a essas imagens tênues e flutuantes; mas, na
esfera de Netzach, tais operações não ocorrem em qualquer grau; todas as formas
divinas em Netzach são reverenciadas por
meio das artes, e não concebidas por meio de filosofias. Não obstante,
para todos os propósitos práticos é impossível separar as atividades de Hod de
Netzach. As funções de Netzach estão implícitas em Hod porque Netzach emana
Hod, e os poderes desenvolvidos pela evolução na esfera de Netzach são a base
das capacidades de Hod.
Os contatos de
Netzach não se fazem concebendo-se a vida filosofocamente, nem por meio do psquismo ordinário criador de
imagem, mas pelo “sentimento adequado”. É por meio da dança, do som e da cor
que entramos em contato com os anjos de Netzach e podemos evocá-los.
As Tres
Supremas e o primeiro par de Sephiroth manifestadas, Chesed e Geburah,
representam o Eu Superior, tendo Tiphereth como ponto de contato com o Eu
Inferior. As quatro Sephiroth inferiores, Netzach, Hod, Yesod e Malkuth
representam o Eu Inferior, ou personalidade, a unidade de encarnação, tendo
Tiphereth como ponto de contato com o Eu Superior que é às vezes chamado de
Anjo da Guarda Sagrado.
Do ponto de
vista da personalidade, Tiphereth representa a consciência superior, ciente das
coisas espirituais; Netzach representa os instintos e Hod o intelecto. Yesod
representa o quinto elemento o Éter, e Malkuth, os quatro elementos, que são o
aspecto sutil da matéria. O intelecto humano médio só pode compreender a
natureza da matéria densa, Malkuth, e do intelecto, Hod, ambos aspectos
concretos da existência. Ele não pode apreciar as forças que edificam as
formas, representadas por Netzach, a esfera dos instintos, e Yesod, ou duplo
etéreo ou corpo sutil.
É por meio de
Netzach, em nossa natureza, que as forças elementais tem acesso à consciência;
sem Netzach, elas permanecem na esfera subconsciente de Yesod trabalhando cegamente.
Todo nível de manifestação tem sua prórpria ética ou padrão que não devemos
confundir os planos esperando de um o padrão do outro que não lhe é aplicável.
No reino da mente, a ética é verdade; no plano astral, que é a esfera das
emoções e dos instintos, a ética é a beleza.
Ao penetrar na
região das quatro Sephiroth inferiores estamos na esfera da mente humana.
Consideradas subjetivamente elas constituem a personalidade e seus poderes. O
objetivo da iniciação oculta é desenvolver esses poderes e, considerados do
ponto de vista superior como sempre devería ser, sob pena de degenerar da magia
negra, uni-los com Tiphereth, que é o ponto focal do Eu Superior ou
Individualidade.
Se levantarmos
a ponta do Véu do Templo e revelarmos o fato de que o sexo é simplesmente uma
instância especial do princípio universal da polaridade, a dedução imediata é
que a polaridade e o sexo são termos sinônimos. A vida só flui através de um
circuito, isolemo-la, e ela se tornará inerte. Encaremos a personalidade como
uma máquina elétrica: ela precisa estar ligada à casa de força, que é Deus, ou
não funcionará; mas ela precisa igualmente em contato com a Terra, do contrário seu mecanismo não poderá ser
posto
Título
conferido a Netzach: FIRMEZA.
Imagem Mágica:
Uma bela mulher nua.
Sendo Netzach
uma Sephira positiva, a primeira vista parece estranho um aspecto feminino, uma
imagem de uma bela mulher nua estar vinculada a uma Sephira masculina. É o
aspecto feminino da forma equilibrando o aspecto masculino da força; indica a
importância do desenvolvimento harmônico dos dois aspectos: a força e a forma.
Localização na Árvore
Na base do Pilar da Misericórdia.
Texto Yetzirático
O Sétimo
Caminho chama-se inteligência oculta porque é o esplendor refulgente das
virtudes intelectuais percebidas pelos olhos do intelecto e pelas contemplações
da fé.
O Nome Divino
Jehovah Tzabaoth, Senhor das Hostes ou Deus dos
Exércitos.
Arcanjo Haniel
O Arcanjo
Haniel , a Graça de Deus, é o da sabedoria no inter-relacionamento com todas as
coisas, sejam planetas, plantas, esferas ou homens. Pode ser representado como
uma chama verde e dourada, com uma luz rosada sobre a cabeça.
Coro Angélico
Elohim ou deuses, os regentes da natureza.
Chákra Cósmico
Nogah, Vênus.
Entenderemos
melhor a natureza de Netzach se lembrarmos que ela é a esfera de Vênus, isto
significa que tratamos aqui da função da polaridade, que é muito mais do que
apenas o sexo, como se concebe popularmente. É importante notar, a esse
respeito, que vênus, ou, na sua forma grega, Afrodite, não é, em absoluto, uma
deusa da fertilidade, mas a deusa do amor. No conceito grego de vida, o amor
abrange muito mais do que o relacionamento entre os sexos. A Deusa Afrodite,
regia os aspectos superiores do amor.
O culto de
Afrodite era muito mais do que o cumprimento de uma função animal,
relacionando-se, ao contrário, com a interação sutil da força vital entre dois
fatores; o curioso fluxo e refluxo, o estímulo e a reação, que exerce um papel
tão importante nas relações dos sexos, mas que ultrapassa, e muito, a esfera do
sexo.
A hetera grega
era uma mulher culta, a quem nenhum homem ousava fazer propostas sexuais,
devido a reverência com que a função do sexo era encarada entre os gregos.
Nos templos de
Afrodite, a arte do amor era cuidadosamente cultivada, sendo as sacerdotisas
treinadas desde a infância em sua habilidade. Mas essa arte não consistia
apenas em provocar a paixão, mas em satisfazê-la adequadamente em todos os
níveis de consciência; não simplesmente pela gratificação das sensações físicas
do corpo, mas pela troca etérea sutil de magnetismo e de polarização
intelectual e espiritual. Elas procuravam suprir certas necessidades mas sutis
da alma humana por meio de suas hábeis artes.
Não podemos
compreender corretamente o sexo senão compreendermos que ele é um dos aspectos
do que o esoterista chama de polaridade, e que esse é um princípio que percorre
toda a criação, sendo, de fato, a base de toda manifestação. Toda a atividade
da força está compreendida no princípio da polaridade, assim como toda a função
da forma está compreendida no princípio do metabolismo.
A polaridade
significa essencialmente o fluxo de força de uma esfera de alta pressão para
uma esfera de baixa pressão sendo os termos alto e baixo relativos. Toda esfera
de energia precisa receber o estímulo de um influxo de energia da pressão
superior e enviá-lo a uma esfera de pressão inferior. A fonte de toda energia
está No Grande Imanifesto, e ela segue seu caminho para baixo, de nível e
nível, alterando sua forma de uma esfera a outra, até se converter, finalmente,
em força “terrestre”, em Malkuth.
O ponto capital
que devemos entender é que, na árvore microcósmica há um fluxo descendente e
ascendente dos aspectos positivos e negativos de nossos níveis subjetivos de
consciência, em que o espírito inspira a mente, e a mente dirige as emoções, e
as emoções formam o duplo etéreo, e o duplo etéreo molda o veículo físico, que
é o “fio terra do circuito”.
Mas um ponto
que não compreendemos facilmente é que há um fluxo e refluxo entre cada corpo,
ou nível de consciência, e seu aspecto correspondente no macrocosmo. Assim como
há uma entrada e uma saída no nível de Malkuth por onde o corpo recebe alimento
e água como nutrição e os expulsa como escreções, assim também, há uma entrada
e saída entre o duplo etéreo e a luz astral, e entre o corpo astral e o lado
mental da natureza, e assim por diante nos planos, sendo os fatores sutis
representados pelas seis Sephirot superiores. A essência da Cabala, que é a
aplicação prática da Árvore da Vida, consiste em desenvolver esses circuitos
magnéticos de níveis diferentes, e assim fortalecer e reforçar a alma. Assim
como o corpo físico se nutre comendo e bebendo, e se mantém saudável pela
escreção adequada – processos que poderiam receber o nome de operações da
esfera de Malkuth – assim é a alma do homem vitalizada pelas operações da
esfera de Tiphereth, que se chama também a Esfera do Redentor, que confere
saúde à alma. Sabemos como a iniciação desenvolve os poderes do psiquismo
superior e permite a percepção das verdades superiores; o que não compreendemos
é que, para percorrer a escala plena do desenvolvimento humano, precisamos
também desenvolver nosso poder para entrar em contato com a energia natural em
sua forma essencial representada pela esfera de Netzach.
Estamos
acostumados a admitir que o espiritual e o natural são mutuamente antagônicos e que devemos despir
uma santo para vestir o outro. Não compreendemos que a matéria é espírito
cristalizado, e que o espírito é matéria volatizada, e que não existe diferença
substancial entre eles, assim como não existe entre a água e o gêlo, sendo
ambos estágios diferente da Coisa Única como os alquimistas chamam esse é o
grande segredo da alquimia, que constitue a base filosófica da doutrina secreta
da transmutação.
Em Chokmah,
portanto, temos o tremendo impulso da vida, que é a grande potência masculina
do universo; em Chesed, temos a organização das forças em complexos
interativos; em Netzach, temos uma
esfera em que a evolução, ascendendo de Malkuth como força organizada que anima
a forma vivificada, é capaz de fazer contato mais de uma vez com a força
essencial.
Experiência Espiritual
A visão da beleza triunfante.
Virtude:
Desprendimento
Vício
Impudor, Luxúria.
Correspondência no
Microcosmo
Os Rins, Os Quadris, as Pernas.
Símbolos
A lâmpada e o cinto. A rosa.
Observamos, de
imediato, que o simbolismo contém duas idéias distintas: a idéia do poder e a
idéia da beleza, o que evoca o amor que existia entre Vênus e Marte de acordo
com o velho mito. Vemos que o simbolismo de Marte ou da Vitória está associado
ao macrocosmo, e que o simbolismo de Vênus, o amor, ao aspecto microcosmo ou
subjetivo.
A lâmpada: Os
quatro elementos são associados as quatro Sephiroth inferiores, e o elemento
fogo está associado a Netzach. A lâmpada é a arma mágica utilizada nas
operações do elemento fogo. Daí a associação com Netzach.
O elemento fogo
está associado a energia ignea no coração da natureza, e vincula-se ao aspecto
marciano da Séphira Vênus.
O Cinto e a
Rosa explicam-se por si mesmo, pois estão tradicionalmente associados a Vênus.
Cartas do Tarô
Os quatro Sete
Consideramos
oportuno explicar o que representam essas cartas menores de Tarô. Elas
simbolizam os diferente modos de funcionamento das diferentes forças
sephiróticas nos Quadro Mundos dos Cabalistas.
O naipe de Paus
corresponde a um nível espiritual
O naipe de
Copas ao nível mental
O naipe de
Espadas ao plano astral
E o naipe de
Ouros ao plano físico.
Sete de
Paus: valor
Sete de
Copas: o sucesso ilusório
Sete de
Espadas: esforço instável
Sete de
Ouros: sucesso incompleto
O nome
cabalístico do Sete de Ouros é o Sucesso Incompleto, que devemos apenas passar
em revista as vidas de Cleópata, Isolda e Heloisa para compreender que Vênus no
plano físico tem por divisa “Pelo Amor, renuncio ao Mundo”.
O título
secreto do Sete de Espadas é Esforço Instável, o qual expressa bastante bem a
ação de Vênus na esfera das emoções, com sua intensidade efêmera.
O título
secreto do Sete de Copas é o Sucesso Ilusório. Essa carta representa a operação
de Vênus na esfera da mente, onde sua influência em nada contribui para tornar
claras as concepções. Acreditamos no que queremos acreditar quando estamos sob
a influência de Vênus.
Apenas na
esfera do espírito, Vênus está em seu lugar adequado. Aqui, o Sete de Paus,
recebe o nome de Valor, que descreve convenientemente a influência dinâmica e
vitalizante exercida quando seu significado espiritual é compreendido e
empregado.
As quatro
Cartas de Tarô atribuídas a Netzach revelam de maneira muito interessante a
natureza da influência venusiana quando esta atinge os planos. Elas nos ensinam
uma lição muito importante, mostrando como essa força é essencialmente
instável, quando não tem raízes num princípio espiritual. As formas inferiores
do amor são as emoções, e nestas não nos podemos fiar; mas o amor superior é
dinâmico e energizador.
Cores nos Mundos
Atizluth: Âmbar
Briah: Esmeralda
Yetzirath: Verde-amarelo brilhante
Assiah: Oliva salpicado de ouro.
3º Passo - 3ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
A 3ª estação da cruz
em Áquario:
A 3ª estação da
cruz em Áquario é aos 30 minutos da 8ª Hora do Relógio e o 3º Raio Cósmico.
A 3ª estação da
cruz em Áquario é na Sephirah em Hod.
2º Passo - 3ª
Estação
(Movimento Ziguezague)
As 14 Estações da Cruz em Aquário e A Arvore da Vida
com as Dez Sephiras e mais as manifestações de Daath (conhecimento) e ao Ain
Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.
Hostes Angélicas no Relógio Cósmico em Assiah o Mundo
Manifesto.
A 3ª estação da cruz em Áquario:
A 3ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 8ª
Hora do Relógio e o 3º Raio Cósmico.
A 3ª estação da
cruz em Áquario é na Sephirah
Raphael (Arcanjos)
57-NMMIH- 61-VMBEL-
58-YYLEL- 62-IHHIH-
59-HRChEL- 63-ONVEL-
60-MTzREL- 64-MChIEL-
1º Passo - 3ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos
Enochianos no Mundo Manifesto.
Elemento Água, os
Signos e Planetas.
Para caminharmos nesse passo colocaremos em uso o ensinamento dos
Suportes partindo do Suporte da água, Gerante HÊ e seus três signos e
respectivos planetas para colocar as Cruzes de Fogo Cósmico.
Suporte da Água Gerante HÊ (Movimento Triangular)
3º - Peixes –
Netuno - Chokmah - Os Querubin.
A 2ª ordem da
1ª Hierarquia das Hostes Angélicas.
Aqui deve ser
exercitada a 3ª Estação da Cruz.
A Cruz de Fogo
Cósmico aqui colocada será para a Estação o comando da Cruz de Fogo Púrpura.
9
- HZIEL - 13 –
YZLEL -
10
– ALDIH - 14 –
MBHEL -
11
– LAVEL - 15 –
HRIEL -
12
– HHOIH - 16 –
HQMIH –
(Arcanjo: Ratziel)
12º Passo - 4ª
Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Raios
Cósmicos no Mundo Manifesto
4ª Estação da Cruz:
A 4ª estação da
cruz é o símbolo do encontro com sua Mãe e o Raio Cósmico é o 4º Raio. Nessa
estação deve o estudante ter em mente que o encontro no caminho terá que se
destituir de todo conceito de “filiação carnal”, uma oposição ao 4º Raio
Cósmico.
Quarto Raio
Objetivo deste raio é a harmonia
Chohan -
Serapis Bey
Elohim - Astrea e Pureza
Arcanjo - Gabriel e Esperança
Dia - Sexta-feira
Cor - Branca
Chakra - da base ou Kundhaline, 4
pétalas. Este Chakra carrega a polaridade feminina. É o centro da harmonia
Localização - na base da coluna
vertebral
O que polui este Chakra - mal uso do
sexo e desarmonia
Instrumento Musical Ativador -
tambor
Mantra - decreto da ascensão
Qualidade - Pureza, Perfeição, Auto
disciplina, Moralidade, Esperança, Vida, Espirais positivas, Alegria, Êxtase
espiritual, Unidade, Perfeição, Simetria, Geometria, Lei, Ordem,
Comensurabilidade, Em cima é como em baixo, Arquitetura divina, Molde de vida.
Perversão - impureza, imperfeição,
falta de auto controle, imoralidade, morte, desesperança, espirais negativas,
luxuria, separatividade, sem lei, anarquia, caos, ausência de interação entre
espírito e matéria, distorção dos desígnios divinos.
11º Passo – 4ª Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto
4ª Estação e a 10ª Estação da Cruz:
Na 4ª estação e
na 10ª estação da cruz o chacra é o da Base do 4º Raio Cósmico. Quando
visualizada no Eixo é o do Chacra Coronário do 3º Raio Cósmico e é conhecido
como o eixo 3 – 9 (três - nove).
CHAKRA DA BASE
DA ESPINHA
Este
Chakra é
o da Base ou Kundhaline, esta
localizado na base da
espinha, possui 4 pétalas, que demonstram o equilíbrio da
base da matéria. O triângulo no centro
mostra
a energia
que deve ser elevada para
os outros chakras. Se
este Chakra não
for bem cuidado, todos os outros
sofrerão as conseqüências, pois este Chakra serve de depósito de energia para
os outros chakras. A energia Divina desce diretamente de Deus,
penetrando o Chakra da Coroa, indo diretamente para o Chakra do da base, um
verdadeiro cálice que guarda a energia
que deve ser elevada para o Chakra do coração
que redistribui para os outros Chakras a energia
a ser qualificada. Este Chakra
carrega a polaridade feminina,
energia do Chakra da base, pode ser perdida de varias maneiras:
. Através
do escoamento que o
corre pelo abuso
das energias sexuais.
. Através
da desarmonia, como raiva,
ódio, medo, ansiedade,
tristeza, impaciência,
irritação,
impureza, etc.
Quando perdemos
esta energia que deveria alimentar
aos outros chakras, perdemos o nosso
poder de qualificar
energias como Deuses,
ou filhos de
Deus. Como é que
podemos qualificar energias que não possuímos ?
Que já foram
perdidas ? Impossível, Temos de armazenar energia pura para podermos
qualifica-la. Se queremos ser
Deuses
e ter algum
poder, temos que começar por guardar esta energia pura, sagrada e
cristalina do Chakra da
base, mantendo a
nossa harmonia, que
só poderá acontecer
com Fé, Esperança e Caridade. A
base de tudo esta na energia. Sem energia não há nada, devemos preserva-la para
podermos construir e transformar o mundo. O problema do ser humano
esta em
querer coisas demais.
Assim ele perde
a energia e
não consegue nada.
A Qualidade da Consciência
de Deus Como Pureza e
Harmonia esta ancorada
neste Chakra. É com a Pureza e a Harmonia das energias da Mãe, que
conseguimos a mestria sobre a terra/ matéria. Este Chakra
carrega a polaridade feminina. É através da mestria do
poder do 4 Raio
do Chakra da base da espinha, que se
consegue o poder de se estar
em vários os lugares do Planeta Terra ao mesmo tempo, simultaneamente.
Obtendo o poder
sobre o tempo e o espaço.
A Energia Sagrada
e pura deste
Chakra deve-se também a sua cor Branca, É com a energia pura e
cristalina do Chakra da base da Espinha, que a Magia, que significa
movimentação da energia, acontece. Este Chakra é a Base da força do Corpo
Emocional. É com esta energia que se Faz a magia negra.
O instrumento
que ativa este Chakra da base é o
tambor, a má utilização do tambor
ou bateria com ritmos de baixa vibração causa o escoamento das energias.
Os Africanos,
fazem do Samba, Jazz, Vodu,
ou mesmo o Rock dos
Americanos, uma maneira de se
tirar a
energia deste Chakra,
através do escoamento
desta energia
Ao dançar em
uma serie de
agachamentos a companhado de
uma batida de
tambor específica, a energia é empurrada para baixo em um espiral negativo.
No Vodu existem
rituais onde chegam a colocar uma
jarra em baixo da
pessoa, para receber a energia
do Chakra da
base da espinha,
energia pura e
por isto fácil
de se qualificar para ser
oferecida em rituais satânicos. A Energia do 4º Raio, o Branco, é a base de
todas as cores dos outros
raios, o que significa que
se obtivermos o
branco obteremos o poder de qualificar a Energia em qualquer outro
raio. Esta é
a Verdadeira Magia. No Relógio
Cósmico este Chakra corresponde as 06hs.
e é o único que do
outro lado do relógio, nas 12hs. tem como correspondente outro Chakra, o
Chakra da Coroa ou Cabeça. É a verdadeira interação entre o Eu Pai e o Eu da
Alma/ o ser humano. Juntamente com o
Signo de Câncer, Esta situado na Cruz
do Poder. E está qualificado com a
Harmonia de Deus, que é a base do Poder de Deus. A cruz do Poder é composta de
Câncer/ Chakra da base, nas 06hs, de Capricórnio/ Chakra da Coroa, nas 12hs. e
Aries e Libra nas 03 e 09hs. que tem o Chakra do coração, como foco de energia.
CHAKRA DO
CORAÇÃO:
O Chakra do
Coração possui 12 Pétalas. É Através deste chakra que recebemos o poder do nosso Eu Perfeito
, o Cristo Pessoal. Este é o Chakra
intermediário entre os Chakras
Superiores e os Chakras Inferiores, os Chakras Superiores ao do coração, carregam a polaridade Masculina
/ Alfa, Os
Chakras inferiores carregam a
polaridade Feminina / Omega. Este é o Chakra do centro da figura oito, o chakra do Cristo, que é o
intermediário entre o Céu e a Terra, entre o pai e o filho. No Relógio Cósmico
o Chakra do Coração esta localizado nas 03 hs. , na Cruz do Poder, que é o
Poder do Pai, do Filho, da Mãe / Alma, e do
Espírito Santo. A Qualidade de Deus
como Controle nas 3hs. e Realidade nas 9 hs, estão ancorados neste
Chakra. Controle aqui, é o controle mental do indivíduo, as rédeas da mente / corpo mental. Realidade aqui, é a
realidade da idéia manifestada na forma física. Este chakra é a fonte
da energia transmutadora Divina. É
colocando a mão esquerda no chakra do coração e a direita sobre ou apontando,
que conseguimos transferir a energia do
cristo para fazermos um trabalho especifico de cura ou até mesmo de defesa
ao se utilizar a
Espada de Luz. Cada uma das 12 Pétalas
deste chakra, corresponde ao poder de energia e virtudes divinas
necessárias nos doze chakras, para suprir a necessidade de evolução dos quatro
corpos com a chama trina em cada chakra, formando quatro vezes três, que da em
doze.
10º Passo - 4ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no
Mundo Manifesto.
4ª Estação e a 10ª Estação da Cruz:
No eixo 3 – 9
(três - nove) dessas estações encontramos o nome Ratnasambhava que significa
"A Jóia Nascida Una" ou "Origem das Jóias. Ratnasambhava
transmuta o veneno do orgulho (espiritual, intelectual e humano) em Sabedoria
da Equanimidade.
Ratnasambhava
O nome Ratnasambhava significa
"A Jóia Nascida Una" ou "Origem das Jóias". As Três Jóias
são o Buda, o Dharma e a Sangha.
O Buda é o Iluminado, o Guru, o
centro da roda da Lei. O Dharma é o Ensinamento, ou a Lei. A Sangha é a
Comunidade.
Ratnasambhava transmuta o veneno do
orgulho (espiritual, intelectual e humano) em Sabedoria da Equanimidade. Os
Budistas tibetanos ensinam que, com a Sabedoria da Equanimidade, todas as
coisas são vistas com imparcialidade divina, reconhecendo-se a igualdade divina
em todos os seres e vendo-se todos os seres e o Buda como tendo a mesma
natureza - a condição de que precisamos, diz Tucci, "para estimular a
nossa ascensão espiritual e para adquirir confiança para realizar, em nós, o
estado de Buda."11
Ratnasambhava é o Buda Dhyani do Sul.
Sua cor é amarela, a cor do Sol em seu zênite. Ratnasambhava governa sobre o
elemento terra e corporifica o skandha do sentimento ou da sensação.
Às vezes, ele é mostrado segurando
seu símbolo, o ratna (jóia) ou chintamani (jóia da realização de desejos, que
concede todos os desejos). O chintamani é um símbolo da mente libertada. O
ratna é freqüentemente representado numa forma trina como o triratna,
significando a união do Buda, Dharma e Sangha. Na mandala, o triratna é
posicionada entre Ratnasambhava e Vairochana.
O animal que sustenta o trono de
Ratnasambhava é o cavalo, denotando ímpeto e libertação. O mudra de
Ratnasambhava, formado aqui pela sua mão direita, é o varada mudra. É um gesto
de dar, ou de caridade, que o retrata oferecendo compaixão e proteção a seus
discípulos. Seu bija é Tram e seu mantra é: Om Ratnasambhava Tram.
9º Passo - 4ª Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico,
as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.
4ª Estação da Cruz:
A 4ª estação da
cruz é o Corpo Físico (que está sob a Hierarquia do signo de Libra do Planeta
Vênus). Nessa estação deve o estudante ter em mente que no “encontro com a Mãe”
terá que se destituir da desonestidade, intriga, infidelidade e traição. Tendo
a ajuda da Hierarquia da Hora 9. O Ser Poderoso Vitória, os Senhores da Individualidade
e Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Libra do Planeta Vênus.
Nessa estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia de suas qualidades
divinas. Honestidade, Confiança, Fidelidade e Organização.
8º Passo - 4ª Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo Manifesto
4ª Estação e a 10ª Estação da Cruz:
Na 4ª estação e
na 10ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra Coronário do 3º
Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como o eixo 3 – 9 (três – nove). Este
eixo faz a Cruz de Fogo Rosa com o eixo 12 – 6 (doze - seis).
7º Passo - 4ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo
Manifesto.
Elemento Ar, os Signos e Planetas.
Para
caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes
partindo do Suporte do Ar, Gerado VÔ e seus três signos e respectivos planetas.
Suporte do Ar
Gerado VÔ
1º - Libra – Vênus
Aqui deve ser exercitada a 4ª Estação da Cruz.
6º Passo - 4ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões
de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.
Elemento Ar, os Signos
e Planetas.
Para
caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes
partindo do Suporte do Ar, Gerado VÔ e seus três signos e respectivos planetas.
Suporte do Ar Gerado VÔ
1º - Libra – Vênus
Aqui deve ser exercitada a 4ª Estação da Cruz.
Meditar com dois dos vinte e quatro anciões desta
Estação da Cruz
Anciões:
SAIINOU: 37–ANI- 38-ChOM- 39-RHO-
SOAIZNT: 40-YYZ- 41-HHH- 42-MIK-
5º Passo - 4ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Suporte do Ar Gerado VÔ
1º - Libra – Vênus
Aqui deve ser exercitada a 4ª Estação da Cruz.
37–ANI- 38-ChOM- 39-RHO-
40-YYZ- 41-HHH- 42-MIK-
4º Passo - 4ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Aqui nesse
ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em
correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.
Iniciamos o
estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino.
4ª Estação e a 10ª Estação da Cruz:
Na 4ª estação da cruz em Libra (Vênus), na Hora 9 e na
10ª estação da cruz em Áries (Marte), na Hora 3 nos encontramos na Sephirah Tifereth, a
Beleza.
T I P H E R E T H
(O Sexto Caminho)
As Dez
Sephiroth Sagradas, quando dispostas na Árvore da Vida em seu padrão
tradicional, enquadram-se em tres divisões horizontais principais, assim como
nas tres divisões verticais dos pilares. A mais alta dessas divisões
horizontais consiste nas tres Supremas, que, para todos os propósitos práticos,
estão além da esfera de nossa compreensão. Postulamo-las como princípios
fundamentais que devem existir para que as manifestações subsequentes possam
ser explicadas. Elas representam o Ser Puro e os princípios opostos da
atividade e da passividade, e o nome de Tiângulo Supremo cai-lhes muito bem.
O Triângulo
funcional que vem a seguir na Árvore consiste em Chesed, Geburah e Tiphereth.
Essas esferas representam osprincípios ativos do anabolismo, do catabolismo e
do equilíbrio, e podemos aplicar-lhes apropriadamente o nome de Triângulo
Abstrato.
Considerando em
detalhes as seis Sephiroth superiores, observamos que os tres Princípios
Supremos foram a base de manifestação, e que os tres Princípios Abstratos dão
expressão à manifestação. As tres Esferas Superiores são latentes e as tres inferiores são potentes. Se
compreendermos esse ponto, descobriremos que dispomos de um sistema para
explicar a infinita diversidade da manifestação dos planos da forma, reduzindo-a
aos seus princípios primários, o que torna as relações entre elas e o modo de
sua interação e desenvolvimento claramente compreensíveis – resultado
totalmente diverso daquele que obteremos se tentarmos reduzir todas as coisas
em termos de força, em vez de resolvê-las nestes mesmos termos.
A unidade
funcional mais baixa sobre a árvore consiste não de um triângulo, mas de um
quadrado, e esse quadrado, foi afetado pela queda, erguendo-se a cabeça de
Leviatã das profundezas do abismo, num ponto entre Yesod e Tiphereth. Não lhe é
permitido ir além e por isso as seis Sephiroth superiores conservaram a sua
inocência. As quatro Sephiroth inferiores pertencem aos planos da forma, em que
a força não se move livremente, mas está encerrada, confinada, contida, sendo
libertada apenas por obra da destruição.
Tiphereth, como
já se observou, é o centro do equilíbrio da árvore. O equilíbrio dá origem a
estabilidade e a estabilidade, a coesão. De agora em diante, na rota
descendente da vida através do caminho da involução, encontramos o princípio da
coesão que exerce um papel progressivamente predominante até que em Malkuth se
encontra o apogeu.
Os princípios
ativos Triângulo Absoluto sofrem uma subdivisão e uma especialização no curso
da descida da vida através de Netzach, e em Yesod atingem um grau considerável
de exteriotipia, por meio da qual se determinam as formas de Malkuth. Assim que
Malkuth – o plano da forma pura – atinge o desenvolvimento, a corrente
evolutiva começa a voltar-se para o espírito, libertando-se da prisão da forma,
embora retendo as capacidades adquiridas pela experiência da disciplina da
forma.
São numerosos,
portanto, os princípios abstratos da função da vida que se revestem de forma
devido a influência da experiência de suas manifestações exteriores no Reino da
Forma. A influência da queda se irradiou até elas, e elas perderam sua
inocência.
Essas
considerações dão-nos a chave da natureza quaternária dos planos da forma, e
permitem-nos trilhar o Caminho do Meio, entre a credulidade e o ceticismo,
nesta esfera da ilusão, como a chamaram um tanto severamente.
A grande maré
da vida evolutiva, proveniente de uma emanação de Tiphereth parte-se na Séphira
Netzach, como num prisma, em diversos raios de manifestação; daí provém a
descrição desta Sephira “Como o Esplendor Refulgente”. Em Hod, essas forças
multifárias revestem-se de forma; e, em Yesod, elas agem como moldes etéreos
para as emanações finais de Malkuth.
A manifestação
em Malkuth completa o arco expansivo da involução, e a vida retorna sobre si
mesma para seguir um curso paralelo num arco de retorno da evolução. A
inteligência humana se desenvolve, e começa a meditar nas causas e discernir os
deuses. Os deuses são criações do criado. Nascem da adoração daqueles que o
invocam. Não são os deuses que fazem o trabalho da criação, mas sim as grandes
forças naturais, cada uma agindo de acordo com a sua natureza. Os deuses são
emanações das almas grupais das raças, e não emanações de Eheieh, o Um, o
Eterno.
Título: Tiphereth, Beleza.
Há tres importantes
chaves para a natureza de Tiphereth. Em primeiro lugar, ela é o centro do
equilíbrio de toda a árvore, estando no meio do Pilar Central; em segundo
lugar, é Kether no arco inferior e Yesod num arco superior; em terceiro lugar,
é o ponto de transmutação entre os planos da força e os da forma. Do ponto de
vista de Kether, ela é uma criança; do ponto de vista de Malkuth, é um rei; e,
do ponto de vista da transmutação de força, é um deus sacrificado.
Macroscomicamente
do ponto de vista de Kether Tiphereth é o ponto de equilíbrio de Chesed e
Geburah; microcosmicamente, ou seja, do ponto de vista da psicologia
transcendental, é o ponto em que os tipos de consciência característicos de
Kether e Yesod são concentrados num foco. Hod e Netzach encontram igualmente
sua síntese em Tiphereth.
As seis
Sephiroth de que Tiphereth é o centro, são as vezes chamadas de Adão Cadmo, o
homem arquétipo; de fato, Tiphereth não pode ser corretamente compreendida
senão como o ponto central destas seis Sephiras, que ela governa como uma rei
em seu domínio. São essas seis que, para todos os propósitos práticos
constituem o reino arquétipico que repousa atrás do reino da forma de Malkuth e
domina e determina completamente a passividade da matéria.
As tres
sephiroth inferiores agrupadas em torno de Tiphereth: Netzach, Hod e Yesod.
Netzach relaciona-se com as forças da natureza e com os contatos elementais;
Hod, com a magia cerimonial e com o conhecimento oculto; e Yesod, com o
psiquismo e o duplo etéreo. Tiphereth, assistida por Geburah e Gedulah,
representa a vidência, ou o psiquismo superior da individualidade. As quatro
Sephiroth sob Tiphereth representam a personalidade ou o eu inferior; as quatro
Sephirot acima de Tiphereth, são a individualidade, ou o eu superior, Kether é
a centelha divida, ou o núcleo da manifestação.
Tiphereth
jamais deve ser encarada como um fator isolado e sim como um vínculo, um ponto
focal, um centro de transição ou transmutação. O Pilar Central relaciona-se
sempre com a consciência. Os dois Pilares Laterais, com os diferente modos de
operação da força nos diferentes níveis.
Em Tiphereth,
encontramos os ideais arquetípicos concentrados num foco e transmutados em
idéias arquetípicas. Ela é, na verdade, o Lugar de Encarnação. Por essa razão,
chama-se a Criança. E porque a encarnação do ideal de Deus também implica a
desencarnação sacrifical, atribuem-se a Tiphereth os Mistérios da crucificação.
Em Thiphereth,
Deus se manifesta na forma e habita entre nós, isto é, penetra no âmbito da
consciência humana. Tiphereth, o Filho,
mostra-nos Kether, o Pai. Para que a forma possa estabilizar-se, as
forças que a compõem devem estar equilibradas. Por conseguinte, a idéia do
Mediador, ou Redentor, é inerente a esta Séphira. Quando a divindade, seu
próprio eu se manifesta na forma, essa forma precisa estar perfeitamente
equilibrada. Poder-se-ía corretamente inverter a proposição e dizer-se que,
quando as forças que edificam uma forma estão perfeitamente equilibradas, a divindade,
seu próprio eu, se manifesta nesta forma de acordo com o seu tipo. Deus
manifesta-se entre nós quando as condições permitem a manifestação. Vindo a
manifestação nos planos da forma, no aspecto de criança de Tiphereth, o Deus
encarnado chega à maturidade e torna-se o Redentor. Tendo obtido a encarnação
por meio da matéria num estado virginal, isto é, Maria, Marah, O Mar, A Grande
Mãe, Binah, a Suprema, distinta da Mãe Inferior, Malkuth, a Manifestação de
Deus em desenvolvimento procura-se para sempre reter O Reino de suas Sephiroth
centrais num estado de equilíbrio. Quando se apresenta na árvore o Hieróglifo
da Queda, é interessante notar que as cabeças da grande serpente que provém do
caos chegam até Daath, e não a ultrapassam.
O Redentor,
portanto, manifesta-se em Tiphereth e faz um esforço incessante para redimir o
seu Reino, unindo-o às esferas supremas através do abismo aberto pela queda,
que separou as Sephiroth inferiores das superiores e procurando equilibrar as
diversas formas do reino sêxtuplo. Para este fim, sacrificam-se os deuses
encarnados, morrendo pelo povo, afim de que a tremenda força emocional liberada
por esse ato possa compensar as forças desequilibradas do reino, e assim,
redimi-lo ou equilibrá-lo. As forças arqétipicas estão encerradas em formas, e
só podemos nos aproximar delas do ponto de vista de seu efeito sobre a
consciência; nosso modo de aproximação deve-se fazer por meio da experiência
direta dos sentidos, embora esses sentidos não pertençam apenas ao plano
físico, mas funcionam tanto em Tiphereth como em Yesod cada um de acordo com o
tipo que lhe corresponde. Devemos manter nosso vínculo com o transcendental
através de Tiphereth; podemos fazê-lo expressando o simbolismo de Tiphereth nos
termos da experiência mística. Todas as experiências místicas do tipo em que a
visão termina numa luz cegante são atribuídas a Tiphereth, pois a dissolução da
forma no influxo opressivo da forma caracteriza o mundo transitório da
consciência da esfera da árvore. As visões que mantém claramente a forma
definida são características de Yesod. Em Tiphereth, reunem-se e recebem
interpretações as operações da magia natural de Netzach e a magia hermética de
Hod. Ambas essas operações realizam-se em termos de forma, embora a forma
predomine na operação de Hod num grau maior do que as de Netzach. Todas as
visões astrais de Yesod devem ser traduzidas em termos de metafísicas através
das experiências místicas de Tiphereth.
Kether é
matafísica; Yesod é psíquica. E Tiphereth é essencialmente mística,
compreendendo-se o termo “místico” como um modo de operação mental em que a
consciência cessa de trabalhar nas representações subconscientes simbólicas,
ganhando conhecimento por meio de relações emocionais.
A iluminação
consiste na introdução da mente num modo de consciência mais elevado do que
aquele que é edificado a partir da expeirência sensorial. Na iluminação, a
mente muda de amrgem, por assim dizer. Mas, a não ser que o novo modo de
consciência seja vinculado ao anterior e traduzido em termos de pensamento
finito, esse modo manifesta-se como um raio de luz que cega por seu brilho. Não
vemos por meio do raio de luz que brilha sobre nós, mas por meio do reflexo
desse raio, que se projeta sobre os objetos de nossa própria dimensão. A não
ser que nossas mentes possuam idéias que não possam ser iluminadas por esse
modo superior de consciência, elas serão simplesmente esmagadas e, após essa
experiência cegante como um modo superior de consciência, a escuridão será
muito mais intensa para os nossos olhos, do que era antes. Na verdade, não
mudamos exatamente de marcha, mas deixamos o mecanismo de nossa mente como que
desembreado. Esse é, de modo geral, o significado da iluminação. Por mais breve
que seja o relâmpago, ele é suficiente para convencer-nos da realidade da
existência suprafísica, mas não para
ensinar-nos algo a respeito de sua natureza.
A importância
do estágio de Tipereth na experiência mística reside no fato de que a
encarnação da criança ocorre aqui; a experiência mística engendra gradualmente
um corpo de imagens que se iluminam e se tornam visíveis quando ocorrem as
iluminações.
O aspecto da
criança de Tiphereth é também um aspecto muito importante para nós no trabalho
prático dos mistérios relativos à iluminação. Pois devemos aceitar o fato de
que a Criança–Cristo não nasceu, como Minerva, da cabeça de Deus Pai, mas
começa como uma pequena coisa, deitada humildemente entre animais. Os primeiros
raios da experiência mística devem ser obrigatoriamente muito limitados, pois
não tivemos tempo para construir, graças à experiência, um corpo de imagens e
de idéias que possam representá-las. Precisamos de muito tempo para reunir
essas imagens e idéias às experiências transcendentais, acrescentando sua cota
e a subsequente meditação racional que as organiza.
O método da
árvore revela toda sua utilidade, permitindo ao transcendental expressar-se em
termos de simbolismo, e que o simbolismo se expressa em termos de metafísica
unindo assim o psiquismo com o
espiritual por meio do intelecto, e iluminando os tres aspectos de nossa
consciência ternária. É em Tiphereth que essa tradução se faz, pois é nessa
Sephira que se reúnem as experiências místicas da consciência direta que
iluminam os símbolos psíquícos.
