O Caminho Sagrado no Mundo Manifesto

 

Exercício

 

Introdução

 

“Este escrito, bem como todos os escritos existentes não têm nenhuma verdade, pois não se aproximam da experiência tida pelo Sábio que a transmitiu como ensinamento e foi ouvida e anotada por alguém e transcrita imediatamente para que não fosse esquecida. Porém só terá valor, como escrito se servir como um guia a ser experimentado”.

 

Sintonia Saint Germain

 

Índice

 

Preâmbulo

 

Na era que se passou a Via Sacra era experimentada com o conhecimento próprio daquela idade.

A era de peixes simbolizava o sacrifício, como o sofrimento.

A narração seguida através das 14 fotografias retratadas do caminho de peixes, é até hoje usada no grande experimento daqueles que decidiram gloriosamente imitar o Cristo no Calvário.

Os Símbolos das pinturas caracterizam claramente a manifestação netuniana da transição em peixes.

A passagem de 2000 anos do ciclo exerce um grande domínio em todos os transeuntes como Expiação Crística. Desde a primeira imagem e também as que antecedem a esta hora condenatória e de julgamento em que tudo nos leva a crer na Agonia do Cristo. Um Cristo agonizante e submetido ao mal e não resistente a ele é uma idéia sempre perseguidora dos incautos filhos na transição em Netuno.

Colocados em uma crença que não os tira de modo nenhum desse principio e os alimentam até o desgaste mental, emocional e físico que são como uma flagelação que suportam tentando através do sofrimento imitado ganhar a liberdade pelo descontrole e o desequilíbrio oferecido a todos como salvação.

Tenho que suportar muito e pela amargura, dizem eles, para ganharem à salvação.

A aflição da madrugada que antecede a entrada na Via é mais que dolorosa, é insuportável, vista como traição, negação, tentação e ainda durante a meditação no monte das Oliveiras. O tormentoso conflito da expectativa por um acontecimento já conhecido e esperado e que custa muito a se realizar. Retratado como busca, que para os ignorantes, é vista como um desequilíbrio quando ele procura a força no Pai por estar sendo submetido às tentações. Devemos observar bem a passagem na qual o Cristo é levado à presença do Sumo Sacerdote para a avaliação de sua conduta perante ele. Isso é uma característica bem clara do posicionamento de uma era netuniana na evolução, a de avaliar por um mando ostentado que critica, julga e condena sempre por reconhecer em todos os eu inferior que está em progresso transicional, e não ao Ser. Aqui fica completamente entendido o papel do domínio das crenças e facções que impõem um claro desrespeito a evolução do Ser no conceito pisciano. Isso leva a uma grande incompreensão entre as raças, um ódio e a uma ira descabida como veremos adiante.

A Via Crucis, quando bem entendida e bem experimentada é uma grande representação que temos que ter em nossa mente e sempre presente no cotidiano.

De sua visão vai depender o que pode ser tirado do ensinamento explícito dessa iniciação das mais respeitadas por todos que buscam a Luz.

Ela é o marco da Verdade mais refinada.

 

 

O Intuito

Alvo - Desígnio - Escopo - Fim - Fito - Intento -
Finalidade

 

Pode parecer difícil executar os passos como indicados. Ao iniciar aprender a não colocar impossibilidades em nada. Tudo aqui tem que saber e para isso precisa estudar, passo a passo e experimentar sem apresentar nenhum momento conflitante. Sofrimento ocasionado por defender qualquer razão, gera de imediato conflito em qualquer nível e é característica de um ser da terceira dimensão, aquele que vive sempre impondo as suas razões e em conflitos com as razões do outro, ou das suas próprias. Duro e sobreviver ao cotidiano agoniado e em si mesmo buscando suas razões em desordem como se fosse Vida. A primeira coisa é se renovar no conceito antigo Pisciano pelo Uraniano.

A Passagem das 14 Estações as Cruz em Aquário iniciadas as 06h30min, são antecedidas por uma madrugada que mostra claramente como atuam os seres que estão em 3ª dimensão. Traição de amigo o negando até três vezes, seguidores que dormem enquanto você se mantém ligado a sua Base, meditando sobre o que se passa e buscando forças para suportar.Traição e venda de informações pelas razões que acredita serem as corretas é muito comum nos seres desse meio. Outra atitude corriqueira entre os seres em desequilíbrio é a de defender as suas razões em confrontos com as razões dos outros que derramem o sangue.

Devemos usar o espelho, da não reação, nos exemplos retratados de uma atitude Crística nas 14 Estações. Este é o mais Inteligente Ensinamento de Sabedoria daqueles que possuem o Conhecimento e a sua maior Ação. Não reagir a seres conflitantes por nenhuma razão. Não os nutrir com o alimento que os mantém em sobrevivência.

Observe bem os momentos que precedem e a todas as Estações. Você não vai encontrar nenhuma reação sensorial de defesas de razão da personalidade na terceira dimensão. O persona não existe e sim o individuo que compreende e que sabe o que se passa, onde se encontra e qual a sua intenção. Quem tem a consciência viva do que é não se incomoda nunca com os conflitos provocados. A diferença está em que o Eu Sou não se pertuba com a subversão, diferentemente dos insubordinados. Esses experimentam uma normalidade da dimensão que é o conflito provocado até os seus extremos. O Eu Sou sabe que é sempre assim por razão dimensional aonde a perda da Paz vem pelo exercício da razão e suas idéias formadas.

A Beleza do Príncipe da Paz está na idéia mantida e defendida pela ação de não reação as provocações, ao julgamento, a condenação, a critica e a todos os exercícios cotidianos da razão dos que só conhecem o conflito com o outro. Lembre sempre que Ele caminhou para retratar você e os seus sofrimentos advindos das razões, que todos querem ter em tudo e o subseqüente tumulto e o sofrimento provocado. Mas Ele também caminhou para que pudéssemos ter como evoluir dimensionalmente, bastando para isso seguir os Seus Passos Firmes e com todas as idéias possíveis presentes. As idéias são aqui apresentadas sob a forma das Idéias das Virtudes que são encontradas em Planetas, Mestres Ascencionados, Árvore da Vida, Relógio Cósmico, etc.

            0 Todo é uma grande Idéia.

            Vou exemplificar. O exercício é para "construtor".

            Mãos a Obra

Para começar deve o estudante construir um circulo com Alfa e Omega para delimitar sua ação com um Raio bem grande de ação.

Prossiga com:

1 - os quatro quadrantes no Relógio Cósmico
2 - os quatro elementos no Relógio Cósmico
3 - as quatro funções dos quatro corpos inferiores no Relógio Cósmico e
4 - quatro corpos inferiores no Relógio Cósmico.

Coloque agora a horas no círculo  de  um  Relógio  e  em  seguida  os signos  do Zodíaco  no  relógio.  Observem  que   no  Zodíaco  os   planetas   começam  em Capricórnio. Estamos começando a Construir a Mandala. Comece sempre pelas Instruções em  "O Intuito",  faça agora  o   "Ode para Liberdade"  e  em  seguida caminhe pelos passos e forma ascendente do "12º Passo" até atingir o"1ºPasso".

Décimo Segundo Passo.

Coloque o Raio Cósmico e a Estação da Cruz Correspondente.
Aqui você deve estudar tudo sobre os Sete Raios Cósmicos

Décimo Primeiro Passo.

Coloque os Sete Chacras dos Eixos dos Sete Raios Cósmicos.
Aqui você deve estudar sobre os Sete Chacras dos Sete Raios Cósmicos.


 

Décimo Passo.

Coloque a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani .
Aqui você deve estudar sobre a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani.

Nono Passo.

Coloque as 12 qualidades ou Virtudes Divinas, Os Mestres Ascensos e as doze Hierarquias. Tenham em sua Mente as qualidades da Mente Divina.

Oitavo Passo.

Aprendam agora a construir com a Sete Cruzes de Fogo.

Sétimo Passo.

Aprendam agora a colocar em sua Mandala do Relógio, os Quatro Elementos e os Signos e Planetas Enochianos e as Estações da Cruz.

Sexto Passo.

Aprendam agora a colocar em sua Mandala do Relógio  nos  Quatro  Elementos dos Signos  e  Planetas  Enochianos  dois  dos Vinte e Quatro  Anciões de  cada Estação da Cruz.

Quinto Passo.

Coloquem em sua Mandala do Relógio, as Sephiras nos Quatro Elementos nos Signos e Planetas Enochianos e os 72 Nomes de Deus.

Quarto Passo.

Coloquem  em  sua  Mandala do Relógio,  Oito Sephiras  de Yesod (fundação)  a Daath (conhecimento).
Façam o passo com os pés firmes em Malkuth (O Reino).
Vejam o Diagrama em: A Sagrada Árvore.

Terceiro Passo.

Coloquem em sua Mandala do Relógio, Doze "Manifestações", de Malkuth (O Reino) ao Ain Soph (na hora cinco).
Vejam o Diagrama em: A Sagrada Árvore.

Segundo Passo.

Coloquem em sua Mandala do Relógio, Dez Sephiras e mais as manifestações de Daath (conhecimento) e ao Ain Soph.
Aqui coloque Os Arcanjos.
Vejam o Diagrama em: A Sagrada Árvore.

Primeiro Passo.

Coloquem em sua Mandala do Relógio, as Nove Hostes Angélicas, os 72 Anjos nos planetas do suporte dos elementos Enochiano.

Agora que os estudantes têm o conhecimento dos 12 passos devem saber dedicar 24 horas a um cone no seu cotidiano. Cada dia para um dos 12 e em cada um deles,  dar os 12 passos.  Você  vai  precisar de 14  dias,  por  precisar percorrer as 14 estações da Cruz nos 12 cones. Inicie sempre no primeiro dia do   mês   na  hora  6  do   relógio   e  coloque  nesse  cone   formado   e   assim  sucessivamente   quando  der  a  volta  e chegar novamente a hora seis, você já estará no 13º dia do exercício. Imediatamente suba  para  a  hora 12  e termine no 14º dia. Recomece no 15º dia e vá até o 28º dia inclusive. Descanse  os  dias que faltarem para completar o mês  meditando no que fez. Inicie  então  no  dia   1 do mês seguinte a Jornada. E assim sucessivamente.

Vou exemplificarf como praticar em um Cone.

Para perpetrar em um Cone de Luz é necessário e suficiente que o individuo manifeste o que em verdade Ele é e o que está expondo. E que saiba colocar-se de acordo com as Leis Cósmicas de Atração, Abundancia, Ressonância e Radiação.

            Voce é a Lei.

            Faça uma Saudação


Em Nome de minha Bem Amada e Poderosa Presença de Deus o Eu Sou, saúdo ao Raio Cósmico do Dia. Ao Mestre, ao Arcanjo e ao Elohim do Dia.
Posicionando-me no centro de uma Mandala com 300 km de Raio.

Voltando-me para o cone do Dia, Invoco a Todos os de Luz que se posicionam comigo, para estarmos em constante consciência em todos os segundos com a Luz de Deus, que é a minha base para que eu possa mergulhar em serviço, no ponto em que eu estiver como um Portador e Servidor da Luz.
Coloco-me no Mundo de Assiah no Reino de Malkuth invocando o Poder dos 12 passos para esse cone em mim e em minhas cercanias. Iniciando nele com o Raio da Hora do Cone (Servir ao Raio com tudo que você sabe dele).
Prossigo no Cone, com o Chacra do Eixo e da Hora, em seus respectivos Raios. (Servir aos dois chacras com tudo que você sabe deles).
Avanço no Terceiro Passo somente nos seis cones de Omega quando nos dias correspondentes estou lá (do 1º ao 6º dia e do 15º ao 20º dia) com a respectiva dádiva a ser ofertada como gratidão durante a subida de Omega em mim em sua Via Crucis. Progrido em sentido ascensional com o quarto Passo junto com os Mestres Ascensos e as doze Hierarquias. Tenho em minha Mente as qualidades da Mente Divina. Prospero ao avançar com o quinto Passo com a Sete Cruzes de Fogo.A cabeça do eixo do Raio do cone me dá a cruz a exercitar.
Siga os passos até o Décimo Segundo nos 14 dias e repita por mais 14 dias e faça o selamento.

A condição de paz é fundamental.

Na sua não reação, está a sua maior Inteligência e a sua maior ação.

A duvida e o medo serão as suas companheiras até o fim.
É o significado do "Pai por que me abandonaste".

A Compaixão e o Perdão:
É o significado do "Perdoa Pai, eles não sabem o que fazem".

 

 

Ode a Liberdade

 

As 14 Estações da Cruz na Era de Peixes desempenharam um grande papel no processo evolutivo em curso nestes últimos 2.000 anos sendo, portanto, a influência energética que governou esse período da história. O conhecido símbolo de Peixes é o dos dois pés enlaçados por um fio conector. Isto significa a união que existe entre a alma e a personalidade de um indivíduo. Durante sucessivas eras a alma é a prisioneira da personalidade. Gradativamente, sob o constante impacto da energia espiritual e, como resultado da experiência nos vales do caminho centrado na personalidade, cria-se a possibilidade de uma inversão que, à medida que se realiza, permite que a personalidade seja controlada pela alma.

 

O principal objetivo das 14 Estações da Cruz na Era de Peixes, atualmente em fase de finalização, e da influência do Sexto Raio e do Terceiro Raio, é a orientação da humanidade ao mundo dos valores superiores. Embora nunca haja existido um período em que esta orientação não tenha avançado regularmente, convém ressaltar que durante os últimos dois mil anos um processo de orientação muito mais elevado, raro e difícil foi sustentado ante a humanidade, e isso ocorreu pela seguinte razão: o quarto reino da natureza tem sido definitivamente atraído de forma ascendente para o emergente quinto reino, estimulando a retirada da atenção e do esforço humanos centrados nos três mundos, deslocando-os para a expressão no mundo superior da consciência da alma. Também foi necessária a reorientação da atenção instintiva e da atenção intelectual, que são os principais fatores em desenvolvimento da percepção divina. Esta percepção pode ser instintiva, intelectual e, portanto, humana e também espiritual, porém, as três são igualmente divinas, sendo este ponto freqüentemente esquecido.

 

A redenção da matéria, a elevação e a expansão da consciência são os propósitos subjetivos da encarnação. O processo redentor libera a vida interna a um estado superior de consciência. Isto constitui, e tem constituído a tarefa de todos os salvadores mundiais. Daí a aparição do Cristo como Salvador no início da Era de Peixes há dois mil anos. Ele estabeleceu os princípios sobre o que poderia basear-se o crescimento e o desenvolvimento necessários durante esse período.