O Pilar Central
da Árvore é essencialmente o Pilar da Consciência, assim como, os dois Pilares
laterais são os Pilares dos poderes ativos e passivos. Quando considerada
microcosmicamente, ou seja, do ponto de vista da psicologia, Kether, a Centelha
Divina em torno da qual se organiza o ser individualizado, deve ser encarada
antes como o núcleo da consciência do que como a própria consciência. Daath, a
Sephira invisível, é também o Pilar Central, embora, falando estritamente ela
pertença sempre a um plano diferente daquele em que a Árvore está sendo
considerada. Se considerarmos a Árvore microcosmicamente, Daath seria o ponto
de contato com o macrocosmo.
É só com
Tiphereth que alcançamos a consciência claramente definida e individualizada.
Tiphereth é o
ápice funcional da Segunda Tríade da Árvore, cujos dois ângulos básicos consistem em Geburah e Gedulah (Chesed). Essa
segunda Tríade, emanando da primeira Tríade das Tres Supremas, forma a
individualidade evolutiva, a alma espiritual. É ela que perdura e se repete
através da evolução, é dela que emanam as sucessivas personalidades, as
unidades da encarnação, e é nela que a essência ativa da experiência se absorve
ao final de cada encarnação, quando a unidade encarnada volta ao pé e ao éter.
É essa segunda Tríade que forma a sobrealma, o Eu Superior, o Santo Anjo da
Guarda, o Primeiro Iniciador.
Ofuscada e
dirigida pela Segunda Tríade, a Terceira Tríade organiza-se através da
experiência da encarnação, com Malkuth como seu veículo físico. A consciência
cerebral pertence a Malkuth, e é a única que dispomos enquanto estamos
aprisionados
Há uma certa
concentração e exaltação emocional que possibilita as fases superiores de
consciência, e sem a qual é impossível atingi-la. As imagens do plano astral se
transformam numa emoção com a intensidade do fogo ardente e quando toda a
escória da natureza se transforma em chamas, a fumaça se clareia, e somos
deixados como o fogo branco da consciência pura. Pela própria natureza da mente
humana, que tem o cérebro como seu instrumento, esse fogo branco não pode durar
por muito tempo; mas no breve espaço de sua duração, o temperamente sofre
mudanças, e a própria mente recebe novos conceitos e experimenta uma expansão
que nunca se retrai por completo. A tremenda exaltação da experiência
desaparece, somos deixados com uma permanente expansão da personalidade, com
uma capacidade intensificada para a vida em geral é um poder de compreensão das
realidades espirituais que nunca seriam nossas senão nos balançassemos
forçosamente por sobre o grande abismo da consciência no momento do êxtase.
Ninguém parece compreender que o êxtase é um relâmpogo de magnésio da consciência
e que, se fosse prolongado queimaria o cérebro e o sistema nervoso. Mas embora
ele não possa ser prolongado e não se pense em prolongá-lo, graças a ele
atravessamos o centro morto da consciência e despertamos para uma vida
superior.
Imagem Mágica:
Um rei
majestoso. Uma criança. Um deus sacrificado.
Do ponto de
vista de Kether, Tiphereth é uma Criança.
Do ponto de
vista de Malkuth, Tiphereth é um Rei
E do ponto de
vista da transmutação de força, Tipheret é um deus sacrificado.
Tiphereth, sendo
a primeira coagulação das Supremas, é adequadamente representada como a criança
recém-nascida na mangedora em Belém; como Deus sacrificado, ela se torna
mediador entre Deus e o homem; e, quando ressuscita dos mortos Ele o faz como
um rei em seu reino. Tiphereth é a criança de Kether e o rei de Malkuth, e em
sua própria esfera ele é o sacrificado.
Não
compreenderemos corretamente Tiphereth senão tivermos algum conceito do sentido
real do sacrifício, que é muito diferente do sentido popular que o concebe como
a perda voluntária de algo querido. O sacrifício é a tradução da força de uma
forma a outra. Não existe uma destruição total da força; por mais que ela
desapareça de nosso alcance, ela se mantém em alguma outra forma, de acordo com
a grande lei natural da conservação da energia, que é a lei que mantém nosso
universo
Localização na Árvore
No centro do Pilar do Equilíbrio.
Texto Yetzirático
O Sexto Caminho
chama-se Inteligência Mediadora, pois nele se multiplicam os influxos das
emanações, fluindo essas influências para todos os reservatórios das bênçãos
com que se unem.
Títulos
conferidos a Tiphereth: Zoar Anpin, o Rosto Menor, Melekh, o Rei, Adão, O
Filho, O Homem.
É curioso que
duas experiências espirituais distintas, e, à
primeira vista, sem razão recíproca sejam atribuídas a Thiphereth; ela é
de fato, a única esfera da árvore em que isso ocorre. É também a única a que se
atribue diversas imagens mágicas; devemos perguntar por conseguinte, porque é
essa esfera central que tem esses múltiplos aspectos. A resposta encontra-se no
texto yetzirático que lhe corresponde, o qual declara: “o Sexto Caminho
chama-se a Inteligência Mediadora”. O Mediador é essencialmente um elo
unificador, um intermediário, consequentemente Tiphereth em sua posição central
deve ser encarada como um comutator de duas fases, e devemos cnsiderá-la ao
mesmo tempo como receptora dos influxos das emanações” e como causa das
influências que fluem para todos os reservatórios das bençãos. Podemos assim
considerá-la como a manifestação exterior das Cinco Sephirot mais sutis, e
também como princípio espiritual que subjaz as quatro Sephiroth mais densas. Se
a considerarmos do lado da forma, ela é forma; se a considerarmos do lado da
força, é forma. Ela é, de fato a Sephira arquétipica em que os grandes
princípios revelados pelas Cinco Sephiroth Superiores são formuladores
O Nome Divino
Tetragrammaton Aloah Va Daath.
O Nome Divino
da Esfera é Aloah Va Daath, que associa estreitamente com a Sephira invisível e
se encontra entre ela e Kether. Essa Sephira como já obsrvamos, explica-se
antes como apreensão – a alvorada da consciência; e podemos interpretar a frase
“Tetragrammaton Aloah Va Daath” como “Deus manifesto na esfera da mente”. No
microcosmo, Tiphereth representa o psiquismo superior, o modo de consciência da
idividualidade, o eu superior. Ela é essencialmente a esfera do miticismo
religioso, que se distingue da magia e do psiquismo de Yesod; lembremos que as
Sephirot do Pilar Central da Árvore representam poderes e modos de
funcionamento. Tipherreth é também a Esfera dos Grandes Mestres; é o templo
edificado por mãos não-humanas, eternonos céus, e a Grande Loja Branca. É aqui
que o adepto iniciado opera quando está na consciência superior; é aqui que ele
entra em contato com os Mestres, e é por meio do Nome e por uma compreensão do
significado do Nome de Aloah Va Daath que ele se abre a essa consciência
superior.
É por essa
razão que se atribui uma experiência espiritual definida a cada Sephirah; e,
enquanto o aspirante não tiver a experiência correspondente, ele não será um
iniciado dessa Sephirah, e nãp poderá utilizar os seus Nomes de Poder, mesmo
que os conheça. Não basta conhecer um Nome de Poder; é preciso também saber
como vibrá-lo. Acredita-se geralmente que a vibração de um Nome de Poder é a
nota justapela qual o cantamos; mas a vibração mágica é algo muito mais que
isso. Quando experimentamos uma profunda emoção e, ao mesmo tempo, somos
devocionalmente exaltados, a voz desce muitos tons abaixo de seu normal e
torna-se ressoante e vibrante; é esse tremor de emoção, combinado com a
ressonância e a devoção, que constitui a vibração de um Nome, e essa
experiência não pode ser aprendida ou ensinada, devendo antes ser espontânea. É
como o vento que sopra onde lhe apraz. Quando ele ocorre, somos sacudidosdos pés
à cabeça com uma onde de calor, e todos os que o ouvem prestam-lhe atenção
involuntariamente. É uma experiência extraordinária ouvir uma Palavra de Poder
vibrada. É uma experiência ainda mais extraordinária vibrá-la.
Arcanjo Miguel
É o que dá
proteção contra as hostes negativas; quando alguém se encontra frente a frente
com o perigo deve invocá-lo. Pode ser visualizado como uma grande coluna
brilhando com todas as suas cores, bem como, um poderoso Anjo alado, com uma
espada dominando o Dragão ou uma Serpente sob os seus pés e atravessando-a com
uma espádua, e tendo em mãos um para de balanças, símbolo do equilíbro; a
serpente pisoteada pelo grande Arcanjo é força primitiva, a serpente fálica dos
freudianos; a moderação aplicada a força primitiva, a impede de ultrapassar os
seus limites. É o Despertador das Forças da Obscuridade.
Coro Angélico
Malachim, mensageiros.
O Coro Angélico
de Tiphereth são os Malcahim, ou Reis. São os princípios espirituais das forças
naturais – e ninguém pode controlar, ou mesmo fazer um contato seguro com os
princípios elementais, a não ser que experimente a iniciação de Tiphereth, que
é a de um adepto menor. É preciso que sejamos aceitos pelos Reis Elementais, ou
seja, é preciso que compreendamos a natureza espiritual das forças naturais
antes de podermos manipulá-las em sua forma elemental. Agitamos e estimulamos
essas emoções em nossas naturezas, devemos fazê-lo para que possamos
utilizá-las como servos do Eu Superior, dirigido pela razão e por princípios
espirituais. É necessário, por conseguinte, que quando operamos as forças
elementais, façamos por meio dos reis, sob o governo do Arcanjo e pela
invocação do Santo Nome de Deus apoiados a esfera.
Chákra Cósmico
Shenesh, o Sol.
O síbolo do Sol
no reino mineral é o ouro, puro e precioso. O ouro é a única substância da
Terra, que é incorruptível e imaculado.
O Sol é para
nós o doador de vida e a fonte de todo ser; é o único símbolo adequado de Deus
Pai, que pode apropriadamente ser chamado de Sol atrás do Sol, sendo Tiphereth,
na verdade, o reflexo imediato de Kether. É por meio da mediação do Sol que a
vida se originou na Terra, e é por meio da consciência thipherética que
entramos em contato com as fontes da vitalidade e as assimilamos, tanto
consciente como inconscientemente.
Kether, o
Epaço, a fonte de toda existência, reflete-se em Tipherteh, que age como um
transformador e distribuidor da energia espiritual primordial. Recebemos essa
energia diretamente por meio da luz solar.
É em Tiphereth
que encontramos as idéias arquetípicas que formam a estrutura invisível de
toda criação manifesta que formula e
expressa os princípios primários emanados das Sephiroth mais sutis. Ela é, por
assim dizer, um tesouro de imagens num arco superior; mas, ao passo que o plano
astral é povoado por imagens refletidas das formas, as imagens da esfera de
Tiphereth são aquelas que se formulam e, por assim dizer, se cristalizam a
partir das emanações espirituais das potências superiores. Tiphereth é o
mediador entre o micro e o macrocosmo; “Como em cima, tal é embaixo”, essa é a
linha mestra da Séphira de Shemesh, na
qual o Sol que está atrás do Sol se concentra na manifestação.
Experiência Espiritual
Visão da harmonia das coisas. Mistérios da
Crucificação.
O significado
da palavra hebraica Thiphereth é beleza; e das muitas definições de beleza que
foram propostas, a mais satisfatória é a que faz a beleza constituir uma
relação de proporções harmoniosas, qualquer que seja a coisa bela, moral ou
material.
É curioso que
as duas experiências espirituais distintas e, a primeira vista, sem relação
recíproca, sejam atraibuídas a Tiphereth; ela é, de fato, a única esfera da
árvore em que isso ocorro. É também a única a que se atribuem diversas imagens
mágicas; e por que tem esses múltiplos aspectos? A resposta encontra-se no
Texto Yetzirático que lhe corresponde: “O Sexto Caminho chama-se Inteligência Mediadora”. O Mediador
é essencialmente um elo unificador, um intermediário; consequentemente, Tiphereth,
em sua posição central, deve ser encarada como um comutador de duas fases, e
devemos considerá-la ao mesmo tempo como receptora dos “influxo das emanações”
e como causa das influências que fluem “para todos os reservatórios das
bençãos”. Podemos assim considerá-la como a manifestação exterior das cinco
Sephiroth mais sutis, e também como o princípio espiritual que subjaz às quatro
Sephiroth mais densa. Se a considerarmos do lado da forma, ela é a força; se a
considerarmos do lado da força, é forma. Ela é, de fato, a Séphira arquetípica em
que os grandes princípios representados pelas cinco Sephiroth inferiores são
formulados em conceito. “nele se multiplicam os influxos das emanações”, como
declara Sepher Yetzirah.
Na visão da
harmonia das coisas, percebemos mais profundamente o lado espiritual da
natureza, em outras palavras, encontramos os reis angélicos, os Malachim. Por
meio dessa experiência, compreendemos que o natural é apenas o aspecto denso do
espiritual, o “Manto Exterior do Ocultamento”, que cobre o “Manto Interno da
Glória”. É por meio dessa visão da harmonia das coisas que nos unimos à
natureza, não por meio dos contatos elementais. Os contatos naturais se fazem
por meio dos reis angélicos dos elementos na esfera de Tiphereth – em outras
palavras, por meio da compreesão dos princípios espirituais que subjazem às
coisas naturais -, e o iniciado encontra, assim, os seres elementais em nome de
seu rei governante. Ele desce aos reinos elementais, vindo de cima, por assim
dizer, trazendo consigo a sua humanidade; é, portanto, um iniciador para os
elementais. Mas, se o iniciado os encontra no nível deles, ele abre mão de sua
humanidade e retorna a uma fase primitiva de evolução. A força elemental, não
limitada e não mantida em xeque pelas limitações de um cérebro animal,
converte-se numa força desequilibradora quando flui através dos vários canais
de um intelecto humano, e o resultado é o caos, que é um dos reinos das
Qliphoth.
Os Mistérios da
Crucificação são no macro e no microcósmicos. Em seu aspecto macrocósmico,
encontramo-los nos mitos dos grandes redentores da humanidade, que nascem de um
Deus e de uma mãe virginal, enfatizando, assim, a natureza dual de Tiphereth em
que forma e força estão reunidas. Mas não esqueçamos seu aspecto microcósmico,
enquanto experiência de consciência mística. É por meio da compreensão dos
Mistérios da Crucificação, que diz respeito ao poder mágico do sacrifício, que
somos capazes de transcender as limitações da consciência cerebral, limitada à
sensação e condicionada à forma e adentrar a consciência mais ampla do
psiquismo superior. Tornamo-nos, assim, capazes de transcender a forma e, por
conseguinte, realizar a força latente, transformando-a de estática em cinética
e tornando-a disponível para a Grande Obra, que é regeneração.
É por essa
razão que se atribui uma experiência espiritual definida
Virtude
Devoção a Grande Obra.
Devoção é o
amor por algo que é superior a nós, por algo que evoca nosso idealismo; por
algo que, embora não possamos igualar, não obstante nos faz desejar ser como
ele; “Contemplando como num espelho a Glória do Senhor, eles se transformam na imagem da Glória”.
Quando um conteúdo emocional mais forte é infundido na
devoção, tornando-se adoração, ele nos transporta por sobre o grande abismo
existente entre o tangível e o intangível, e nos permite apreender coisas que
os olhos não vêem nem os ouvidos ouvem. É essa devoção, que se eleva à
adoração, na Grande Obra, que nos inicia nos Mistérios da Crucificação.
Vício
Orgulho.
O orgulho tem
suas raízes no egoísmo e, na medida em que estamos centrados em nós mesmos, não
podemos nos unir com as coisas do mundo. No verdadeiro desprendimento do
caminho, a alma supera seus limites e penetra a esfera das coisas por meio da
simpatia ilimitada e do amor perfeito; mas no orgulho a alma tenta estender
seus limites até possui tudo que estiver ao seu alcance, e é uma experiência
muito diferente possuir uma coisa para com ela se unir, desejando que ela nos
possua igualmente em perfeita reciprocidade. Esse arranjo unilateral é o vício
do adepto.
Correspondência no
Microcosmo
O Peito.
Encontramos na anatomia do homem divino a
interpretação do sentido da organização e da evolução; de fato, o universo
material consiste literalmente nos órgão e membros desse homem divino; e é
através de uma compreensão da alma de Adão Cadmo, formado pelos “influxos das
emanações”, que podemos interpretar-lhe a anatomia em termos de função, que é o
único meio no qual a anatomia pode ser apreciada inteligentemente. Na
psicologia transcendental que é a anatomia do microcosmo, o peito é a
correspondência atribuída a Tiphereth. No peito estão os pulmões e o coração;
imediatamente abaixo desses órgãos, intimamente relacionados com eles e
controlando-os, está a maior rede de nervos do corpo, conhecida como plexo
solar.
Símbolos
O lámen. A
Rosa-cruz. A cruz do calvário. A pirâmide truncada, o cubo.
O lámen é o símbolo que o adepto ostenta sobre o peito para
indicar uma determinada força. Um adepto opera na esfera de Shemesh, por
exemplo, utilizará sobre o peito uma
imagem do sol resplandecente. Um lámen é a arma mágica de Tiphereth; uma arma
mágica é um objeto adequado, como veículo, para a força de um tipo particular.
Tiphereth
associa-se tradicionalmente com o peito tanto em virtude da rede de nervos que
se chama plexo solar como pela sua posição quando a árvore é edificada na aura.
A jóia peitoral do adepto é o foco da força tipherética, qualquer que seja a
operação realizada. A força real, operando em sua própria esfera, é
representada pela arma mágica que se lohe atribui. Por exemplo, o adepto que
realiza uma operação do elemento água, teria como arma mágica a taça, e
executuria todos os signos sobre a taça, nela concentrando a força obtida pela
invocação. Mas, sobre o seu peito estaria o sêlo do elemento água,
representando o fator espiritual da operação e o Arcanjo que governa esse reino
particular. Se o adepto não compreende o siginificado do seu lámen, que é
diferente do de sua arma mágica, ele não será um adepto, e sim um mago.
A Cruz do Calvário é a cruz do sacrifício, e sua cor verdadeira é o
preto. A haste deve ser tres vezes mais comprida do que os braços. A meditação
sobre essa cruz conduz à iniciação por meio do sofrimento, do sacrifício e
da auto-abnegação. O círculo
sobre a cruz é um símbolo inciático, especialmente quando a cruz se apresenta
sobre tres pés, como deveria ser neste caso. O círculo indica a vida eterna e
também a sabedoria. Uma cruz do calvário com o círculo superposto indica a
inciação pelo caminho da cruz, e os tres pés são os tres graus de iluminação. É
essa cruz que recebe o nome de Rosa-cruz. O objeto de fantasia em que figuram
sarças não é um símbolo iniciático. A rosa associada à cruz no simbolismo
ocidental é a Rosa Mundi, e é uma chave para a interpretação das forças
naturais. Sobre suas pétalas estão gravados os trinta e dois sinais das forças
naturais; esses sinais correspondem às vinte e duas letras do alfabeto hebraico
e às Dez Sephiroth Sagradas; estas, por sua vez, são atribuídas aos trinta e
dois caminhos da Árvore da Vida, e essa é a chave para a compreensão da Rosa
Mundi. Os curiosos desenhos que constituem os selos dos espíritos elementais
são feitos desenhando-se continuamente as letras de seus nomes sobre a rosa.
O Cubo é comumente atribuído a Tiphereth por constituir uma
figura exaédrica, e seis é o número de Tiphereth. O cubo é a forma mais simples
do sólido e, como tal, é o símbolo apropriado de Tiphereth, em cuja esfera se
encontra o primeiro prenúncio da forma. O símbolo de Malkuth é o cubo duplo,
que simboliza o axioma “como em cima tal é embaixo”.
A Pirâmide simboliza o homem perfeito, solidamente apoiado na
Terra e esforçando-se por unir-se com os céus; a pirâmide truncada simboliza o
adepto inciado ou Adeptus Minor, que atravessou o Véu, mas ainda não completou
os seus graus. Essa pirâmide de cujo seis lados correspondem as Seis Sephiroth
centrais que formam Adão Cadmo, ou o homem arquetípico, é completada pela
adição das Tres Supremas, que culminam na unidade de Kether.
Cartas do Tarô
Os quatro seis
Os seis do
baralho do Tarô são atribuídos também a Tiphereth, e nestas cartas, a natureza
harmoniosa e equilibrada desta esfera se revela claramente.
Seis de
Paus: É o Senhor da Vitória
Seis de
Copas: É o Senhor da Alegria
Seis de
Espadas: É o Senhor do Sucesso merecido
(mesmo o naipe maléfico de
espadas transforma-se
em hamonia nesta eesfera, ou seja, o
sucesso obtido após a
batalha.
Seis de
Ouros: Sucesso material (em outras
palavras, o poder em equilíbrio)
Cores nos Mundos
Atizluth:
Rosa-claro
Briah:
Amarelo
Yetzirath:
Rosa-salmão intenso
Assiah:
Âmbar-dourado
3º Passo - 4ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
A 4ª estação da cruz em Áquario:
A 4ª estação da cruz em Áquario é
aos 30 minutos da 9ª Hora do Relógio e o 4º Raio Cósmico.
A 4ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah em Netzach.
2º Passo - 4ª
Estação
(Movimento Ziguezague)
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de
Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.
Hostes Angélicas no
Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto.
A 4ª estação da cruz em Áquario:
A 4ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos
da 9ª Hora do Relógio e o 4º Raio Cósmico.
A 4ª estação da
cruz em Áquario é na Sephirah
HANIEL(Arcanjo)
49 -
VHVEL–
53 – NNAEL -
50 –
DNYEL-
54 – NIThEL -
51 –
HChShIH-
55 – MBHIH -
52 –
OMMIH- 56 – PVIEL -
1º Passo - 4ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos
Enochianos no Mundo Manifesto.
Elemento Ar, os
Signos e Planetas.
Para
caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes
partindo do Suporte do Ar, Gerado VÔ e seus três signos e respectivos planetas.
Suporte do Ar
Gerado VÔ (Movimento Triangular)
1º - Libra –
Vênus - Netzach - Os Principados. A 1ª ordem da 3ª Hierarquia das Hostes
Angélicas.
Aqui deve ser
exercitada a 4ª Estação da Cruz.
A Cruz de Fogo
Cósmico aqui colocada será para a Estação o comando da Cruz de Fogo Rosa.
49 - VHVEL
–
53 – NNAEL -
50 – DNYEL
-
54 – NIThEL -
51 –
HChShIH -
55 – MBHIH -
52 – OMMIH
- 56
– PVIEL -
HANIEL(Arcanjo)
12º Passo - 5ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto
5ª Estação da
Cruz:
A 5ª estação da
cruz é o símbolo do encontro com o “Outro” e o Raio Cósmico é o 5º Raio. Nessa
estação deve o estudante ter em mente que o encontro com o “Outro” no caminho terá que se destituir de todo
conceito de “todas as formas doenças físicas carnais, isto é seus
desequilíbrios”, uma oposição ao 5º Raio Cósmico. Porque a ajuda recebida do
outro é a de tomar consciência do peso que carrega e que está refletido no peso
da cruz carregada e isso vai depender da tua visão.
Quinto Raio
Objetivo deste raio é a alegria
Chohan -
Hilarion
Elohim - Cyclopea e Virgínia
Arcanjo - Rafael e Mãe Maria
Dia - Quarta-feira
Cor - Verde Esmeralda
Chakra - do Terceiro olho, 96
pétalas. Este Chakra carrega a polaridade masculina. É o centro da visão
Localização - no centro da testa.
O que polui este Chakra - olhar os
erros
Instrumento Musical Ativador - piano
Mantra - Abundância
Qualidade - Alegria, Verdade,
Abundância, Ciência, Método, Vida, Saúde, Cura, Unidade, Rejuvenescimento,
Regeneração, Precipitação direta ou indireta do Espírito para a matéria.
Perversão - erro, insuficiência,
falta, morte, doença, ausência de virtudes e de coisas espirituais,
necessidades
11º Passo – 5ª Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto
5ª Estação e a 11ª Estação da Cruz:
Na 5ª estação e
na 11ª estação da cruz o chacra é o da 3ª Visão do 5º Raio Cósmico. Quando
visualizada no Eixo é o do Chacra do 5º Raio Cósmico e é conhecido como o eixo
4 – 10 (quatro - dez).
CHAKRA DA 3º
VISÃO:
Este Chakra
possui 96 Pétalas e é através dele que conseguimos ver o que esta no plano etérico ou o que
desejamos que esteja. É a matriz
na Criatividade pensada pelo
indivíduo e impressa no mundo etérico pelo fogo sagrado do chakra qualificado
com o poder divino do fogo de Deus. É a
partir das imagens emitidas de nossa mente através do chakra da 3ª Visão que os anjos terão o molde para
qualificar as nossas energias e cumprir com a nossa vontade. Este Chakra
carrega a polaridade masculina. É através da má utilização deste chakra que os magos negros hipnotizam e
oprimem suas vitimas. O poder destes magos do mal, é tão grande que
dificilmente uma pessoa comum poderia escapar de seu controle sem o apoio e a
proteção direta dos seres etéricos. No Relógio Cósmico, o Chakra da
Terceira Visão esta localizado na
Cruz do Amor / Caridade. Esta Cruz
é composta de Touro e Escorpião / Chakra da 3ª Visão nas 04 e 10 hs. e Aquário e Leão / Chakra da Alma nas 01 e 07
hs. É a Alma do indivíduo visualizando na mente. Eu penso logo, existo. Nós
somos o que pensamos, e a nossa energia esta aonde olhamos. Casos como o
de jovens que posam nua para revistas
pornográficas ou que mostrem o nu, estão com graves problemas, por que isto
ativa a energia e vontade sexual dos que
compram estas revistas, que acabam por se masturbar olhando para estas revistas ou lembrando
das imagens, o que causa
uma forte influencia externa na
vida destas pessoas, atrapalhando suas vidas das mais variadas maneiras, e
principalmente levando-os a receber as imagens de depravação sexual enviada por
outras pessoas. O mal olhado existe e é real.
10º Passo - 5ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no
Mundo Manifesto.
5ª Estação e a 11ª Estação da Cruz:
No eixo 4 – 10
(quatro - dez) dessas estações encontramos o nome Amitabha que significa
"Luz Infinita". A Sabedoria Discriminativa de Amitabha conquista o
veneno das paixões - todos os desejos intensos, a avareza, a cobiça e a
luxúria. Com esta sabedoria, o discípulo percebe todos os seres separadamente;
todavia, sabe que cada ser é uma expressão individual do Um.
Amitabha
O nome Amitabha significa "Luz
Infinita". A Sabedoria Discriminativa de Amitabha conquista o veneno das
paixões - todos os desejos intensos, a avareza, a cobiça e a luxúria. Com esta
sabedoria, o discípulo percebe todos os seres separadamente; todavia, sabe que
cada ser é uma expressão individual do Um.
Na mandala dos Budas Dhyani, Amitabha
é posicionado a Oeste. Sua cor é rosa (vermelha), a cor do pôr-do-sol. Ele
governa sobre o elemento fogo e personifica o skandha da percepção. Portanto, o
olho e a faculdade de ver são associados a Amitabha. O pavão, com
"olhos" nas plumas, em seu trono-sustentador. O pavão simboliza a
graça.
O símbolo de Amitabha é o padma, ou
lótus, colocado entre ele e Vairochana, nessa mandala. No Budismo, o lótus pode
simbolizar muitas coisas, incluindo o desenvolvimento espiritual, pureza, a
verdadeira natureza dos seres realizada através da iluminação e a compaixão, a
forma purificada de paixão.
Devotos aspiram renascer no Paraíso
Oeste de Amitabha, conhecido como Sukhavati, onde as condições são ideais para
se atingir a iluminação. Seu mudra é o mudra dhyana (meditação). Seu bija é
Hrih e seu mantra é: Om Amitabha Hrih.
Alguns consideram Amitabha sinônimo
de Amitayus, o Buda da Vida Infinita. Outros honram Amitayus como uma forma de
Amitabha ou um Buda
9º Passo - 5ª Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico,
as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.
5ª Estação da Cruz:
A 5ª estação da
cruz é o Corpo Físico (que está sob a Hierarquia do signo de Escorpião do
Planeta Plutão). Nessa estação deve o estudante ter em mente que na “ajuda do
outro” terá que se destituir do egoísmo, idolatria e egocentrismo. Tendo a
ajuda da Hierarquia da Hora 10. O Poderoso Cyclopea, os Senhores da Forma e
Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Escorpião do Planeta Plutão.
Nessa estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia de suas qualidades
divinas. Visão Divina, Felicidade e Abastança.
8º Passo - 5ª Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo Manifesto
5ª Estação e a 11ª Estação da Cruz:
Na 5ª estação e
na 11ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra da 3ª Visão do
5º Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como o eixo 4– 10 (quatro - dez).
Este eixo faz a Cruz de Fogo Verde com o eixo 1 – 7 (hum - sete).
7º Passo - 5ª
Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário, nos Quatro
Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo Manifesto.
Elemento Ar, os Signos e Planetas.
Para
caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes
partindo do Suporte do Ar, Gerado VÔ e seus três signos e respectivos planetas.
2º - Aquário – Urano
Aqui deve ser exercitada a 5ª Estação da Cruz.
6º Passo - 5ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões
de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.
Elemento Ar, os Signos e Planetas.
Para
caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes
partindo do Suporte do Ar, Gerado VÔ e seus três signos e respectivos planetas.
Suporte do Ar
Gerado VÔ
2º - Aquário –
Urano
Aqui deve ser
exercitada a 5ª Estação da Cruz.
Meditar com
dois dos vinte e quatro anciões desta Estação da Cruz
Anciões:
Lsrahpm – 43-VVL- 44-YLH- 45- SAL-
Slgaiol -
46-ORI- 47-OshL- 48-MIH-
5º Passo - 5ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Suporte do Ar Gerado VÔ
2º - Aquário – Urano
Aqui deve ser exercitada a 5ª Estação da Cruz.
43-VVL-
44-YLH- 45- SAL-
46-ORI-
47-OshL- 48-MIH-
4º Passo - 5ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Aqui nesse
ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em
correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.
Iniciamos o
estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino.
5ª Estação e a 11ª Estação da Cruz:
Na 5ª estação
da cruz em Escorpião (Plutão), na Hora 10 e na 11ª estação da cruz em Touro
(Vênus), na Hora 4 nos encontramos na Sephirah Geburah,
a Severidade.
G E B U R A H
(O Quinto Caminho)
Título: Geburah, Força, Severidade.
Se a doutrina cabalística não afirmasse explicitamente
que todas as Dez Sephiroth são sagradas, muitos estariam inclinados a
considerar Geburah como o aspecto maléfico da Árvore da Vida; mas sim o rei em
seu carro em marcha para a guerra, cujo poderoso braço direito protege o seu
povo com a espada da legalidade e assegura que a justiça será feita. Chesed, o
rei sentado em seu trono, o pai de seu povo em tempos de paz, pode conquistar
nosso amor; mas é Geburah, o rei em seu carro a caminho da guerra que merece o
nosso respeito. Jamais se fez suficiente justiça ao papel exercido pelo
sentimento de respeito na emoção do amor. É Geburah que fornece o elemento de
temor, “de medo do Senhor”, que é o início da Sabedoria, e de um respeito
saudável, geral que nos ajuda a enfrentar o Caminho difício e estreito e evoca
a nossa melhor natureza, porque sabemos que nossos “pecados” serão postos à
luz.
Geburah ocupa a posição central do Pilar da
Severidade; representa, por conseguinte, o aspecto catabólico ou destrutivo da
força. No ensinamento mais profundo e mais filosófico dos mistérios,
reconhecemos que o bem e o mal não são coisas em si, mas estados. O mal é
simplesmente uma força que não está sem lugar; se deslocada do tempo, fora de
sua época, está tão longe de sua meta que se torna inútil. Deslocada no espaço,
se se manifesta no lugar errado, como, por exemplo, uma brasa no tapete da
lareira. Se deslocada, quanto às proporções, um excesso de amor, nos torna
tolos e sentimentais; já uma falta de amor nos torna cruéis e destrutivos. É em
tais coisas que reside o mal, não num demônio pessoal que age como um
adversário.
Geburah, o Dstruidor, o Senhor do Medo e da
Severidade, é, portanto, tão necessário ao equlíbrio da Árvore como Chesed, o
Senhor do Amor, e Netzach, a Senhora da Beleza. Geburah é o Cirurgião
Celestial; é o cavaleiro de armadura brilhante, um matador de dragões, belo
como um noivo, em sua força.
As iniciações dos maléficos, Saturno, Marte e a
enganosa Yesod Lunar, são tão necessárias a evolução e ao desenvolvimento
equilibrado da alma como o são os Mistérios da Crucificação atribuídos a
Tiphereth. Geburah é o sacerdote sacrificiaisl dos Mistérios. O sacrifício não
significa oferecer algo que nos é caro porque um Deus ciumento não suporta
interesses rivais em seus devotos e se regogiza com o nosso sofrimento.
Significa a escolha deliberada e vigilante de um bem maior, de preferência a um
bem menor, assim como o atleta prefere a fadiga do exercício a facilidade da
preguiça que o põe for de condições. O sacrifício é realmente a transmutação da
força; a energia latente no carvão oferecida no altar sacrificial da fornalha,
é transmutada na energia dinâmica do vapor por meio da maquinária apropriada.
Quantas quedas não poderíamos evitar se esse Cirugião elestial pudesse executar
o corte limpo que tem a chance de curar, evitando assim o compromisso fatal e a
irresolução doentia, que é como uma ferida aberta e ameaçada de gangrena.
Onde quer que haja algo que tenha sobrevivido à sua
utilidade, Geburah deve brandir a sua faca de poder; onde quer que haja
egoísmo, este deve ser transpassado pela ponta da lança de Geburah; onde quer
que exista violência contra a fraqueza ou o uso impiedoso da força, é a espada
de Geburah, não o orbe de Chesed, que é o neutralizador mais eficaz; onde quer
que haja preguiça e desonestidade, o flagelo sagrado de Geburah é necessário.
Se observarmos a vida, constataremos que o ritmo, não
a establidade, é o princípio vital. Na vida dos individuos no desenvolvimento
de qualquer transação, no tom de qualquer mente grupal disciplinada ou
altamente organizada, vemos a constante alternança das influências de Geburah e
Gedulah num balanço ritmico de um lado a outro. Todo aquele que é responsável
pelo disciplinamento de um grupo organizado sabe conhecer a constante
necessidade de apertar e afrouxar as rédeas. Sabendo que as fases se seucedem
na laternança ritmica, não toma qualquer fase muito seriamente, nem pensa que
está vivendo no fim do mundo ou do milênio. A vida seguirá seu curso, iniciando
um corretivo valioso e necessário, e concluindo pelos extremos; mas, desde que
haja visão suficiente entre os iluminados de uma raça as pessoas não perecerão,
pois o próprio fato de chegar-se aos extremos indica o fim da inclinação, e o
pêndulo reverterá normalmente o seu movimento e começará a voltar em direção da
estabilidade. É apenas quando o povo perde completamente a visão que o pêndulo
se desequllibra e se autodestrói.
Precisamos tanto do realismo de Geburah para
equilibrar o idealismo de Gedulah, quanto precisamos da justiça para temperar a
misericórdia. Geburah é o elemento dinâmico da vida que incita a vencer os
obstáculos. O caráter a que faltam os aspectos marcianos nunca fará nada na
vida. Quando aprendermos a beijar a vara e compreendermos o valor das
experiências construtivas, receberemos a primeira das iniciações de Geburah; e,
quando aprendermos a perder nossas vidas afim de salvá-las, teremos a segunda.
Há um tipo de coragem que não teme a dissolução, pois ela sabe que todos os
princípios espirituais são indestrutíveis e, na medida em que os arquétipos
persistem, tudo pode ser reconstruído. Geburah só é destrutivo para aquilo que
é temporal; é o cervo daquilo que é eterno, pois quando, por meio da atividade
ácida de Geburah, tudo que é impermanente desaparece, as realidades eternas e
incopóreas brilharão em toda a sua glória, deixando ver todos os seus detalhes.
Geburah e Gedulah precisam trabalhar juntas; jamais
uma sem a outra. Devemos adorar o Deus das Batalhas assim como o Deus do Amor,
para que o elemento combativo no universo renda homenagens ao Senhor Único, ao
Eu Sou Aquele que É. Não se deve maldizer a espada como um instrumento do
demônio, mas abençoá-la e consagrá-la para que jamais possa ser empunhada numa
causa injusta. Jamais deveremos pô-la de lado devido a um pacifismo
impraticável, mas brandi-la no serviço de modo que, emitda ordem para que não
se sofra mais a coisa má.
Título
conferido a Geburah: Din (Justiça); Pachad (medo).
Imagem Mágica:
Um poderoso guerreiro em seu carro.
A imagem Mágica de um guerreiro poderoso em seu carro,
coroado e armado, indica a natureza dinâmica da força de Geburah.
Localização na Árvore
No Centro do Pilar da Severidade.
Texto Yetzirático
O Quinto Caminho chama-se Inteligência Radical, porque
se assemelha à Unidade, unindo-se a Binah. Entendimento, que emana das
profundidades primordiais de Chokmah, Sabedoria.
A unidade é apenas um dos títulos atribuídos a Kether;
por conseguinte, podemos dizer que Geburah é correlata de Kether num arco
inferior. Há várias Sephiroth que são assim referidas na Sepher Yetzirah, e
essas referências são muito importantes quando se procura penetrar-lhes a
natureza. Afirma-se que Chokmah é o Esplendor da Unidade e seu igual, e que as
raízes de Binah estão em Amém, que é também um título de Kether.
Geburah é uma Sephira altamente dinâmica, e sua
energia, transbordando no mundo da forma e vitalizando, estabele uma analogia
estreita com a força transbordante de Kether, que é a base de toda
manifestação. Geburah se une a Binah, o Entendimento. Quando lembramos que, na
astrologia, Saturno, o chakra cósmico de Binah, e Marte, o chakra cósmico de
Geburah, chamam-se os maléficos Maior e Menor, vemos que deve haver mais do que
uma relação superficial entre os dois.
Binah é a causa da morte porque é o dador de forma à
força primordial, tornando-a, estática; Geburah chama-se Destruidor porque a
ignea força de Marte quebra as formas e as destrói. Vemos assim, que Binah está
eternamente ocupada em encerrar a força da forma, e Geburah em quebrar e
destruir perpetuamente todas as formas com a sua energia desagregadora.
Mas devemos perceber igualmente que é apenas quando a
influência protetora e preservativa de Chesed está ausente que as influências
destrutivas de Geburah são capazes de operar sobre as formas edificadas por
Binah, pois o Caminho das Emanações entre Binah e Geburah passa por Chesed.
Geburarh é o corretivo essencial de Binah, sem o qual Binah prenderia toda
criação na rigidez. Binah, por sua vez, emana das profundezas primordiais de
Chokmah, a Sabedoria. Vemos assim que existe um aspecto dinâmico mesmo
O Nome Divino
Elohim, Gebor.
Arcanjo
Khamael. A mão direita de Deus, o Vingador; é o
protetor dos que se sentem sem justiça. O Arcanjo brilhante, aparece como um
ovóide brilhando na luz púrpura.
Coro Angélico
Seraphim, Serpentes de Fogo e as Potestades
denominadas “Anjos Negros”.
Chákra Cósmico
Madim, Marte.