 

A humanidade necessita construir o princípio egóico do amor, a faculdade da devoção e a capacidade de serviço e de auto-sacrifício. Estes aspectos foram destacados nos ensinamentos do Cristo e nos exemplos deixados na condução de sua própria vida. Ele exemplificou aquilo que ensinava, demonstrando assim a necessidade de que a teoria, ou a teologia, se convertesse em uma forma prática de vida cotidiana.

 A energia liberada através das 14 Estações da Cruz na Era de Peixes e a que podem acessar durante a meditação estimula nossa sensibilidade espiritual inata. Em suas etapas iniciais esta sensibilidade se encontra com sua freqüência polarizada psiquicamente, como uma força emocional intensamente egocêntrica. Isto produz certa tendência ao fanatismo e a levar os ideais ou as idéias a tais extremos que se transformam em uma limitação e um obstáculo para o crescimento e para a libertação da alma. Temos contemplado os efeitos dessa tendência no fanatismo religioso quando, por exemplo, exalta mais o instrutor que os ensinamentos, ou quando aprova o emprego da força e uso da tortura em nome da conversão religiosa.

 

Em uma volta mais elevada da espiral, a energia das 14 Estações da Cruz na Era de Peixes gera a calidez do amor e da compaixão, necessários para a salvação mundial e humana. Esta influência transforma a vida no reino humano. A tendência ao psiquismo se transforma em perfeição e inspiração espiritual, a cobiça em renúncia, o instinto de sobrevivência em abnegado serviço mundial, a auto-piedade em compaixão, simpatia e compreensão divinas; a devoção e as necessidades pessoais em uma resposta sensível às necessidades da humanidade; o apego ao meio circundante e às situações pessoais em desapego da forma e capacidade de identificar-se com a alma.

 

Trata-se de qualidades e de valores que, todavia, temos que incorporar à nossa forma de vida à medida que deixamos para trás a Era de Peixes (as 14 Estações da Cruz na Era de Peixes) e adentramos na Era de Aquário (as 14 Estações da Cruz na Era de Aquário), que é a era do servidor mundial e da irmandade universal. Tudo quanto é melhor e mais refinado de cada era da história humana, de cada etapa no longo caminho evolutivo, se converte na base de um novo crescimento. Nunca se perde ou se descarta algo de valor. O impacto regular da força de Peixes tem sido o que finalmente conduziu a humanidade, e o Discípulo mundial, às portas da iniciação. Durante mais de 2.000 anos a influência de Peixes tem afetado a humanidade, produzindo a necessidade de um reajuste mundial, desenvolvendo o espírito internacionalista e conduzindo a formação de grupos em cada setor da vida humana, colocando dessa forma o cimento para a futura síntese de Aquário.

 

 

As 14 Estações da Cruz na Era de Aquário

 

 

O mundo absoluto é formado pela energia feminina, negativa, Omega, ou a Mãe Aima, a emanação do Ruach Hakodesh, Binah a Sabedoria, que é complementar a energia masculina, positiva, Alfa, Pai Abba ou dito Abba Beshamayim (Pai no Céu), Chokmah a Inteligência.

Estão em perfeito equilíbrio relativo e absoluto. Keter é o que os Cristãos chamam Ben (Filho). Keter a Coroa.

 

Quando o ponto da polaridade negativa, linear e horizontal sai do equilíbrio se inicia naturalmente o mundo desequilibrado da Mãe ou o mundo negativo.

Todos os seres que provocam este movimento de se afastar do centro de equilíbrio estão no mundo do desequilíbrio.

 

 

Do centro para a direita o dito é o bem e do centro para a esquerda o dito é o mal. São apenas deslocamentos na linearidade horizontal que levam um tempo. E quem domina este deslocamento é a mente negativa, de quem está em evolução. Isto tudo mecanicamente visto sob o ponto de vista Newtoniano-Cartesiano ou ainda sob uma compreensão quântica.

O posicionamento do ser na linearidade horizontal nos mostra o padrão mental desequilibrado imposto a ele e expressado pelo corpo, pela fala e pela mente no seu ponto ou lugar da existência. Pois neste mundo do pensamento a ação física, o que diz e o que sente, serão exatamente as leituras da personalidade manifesta. 

 

O envolvimento com este mundo e a permanência no agradável e no desagradável como necessidade evolutiva natural não nos dá possibilidade de interferência, pois o aludido ser tem o direito de aqui estar.

Se esse limite ultrapassar o alcance de permanência, iremos notar intuitivamente o dever de intervir em benefício evolutivo de este “Ser” e do mundo a que ele está submetido.

Poderemos interferir ao nível de consciência eletrônica no padrão da massa formada pelo desequilíbrio das polaridades no negativo daquela consciência, na razão formada por estas polaridades. Interferindo no quociente desta razão e mudando conseqüentemente o consciente, diretamente nos elétrons dos átomos. Modificando o padrão eletrônico e com isto dando melhores possibilidades eletrônicas, atômicas, moleculares, celulares, teciduais e orgânicas.

 

Este mundo claramente evolutivo tem que permanecer aberto e sempre existirá como o lugar perfeito para crescimento e desenvolvimento. Acontece que no momento, o estamos vivendo com um congestionamento no tráfego normal de possibilidades de condução do veículo. 

O caos está instalado pelo excesso de retardatários que, teimosamente insistem em permanecer estagnados nas estradas evolutivas. Todos os caminhos estão com milhares de condutores em seus veículos perdidos, sem saber o que fazer.

 

E o que fazer?

Um exemplo a ser trilhado e que o liberta do engarrafamento do caminho é a compreensão exata da Via Dolorosa. Não como ensinam os lingüistas, em nossa língua o sufixo “oso” – “osa” (do latim “osus” – “osa”) significa “cheio de”. Cheio de Dor, nem pensar, pois ao encarar a dor como um desequilíbrio e por ser realmente a afirmação desse mundo negativo e insano, você dificilmente consegue a Liberdade.

Teremos que Ousar a Dor e o Sofrimento. Ter a ousadia de abandonar a Dor e o Sofrimento a arriscar-se com audácia, a atrever-se, a decidir-se a tomar a deliberação de abandonar a escravidão. Determinar e realizar algo inusitado, difícil e diferente. Temos que seguir o Caminho em passos firmes das 14 Estações da Cruz na Era de Aquário.

 

 

 

 

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário no Mundo Manifesto

 

Urano o planeta regente em co-regência saturniana nos leva a experimentar o conhecimento da Via Sacra sob um ângulo que se dispõe no nosso desvelar a libertar-nos do velho aprisionamento.

A Era de Aquário que se caracteriza por uma grande consciência quântica, proporciona a leitura dos quadros retratados e a todos os acontecimentos anteriores descritos, com uma nova roupagem e será feita aqui uma re-leitura.

Analisaremos a Via e todos os seus componentes em várias formas didáticas de ensinamentos e no qual, tudo seja visto em suas partes como componentes de um todo.

Para o exercício o fundamental é poder ir ao todo em suas partes, do principio ao fim. Cumpra os 12 passos ou módulos obedecendo a seguinte ordem dos ensinamentos administrados pelo Sintonia Saint Germain.