Sempre representa o aspecto destrutivo punitivo do mal
sem haver sentença, revelando o que a pessoa é e o castigo se apresenta
imediatamente, sem possibilidade de erro. É justamente através desse aspecto,
que se pode realizar a compreensão. Com respeito ao crime, o poder de Geburah
se manifesta atuando sobre a consciência do deliquente, fazendo voltar ao lugar
do delito, impulsionando-lhe a delatar-se de várias maneiras, de modo que a
justiça o alcance. A despeito de seu aspecto de violência, espada na mão, Marte
nem sempre deve ser visto dessa maneira. Quando invocamos essas forças elas
descem como broca na madeira. Ocorrente bloqueios, dificuldades, elas se
manifestam em forma de descontroles físicos, inclusive a morte. O poder
marciano, quando se manifesta, atua sempre de acordo com o que deve ser feito
haja o que houver, sem considerar as consequências; é dinâmico e ativo; é uma
grande força, um poder do universo, que pode ser rápido, violento e ativo,
assim como, passivo, lento, a largo passo, até que a normalidade e a ordem seja
restabelecidos.
Experiência Espiritual
A experiência espiritual evocada pela iniciação de
Geburah é a Visão do Poder. É apenas quando um homem a recebe que se torna um
Adeptus Major. A manipulação correta do poder é um dos maiores testes que podem
ser impostos a qualquer ser humano. Até esse ponto de seu progresso nos graus,
o iniciado aprende as lições da disciplina, controle e estabilidade; ele
adquire, de fato, o que Nietzsche chama de moralidade do escrvao – uma
disciplina muito necessária para a natureza humana impenitente, tão orgulhosa
de seu próprio conceito. Com o grau de Adeptus Major, ele deve adquirir
virtudes de super homem, e aprender a utilizar o poder em vez de submeter-se a
ele.
Virtude:
A Energia e a Coragem, que são as virtudes de Marte,
quando se tornam excessivas,
transformam-se em vícios.
Vício
Crueldade e
destruição.
Correspondência no
Microcosmo
O braço direito.
Símbolos
O Pentágono. A Rosa de Tudor de Cinco Pétalas. A
espada. A lança. O açoite. A corrente.
A Saturno o mais antigo dos planetas, o primeiro a
desenvolvr-se no tempo evolutivo, atribui-se a figura bidimensional mais
simples, o triângulo. A estabilidade equilibrada de Chesed tem a figura de
quatro lados, o quadrado.é, a Terceira Sephira planetária, Marte atribui-se uma
figura de cinco lados, e o cinco é considerado no sistema cabalístico como o
número de Marte.
O Pentágono a figura de cinco lados, é símbolo de
Marte
A Rosa Tudor de Cinco Pétalas, que é outro símbolo de
Marte , requer maia explicações, mas , lembrar-mos a íntima associação entre
Marte e Vênus na mitolgia é que a rosa é a flor de Vênus. As linhas de força
que cruzam a Árvore vão de Geburah-Marte a Netzach – Vênus, através de
Tiphereth, o lugar do Redentor, o centro do equilíbrio da mesma maneira que
Chesed e Hod se vinculam como se indica
claramente o texto yetzirático, que diz que Hod tem sua raiz nos locais ocultos
de Gedulah a Quarta Séphira compreendendo a íntima realação entre os pares
diagonais que formam os quadrantes do quadrado cetral da Árvore, entendemos o
relacionamento indicado pela forma da rosa com suas cinco pétalas.
Cartas do Tarô
Os quatro Cincos
Cinco de Paus:
A luta.
Cinco de Copas:
Perda no prazer.
Cinco de Espadas:
derrota.
Cinco de Ouros:
conflito terrestre.
Os quatro cincos do baralho do Tarô são cartas
maléficas, cada uma de acordo com o seu tipo. De fato, todo naipe de espadas
que está sob o governo de Marte representa a litigiosidade pois seus melhores
aspectos são “descanso da luta” e “sucesso após a batalha” e, quando uma carta
de espadas é associada a uma Sephira cujo chakra cósmicos é um dos maléficos, o
resultado é desastroso, e descobrimos os senhores da derrota e da ruína desse
naipe.
Cores nos Mundos
Atizluth:
Laranja.
Briah:
Vermelho-escarlate.
Yetzirath:
Escarlate-brilhante.
Assiah:
Vermelho, salpicado de negro.
3º Passo - 5ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
A 5ª estação da cruz
em Áquario:
A 5ª estação da cruz
em Áquario é aos 30 minutos da 10ª Hora do Relógio e o 5º Raio Cósmico.
A 5ª estação da cruz
em Áquario é na Sephirah em Tifereth;
2º Passo - 5ª
Estação
(Movimento Ziguezague)
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de
Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.
Hostes Angélicas no
Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto.
A 5ª estação da
cruz em Áquario:
A 5ª estação da
cruz em Áquario é aos 30 minutos da 10ª Hora do Relógio e o 5º Raio Cósmico.
A 5ª estação da
cruz em Áquario é na Sephirah Tifereth. Aqui encontramos ao Arcanjo Michael, a
2ª Hierarquia das Hostes Angélicas e a 3ª Ordem, o Coro das Virtudes, os
MALACHIM (Os ENVIADOS), ao Candelabro de Nove velas e a Oito Nomes Sagrados de
Deus.
Arcanjo Miguel:
41-HHHEL - 45-SALIH-
42-MIKEL- 46-ORIEL-
43-VVLIH- 47-OShLIH-
44-YLH-IH 48-MIH-EL-
1º Passo - 5ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos
Enochianos no Mundo Manifesto.
Elemento Ar, os Signos e Planetas.
Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos
Suportes partindo do Suporte do Ar, Gerado VÔ e seus três signos e respectivos
planetas.
Suporte do Ar Gerado VÔ (Movimento Triangular)
2º - Aquário –
Urano - Kether - Os Seraphin. A 1ª ordem da 1ª Hierarquia das Hostes Angélicas.
Aqui deve ser
exercitada a 5ª Estação da Cruz.
A Cruz de Fogo
Cósmico aqui colocada será para a Estação o comando da Cruz de Fogo Violeta.
Arcanjo
Metraton:
1-VHVIH - 5-MHShIH-
2-YLYEL- 6-LLHEL-
3-SITEL- 7-AKAIH-
4-OLMIH- 8-KHThEL-
12º Passo - 6ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto
6ª Estação da Cruz:
A 6ª estação da
cruz é o símbolo do encontro com Verônica e o Raio Cósmico é o 6º Raio. Nessa
estação deve o estudante ter em mente que o encontro com Verônica no caminho
terá que se destituir de todo conceito de “todas as formas de não prestação de
serviço à humanidade”, uma oposição ao 6º Raio Cósmico. Porque a ajuda recebida
de Verônica é a de tomar consciência do ensinamento básico gravado na toalha
que enxugou a face do caminhante.
Sexto Raio
Objetivo deste raio é paz
Chohan -
Senhora Nada
Elohim - Paz e Aloha
Arcanjo - Uriel e Aurora
Dia - Quinta-feira
Cor - púrpura e dourado
Chakra - Plexo Solar, 10 pétalas.
Este Chakra carrega a polaridade feminina. É o centro do desejo
Localização - à altura do estômago
O que polui este Chakra - desejos
desordenados
Instrumento Musical Ativador - órgão
Mantra - Ressurreição
Qualidade - Paz, Ministério e
Serviço, Fraternidade e família, Vida fundamentada em Cristo, Equilíbrio de
vida cristã individual e
Perversão
11º Passo – 6ª Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto
6ª Estação e a 12ª
Estação da Cruz:
Na 6ª estação e
na 12ª estação da cruz o chacra é o do Plexo Solar do 6º Raio Cósmico. Quando
visualizada no Eixo é o do Chacra da Garganta do 1º Raio Cósmico e é conhecido
como o eixo 5 – 11 (cinco - onze).
CHAKRA DO SOLAR
PLEXUS:
O Solar Plexos/
Plexo Solar que significa Cadencia Solar/ Seqüência Solar ou seja, Um Sol Atrás do outro.
localiza-se no umbigo, tem 10 Pétalas. e é verdadeiramente o lugar do Sol, a
paz do Sol e sua segurança, sua calma. Se ao invés do Sol, a cadencia for
lunar, a pessoa não terá paz de espírito e viverá em um mar de ilusão. Este
Chakra carrega a polaridade feminina.É através do Solar Plexos que o indivíduo
capta o mundo emocional. O Plexo Solar é o poder dos dez e
dos dez vezes dez. As energias que podem
ser magnetizadas do corpo emocional de Deus e ancoradas no Plexo Solar
para a cura, para a ciência, para a
abundância, estão ao seu alcance. No relógio Cósmico , o Plexo Solar esta
localizado na Cruz da Sabedoria e
Criatividade, Esta Cruz é composta de
Virgem e Peixes / Chakra do
Plexo Solar nas 2 e 8 hs. e Gêmeos e
Sagitário / Chakra da Garganta nas 5 e
11hs. O que significa que tudo o que se fala, ouve, e cheira, pode afetar o
chakra do Plexo Solar. Por estar
intimamente ligado ao Chakra
da Garganta que regula
a Otorrinolaringologia.
CHAKRA DA
GARGANTA
O Chakra da
Garganta possui 16 Pétalas.
É através deste Chakra que
nos comunicamos com Deus e os seres etéricos, ou seja, seres que vivem
nas oitavas superiores de luz /
fogo etérico. Até o ar que respiramos
é importante, pois é a energia passiva que pode ser qualificada /
ativada pelo fogo etérico do
Chakra do coração do indivíduo
que é ativado pelo Chakra da Garganta
que busca o fogo sagrado para
o casamento das energias entre o céu e a terra. Este Chakra carrega a
polaridade masculina. Este Chakra qualifica não só a garganta do indivíduo como também aos
ouvidos, e o nariz, e esta é a razão de
podermos ouvir sons e sentir odores que não são deste mundo
e sim do mundo
etérico ou astral. Aquele zunido que ouvimos de vez em quando, é o som de seres etérico que
estão ancorando suas decisões na terra,
através de você. Dizem que o mal cheira enxofre e o
bem rosas, isto não só é verdade como
também é uma percepção que o Chakra da garganta dá ao olfato do indivíduo. No
relógio Cósmico, o Chakra da Garganta esta localizado na Cruz da Sabedoria e
Criatividade, Esta Cruz é composta
de Gêmeos e Sagitário / Chakra da Garganta nas 5 e 11hs. e Virgem
e Peixes / Chakra do Plexo Solar
nas 2 e 8hs. Isto significa que a
palavra deve ser usada com criatividade e sabedoria, ou seja, Criar para Servir
. Assim como os Chakras são a fonte
de poder Divino a disposição do indivíduo, o Chakra da Garganta dá ao indivíduo, o Poder de ser a fonte de
seu próprio poder para Deus, ou
seja, é a oportunidade de devolver a Deus o poder que nos deu e que
co-qualificamos na terra. Esta é a maneira de o criador nos analisar a distancia, como se estivéssemos mandando
Faxes para alguém, com pedidos, ordens, e agradecimentos o tempo todo. A má
utilização deste chakra é a magia
negra em ação, Os magos negros dão suas ordens ao mal, ou forças do mal, através da palavra, que mal
utilizada, leva a destruição total
da matéria física, e influencia a visão
das pessoas. As canções e o som do
Rock’n Roll, influenciam a mente das pessoas destroem e poluem a matéria. É sabido que a causa da
destruição da Atlântida e da Lemuria, foi
o som do Rock’n Roll utilizado pelos magos negros. O maior segredo deste poder
e falar, é que ele tem o poder de se comunicar com a memória e a mente de
indivíduos que estão a distancia, mesmo que estejam do outro lado do planeta,
influenciando diretamente o seu corpo mental, enviando imagens para a terceira
visão, e influenciando seus pensamentos, Os anjos do bem e do mal, vêem a
palavra som.
10º Passo - 6ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no
Mundo Manifesto.
6ª Estação e a 12ª Estação da Cruz:
No eixo 5 – 11
(cinco - onze) dessas estações encontramos o
nome Amoghasiddhi que significa "Conquistador Todo-Poderoso"
ou "Aquele que Infalivelmente Alcança Sua Meta". A Sabedoria
Oni-realizante, ou a Sabedoria da Ação Perfeita, antídoto dos venenos da inveja
e do ciúme. Essa sabedoria confere perseverança, julgamento infalível e ação
sem falha.
Amoghasiddhi
O nome Amoghasiddhi significa
"Conquistador Todo-Poderoso" ou "Aquele que Infalivelmente
Alcança Sua Meta". A Sabedoria Oni-realizante, ou a Sabedoria da Ação
Perfeita, antídoto dos venenos da inveja e do ciúme. Essa sabedoria confere
perseverança, julgamento infalível e ação sem falha.
Amoghasiddhi representa a realização
prática da sabedoria dos outros Budas Dhyani. Ele é descrito como o Buda Dhyani
da realização da Senda do Bodhisattva. Um Bodhisattva é aquele que renunciou à
felicidade do Nirvana com um voto de primeiro libertar todos os seres.
Amoghasiddhi é o Buda Dhyani do Norte.
Sua cor é verde, significando o Sol à meia-noite. Governa o elemento ar e
corporifica o skandha da volição, também chamado o skandha dos fenômenos
mentais ou tendências da mente. Seu símbolo é o vishvavajra, ou vajra duplo,
representado entre Amoghasiddhi e Vairochana nessa mandala. É feito com dois
vajras cruzados e simboliza a mais alta compreensão da verdade e o poder
espiritual de um Buddha.
O trono de Amoghasiddhi é sustentado
por garudas. Um garuda é uma figura mítica, metade homem e metade pássaro. Em
relação a Amoghasiddhi, Lama Govinda diz que o garuda simboliza "o homem
em transição rumo a novas dimensões de consciência... a transição do humano
para o estado super-humano, que toma lugar na misteriosa escuridão da noite,
invisível aos olhos. 12
O mudra de Amoghasiddhi, formado aqui
pela sua mão direita, é o abhaya mudra. É o gesto do destemor e da proteção. O
bija de Amoghasiddhi é Ah e seu mantra é: Om Amoghasiddhi Ah.
9º Passo - 6ª Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico,
as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.
6ª Estação da Cruz:
A 6ª estação da
cruz é o Corpo Físico (que está sob a Hierarquia do signo de Sagitário do
Planeta Júpiter). Nessa estação deve o estudante ter em mente que na “Verônica
Enxuga O Rosto de Jesus” terá que se destituir do ressentimento, vingança e
retaliação. Tendo a ajuda da Hierarquia da Hora 11. O Lorde Maytreia, os
Senhores da Mente e Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Sagitário
do Planeta Júpiter. Nessa estação o estudante deve ter na sua mente a viva
idéia de suas qualidades divinas. Vitória, Perdão e Finalização das Obrigações.
8º Passo - 6ª Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo
Manifesto
6ª Estação e a 12ª Estação da Cruz:
Na 6ª estação e
na 12ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra da Garganta do
1º Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como o eixo 5 – 11 (cinco - onze).
Este eixo faz a Cruz de Fogo Azul com o eixo 2 – 8 (dois – oito).
7º Passo - 6ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo
Manifesto.
Elemento Ar, os Signos e Planetas.
Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos
Suportes partindo do Suporte do Ar, Gerado VÔ e seus três signos e respectivos
planetas.
3º - Gêmeos – Mercúrio
Aqui deve ser exercitada a 6ª Estação da Cruz.
6º Passo - 6ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões
de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.
Elemento Ar, os
Signos e Planetas.
Para
caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes
partindo do Suporte do Ar, Gerado VÔ e seus três signos e respectivos planetas.
Suporte do Ar Gerado VÔ
3º - Gêmeos –
Mercúrio
Aqui deve ser
exercitada a 6ª Estação da Cruz.
Meditar com
dois dos vinte e quatro anciões desta Estação da Cruz
Anciões:
Laoaxrp – 49-VHV- 50-DNY- 51- HChSh-
Ligdisa -
52-OMM- 53-NNA- 54-NITh-
5º Passo - 6ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Suporte do Ar
Gerado VÔ
3º - Gêmeos – Mercúrio
Aqui deve ser exercitada a 6ª Estação da Cruz.
49-VHV- 50-DNY- 51- HChSh-
52-OMM- 53-NNA- 54-NITh-
4º Passo - 6ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Aqui nesse
ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em
correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.
Iniciamos o
estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino
6ª Estação e a 12ª Estação da Cruz:
Na 6ª estação
da cruz em Sagitário (Júpiter), na Hora 11 e na 12ª estação da cruz na Hora 5
em Gêmeos (Mercúrio), nos encontramos na Sephirah Chesed, o Perdão.
C H E S E D
(O Quarto Caminho)
O Quarto Caminho é denominado a
Inteligência Coesiva e Receptiva, porque contém todos os Poderes Sagrados e,
porque dele emanam todas as virtudes espirituais mais elevadas; emanam uma das
outras, por virtude da Emanação Primordial, a Coroa Altíssima: Kether.
Título:
Chesed, Misericórdia.
Entre as Tres
Supremas e o par seguinte de Sephirot em equilíbrio na Árvore, acha-se um
grande precipício, que os místicos chamam de Abismo. As Seis Sephiroth
seguintes, Chesed, Geburah, Tiphereth, Netzah, Hod e Yesod, constituem o que os
cabalistas chamam de Microprosopos, o Rosto Menor, Adão Cadmo, o Rei, a Rainha,
a Esposa do Rei, é Malkuth, o Plano Físico. Temos, então, o Pai (Kether), o Rei
e a Esposa, e nessa configuração da Árvore há um profundo simbolismo de grande
importância prática tanto para a filosofia como
para a magia.
O Abismo, o
precipicio que se localiza entre o Macroprosopos e o Microprosopos, assinala
uma demarcação na natureza do ser, no tipo de existência que prevalece sobre os
dois níveis. É nesse Abismo que Daath, a Sephirah Invisível, tem sua estação,
que poderíamos chamá-la corretamente de Sephirah do Devir. Ela se chama também
Conhecimento, termo que poderia ser interpretado, ademais, como Percepção,
Apreensão, Consciência.
Esses dois
tipos de existência, Macroprosopos e Microprosopos, indicam o potencial e o
real. A manifestação real, como nossas mentes finitas podem concebê-la, tem
início em Microprosopos; e o primeiro aspecto de Microprosopos a vir à
existência é Chesed, a Quarta Sephirah, situada imediatamente sob Chokmah, o
Pai, no Pilar da Misericórdia, do qual é a Sephirah Central. Ela é equilibrada
na Àrvore por Geburah, a Severidade; e este par, Geburah e Gedulah, forma “O
Poder e a Glrória” da invocação final do Pai Nosso, sendo o “Reino”,
naturalmente, Malkuth.
Como já vimos,
podemos aprender muito com a posição de uma Sephirah no padrão da Árvore; pela
posição de Chesed no Pilar da Misericórdia, vemos que ela é Chokmah num arco
inferior. Chesed é emanada por Binah, a Sephirah passiva, e emana, por sua vez,
Geburah, Sephirah catabólica, cujo Chakra Cósmico é Marte, com todo o seu
simbolismo bélico, que é Saturno num arco inferior.
Chesed é o pai
amoroso, o protetor e o preservador, mas como Chokmah é o engendrador de tudo.
Ela continua a obra de Chokamh, organizando e preservando aquilo que o Pai de
Tudo gerou. Ela equilibra com a Misericória a Severidade de Geburah. É
anabólica, ou ascendente em oposição ao catabolismo descendente de Geburah.
Esses dois aspectos são muito bem expressos nas imagens mágicas atribuídas a
essas duas Sephiroth. Essas imagens mágicas são ambas de reis; a de Chesed em
seu trono e a de Geburah um rei em seu carro; em outras palavras, os
governantes do reino na paz e na guerra.
Chesed, sendo a
primeira Sephira do Microprosopos, o universo manifesto, representa a
formulação da idéia arquetípica, a concentração do abstrato. Quando o princípio
abstrato que forma a raiz de alguma nova
atividade é formulado em nossas mentes, estamos operando na esfera de Chesed.
Todo trabalho criativo do mundo, segue este curso graças à mentes que operam
nos termos de Chesed, o rei sentado em seu trono, sustentanto o cetro e o orbe,
governando e guiando seu povo.
O ocultista que
não possui a iniciação de Chesed, limitar-se-á, em sua operação, a esfera de
Yesod, o plano de Maia, a ilusão. Ele acredita que as imagens astrais
refletidas no espelho mágico da subconsciência são realidades, e não fará
nenhuma tentativa de traduzi-las em termos de um plano superior e aprender o
que elas representam realmente. Ele permanecerá na esfera da ilusão e será
iludido pelos fantasmas de supa própria projeção inconsciente. Se fosse capaz
de funcionar nos termos de Chesed, percebería as idéias arquetípicas
subjacentes das quais essas imagens mágicas são apenas as sombras e as
represnetaçóes simbólicas, e poderia se tornar então um mestre do tesouro das
imagens em vez de ser alucinado por elas. Seria desta forma capaz de utilizar
as imagens como um matemático que utiliza símbolos algébricos e operaria a
mágica como um adepto inciado e não como um mago.
O misticismo
que opera o centro Cristológico de Tiphereth, senão dispusesse das chaves de
Chesed, será também alucinado, mas de uma maneira diferente e mais sutil.
Nesses níveis, ele saberá decifrar a imagem magnética com bastante exatidão,
referindo-as aquilo que representam e não lhes dando valor algum exceto como
sinais. Ele cairia no erro, contudo, de pensar que as imagens que percebe e as
experiências porque passa não o resultado de um contato direto e pessoal de
Deus com sua alma, em vez de compreender que elas são estágios do caminho.
Descobrirá um salvador pessoal no homem-Deus e não na influência regeneradora
das forças cristológicas.
Chesed,
portanto, é a esfera da formulação das idéias arquetípicas, a compreensão pela
consciência de um conceito abstrato que é
subsequentemente trazido aos planos e concentrados na luz da experiência
da concretização de idéias abstratas análogas. Em seu aspecto macrocósmico, ela
representa também uma fase correspondente do processo de criação. A ciência
esotérica ensina que a Mente Divina formulou idéias arquetípicas para que a
substância pudesse tomar forma, e que, sem essas idéias arquetípicas, a
substância seria informe e vazia, limo primordial aguardando o sopro de vida
para organizar-se no cristal ou na célula.
Na terminologia
da tradição esotérica ocidental, o grau de Adeptus Exemptus é atribuído a
Chesed, indicando o termo Exemptus, isto é, “isento”, essa libertação do Karma
que libera da Roda. Até não se ter liberado da Roda e não funcionar como
consciência pura, não escapará por completo às limitações humanas da
hereditariedade e do meio ambiente.
Uma parte muito
importante do trabalho dos Mestres é a concretização das idéias abstratas
concebidas pela Consciência Logoidal. O Logos, cuja meditação dá nascimento aos
mundos e cuja consciência reveladora é evolução, concebe as idéias arquetípicas
extraídas da substância do Imanifesto – para utilizar uma metáfora, já que a
definição é impossível. Essas idéias permanecem na consciência cósmica do Logos
assim como flor, porque não há solo para a sua germinação. A Consciência
Logoidal, enquanto ser puro, não pode, de seu próprio plano, fornecer o aspecto
formativo necessário para a sua manifestação. Ensinam as tradições esotéricas
que os Mestres, consciências desencarnadas disciplinadas pela forma, mas
atualmente informes, em sua meditação sobre a divindade, são capazes de
perceber telepaticamente essas idéias arquetípicas na mente de Deus e, compreendendo
a aplicação prática destas aos planos da forma e a linha que esse
desenvolvimento seguirá, produzir imagens concretas em sua própria consciência,
que serve para trazer as idéias arquetípicas abstratas ao primeiro dos planos
da forma, chamado pelos cabalistas de Briah.
Essa é, pois, a
tarefa que os Mestre realizam
Chesed,
portanto, reflete-se em Hod através do Centro Cristológico de Tiphereth, assim
como Geburah se reflete
É a Esfera de
Chesed que a consciência exaltada do adepto se eleva em suas manifestações
ocultas, é aqui que ela recebe a inspiração com que trabalha nos planos da
forma. É aqui que encontra os Mestres como influências espirituais, por meio de
contatos telepáticos, sem qualquer mescla de personalidade. Esse é o modo
verdadeiro e superior de entrar em contato com os Mestre, contato que se efetua
de mente a mente em sua própria esfera de consciência exaltada. Quando, pela
clarividência, vemos os Mestres como seres vestidos, cujos trajes indicam seu raio,
são eles percebidos por meio da refração na Esfera de Yesod, que é o reino dos
fantasmas e das alucinações. Pisamos um terreno muito inseguro quando
encontramos os Mestres aqui. É aqui que a forma antropomórfica é conferida à
inspiração espiritual que tanto desorienta os sensitivos que não conseguem
elevar-se a Chesed. E é assim que o anúncio da volta ao mundo de um impulso
espiritual é interpretado como o advento de um Instrutor Universal.
Títulos
conferidos a Chesed: Gedulah, Amor e Majestade.
Confirmam o conceito do rei benévolo, pai do seu povo.
Imagem Mágica:
Um poderoso rei coroado, sentado em seu trono.
A imagem mágica
que representa Chesed é um poderoso rei coroado, sentado em seu trono; essa
posição indica que ele está estavelmente sentado num reino em paz, não em
marcha em seu carro para guerra, como o sugere a imagem mágica de Geburah.
Localização na Árvore
No centro do Pilar da Misericórdia.
Confirma a
idéia da lei estável, ordenada e misericordiosa, que governa para o bem dos governados.
Texto Yetzirático
O Quarto
Caminho chama-se Inteligência Coesiva ou Receptiva, porque contém todos os
Poderes Sagrados, dele emanando as virtudes espirituais com as suas essências
mais requintadas. Tais poderes emanam uns dos outros por virtude da Emanação
Primordial, a Coroa Mais Elevada, Kether.
“O Quarto
Caminho chama-se Inteligência Coesiva”. Podemos compreender claramente o
sentido dessas palavras se considerarmos Chesed através do símbolo do rei
sentado em seu trono, organizando os recursos e prosperidade do reino e
esforçando-se para que todas as coisas se equilibrem para o bem comum.
O Texto
Yetzirático o chama também de Inteligência Receptiva, e isso se refere ao
símbolo do braço esquerdo, que é atribuído a essa Sephirah no Microcosmo.
Chesed “contém todos os Poderes Sagrados, dele emanando as virtudes espirituais
com as suas essências mais requintadas”. O ensinamento implícito nessa sentença
já foi elucidado na exegese anterior do conceito das idéias arquetípicas. “Tais
poderes emanam uns dos outros por virtude da Emanação Primordial, a Coroa mais
elevada, Kether”. Esses conceitos já foram abordados a propósito, quando
estudamos o transbordamento da força de Esfera em Esfera.
O Nome Divino
El.
O Nome Divino EL, mostra o princípio evolutivo da
quarta Sephirah, o que está configurado nas letras hebraicas que compõe este
nome:
Aleph:
princípio, começo - E
Lamed:
movimento, evolução - L
Arcanjo Tzadkiel
O Arcanjo de Chesed é Tzadikiel, Justiça de Deus.
Coro Angélico
Chasmalin. As chamas brilhantes. Constituem formas de
energia agradáveis e construtivas que, quando são evocadas, equilibram a
estabilidade mental, incapacidade de alto controle e a disciplina. E assinala a
idéia do esplendor real de Gedulah.
Chákra Cósmico
Tzedek, “a
retidão”. Júpiter, o grande benígno da astrologia. Tem um aspecto que se refere
a todos os pontos de vista governativos, sejam de que natureza for.
Experiência Espiritual
Visão do Amor.
Virtude: Obediência
Vício
Fanatismo. Hipocrisia. Gula. Tirania.
Correspondência no
Microcosmo
O braço esquerdo.
O que indica o
modo menos dinâmico de funcionamento de poder do que o da mão direita, que
levanta a espada na imagem mágica de Geburah. A mão esquerda segura o Orbe, que
significa a própria Terra, e mostra que tudo está em segurança na mão firme do
governante. Chesed, de fato, denota antes a firmeza do que a força da energia
dinâmica.
Símbolos
A figura
sólida. O tetraedro. A pirâmide. A cruz de braços iguais. O orbe. O bastão. O
cetro. O cajado.
O número
místico de Chesed é o quatro, e este é a miude representado como uma figura
quadrilátera, ou tetraedro. Um talismã de Júpiter é sempre deposto sobre tal
figura. Outro símbolo de Chesed é a figura sólida, tal como a entende a
geometria. Compreenderemos a razão desse simbolismo se considerarmos as figuras
geométricas atribuídas as Sephiroth: como o ponto é atribuído a Kether; a
linha, a chokmah ; o plano bidimensional a Binah; o sólido tridimensional a
Chesed. O sólido representa essencialmente a manifestação, tal como o concebe a
nossa consciência tridimensional. Não podemos conceber uma existência
unidimensional ou bidimensional, salvo na matemática ou simbolicamente. Chesed
é a primeira das Sephiroh manifestadas, é muito natural que o símbolo da figura
sólida integre o resto do seu simbolismo. A figura sólida utilizada para
simbolizar Chesed é normalmente a pirâmide, que é uma figura de quatro lados,
constituídas de tres faces e uma base, expressando, a qualidade numerológica de
Chesed.
A forma da cruz
associada a Chesed é a cruz de braços iguais, que simboliza os quatro elementos
em equilíbrio, e implica o governo da natureza por uma influência sintetizadora
e confere harmonia equilibrada a todas as coisas.
O orbe, o
bastão, o cetro e o cajado, que são os símbolos atribuídos a essa Esfera,
expressam perfeitamente os diferentes aspectos do poder real benévolo de
Chesed.
Cartas do Tarô
Todos os Quatro
Quatro de Paus:
obra perfeita.
Quatro de Copas:
prazer.
Quatro de Espadas:
repouso após a luta.
Quatro de Ouros:
poder terrestre.
O Quatro de
Paus simboliza a obra perfeita, representando admiravelmente, a realização do
rei no tempo de paz em seu reino bem governado.
O Quatro de
Copas chama-se Senhor do Prazer, e relaciona-se com o título de Esplendor
atribuído a Chesed e com o fulgor de seu coro angélico.
O Quatro de
Espadas indica o Repouso após a luta, e concorda perfeitamente com o
significado do monarca sentado.
O Quatro de
Ouros é o Senhor do Poder Terrestre, um simbolismo tão claro que não necessita
esclarecimentos.
Cores nos Mundos
Atizluth:
Violeta-intenso.
Briah:
Azul.
Yetzirath:
Púrpura-intenso.
Assiah:
Azul-intenso, salpicado de amarelo.
“As repetições são quase inevitáveis no estudo da Árvore da Vida, em que
os diferentes símbolos representam o mesmo poder em diferentes níveis de
manifestação ou sob diferentes aspectos, pois só podem ser entendidas se as
considerarmos em suas relações com as vizinhas.”
3º Passo - 6ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
A 6ª estação da cruz em Áquario:
A 6ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 11ª Hora do Relógio
e o 6º Raio Cósmico.
A 6ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah em Geburah.
2º Passo - 6ª
Estação
(Movimento Ziguezague)
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de
Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.
Hostes Angélicas no
Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto.
A 6ª estação da
cruz em Áquario:
A 6ª estação da
cruz em Áquario é aos 30 minutos da 11ª Hora do Relógio e o 6º Raio Cósmico.
A 6ª estação da
cruz em Áquario é na Sephirah em
Geburah.
Aqui
encontramos ao Arcanjo Kamael, a 2ª Hierarquia das Hostes Angélicas e a 2ª
Ordem, o Coro das Potências, os SERAFIM (As Chamas), ao Candelabro de Nove
velas e a Oito Nomes Sagrados de Deus.
Kamael
(Arcanjo)
33-YChVIH- 37-ANIEL-
34-LHChIH- 38-ChOMIH-
35-KVQIH- 39-RHOEL-
36-MNDEL- 40-YYZEL-
1º Passo - 6ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos
Enochianos no Mundo Manifesto.
Elemento Ar, os Signos e Planetas.
Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos
Suportes partindo do Suporte do Ar, Gerado VÔ e seus três signos e respectivos
planetas.
Suporte do Ar Gerado VÔ (Movimento Triangular)
3º - Gêmeos –
Mercúrio - Hod - Os Arcanjos. A 2ª ordem da 3ª Hierarquia das Hostes Angélicas.
Aqui deve ser
exercitada a 6ª Estação da Cruz.
A Cruz de Fogo
Cósmico aqui colocada será para a Estação o comando da Cruz de Fogo Azul.
Raphael
(Arcanjo)
57 – NMMIH- 61-VMBEL-
58- YYLEL- 62-IHHIH-
59- HRChEL- 63-ONVEL-
60-MTzREL- 64-MChIEL-
12º Passo - 7ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto
7ª Estação da Cruz:
A 7ª estação da
cruz é o símbolo da 2ª “queda” e o Raio Cósmico é o 1º Raio. Nessa estação deve
o estudante ter em mente que a 2ª “queda” no caminho terá que se destituir de
todo conceito de “todas as formas de infidelidade, impotência e fraqueza de
tudo”, uma oposição ao 1º Raio Cósmico.
PRIMEIRO RAIO
O objetivo deste raio é alinhamento com a vontade divina
Chohan - El
Morya Khan
Elohim - Hércules e Amazônia
Arcanjo - Miguel e Fé
Dia - Terça-feira
Cor - Azul ( a tonalidade do céu)
Chakra - da garganta, com 16
pétalas, que também qualifica os ouvidos e o nariz, Este Chakra carrega a
polaridade masculina. É o centro da
palavra
Localização - na garganta, nos
ouvidos e no nariz.
O que polui este Chakra - más
palavras, faladas e ouvidas.
Instrumento Musical Ativador - Prato
Mantra - Não minha vontade (3x ),
mas a Tua seja feita ! - e o mantra Perfeição.
Qualidade - Luz, Perfeição, Vontade
Divina, Proteção, Direção, Construção, Fé, Obediência, Amor a Deus e sua lei,
Poder, Coragem, Ordem, Negócios, Governo Divino, Luz, energia.
Perversão - imperfeição, vontade humana,
destruição, dúvida, desobediência, rebeldia à Deus e sua lei, manipulação
psíquica, magia negra, submissão, desorganização nos negócios e na economia das
nações, ausência de luz e energia.
11º Passo – 7ª Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto
7ª Estação e a 14ª Estação da Cruz:
Na 7ª estação e
na 14ª estação da cruz o chacra é o da Garganta do 1º Raio Cósmico. Quando
visualizada no Eixo é o do Chacra da Coroa do 2º Raio Cósmico e é conhecido
como a primeira parte do eixo 12 – 6 (doze - seis).
CHAKRA DA
GARGANTA
O Chakra da
Garganta possui 16 Pétalas.
É através deste Chakra que nos comunicamos com Deus e os seres etéricos,
ou seja, seres que vivem nas
oitavas superiores de luz / fogo etérico. Até o ar
que respiramos é importante, pois é a energia passiva que
pode ser qualificada / ativada pelo
fogo etérico do Chakra do coração do indivíduo que é ativado pelo Chakra da
Garganta que busca o fogo sagrado
para o casamento das energias
entre o céu e a terra. Este Chakra carrega a polaridade masculina. Este Chakra
qualifica não só a garganta do
indivíduo como também aos ouvidos, e o nariz, e esta é a razão de podermos ouvir sons e sentir
odores que não são deste mundo e sim do mundo etérico ou astral. Aquele zunido
que ouvimos de vez em quando, é o som de seres etérico que estão ancorando suas
decisões na terra, através de você.
Dizem que o mal cheira enxofre e o bem rosas, isto não só é verdade como também é uma
percepção que o Chakra da garganta dá ao olfato do indivíduo. No relógio
Cósmico, o Chakra da Garganta esta localizado na Cruz da Sabedoria e
Criatividade, Esta Cruz é
composta de Gêmeos e Sagitário /
Chakra da Garganta nas 5 e 11hs. e
Virgem e Peixes / Chakra do Plexo Solar nas 2 e 8hs.
Isto significa que a palavra deve ser
usada com criatividade e sabedoria, ou seja, Criar para Servir . Assim como os
Chakras são a fonte de poder Divino
a disposição do indivíduo, o Chakra da Garganta
dá ao indivíduo, o Poder de ser a fonte de seu próprio poder para
Deus, ou seja, é a
oportunidade de devolver a Deus o poder
que nos deu e que co-qualificamos na terra. Esta é a maneira de o criador nos
analisar a distancia, como se
estivéssemos mandando Faxes para alguém, com pedidos, ordens, e agradecimentos
o tempo todo. A má utilização deste chakra é a magia negra em ação, Os magos
negros dão suas ordens ao mal, ou forças
do mal, através da palavra, que mal utilizada, leva a destruição total da
matéria física, e influencia a visão das pessoas. As canções e o som do Rock’n Roll, influenciam a mente
das pessoas destroem e poluem a
matéria. É sabido que a causa da destruição da Atlântida e da Lemuria, foi o som do Rock’n Roll utilizado pelos
magos negros. O maior segredo deste poder e falar, é que ele tem o poder de se
comunicar com a memória e a mente de indivíduos que estão a distancia, mesmo
que estejam do outro lado do planeta, influenciando diretamente o seu corpo
mental, enviando imagens para a terceira
visão, e influenciando seus pensamentos, Os anjos do bem e do mal, vêem a
palavra/ som.
CHAKRA DA
CABEÇA OU COROA:
Este é o Chakra
da Coroa, possui 972 pétalas, que demonstram a direção que o indivíduo deve
tomar. É através deste chakra que o
homem se conecta com a consciência Divina. No Relógio Cósmico este Chakra corresponde as 12hs. e é o
único que do outro lado do relógio, nas
06hs., tem como correspondente outro Chakra, o Chakra da Base da Espinha. É a
verdadeira interação entre o Eu Pai e o Eu da Alma / Filho. Este Chakra carrega
a polaridade masculina. O Florescer deste Chakra dá ao indivíduo a consciência Crística
encontrada por seres como Jesus e
Budha, Esta é a experiência de tudo saber, a grande iluminação que faz com que
o indivíduo saiba todas as coisas sem ter sido ensinado por ninguém.
A verdadeira conexão com a mente
de Deus. A verdadeira
Internet do Universo Testa Larga é sinal de inteligência. Se você já é inteligente, experimente tirar o cabelo da
testa, com certeza você terá mais sabedoria.
10º Passo - 7ª
Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário, a Câmara Secreta do
Coração e os Cinco Budas do Dhyani no Mundo Manifesto.
A 1ª Estação, a 7ª Estação, a 13ª Estação e a 14ª
Estação da Cruz:
No eixo 12 – 6
(doze - seis), a Câmara Secreta do Coração é encontrada servindo a esse eixo
nas estações localizadas nele. A idéia do ensinamento do 8º Raio (Maha Chohan)
tem que estar muito presente.
CÂMARA SECRETA
DO CORAÇÃO:
Este é o
Chakra Secreto do oitavo raio, ele tem oito pelas que demonstram a perfeito
fluir da figura
oito entre o céu e a terra. Situa-se atrás do chakra do coração. Este é o lugar
sagrado de Deus no homem, é aqui que se
encontra o altar secreto do nosso Santo
Cristo Pessoal
Através do
chakra da coroa, foco do raio amarelo, magnetizai [atraí a vós] amor amando os ensinamentos da
sabedoria. Através do chakra do terceiro olho, foco do raio verde,
magnetizai amor meditando sobre a Virgem
Cósmica que envolve tudo o que é vida na concepção imaculada - e ide adiante
para fazer o mesmo. Através do
chakra da garganta, foco do raio azul, magnetizai amor pelo poder da Palavra Falada oferecida
louvando ao Pai, à Mãe, ao Filho e ao
Espírito Santo, e adorando a chama.
Através do
coração, foco do raio rosa e da chama
trina, magnetizai amor como adoração da vontade de Deus, como equilíbrio da Mente Crística, como
faculdade intuitiva do próprio amor, e
como integridade da Trindade
Através do
chakra do lugar da alma, foco do raio violeta, magnetizai amor na busca da
liberdade, na invocação da misericórdia e na defesa da justiça. Através do
chakra da base da coluna, foco do raio branco da luz da pureza, magnetizai amor
consagrando as energias do fogo sagrado
à vitória da luz em todos os
vossos chakras e à restauração da pureza em todos os níveis da consciência.