 

12º Passo  -  1ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto

 

1ª Estação da Cruz:

 

A 1ª estação da cruz é o símbolo da condenação e o Raio Cósmico é o 7º Raio. Nessa estação deve o estudante ter em mente que ao começar o caminho terá que se destituir do poder autoritário de todo o orgulho e vaidade que são oposições a Liberdade do 7º Raio Cósmico, pois esses só promovem o julgamento, a critica e a condenação que são oposições ao Poder do 1º Raio.

 

Sétimo Raio
Objetivo deste raio é liberdade

Chohan - Saint Germain e Porcia
Elohim - Arturos e Vitória
Arcanjo - Zadquiel e Santa Ametista
Dia - Sábado
Cor - Violeta
Chakra - da Alma, 6 pétalas. Este Chakra carrega a polaridade feminina. É o centro da criatividade
Localização - à altura do umbigo
O que polui este Chakra - alto condenação
Instrumento Musical Ativador - Flauta
Mantra - Perdão e Luz Expande!
Qualidade - Liberdade, Justiça, Tolerância, Misericórdia, Perdão, Ritual de vida, Invocação do Fogo Sagrado, Ação do fluir da luz, Energia, Diplomacia, Tato, Postura, Ciência da alquimia, Transmutação da Lei da transcendência, Profecia.
Perversão - servidão, escravidão, injustiça, intolerância, dureza de coração, crueldade, libertinismo, desorganização, falta de coragem, inconstância, oração de mal intento, falta de conhecimento, mal uso da ciência sagrada, perversão e má interpretação das Escrituras e da Lei da Verdade, intransigência, palavras dos maus espíritos.

 

11º Passo – 1ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto

 

1ª Estação e a 13ª Estação da Cruz:

 

Na 1ª estação e na 13ª estação da cruz o chacra é o da Alma do 7º Raio Cósmico. Quando visualizada no Eixo é o do Chacra da Base do 4º Raio Cósmico e é conhecido como a segunda parte do eixo 12 – 6 (doze - seis).

 

CHAKRA DA ALMA:

 

Este é o Chakra da Alma, esta localizado mais ou menos 4 dedos   abaixo do umbigo, Possui 06 Pétalas, e é o local por onde a Alma do  indivíduo esta ancorada aos corpos Etéricos e Físicos. As suas 06 pétalas   representam a estrela de seis pontas da vitória, representam também  a energia da Mãe Terra/ Matéria/ Omega. Este Chakra carrega a polaridade feminina. A qualidade da consciência  de Deus como Liberdade, está ancorada neste Chakra. O que significa que a alma deve buscar a liberdade, que só poderá acontecer com o encontro das energias entre o céu e a terra. Esta é a sua meta elevar as energias do Kundhaline para o Chakra do coração e da coroa. A Alma é a consciência do individuo que só conseguira a liberdade se for expandida. No Relógio Cósmico, o Chakra  da Alma esta localizado na Cruz do Amor/ Caridade. Esta Cruz é composta de Aquário e Leão/ Chakra da Alma nas 01 e 07hs. e Touro e Escorpião/ Chakra da 3ª Visão nas 04 e 10hs. O Objetivo da Alma é visualizar a  vitória, com a 3ª Visão, a vitória que só pode ser conseguida com o Amor e Gratidão Divinos. Veja só, a energia que  impulsiona a alma é a visão, por isto devemos nos preocupar muito com o que olhamos, para onde damos a nossa atenção. O Chakra da alma esta intimamente ligado ao Chakra da terceira visão que regula não só a terceira visão como também a visão dos olhos humanos. Por isto se queremos elevar as energias para Deus, devemos utilizar a nossa visão para servir.

 

CHAKRA DA BASE DA ESPINHA

 

Este Chakra  é  o da Base  ou Kundhaline,   esta  localizado na  base   da  espinha,  possui  4 pétalas, que demonstram o equilíbrio da base da matéria. O triângulo no centro   mostra a  energia  que deve ser  elevada  para  os outros  chakras.  Se  este  Chakra  não  for  bem cuidado, todos os outros sofrerão as conseqüências, pois este Chakra serve de depósito de energia para os  outros chakras.  A energia Divina desce diretamente de Deus, penetrando o Chakra da Coroa, indo diretamente para o Chakra do da base, um verdadeiro cálice  que guarda a energia que deve  ser elevada para o Chakra  do coração  que redistribui para  os outros Chakras  a energia  a ser qualificada.  Este  Chakra  carrega a  polaridade feminina, energia do Chakra da base, pode ser perdida de varias maneiras:

       

.  Através  do  escoamento  que   o corre   pelo   abuso  das  energias  sexuais.

 

.  Através  da desarmonia,  como  raiva,  ódio,   medo,   ansiedade,   tristeza, impaciência, irritação,  impureza,  etc.

 

Quando  perdemos  esta  energia  que  deveria  alimentar  aos outros chakras, perdemos o nosso   poder  de  qualificar  energias  como  Deuses,  ou   filhos  de  Deus.  Como  é  que podemos qualificar energias que não possuímos ?  Que    foram  perdidas ? Impossível, Temos  de  armazenar energia pura para  podermos  qualifica-la. Se queremos  ser Deuses e ter algum poder, temos que começar por guardar esta energia pura, sagrada  e  cristalina do  Chakra  da  base,  mantendo  a  nossa  harmonia,  que    poderá  acontecer  com  Fé, Esperança e Caridade. A base de tudo esta na energia. Sem energia não há nada, devemos preserva-la para podermos construir e transformar o mundo. O problema  do  ser  humano esta  em  querer  coisas  demais.  Assim   ele  perde  a   energia  e  não  consegue  nada.  A Qualidade  da  Consciência  de Deus  Como Pureza  e  Harmonia  esta   ancorada  neste Chakra. É com a Pureza e a Harmonia das energias da Mãe,  que  conseguimos  a  mestria sobre a terra/ matéria. Este Chakra carrega a polaridade feminina. É através da mestria do poder do 4 Raio do Chakra da base da espinha, que  se consegue o poder   de se  estar  em vários os lugares do Planeta Terra ao mesmo tempo, simultaneamente.

Obtendo o poder sobre  o tempo e  o espaço.  A  Energia  Sagrada  e  pura   deste  Chakra deve-se também a sua cor Branca, É com a energia pura e cristalina do Chakra da base da Espinha, que a Magia, que significa movimentação da energia, acontece. Este Chakra é a Base da força do Corpo Emocional. É com esta energia que se Faz a magia negra.

O instrumento que ativa este  Chakra da base é  o  tambor, a  má utilização do  tambor  ou bateria com ritmos de baixa vibração causa o escoamento das energias.

Os Africanos, fazem do  Samba, Jazz,  Vodu,  ou  mesmo o  Rock dos  Americanos,  uma maneira de se tirar  a  energia  deste  Chakra,  através  do  escoamento  desta  energia  em danças Sensuais.

Ao dançar  em  uma  serie  de  agachamentos  a companhado  de  uma  batida  de  tambor específica, a energia é empurrada para baixo em um espiral negativo.

No Vodu existem rituais onde chegam a  colocar  uma  jarra  em  baixo da    pessoa,  para receber a energia do  Chakra  da  base  da  espinha,  energia  pura  e  por  isto  fácil  de  se qualificar para ser oferecida em rituais satânicos. A Energia do 4º Raio, o Branco, é a base  de  todas as  cores  dos outros  raios, o  que significa  que   se  obtivermos  o  branco obteremos o poder de qualificar a Energia em qualquer  outro  raio.  Esta  é  a  Verdadeira Magia. No Relógio Cósmico este Chakra  corresponde as 06hs. e  é o único  que do  outro lado do relógio, nas 12hs. tem como correspondente outro Chakra, o Chakra da Coroa ou Cabeça. É a verdadeira interação entre o Eu Pai e o Eu da Alma/ o ser  humano. Juntamente  com  o Signo de Câncer, Esta situado   na Cruz do Poder. E  está qualificado com a Harmonia de Deus, que é a base do Poder de Deus. A cruz do Poder é composta de Câncer/ Chakra da base, nas 06hs, de Capricórnio/ Chakra da Coroa, nas 12hs. e Aries e Libra nas 03 e 09hs. que tem o Chakra do coração, como foco de energia.

 

10º Passo  -  1ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no Mundo Manifesto.

 

A 1ª Estação, a 7ª Estação, a 13ª Estação e a 14ª Estação da Cruz:

 

 

No eixo 12 – 6 (doze - seis), a Câmara Secreta do Coração é encontrada servindo a esse eixo nas estações localizadas nele. A idéia do ensinamento do 8º Raio (Maha Chohan) tem que estar muito presente.

 

 

CÂMARA SECRETA DO CORAÇÃO: 

 

Este é o Chakra  Secreto do oitavo raio,   ele tem oito pelas   que demonstram a perfeito fluir da figura oito entre o céu e a terra. Situa-se atrás do  chakra do coração. Este é o lugar sagrado de Deus   no homem, é aqui que se encontra o altar secreto do nosso Santo Cristo Pessoal em nós. Podemos nos visualizar orando a Deus de   frente para este altar, dentro da câmara secreta. neste altar podemos     colocar tudo o que nos é mais sagrado como uma espada de luz  ou um manto da invisibilidade. Escritos do amado LANELLO.

Através do chakra da coroa, foco do raio amarelo, magnetizai  [atraí a vós] amor amando os ensinamentos da sabedoria.    Através do chakra do terceiro olho, foco do raio verde, magnetizai  amor meditando sobre a Virgem Cósmica que envolve tudo o que          é vida na concepção imaculada - e ide adiante para fazer o mesmo. Através do chakra da garganta, foco do raio azul, magnetizai   amor pelo poder da Palavra Falada oferecida louvando ao Pai, à  Mãe, ao Filho e ao Espírito Santo, e adorando a chama.

Através do coração, foco do raio rosa e da chama  trina, magnetizai amor como adoração da vontade de Deus,  como equilíbrio da Mente Crística, como faculdade intuitiva do próprio amor, e como integridade da Trindade em manifestação.  Através do plexo solar, que   é o   foco do raio púrpura e dourado, magnetizai amor sendo  o guardião  do  vosso irmão e lavando os pés dos vossos co-servidores na Senda.

Através do chakra do lugar da alma, foco do raio violeta, magnetizai amor na busca da liberdade, na invocação da misericórdia e na defesa da justiça.

Através do chakra da base da coluna, foco do raio branco da luz     da pureza, magnetizai amor consagrando as energias do fogo sagrado à vitória da luz em todos   os   vossos chakras e à restauração da pureza em todos os níveis da consciência.

 

 

9º Passo  -  1ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico, as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.

 

As Hierarquias sobre as quais desejamos falar agora são as Hierarquias do Relógio Cósmico. Nós as chamamos as Doze Hierarquias do Sol.

Para as Doze Hierarquias do Sol, sobre as quais nós usamos os mesmos nomes dos doze signos do Zodíaco.

No Relógio Cósmico, você põe a Hierarquia de Capricórnio na linha das 12 horas. Nós colocamos a Hierarquia de Áries na linha das 3 horas. A Hierarquia de Câncer é na linha das 6 horas. E a Hierarquia de Libra é na linha das 9 horas. Estas quatro Hierarquias formam os quatro lados da cidade, da cidade quadrangular. A cidade está no Livro das Revelações. Estas quatro Hierarquias são autoridades dos quatro planos da Matéria ou dos quatro planos do Espírito. Estes quatro planos correspondem aos quatro corpos inferiores do homem.

O homem tem quatro corpos inferiores:

O Corpo Etérico (este corpo está sob a Hierarquia de Capricórnio)

O Corpo Mental (que está sob a Hierarquia de Áries)

O Corpo Emocional (que está sob a Hierarquia de Câncer)

O Corpo Físico (que está sob a Hierarquia de Libra).

 

1ª Estação da Cruz:

 

A 1ª estação da cruz é o Corpo Emocional (que está sob a Hierarquia do signo de Câncer do Planeta Lua). Nessa estação deve o estudante ter em mente que ao “ser condenado” terá que se destituir da indecisão, autopiedade e autojustificação. Tendo a ajuda da Hierarquia da Hora 6. O Mestre Serapis Bey, os Grandes Serafim e Querubim e Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Câncer do Planeta Lua. Nessa estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia de suas qualidades divinas. Decisão, Piedade, Devoção e Harmonia.

 

8º Passo  -  1ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo Manifesto

 

1ª Estação e a 13ª Estação da Cruz:

 

Na 1ª estação e na 13ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra da Base do 4º Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como a segunda parte do eixo 12 – 6 (doze - seis). Este eixo faz a Cruz de Fogo Branca com o eixo 3 – 9 (três – nove)

 

 

7º Passo  -  1ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Água, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da água, Gerante HÊ e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte da Água Gerante HÊ

1º - Câncer – Lua

Aqui deve ser exercitada a 1ª Estação e a 13ª Estação da Cruz.

 

 

 

6º Passo  -  1ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. Os Quatro Elementos Enochianos e dois dos Vinte e Quatro Anciões de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto

 

Elemento Água, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da água, Gerante HÊ e seus três signos e respectivos planetas para colocar dois dos Vinte e Quatro Anciões da cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.

 

 

Suporte da Água Gerante HÊ

 

1º - Câncer – Lua

Aqui deve ser exercitada a 1ª Estação e a 13ª Estação da Cruz.

Meditar com dois dos Vinte e Quatro Anciões desta Estação da Cruz.

 

Anciões: 7º - Adoeoet – 19-LVV-               20-PHL-              21-NLK-

             8º - Anodoin – 22-YYY-               23-MLH-             24-ChHV-

             (Tronos – Arcanjo: Tsaphkiel)

 

 

 

 

 

5º Passo  -  1ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. Os Quatro Elementos Enochianos e os 72 Nomes de Deus no Mundo Manifesto.

 

 

É útil considerar os quatro níveis diferentes ou os mundos que dão forma a uma hierarquia.

Atziluth

Mundo Arquetípico (Mundo de Emanações) ou Mundo Divino

Briah

Mundo Creativo ou Mundo dos Tronos

Yetsirah

Mundo formative

Assiah

Mundo Manifesto

Estes quatro Mundos podem ser considerados como uma hierarquia linear, cada uma contém a sua própria árvore, em que Malkuth em um mundo se transforma em Kether do mundo abaixo, e Kether de um mundo se transforma em Malkuth do mundo acima. Malkuth é visto como a concretização complementar de Kether: o primeiro é a Imanência divina, o último a Transcendência divina.