9º Passo - 7ª Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico,
as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.
7ª Estação da Cruz:
A 7ª estação da
cruz é o Corpo Etérico (que está sob a Hierarquia do signo de Capricórnio do
Planeta Saturno). Nessa estação deve o estudante ter em mente que na “2ª Queda”
terá que se destituir da crítica, julgamento, condenação e toda a magia negra.
Tendo a ajuda da Hierarquia da Hora 12. O Grande Diretor Divino, os Sete
Arcanjos e Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Capricórnio do
Planeta Saturno. Nessa estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia
de suas qualidades divinas. Aceitação do Plano Divino, Respeito à Individualidade
do Próximo.
8º Passo - 7ª Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo
Manifesto
7ª Estação e a 14ª Estação da Cruz:
Na 7ª estação e
na 14ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra da Coroa do 2º
Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como a primeira parte do eixo 12 – 6
(doze - seis). Este eixo faz a Cruz de Fogo Amarela com o eixo 3 – 9 (três –
nove).
7º Passo - 7ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo
Manifesto.
Para
caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes
partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e respectivos
planetas.
Suporte da Terra, Transição HÊ.
1º - Capricórnio – Saturno
Aqui deve ser exercitada a 7ª Estação da Cruz e a 14ª
Estação da Cruz.
6º Passo - 7ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões
de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.
Elemento Terra,
os Signos e Planetas.
Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos
Suportes partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e
respectivos planetas.
Suporte da Terra, Transição HÊ.
1º -
Capricórnio – Saturno
Aqui deve ser
exercitada a 7ª Estação da Cruz e a 14ª Estação da Cruz.
Meditar com
dois dos vinte e quatro anciões desta Estação da Cruz
Anciões:
Aczinor – 55-MBH- 56-PVI- 57- NMM-
Acmbicv- 58-YYL- 59-HRCh- 60-MTzR-
5º Passo - 7ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Suporte da Terra, Transição HÊ.
1º - Capricórnio – Saturno
Aqui deve ser exercitada a 7ª Estação da Cruz e a 14ª
Estação da Cruz.
55-MBH-
56-PVI- 57- NMM-
58-YYL-
59- HRCh- 60-MTzR-
4º Passo - 7ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Aqui nesse
ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em
correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.
Iniciamos o
estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino
7ª Estação e a 14ª Estação da Cruz:
Na 7ª estação e
na 14ª estação da cruz em Capricórnio (Saturno), na Hora 12, nos encontramos em
Plutão na Sephirah Daath, o
Conhecimento.
D A
A T H
;mso-ansi-language:PT-BR'>O Conhecimento
Título: O
Conhecimento, O Abismo.
Da'at é uma palavra Hebraica para
conhecimento; embora, o conhecimento não é o do mundo, mas o de Deus. Quando o
anjo Daniel contou muitos irão de um lado para outro, e o conhecimento
aumentará (Daniel 12:4), o anjo seguramente estava se referindo ao conhecimento
de Deus. Daath opera em dois níveis: o nível superior referido como "o
conhecimento escondido", conecta os dois poderes mais altos de Chokmah e
Binah; o nível mais baixo referido como " estendendo conhecimento",
liga o intelecto, como um total, com o reino de emoção, que serve para aumentar
uma resolução e a agir de acordo
com
Verdade
essencial integrada em consciência.
Esta séfira é conhecida como O Abismo. Ela é relacionada ao desconhecido. É a
esfera oculta. É a entrada para a Vida e a saída para a Morte. Ela se situa
entre a Tríade Superior ( que representa a divindade ) e todas as outras
esferas. Fica no ponto da junção cósmica entre o humano e o divino. Mostra,
assim, que a vida vem de Kether através de Daath. O organismo que está em
desenvolvimento fica ciente de si por meio do conhecimento de Daath. É nesse
ponto que a entidade encarnada se separa da Unidade e se personifica. Esta
esfera da Árvore da Vida se associa a Yesod, porque existe um campo
eletro-magnético entre as duas, que conecta a percepção e consciência ao corpo
ocasionando tanto as percepções físicas quanto as psicológicas. O homem comum
não chega a ter esse conhecimento. Somente a partir de Daath do Mundo
yetzirático é que ele vai despertar. Sendo assim, é fácil a associação desta
séfira com a Serpente do Kundalini. O Chakra Esplênico é a base dessa serpente
ígnea, que sobe e se divide através dos dois nadis principais: Ida e Pingala,
chegando ao processo de cura e conhecimento, para atingir os Chakras superiores
: Laríngeo, Adjna e Coronário. E tudo isso acontece acionando um dos nadis
principais que é o Shushuma. Para melhor entendimento, o Shushuma nada mais é
do que o campo eletro magnético que se situa entre Yesod e Daath. Essa séfira
também está ligada à idéia de renascimento e ressurreição. Na Árvore da Vida
ela está colocada logo acima de Tiphereth, mostrando nitidamente a ressurreição
do Christo, uma vez que Ele é o representante de Tiphereth. A premissa que nos
leva à compreensão que existe uma vida após a morte está implícita na séfira de
Daath. Somos originados por Kether, a Energia ou Espírito Único, nos formamos
pelo Pai e pela Mãe Celestiais ( Chockmach e Binah ) e saímos para a vida
física através de Daath. No momento da morte, fazemos o caminho inverso.
Daath
não é uma décima primeira esfera, mas é uma de dimensão diferente.
Na árvore da vida situa-se entre as duas
primeira tríades . Localiza-se
entre
Kether
e Tiphereth na coluna central.
Esta
é uma Sefirah invisível que esta situada atrás de uma região chamada o Abismo.
É considerada como sendo a conjunção de Chokmah ( Sabedoria) e Binah
(Entendimento) . E é dessa união que seu título fica bem expressado -
ConhecimentoÉ a esfera onde a força e forma abstrata estão em estado de
equilibrio. Atualmente este estado de conciência ainda é dificilmente alcançado
pela
humanidade. Está em desenvolvimento no homem.
No
mundo espiritual a verdade é destituída de formas e assim sendo, todo iniciado
terá que abandonar todos conceitos prévios e laços para poder penetrar neste
caminho.Neste processo aproximativo de Daath, pode ser experiênciada uma
terrível solidão espiritual, já que todos so conceitos , mesmos os relacionados
com Deus, são dissolvidos. A tradiçào nos informa que em Daath se realiza uma
aproximação mais elevada, numa espiral superior à aquele que o iniciado realiza
em direção a Thiphereth. É no nível de Daath que a fé está alicerçada nas
sólidas bases do conhecimento, que tem nessa esfera o
seu
ponto mais alto. Daath está relacionado com o Espírito Santo.
Outros Títulos
para Daath: A Sephirah Invisível, a Mente Cósmica na Revelação, a
Sephirah mística, o Quarto Superior.
Imagem Mágica:
Uma cabeça com
duas faces, olhando para ambos os lados.
Localização na Árvore
Na árvore da
vida situa-se entre as duas primeira tríades . Localiza-se entre Kether e
Tipheret na coluna central.
Esta é uma Sefirah invisível que esta situada atrás de uma região chamada o
Abismo.
Na Árvore da Vida ela está colocada logo acima de Tiphereth
O Nome Divino
É considerada
como sendo a conjunção de Chokmah ( Sabedoria) e Binah (Entendimento) . E é
dessa união que seu título fica bem expressado - Conhecimento
Arcanjo
Os Arcanjos
dos quatro pontos cardeais.
Os quatro arcanjos que governam os quatro pontos cardeais, se relacionam
conjuntamente com Daath:
Rafael- leste/luz/ar/amarelo ouro
Gabriel- oeste/visão interna/água/azul
Miguel- sul/poder/fogo/vermelho
Auriel - norte/estabilidade/terra/amarelo limão,verde oliva,marrom,preto
Coro Angélico
As Serpentes aladas.
Chákra Cósmico
Chakra
mundano: Plutão.
Chakra : Laríngeo
No reino Mineral : Blood Stone ( Gema )
No Reino Vegetal : A árvore da romã e o cardamomo
No Reino Animal : A Serpente
No Reino Imaginário : Cérbero, o cão de 3 cabeças
Virtudes
Aspectos
positivos de Daath (virtudes) : desapego, perfeição da justiça e aplicação de
virtudes das mesmas na personalidade,, confiança no futuro.
Vícios
Aspectos
negativos: dúvidas do futuro, apatia, inércia, covardia , orgulho que leva ao
isolamento e a desintegração.
Correspondência no
Microcosmo
Há
muito poucas correspondências com Daath. As mais freqüentes são as mitológicas
e astrológicas.
Há
várias figuras mitológicas concernentes à esta séfira. Para os gregos era
Hades, o deus do mundo tectônico. Para os romanos é Plutão, o Senhor dos
Infernos. Mas os Infernos greco-romanos não são semelhantes aos da Igreja
Católica. São estágios para onde se encaminha a alma após a morte. Para os
egípcios é Osíris, mas a deusa Ísis participa ativamente dessa área, uma vez
que foi ela quem fez a reconstrução do corpo de Osíris morto. Esse relato
místico inspirou Madame Helena Blavatsky a escrever sua obra: Ísis sem véu. A
deusa Maat, que pesa a alma dos mortos no Duat Egípcio também pertence a
essa
Sephira.
Para a Astrologia, é o planeta Plutão que se refere à Daath. Foi descoberto em
1.930 e só então passou a reger o signo de Escorpião. Na Antigüidade, era Marte
quem operava essa regência. Mas Plutão tem mais afinidades com este signo do
que Marte. Pela sua relação com a morte, com a vida após a morte (com heranças
num sentido mais prático), e com o lado oculto da vida. Num sentido amplo,
todas as ciências ocultas são da esfera de Escorpião e Plutão.
As
artes mágicas e divinatórias também .
Simbolos
No trigésimo
terceiro caminho é denoninado "passo secreto" que liga Chesed a
Daath. Nesta esfera simbolizada pelo termo quarto vazio, o iniciado se defronta
com a absoluta realidade isenta dos véus do simbolismo e da forma.
Cores nos Mundos
Atizluth:
Lavanda, Azul
Briah:
Cinza e Prata
Yetzirath:
Violeta Puro
Assiah:
Cinza rajado de Ouro
Palavras
Finais
Daath - Conhecimento
Antes da caída de Adão, Malkuth estava situado onde
atualmente os cabalistas situam Daath. No fim da evolução, Malkuth voltará a
ocupar o seu lugar.
3º Passo - 7ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
A 7ª estação da
cruz em Áquario e a 14ª estação da cruz
em Áquario:
A 7ª estação da
cruz em Áquario é aos 30 minutos da 12ª Hora do Relógio e o 1º Raio Cósmico.
A 7ª estação da
cruz em Áquario é na Sephirah em Chesed;
A 14ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 12ª Hora do Relógio e o 1º
Raio Cósmico.
A 14ª estação
da cruz em Áquario é na Sephirah em
Chesed;
2º Passo - 7ª
Estação
(Movimento Ziguezague)
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de
Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.
Hostes Angélicas no
Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto
A 7ª estação da
cruz em Áquario e a 14ª estação da cruz
em Áquario: A 7ª estação da cruz em
Áquario é aos 30 minutos da 12ª Hora do Relógio e o 1º Raio Cósmico.
A 7ª estação da
cruz em Áquario é na Sephirah
A 14ª estação
da cruz em Áquario é na Sephirah
Tsadkiel (Arcanjo)
25-NThHIH- 29-RYYEL-
26-HAAIH- 30-AUMEL-
27-YRThEL- 31-LKBEL-
28-ShAHIH- 32-VShRIH-
1º Passo - 7ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos
Enochianos no Mundo Manifesto.
Elemento Terra, os Signos e Planetas.
Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos
Suportes partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e
respectivos planetas.
Suporte da
Terra, Transição HÊ.
1º - Capricórnio – Saturno - Binah - Os Tronos. A 3ª
ordem da 1ª Hierarquia das Hostes Angélicas.
Aqui deve ser exercitada a 7ª Estação da Cruz e a 14ª
Estação da Cruz.
A Cruz de Fogo Cósmico aqui colocada será para a
Estação o comando da Cruz de Fogo Amarelo.
Tsaphkiel (Arcanjo)
17-LAVIH- 21-NLKEL-
18-KLIEL- 22-YYYEL-
19-LVVIH- 23-MLHEL-
20-PHLIH- 24-ChHVIH-
12º Passo - 8ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto
8ª Estação da Cruz:
A 8ª estação da
cruz é o símbolo do encontro das mulheres e suas descendências e o Raio Cósmico é o 2º Raio. Nessa estação
deve o estudante ter em mente que o encontro das mulheres e suas descendências
no caminho terá que se destituir de todo conceito do não conhecimento de toda a
escuridão, ignorância e falta de
sabedoria que são oposições a Sabedoria e Iluminação do 2º Raio Cósmico, pois
esses só promovem a ingratidão, o desamor e a ignorância que são oposições.
Segundo Raio
Objetivo deste raio é sabedoria
Chohan -
Senhor Lanto
Elohim - Apolo e Lumina
Arcanjo - Jofiel e Cristine
Dia - Domingo
Cor - Amarelo Dourado
Chakra - da Coroa, 972 pétalas
conhecido como lótus de 1.000 pétalas. Este Chakra carrega a polaridade
masculina. É o centro de iluminação
Localização - no topo da cabeça
O que polui este Chakra - drogas,
nicotina, álcool
Instrumento Musical Ativador- cordas
Mantra - Transfiguração
Fiat - Arcanjo Jofiel, purifica a
minha mente e carregue-a com a Luz da sabedoria.
Qualidade: Iluminação, Auto
consciência em Deus, Humildade, Sabedoria, Discriminação entre o bem absoluto,
o bem relativo e a maldade, Discernimento, Inteligência e Mente aberta.
Perversão: bruxaria, magia negra,
orgulho, auto centralização, razão humana, falta de compreensão, uso imprudente
e desordenado da energia, estupidez, letargia, ignorância, falta de
discernimento, desonestidade mental.
11º Passo – 8ª Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto
2ª Estação e a 8ª Estação da Cruz:
Na 2ª estação e na 8ª estação da cruz o chacra é o da
Coroa do 2º Raio Cósmico. Quando visualizada no Eixo é o do Chacra da Alma do
7º Raio Cósmico é conhecido como o eixo 1 – 7 (hum - sete).
CHAKRA DA
CABEÇA OU COROA:
Este é o Chakra da Coroa, possui 972 pétalas, que
demonstram a direção que o indivíduo deve tomar. É através deste
chakra que o homem se conecta com a
consciência Divina. No Relógio Cósmico
este Chakra corresponde as 12hs. e é o único que do outro lado do
relógio, nas 06hs., tem como
correspondente outro Chakra, o Chakra da Base da
Espinha. É a verdadeira interação entre o Eu Pai e o
Eu da Alma / Filho. Este Chakra
carrega a polaridade masculina. O Florescer deste Chakra dá ao indivíduo a consciência Crística
encontrada por seres como Jesus e
Budha, Esta é a experiência de tudo saber, a grande iluminação que faz com que
o indivíduo saiba todas as coisas sem ter sido ensinado por ninguém.
A verdadeira conexão com a mente
de Deus. A verdadeira Internet do Universo Testa Larga é
sinal de inteligência. Se você já é inteligente, experimente tirar o cabelo da
testa, com certeza você terá mais sabedoria.
CHAKRA DA ALMA:
Este é o Chakra da Alma, esta localizado mais ou menos
4 dedos abaixo do umbigo, Possui 06
Pétalas, e é o local por onde a Alma do
indivíduo esta ancorada aos corpos Etéricos e Físicos. As suas 06
pétalas representam a estrela de seis
pontas da vitória, representam também a
energia da Mãe Terra/ Matéria/ Omega. Este Chakra carrega a polaridade feminina.
A qualidade da consciência de Deus como
Liberdade, esta ancorada neste Chakra. O que significa que a alma deve buscar a
liberdade, que só poderá acontecer com o encontro das energias entre o céu e a
terra. Esta é a sua meta elevar as energias do Kundhaline para o Chakra do
coração e da coroa. A Alma é a consciência
do individuo que só conseguira a liberdade se for
expandida. No Relógio Cósmico, o Chakra
da Alma esta localizado na Cruz do Amor/ Caridade. Esta Cruz é composta
de Aquário e Leão/ Chakra da Alma nas 01 e 07hs. e
Touro e Escorpião/ Chakra da 3ª Visão nas 04 e 10hs. O Objetivo da Alma é
visualizar a vitória, com a 3ª Visão, a
vitória que só pode ser conseguida com o Amor e Gratidão Divinos. Veja só, a
energia que
impulsiona a
alma é a visão, por isto devemos nos preocupar muito com o que olhamos, para
onde damos a nossa atenção. O Chakra da alma esta intimamente ligado ao Chakra
da terceira visão que regula não só a terceira visão como também a visão dos
olhos humanos. Por isto se queremos elevar as energias para Deus, devemos
utilizar a nossa visão para servir.
10º Passo - 8ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no
Mundo Manifesto.
A 2ª Estação e a 8ª Estação da Cruz:
No eixo 1 – 7
(hum - sete) dessas estações encontramos a sabedoria transcendente de Vairochana que revela o reino da mais
elevada realidade e domina o veneno da ignorância ou da desilusão. O nome
Vairochana significa "Aquele que é Como o Sol" ou "O
Radiante".
Vairochana
O nome Vairochana significa "Aquele que é Como o
Sol" ou "O Radiante". Vairochana representa tanto a integração
como a origem dos Budas Dhyani. Sua sabedoria é a Sabedoria do Dharmadhatu. O
Dharmadhatu é o Reino da Verdade, onde todas as coisas existem como realmente
são. A sabedoria de Vairochana é também referida como a Sabedoria
Todo-Penetrante do Dharmakaya. O Dharmakaya é o Corpo da Lei, ou a natureza
búdica absoluta.
A sabedoria transcendente de Vairochana revela o reino
da mais elevada realidade e domina o veneno da ignorância ou da desilusão. Sua
sabedoria é considerada a origem ou o total de todas as sabedorias dos Budas
Dhyani.
Vairochana é, usualmente, localizado no centro da
mandala dos Budas Dhyani. De acordo com alguns textos, ele se posiciona a
Leste. Sua cor é branca (ou azul), simbolizando a consciência pura. Ele governa
sobre o elemento éter e incorpora o skandha da consciência. Em alguns sistemas,
é associado com o skandha da forma.
Seu símbolo é dharmachakra, a Roda do Ensinamento ou a
Roda da Lei. Denota o ensinamento do Buda. Seus oito raios representam as Oito
Nobres Sendas que Gautama revelou em seu primeiro sermão, após a iluminação.
Esse símbolo é impresso em toda a margem da litografia. O trono de lótus de
Vairochana é sustentado por um leão, símbolo da coragem, ousadia e um espírito
zeloso, impetuoso e avançado.
O mudra de Vairochana é o mudra do dharmachakra, o
gesto de girar a Roda do Ensinamento. Por ele personificar a sabedoria de todos
os Budas, o bija de Vairochana é o som universal Om. Seu mantra é: Om
Vairochana Om.
Essa estátua, como outras esculturas tibetanas dos
séculos XIII ao início do século XV, mostra sofisticação nos detalhes e na
aplicação de incrustação e de inserção de jóias.
9º Passo - 8ª Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico,
as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.
8ª Estação da Cruz:
A 8ª estação da
cruz é o Corpo Etérico (que está sob a Hierarquia do signo de Aquário do
Planeta Urano). Nessa estação deve o estudante ter em mente que no “Encontro
com as mulheres e sua descendência” terá que se destituir do ódio, antipatia (
vago desagrado)e toda a feitiçaria ( inclusive nela a bruxaria). Tendo a ajuda
da Hierarquia da Hora 1. O Mestre Saint Germain, as Ordens Angélicas da Luz e
Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Aquário do Planeta Urano.
Nessa estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia de suas qualidades
divinas. Amor, Compaixão e Oração para Servir ao Próximo.
8º Passo - 8ª Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo
Manifesto
2ª Estação e a 8ª Estação da Cruz:
Na 2ª estação e na 8ª estação da cruz quando
visualizada no Eixo é o do Chacra da Alma do 7º Raio Cósmico que é o comando.
Conhecido como o eixo 1 – 7 (hum - sete). Este eixo faz a Cruz de Fogo Violeta
com o eixo 4 – 10 (quatro – dez).
7º Passo - 8ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo
Manifesto.
Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos
Suportes partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e
respectivos planetas.
Suporte da Terra, Transição HÊ.
2º - Touro – Vênus
Aqui deve ser exercitada a 8ª Estação da Cruz.
6º Passo - 8ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões
de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.
Elemento Terra, os Signos e Planetas.
Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos
Suportes partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e
respectivos planetas.
Suporte da Terra, Transição HÊ.
2º - Touro – Vênus
Aqui deve ser exercitada a 8ª Estação da Cruz.
Meditar com dois dos vinte e quatro anciões desta
Estação da Cruz
Laidron – 61-VMB- 62-IHH- 63-ONV-
Alhctga – 64 –MchI- 65-DMB 66-MNQ-
5º Passo - 8ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Suporte da Terra,
Transição HÊ.
2º - Touro – Vênus
Aqui deve ser exercitada a 8ª Estação da Cruz.
61-VMB- 62-IHH- 63-ONV-
64 –MchI- 65-DMB 66-MNQ-
4º Passo - 8ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Aqui nesse
ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em
correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.
Iniciamos o
estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino.
2ª Estação e a 8ª Estação da Cruz:
Na 2ª estação
da cruz em Leão (Sol), na Hora 7 e na 8ª estação da cruz em Aquário (Urano), na
Hora 1 nos encontramos na Sephirah Hod, a
Glória.
H O D
(O Oitavo Caminho)
Título: HOD, a Glória. O siginificado da palavra hebraica HOD
é Glória, o que sugere de pronto a mente que, nesta sefira, a 1ª esfera em que
as formas estão definitivamente organizadas, o esplendor do primordial se
revela à consciência humana. A Glória de Deus só pode brilhar na manifestação
quando existe forma que a manifestam. À esfera de HOD pertencem as formas
divinas animadas por Netzah, que lhes dá vida. Preside o raciocínio mental,
lógico e científico.
Imagem Mágica:
Um
hermafrodita. Na imagem mágica de HOD, pode-se perceber até que ponto a
natureza dinâmica e formal do trabalho
mágico está resumida no símbolo do ser em que se combinam os elementos
masculinos e femininos (possui dupla polaridade).
Hod é
essencialmente a Esfera das formas animadas pelas forças da natureza e
inversamente é a esfera em que as forças da natureza assumem uma forma
sensível.
Localização na Árvore
Na base do Pilar da Severidade.
Texto Yetzirático
O Oitavo
Caminho chama-se Inteligência Absoluta ou Perfeita, pois é o instrumento do
Primordial, e não possui raízes com as quais possa penetrar e
implantar-se, salvo nos lugares ocultos
de Gedulah, da qual emana sua essência
característica.
O texto declara
que HOD é a Inteligência Perfeita porque é o instrumento do Primordial, em
outras palavras, é o poder em equilíbrio pois a palavra “Instrumento” implica
uma posição intermediária entre dois extremos.
O Nome Divino
Elohey
Tzebaoth, o Deus das Hostes.
As tres
Sephirot do Pilar Negativo da Árvore tem a palavra Elohim como parte do nome
Divino. Tetragrammaton Elohim em Binah, Elohim Gebor em Geburah e Elohim
Tzabaoth em Hod.
A palavra
Tzabaoth siginifica Hoste, ou armada. Temos, assim, a idéia da vida divina que
se manifesta em Hod por meio de uma hoste de formas animadas com força, em
oposição á atividade fluidica de Netzach.
Arcanjo Raphael
O Divino
Médico, que pode ser visualizado com asas douradas, vestes amarelas com zonas
azul-violeta e um cinturão azul-violeta. Está ligado a tudo que tem a ver com a
vida, saúde, iluminando espeiritual/ revitalizando as energias da aura.
Alguns
cabalistas relacionam Miguel com Tiphereth, que também é um Arcanjo Solar.
Coro Angélico
Beni Elohim,
Filhos de Deus (que de acordo com a tradição eram andrógenos).
Temos novamente
o conceito dos Deuses das Hotes, ou
armadas. Um dos conceitos mais importantes da ciência arcana diz respeito à
operação do criador por meio dos intermediários. O iniciado concebe Deus como o
Grande Arquiteto do Universo, que desenha seus projetos no plano dos arquétipos
e a Quem recorrem os videntes, os arcanjos, em busca de instrução, dirigindo as
armadas dos operários humildes que acentam pedra sobre pedra de acordo com o
plano arquetípico do superior.
Chákra Cósmico
Kokab,
Mercúrio.
O Chakra
Mundano de Hod, é Mercúrio, é o Planeta mais iluminado que corresponde ao Deus
Egípcio Hermes Trimegistos, autor da quase totalidade da magia, fazendo jus ao
seu nome de tres vezes sábio.
Hermes com o
seu Raio ilumina tanto a mente inferior como a intuição.
Hod é a esfera
da filosofia esotérica e mágica, é o caminho laranja da filosofia ocultista e
mágica, o raio natural de Hermes sob a presidência de Hod.
Experiência Espiritual
A experiência
espiritual atribuída a esta séfira é a Visão do Esplendor, que é a compreensão
da Glória de Deus manifestada no mundo criado (Universo Visível).
O iniciado de
Hod vê além das aparências das coisas criadas e percebe os seu criador; é na
compreensão do esplendor da natureza como a veste do Inefável, ele recebe a sua
iluminação e se torna um co-operador do Grande Artífice. É essa compreensão das
forças espirituais que manipulam todas as manifestações e aparições que é a
chave dos poderes de Hod tal como são eles considerados na Magia da Luz. É
formando-se um canal para estas forças que o Mestre da Magia Branca ordena as
esferas de forças desequilibradas, não utilizando os poderes para a sua vontade
pessoal. Ele é o equilibrador do desequilibrado, não o manipulador arbitrário
da natureza.
Virtude: Veracidade
Nessa esfera,
que é a esfera de Mercúrio – Hermes, deus da ciência e dos livros, vemos
claramente que a virtude suprema é a Veracidade, e que o aspecto contrário
desta Séphira é aquele que Mercúrio revela em seu aspecto como deus dos ladrões
e dos trapaceiros astutos. Na ética esotérica, acredita-se que cada plano tem o
seu padrão de certo e errado.
O padrão do
plano físico é a força.
O padrão do
plano astral é a beleza.
O padrão do
plano mental é a verdade.
O padrão do
plano espiritual é o certo e o errado, tal como entendemos estes termos.
Portanto não
existe ética, a não ser em termos de valor espiritual, tudo o mais é
transitório. Na esfera que é essencialmente a esfera da mente concreta, é
lógico que se atribua como virtude suprema A
VERACIDADE.
Vício
Falsidade, desonestidade.
Correspondência no
Microcosmo
Os quadris e as pernas.
Símbolos
Nomes e Versículos: Avental.
Os nomes: São
palavras de poder por meio das quais o Mago resume e evoca na consciência das
potências multiformes dos Beni Elohim. (Nomes mágicos que se baseiam no valor
numérico das consoante deste ou daquele alfabeto sagrado).
Versículos: São
frases mântricas, e um mantra é uma frase sonora que, quando repetida
indefinidadamente à maneira de um rosário, opera sobre a mente como uma forma
especial de auto sugestão.
Avental: É o
traje característico do iniciado nos Mistérios Menores, que é sempre
qualificado figurativamente como um pedreiro, isto é, um construtor de formas,
e como a Séphira Hod é a Séphira das operações dos construtores de formas
mágicas, o símbolo que lhe corresponde é bastante pertinente.
Cartas do Tarô
Os quatro Oitos
Oito de
Paus: Rapidez
Oito de
Copas: Sucesso abandonado
Oito de
Espadas: Força diminuída
Oito de
Ouros: Prudência
O conceito da
relação e da satisfação inibidas está expresso no título do Oito de Copas do
Tarô, cujo nome secreto é Sucesso Abandonado. O naipe de Copas está sob a
influência de Vênus e representa os diferentes aspectos e influência do amor. O
Sucesso Abandonado, a inibição da reação instintiva, que daria a satisfação –
em outras palavras, a sublimação -, é a chave dos poderes de Hod. Mas lembramos
que a sublimação não é a mesma coisa que repressão ou erradicação, e se aplica
ao instinto de auto preservação assim como o instinto de reprodução.
O mesmo
conceito reaparece no título secreto do Oito de Espadas, que é o Senhor da
Força Diminuída. Temos, nestas palavras, uma clara imagem da suspensão e
retenção do poder dinâmico que procuramos controlar.
O Oito de Ouros
que representa a natureza de Hod manifesta no plano material, temos o Senhor da
Prudência – que á também uma influência restritiva. Mas essas tres cartas
negativas se resumem sob o governo do Oito de Paus, que representa a ação da
Esfera de Hod no plano espiritual, e essa carta recebe o nome de Senhor da
Rapidez.
Vemos, pois,
que é pelas inibições e restrições dos planos inferiores que a energia dinâmica
do plano superior pode ser utilizada. É na esfera de Hod que a mente racional
impõe essas inibições à natureza animal dinâmica da alma, condensando-as,
formulando-as e dirigindo-as por meio de sua limitação e impedindo-lhes a
difusão. É essa operação da magia que trabalha com os símbolos. Por meio dela,
as forças naturais livres são reprimidas e dirigidas aos fins desejados. Esse
poder de direção e controle só pode ser obtido pelo sacrifício da fluidez, e
Hod é, por conseguinte, justamente considerado como o reflexo de Binah através
de Chesed.
Cores nos Mundos
Atizluth: Violeta-púrpura.
Briah: Laranja
Yetzirath:
Vermelho-roxo
Assiah: Preto-amarelado, salpicado de branco.
3º Passo - 8ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
A 8ª estação da
cruz em Áquario;
A 8ª estação da
cruz em Áquario é aos 30 minutos da 1ª Hora do Relógio e o 2º Raio Cósmico.
A 8ª estação da
cruz em Áquario é exercitada em Daath.
2º Passo - 8ª
Estação
(Movimento Ziguezague)
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de
Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.
Hostes Angélicas no
Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto.
A 8ª estação da cruz em Áquario:
A 8ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 1ª Hora do Relógio e
o 2º Raio Cósmico.
A 8ª estação da cruz em Áquario é exercitada
MIGUEL
(Virtudes, Sul, Poder, Fogo, Roxo)
48 -
MIHEL –
44 – YLHIH -
49 -
OshLIH –
43 – VVLIH -
50 -
ORIEL –
42 – MIKEL -
51 -
SALIH –
41 – HHHEL –
RAPHAEL (Arcanjos, Leste, Luz, Ar,
Amarelo Ouro)
64 – MChIEL
– 60
– MTzREL –
63 – ONVEL
– 59
– HRChEL –
62 – IHHIH
– 58 – YYLEL –
61 – VMBEL – 57 –
NMMIH –
URIEL ou HANIEL (Principados, Norte, Estabilidade, Terra,
Amarelo
Limão/Verde
Oliva/Marrom e Negro))
56 – PVIEL – 52 –
OMMIH -
55 – MBHIH – 51 –
HChShIH -
54 – NIThEL – 50 –
DNYEL -
53 – NNAEL – 49 –
VHVEL -
GABRIEL (Anjos, Oeste, Visão interna,
Água, Azul)
72 – MVMIH – 68 –
ChBVIH -
71 – HYYEL – 67 –
AIOEL -
70 – IBMIH – 66 –
MNQEL -
69 – RAHEL – 65 –
DMBIH -
1º Passo - 8ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos
Enochianos no Mundo Manifesto.
Elemento Terra, os Signos e Planetas.
Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos
Suportes partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e
respectivos planetas.
Suporte da Terra, Transição HÊ.
2º - Touro –
Vênus - Netzach - Os Principados. A 1ª ordem da 3ª Hierarquia das Hostes
Angélicas.
Aqui deve ser
exercitada a 8ª Estação da Cruz.
A Cruz de Fogo
Cósmico aqui colocada será para a Estação o comando da Cruz de Fogo Verde.
Haniel (Arcanjo)
49-VHVEL- 53-NNAEL-
50-DNYEL- 54-NIThEL-
51-HChShIH- 55-MBHIH-
52-OMMIH- 56-PVIEL-
12º Passo - 9ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto
9ª Estação da Cruz:
A 9ª estação da
cruz é o símbolo da 3ª “queda” e o Raio Cósmico é o 3º Raio. Nessa estação deve
o estudante ter em mente que a 3ª “queda” no caminho terá que se destituir de
todo conceito de “falsidade de amar”, uma oposição ao 3º Raio Cósmico.
Terceiro Raio
Objetivo deste
raio é Vitória
Chohan -
Paulo, o Veneziano
Elohim - Heros e Amora
Arcanjo - Chamuel e Caridade
Dia - Segunda-feira
Cor - rosa (pink)
Chakra -
do coração 12 pétalas. Ele é o chakra da transferência do poder dos chakras
Alfa, de polaridade masculina, na parte superior do corpo, para os chakras
Omega, de polaridade feminina na parte inferior do corpo. É o centro do amor
divino
Localização - no meio do peito, na
altura do coração físico.
O que polui este Chakra - desamor
Instrumento Musical Ativador - harpa
Mantra - Coração, Cabeça e Mão (os 3
primeiros decretos)
Qualidade: Vitória, Amor Divino,
Abnegação, Beleza - conforto, Graça, Harmonia, Criatividade, Magnetismo
espiritual, Compaixão, Unidade, Adesão, Coesão, Comunhão com a vida, Batismo do
Espírito Santo.
Perversão: amor humano, vaidade,
feiúra, desconforto, negligência, sensualidade, magnetismo animal, auto
piedade, simpatia humana, desunião, desintegração, decadência.
11º Passo – 9ª Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto.
3ª Estação e a 9ª Estação da Cruz:
Na 3ª estação e
na 9ª estação da cruz o chacra é o do Coração do 3º Raio Cósmico. Quando
visualizada no Eixo é o do Chacra Plexo Solar do 6º Raio Cósmico e é conhecido
como o eixo 2 – 8 (dois - oito).
CHAKRA DO
CORAÇÃO:
O Chakra do
Coração possui 12 Pétalas. É Através deste chakra que recebemos o poder do nosso Eu Perfeito
, o Cristo Pessoal. Este é o Chakra
intermediário entre os Chakras
Superiores e os Chakras Inferiores, os Chakras Superiores ao do coração, carregam a polaridade Masculina
/ Alfa, Os
Chakras inferiores carregam a
polaridade Feminina / Omega. Este é o Chakra do centro da figura oito, o
chakra do Cristo, que é o intermediário entre o Céu e a Terra, entre o pai e o
filho. No Relógio Cósmico o Chakra do Coração esta localizado nas 03 hs. , na
Cruz do Poder, que é o Poder do Pai, do
Filho, da Mãe / Alma, e do Espírito Santo. A Qualidade de Deus como
Controle nas 3hs. e Realidade
nas 9 hs, estão ancorados neste Chakra. Controle aqui, é o controle mental do
indivíduo, as rédeas da mente / corpo mental. Realidade aqui, é a realidade da idéia manifestada na forma
física. Este chakra é a fonte da energia transmutadora Divina. É colocando a
mão esquerda no chakra do coração
e a direita sobre ou apontando, que conseguimos transferir a energia do cristo para fazermos um trabalho
especifico de cura ou até mesmo de
defesa ao se utilizar a Espada de Luz.
Cada uma das 12 Pétalas deste chakra,
corresponde ao poder de energia e virtudes divinas necessárias nos doze chakras, para suprir a necessidade
de evolução dos quatro corpos com a chama trina em cada chakra, formando quatro
vezes três, que da em doze.
CHAKRA DO SOLAR
PLEXUS:
O Solar Plexos/
Plexo Solar que significa Cadencia Solar/ Seqüência Solar ou seja, Um Sol Atrás do outro.
localiza-se no umbigo, tem 10 Pétalas. e é verdadeiramente o lugar do Sol, a
paz do Sol e sua segurança, sua calma. Se ao invés do Sol, a cadencia for
lunar, a pessoa não terá paz de espírito e viverá em um mar de ilusão. Este
Chakra carrega a polaridade feminina.É através do Solar Plexos que o indivíduo
capta o mundo emocional. O Plexo Solar é o poder dos dez e
dos dez vezes dez. As energias que podem
ser magnetizadas do corpo emocional de Deus e ancoradas no Plexo Solar
para a cura, para a ciência, para a
abundância, estão ao seu alcance. No relógio Cósmico , o Plexo Solar esta
localizado na Cruz da Sabedoria e Criatividade. Esta Cruz é composta de
Virgem e Peixes / Chakra do
Plexo Solar nas 2 e 8 hs. e Gêmeos e
Sagitário / Chakra da Garganta nas 5 e
11hs. O que significa que tudo o que se fala, ouve, e cheira, pode afetar o
chakra do Plexo Solar. Por estar
intimamente ligado ao Chakra
da Garganta que regula
a Otorrinolaringologia.
10º Passo - 9ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no
Mundo Manifesto.
3ª Estação e a 9ª Estação da Cruz:
No eixo 2 – 8
(dois - oito) dessas estações encontramos nome de Akshobya que significa
"Imutável" ou "Inabalável". A Sabedoria que reflete todas
as coisas, calmamente e sem crítica, como num espelho, revelando a verdadeira
natureza. A Sabedoria Semelhante ao Espelho é o antídoto dos venenos do ódio e
da raiva.
Akshobya
O nome Akshobya significa
"Imutável" ou "Inabalável". A Sabedoria que reflete todas
as coisas, calmamente e sem crítica, como num espelho, revelando a verdadeira
natureza. Um texto diz: "Exatamente como se vê o próprio reflexo no
espelho, assim o Dharmakaya é visto no Espelho da Sabedoria."
Na mandala dos Cinco Budas Dhyani,
Akshobya é usualmente posicionado a Leste (que é na base) mas, às vezes, é
colocado no centro. Sua cor é azul. Ele governa sobre o elemento água e
personifica o skandha da forma. Em alguns sistemas, ele é associado com o
skandha da consciência. O trono de lótus de Akshobya é sustentado por um
elefante, símbolo de firmeza e força.
Seu símbolo é o vajra, também chamado
de raio com trovão ou cetro de diamante, representado nesta mandala, acima de
sua cabeça, diretamente abaixo de Vairochana. O vajra denota iluminação, a
indestrutível, adamantina natureza da pura consciência, ou a essência da
Realidade. Em algumas tradições, o vajra significa a união do homem com o Buda;
uma extremidade do vajra simboliza o reino macrocósmico do Buda e a outra
extremidade o reino microcósmico do homem.
O mudra de Akshobya mostrado aqui, e
produzido pela sua mão direita , é o bhumisparsha mudra, o gesto de tocar o
chão. Denota o estado inabalável. Esse é o mudra que Gautama usou para chamar a
Terra, quando desafiado pelo Mal, Mara, para que testemunhasse o seu direito de
atingir a iluminação.
O paraíso de Akshobya é Abhirati, a
Terra de Extraordinário Grande Deleite. Os budistas acreditam que qualquer um
que lá renasça, não cai a um nível inferior de consciência. O bija de Akshobya
é Hum e o seu mantra é: Om Akshobya Hum.
9º Passo - 9ª Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico,
as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.
9ª Estação da Cruz:
A 9ª estação da
cruz é o Corpo Etérico (que está sob a Hierarquia do signo de Peixes do Planeta
Netuno). Nessa estação deve o estudante ter em mente que na “3ª Queda” terá que
se destituir da duvida, questionamento humano, medo e memórias da morte. Tendo
a ajuda da Hierarquia da Hora 2. O Mestre Jesus, as Grandes Ordens dos Mestres
Ascensos e Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Peixes do Planeta
Netuno. Nessa estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia de suas
qualidades divinas. Certeza, Focalização da Vontade e Esperança e Fé.