 

O aspecto quádruplo dado a cada sefira por sua existência em cada um dos quatro mundos permite a aplicação ao sistema quádruplo tais como os elementos ocidentais (fogo, ar, água e terra), as letras do Tetragramaton ( Nome de Deus: Yod, He, Vau, final He).

 

Para o exercício das 14 Estações da Cruz de Aquário na mágica, a cada Sefira é atribuído no Mundo de Assiah, um Chacra mundano (expressado geralmente através das forças planetárias). Dos Quatro Elementos nos Signos e Planetas Enochianos e os 72 Nomes de Deus.

 

 

Suporte da Água, Gerante HÊ  (Elemento Água)

1º Câncer – Lua –Tronos        

Aqui deve ser exercitada a 1ª e a 13ª Estação da Cruz.   

 

 19 - LVV –                                     22 – YYY                        

 20 - PHL –                                     23 – MLH 

 21 - NLK –                                     24 – ChHV –

 

 

4º Passo  -  1ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As Sete Sephiras de Yesod (fundação) a Daath (conhecimento). Passo com os pés firmes em Malkuth (O Reino) no Mundo Manifesto.

 

 

COM OS PÉS FIRMES EM MALKUTH – O REINO

(O Décimo Caminho)

 

Título: Malkuth recebe o nome de Reino – em outras palavras, a Esfera governada por um rei – e Rei é o título de Microprosopos, que consiste nas seis Sephiroth centrais, com a exclusão das Tres Supremas. Podemos considerar Malkuth, ou a esfera material, como a esfera da manifestação  dessas seis Sephiroth centrais, as quais, por sua vez, emanam das Tres Supremas. Portanto, tudo termina em Kether, assim como tudo começão em Kether.

 

 

A conformação da Árvore abrange tres triângulos funcionais, mas Malkuth não participa de nenhum deles, estando isolado; dizem os cabalistas que ela recebe as influências ou emanações de todas as outras Sephiroth. Mas, embora Malkuth seja a única Sephirah que não participa de um triângulo, ela é também a única Sephirah representada por diversas cores em vez de uma única, pois ela se divide em quatro quadrantes, que são atribuídos aos quatro elementos: Terra, Ar, Fogo e Água. E, embora não seja funcional em nenhum triângulo, ela representa o resultado final de todas as atividades da Árvore. Malkuth é o nadir da evolução, o ponto mais afastado do arco em expansão, pelo qual passa toda a a vida antes de retornar à sua origem.

 

Malkuth recebe o nome de Esfera da Terra; mas não devemos cometer o erro de pensar que os cabalistas designam por Malkuth apenas a Esfera terrestre. Eles designam também a Alma da Terra – isto é, o aspecto sutil e psiquico da matéria, o número subjacente do plano físico que dá origem a todos os fenômenos físicos. Ocorre o mesmo com os quatro elementos. Eles não são a terra, o ar, o fogo, e água dos físicos, mas os quatro estados em que a energia pode existir. O esoterista os distingue de suas contraparte mundanas referindo-se a eles como o Ar do Sábio, ou a Terra do Sábio, conforme o caso. Ou seja, o elemento Ar ou Terra, como os conhece o iniciado.

 

O físico reconhece a existência da matéria em tres estados. Em primeiro lugar, o sólido, em que as partículas componentes aderem firmemente umas às outras; em segundo lugar, o líqudo em que as partículas se movem livremente umas sobre as outras ; em terceiro lugar, o gasoso, em que as partículas tentam separar-se o mais possível uma das outras, ou, em outras palavras, difundiir-se. Esses tres estados da matéria correspondem aos tres elementos Terra, Água e Ar, e os fenômenos elétricos correspondem ao elemento do Fogo. A ciência esotérica classifica todos os fenômenos que se manifesta no plano físico sob essas quatro rubricas, pois acredita que estas ofereçam a chave para a compreesão verdadeira de sua natureza; e ela reconhece que qualquer força dada pode passar de um estágio a outro sob certas condições, assim como a água pode existir tanto num estado de gêlo e vapor como em sua fluidez normal.

 

O esoterista vê em Malkuth o resultado final de todas as operações; só depois de os pares opostos terem alcançado o equilíbrio que estabelece o estado de Terra, ou coerência, é que se pode dizer que eles completaram um cíclo de experiência. Quando este é alcançado, eles constroem um veículo permanente de manifestação e esteriotipan sua reações; o mecanismo de expressão assim desenvolvido torna-se auto-regulador, e continuará a funcionar sem alarde, assim como o coração humano abre e fecha suas válvulas com perfeita regularidade, em resposta a um ciclo esteriotipado de impulsos e à pressão sanguínea.

 

O ponto capital concernente a Malkuth é que nela se completa a estabilidade. É na inércia de Malkuth  que repousam suas virtudes. Todas as outras Sephiroth são dinâmicas em vários graus; mesmo o Pilar Central só atinge o equilíbrio quando em funcionamento, como um equilibrista que caminha sobre um arame.

 

Como as demais Sephiroth, Malkuth só pode ser entendida se a considerarmos em sua relação com as vizinhas. Mas nesse caso, só há um vizinho, Yesod. Não se pode compreender Malkuth a não ser por meio do entendimento de Yesod.

 

Embora Malkuth seja essencialmente a Esfera da forma, a coerência das partes, salvo as correntes mecânicas e as atrações e repulsões eletromagnéticas, depende das funções de Yesod. E Yesod, embora seja essencialmente uma Sephira que produz formas, depende, para a manifestação de suas atividades, da substância fornecida por Malkuth. As formas de Yesod são “a tela com que se tecem os sonhos”, que absorvem as partículas materiais de Malkuth para incorporar-lhes as formas. São sistemas de correntes em cuja estrutura se erguem as partículas físicas. É semelhante a situação de Malkuth. Ela é matéria inanimada até que os poderes de Yesod a animem. Deveríamos conceber o plano material como o signo exterior e visível da atividade etérica invisível. Malkuth, em sua essência primeira, só é conhecida com a ajuda dos instrumentos do físico. Não é necessário dizer que onde há vida, lá está Yesod, porque Yesod é veículo da vida.

 

A natureza exata da relação entre Yesod e  Malkuth precisa ser claramente entendida; Yesod é, naturalmente, o princípio que confere as formas e toda forma que é edificada nessa Sephirah tomará corpo nas Esfera de Malkuth,a menos que contenha incompatibilidades, pois tenderá a atrair as condições da expressão material. As partículas materiais, contudo, são extremamente resistentess e inertes em sua natureza, e é apenas operando o aspecto mais tênue da matéria – que o iniciado chama de elemento Fogo – que as forças yesódicas podem produzir qualquer efeito. Assim que se obtém uma resposta desse Fogo elemental, os outros elementos podem por sua vez serem influenciáveis.

 

O Fogo elemental, contudo é uma espécie de sobrestado na matéria com que apenas os físico mais avançados têm qualquer familiaridade. Poderíamos chmá-lo antes de estado de relações do que de uma coisa em si. O Ar elemental podería ser descrito como a capacidade para obter essas relações e, como tal, ele é o princíoio da vida física, pois é apenas na medida em que a matéria tem uma capacidade para a organização que a substância orgânica é possível. A Água elemental, a Água do Sábio, é na verdade protoplasma; e a Terra elemental é matéria inorgânica.