8º Passo - 9ª Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo
Manifesto.
3ª Estação e a 9ª Estação da Cruz:
Na 3ª estação e
na 9ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra do Plexo Solar
do 6º Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como o eixo 2 – 8 (dois - oito).
Este eixo faz a Cruz de Fogo Púrpura com o eixo
5– 11 (cinco -
onze).
7º Passo - 9ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo
Manifesto.
Para caminharmos nesse
passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte
da Terra, Transição HÊ e seus três signos e respectivos planetas.
Suporte da Terra,
Transição HÊ.
3º - Virgem – Mercúrio
Aqui deve ser exercitada a 9ª Estação da Cruz.
6º Passo - 9ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões
de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.
Elemento Terra,
os Signos e Planetas.
Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos
Suportes partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e
respectivos planetas.
Suporte da Terra, Transição HÊ.
3º -Virgem –
Mercúrio
Aqui deve ser
exercitada a 9ª Estação da Cruz.
Meditar com
dois dos vinte e quatro anciões desta Estação da Cruz
Lzinopo –
67-AIO- 68-ChBV- 69-RAH-
Lhiansa –
70–IBM- 71-HYY- 72-MVM-
5º Passo - 9ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Elemento Terra,
os Signos e Planetas.
Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos
Suportes partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e
respectivos planetas.
Suporte da Terra, Transição HÊ.
3º -Virgem –
Mercúrio
Aqui deve ser
exercitada a 9ª Estação da Cruz.
67-AIO- 68-ChBV-
69-RAH-
70–IBM- 71-HYY- 72-MVM-
4º Passo - 9ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Aqui nesse ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath
de Assiah no estudo em correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio
Cósmico.
Iniciamos o estudo nos posicionando com Firmeza os pés
na Sephirah Malkuth,
o Reino.
3ª Estação e a 9ª Estação da Cruz:
Na 3ª estação
da cruz em Virgem (Mercúrio), na Hora 8 e na 9ª estação da cruz em Peixes
(Netuno), na Hora 2 nos encontramos na Sephirah Netzach, a
Vitória.
N E T Z A C H
(O Sétimo Caminho)
Título: Netzach, Vitória.
Compreendemos
melhor Netzach contrastando-a com Hod, a Esfera de Mercúrio, pois ambas
representam, como já vimos a força e a forma
num arco inferior. Netzach representa os instintos e as emoções e Hod
simboliza a mente concreta. No macrocosmo elas representam dois níveis do
processo de concretização da força da forma. Em Netzach, a força ainda se move
com certa liberdade, detendo-se apenas nas formas extremamente fluídicas e de
movimento incessante, e em Hod ela toma pela primeira vez uma forma definida e
permanente, embora de natureza extremamente tênue. Em Netzach, uma forma
particular de força se manifesta, traduzida em seres que se movem para frente e
para trás nos limites da manifestação, de maneira extremamente indefinida. Tais
seres não tem personalidades individualizadas. Em Hod, contudo, cada unidade se
individualiza, e a existência apresenta continuidade. A mente é grupal em
Netzach, mas Hod inicia o processo da mente humana.
Estamos agora
na Esfera da ilusão, e que o que é descrito em termos de formas são aparências
representadas pelo intelecto para si mesmo e projetadas na luz astral como
formas mentais. Tudo que é recebido pelos olhos do intelecto e pelas
contemplações da fé tem sua base metafísica em Chokmah, a Sephira Suprema do
topo do Pilar da Misericórdia. Mas, em Netzach, ocorre uma grande mudança em
nosso modo de entender os diferentes tipos de existência atribuídos a cada
Séphira. De Kether a Netzach, percebemos por meio da intuição, nossas
apreensões eram informes, ou pelo menos, representadas por símbolos altamente
abstratos, estes não se manifestam depois de Tiphereth, e chegamos a símbolos
concretos. Como a rosa, atribuída a Vênus, para Netzach e, o caduceu, atribuído
a Mercúrio, para Hod.
Em Tiphereth, a
Inteligência Mediadora, decopõe a Luz Branca da Vida Única, tal como um prisma,
de modo que ela se torna o Esplendor Refulgente de inúmeros matizes
Esses raios não
são representados como a pura luz branca pela qual vemos todas as coisas em
suas cores verdadeiras, mas como uma cor de diversas nuances, cada uma das
quais revela e intensifica algum aspecto de manifestação especializado.
Toda vida ou
forma de força que se manifesta em Netzach é uma manifestação parcial, mas
especializada; por conseguinte, nenhum ser que tem como esfera de evolução a esfera de Netzach poderá
experimentar um desenvolvimento completo, mas será sempre uma criatura de uma
idéia, de uma única função, simples e estereotipada. É o fator Netzach em nós a
base de nossos instintos, cada dos quais, em sua essência não –
intelectualizada, dá origem aos reflexos apropriados.
É muito
importante para nós compreender que essas Sephiroth inferiores do plano da
ilusão são densamente povoadas pelas formas mentais; e que tudo o que a
imaginação humana foi capaz de conceber, embora confusamente, tem uma forma
revestida de luz astral, e que tanto mais a imaginação humana se aplicar em
realizá-la, mais definida essa forma se tornará. É por essa razão as gerações
de videntes, quando procuram discernir a natureza espiritual e a essência
íntima de qualquer forma de vida, encontrarão essas imagens, as “criações do
criado”, que foram iludidos, tomando-as erroneamente pela própria essência
abstrata, que não se encontra em qualquer plano que fornece imagens a visão
psiquica, mas apenas aqueles que são percebidos pela intuição pura.
Em Netzach
temos a forma mais tênue dessas coisas e elas são percebidas muito mais pela
“contemplações da fé” do que pelos “olhos do intelecto”. Na esfera de Hod,
executam-se todas as operações mágicas em que o próprio intelecto surge para
conferir forma e permanência a essas imagens tênues e flutuantes; mas, na
esfera de Netzach, tais operações não ocorrem em qualquer grau; todas as formas
divinas em Netzach são reverenciadas por
meio das artes, e não concebidas por meio de filosofias. Não obstante,
para todos os propósitos práticos é impossível separar as atividades de Hod de
Netzach. As funções de Netzach estão implícitas em Hod porque Netzach emana
Hod, e os poderes desenvolvidos pela evolução na esfera de Netzach são a base
das capacidades de Hod.
Os contatos de
Netzach não se fazem concebendo-se a vida filosofocamente, nem por meio do psquismo ordinário criador de
imagem, mas pelo “sentimento adequado”. É por meio da dança, do som e da cor
que entramos em contato com os anjos de Netzach e podemos evocá-los.
As Tres
Supremas e o primeiro par de Sephiroth manifestadas, Chesed e Geburah,
representam o Eu Superior, tendo Tiphereth como ponto de contato com o Eu
Inferior. As quatro Sephiroth inferiores, Netzach, Hod, Yesod e Malkuth
representam o Eu Inferior, ou personalidade, a unidade de encarnação, tendo
Tiphereth como ponto de contato com o Eu Superior que é às vezes chamado de
Anjo da Guarda Sagrado.
Do ponto de
vista da personalidade, Tiphereth representa a consciência superior, ciente das
coisas espirituais; Netzach representa os instintos e Hod o intelecto. Yesod
representa o quinto elemento o Éter, e Malkuth, os quatro elementos, que são o
aspecto sutil da matéria. O intelecto humano médio só pode compreender a
natureza da matéria densa, Malkuth, e do intelecto, Hod, ambos aspectos
concretos da existência. Ele não pode apreciar as forças que edificam as
formas, representadas por Netzach, a esfera dos instintos, e Yesod, ou duplo
etéreo ou corpo sutil.
É por meio de
Netzach, em nossa natureza, que as forças elementais tem acesso à consciência;
sem Netzach, elas permanecem na esfera subconsciente de Yesod trabalhando
cegamente. Todo nível de manifestação tem sua prórpria ética ou padrão que não
devemos confundir os planos esperando de um o padrão do outro que não lhe é
aplicável. No reino da mente, a ética é verdade; no plano astral, que é a
esfera das emoções e dos instintos, a ética é a beleza.
Ao penetrar na
região das quatro Sephiroth inferiores estamos na esfera da mente humana.
Consideradas subjetivamente elas constituem a personalidade e seus poderes. O
objetivo da iniciação oculta é desenvolver esses poderes e, considerados do
ponto de vista superior como sempre devería ser, sob pena de degenerar da magia
negra, uni-los com Tiphereth, que é o ponto focal do Eu Superior ou
Individualidade.
Se levantarmos
a ponta do Véu do Templo e revelarmos o fato de que o sexo é simplesmente uma
instância especial do princípio universal da polaridade, a dedução imediata é
que a polaridade e o sexo são termos sinônimos. A vida só flui através de um
circuito, isolemo-la, e ela se tornará inerte. Encaremos a personalidade como
uma máquina elétrica: ela precisa estar ligada à casa de força, que é Deus, ou
não funcionará; mas ela precisa igualmente em contato com a Terra, do contrário seu mecanismo não poderá ser
posto
Título
conferido a Netzach: FIRMEZA.
Imagem Mágica:
Uma bela mulher nua.
Sendo Netzach
uma Sephira positiva, a primeira vista parece estranho um aspecto feminino, uma
imagem de uma bela mulher nua estar vinculada a uma Sephira masculina. É o
aspecto feminino da forma equilibrando o aspecto masculino da força; indica a
importância do desenvolvimento harmônico dos dois aspectos: a força e a forma.
Localização na Árvore
Na base do Pilar da Misericórdia.
Texto Yetzirático
O Sétimo
Caminho chama-se inteligência oculta porque é o esplendor refulgente das
virtudes intelectuais percebidas pelos olhos do intelecto e pelas contemplações
da fé.
O Nome Divino
Jehovah Tzabaoth, Senhor das Hostes ou Deus dos
Exércitos.
Arcanjo Haniel
O Arcanjo
Haniel , a Graça de Deus, é o da sabedoria no inter-relacionamento com todas as
coisas, sejam planetas, plantas, esferas ou homens. Pode ser representado como
uma chama verde e dourada, com uma luz rosada sobre a cabeça.
Coro Angélico
Elohim ou deuses, os regentes da natureza.
Chákra Cósmico
Nogah, Vênus.
Entenderemos
melhor a natureza de Netzach se lembrarmos que ela é a esfera de Vênus, isto
significa que tratamos aqui da função da polaridade, que é muito mais do que
apenas o sexo, como se concebe popularmente. É importante notar, a esse
respeito, que vênus, ou, na sua forma grega, Afrodite, não é, em absoluto, uma
deusa da fertilidade, mas a deusa do amor. No conceito grego de vida, o amor
abrange muito mais do que o relacionamento entre os sexos. A Deusa Afrodite,
regia os aspectos superiores do amor.
O culto de
Afrodite era muito mais do que o cumprimento de uma função animal,
relacionando-se, ao contrário, com a interação sutil da força vital entre dois
fatores; o curioso fluxo e refluxo, o estímulo e a reação, que exerce um papel
tão importante nas relações dos sexos, mas que ultrapassa, e muito, a esfera do
sexo.
A hetera grega
era uma mulher culta, a quem nenhum homem ousava fazer propostas sexuais,
devido a reverência com que a função do sexo era encarada entre os gregos.
Nos templos de
Afrodite, a arte do amor era cuidadosamente cultivada, sendo as sacerdotisas
treinadas desde a infância em sua habilidade. Mas essa arte não consistia
apenas em provocar a paixão, mas em satisfazê-la adequadamente em todos os
níveis de consciência; não simplesmente pela gratificação das sensações físicas
do corpo, mas pela troca etérea sutil de magnetismo e de polarização
intelectual e espiritual. Elas procuravam suprir certas necessidades mas sutis
da alma humana por meio de suas hábeis artes.
Não podemos
compreender corretamente o sexo senão compreendermos que ele é um dos aspectos
do que o esoterista chama de polaridade, e que esse é um princípio que percorre
toda a criação, sendo, de fato, a base de toda manifestação. Toda a atividade
da força está compreendida no princípio da polaridade, assim como toda a função
da forma está compreendida no princípio do metabolismo.
A polaridade
significa essencialmente o fluxo de força de uma esfera de alta pressão para
uma esfera de baixa pressão sendo os termos alto e baixo relativos. Toda esfera
de energia precisa receber o estímulo de um influxo de energia da pressão
superior e enviá-lo a uma esfera de pressão inferior. A fonte de toda energia
está No Grande Imanifesto, e ela segue seu caminho para baixo, de nível e
nível, alterando sua forma de uma esfera a outra, até se converter, finalmente,
em força “terrestre”, em Malkuth.
O ponto capital
que devemos entender é que, na árvore microcósmica há um fluxo descendente e
ascendente dos aspectos positivos e negativos de nossos níveis subjetivos de
consciência, em que o espírito inspira a mente, e a mente dirige as emoções, e
as emoções formam o duplo etéreo, e o duplo etéreo molda o veículo físico, que
é o “fio terra do circuito”.
Mas um ponto
que não compreendemos facilmente é que há um fluxo e refluxo entre cada corpo,
ou nível de consciência, e seu aspecto correspondente no macrocosmo. Assim como
há uma entrada e uma saída no nível de Malkuth por onde o corpo recebe alimento
e água como nutrição e os expulsa como escreções, assim também, há uma entrada
e saída entre o duplo etéreo e a luz astral, e entre o corpo astral e o lado
mental da natureza, e assim por diante nos planos, sendo os fatores sutis
representados pelas seis Sephirot superiores. A essência da Cabala, que é a
aplicação prática da Árvore da Vida, consiste em desenvolver esses circuitos
magnéticos de níveis diferentes, e assim fortalecer e reforçar a alma. Assim
como o corpo físico se nutre comendo e bebendo, e se mantém saudável pela
escreção adequada – processos que poderiam receber o nome de operações da
esfera de Malkuth – assim é a alma do homem vitalizada pelas operações da
esfera de Tiphereth, que se chama também a Esfera do Redentor, que confere
saúde à alma. Sabemos como a iniciação desenvolve os poderes do psiquismo
superior e permite a percepção das verdades superiores; o que não compreendemos
é que, para percorrer a escala plena do desenvolvimento humano, precisamos
também desenvolver nosso poder para entrar em contato com a energia natural em
sua forma essencial representada pela esfera de Netzach.
Estamos
acostumados a admitir que o espiritual e o natural são mutuamente antagônicos e que devemos despir
uma santo para vestir o outro. Não compreendemos que a matéria é espírito
cristalizado, e que o espírito é matéria volatizada, e que não existe diferença
substancial entre eles, assim como não existe entre a água e o gêlo, sendo
ambos estágios diferente da Coisa Única como os alquimistas chamam esse é o grande
segredo da alquimia, que constitue a base filosófica da doutrina secreta da
transmutação.
Em Chokmah,
portanto, temos o tremendo impulso da vida, que é a grande potência masculina
do universo; em Chesed, temos a organização das forças em complexos
interativos; em Netzach, temos uma
esfera em que a evolução, ascendendo de Malkuth como força organizada que anima
a forma vivificada, é capaz de fazer contato mais de uma vez com a força
essencial.
Experiência Espiritual
A visão da beleza triunfante.
Virtude:
Desprendimento
Vício
Impudor, Luxúria.
Correspondência no
Microcosmo
Os Rins, Os Quadris, as Pernas.
Símbolos
A lâmpada e o cinto. A rosa.
Observamos, de
imediato, que o simbolismo contém duas idéias distintas: a idéia do poder e a
idéia da beleza, o que evoca o amor que existia entre Vênus e Marte de acordo
com o velho mito. Vemos que o simbolismo de Marte ou da Vitória está associado
ao macrocosmo, e que o simbolismo de Vênus, o amor, ao aspecto microcosmo ou
subjetivo.
A lâmpada: Os
quatro elementos são associados as quatro Sephiroth inferiores, e o elemento
fogo está associado a Netzach. A lâmpada é a arma mágica utilizada nas
operações do elemento fogo. Daí a associação com Netzach. O elemento fogo está
associado a energia ignea no coração da natureza, e vincula-se ao aspecto
marciano da Séphira Vênus.
O Cinto e a
Rosa explicam-se por si mesmo, pois estão tradicionalmente associados a Vênus.
Cartas do Tarô
Os quatro Sete
Consideramos
oportuno explicar o que representam essas cartas menores de Tarô. Elas
simbolizam os diferente modos de funcionamento das diferentes forças
sephiróticas nos Quadro Mundos dos Cabalistas.
O naipe de Paus
corresponde a um nível espiritual
O naipe de
Copas ao nível mental
O naipe de
Espadas ao plano astral
E o naipe de
Ouros ao plano físico.
Sete de
Paus: valor
Sete de
Copas: o sucesso ilusório
Sete de
Espadas: esforço instável
Sete de
Ouros: sucesso incompleto
O nome
cabalístico do Sete de Ouros é o Sucesso Incompleto, que devemos apenas passar
em revista as vidas de Cleópata, Isolda e Heloisa para compreender que Vênus no
plano físico tem por divisa “Pelo Amor, renuncio ao Mundo”.
O título
secreto do Sete de Espadas é Esforço Instável, o qual expressa bastante bem a
ação de Vênus na esfera das emoções, com sua intensidade efêmera.
O título
secreto do Sete de Copas é o Sucesso Ilusório. Essa carta representa a operação
de Vênus na esfera da mente, onde sua influência em nada contribui para tornar
claras as concepções. Acreditamos no que queremos acreditar quando estamos sob
a influência de Vênus.
Apenas na
esfera do espírito, Vênus está em seu lugar adequado. Aqui, o Sete de Paus,
recebe o nome de Valor, que descreve convenientemente a influência dinâmica e
vitalizante exercida quando seu significado espiritual é compreendido e
empregado.
As quatro
Cartas de Tarô atribuídas a Netzach revelam de maneira muito interessante a
natureza da influência venusiana quando esta atinge os planos. Elas nos ensinam
uma lição muito importante, mostrando como essa força é essencialmente
instável, quando não tem raízes num princípio espiritual. As formas inferiores
do amor são as emoções, e nestas não nos podemos fiar; mas o amor superior é
dinâmico e energizador.
Cores nos Mundos
Atizluth: Âmbar
Briah: Esmeralda
Yetzirath: Verde-amarelo brilhante
Assiah: Oliva salpicado de ouro.
3º Passo - 9ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
A 9ª estação da cruz em Áquario:
A 9ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 2ª Hora do Relógio e
o 3º Raio Cósmico.
A 9ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah Binah; A 10ª estação da
cruz em Áquario: A 10ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 3ª Hora
do Relógio e o 4º Raio Cósmico
2º Passo - 9ª
Estação
(Movimento Ziguezague)
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de
Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.
Hostes Angélicas no
Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto
A 9ª estação da cruz em Áquario:
A 9ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 2ª
Hora do Relógio e o 3º Raio Cósmico.
A 9ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah Binah.
Aqui encontramos ao Arcanjo Tsaphkiel,a 1ª Hierarquia
das Hostes Angélicas e a 3ª Ordem, o Coro dos Tronos, os ERELIM (Os
Valentes) , ao Candelabro de Nove velas
e a Oito Nomes Sagrados de Deus.
Tsaphkiel (Arcanjo)
17-LAVIH- 21-NLKEL-
18-KLIEL- 22-YYYEL-
19-LVVIH- 23-MLHEL-
20-PHLIH- 24-ChHVIH-
1º Passo - 9ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos
Enochianos no Mundo Manifesto.
Elemento Terra,
os Signos e Planetas.
Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos
Suportes partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e
respectivos planetas.
Suporte da Terra, Transição HÊ.
3º - Virgem –
Mercúrio - Hod - Os Arcanjos. A 2ª ordem da 3ª Hierarquia das Hostes Angélicas.
Aqui deve ser
exercitada a 9ª Estação da Cruz.
A Cruz de Fogo
Cósmico aqui colocada será para a Estação o comando da Cruz de Fogo Púrpura.
Raphael (Arcanjo)
57-NMMIH- 61-VMBEL-
58-YYLEL- 62-IHHIH
59-HRChEL- 63-ONVEL-
60-MTzREL- 64-MChIEL-
12º Passo - 10ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto.
10ª Estação da Cruz:
A 10ª estação
da cruz é o símbolo de se “despir de suas vestes” e o Raio Cósmico é o 4º Raio.
Nessa estação deve o estudante ter em mente que “despir de suas vestes” no
caminho terá que se destituir de todo conceito de “fusionar toda impureza”, uma
oposição ao 4º Raio Cósmico.
Quarto Raio
Objetivo deste raio é a harmonia
Chohan -
Serapis Bey
Elohim - Astrea e Pureza
Arcanjo - Gabriel e Esperança
Dia - Sexta-feira
Cor - Branca
Chakra - da base ou Kundhaline, 4
pétalas. Este Chakra carrega a polaridade feminina. É o centro da harmonia
Localização - na base da coluna
vertebral
O que polui este Chakra - mal uso do
sexo e desarmonia
Instrumento Musical Ativador -
tambor
Mantra - decreto da ascensão
Qualidade - Pureza, Perfeição, Auto
disciplina, Moralidade, Esperança, Vida, Espirais positivas, Alegria, Êxtase
espiritual, Unidade, Perfeição, Simetria, Geometria, Lei, Ordem,
Comensurabilidade, Em cima é como em baixo, Arquitetura divina, Molde de vida.
Perversão - impureza, imperfeição,
falta de auto controle, imoralidade, morte, desesperança, espirais negativas,
luxuria, separatividade, sem lei, anarquia, caos, ausência de interação entre
espírito e matéria, distorção dos desígnios divinos.
11º Passo – 10ª
Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Chacras e
os Eixos no Mundo Manifesto
4ª Estação e a 10ª Estação da Cruz:
Na 4ª estação e
na 10ª estação da cruz o chacra é o da Base do 4º Raio Cósmico. Quando
visualizada no Eixo é o do Chacra Coronário do 3º Raio Cósmico e é conhecido
como o eixo 3 – 9 (três - nove).
CHAKRA DA BASE
DA ESPINHA
Este
Chakra é
o da Base ou Kundhaline, esta
localizado na base da
espinha, possui 4 pétalas, que demonstram o equilíbrio da
base da matéria. O triângulo no centro
mostra a energia que deve ser
elevada para os outros
chakras. Se este
Chakra não for bem
cuidado, todos os outros sofrerão as conseqüências, pois este Chakra serve de
depósito de energia para os outros
chakras. A energia Divina desce
diretamente de Deus, penetrando o Chakra da Coroa, indo diretamente para o
Chakra do da base, um verdadeiro cálice
que guarda a energia que deve ser
elevada para o Chakra do coração que redistribui para os outros Chakras a energia
a ser qualificada. Este Chakra
carrega a polaridade feminina,
energia do Chakra da base, pode ser perdida de varias maneiras:
. Através
do escoamento que o
corre pelo abuso
das energias sexuais.
. Através
da desarmonia, como raiva,
ódio, medo, ansiedade,
tristeza, impaciência,
irritação, impureza, etc.
Quando perdemos
esta energia que
deveria alimentar aos outros chakras, perdemos o nosso poder
de qualificar energias
como Deuses, ou
filhos de Deus.
Como é que podemos qualificar energias que não possuímos
? Que
já foram perdidas ? Impossível, Temos de
armazenar energia pura para
podermos qualifica-la. Se
queremos ser Deuses e ter algum poder,
temos que começar por guardar esta energia pura, sagrada e
cristalina do Chakra da
base, mantendo a
nossa harmonia, que
só poderá acontecer
com Fé, Esperança e Caridade. A
base de tudo esta na energia. Sem energia não há nada, devemos preserva-la para
podermos construir e transformar o mundo. O problema do
ser humano esta em
querer coisas demais.
Assim ele perde
a energia e
não consegue nada. A
Qualidade da Consciência
de Deus Como Pureza e
Harmonia esta ancorada
neste Chakra. É com a Pureza e a Harmonia das energias da Mãe, que
conseguimos a mestria sobre a terra/ matéria. Este
Chakra carrega a polaridade feminina. É
através da mestria do
poder do 4 Raio
do Chakra da base da espinha, que se
consegue o poder de se estar
em vários os lugares do Planeta Terra ao mesmo tempo, simultaneamente.
Obtendo o poder sobre o tempo e o espaço.
A Energia Sagrada
e pura deste
Chakra deve-se também a sua cor Branca, É com a energia pura e
cristalina do Chakra da base da Espinha, que a Magia, que significa
movimentação da energia, acontece. Este Chakra é a Base da força do Corpo
Emocional. É com esta energia que se Faz a magia negra. O instrumento que ativa
este Chakra da base é o
tambor, a má utilização do tambor
ou bateria com ritmos de baixa vibração causa o escoamento das energias.
Os Africanos,
fazem do Samba, Jazz, Vodu,
ou mesmo o Rock dos
Americanos, uma maneira de se
tirar a
energia deste Chakra,
através do escoamento
desta energia
CHAKRA DO
CORAÇÃO:
O Chakra do
Coração possui 12 Pétalas. É Através deste chakra que recebemos o poder do nosso Eu Perfeito
, o Cristo Pessoal. Este é o Chakra
intermediário entre os Chakras
Superiores e os Chakras Inferiores, os Chakras Superiores ao do coração, carregam a polaridade Masculina
/ Alfa, Os
Chakras inferiores carregam a
polaridade Feminina / Omega. Este é o Chakra do centro da figura oito, o chakra do Cristo, que é o
intermediário entre o Céu e a Terra, entre o pai e o filho. No Relógio Cósmico
o Chakra do Coração esta localizado nas 03 hs. , na Cruz do Poder, que é o
Poder do Pai, do Filho, da Mãe /
Alma, e
do Espírito Santo. A Qualidade de
Deus como Controle nas 3hs. e Realidade nas 9 hs, estão ancorados neste
Chakra. Controle aqui, é o controle mental do indivíduo, as rédeas da mente / corpo mental. Realidade aqui, é a
realidade da idéia manifestada na forma física. Este chakra é a fonte da
energia transmutadora Divina. É colocando a mão esquerda no chakra docoração e
a direita sobre ou apontando, que conseguimos transferir a energia do cristo
para fazermos um trabalho especifico de cura ou até mesmo de defesa
ao se utilizar a
Espada de Luz. Cada uma das 12 Pétalas deste chakra, corresponde ao poder
de energia e virtudes divinas necessárias nos doze chakras, para suprir a
necessidade de evolução dos quatro corpos com a chama trina em cada chakra,
formando quatro vezes três, que da em doze.
10º Passo - 10ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no
Mundo Manifesto.
4ª Estação e a 10ª Estação da Cruz:
No eixo 3 – 9
(três - nove) dessas estações encontramos o nome Ratnasambhava que significa
"A Jóia Nascida Una" ou "Origem das Jóias. Ratnasambhava
transmuta o veneno do orgulho (espiritual, intelectual e humano) em Sabedoria
da Equanimidade.
Ratnasambhava
O nome Ratnasambhava significa
"A Jóia Nascida Una" ou "Origem das Jóias". As Três Jóias
são o Buda, o Dharma e a Sangha.
O Buda é o Iluminado, o Guru, o
centro da roda da Lei. O Dharma é o Ensinamento, ou a Lei. A Sangha é a
Comunidade.
Ratnasambhava transmuta o veneno do
orgulho (espiritual, intelectual e humano) em Sabedoria da Equanimidade. Os
Budistas tibetanos ensinam que, com a Sabedoria da Equanimidade, todas as
coisas são vistas com imparcialidade divina, reconhecendo-se a igualdade divina
em todos os seres e vendo-se todos os seres e o Buda como tendo a mesma natureza
- a condição de que precisamos, diz Tucci, "para estimular a nossa
ascensão espiritual e para adquirir confiança para realizar, em nós, o estado
de Buda."11
Ratnasambhava é o Buda Dhyani do Sul.
Sua cor é amarela, a cor do Sol em seu zênite. Ratnasambhava governa sobre o
elemento terra e corporifica o skandha do sentimento ou da sensação.
Às vezes, ele é mostrado segurando
seu símbolo, o ratna (jóia) ou chintamani (jóia da realização de desejos, que
concede todos os desejos). O chintamani é um símbolo da mente libertada. O
ratna é freqüentemente representado numa forma trina como o triratna,
significando a união do Buda, Dharma e Sangha. Na mandala, o triratna é
posicionada entre Ratnasambhava e Vairochana.
O animal que sustenta o trono de
Ratnasambhava é o cavalo, denotando ímpeto e libertação. O mudra de
Ratnasambhava, formado aqui pela sua mão direita, é o varada mudra. É um gesto
de dar, ou de caridade, que o retrata oferecendo compaixão e proteção a seus
discípulos. Seu bija é Tram e seu mantra é: Om Ratnasambhava Tram.
9º Passo - 10ª Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico,
as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.
10ª Estação da Cruz:
A 10ª estação
da cruz é o Corpo Mental (que está sob a Hierarquia do signo de Áries do
Planeta Marte). Nessa estação deve o estudante ter em mente que na “Despir as
Vestes” terá que se destituir da vaidade, arrogância, falsidade e ego. Tendo a
ajuda da Hierarquia da Hora 3. Hélios, o Grande Magneto do Sol Central e Todos
os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Áries do Planeta Marte. Nessa
estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia de suas qualidades
divinas. Consciência da Vontade Divina, Disciplina e Educação do Próximo.
8º Passo - 10ª Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo
Manifesto
4ª Estação e a 10ª Estação da Cruz:
Na 4ª estação e
na 10ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra Coronário do 3º
Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como o eixo 3 – 9 (três – nove). Este
eixo faz a Cruz de Fogo Rosa com o eixo 12 – 6 (doze - seis).
7º Passo - 10ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo
Manifesto.
Elemento Fogo,
os Signos e Planetas.
Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos
Suportes partindo do Suporte do Fogo, Gerador YOD e seus três signos e
respectivos planetas.
Suporte do Fogo, Transição Yod.
1º - Aries –
Marte
Aqui deve ser
exercitada a 10ª Estação da Cruz.
6º Passo - 10ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões
de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.
Elemento Fogo,
os Signos e Planetas.
Para
caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes
partindo do Suporte do Fogo, Gerador Yod e seus três signos e respectivos
planetas.
Suporte da
Fogo, Gerador Yod.
1º - Áries – Marte
Aqui deve ser exercitada a 10ª Estação da Cruz.
Meditar com dois dos vinte e quatro anciões desta
Estação da Cruz
Aaoxaif –
1-VHV- 2-YLY- 3-SIT
Autotar –
4–OLM- 5-MHSh- 6-LLH-
5º Passo - 10ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Elemento Fogo,
os Signos e Planetas.
Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos
Suportes partindo do Suporte do Fogo, Gerador Yod e seus três signos e
respectivos planetas.
Suporte da Fogo, Gerador Yod.
1º - Áries –
Marte
Aqui deve ser
exercitada a 10ª Estação da Cruz.
1-VHV- 2-YLY- 3-SIT
4–OLM- 5-MHSh- 6-LLH-
4º Passo - 10ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Aqui nesse
ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em
correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.
Iniciamos o
estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino.
4ª Estação e a 10ª Estação da Cruz:
Na 4ª estação
da cruz em Libra (Vênus), na Hora 9 e na 10ª estação da cruz em Áries (Marte),
na Hora 3 nos encontramos na Sephirah
Tifereth, a Beleza.
T I P H E R E T H
(O Sexto Caminho)
As Dez
Sephiroth Sagradas, quando dispostas na Árvore da Vida em seu padrão
tradicional, enquadram-se em tres divisões horizontais principais, assim como
nas tres divisões verticais dos pilares. A mais alta dessas divisões
horizontais consiste nas tres Supremas, que, para todos os propósitos práticos,
estão além da esfera de nossa compreensão. Postulamo-las como princípios
fundamentais que devem existir para que as manifestações subsequentes possam
ser explicadas. Elas representam o Ser Puro e os princípios opostos da
atividade e da passividade, e o nome de Tiângulo Supremo cai-lhes muito bem.
O Triângulo
funcional que vem a seguir na Árvore consiste em Chesed, Geburah e Tiphereth.
Essas esferas representam osprincípios ativos do anabolismo, do catabolismo e
do equilíbrio, e podemos aplicar-lhes apropriadamente o nome de Triângulo
Abstrato.
Considerando em
detalhes as seis Sephiroth superiores, observamos que os tres Princípios
Supremos foram a base de manifestação, e que os tres Princípios Abstratos dão
expressão à manifestação. As tres Esferas Superiores são latentes e as tres inferiores são potentes. Se
compreendermos esse ponto, descobriremos que dispomos de um sistema para
explicar a infinita diversidade da manifestação dos planos da forma,
reduzindo-a aos seus princípios primários, o que torna as relações entre elas e
o modo de sua interação e desenvolvimento claramente compreensíveis – resultado
totalmente diverso daquele que obteremos se tentarmos reduzir todas as coisas
em termos de força, em vez de resolvê-las nestes mesmos termos.
A unidade
funcional mais baixa sobre a árvore consiste não de um triângulo, mas de um
quadrado, e esse quadrado, foi afetado pela queda, erguendo-se a cabeça de
Leviatã das profundezas do abismo, num ponto entre Yesod e Tiphereth. Não lhe é
permitido ir além e por isso as seis Sephiroth superiores conservaram a sua
inocência. As quatro Sephiroth inferiores pertencem aos planos da forma, em que
a força não se move livremente, mas está encerrada, confinada, contida, sendo
libertada apenas por obra da destruição.
Tiphereth, como
já se observou, é o centro do equilíbrio da árvore. O equilíbrio dá origem a
estabilidade e a estabilidade, a coesão. De agora em diante, na rota
descendente da vida através do caminho da involução, encontramos o princípio da
coesão que exerce um papel progressivamente predominante até que em Malkuth se
encontra o apogeu.
Os princípios
ativos Triângulo Absoluto sofrem uma subdivisão e uma especialização no curso
da descida da vida através de Netzach, e em Yesod atingem um grau considerável
de exteriotipia, por meio da qual se determinam as formas de Malkuth. Assim que
Malkuth – o plano da forma pura – atinge o desenvolvimento, a corrente
evolutiva começa a voltar-se para o espírito, libertando-se da prisão da forma,
embora retendo as capacidades adquiridas pela experiência da disciplina da
forma.
São numerosos,
portanto, os princípios abstratos da função da vida que se revestem de forma
devido a influência da experiência de suas manifestações exteriores no Reino da
Forma. A influência da queda se irradiou até elas, e elas perderam sua
inocência.
Essas
considerações dão-nos a chave da natureza quaternária dos planos da forma, e
permitem-nos trilhar o Caminho do Meio, entre a credulidade e o ceticismo,
nesta esfera da ilusão, como a chamaram um tanto severamente.
A grande maré
da vida evolutiva, proveniente de uma emanação de Tiphereth parte-se na Séphira
Netzach, como num prisma, em diversos raios de manifestação; daí provém a descrição
desta Sephira “Como o Esplendor Refulgente”. Em Hod, essas forças multifárias
revestem-se de forma; e, em Yesod, elas agem como moldes etéreos para as
emanações finais de Malkuth.
A manifestação
em Malkuth completa o arco expansivo da involução, e a vida retorna sobre si
mesma para seguir um curso paralelo num arco de retorno da evolução. A
inteligência humana se desenvolve, e começa a meditar nas causas e discernir os
deuses. Os deuses são criações do criado. Nascem da adoração daqueles que o
invocam. Não são os deuses que fazem o trabalho da criação, mas sim as grandes
forças naturais, cada uma agindo de acordo com a sua natureza. Os deuses são
emanações das almas grupais das raças, e não emanações de Eheieh, o Um, o
Eterno.
Título: Tiphereth, Beleza.
Há tres
importantes chaves para a natureza de Tiphereth. Em primeiro lugar, ela é o
centro do equilíbrio de toda a árvore, estando no meio do Pilar Central; em
segundo lugar, é Kether no arco inferior e Yesod num arco superior; em terceiro
lugar, é o ponto de transmutação entre os planos da força e os da forma. Do
ponto de vista de Kether, ela é uma criança; do ponto de vista de Malkuth, é um
rei; e, do ponto de vista da transmutação de força, é um deus sacrificado.
Macroscomicamente
do ponto de vista de Kether Tiphereth é o ponto de equilíbrio de Chesed e
Geburah; microcosmicamente, ou seja, do ponto de vista da psicologia
transcendental, é o ponto em que os tipos de consciência característicos de
Kether e Yesod são concentrados num foco. Hod e Netzach encontram igualmente
sua síntese em Tiphereth.
As seis
Sephiroth de que Tiphereth é o centro, são as vezes chamadas de Adão Cadmo, o
homem arquétipo; de fato, Tiphereth não pode ser corretamente compreendida
senão como o ponto central destas seis Sephiras, que ela governa como uma rei
em seu domínio. São essas seis que, para todos os propósitos práticos
constituem o reino arquétipico que repousa atrás do reino da forma de Malkuth e
domina e determina completamente a passividade da matéria.
As tres sephiroth
inferiores agrupadas em torno de Tiphereth: Netzach, Hod e Yesod. Netzach
relaciona-se com as forças da natureza e com os contatos elementais; Hod, com a
magia cerimonial e com o conhecimento oculto; e Yesod, com o psiquismo e o
duplo etéreo. Tiphereth, assistida por Geburah e Gedulah, representa a
vidência, ou o psiquismo superior da individualidade. As quatro Sephiroth sob
Tiphereth representam a personalidade ou o eu inferior; as quatro Sephirot
acima de Tiphereth, são a individualidade, ou o eu superior, Kether é a
centelha divida, ou o núcleo da manifestação.
Tiphereth
jamais deve ser encarada como um fator isolado e sim como um vínculo, um ponto
focal, um centro de transição ou transmutação. O Pilar Central relaciona-se
sempre com a consciência. Os dois Pilares Laterais, com os diferente modos de
operação da força nos diferentes níveis.
Em Tiphereth,
encontramos os ideais arquetípicos concentrados num foco e transmutados em
idéias arquetípicas. Ela é, na verdade, o Lugar de Encarnação. Por essa razão,
chama-se a Criança. E porque a encarnação do ideal de Deus também implica a
desencarnação sacrifical, atribuem-se a Tiphereth os Mistérios da crucificação.
Em Thiphereth,
Deus se manifesta na forma e habita entre nós, isto é, penetra no âmbito da
consciência humana. Tiphereth, o Filho,
mostra-nos Kether, o Pai. Para que a forma possa estabilizar-se, as
forças que a compõem devem estar equilibradas. Por conseguinte, a idéia do
Mediador, ou Redentor, é inerente a esta Séphira. Quando a divindade, seu
próprio eu se manifesta na forma, essa forma precisa estar perfeitamente
equilibrada. Poder-se-ía corretamente inverter a proposição e dizer-se que,
quando as forças que edificam uma forma estão perfeitamente equilibradas, a
divindade, seu próprio eu, se manifesta nesta forma de acordo com o seu tipo.
Deus manifesta-se entre nós quando as condições permitem a manifestação. Vindo
a manifestação nos planos da forma, no aspecto de criança de Tiphereth, o Deus
encarnado chega à maturidade e torna-se o Redentor. Tendo obtido a encarnação
por meio da matéria num estado virginal, isto é, Maria, Marah, O Mar, A Grande
Mãe, Binah, a Suprema, distinta da Mãe Inferior, Malkuth, a Manifestação de
Deus em desenvolvimento procura-se para sempre reter O Reino de suas Sephiroth
centrais num estado de equilíbrio. Quando se apresenta na árvore o Hieróglifo
da Queda, é interessante notar que as cabeças da grande serpente que provém do
caos chegam até Daath, e não a ultrapassam.
O Redentor,
portanto, manifesta-se em Tiphereth e faz um esforço incessante para redimir o
seu Reino, unindo-o às esferas supremas através do abismo aberto pela queda,
que separou as Sephiroth inferiores das superiores e procurando equilibrar as
diversas formas do reino sêxtuplo. Para este fim, sacrificam-se os deuses
encarnados, morrendo pelo povo, afim de que a tremenda força emocional liberada
por esse ato possa compensar as forças desequilibradas do reino, e assim,
redimi-lo ou equilibrá-lo. As forças arqétipicas estão encerradas em formas, e
só podemos nos aproximar delas do ponto de vista de seu efeito sobre a
consciência; nosso modo de aproximação deve-se fazer por meio da experiência
direta dos sentidos, embora esses sentidos não pertençam apenas ao plano
físico, mas funcionam tanto em Tiphereth como em Yesod cada um de acordo com o
tipo que lhe corresponde. Devemos manter nosso vínculo com o transcendental
através de Tiphereth; podemos fazê-lo expressando o simbolismo de Tiphereth nos
termos da experiência mística. Todas as experiências místicas do tipo em que a
visão termina numa luz cegante são atribuídas a Tiphereth, pois a dissolução da
forma no influxo opressivo da forma caracteriza o mundo transitório da
consciência da esfera da árvore. As visões que mantém claramente a forma
definida são características de Yesod. Em Tiphereth, reunem-se e recebem
interpretações as operações da magia natural de Netzach e a magia hermética de
Hod. Ambas essas operações realizam-se em termos de forma, embora a forma
predomine na operação de Hod num grau maior do que as de Netzach. Todas as
visões astrais de Yesod devem ser traduzidas em termos de metafísicas através
das experiências místicas de Tiphereth.
Kether é
matafísica; Yesod é psíquica. E Tiphereth é essencialmente mística,
compreendendo-se o termo “místico” como um modo de operação mental em que a
consciência cessa de trabalhar nas representações subconscientes simbólicas,
ganhando conhecimento por meio de relações emocionais.
A iluminação
consiste na introdução da mente num modo de consciência mais elevado do que
aquele que é edificado a partir da expeirência sensorial. Na iluminação, a
mente muda de amrgem, por assim dizer. Mas, a não ser que o novo modo de
consciência seja vinculado ao anterior e traduzido em termos de pensamento
finito, esse modo manifesta-se como um raio de luz que cega por seu brilho. Não
vemos por meio do raio de luz que brilha sobre nós, mas por meio do reflexo
desse raio, que se projeta sobre os objetos de nossa própria dimensão. A não
ser que nossas mentes possuam idéias que não possam ser iluminadas por esse
modo superior de consciência, elas serão simplesmente esmagadas e, após essa
experiência cegante como um modo superior de consciência, a escuridão será
muito mais intensa para os nossos olhos, do que era antes. Na verdade, não
mudamos exatamente de marcha, mas deixamos o mecanismo de nossa mente como que
desembreado. Esse é, de modo geral, o significado da iluminação. Por mais breve
que seja o relâmpago, ele é suficiente para convencer-nos da realidade da
existência suprafísica, mas não para
ensinar-nos algo a respeito de sua natureza.
A importância
do estágio de Tipereth na experiência mística reside no fato de que a
encarnação da criança ocorre aqui; a experiência mística engendra gradualmente
um corpo de imagens que se iluminam e se tornam visíveis quando ocorrem as
iluminações.
O aspecto da
criança de Tiphereth é também um aspecto muito importante para nós no trabalho
prático dos mistérios relativos à iluminação. Pois devemos aceitar o fato de
que a Criança–Cristo não nasceu, como Minerva, da cabeça de Deus Pai, mas
começa como uma pequena coisa, deitada humildemente entre animais. Os primeiros
raios da experiência mística devem ser obrigatoriamente muito limitados, pois
não tivemos tempo para construir, graças à experiência, um corpo de imagens e
de idéias que possam representá-las. Precisamos de muito tempo para reunir
essas imagens e idéias às experiências transcendentais, acrescentando sua cota
e a subsequente meditação racional que as
organiza.
O método da árvore
revela toda sua utilidade, permitindo ao transcendental expressar-se em termos
de simbolismo, e que o simbolismo se expressa em termos de metafísica unindo
assim o psiquismo com o espiritual por
meio do intelecto, e iluminando os tres aspectos de nossa consciência ternária.
É em Tiphereth que essa tradução se faz, pois é nessa Sephira que se reúnem as
experiências místicas da consciência direta que iluminam os símbolos psíquícos.
O Pilar Central
da Árvore é essencialmente o Pilar da Consciência, assim como, os dois Pilares
laterais são os Pilares dos poderes ativos e passivos. Quando considerada
microcosmicamente, ou seja, do ponto de vista da psicologia, Kether, a Centelha
Divina em torno da qual se organiza o ser individualizado, deve ser encarada
antes como o núcleo da consciência do que como a própria consciência. Daath, a
Sephira invisível, é também o Pilar Central, embora, falando estritamente ela
pertença sempre a um plano diferente daquele em que a Árvore está sendo
considerada. Se considerarmos a Árvore microcosmicamente, Daath seria o ponto
de contato com o macrocosmo. É só com Tiphereth que alcançamos a consciência
claramente definida e individualizada.
Tiphereth é o
ápice funcional da Segunda Tríade da Árvore, cujos dois ângulos básicos consistem em Geburah e Gedulah (Chesed). Essa
segunda Tríade, emanando da primeira Tríade das Tres Supremas, forma a
individualidade evolutiva, a alma espiritual. É ela que perdura e se repete
através da evolução, é dela que emanam as sucessivas personalidades, as
unidades da encarnação, e é nela que a essência ativa da experiência se absorve
ao final de cada encarnação, quando a unidade encarnada volta ao pé e ao éter.
É essa segunda Tríade que forma a sobrealma, o Eu Superior, o Santo Anjo da
Guarda, o Primeiro Iniciador.
Ofuscada e
dirigida pela Segunda Tríade, a Terceira Tríade organiza-se através da
experiência da encarnação, com Malkuth como seu veículo físico.
A consciência
cerebral pertence a Malkuth, e é a única que dispomos enquanto estamos
aprisionados
Há uma certa
concentração e exaltação emocional que possibilita as fases superiores de
consciência, e sem a qual é impossível atingi-la. As imagens do plano astral se
transformam numa emoção com a intensidade do fogo ardente e quando toda a
escória da natureza se transforma em chamas, a fumaça se clareia, e somos
deixados como o fogo branco da consciência pura. Pela própria natureza da mente
humana, que tem o cérebro como seu instrumento, esse fogo branco não pode durar
por muito tempo; mas no breve espaço de sua duração, o temperamente sofre
mudanças, e a própria mente recebe novos conceitos e experimenta uma expansão
que nunca se retrai por completo. A tremenda exaltação da experiência
desaparece, somos deixados com uma permanente expansão da personalidade, com
uma capacidade intensificada para a vida em geral é um poder de compreensão das
realidades espirituais que nunca seriam nossas senão nos balançassemos
forçosamente por sobre o grande abismo da consciência no momento do êxtase.
Ninguém parece compreender que o êxtase é um relâmpogo de magnésio da
consciência e que, se fosse prolongado queimaria o cérebro e o sistema nervoso.
Mas embora ele não possa ser prolongado e não se pense em prolongá-lo, graças a
ele atravessamos o centro morto da consciência e despertamos para uma vida superior.
Imagem Mágica:
Um rei
majestoso. Uma criança. Um deus sacrificado.
Do ponto de
vista de Kether, Tiphereth é uma Criança.
Do ponto de
vista de Malkuth, Tiphereth é um Rei.
E do ponto de
vista da transmutação de força, Tipheret é um deus sacrificado.
Tiphereth,
sendo a primeira coagulação das Supremas, é adequadamente representada como a
criança recém-nascida na mangedora em Belém; como Deus sacrificado, ela se
torna mediador entre Deus e o homem; e, quando ressuscita dos mortos Ele o faz
como um rei em seu reino. Tiphereth é a criança de Kether e o rei de Malkuth, e
em sua própria esfera ele é o sacrificado.
Não
compreenderemos corretamente Tiphereth senão tivermos algum conceito do sentido
real do sacrifício, que é muito diferente do sentido popular que o concebe como
a perda voluntária de algo querido. O sacrifício é a tradução da força de uma
forma a outra. Não existe uma destruição total da força; por mais que ela
desapareça de nosso alcance, ela se mantém em alguma outra forma, de acordo com
a grande lei natural da conservação da energia, que é a lei que mantém nosso
universo
Localização na Árvore
No centro do Pilar do Equilíbrio.
Texto Yetzirático
O Sexto Caminho
chama-se Inteligência Mediadora, pois nele se multiplicam os influxos das
emanações, fluindo essas influências para todos os reservatórios das bênçãos
com que se unem.
Títulos
conferidos a Tiphereth: Zoar Anpin, o Rosto Menor, Melekh, o Rei, Adão, O
Filho, O Homem.
É curioso que
duas experiências espirituais distintas, e, à
primeira vista, sem razão recíproca sejam atribuídas a Thiphereth; ela é
de fato, a única esfera da árvore em que isso ocorre. É também a única a que se
atribue diversas imagens mágicas; devemos perguntar por conseguinte, porque é
essa esfera central que tem esses múltiplos aspectos. A resposta encontra-se no
texto yetzirático que lhe corresponde, o qual declara: “o Sexto Caminho
chama-se a Inteligência Mediadora”. O Mediador é essencialmente um elo
unificador, um intermediário, consequentemente Tiphereth em sua posição central
deve ser encarada como um comutator de duas fases, e devemos cnsiderá-la ao mesmo
tempo como receptora dos influxos das emanações” e como causa das influências
que fluem para todos os reservatórios das bençãos. Podemos assim considerá-la
como a manifestação exterior das Cinco Sephirot mais sutis, e também como
princípio espiritual que subjaz as quatro Sephiroth mais densas. Se a
considerarmos do lado da forma, ela é forma; se a considerarmos do lado da
força, é forma. Ela é, de fato a Sephira arquétipica em que os grandes
princípios revelados pelas Cinco Sephiroth Superiores são formuladores
O Nome Divino
Tetragrammaton Aloah Va Daath.
O Nome Divino
da Esfera é Aloah Va Daath, que associa estreitamente com a Sephira invisível e
se encontra entre ela e Kether. Essa Sephira como já obsrvamos, explica-se
antes como apreensão – a alvorada da consciência; e podemos interpretar a frase
“Tetragrammaton Aloah Va Daath” como “Deus manifesto na esfera da mente”. No
microcosmo, Tiphereth representa o psiquismo superior, o modo de consciência da
idividualidade, o eu superior. Ela é essencialmente a esfera do miticismo
religioso, que se distingue da magia e do psiquismo de Yesod; lembremos que as
Sephirot do Pilar Central da Árvore representam poderes e modos de
funcionamento. Tipherreth é também a Esfera dos Grandes Mestres; é o templo
edificado por mãos não-humanas, eternonos céus, e a Grande Loja Branca. É aqui
que o adepto iniciado opera quando está na consciência superior; é aqui que ele
entra em contato com os Mestres, e é por meio do Nome e por uma compreensão do
significado do Nome de Aloah Va Daath que ele se abre a essa consciência
superior.
É por essa
razão que se atribui uma experiência espiritual definida a cada Sephirah; e,
enquanto o aspirante não tiver a experiência correspondente, ele não será um
iniciado dessa Sephirah, e nãp poderá utilizar os seus Nomes de Poder, mesmo
que os conheça. Não basta conhecer um Nome de Poder; é preciso também saber
como vibrá-lo. Acredita-se geralmente que a vibração de um Nome de Poder é a
nota justapela qual o cantamos; mas a vibração mágica é algo muito mais que
isso. Quando experimentamos uma profunda emoção e, ao mesmo tempo, somos
devocionalmente exaltados, a voz desce muitos tons abaixo de seu normal e
torna-se ressoante e vibrante; é esse tremor de emoção, combinado com a
ressonância e a devoção, que constitui a vibração de um Nome, e essa
experiência não pode ser aprendida ou ensinada, devendo antes ser espontânea. É
como o vento que sopra onde lhe apraz. Quando ele ocorre, somos sacudidosdos
pés à cabeça com uma onde de calor, e todos os que o ouvem prestam-lhe atenção
involuntariamente. É uma experiência extraordinária ouvir uma Palavra de Poder
vibrada. É uma experiência ainda mais extraordinária vibrá-la.
Arcanjo Miguel
É o que dá
proteção contra as hostes negativas; quando alguém se encontra frente a frente
com o perigo deve invocá-lo. Pode ser visualizado como uma grande coluna
brilhando com todas as suas cores, bem como, um poderoso Anjo alado, com uma
espada dominando o Dragão ou uma Serpente sob os seus pés e atravessando-a com
uma espádua, e tendo em mãos um para de balanças, símbolo do equilíbro; a
serpente pisoteada pelo grande Arcanjo é força primitiva, a serpente fálica dos
freudianos; a moderação aplicada a força primitiva, a impede de ultrapassar os
seus limites. É o Despertador das Forças da Obscuridade.
Coro Angélico
Malachim,
mensageiros.
O Coro Angélico
de Tiphereth são os Malcahim, ou Reis. São os princípios espirituais das forças
naturais – e ninguém pode controlar, ou mesmo fazer um contato seguro com os
princípios elementais, a não ser que experimente a iniciação de Tiphereth, que
é a de um adepto menor. É preciso que sejamos aceitos pelos Reis Elementais, ou
seja, é preciso que compreendamos a natureza espiritual das forças naturais
antes de podermos manipulá-las em sua forma elemental. Agitamos e estimulamos
essas emoções em nossas naturezas, devemos fazê-lo para que possamos
utilizá-las como servos do Eu Superior, dirigido pela razão e por princípios
espirituais. É necessário, por conseguinte, que quando operamos as forças
elementais, façamos por meio dos reis, sob o governo do Arcanjo e pela
invocação do Santo Nome de Deus apoiados a esfera.
Chákra Cósmico
Shenesh, o Sol.
O síbolo do Sol
no reino mineral é o ouro, puro e precioso. O ouro é a única substância da
Terra, que é incorruptível e imaculado.
O Sol é para
nós o doador de vida e a fonte de todo ser; é o único símbolo adequado de Deus
Pai, que pode apropriadamente ser chamado de Sol atrás do Sol, sendo Tiphereth,
na verdade, o reflexo imediato de Kether. É por meio da mediação do Sol que a
vida se originou na Terra, e é por meio da consciência thipherética que
entramos em contato com as fontes da vitalidade e as assimilamos, tanto consciente
como inconscientemente.
Kether, o
Epaço, a fonte de toda existência, reflete-se em Tipherteh, que age como um
transformador e distribuidor da energia espiritual primordial. Recebemos essa
energia diretamente por meio da luz solar.
É em Tiphereth
que encontramos as idéias arquetípicas que formam a estrutura invisível de
toda criação manifesta que formula e
expressa os princípios primários emanados das Sephiroth mais sutis. Ela é, por
assim dizer, um tesouro de imagens num arco superior; mas, ao passo que o plano
astral é povoado por imagens refletidas das formas, as imagens da esfera de
Tiphereth são aquelas que se formulam e, por assim dizer, se cristalizam a
partir das emanações espirituais das potências superiores. Tiphereth é o
mediador entre o micro e o macrocosmo; “Como em cima, tal é embaixo”, essa é a
linha mestra da Séphira de Shemesh, na
qual o Sol que está atrás do Sol se concentra na manifestação.
Experiência Espiritual
Visão da harmonia das coisas. Mistérios da
Crucificação.
O significado
da palavra hebraica Thiphereth é beleza; e das muitas definições de beleza que
foram propostas, a mais satisfatória é a que faz a beleza constituir uma
relação de proporções harmoniosas, qualquer que seja a coisa bela, moral ou
material.
É curioso que
as duas experiências espirituais distintas e, a primeira vista, sem relação
recíproca, sejam atraibuídas a Tiphereth; ela é, de fato, a única esfera da
árvore em que isso ocorro. É também a única a que se atribuem diversas imagens
mágicas; e por que tem esses múltiplos aspectos? A resposta encontra-se no
Texto Yetzirático que lhe corresponde: “O Sexto Caminho chama-se Inteligência Mediadora”. O Mediador
é essencialmente um elo unificador, um intermediário; consequentemente,
Tiphereth, em sua posição central, deve ser encarada como um comutador de duas
fases, e devemos considerá-la ao mesmo tempo como receptora dos “influxo das
emanações” e como causa das influências que fluem “para todos os reservatórios
das bençãos”. Podemos assim considerá-la como a manifestação exterior das cinco
Sephiroth mais sutis, e também como o princípio espiritual que subjaz às quatro
Sephiroth mais densa. Se a considerarmos do lado da forma, ela é a força; se a
considerarmos do lado da força, é forma. Ela é, de fato, a Séphira arquetípica
em que os grandes princípios representados pelas cinco Sephiroth inferiores são
formulados em conceito. “nele se multiplicam os influxos das emanações”, como
declara Sepher Yetzirah.
Na visão da
harmonia das coisas, percebemos mais profundamente o lado espiritual da
natureza, em outras palavras, encontramos os reis angélicos, os Malachim. Por
meio dessa experiência, compreendemos que o natural é apenas o aspecto denso do
espiritual, o “Manto Exterior do Ocultamento”, que cobre o “Manto Interno da
Glória”. É por meio dessa visão da harmonia das coisas que nos unimos à
natureza, não por meio dos contatos elementais. Os contatos naturais se fazem
por meio dos reis angélicos dos elementos na esfera de Tiphereth – em outras
palavras, por meio da compreesão dos princípios espirituais que subjazem às
coisas naturais -, e o iniciado encontra, assim, os seres elementais em nome de
seu rei governante. Ele desce aos reinos elementais, vindo de cima, por assim
dizer, trazendo consigo a sua humanidade; é, portanto, um iniciador para os
elementais. Mas, se o iniciado os encontra no nível deles, ele abre mão de sua
humanidade e retorna a uma fase primitiva de evolução. A força elemental, não
limitada e não mantida em xeque pelas limitações de um cérebro animal,
converte-se numa força desequilibradora quando flui através dos vários canais
de um intelecto humano, e o resultado é o caos, que é um dos reinos das
Qliphoth.
Os Mistérios da
Crucificação são no macro e no microcósmicos. Em seu aspecto macrocósmico, encontramo-los
nos mitos dos grandes redentores da humanidade, que nascem de um Deus e de uma
mãe virginal, enfatizando, assim, a natureza dual de Tiphereth em que forma e
força estão reunidas. Mas não esqueçamos seu aspecto microcósmico, enquanto
experiência de consciência mística. É por meio da compreensão dos Mistérios da
Crucificação, que diz respeito ao poder mágico do sacrifício, que somos capazes
de transcender as limitações da consciência cerebral, limitada à sensação e
condicionada à forma e adentrar a consciência mais ampla do psiquismo superior.
Tornamo-nos, assim, capazes de transcender a forma e, por conseguinte, realizar
a força latente, transformando-a de estática em cinética e tornando-a
disponível para a Grande Obra, que é regeneração.
É por essa
razão que se atribui uma experiência espiritual definida
Virtude
Devoção a Grande Obra.
Devoção é o
amor por algo que é superior a nós, por algo que evoca nosso idealismo; por
algo que, embora não possamos igualar, não obstante nos faz desejar ser como
ele; “Contemplando como num espelho a Glória do Senhor, eles se transformam na imagem da Glória”.
Quando um conteúdo emocional mais forte é infundido na
devoção, tornando-se adoração, ele nos transporta por sobre o grande abismo
existente entre o tangível e o intangível, e nos permite apreender coisas que
os olhos não vêem nem os ouvidos ouvem. É essa devoção, que se eleva à
adoração, na Grande Obra, que nos inicia nos Mistérios da Crucificação.
Vício
Orgulho.
O orgulho tem
suas raízes no egoísmo e, na medida em que estamos centrados em nós mesmos, não
podemos nos unir com as coisas do mundo. No verdadeiro desprendimento do
caminho, a alma supera seus limites e penetra a esfera das coisas por meio da
simpatia ilimitada e do amor perfeito; mas no orgulho a alma tenta estender
seus limites até possui tudo que estiver ao seu alcance, e é uma experiência
muito diferente possuir uma coisa para com ela se unir, desejando que ela nos
possua igualmente em perfeita reciprocidade. Esse arranjo unilateral é o vício
do adepto.
Correspondência no
Microcosmo
O Peito.
Encontramos na
anatomia do homem divino a interpretação do sentido da organização e da
evolução; de fato, o universo material consiste literalmente nos órgão e
membros desse homem divino; e é através de uma compreensão da alma de Adão
Cadmo, formado pelos “influxos das emanações”, que podemos interpretar-lhe a
anatomia em termos de função, que é o único meio no qual a anatomia pode ser
apreciada inteligentemente. Na psicologia transcendental que é a anatomia do
microcosmo, o peito é a correspondência atribuída a Tiphereth. No peito estão
os pulmões e o coração; imediatamente abaixo desses órgãos, intimamente
relacionados com eles e controlando-os, está a maior rede de nervos do corpo,
conhecida como plexo solar.
Símbolos
O lámen. A Rosa-cruz. A cruz do calvário. A pirâmide
truncada, o cubo.
O lámen é o símbolo que o adepto ostenta sobre o peito para
indicar uma determinada força. Um adepto opera na esfera de Shemesh, por
exemplo, utilizará sobre o peito uma
imagem do sol resplandecente. Um lámen é a arma mágica de Tiphereth; uma arma
mágica é um objeto adequado, como veículo, para a força de um tipo particular.
Tiphereth
associa-se tradicionalmente com o peito tanto em virtude da rede de nervos que
se chama plexo solar como pela sua posição quando a árvore é edificada na aura.
A jóia peitoral do adepto é o foco da força tipherética, qualquer que seja a
operação realizada. A força real, operando em sua própria esfera, é
representada pela arma mágica que se lohe atribui. Por exemplo, o adepto que
realiza uma operação do elemento água, teria como arma mágica a taça, e
executuria todos os signos sobre a taça, nela concentrando a força obtida pela
invocação. Mas, sobre o seu peito estaria o sêlo do elemento água,
representando o fator espiritual da operação e o Arcanjo que governa esse reino
particular. Se o adepto não compreende o siginificado do seu lámen, que é
diferente do de sua arma mágica, ele não será um adepto, e sim um mago.
A Cruz do Calvário é a cruz do sacrifício, e sua cor verdadeira é o
preto. A haste deve ser tres vezes mais comprida do que os braços. A meditação
sobre essa cruz conduz à iniciação por meio do sofrimento, do sacrifício e
da auto-abnegação. O círculo
sobre a cruz é um símbolo inciático, especialmente quando a cruz se apresenta
sobre tres pés, como deveria ser neste caso. O círculo indica a vida eterna e
também a sabedoria. Uma cruz do calvário com o círculo superposto indica a
inciação pelo caminho da cruz, e os tres pés são os tres graus de iluminação. É
essa cruz que recebe o nome de Rosa-cruz. O objeto de fantasia em que figuram
sarças não é um símbolo iniciático. A rosa associada à cruz no simbolismo
ocidental é a Rosa Mundi, e é uma chave para a interpretação das forças
naturais. Sobre suas pétalas estão gravados os trinta e dois sinais das forças
naturais; esses sinais correspondem às vinte e duas letras do alfabeto hebraico
e às Dez Sephiroth Sagradas; estas, por sua vez, são atribuídas aos trinta e
dois caminhos da Árvore da Vida, e essa é a chave para a compreensão da Rosa
Mundi. Os curiosos desenhos que constituem os selos dos espíritos elementais
são feitos desenhando-se continuamente as letras de seus nomes sobre a rosa.
O Cubo é comumente atribuído a Tiphereth por constituir uma
figura exaédrica, e seis é o número de Tiphereth. O cubo é a forma mais simples
do sólido e, como tal, é o símbolo apropriado de Tiphereth, em cuja esfera se
encontra o primeiro prenúncio da forma. O símbolo de Malkuth é o cubo duplo,
que simboliza o axioma “como em cima tal é embaixo”.
A Pirâmide simboliza o homem perfeito, solidamente apoiado na
Terra e esforçando-se por unir-se com os céus; a pirâmide truncada simboliza o
adepto inciado ou Adeptus Minor, que atravessou o Véu, mas ainda não completou
os seus graus. Essa pirâmide de cujo seis lados correspondem as Seis Sephiroth
centrais que formam Adão Cadmo, ou o homem arquetípico, é completada pela
adição das Tres Supremas, que culminam na unidade de Kether.
Cartas do Tarô
Os quatro seis
Os seis do
baralho do Tarô são atribuídos também a Tiphereth, e nestas cartas, a natureza
harmoniosa e equilibrada desta esfera se revela claramente.
Seis de Paus:
É o Senhor da Vitória
Seis de Copas:
É o Senhor da Alegria
Seis de Espadas:
É o Senhor do Sucesso merecido (mesmo o naipe maléfico de
espadas
transforma-se em hamonia nesta eesfera, ou seja, o
sucesso obtido após
a batalha.
Seis de Ouros:
Sucesso material (em outras palavras, o poder em equilíbrio)
Cores nos Mundos
Atizluth:
Rosa-claro
Briah:
Amarelo
Yetzirath:
Rosa-salmão intenso
Assiah:
Âmbar-dourado
3º Passo - 10ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
A 10ª estação
da cruz em Áquario:
A 10ª estação
da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 3ª Hora do Relógio e o 4º Raio Cósmico.
A 10ª estação
da cruz em Áquario é na Sephirah em
Chokmah;
2º Passo - 10ª
Estação
(Movimento Ziguezague)
As 14 Estações da Cruz em Aquário e A Arvore da Vida
com as Dez Sephiras e mais as manifestações de Daath (conhecimento) e ao Ain
Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.
Hostes Angélicas no Relógio Cósmico em Assiah o Mundo
Manifesto
A 10ª estação da cruz em Áquario:
A 10ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 3ª Hora do Relógio
e o 4º Raio Cósmico.
A 10ª estação da cruz em Áquario é Sephirah
Ratziel
(Arcanjo)
9-HZIEL- 13-YZLEL-
10-ALDIH- 14-MBHEL-
11-LAVEL- 15-HRIEL-
12-HHOIH- 16-HQMIH-
1º Passo - 10ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos
Enochianos no Mundo Manifesto.
Elemento Fogo,
os Signos e Planetas.
Para
caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes
partindo do Suporte do Fogo, Gerador YOD e seus três signos e respectivos
planetas.
Suporte do
Fogo, Gerador Yod.
1º - Áries –
Marte - Geburah - As Potências. A 2ª ordem da 2ª Hierarquia das Hostes
Angélicas.
Aqui deve ser
exercitada a 10ª Estação da Cruz.
A Cruz de Fogo
Cósmico aqui colocada será para a Estação o comando da Cruz de Fogo Rosa.
Kamael (Arcanjo)
33-YChVIH- 37-ANIEL-
34-ÇHChIH- 38-ChOMIH-
35-KVQIH- 39-RHOEL-
36-MNDEL- 40-YYZEL-
12º Passo - 11ª
Estação
As 14 Estações
da Cruz em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto
11ª Estação da Cruz:
A 11ª estação
da cruz é o símbolo de ser “pregado na Cruz” e o Raio Cósmico é o 5º Raio.
Nessa estação deve o estudante ter em mente que “pregado na Cruz” no caminho
terá que se destituir de toda a cegueira de “fusionar toda a escuridão”, uma
oposição ao 5º Raio Cósmico.
Quinto Raio
Objetivo deste raio é a alegria
Chohan -
Hilarion
Elohim - Cyclopea e Virgínia
Arcanjo - Rafael e Mãe Maria
Dia - Quarta-feira
Cor - Verde Esmeralda
Chakra - do Terceiro olho, 96
pétalas. Este Chakra carrega a polaridade masculina. É o centro da visão
Localização - no centro da testa.
O que polui este Chakra - olhar os
erros
Instrumento Musical Ativador - piano
Mantra - Abundância
Qualidade - Alegria, Verdade,
Abundância, Ciência, Método, Vida, Saúde, Cura, Unidade, Rejuvenescimento,
Regeneração, Precipitação direta ou indireta do Espírito para a matéria.
Perversão - erro, insuficiência,
falta, morte, doença, ausência de virtudes e de coisas espirituais,
necessidades.
11º Passo – 11ª
Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Chacras e
os Eixos no Mundo Manifesto.
5ª Estação e a 11ª Estação da Cruz:
Na 5ª estação e
na 11ª estação da cruz o chacra é o da 3ª Visão do 5º Raio Cósmico. Quando
visualizada no Eixo é o do Chacra do 5º Raio Cósmico e é conhecido como o eixo
4 – 10 (quatro - dez).
CHAKRA DA 3º
VISÃO:
Este Chakra
possui 96 Pétalas e é através dele que conseguimos ver o que esta no plano etérico ou o que
desejamos que esteja. É a matriz na Criatividade pensada pelo indivíduo e
impressa no mundo etérico pelo fogo sagrado do chakra qualificado com o poder
divino do fogo de Deus. É a partir das imagens emitidas de nossa mente através
do chakra da 3ª Visão que os anjos
terão o molde para qualificar as nossas energias e cumprir com a nossa vontade. Este Chakra
carrega a polaridade masculina. É através da má utilização deste chakra que os magos negros hipnotizam e
oprimem suas vitimas.
O poder destes
magos do mal, é tão grande que dificilmente uma pessoa comum poderia escapar de seu
controle sem o apoio e a proteção direta dos seres etéricos. No Relógio
Cósmico, o Chakra da
Terceira Visão esta localizado na
Cruz do Amor / Caridade. Esta Cruz
é composta de Touro e Escorpião / Chakra da 3ª Visão nas 04 e 10
hs. e Aquário e Leão / Chakra da Alma
nas 01 e 07 hs. É a Alma do indivíduo visualizando na mente. Eu penso logo,
existo. Nós somos o que pensamos, e a nossa energia esta aonde olhamos. Casos
como o de jovens que posam nua para revistas pornográficas ou que mostrem o nu,
estão com graves problemas, por que isto ativa a energia e vontade sexual dos
que compram estas revistas, que acabam por se masturbar olhando para estas revistas ou lembrando
das imagens, o que causa
uma forte influencia externa na vida destas pessoas,
atrapalhando suas vidas das mais
variadas maneiras, e principalmente levando-os a receber as imagens de depravação sexual enviada por
outras pessoas. O mal olhado existe e é real.
10º Passo - 11ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no
Mundo Manifesto.
5ª Estação e a
11ª Estação da Cruz:
No eixo 4 – 10
(quatro - dez) dessas estações encontramos o nome Amitabha que significa
"Luz Infinita". A Sabedoria Discriminativa de Amitabha conquista o
veneno das paixões - todos os desejos intensos, a avareza, a cobiça e a
luxúria. Com esta sabedoria, o discípulo percebe todos os seres separadamente;
todavia, sabe que cada ser é uma expressão individual do Um.
Amitabha
O nome Amitabha significa "Luz
Infinita". A Sabedoria Discriminativa de Amitabha conquista o veneno das
paixões - todos os desejos intensos, a avareza, a cobiça e a luxúria. Com esta
sabedoria, o discípulo percebe todos os seres separadamente; todavia, sabe que
cada ser é uma expressão individual do Um.
Na mandala dos Budas Dhyani, Amitabha
é posicionado a Oeste. Sua cor é rosa (vermelha), a cor do pôr-do-sol. Ele
governa sobre o elemento fogo e personifica o skandha da percepção. Portanto, o
olho e a faculdade de ver são associados a Amitabha. O pavão, com
"olhos" nas plumas, em seu trono-sustentador. O pavão simboliza a
graça.
O símbolo de Amitabha é o padma, ou
lótus, colocado entre ele e Vairochana, nessa mandala. No Budismo, o lótus pode
simbolizar muitas coisas, incluindo o desenvolvimento espiritual, pureza, a
verdadeira natureza dos seres realizada através da iluminação e a compaixão, a
forma purificada de paixão.
Devotos aspiram renascer no Paraíso
Oeste de Amitabha, conhecido como Sukhavati, onde as condições são ideais para
se atingir a iluminação. Seu mudra é o mudra dhyana (meditação). Seu bija é
Hrih e seu mantra é: Om Amitabha Hrih.
Alguns consideram Amitabha sinônimo
de Amitayus, o Buda da Vida Infinita. Outros honram Amitayus como uma forma de
Amitabha ou um Buda
9º Passo - 11ª Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico,
as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.
11ª Estação da Cruz:
A 11ª estação
da cruz é o Corpo Mental (que está sob a Hierarquia do signo de Touro do
Planeta Vênus). Nessa estação deve o estudante ter em mente que na “Pregado na
Cruz” terá que se destituir da teimosia, desobediência e desafio da Lei. Tendo
a ajuda da Hierarquia da Hora 4. O Deus Obediência, Os Sete Grandes Elohim e
Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Touro do Planeta Vênus. Nessa
estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia de suas qualidades
divinas. Respeito ao Próximo, Obediência e Respeito a Lei.
8º Passo - 11ª Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo
Manifesto
5ª Estação e a 11ª Estação da Cruz:
Na 5ª estação e
na 11ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra da 3ª Visão do
5º Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como o eixo 4– 10 (quatro - dez).
Este eixo faz a Cruz de Fogo Verde com o eixo 1 – 7 (hum - sete).
7º Passo - 11ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo
Manifesto.
Elemento Fogo,
os Signos e Planetas.
Para
caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes
partindo do Suporte do Fogo, Gerador YOD e seus três signos e respectivos
planetas.
Suporte do
Fogo, Transição Yod.
2º - Leão – Sol
Aqui deve ser exercitada a 11ª Estação da Cruz.
6º Passo - 11ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões
de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.
Elemento Fogo,
os Signos e Planetas.
Para
caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes
partindo do Suporte do Fogo, Gerador Yod e seus três signos e respectivos
planetas.
Suporte da
Fogo, Gerador Yod.
2º - Leão – Sol
Aqui deve ser exercitada a 11ª Estação da Cruz.
Meditar com dois dos vinte e quatro anciões desta
Estação da Cruz
Habioro -
7-AKA- 8-KHTh- 9-HZI
Ahaozpi -10-ALD- 11-LAV- 12-HHO-
5º Passo - 11ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Elemento Fogo,
os Signos e Planetas.
Para
caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes
partindo do Suporte do Fogo, Gerador Yod e seus três signos e respectivos
planetas.
Suporte da Fogo, Gerador Yod.
2º - Leão – Sol
Aqui deve ser exercitada a 11ª Estação da Cruz.
7-AKA- 8-KHTh- 9-HZI
10-ALD- 11-LAV- 12-HHO-
4º Passo - 11ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Aqui nesse
ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em
correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.
Iniciamos o
estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino.
5ª Estação e a 11ª Estação da Cruz:
Na 5ª estação
da cruz em Escorpião (Plutão), na Hora 10 e na 11ª estação da cruz em Touro
(Vênus), na Hora 4 nos encontramos na Sephirah Geburah,
a Severidade.
G E B U R A H
(O Quinto Caminho)
Título: Geburah, Força, Severidade.
Se a doutrina
cabalística não afirmasse explicitamente que todas as Dez Sephiroth são
sagradas, muitos estariam inclinados a considerar Geburah como o aspecto
maléfico da Árvore da Vida; mas sim o rei em seu carro em marcha para a guerra,
cujo poderoso braço direito protege o seu povo com a espada da legalidade e
assegura que a justiça será feita. Chesed, o rei sentado em seu trono, o pai de
seu povo em tempos de paz, pode conquistar nosso amor; mas é Geburah, o rei em
seu carro a caminho da guerra que merece o nosso respeito. Jamais se fez
suficiente justiça ao papel exercido pelo sentimento de respeito na emoção do
amor. É Geburah que fornece o elemento de temor, “de medo do Senhor”, que é o
início da Sabedoria, e de um respeito saudável, geral que nos ajuda a enfrentar
o Caminho difício e estreito e evoca a nossa melhor natureza, porque sabemos
que nossos “pecados” serão postos à luz.
Geburah ocupa a
posição central do Pilar da Severidade; representa, por conseguinte, o aspecto
catabólico ou destrutivo da força. No ensinamento mais profundo e mais
filosófico dos mistérios, reconhecemos que o bem e o mal não são coisas em si,
mas estados. O mal é simplesmente uma força que não está sem lugar; se
deslocada do tempo, fora de sua época, está tão longe de sua meta que se torna
inútil. Deslocada no espaço, se se manifesta no lugar errado, como, por
exemplo, uma brasa no tapete da lareira. Se deslocada, quanto às proporções, um
excesso de amor, nos torna tolos e sentimentais; já uma falta de amor nos torna
cruéis e destrutivos. É em tais coisas que reside o mal, não num demônio
pessoal que age como um adversário.
Geburah, o
Dstruidor, o Senhor do Medo e da Severidade, é, portanto, tão necessário ao
equlíbrio da Árvore como Chesed, o Senhor do Amor, e Netzach, a Senhora da
Beleza. Geburah é o Cirurgião Celestial; é o cavaleiro de armadura brilhante,
um matador de dragões, belo como um noivo, em sua força.
As iniciações
dos maléficos, Saturno, Marte e a enganosa Yesod Lunar, são tão necessárias a
evolução e ao desenvolvimento equilibrado da alma como o são os Mistérios da
Crucificação atribuídos a Tiphereth. Geburah é o sacerdote sacrificiais dos
Mistérios. O sacrifício não significa oferecer algo que nos é caro porque um
Deus ciumento não suporta interesses rivais em seus devotos e se regogiza com o
nosso sofrimento. Significa a escolha deliberada e vigilante de um bem maior,
de preferência a um bem menor, assim como o atleta prefere a fadiga do
exercício a facilidade da preguiça que o põe for de condições. O sacrifício é
realmente a transmutação da força; a energia latente no carvão oferecida no
altar sacrificial da fornalha, é transmutada na energia dinâmica do vapor por
meio da maquinária apropriada. Quantas quedas não poderíamos evitar se esse
Cirugião elestial pudesse executar o corte limpo que tem a chance de curar,
evitando assim o compromisso fatal e a irresolução doentia, que é como uma
ferida aberta e ameaçada de gangrena.
Onde quer que
haja algo que tenha sobrevivido à sua utilidade, Geburah deve brandir a sua
faca de poder; onde quer que haja egoísmo, este deve ser transpassado pela
ponta da lança de Geburah; onde quer que exista violência contra a fraqueza ou
o uso impiedoso da força, é a espada de Geburah, não o orbe de Chesed, que é o
neutralizador mais eficaz; onde quer que haja preguiça e desonestidade, o
flagelo sagrado de Geburah é necessário.
Se observarmos
a vida, constataremos que o ritmo, não a establidade, é o princípio vital. Na
vida dos individuos no desenvolvimento de qualquer transação, no tom de
qualquer mente grupal disciplinada ou altamente organizada, vemos a constante
alternança das influências de Geburah e Gedulah num balanço ritmico de um lado
a outro. Todo aquele que é responsável pelo disciplinamento de um grupo
organizado sabe conhecer a constante necessidade de apertar e afrouxar as
rédeas. Sabendo que as fases se seucedem na laternança ritmica, não toma
qualquer fase muito seriamente, nem pensa que está vivendo no fim do mundo ou
do milênio. A vida seguirá seu curso, iniciando um corretivo valioso e
necessário, e concluindo pelos extremos; mas, desde que haja visão suficiente
entre os iluminados de uma raça as pessoas não perecerão, pois o próprio fato
de chegar-se aos extremos indica o fim da inclinação, e o pêndulo reverterá
normalmente o seu movimento e começará a voltar em direção da estabilidade. É
apenas quando o povo perde completamente a visão que o pêndulo se desequllibra
e se autodestrói.