 

Ora, cada um desses tipos de força organizada e de capacidade de reação tem a sua própria natureza definida, da qual não se afasta por qualquer força do cosmo manifesto. Mas , como há inter-relações definidas de influência e expressão entre esses quatro estados elementais, é possível, utilizando suas influências recíprocas, obter resultados que por falta de compreensão são chamados de “mágicos”. Esse é, na verdade, o método mágico de manipular as tênues formas elementais, mas é também o método do qual a vida recorre para fazer a mesma coisa; e se a magia é algo mais do que auto-sugestão, ela deve utilizar os métidos da vida – isto é, ela precisa operar por meio da intermediação do protoplasma, pois o protoplasma, em sua curiosa estrutura reticular, serve de veículo para a força magnética sutil do Fogo do Sábio, transmitido pelo Ar elemental. Em outras palavras, o operador precisa utilizar o seu próprio corpo como um arranque automático, pois é o magnetismo de seu próprio protoplasma que fornece a base de manifestação de qualquer força que é introduzida na Esfera de Malkuth levado à sua conclusão lógica, esse é o princípio de geração tanto dos protozoários como dos espermatozóides.

 

O que nossos sentidos percebem são os fenômenos que se podem atribuir à atividade de diferentes tipos de força, comumente organizados e combinados. Apenas por meio de uma compreensão da natureza dessas forças é que podemos entender a natureza da matéria. O esoterista, observando o problema do ponto de vista oposto assinala que matéria e mente são dois lados da mesma moeda, mas que há um ponto de investigação em que é proveitoso mudar a terminologia, e falar de forças e formas em termos de psicologia, como se elas fossem conscientes e finalistas. Devemos sempre, pela natureza do nosso intelecto, utilizar a analogia como uma ajuda para a compreensão; se as analogias que usamos nesse nível de investigação são as analogias da matéria inanimada, descobriremos que elas são tão limitadas que conduzirão ao erro e a limitação e, em vez de esclarecer, darão lugar à confusão.

 

Se utilizarmos as terminologias da vida, da inteligência e da vontade consciente, tendo o cuidado de adaptá-las às necessidades do estado muito rudmentar do desenvolvimento com que temos que lidar, descobriremos que temos uma analogia que é iluminadora em vez de limitadora, e que nos permitirá avançar em nossa compreensão. É por essa razão que o esoterista personifica as forças mais sutis e as chama de inteligências. Ele as aborda como se de fato fossem inteligentes, e descobre que há uma lado sutil em sua própria natureza e consciência que responde a elas.

 

Malkuth é o Nadir da evolução, mas devemos encará-la não como o abismo último da não-espiritualidade, e sim como a boia de sinal de uma corrida de barcos. Todo banrco que retorna ao ponto de partida sem ter dado a volta pela bóia  é desclassificado. Ocorre o mesmo com a alma se tentarmos escapar da disciplina da matéria antes de termos dominado suas lições, não avançaremos na evolução, mas sofreremos o atraso em nosso desenvolvimento.

 

De acordo com a doutrina cabalistica, o Relâmpago Brilhante, alcançando seu ponto terminal em Malkuth, é substituído pelo simbolismo da Serpente da Sabedoria, cujas espirais sobem pelos caminhos até que sua cabeça repouse atrás de Kether. O Relâmpago Brilhante representa a descida insconsciente da força, que edifica os planos de manifestação e passa do ativo ao passivo, retornando ao ponto de partida para que o equilíbrio possa ser mantido. A Serpente que se enrosca nos caminhos representa a aurora da consciência objetiva, e é o símbolo da iniciação; no caminho trilhado pelos iniciados, que estão sempre a frente de sua época, a evolução se põe em marcha, conduzindo consigo a raça como um todo. É agora normal para o homem comum fazer o que apenas os iniciados costumavam fazer.

 

Vemos que o ponto focal da evolução começa a levantar-se de Malkuth e se dirige para Yesod. Isto significa que a ciência, tanto a pura como a aplicada, ultrapassa o estado da matéria inanimada e começa a ter em conta o lado etérico e psiquico das coisas. Essa fase de transformação é visivel em nosso redor para aqueles que podem ler os sinais dos tempos. A divisão oculta de Malkuth nos quatro elementos, dá-nos uma chave preciosa. Deveríamos encarar a matéria como a Terra de Malkuth. Os tipos diferentes de atividades físicas, nas massas ou nas moléculas, classificam-se sob as rubricas do anabolismo e do catabolismo, ou seja, os processos de edificação e destruição que se podem classificar, na terminologia esotérica, como a Água e o Ar de Malkuth. Tuodo que a filosofia esotérica ou a mitologia pagã pode dizer a respeito desses elementos será aplicável a esses dois processos e funções metabólicas. O Fogo de Malkuth é aquele aspecto eletromagnético da matéria que estabelece o vínculo com os processos de consciência e vida, aos quais se aplicam os mitos da vida.

 

Quando se compreende esse princípio de classificação, a terminologia alquimista torna-se menos abstrusa e absurda, pois então se vê que a classificação em quatro elementos se refere realmente aos quatro modos de manifestação no plano físico. Esse método de classificação é muito valioso, pois permite-nos compreender o relacionamento e a correspondência entre o plano físico e o processo vital subjacente.

 

Os quatro elementos correspondente aos quatro temperamentos descritos por Hipócrates, aos quatro naipes do Tarô, aos doze signos do zodíaco e aos sete planetas. Se estudarmos as implicações dessa afirmativa, veremos que nelas se ocultam algumas chaves muito importantes. O elemento Terra corresponde ao temperamento fleumático; ao naipe de ouros; os signos de Touro, Virgem e Capricórnio; e aos planetas Vênus e Lua. O Elemento Água corresponde ao temperamento linfático; ao naipe de copas os signos de Câncer, Escorpião e Peixes; e ao planeta Marte. O Elemento Ar corresponde ao temperamento colérico; ao naipe de espadas, os signos de Libra, Gêmeos e Aquário, ao planeta Saturno e Mercúrio. O Elemento Fogo corresponde ao temperamento sanguíneo, ao naipe de paus; aos signos de Áries, Sagitário e Leão e aos planetas Sol e Júpiter. Portanto, se classificarmos os assuntos do mundo e os fenômenos em termos dos quatro elementos, veremos imediatamente sua vinculação com a astrologia e o Tarô.

 

O único canal de evocação satisfatória é o próprio operador. No método egipcio de evocação, conhecido como “ascensão das formas divinas”, o operador identifica-se com o Deus e se oferece como canal de manifestação. É seu próprio magnetistmo que vence o abismo entre Malkuth e Yesod. Não existe outro método tão satisfatório, pois a quantidade de magnetismo num ser vivo é maior do que em qualquer metal ou cristal, mesmo precioso. Quando analisarmos a Árvore Microcósmica, o corpo físico é Malkuth, o duplo etéreo é Yesod, o corpo astromental é Hod e Netzach, e a Mente Superior  é Tiphereth. Tudo que a Mente Superior é capaz de conceber pode facilmente a manifestação da Esfera subjetiva de Malkuth.

 

A melhor arma mágica é o próprio mago, e todos os demais expedientes não passam de meios para o fim, e este é a exaltação e concentração da consciência que transforma um homem comum num mago.