Precisamos
tanto do realismo de Geburah para equilibrar o idealismo de Gedulah, quanto
precisamos da justiça para temperar a misericórdia. Geburah é o elemento
dinâmico da vida que incita a vencer os obstáculos. O caráter a que faltam os
aspectos marcianos nunca fará nada na vida. Quando aprendermos a beijar a vara
e compreendermos o valor das experiências construtivas, receberemos a primeira
das iniciações de Geburah; e, quando aprendermos a perder nossas vidas afim de
salvá-las, teremos a segunda. Há um tipo de coragem que não teme a dissolução,
pois ela sabe que todos os princípios espirituais são indestrutíveis e, na
medida em que os arquétipos persistem, tudo pode ser reconstruído. Geburah só é
destrutivo para aquilo que é temporal; é o cervo daquilo que é eterno, pois
quando, por meio da atividade ácida de Geburah, tudo que é impermanente
desaparece, as realidades eternas e incopóreas brilharão em toda a sua glória,
deixando ver todos os seus detalhes.
Geburah e
Gedulah precisam trabalhar juntas; jamais uma sem a outra. Devemos adorar o
Deus das Batalhas assim como o Deus do Amor, para que o elemento combativo no
universo renda homenagens ao Senhor Único, ao Eu Sou Aquele que É. Não se deve
maldizer a espada como um instrumento do demônio, mas abençoá-la e consagrá-la
para que jamais possa ser empunhada numa causa injusta. Jamais deveremos pô-la
de lado devido a um pacifismo impraticável, mas brandi-la no serviço de modo
que, emitda ordem para que não se sofra mais a coisa má.
Título
conferido a Geburah: Din (Justiça); Pachad (medo).
Imagem Mágica:
Um poderoso guerreiro em seu carro.
A imagem Mágica
de um guerreiro poderoso em seu carro, coroado e armado, indica a natureza
dinâmica da força de Geburah.
Localização na Árvore
No Centro do Pilar da Severidade.
Texto Yetzirático
O Quinto Caminho
chama-se Inteligência Radical, porque se assemelha à Unidade, unindo-se a
Binah. Entendimento, que emana das profundidades primordiais de Chokmah,
Sabedoria.
A unidade é
apenas um dos títulos atribuídos a Kether; por conseguinte, podemos dizer que
Geburah é correlata de Kether num arco inferior. Há várias Sephiroth que são
assim referidas na Sepher Yetzirah, e essas referências são muito importantes
quando se procura penetrar-lhes a natureza. Afirma-se que Chokmah é o Esplendor
da Unidade e seu igual, e que as raízes de Binah estão em Amém, que é também um
título de Kether.
Geburah é uma
Sephira altamente dinâmica, e sua energia, transbordando no mundo da forma e
vitalizando, estabele uma analogia estreita com a força transbordante de
Kether, que é a base de toda manifestação. Geburah se une a Binah, o
Entendimento. Quando lembramos que, na astrologia, Saturno, o chakra cósmico de
Binah, e Marte, o chakra cósmico de Geburah, chamam-se os maléficos Maior e
Menor, vemos que deve haver mais do que uma relação superficial entre os dois.
Binah é a causa
da morte porque é o dador de forma à força primordial, tornando-a, estática;
Geburah chama-se Destruidor porque a ignea força de Marte quebra as formas e as
destrói. Vemos assim, que Binah está eternamente ocupada em encerrar a força da
forma, e Geburah em quebrar e destruir perpetuamente todas as formas com a sua
energia desagregadora.
Mas devemos
perceber igualmente que é apenas quando a influência protetora e preservativa
de Chesed está ausente que as influências destrutivas de Geburah são capazes de
operar sobre as formas edificadas por Binah, pois o Caminho das Emanações entre
Binah e Geburah passa por Chesed. Geburarh é o corretivo essencial de Binah,
sem o qual Binah prenderia toda criação na rigidez. Binah, por sua vez, emana
das profundezas primordiais de Chokmah, a Sabedoria. Vemos assim que existe um
aspecto dinâmico mesmo
O Nome Divino
Elohim, Gebor.
Arcanjo
Khamael. A mão
direita de Deus, o Vingador; é o protetor dos que se sentem sem justiça. O
Arcanjo brilhante, aparece como um ovóide brilhando na luz púrpura.
Coro Angélico
Seraphim, Serpentes de Fogo e as Potestades
denominadas “Anjos Negros”.
Chákra Cósmico
Madim, Marte.
Sempre
representa o aspecto destrutivo punitivo do mal sem haver sentença, revelando o
que a pessoa é e o castigo se apresenta imediatamente, sem possibilidade de
erro. É justamente através desse aspecto, que se pode realizar a compreensão.
Com respeito ao crime, o poder de Geburah se manifesta atuando sobre a
consciência do deliquente, fazendo voltar ao lugar do delito, impulsionando-lhe
a delatar-se de várias maneiras, de modo que a justiça o alcance. A despeito de
seu aspecto de violência, espada na mão, Marte nem sempre deve ser visto dessa
maneira. Quando invocamos essas forças elas descem como broca na madeira.
Ocorrente bloqueios, dificuldades, elas se manifestam em forma de descontroles
físicos, inclusive a morte. O poder marciano, quando se manifesta, atua sempre
de acordo com o que deve ser feito haja o que houver, sem considerar as
consequências; é dinâmico e ativo; é uma grande força, um poder do universo,
que pode ser rápido, violento e ativo, assim como, passivo, lento, a largo
passo, até que a normalidade e a ordem seja restabelecidos.
Experiência Espiritual
A experiência
espiritual evocada pela iniciação de Geburah é a Visão do Poder. É apenas
quando um homem a recebe que se torna um Adeptus Major. A manipulação correta
do poder é um dos maiores testes que podem ser impostos a qualquer ser humano.
Até esse ponto de seu progresso nos graus, o iniciado aprende as lições da
disciplina, controle e estabilidade; ele adquire, de fato, o que Nietzsche
chama de moralidade do escrvao – uma disciplina muito necessária para a
natureza humana impenitente, tão orgulhosa de seu próprio conceito. Com o grau
de Adeptus Major, ele deve adquirir virtudes de super homem, e aprender a
utilizar o poder em vez de submeter-se a ele.
Virtude:
A Energia e a
Coragem, que são as virtudes de Marte, quando se tornam excessivas, transformam-se em vícios.
Vício
Crueldade e
destruição.
Correspondência no
Microcosmo
O braço direito.
Símbolos
O Pentágono. A
Rosa de Tudor de Cinco Pétalas. A espada. A lança. O açoite. A corrente.
A Saturno o
mais antigo dos planetas, o primeiro a desenvolvr-se no tempo evolutivo,
atribui-se a figura bidimensional mais simples, o triângulo. A estabilidade
equilibrada de Chesed tem a figura de quatro lados, o quadrado.é, a Terceira
Sephira planetária, Marte atribui-se uma figura de cinco lados, e o cinco é
considerado no sistema cabalístico como o número de Marte.
O Pentágono a
figura de cinco lados, é símbolo de Marte
A Rosa Tudor de
Cinco Pétalas, que é outro símbolo de Marte , requer maia explicações, mas ,
lembrar-mos a íntima associação entre Marte e Vênus na mitolgia é que a rosa é
a flor de Vênus. As linhas de força que cruzam a Árvore vão de Geburah-Marte a
Netzach – Vênus, através de Tiphereth, o lugar do Redentor, o centro do
equilíbrio da mesma maneira que Chesed
e Hod se vinculam como se indica claramente o texto yetzirático, que diz
que Hod tem sua raiz nos locais ocultos de Gedulah a Quarta Séphira
compreendendo a íntima realação entre os pares diagonais que formam os
quadrantes do quadrado cetral da Árvore, entendemos o relacionamento indicado
pela forma da rosa com suas cinco pétalas.
Cartas do Tarô
Os quatro Cincos
Cinco de Paus:
A luta.
Cinco de Copas:
Perda no prazer.
Cinco de Espadas:
derrota.
Cinco de Ouros:
conflito terrestre.
Os quatro
cincos do baralho do Tarô são cartas maléficas, cada uma de acordo com o seu
tipo. De fato, todo naipe de espadas que está sob o governo de Marte representa
a litigiosidade pois seus melhores aspectos são “descanso da luta” e “sucesso
após a batalha” e, quando uma carta de espadas é associada a uma Sephira cujo
chakra cósmicos é um dos maléficos, o resultado é desastroso, e descobrimos os
senhores da derrota e da ruína desse naipe.
Cores nos Mundos
Atizluth:
Laranja.
Briah: Vermelho-escarlate.
Yetzirath:
Escarlate-brilhante.
Assiah:
Vermelho, salpicado de negro.
3º Passo - 11ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
A 11ª estação
da cruz em Áquario:
A 11ª estação
da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 4ª Hora do Relógio e o 5º Raio Cósmico.
A 11ª estação
da cruz em Áquario é na Sephirah em
Kether;
2º Passo - 11ª
Estação
(Movimento Ziguezague)
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de
Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.
Hostes Angélicas no
Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto
A 11ª estação da cruz em Áquario:
A 11ª estação
da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 4ª Hora do Relógio e o 5º Raio Cósmico.
A 11ª estação
da cruz em Áquario é na Sephirah
Metraton (Arcanjo)
1-VHVIH- 5-MHShIH-
2-YLYEL- 6-LLHEL-
3-SITEL- 7-AKAIH-
4-OLMIH- 8-KHThEL-
1º Passo - 11ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos
Enochianos no Mundo Manifesto.
Elemento Fogo,
os Signos e Planetas.
Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos
Suportes partindo do Suporte do Fogo, Gerador YOD e seus três signos e
respectivos planetas.
Suporte do Fogo, Gerador Yod.
2º - Leão – Sol
- Tiphereth - As Virtudes. A 3ª ordem da 2ª Hierarquia das Hostes Angélicas
Aqui deve ser
exercitada a 11ª Estação da Cruz.
A Cruz de Fogo
Cósmico aqui colocada será para a Estação o comando da Cruz de Fogo Violeta.
Michael
(Arcanjo)
41-HHHEL- 45-SALIH-
42-MIKEL- 46-ORIEL-
43-VVLIH- 47-OShLIH-
44-YLH- 48-MIHEL-
12º Passo - 12ª
Estação
As 14 Estações
da Cruz em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto
12ª Estação da
Cruz:
A 12ª estação
da cruz é o símbolo de ser “crucificado” e o Raio Cósmico é o 6º Raio. Nessa
estação deve o estudante ter em mente que “ser crucificado e morrer” no caminho
terá que se destituir de todo conceito de “todas as formas de não prestação de
serviço a humanidade”, uma oposição ao 6º Raio Cósmico.
Sexto Raio
Objetivo deste
raio é paz
Chohan -
Senhora Nada
Elohim - Paz e Aloha
Arcanjo - Uriel e Aurora
Dia - Quinta-feira
Cor - púrpura e dourado
Chakra - Plexo Solar, 10 pétalas.
Este Chakra carrega a polaridade feminina. É o centro do desejo
Localização - à altura do estômago
O que polui este Chakra - desejos
desordenados
Instrumento Musical Ativador - órgão
Mantra - Ressurreição
Qualidade - Paz, Ministério e
Serviço, Fraternidade e família, Vida fundamentada em Cristo, Equilíbrio de
vida cristã individual e
Perversão
11º Passo – 12ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto
6ª Estação e a 12ª Estação da Cruz:
Na 6ª estação e
na 12ª estação da cruz o chacra é o do Plexo Solar do 6º Raio Cósmico. Quando
visualizada no Eixo é o do Chacra da Garganta do 1º Raio Cósmico e é conhecido
como o eixo 5 – 11 (cinco - onze).
CHAKRA DO SOLAR
PLEXUS:
O Solar Plexos/
Plexo Solar que significa Cadencia Solar/ Seqüência Solar ou seja, Um Sol Atrás do outro.
localiza-se no umbigo, tem 10 Pétalas. e é verdadeiramente o lugar do Sol, a
paz do Sol e sua segurança, sua calma. Se ao invés do Sol, a cadencia for
lunar, a pessoa não terá paz de espírito e viverá em um mar de ilusão. Este
Chakra carrega a polaridade feminina.É através do Solar Plexos que o indivíduo
capta o mundo emocional. O Plexo Solar é o poder dos dez e
dos dez vezes dez. As energias que podem
ser magnetizadas do corpo emocional de Deus e ancoradas no Plexo Solar
para a cura, para a ciência, para a
abundância, estão ao seu alcance. No relógio Cósmico , o Plexo Solar esta
localizado na Cruz da Sabedoria e
Criatividade, Esta Cruz é composta de
Virgem e Peixes / Chakra do
Plexo Solar nas 2 e 8 hs. e Gêmeos e
Sagitário / Chakra da Garganta nas 5 e
11hs. O que significa que tudo o que se fala, ouve, e cheira, pode afetar o
chakra do Plexo Solar. Por estar
intimamente ligado ao Chakra
da Garganta que regula
a Otorrinolaringologia.
CHAKRA DA
GARGANTA
O Chakra da
Garganta possui 16 Pétalas.
É através deste Chakra que
nos comunicamos com Deus e os seres etéricos, ou seja, seres que vivem
nas oitavas superiores de luz /
fogo etérico. Até o ar que respiramos
é importante, pois é a energia passiva que pode ser qualificada /
ativada pelo fogo etérico do
Chakra do coração do indivíduo
que é ativado pelo Chakra da Garganta
que busca o fogo sagrado para
o casamento das energias entre o céu e a terra. Este Chakra carrega a
polaridade masculina. Este Chakra qualifica não só a garganta do indivíduo como também aos
ouvidos, e o nariz, e esta é a razão de
podermos ouvir sons e sentir odores que não são deste mundo e sim do mundo
etérico ou astral. Aquele zunido que ouvimos de vez em quando, é o som de seres
etérico que estão ancorando suas decisões na
terra, através de você. Dizem que o mal cheira enxofre e o
bem rosas, isto não só é verdade como
também é uma percepção que o Chakra da garganta dá ao olfato do indivíduo. No
relógio Cósmico, o Chakra da Garganta esta localizado na Cruz da Sabedoria e
Criatividade, Esta Cruz é composta de Gêmeos e Sagitário / Chakra da Garganta
nas 5 e 11hs. e Virgem e
Peixes / Chakra do Plexo Solar nas 2 e 8hs. Isto significa que a palavra deve ser usada com criatividade
e sabedoria, ou seja, Criar para Servir . Assim como os Chakras são a fonte de poder Divino a disposição do
indivíduo, o Chakra da Garganta dá ao
indivíduo, o Poder de ser a fonte de seu próprio poder para Deus, ou seja,
é a oportunidade de devolver a Deus o poder que nos deu e que
co-qualificamos na terra. Esta é a maneira de o criador nos analisar a distancia, como se estivéssemos mandando
Faxes para alguém, com pedidos, ordens, e agradecimentos o tempo todo. A má
utilização deste chakra é a magia negra em ação, Os magos negros dão suas
ordens ao mal, ou forças do mal,
através da palavra, que mal utilizada, leva a destruição total da matéria física, e influencia a visão das
pessoas. As canções e o som do Rock’n Roll, influenciam a mente das pessoas
destroem e poluem a matéria. É sabido
que a causa da destruição da Atlântida e da Lemuria, foi o som do Rock’n Roll utilizado pelos magos
negros. O maior segredo deste poder e falar, é que ele tem o poder de se
comunicar com a memória e a mente de indivíduos que estão a distancia, mesmo
que estejam do outro lado do planeta, influenciando diretamente o seu corpo
mental, enviando imagens para a terceira visão, e influenciando seus
pensamentos, Os anjos do bem e do mal, vêem a palavra som.
10º Passo - 12ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no
Mundo Manifesto.
6ª Estação e a 12ª Estação da Cruz:
No eixo 5 – 11
(cinco - onze) dessas estações encontramos o
nome Amoghasiddhi que significa "Conquistador Todo-Poderoso"
ou "Aquele que Infalivelmente Alcança Sua Meta". A Sabedoria
Oni-realizante, ou a Sabedoria da Ação Perfeita, antídoto dos venenos da inveja
e do ciúme. Essa sabedoria confere perseverança, julgamento infalível e ação
sem falha.
Amoghasiddhi
O nome Amoghasiddhi significa
"Conquistador Todo-Poderoso" ou "Aquele que Infalivelmente
Alcança Sua Meta". A Sabedoria Oni-realizante, ou a Sabedoria da Ação
Perfeita, antídoto dos venenos da inveja e do ciúme. Essa sabedoria confere
perseverança, julgamento infalível e ação sem falha.
Amoghasiddhi representa a realização
prática da sabedoria dos outros Budas Dhyani. Ele é descrito como o Buda Dhyani
da realização da Senda do Bodhisattva. Um Bodhisattva é aquele que renunciou à
felicidade do Nirvana com um voto de primeiro libertar todos os seres.
Amoghasiddhi é o Buda Dhyani do
Norte. Sua cor é verde, significando o Sol à meia-noite. Governa o elemento ar
e corporifica o skandha da volição, também chamado o skandha dos fenômenos
mentais ou tendências da mente. Seu símbolo é o vishvavajra, ou vajra duplo,
representado entre Amoghasiddhi e Vairochana nessa mandala. É feito com dois
vajras cruzados e simboliza a mais alta compreensão da verdade e o poder
espiritual de um Buddha.
O trono de Amoghasiddhi é sustentado
por garudas. Um garuda é uma figura mítica, metade homem e metade pássaro. Em
relação a Amoghasiddhi, Lama Govinda diz que o garuda simboliza "o homem
em transição rumo a novas dimensões de consciência... a transição do humano
para o estado super-humano, que toma lugar na misteriosa escuridão da noite,
invisível aos olhos. 12
O mudra de Amoghasiddhi, formado aqui
pela sua mão direita, é o abhaya mudra. É o gesto do destemor e da proteção. O
bija de Amoghasiddhi é Ah e seu mantra é: Om Amoghasiddhi Ah.
9º Passo - 12ª Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico,
as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.
12ª Estação da Cruz:
A 12ª estação
da cruz é o Corpo Mental (que está sob a Hierarquia do signo de Gêmeos do
Planeta Mercúrio). Nessa estação deve o estudante ter em mente que na “Morrer
na Cruz” terá que se destituir da inveja, cobiça, ciúme e ignorância da Lei.
Tendo a ajuda da Hierarquia da Hora 5. O Mestre El Morya, as Legiões de
Mercúrio e Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Gêmeos do Planeta
Mercúrio. Nessa estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia de suas
qualidades divinas. Aceitação de Si, Agir de Acordo com a Consciência e
Aceitação da Lei.
8º Passo - 12ª Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo
Manifesto
6ª Estação e a 12ª Estação da Cruz:
Na 6ª estação e
na 12ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra da Garganta do
1º Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como o eixo 5 – 11 (cinco - onze).
Este eixo faz a Cruz de Fogo Azul com o eixo 2 – 8 (dois – oito).
7º Passo - 12ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo
Manifesto.
Elemento Fogo,
os Signos e Planetas.
Para
caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes
partindo do Suporte do Fogo, Gerador YOD e seus três signos e respectivos
planetas.
Suporte do Fogo,
Transição Yod.
3º - Sagitário – Júpiter
Aqui deve ser exercitada a 12ª Estação da Cruz.
6º Passo - 12ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões
de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.
Elemento Fogo,
os Signos e Planetas.
Para
caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes
partindo do Suporte do Fogo, Gerador Yod e seus três signos e respectivos
planetas.
Suporte da
Fogo, Gerador Yod.
3º - Sagitário
– Júpiter
Aqui deve ser
exercitada a 12ª Estação da Cruz.
Meditar com
dois dos vinte e quatro anciões desta Estação da Cruz
Htmorda - 13-IZL- 14-MBH-
15-HRI
Hipotga - 16-HQM- 17-LAV- 18-KLI-
5º Passo - 12ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Elemento Fogo,
os Signos e Planetas.
Para
caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes
partindo do Suporte do Fogo, Gerador Yod e seus três signos e respectivos
planetas.
Suporte da
Fogo, Gerador Yod.
3º - Sagitário – Júpiter
Aqui deve ser exercitada a 12ª Estação da Cruz.
13-IZL- 14-MBH-
15-HRI
16-HQM- 17-LAV- 18-KLI-
4º Passo - 12ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Aqui nesse
ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em correspondência
com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.
Iniciamos o
estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino
6ª Estação e a
12ª Estação da Cruz:
Na 6ª estação
da cruz em Sagitário (Júpiter), na Hora 11 e na 12ª estação da cruz na Hora 5
em Gêmeos (Mercúrio), nos encontramos na Sephirah Chesed, o Perdão.
C H E S E D
(O Quarto Caminho)
O Quarto
Caminho é denominado a Inteligência Coesiva e Receptiva, porque contém
todos os Poderes Sagrados e, porque dele emanam todas as virtudes espirituais
mais elevadas; emanam uma das outras, por virtude da Emanação Primordial, a
Coroa Altíssima: Kether.
Título: Chesed, Misericórdia.
Entre as Tres
Supremas e o par seguinte de Sephirot em equilíbrio na Árvore, acha-se um
grande precipício, que os místicos chamam de Abismo. As Seis Sephiroth
seguintes, Chesed, Geburah, Tiphereth, Netzah, Hod e Yesod, constituem o que os
cabalistas chamam de Microprosopos, o Rosto Menor, Adão Cadmo, o Rei, a Rainha,
a Esposa do Rei, é Malkuth, o Plano Físico. Temos, então, o Pai (Kether), o Rei
e a Esposa, e nessa configuração da Árvore há um profundo simbolismo de grande
importância prática tanto para a filosofia como
para a magia.
O Abismo, o
precipicio que se localiza entre o Macroprosopos e o Microprosopos, assinala
uma demarcação na natureza do ser, no tipo de existência que prevalece sobre os
dois níveis. É nesse Abismo que Daath, a Sephirah Invisível, tem sua estação,
que poderíamos chamá-la corretamente de Sephirah do Devir. Ela se chama também
Conhecimento, termo que poderia ser interpretado, ademais, como Percepção,
Apreensão, Consciência.
Esses dois
tipos de existência, Macroprosopos e Microprosopos, indicam o potencial e o
real. A manifestação real, como nossas mentes finitas podem concebê-la, tem
início em Microprosopos; e o primeiro aspecto de Microprosopos a vir à
existência é Chesed, a Quarta Sephirah, situada imediatamente sob Chokmah, o
Pai, no Pilar da Misericórdia, do qual é a Sephirah Central. Ela é equilibrada
na Àrvore por Geburah, a Severidade; e este par, Geburah e Gedulah, forma “O
Poder e a Glrória” da invocação final do Pai Nosso, sendo o “Reino”,
naturalmente, Malkuth.
Como já vimos,
podemos aprender muito com a posição de uma Sephirah no padrão da Árvore; pela
posição de Chesed no Pilar da Misericórdia, vemos que ela é Chokmah num arco
inferior. Chesed é emanada por Binah, a Sephirah passiva, e emana, por sua vez,
Geburah, Sephirah catabólica, cujo Chakra Cósmico é Marte, com todo o seu
simbolismo bélico, que é Saturno num arco inferior.
Chesed é o pai
amoroso, o protetor e o preservador, mas como Chokmah é o engendrador de tudo.
Ela continua a obra de Chokamh, organizando e preservando aquilo que o Pai de
Tudo gerou. Ela equilibra com a Misericória a Severidade de Geburah. É
anabólica, ou ascendente em oposição ao catabolismo descendente de Geburah.
Esses dois aspectos são muito bem expressos nas imagens mágicas atribuídas a
essas duas Sephiroth. Essas imagens mágicas são ambas de reis; a de Chesed em
seu trono e a de Geburah um rei em seu carro; em outras palavras, os
governantes do reino na paz e na guerra.
Chesed, sendo a
primeira Sephira do Microprosopos, o universo manifesto, representa a
formulação da idéia arquetípica, a concentração do abstrato. Quando o princípio
abstrato que forma a raiz de alguma nova
atividade é formulado em nossas mentes, estamos operando na esfera de Chesed.
Todo trabalho criativo do mundo, segue este curso graças à mentes que operam
nos termos de Chesed, o rei sentado em seu trono, sustentanto o cetro e o orbe,
governando e guiando seu povo.
O ocultista que
não possui a iniciação de Chesed, limitar-se-á, em sua operação, a esfera de
Yesod, o plano de Maia, a ilusão. Ele acredita que as imagens astrais
refletidas no espelho mágico da subconsciência são realidades, e não fará
nenhuma tentativa de traduzi-las em termos de um plano superior e aprender o
que elas representam realmente. Ele permanecerá na esfera da ilusão e será
iludido pelos fantasmas de supa própria projeção inconsciente. Se fosse capaz
de funcionar nos termos de Chesed, percebería as idéias arquetípicas
subjacentes das quais essas imagens mágicas são apenas as sombras e as
represnetaçóes simbólicas, e poderia se tornar então um mestre do tesouro das
imagens em vez de ser alucinado por elas. Seria desta forma capaz de utilizar
as imagens como um matemático que utiliza símbolos algébricos e operaria a
mágica como um adepto inciado e não como um mago.
O misticismo
que opera o centro Cristológico de Tiphereth, senão dispusesse das chaves de
Chesed, será também alucinado, mas de uma maneira diferente e mais sutil.
Nesses níveis, ele saberá decifrar a imagem magnética com bastante exatidão,
referindo-as aquilo que representam e não lhes dando valor algum exceto como
sinais. Ele cairia no erro, contudo, de pensar que as imagens que percebe e as
experiências porque passa não o resultado de um contato direto e pessoal de
Deus com sua alma, em vez de compreender que elas são estágios do caminho.
Descobrirá um salvador pessoal no homem-Deus e não na influência regeneradora
das forças cristológicas.
Chesed,
portanto, é a esfera da formulação das idéias arquetípicas, a compreensão pela
consciência de um conceito abstrato que é
subsequentemente trazido aos planos e concentrados na luz da experiência
da concretização de idéias abstratas análogas. Em seu aspecto macrocósmico, ela
representa também uma fase correspondente do processo de criação. A ciência
esotérica ensina que a Mente Divina formulou idéias arquetípicas para que a
substância pudesse tomar forma, e que, sem essas idéias arquetípicas, a
substância seria informe e vazia, limo primordial aguardando o sopro de vida
para organizar-se no cristal ou na célula.
Na terminologia
da tradição esotérica ocidental, o grau de Adeptus Exemptus é atribuído a
Chesed, indicando o termo Exemptus, isto é, “isento”, essa libertação do Karma
que libera da Roda. Até não se ter liberado da Roda e não funcionar como
consciência pura, não escapará por completo às limitações humanas da
hereditariedade e do meio ambiente.
Uma parte muito
importante do trabalho dos Mestres é a concretização das idéias abstratas
concebidas pela Consciência Logoidal. O Logos, cuja meditação dá nascimento aos
mundos e cuja consciência reveladora é evolução, concebe as idéias arquetípicas
extraídas da substância do Imanifesto – para utilizar uma metáfora, já que a
definição é impossível. Essas idéias permanecem na consciência cósmica do Logos
assim como flor, porque não há solo para a sua germinação. A Consciência
Logoidal, enquanto ser puro, não pode, de seu próprio plano, fornecer o aspecto
formativo necessário para a sua manifestação. Ensinam as tradições esotéricas
que os Mestres, consciências desencarnadas disciplinadas pela forma, mas
atualmente informes, em sua meditação sobre a divindade, são capazes de
perceber telepaticamente essas idéias arquetípicas na mente de Deus e,
compreendendo a aplicação prática
destas aos
planos da forma e a linha que esse desenvolvimento seguirá, produzir imagens
concretas em sua própria consciência, que serve para trazer as idéias
arquetípicas abstratas ao primeiro dos planos da forma, chamado pelos
cabalistas de Briah.
Essa é, pois, a
tarefa que os Mestre realizam
Chesed,
portanto, reflete-se em Hod através do Centro Cristológico de Tiphereth, assim
como Geburah se reflete
É a Esfera de
Chesed que a consciência exaltada do adepto se eleva em suas manifestações
ocultas, é aqui que ela recebe a inspiração com que trabalha nos planos da
forma. É aqui que encontra os Mestres como influências espirituais, por meio de
contatos telepáticos, sem qualquer mescla de personalidade. Esse é o modo
verdadeiro e superior de entrar em contato com os Mestre, contato que se efetua
de mente a mente em sua própria esfera de consciência exaltada. Quando, pela
clarividência, vemos os Mestres como seres vestidos, cujos trajes indicam seu
raio, são eles percebidos por meio da refração na Esfera de Yesod, que é o
reino dos fantasmas e das alucinações. Pisamos um terreno muito inseguro quando
encontramos os Mestres aqui. É aqui que a forma antropomórfica é conferida à
inspiração espiritual que tanto desorienta os sensitivos que não conseguem
elevar-se a Chesed. E é assim que o anúncio da volta ao mundo de um impulso
espiritual é interpretado como o advento de um Instrutor Universal.
Títulos
conferidos a Chesed: Gedulah, Amor e Majestade.
Confirmam o conceito do rei benévolo, pai do seu povo.
Imagem Mágica:
Um poderoso rei coroado, sentado em seu trono.
A imagem mágica
que representa Chesed é um poderoso rei coroado, sentado em seu trono; essa
posição indica que ele está estavelmente sentado num reino em paz, não em
marcha em seu carro para guerra, como o sugere a imagem mágica de Geburah.
Localização na Árvore
No centro do Pilar da Misericórdia.
Confirma a
idéia da lei estável, ordenada e misericordiosa, que governa para o bem dos
governados.
Texto Yetzirático
O Quarto
Caminho chama-se Inteligência Coesiva ou Receptiva, porque contém todos os
Poderes Sagrados, dele emanando as virtudes espirituais com as suas essências
mais requintadas. Tais poderes emanam uns dos outros por virtude da Emanação
Primordial, a Coroa Mais Elevada, Kether.
“O Quarto
Caminho chama-se Inteligência Coesiva”. Podemos compreender claramente o
sentido dessas palavras se considerarmos Chesed através do símbolo do rei
sentado em seu trono, organizando os recursos e prosperidade do reino e
esforçando-se para que todas as coisas se equilibrem para o bem comum.
O Texto
Yetzirático o chama também de Inteligência Receptiva, e isso se refere ao
símbolo do braço esquerdo, que é atribuído a essa Sephirah no Microcosmo.
Chesed “contém todos os Poderes Sagrados, dele emanando as virtudes espirituais
com as suas essências mais requintadas”. O ensinamento implícito nessa sentença
já foi elucidado na exegese anterior do conceito das idéias arquetípicas. “Tais
poderes emanam uns dos outros por virtude da Emanação Primordial, a Coroa mais
elevada, Kether”. Esses conceitos já foram abordados a propósito, quando estudamos
o transbordamento da força de Esfera em Esfera.
O Nome Divino
El.
O Nome Divino
EL, mostra o princípio evolutivo da quarta Sephirah, o que está configurado nas
letras hebraicas que compõe este nome:
Aleph:
princípio, começo - E
Lamed:
movimento, evolução - L
Arcanjo Tzadkiel
O Arcanjo de Chesed é Tzadikiel, Justiça de Deus.
Coro Angélico
Chasmalin. As chamas brilhantes. Constituem formas de
energia agradáveis e construtivas que, quando são evocadas, equilibram a
estabilidade mental, incapacidade de alto controle e a disciplina. E assinala a
idéia do esplendor real de Gedulah.
Chákra Cósmico
Tzedek, “a
retidão”. Júpiter, o grande benígno da astrologia. Tem um aspecto que se refere
a todos os pontos de vista governativos, sejam de que natureza for.
Experiência Espiritual
Visão do Amor.
Virtude: Obediência
Vício
Fanatismo. Hipocrisia. Gula. Tirania.
Correspondência no
Microcosmo
O braço esquerdo.
O que indica o
modo menos dinâmico de funcionamento de poder do que o da mão direita, que
levanta a espada na imagem mágica de Geburah. A mão esquerda segura o Orbe, que
significa a própria Terra, e mostra que tudo está em segurança na mão firme do
governante. Chesed, de fato, denota antes a firmeza do que a força da energia
dinâmica.
Símbolos
A figura
sólida. O tetraedro. A pirâmide. A cruz de braços iguais. O orbe. O bastão. O
cetro. O cajado.
O número
místico de Chesed é o quatro, e este é a miude representado como uma figura
quadrilátera, ou tetraedro. Um talismã de Júpiter é sempre deposto sobre tal
figura. Outro símbolo de Chesed é a figura sólida, tal como a entende a
geometria. Compreenderemos a razão desse simbolismo se considerarmos as figuras
geométricas atribuídas as Sephiroth: como o ponto é atribuído a Kether; a linha,
a chokmah ; o plano bidimensional a Binah; o sólido tridimensional a Chesed. O
sólido representa essencialmente a manifestação, tal como o concebe a nossa
consciência tridimensional. Não podemos conceber uma existência unidimensional
ou bidimensional, salvo na matemática ou simbolicamente. Chesed é a primeira
das Sephiroh manifestadas, é muito natural que o símbolo da figura sólida
integre o resto do seu simbolismo. A figura sólida utilizada para simbolizar
Chesed é normalmente a pirâmide, que é uma figura de quatro lados, constituídas
de tres faces e uma base, expressando, a qualidade numerológica de Chesed.
A forma da cruz
associada a Chesed é a cruz de braços iguais, que simboliza os quatro elementos
em equilíbrio, e implica o governo da natureza por uma influência sintetizadora
e confere harmonia equilibrada a todas as coisas.
O orbe, o
bastão, o cetro e o cajado, que são os símbolos atribuídos a essa Esfera,
expressam perfeitamente os diferentes aspectos do poder real benévolo de
Chesed.
Cartas do Tarô
Todos os Quatro
Quatro de Paus:
obra perfeita.
Quatro de Copas:
prazer.
Quatro de Espadas:
repouso após a luta.
Quatro de Ouros:
poder terrestre.
O Quatro de
Paus simboliza a obra perfeita, representando admiravelmente, a realização do
rei no tempo de paz em seu reino bem governado.
O Quatro de
Copas chama-se Senhor do Prazer, e relaciona-se com o título de Esplendor
atribuído a Chesed e com o fulgor de seu coro angélico.
O Quatro de
Espadas indica o Repouso após a luta, e concorda perfeitamente com o
significado do monarca sentado.
O Quatro de
Ouros é o Senhor do Poder Terrestre, um simbolismo tão claro que não necessita
esclarecimentos.
Cores nos Mundos
Atizluth:
Violeta-intenso.
Briah:
Azul.
Yetzirath: Púrpura-intenso.
Assiah:
Azul-intenso, salpicado de amarelo.
“As repetições
são quase inevitáveis no estudo da Árvore da Vida, em que os diferentes
símbolos representam o mesmo poder em diferentes níveis de manifestação ou sob
diferentes aspectos, pois só podem ser entendidas se as considerarmos em suas
relações com as vizinhas.”
3º Passo - 12ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
A 12ª estação
da cruz em Áquario.
A 12ª estação
da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 5ª Hora do Relógio e o 6º Raio Cósmico.
A 12ª estação
da cruz em Áquario é no Ayn Soph.
2º Passo - 12ª
Estação
(Movimento Ziguezague)
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de
Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.
Hostes Angélicas no
Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto
A 12ª estação da cruz em Áquario:
A 12ª estação da cruz em Áquario
é aos 30 minutos da 5ª Hora do Relógio e o 6º Raio Cósmico.
A 12ª estação da cruz em Áquario é no Ayn Soph. Aqui encontramo aos
Quatro Arcanjos de Daath, aos Nove Arcanjos das Hierarquias das Hostes
Angélicas, aos Arcanjos dos Sete Raios.
MIGUEL
(Virtudes, Sul, Poder, Fogo, Roxo)
48 -
MIHEL –
44 – YLHIH -
49 -
OshLIH –
43 – VVLIH -
50 -
ORIEL –
42 – MIKEL -
51 -
SALIH – 41 – HHHEL –
RAPHAEL (Arcanjos, Leste, Luz, Ar,
Amarelo Ouro)
64 – MChIEL – 60 –
MTzREL –
63 – ONVEL – 59 – HRChEL –
62 – IHHIH – 58
– YYLEL –
61 – VMBEL
– 57
– NMMIH –
URIEL ou HANIEL (Principados, Norte, Estabilidade, Terra,
Amarelo
Limão/Verde
Oliva/Marrom e Negro))
56 – PVIEL – 52 –
OMMIH -
55 – MBHIH
–
51 – HChShIH -
54 – NIThEL
–
50 – DNYEL -
53 – NNAEL
–
49 – VHVEL -
GABRIEL (Anjos, Oeste, Visão interna,
Água, Azul)
72 – MVMIH
– 68
– ChBVIH -
71 – HYYEL
–
67 – AIOEL -
70 – IBMIH
– 66
– MNQEL -
69 – RAHEL
–
65 – DMBIH -
1º Passo - 12ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos
Enochianos no Mundo Manifesto.
Elemento Fogo,
os Signos e Planetas.
Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos
Suportes partindo do Suporte do Fogo, Gerador YOD e seus três signos e
respectivos planetas.
Suporte do Fogo, Gerador Yod.
3º - Sagitário
– Júpiter - Gedulah – Dominações
A 1ª ordem da
2ª Hierarquia das Hostes Angélicas
Aqui deve ser
exercitada a 12ª Estação da Cruz.
A Cruz de Fogo
Cósmico aqui colocada será para a Estação o comando da Cruz de Fogo Azul.
Tsadkiel (Arcanjo)
25-NThHIH- 29-RYYEL-
26-HAAIH- 30-AUMEL-
27-YRThEL- 31-LKBEL-
28-ShAHIH- 32-VShRIH-
12º Passo - 13ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto
13ª Estação da Cruz:
A 13ª estação
da cruz é o símbolo de ser “descido da Cruz” e o Raio Cósmico é o 7º Raio.
Nessa estação deve o estudante ter em mente que “ser descido da Cruz” no
caminho terá que ter a consciência da Liberdade do 7º Raio Cósmico.
Sétimo Raio
Objetivo deste raio é liberdade
Chohan -
Saint Germain e Porcia
Elohim - Arturos e Vitória
Arcanjo - Zadquiel e Santa Ametista
Dia - Sábado
Cor - Violeta
Chakra - da Alma, 6 pétalas. Este
Chakra carrega a polaridade feminina. É o centro da criatividade
Localização - à altura do umbigo
O que polui este Chakra - alto
condenação
Instrumento Musical Ativador -
Flauta
Mantra - Perdão e Luz Expande!
Qualidade - Liberdade, Justiça,
Tolerância, Misericórdia, Perdão, Ritual de vida, Invocação do Fogo Sagrado,
Ação do fluir da luz, Energia, Diplomacia, Tato, Postura, Ciência da alquimia,
Transmutação da Lei da transcendência, Profecia.
Perversão - servidão, escravidão,
injustiça, intolerância, dureza de coração, crueldade, libertinismo,
desorganização, falta de coragem, inconstância, oração de mal intento, falta de
conhecimento, mal uso da ciência sagrada, perversão e má interpretação das
Escrituras e da Lei da Verdade, intransigência, palavras dos maus espíritos.
11º Passo – 13ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto
1ª Estação e a
13ª Estação da Cruz:
Na 1ª estação e
na 13ª estação da cruz o chacra é o da Alma do 7º Raio Cósmico. Quando
visualizada no Eixo é o do Chacra da Base do 4º Raio Cósmico e é conhecido como
a segunda parte do eixo 12 – 6 (doze - seis).
CHAKRA DA ALMA:
Este é o Chakra
da Alma, esta localizado mais ou menos 4 dedos
abaixo do umbigo, Possui 06 Pétalas, e é o local por onde a Alma do indivíduo esta ancorada aos corpos Etéricos e
Físicos. As suas 06 pétalas representam
a estrela de seis pontas da vitória, representam também a energia da Mãe Terra/ Matéria/ Omega. Este
Chakra carrega a polaridade feminina. A qualidade da consciência de Deus como Liberdade, está ancorada neste
Chakra. O que significa que a alma deve buscar a liberdade, que só poderá acontecer
com o encontro das energias entre o céu e a terra. Esta é a sua meta elevar as
energias do Kundhaline para o Chakra do coração e da coroa. A Alma é a
consciência do individuo que só conseguira a liberdade se for expandida. No
Relógio Cósmico, o Chakra da Alma esta
localizado na Cruz do Amor/ Caridade. Esta Cruz é composta de Aquário e Leão/
Chakra da Alma nas 01 e 07hs. e Touro e Escorpião/ Chakra da 3ª Visão nas 04 e
10hs. O Objetivo da Alma é visualizar a
vitória, com a 3ª Visão, a vitória que só pode ser conseguida com o Amor
e Gratidão Divinos. Veja só, a energia que
impulsiona a alma é a visão, por isto devemos nos preocupar muito com o
que olhamos, para onde damos a nossa atenção. O Chakra da alma esta intimamente
ligado ao Chakra da terceira visão que regula não só a terceira visão como
também a visão dos olhos humanos. Por isto se queremos elevar as energias para
Deus, devemos utilizar a nossa visão para servir.
CHAKRA DA BASE
DA ESPINHA
Este
Chakra é
o da Base ou Kundhaline, esta
localizado na base da
espinha, possui 4 pétalas, que demonstram o equilíbrio da
base da matéria. O triângulo no centro
mostra a energia que deve ser
elevada para os outros
chakras. Se este
Chakra não for
bem cuidado, todos os outros sofrerão as conseqüências, pois este Chakra
serve de depósito de energia para os
outros chakras. A energia Divina
desce diretamente de Deus, penetrando o Chakra da Coroa, indo diretamente para
o Chakra do da base, um verdadeiro
cálice que guarda a energia que deve
ser elevada para o Chakra
do coração que redistribui para os outros Chakras a energia
a ser qualificada. Este Chakra
carrega a polaridade feminina,
energia do Chakra da base, pode ser perdida de varias maneiras:
. Através
do escoamento que o
corre pelo abuso
das energias sexuais.
. Através
da desarmonia, como raiva,
ódio, medo, ansiedade,
tristeza, impaciência, irritação,
impureza, etc.
Quando perdemos
esta energia que
deveria alimentar aos outros chakras, perdemos o nosso poder
de qualificar energias
como Deuses, ou
filhos de Deus.
Como é que podemos qualificar energias que não
possuímos ? Que já
foram perdidas ? Impossível,
Temos de
armazenar energia pura para
podermos qualifica-la. Se
queremos ser Deuses e ter algum poder,
temos que começar por guardar esta energia pura, sagrada e
cristalina do Chakra da
base, mantendo a
nossa harmonia, que
só poderá acontecer
com Fé, Esperança e Caridade. A
base de tudo esta na energia. Sem energia não há nada, devemos preserva-la para
podermos construir e transformar o mundo. O problema do
ser humano esta em
querer coisas demais.
Assim ele perde
a energia e
não consegue nada.
A Qualidade da Consciência
de Deus Como Pureza e
Harmonia esta ancorada
neste Chakra. É com a Pureza e a Harmonia das energias da Mãe, que
conseguimos a mestria sobre a terra/ matéria. Este Chakra
carrega a polaridade feminina. É através da mestria do
poder do 4 Raio
do Chakra da base da espinha, que se
consegue o poder de se estar
em vários os lugares do Planeta Terra ao mesmo tempo, simultaneamente.
Obtendo o poder
sobre o tempo e o espaço.
A Energia Sagrada
e pura deste
Chakra deve-se também a sua cor Branca, É com a energia pura e
cristalina do Chakra da base da Espinha, que a Magia, que significa
movimentação da energia, acontece. Este Chakra é a Base da força do Corpo
Emocional. É com esta energia que se Faz a magia negra.
O instrumento
que ativa este Chakra da base é o
tambor, a má utilização do tambor
ou bateria com ritmos de baixa vibração causa o escoamento das energias.
Os Africanos,
fazem do Samba, Jazz, Vodu,
ou mesmo o Rock dos
Americanos, uma maneira de se
tirar a
energia deste Chakra,
através do escoamento
desta energia
Ao dançar em
uma serie de
agachamentos a companhado de
uma batida de
tambor específica, a energia é empurrada para baixo em um espiral
negativo.
No Vodu existem
rituais onde chegam a colocar uma
jarra em baixo da
pessoa, para receber a energia
do Chakra da
base da espinha,
energia pura e
por isto fácil
de se qualificar para ser
oferecida em rituais satânicos. A Energia do 4º Raio, o Branco, é a base de
todas as cores dos outros
raios, o que significa que
se obtivermos o
branco obteremos o poder de qualificar a Energia em qualquer outro
raio. Esta é
a Verdadeira Magia. No Relógio
Cósmico este Chakra corresponde as 06hs.
e é o único que do
outro lado do relógio, nas 12hs. tem como correspondente outro Chakra, o
Chakra da Coroa ou Cabeça. É a verdadeira interação entre o Eu Pai e o Eu da
Alma/ o ser humano. Juntamente com o
Signo de Câncer, Esta situado na Cruz
do Poder. E está qualificado com a
Harmonia de Deus, que é a base do Poder de Deus. A cruz do Poder é composta de
Câncer/ Chakra da base, nas 06hs, de Capricórnio/ Chakra da Coroa, nas 12hs. e
Aries e Libra nas 03 e 09hs. que tem o Chakra do coração, como foco de energia.
10º Passo - 13ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no
Mundo Manifesto.
A 1ª Estação, a
7ª Estação, a 13ª Estação e a 14ª Estação da Cruz:
No eixo 12 – 6
(doze - seis), a Câmara Secreta do Coração é encontrada servindo a esse eixo
nas estações localizadas nele. A idéia do ensinamento do 8º Raio (Maha Chohan)
tem que estar muito presente.
CÂMARA SECRETA
DO CORAÇÃO:
Este é o
Chakra Secreto do oitavo raio, ele tem oito pelas que demonstram a perfeito fluir da figura
oito entre o céu e a terra. Situa-se atrás do chakra do coração. Este é o lugar
sagrado de Deus no homem, é aqui que se
encontra o altar secreto do nosso Santo Cristo Pessoal
Através do
chakra da coroa, foco do raio amarelo, magnetizai [atraí a vós] amor amando os ensinamentos da
sabedoria. Através do chakra do terceiro olho, foco do raio verde,
magnetizai amor meditando sobre a Virgem
Cósmica que envolve tudo o que é vida na concepção imaculada - e ide adiante
para fazer o mesmo. Através do
chakra da garganta, foco do raio azul, magnetizai amor pelo poder da Palavra Falada oferecida
louvando ao Pai, à Mãe, ao Filho e ao
Espírito Santo, e adorando a chama. Através do coração, foco do raio rosa e da
chama trina, magnetizai amor como
adoração da vontade de Deus, como
equilíbrio da Mente Crística, como faculdade intuitiva do próprio amor, e como integridade da
Trindade
Através do
chakra do lugar da alma, foco do raio violeta, magnetizai amor na busca da liberdade, na invocação da
misericórdia e na defesa da justiça.
Através do
chakra da base da coluna, foco do raio branco da luz da pureza, magnetizai amor consagrando as
energias do fogo sagrado à vitória da luz em todos os vossos chakras e à restauração da pureza em
todos os níveis da consciência.
9º Passo - 13ª
Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico,
as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.
13ª Estação da Cruz:
A 13ª estação
da cruz é o Corpo Emocional (que está sob a Hierarquia do signo de Câncer do
Planeta Lua). Nessa estação deve o estudante ter em mente que ao “Descer da
Cruz” terá que se destituir da
indecisão, autopiedade e autojustificação. Tendo a ajuda da Hierarquia da Hora
6. O Mestre Serapis Bey, os Grandes Serafim e Querubim e Todos os Grandes Seres
da Hierarquia do signo de Câncer do Planeta Lua. Nessa estação o estudante deve
ter na sua mente a viva idéia de suas qualidades divinas. Decisão, Piedade,
Devoção e
Harmonia.
8º Passo - 13ª Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo
Manifesto
1ª Estação e a 13ª
Estação da Cruz:
Na
1ª estação e na 13ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra da
Base do 4º Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como a segunda parte do eixo
12 – 6 (doze - seis). Este eixo faz a Cruz de Fogo Branca com o eixo 3 – 9
(três – nove)
7º Passo - 13ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo
Manifesto.
Elemento Água,
os Signos e Planetas.
Para caminharmos nesse passo colocaremos em uso o
ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da água, Gerante HÊ e seus três
signos e respectivos planetas.
Suporte da Água
Gerante HÊ
1º - Câncer – Lua
Aqui deve ser exercitada a 1ª Estação e a 13ª Estação
da Cruz.
6º Passo - 13ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Elemento Água,
os Signos e Planetas.
Para
caminharmos nesse passo colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo
do Suporte da água, Gerante HÊ e seus três signos e respectivos planetas para
colocar dois dos Vinte e Quatro Anciões da cada Estação da Cruz no Mundo
Manifesto.
Suporte da Água
Gerante HÊ
1º - Câncer –
Lua
Aqui deve ser
exercitada a 1ª Estação e a 13ª Estação da Cruz.
Meditar com
dois dos Vinte e Quatro Anciões desta Estação da Cruz.
Anciões: 7º - Adoeoet – 19-LVV- 20-PHL- 21-NLK-
8º
- Anodoin – 22-YYY- 23-MLH- 24-ChHV-
(Tronos – Arcanjo: Tsaphkiel)
5º Passo - 13ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Para o exercício das 14 Estações da Cruz de Aquário na
mágica, a cada Sefira é atribuído no Mundo de Assiah, um Chacra mundano
(expressado geralmente através das forças planetárias). Dos Quatro Elementos
nos Signos e Planetas Enochianos e os 72 Nomes de Deus.
Suporte da
Água, Gerante HÊ (Elemento Água)
1º Câncer – Lua –Tronos
Aqui deve ser exercitada a 1ª e a 13ª Estação da
Cruz.
19 - LVV – 22 –
YYY –
20 - PHL – 23 –
MLH –
21 - NLK – 24 – ChHV
–
4º Passo - 13ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Aqui nesse
ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em
correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.
Iniciamos o
estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino.
1ª Estação e a 13ª Estação da Cruz:
Na 1ª estação e
na 13ª estação da Cruz em Câncer na Lua na hora 6 nos encontramos na Sephirah Yesod, a Fundação.
Y E S O D
(O Nono Caminho)
Título: Yesod, o Fundamento.
O estudo do
simbolismo de YESOD revela dois grupos de símbolos aparentemente incongruentes.
Por outro lado, temos a concepção de YESOD como o fundamento do Universo,
estabelecido na força, e que é indicada pela recorrência da idéia da força,
como na imagem mágica de um belo homem desnudo, muito forte, no Nome Divino de
Shaddai, o Todo-poderoso, nos Kerubim, os Anjos poderosos, e no Nove de Paus,
cujo nome secreto é o Senhor da Grande Força. Mas, por outro lado, temos o simbolismo da Lua, que é
essencialmente fluida e que apresenta uma estado contínuo de fluxo e refluxo
sob o governo de Gabriel o Arcanjo do Elemento Água. A resposta a esses
conceitos conflitantes encontra-se nas palavras do Texto Yetzirático.
Imagem Mágica:
Um belo homem desnudo, muito forte.
Localização na Árvore
Na base do Pilar do Equilíbrio.
Texto Yetzirático
O Nono Caminho
chama-se Inteligência Pura, porque purifica as Emanações. Ele prova e corrige o
desenho de suas representações, e dispõe a unidade em que elas estão
desenhadas, sem diminuição ou divisão.
Temos, então, a
idéia das águas fluidas do caos reunindo-se e organizando-se por meio das
“representações” que foram “desenhadas” em HOD; a “prova, correção e disposição
da unidade” final dessas “representações” ou imagens formativas resultam na
organização do “mecanismo do Universo”, cuja visão constitue a experiência
espiritual dessa Sephirah. De fato, YESOD poderia ser corretamente descrita
como a esfera do mecanismo do universo. Se comparássemos o reino da Terra a um
grande navio, YESOD seria a casa das máquinas.
YESOD, é a
esfera dessa substância peculiar, que participa tanto da natureza da mente como
da matéria. E que se chama o Éter do Sábio, o Akasha, ou Luz Astral, de acordo
com a terminologia empregada. Não se trata do mesmo éter do físico, que é um
elemento ígneo da Esfera de Malkuth, e que representa para este Éter o mesmo
que este representa para a matéria densa; ele é, na verdade, a base dos
fenômenos que os físicos atribuem ao seu éter empírico. Poderíamos chamar o
Éter do Sábio de raiz do éter do físico
Nada pode ser
explicado em termos de si mesmo; só se pode fazê-lo, relacionando-se uma coisa
num todo maior. Os quatro elementos dos antigos encontram sua explicação no
quinto elemento, o Éter. Os Quatro Mundos dos cabalistas radicam um ponto além
dos Véus do Imanifesto. Assim, encontramos em YESOD o quinto imanifesto dos
quatro elementos de Malkuth, correspondendo o fogo dos antigos ao éter dos
modernos, e a terra, a água e o ar, os
estados sólidos, líquidos e gasoso da matéria. Devemos conceber YESOD, portanto,
como o receptáculo das emanações de todas as outras Sephirot, como o único e
imediato transmissor dessas emanações a Malkuth, do plano físico. É na esfera
de YESOD que ocorrem as operações destinadas a corrigir a esfera da matéria
densa, ou dispor sua unidade de desenho. YESOD, portanto, é a esfera essencial
de qualquer magia que pretende agir no mundo físico. As coisas representadas
permanecem firmes. As coisas do mundo material não podem por conseguinte, ser
arbitrariamente alteradas, nem mesmo pela força espiritual superior. Só podemos
nos aproximar de Malkuth por meio de Yesod, e só podemos nos aproximar de Yesod
por meio de Hod, onde as “representações são desenhadas”. Libertemos de uma vez
por todas nossas mentes da idéia de que o espírito pode agir diretamente sobre
a matéria. Isso jamais acontece. O espírito opera por meio da mente, e a mente
opera por meio do Éter; e o Éter, que é a estrutura da matéria e o veículo das
forças vitais, pode ser manipulado nos limites de sua natureza. Duas
propriedades são importantíssimas para o trabalho do ocultista prático, e
formam, de fato, a base de todo o seu sistema. A primeira dessas propriedades é
a capacidade que o Éter astral apresenta de ser moldado pela mente; a segunda é
a capacidade de sustentar as moléculas da matéria densa em seus raios parecidos
a fios, como numa rede. A existência dessas propriedades é a única explicação
para as propriedades da matéria viva e
da mente consciente.
Yesod é também
de suprema importância para o ocultista prático, porque ela é a primeira Esfera
com que entra em contato quando começa a “elevar-se nos planos”, e ergue a
consciência acima de Malkuth. Tendo trilhado o terrível Trigésimo Segundo
Caminho do Tau, ou Cruz do Sofrimento, e de Saturno, ele penetra em Yesod, a
Casa do Tesoura das Imagens, a Esfera de Maia, a Ilusão. Yesod, considerada em
si mesma, é inquestionavelmente a Esfera da Ilusão, porque a Casa do Tesouro
das Imagens não é outra coisa senão o Éter Refletor da Esfera da Terra, e
corresponde, no microcosmo, ao inconsciente dos psicólogos, repleto de coisas
velhas e esquecidas, reprimidas desde o alvorecer da raça. As chaves que fecham
as portas da Casa do Tesouro de Imagens e nos permitem comandar seus habitantes
acham-se em Hod, a Esfera da Magia. Afirma-se corretamente nos Mistérios que
nenhum grau se torna funcional antes de se alcançar o próximo.
O Nome Divino
Shaddai el Chai, Deus Vivo Todo-Poderoso.
Arcanjo Gabriel
É o ser
poderoso de Deus que favorece a clarividência e clariaudiência e é concebido
como o Rio da Água da Vida.
Coro Angélico
Os Kerubim, os Poderosos.
As Hostes
Angélicas em Yesod tem a importante função de receber do Arcanjo os arquetipos
de Shaddai-El-Chai, o Senhor da Vida, cristalizando-os no reino (a forma), de
acordo com os padrões recebidos.
Chákra Cósmico
Levanah, a Lua.
Experiência Espiritual
A visão do mecanismo do universo.
Virtude: Veracidade
Independência.
Vício
Ociosidade.
Correspondência no
Microcosmo
Os Órgão reprodutores.
Símbolos
Sandálias. São
utilizadas em trabalho cerimonial para trilhar o círculo mágico, através de
nossos pés, tocamos o m agnetismo da Terra; e quando este magnetismo é de um
tipo especial utilizamos sandálias que não o inibem.
Perfumes. São
também muito importantes nas operações cerimoniais, pois representam o lado
etérico. O uso dos perfumes é o meio mais efetivo de tirar proveito das emoções
e, consequentemente, de alterar o foco da consciência.
Cartas do Tarô
Os quatro noves
Nove de
Paus: grande força
Nove de
Copas: felicidade material
Nove de
Espadas: desespero e crueldade
Nove de
Ouros: ganho material
Nas quatro
cartas do Tarô atribuídas nesta Séphira vemos claramente os efeitos do
magnetismo etérico. Possuímos uma Grande Força quando estamos em contato com a Terra, abençoados por Pã.
Há também a
Alegria Material, de fato, sem a benção de Pã, não pode haver nenhuma
felicidade material, porque não há paz dos nervos.
No lado
negativo, contudo encontram-se as profundidades do desespero e da crueldade.
Nos contatos
terrestres firmes sob nossos pés, obtemos o Ganho Material, porque estamos
prontos para trabalhar o plano material.
Cores nos Mundos
Atizluth: Índigo
Briah: Violeta
Yetzirath: Púrpura muito escura
Assiah: Citrino salpicado de
azul
3º Passo - 13ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
A 1ª Estação da
cruz em Áquario e a 13ª estação da cruz em Áquario:
A 1ª e a 13ª
Estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 6ª Hora do Relógio e o 7º Raio
Cósmico.
A 1ª e a 13ª
Estação da cruz em Áquario é na Sephirah em Malkuth.
2º Passo - 13ª
Estação
(Movimento Ziguezague)
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de
Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.
Hostes Angélicas no
Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto.
A 1ª estação da cruz em Áquario e 13ª estação da cruz
em Áquario:
A 1ª e a 13ª Estação da cruz em Áquario é aos 30
minutos da 6ª Hora do Relógio e o 7º Raio Cósmico.
A 1ª e a 13ª Estação da cruz em Áquario é na Sephirah
1º Passo - 13ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos
Enochianos no Mundo Manifesto.
Elemento Água,
os Signos e Planetas.
Para
caminharmos nesse passo colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo
do Suporte da água, Gerante HÊ e seus três signos e respectivos planetas para
colocar as Cruzes de Fogo Cósmico.
Suporte da Água Gerante HÊ
(Movimento Triangular)
1º - Câncer –
Lua – Yesod - Os Anjos.
A 3ª Ordem da
3ª Hierarquia das Hostes Angélicas.
Aqui deve ser
exercitada a 1ª Estação e a 13ª Estação da Cruz.
A Cruz de Fogo
Cósmico aqui colocada será a mesma para as duas Estações o comando da Cruz de
Fogo Branco.
72 – MVMIH
– 68
– ChBVIH -
71 – HYYEL
–
67 – AIOEL –
70 – IBMIH
–
66 – MNQEL -
69 – RAHEL
– 65
– DMBIH –
12º Passo - 14ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto
14ª Estação da Cruz:
A 14ª estação
da cruz é o símbolo de ser “sepultado” e o Raio Cósmico é o 1º Raio. Nessa
estação deve o estudante ter em mente que “ser sepultado” no caminho terá que
ter a consciência da Potência do 1º Raio Cósmico.
PRIMEIRO RAIO
O objetivo deste raio é alinhamento com a vontade divina
Chohan - El
Morya Khan
Elohim - Hércules e Amazônia
Arcanjo - Miguel e Fé
Dia - Terça-feira
Cor - Azul ( a tonalidade do céu)
Chakra - da garganta, com 16
pétalas, que também qualifica os ouvidos e o nariz, Este Chakra carrega a
polaridade masculina. É o centro da
palavra
Localização - na garganta, nos
ouvidos e no nariz.
O que polui este Chakra - más
palavras, faladas e ouvidas.
Instrumento Musical Ativador - Prato
Mantra - Não minha vontade (3x ),
mas a Tua seja feita ! - e o mantra Perfeição.
Qualidade - Luz, Perfeição, Vontade
Divina, Proteção, Direção, Construção, Fé, Obediência, Amor a Deus e sua lei,
Poder, Coragem, Ordem, Negócios, Governo Divino, Luz, energia.
Perversão - imperfeição, vontade
humana, destruição, dúvida, desobediência, rebeldia à Deus e sua lei,
manipulação psíquica, magia negra, submissão, desorganização nos negócios e na
economia das nações, ausência de luz e energia.
11º Passo – 14ª
Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo
Manifesto
7ª Estação e a 14ª Estação da Cruz:
Na 7ª estação e
na 14ª estação da cruz o chacra é o da Garganta do 1º Raio Cósmico. Quando
visualizada no Eixo é o do Chacra da Coroa do 2º Raio Cósmico e é conhecido
como a primeira parte do eixo 12 – 6 (doze - seis).
CHAKRA DA
GARGANTA
O Chakra da
Garganta possui 16 Pétalas.
É através deste Chakra que
nos comunicamos com Deus e os seres etéricos, ou seja, seres que vivem
nas oitavas superiores de luz /
fogo etérico. Até o ar que respiramos
é importante, pois é a energia passiva que pode ser qualificada /
ativada pelo fogo etérico do
Chakra do coração do indivíduo
que é ativado pelo Chakra da Garganta
que busca o fogo sagrado para
o casamento das energias entre o céu e a terra. Este Chakra carrega a
polaridade masculina. Este Chakra qualifica não só a garganta do indivíduo como também aos
ouvidos, e o nariz, e esta é a razão de
podermos ouvir sons e sentir odores que não são deste mundo e sim do mundo
etérico ou astral. Aquele zunido que ouvimos de vez em quando, é o som de seres
etérico que estão ancorando suas decisões na
terra, através de você. Dizem que o mal cheira enxofre e o
bem rosas, isto não só é verdade como
também é uma percepção que o Chakra da garganta dá ao olfato do indivíduo. No
relógio Cósmico, o Chakra da Garganta esta localizado na Cruz da Sabedoria e
Criatividade, Esta Cruz é composta de Gêmeos e Sagitário / Chakra da Garganta
nas 5 e 11hs. e Virgem e
Peixes / Chakra do Plexo Solar nas 2 e 8hs. Isto significa que a palavra deve ser usada com criatividade
e sabedoria, ou seja, Criar para Servir . Assim como os Chakras são a fonte de poder Divino a disposição do
indivíduo, o Chakra da Garganta dá ao
indivíduo, o Poder de ser a fonte de seu próprio poder para Deus, ou seja,
é a oportunidade de devolver a Deus o poder que nos deu e que
co-qualificamos na terra. Esta é a maneira de o criador nos analisar a distancia, como se estivéssemos mandando
Faxes para alguém, com pedidos, ordens, e agradecimentos o tempo todo. A má
utilização deste chakra é a magia negra
em ação, Os magos negros dão suas ordens ao mal, ou forças do mal, através da palavra, que mal
utilizada, leva a destruição total
da matéria física, e influencia a visão
das pessoas. As canções e o som do Rock’n Roll, influenciam a mente das pessoas
destroem e poluem a matéria. É sabido
que a causa da destruição da Atlântida e da Lemuria, foi o som do Rock’n Roll utilizado pelos
magos negros. O maior segredo deste poder e falar, é que ele tem o poder de se
comunicar com a memória e a mente de indivíduos que estão a distancia, mesmo
que estejam do outro lado do planeta, influenciando diretamente o seu corpo
mental, enviando imagens para a terceira visão, e influenciando seus
pensamentos, Os anjos do bem e do mal,
vêem a palavra/ som.
CHAKRA DA
CABEÇA OU COROA:
Este é o Chakra da Coroa, possui 972 pétalas, que
demonstram a direção que o indivíduo deve tomar. É através deste
chakra que o homem se conecta com a
consciência Divina. No Relógio Cósmico
este Chakra corresponde as 12hs.
E é o
único que do
outro lado do
relógio, nas 06hs.,
tem como correspondente outro
Chakra, o Chakra da Base da Espinha. É a verdadeira interação entre
o Eu Pai e o Eu da Alma /
Filho. Este Chakra
carrega a polaridade masculina.
O Florescer deste Chakra dá ao indivíduo
a consciência Crística encontrada por seres como Jesus e Budha, Esta é a experiência de tudo saber, a grande
iluminação que faz com que o indivíduo saiba todas as coisas
sem ter sido ensinado
por ninguém. A verdadeira
conexão com a mente de
Deus. A
verdadeira Internet do
Universo Testa Larga é sinal de inteligência.
Se você já é inteligente,
experimente tirar o cabelo da testa, com certeza você terá mais sabedoria.
10º Passo - 14ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no
Mundo Manifesto.
A 1ª Estação, a
7ª Estação, a 13ª Estação e a 14ª Estação da Cruz:
No eixo 12 – 6
(doze - seis), a Câmara Secreta do Coração é encontrada servindo a esse eixo
nas estações localizadas nele. A idéia do ensinamento do 8º Raio (Maha Chohan)
tem que estar muito presente.
CÂMARA SECRETA DO CORAÇÃO:
Este é o
Chakra Secreto do oitavo raio, ele tem oito pelas que demonstram a perfeito fluir da figura
oito entre o céu e a terra. Situa-se atrás do
chakra do coração. Este é o lugar sagrado de Deus no homem, é aqui que
se encontra o altar secreto do nosso Santo Cristo Pessoal
Através do
chakra da coroa, foco do raio amarelo, magnetizai [atraí a vós] amor amando os ensinamentos da
sabedoria. Através do chakra do
terceiro olho, foco do raio verde, magnetizai
amor meditando sobre a Virgem Cósmica que envolve tudo o que é vida na concepção imaculada - e ide adiante
para fazer o mesmo. Através do
chakra da garganta, foco do raio azul, magnetizai amor pelo poder da Palavra Falada oferecida
louvando ao Pai, à Mãe, ao Filho e ao
Espírito Santo, e adorando a chama.
Através do
coração, foco do raio rosa e da chama
trina, magnetizai amor como adoração da vontade de Deus, como equilíbrio da Mente Crística, como
faculdade intuitiva do próprio amor, e como integridade da Trindade
Através do
chakra do lugar da alma, foco do raio violeta,
magnetizai amor na busca da
liberdade, na invocação da misericórdia
e na defesa da justiça.
Através do
chakra da base da coluna, foco do raio branco da luz da pureza, magnetizai amor consagrando as
energias do fogo sagrado à vitória da
luz em todos os vossos chakras e à restauração da pureza em
todos os níveis da consciência.
9º Passo - 14ª
Estação
As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico,
as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.
14ª Estação da Cruz:
A 14ª estação
da cruz é o Corpo Etérico (que está sob a Hierarquia do signo de Capricórnio do
Planeta Saturno). Nessa estação deve o estudante ter em mente que na “é
sepultado” terá que se destituir da crítica, julgamento, condenação e toda a
magia negra. Tendo a ajuda da Hierarquia da Hora 12. O Grande Diretor Divino,
dos Sete Arcanjos e Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de
Capricórnio do Planeta Saturno. Nessa estação o estudante deve ter na sua mente
a viva idéia de suas qualidades divinas. Aceitação do Plano Divino, Respeito à
Individualidade do Próximo.
8º Passo - 14ª Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo Manifesto
7ª Estação e a 14ª Estação da Cruz:
Na 7ª estação e
na 14ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra da Coroa do 2º
Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como a primeira parte do eixo 12 – 6
(doze - seis). Este eixo faz a Cruz de Fogo Amarela com o eixo 3 – 9 (três –
nove).
7º Passo - 14ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo
Manifesto.
Para
caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes
partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e respectivos
planetas.
Suporte da
Terra, Transição HÊ.
1º -
Capricórnio – Saturno
Aqui deve ser
exercitada a 7ª Estação da Cruz e a 14ª Estação da Cruz.
6º Passo - 14ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões
de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.
Elemento Terra,
os Signos e Planetas.
Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos
Suportes partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e
respectivos planetas.
Suporte da Terra, Transição HÊ.
1º -
Capricórnio – Saturno
Aqui deve ser
exercitada a 7ª Estação da Cruz e a 14ª Estação da Cruz.
Meditar com
dois dos vinte e quatro anciões desta Estação da Cruz
Anciões:
Aczinor – 55-MBH- 56-PVI- 57- NMM-
Acmbicv-
58-YYL- 59-HRCh- 60-MTzR-
5º Passo - 14ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Suporte da
Terra, Transição HÊ.
1º - Capricórnio – Saturno
Aqui deve ser exercitada a 7ª Estação da Cruz e a 14ª
Estação da Cruz.
55-MBH-
56-PVI- 57- NMM-
58-YYL-
59- HRCh- 60-MTzR-
4º Passo - 14ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
Aqui nesse
ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em
correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.
Iniciamos o
estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino
7ª Estação e a 14ª Estação da Cruz:
Na 7ª estação e
na 14ª estação da cruz em Capricórnio (Saturno), na Hora 12, nos encontramos em
Plutão na Sephirah Daath, o
Conhecimento.
D A
A T H
O Conhecimento
Título: O
Conhecimento, O Abismo.
Da'at é uma palavra Hebraica para
conhecimento; embora, o conhecimento não é o do mundo, mas o de Deus. Quando o
anjo Daniel contou muitos irão de um lado para outro, e o conhecimento
aumentará (Daniel 12:4), o anjo seguramente estava se referindo ao conhecimento
de Deus. Daath opera em dois níveis: o nível superior referido como "o
conhecimento escondido", conecta os dois poderes mais altos de Chokmah e
Binah; o nível mais baixo referido como " estendendo conhecimento",
liga o intelecto, como um total, com o reino de emoção, que serve para aumentar
uma resolução e a agir de acordo
com
Verdade
essencial integrada em consciência.
Esta séfira é conhecida como O Abismo. Ela é relacionada ao desconhecido. É a
esfera oculta. É a entrada para a Vida e a saída para a Morte. Ela se situa
entre a Tríade Superior ( que representa a divindade ) e todas as outras
esferas. Fica no ponto da junção cósmica entre o humano e o divino. Mostra,
assim, que a vida vem de Kether através de Daath. O organismo que está em
desenvolvimento fica ciente de si por meio do conhecimento de Daath. É nesse
ponto que a entidade encarnada se separa da Unidade e se personifica. Esta
esfera da Árvore da Vida se associa a Yesod, porque existe um campo
eletro-magnético entre as duas, que conecta a percepção e consciência ao corpo
ocasionando tanto as percepções físicas quanto as psicológicas. O homem comum
não chega a ter esse conhecimento. Somente a partir de Daath do Mundo
yetzirático é que ele vai despertar. Sendo assim, é fácil a associação desta
séfira com a Serpente do Kundalini. O Chakra Esplênico é a base dessa serpente
ígnea, que sobe e se divide através dos dois nadis principais: Ida e Pingala,
chegando ao processo de cura e conhecimento, para atingir os Chakras superiores
: Laríngeo, Adjna e Coronário. E tudo isso acontece acionando um dos nadis
principais que é o Shushuma. Para melhor entendimento, o Shushuma nada mais é
do que o campo eletro magnético que se situa entre Yesod e Daath. Essa séfira
também está ligada à idéia de renascimento e ressurreição. Na Árvore da Vida
ela está colocada logo acima de Tiphereth, mostrando nitidamente a ressurreição
do Christo, uma vez que Ele é o representante de Tiphereth. A premissa que nos
leva à compreensão que existe uma vida após a morte está implícita na séfira de
Daath. Somos originados por Kether, a Energia ou Espírito Único, nos formamos
pelo Pai e pela Mãe Celestiais ( Chockmach e Binah ) e saímos para a vida
física através de Daath. No momento da morte, fazemos o caminho inverso.
Daath
não é uma décima primeira esfera, mas é uma de dimensão diferente.
Na árvore da vida situa-se entre as duas
primeira tríades . Localiza-se
entre
Kether
e Tiphereth na coluna central.
Esta
é uma Sefirah invisível que esta situada atrás de uma região chamada o Abismo.
É considerada como sendo a conjunção de Chokmah ( Sabedoria) e Binah
(Entendimento) . E é dessa união que seu título fica bem expressado -
ConhecimentoÉ a esfera onde a força e forma abstrata estão em estado de
equilibrio. Atualmente este estado de conciência ainda é dificilmente alcançado
pela
humanidade. Está em desenvolvimento no homem.
No
mundo espiritual a verdade é destituída de formas e assim sendo, todo iniciado
terá que abandonar todos conceitos prévios e laços para poder penetrar neste
caminho.Neste processo aproximativo de Daath, pode ser experiênciada uma
terrível solidão espiritual, já que todos so conceitos , mesmos os relacionados
com Deus, são dissolvidos. A tradiçào nos informa que em Daath se realiza uma
aproximação mais elevada, numa espiral superior à aquele que o iniciado realiza
em direção a Thiphereth. É no nível de Daath que a fé está alicerçada nas
sólidas bases do conhecimento, que tem nessa esfera o
seu
ponto mais alto. Daath está relacionado com o Espírito Santo.
Outros Títulos
para Daath: A Sephirah Invisível, a Mente Cósmica na Revelação, a
Sephirah mística, o Quarto Superior.
Imagem Mágica:
Uma cabeça com
duas faces, olhando para ambos os lados.
Localização na Árvore
Na árvore da
vida situa-se entre as
duas primeira tríades . Localiza-se
entre Kether e Tipheret na coluna central.
Esta é uma Sefirah invisível que
esta situada atrás de uma região chamada o Abismo.
Na Árvore da Vida ela está colocada logo acima de Tiphereth
O Nome Divino
É considerada
como sendo a conjunção de Chokmah ( Sabedoria) e Binah (Entendimento) . E é
dessa união que seu título fica bem expressado - Conhecimento
Arcanjo
Os Arcanjos
dos quatro pontos cardeais.
Os quatro arcanjos que governam os quatro pontos cardeais, se relacionam
conjuntamente com Daath:
Rafael- leste/luz/ar/amarelo ouro
Gabriel- oeste/visão interna/água/azul
Miguel- sul/poder/fogo/vermelho
Auriel - norte/estabilidade/terra/amarelo limão,verde oliva,marrom,preto
Coro Angélico
As Serpentes aladas.
Chákra Cósmico
Chakra
mundano: Plutão.
Chakra : Laríngeo
No reino Mineral : Blood Stone ( Gema )
No Reino Vegetal : A árvore da romã e o cardamomo
No Reino Animal : A Serpente
No Reino Imaginário : Cérbero, o cão de 3 cabeças
Experiência Espiritual
Virtudes
Aspectos
positivos de Daath (virtudes) : desapego, perfeição da justiça e aplicação de
virtudes das mesmas na personalidade,, confiança no futuro.
Vícios
Aspectos
negativos: dúvidas do futuro, apatia, inércia, covardia , orgulho
que
leva ao
isolamento e a desintegração.
Correspondência no
Microcosmo
Há
muito poucas correspondências com Daath. As mais freqüentes são as mitológicas
e astrológicas.
Há
várias figuras mitológicas concernentes à esta séfira. Para os gregos era
Hades, o deus do mundo tectônico. Para os romanos é Plutão, o Senhor dos
Infernos. Mas os Infernos greco-romanos não são semelhantes aos da Igreja
Católica. São estágios para onde se encaminha a alma após a morte. Para os
egípcios é Osíris, mas a deusa Ísis participa ativamente dessa área, uma vez
que foi ela quem fez a reconstrução do corpo de Osíris morto. Esse relato
místico inspirou Madame Helena Blavatsky a escrever sua obra: Ísis sem véu. A
deusa Maat, que pesa a alma dos mortos no Duat Egípcio também pertence a
essa
Sephirah.
Para a Astrologia, é o planeta Plutão que se refere à Daath. Foi descoberto em
1.930 e só então passou a reger o signo de Escorpião. Na Antigüidade, era Marte
quem operava essa regência. Mas Plutão tem mais afinidades com este signo do
que Marte. Pela sua relação com a morte, com a vida após a morte (com heranças
num sentido mais prático), e com o lado oculto da vida. Num sentido amplo,
todas as ciências ocultas são da esfera de Escorpião e Plutão.
As
artes mágicas e divinatórias também.
Simbolos
No
trigésimo terceiro caminho é denoninado "passo secreto" que liga
Chesed a Daath. Nesta esfera simbolizada pelo termo quarto vazio, o iniciado se
defronta com a absoluta realidade isenta dos véus do simbolismo e da forma.
Cores nos Mundos
Atizluth:
Lavanda, Azul
Briah:
Cinza e Prata
Yetzirath:
Violeta Puro
Assiah:
Cinza rajado de Ouro
Palavras
Finais
Daath - Conhecimento
Antes da caída de Adão, Malkuth estava situado onde
atualmente os cabalistas situam Daath. No fim da evolução, Malkuth voltará a
ocupar o seu lugar.
3º Passo - 14ª Estação
As 14 Estações da Cruz
A 7ª estação da cruz em Áquario e a
14ª estação da cruz em Áquario:
A 7ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 12ª Hora do Relógio
e o 1º Raio Cósmico.
A 7ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah em Chesed; A 14ª estação da cruz em Áquario é
aos 30 minutos da 12ª Hora do Relógio e o 1º Raio Cósmico.
A 14ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah em Chesed;
2º Passo - 14ª
Estação
(Movimento Ziguezague)
As 14 Estações da Cruz
em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de
Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.
Hostes Angélicas no
Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto
A 7ª estação da cruz em Áquario e a
14ª estação da cruz em Áquario:
A 7ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 12ª Hora do Relógio
e o 1º Raio Cósmico.
A 7ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah
A 14ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah
Tsadkiel
(Arcanjo)
25-NThHIH- 29-RYYEL-
26-HAAIH- 30-AUMEL-
27-YRThEL- 31-LKBEL-
28-ShAHIH- 32-VShRIH-
1º Passo - 14ª
Estação
As 14 Estações da Cruz
em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos
Enochianos no Mundo Manifesto.
Elemento Terra,
os Signos e Planetas.
Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos
Suportes partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e
respectivos planetas.
Suporte da
Terra, Transição HÊ.
1º -
Capricórnio – Saturno - Binah - Os Tronos.
A 3ª ordem da
1ª Hierarquia das Hostes Angélicas.
Aqui deve ser
exercitada a 7ª Estação da Cruz e a 14ª Estação da Cruz.
A Cruz de Fogo
Cósmico aqui colocada será para a Estação o comando da Cruz de Fogo Amarelo.
Tsaphkiel
(Arcanjo)
17-LAVIH- 21-NLKEL-
18-KLIEL- 22-YYYEL-
19-LVVIH- 23-MLHEL-
20-PHLIH- 24-ChHVIH-
Faça o Encerramento
E com toda a Fé
Eu aceito conscientemente que isto se manifeste, que se manifeste, que se
manifeste, aqui e agora, com pleno poder, eternamente mantido, onipotentemente
ativo, em contínua expansão, abrangendo o mundo inteiro, até que todos tenham
ascendido totalmente na Luz, e sejam livres. Amado Eu Sou, Amado Eu Sou, Amado
Eu Sou.