 

A chave para essa utilização encontra-se nas atribuições microcósmicas da Árvore. Interpretando-as em termos de função, e a função em termos de princípios espirituais, podemos entreabrir a porta do “armazém de força”. A melhor e mais completa manifestação do poder de Deus se produz por meio do entusiasmo energizado do homem treinado e devoto. Seríamos mais sábios se esperássemos o resultado final da operação mágica produzida por canais naturais do que se esperássemos uma interferência no curso da natureza – espera que, na própria natureza das coisas, está fadada ao desapontamento.

 

É fora de questão que grandes forças espirituais podem atuar eficazmente na cura de nossas doenças, mas elas precisam ter um canal de manifestação; e por que deveríamos fazer um esforço sobre-humano para construir um canal psíquico quando temos outro ao alcance das mãos? Deus manifesta Seus milagres de uma maneira misteriosa apenas enquanto a lei natural é um livro selado para nós; mas, quando compreendemos os meios do trabalho da natureza, vemos que Deus age de uma maneira perfeitamente natural, por meio de canais regularmente estabelecido; a diferença entre o natural e o sobrenatual não reside nos canais de manifestação empregados, mas na quantidade de força que se manifesta através deles. O que varia não é a qualidade, mas a quantidade do fluxo de força quando as forças espirituais são evocadas com sucesso.

 

Títulos conferidos a Malkuth: A Porta. A Porta da Morte. A Porta das Trevas da Morte. A Porta das Lágrimas. A Porta da Justiça. A Porta da Oração. A Porta da Filha dos Poderosos. A Porta do Jardim do Éden. A Mãe Inferior: Malkah, A Rainha. Kallah, a Noiva. A Virgem.

 

Os títulos adicionais atribuídos a Malkuth explicam claramente seus atributos. Ela é a Porta e a Esposa. Essas duas idéias representam na verdade uma única idéia, pois o útero da Mãe é a Porta da Vida. Ela é também a Porta da Morte, pois o nascimento no plano da forma é a morte para as coisas superiores.

 

Malkuth é também Kallah, a Noiva de Microprosopos, e Malkah, a Rainha de Malekh, o Rei. Isso indica claramente a função na polaridade que prevalece entre os planos da forma e os planos da força, sendo os planos da forma o aspecto feminino, polarizado e fertilizado pelas influências dos planos da força.

 

Imagem Mágica:

 

Uma  jovem coroada, sentada no trono.

 

A Imagem Mágica de Malkuth é uma jovem mulher, coroada e velada; trata-se de Ísis da Natureza, cuja face velada indica que as forças espirituais estão ocultas pela forma exterior. Essa idéia está presente também no simbolismo de Binah, que se resume no conceito do “Manto Exterior de Ocultamento”. Malkuth, como o indica o texto yetzirático é Binah num arco inferior.

 

Binah recebe o nome de Mãe Celestial Obscura, e Malkuth, o de Noiva do Microposopos, ou Mãe Fértil Brilhante, e ambos os títulos correspondem aos aspectos duais da Deusa Lunar Egípicia  Ísis e Hathor, sendo aquela o aspecto positivo de Deusa e esta o aspecto negativo. No simbolismo grego, corresponderiam a Afrodite e Ceres. Ora, Afrodite o aspecto positivo da potência feminina, pois lembremos que sob a lei da polaridade alternante, o que é negativo no plano exterior é positivo no plano interior, e vice-versa. Afrodite, a Vênus Celestial, é quem confere o estímulo magnético ao masculino espiritualmente negativo; pelo fato de sua função não ser compreendida na vida moderna é que tanta coisa está errada. Binah, o aspecto superior de Isis, é contudo, estéril, porque um polo positivo é sempre o dador do estímulo e nunca o produtor do resultado. O aspecto Malkuth de Isis, é a Mãe Fértil Brilhante, a deusa da fecundidade, indicando assim o resultado final da operação de Isis no plano físico. 

 

Sòmente podemos invocar a Adonai usando a imagem mágica e Malkuth, uma jovem coroada sentada em um trono, com as cores de Malkuth. Sendo uma representação masculina, por que é invocado por meio de uma imagem feminia? Porque toda natureza, refletindo a Adonai, é representada por um ser feminino. Estamos assim invocando-o no símbolo feminino que é seu par cósmico.

 

Localização na Árvore

 

Na base do Pilar do Equilíbrio.

 

A posição de Malkuth na base do Pilar do Equilíbro a coloca na linha reta da descida do poder que provém de Kether, transmuda-se em Daath, a Sephirah Invisível, e passa aos planos da forma via Tiphereth. Esse é o Caminho da Consciência, ao passo que os dois Pilares laterais são Caminhos de Função; mas os dois Pilares Laterais também convergem para Malkuth, via o trigésimo primeiro e o vigésimo nono caminho. Consequentemente, tudo termina em Malkuth.

 

Nós, que estamos encarnados em corpos físicos, achamos-nos em Malkuth e, quando abraçamos O Caminho de Iniciação nossa reta segue pelo trigésimo segundo caminho até Yesod. Este caminho que sobre a linha reta para o Pilar Central chama-se Caminho da Flecha, lançadoa por Qesheth, o Arco da Promessa; é por essa rota que o místico se revela ao s planos; o iniciado, acrescenta à sua experiência os poderes dos Pilares Laterais, juntamente com as realizações do Pilar Medial. Esse aspecto do Pilar Central é expresso no texto yetzirático, que afirma que Malkuth faz uma influência emanar do Príncipe dos Rostos, o Anjo de Kether.

 

Texto Yetzirático

 

O Décimo Caminho chama-se Inteligência Resplandecente, porque é exaltado sobre todas as cabeças e tem por assento o trono de Binah. Ele ilumina os esplendores de todas as luzes, fazendo emanar a influência do Príncipe dos Rostos, o Anjo de Kether.

 

Tres idéias surgem da meditação sobre o Texto Yetzirático relativo a Malkuth – o conceito da Inteligência Resplandecente, que ilumina o esplendor de todas as luzes; a relação entre Malkuth e Binah; e a função de Malkuth em fazer uma influência emanar do Anjo de Kether.

 

Talvez pareça curiosa a idéia de que Malkuth, o mundo material, é o iluminador das luzes, mas poderemos entender o sentido dessa sentença se nos referirmos à analogia física, segundo a qual o céu só parece ser azul e luminoso devido à refração luminosa de inúmeras partículas de pó que flutuam na atmosfera; o ar absolutamente limpo carece de luz, e nosso céu teria a escuridão do espaço interestelar se não fosse a ação dessas partículas. Aprendemos também, pelo estudo da física, que vemos os objetos graças apenas aos raios de luz que suas superfícies refletem. Quando há pouco ou nenhuma refração, como ocorre com um objeto negro, este é quase invisível sob luz diminuta, propriedade de que se servem os prestidigitadores e ilusionistas.

 

É a função formadora e concretizante de Malkuth que torna finalmente tangível e definido o que era, nos planos superiores, intangível e indefinido, e é esse seu grande serviço à manifestação e seu poder característico. Todas as luzes, ou seja, as emanações de todas as outras Sephiroth, tornam-se luminosas e visíveis quando refletidas nos aspectos concretos de Malkuth.

 

Toda operação mágica deve chegar a Malkuth antes de poder completar-se, pois somente em Malkuth a força se aloja na forma . Portanto todo trabalho mágico se cumpre melhor na forma de um ritual executado no plano físico – ainda que o operador trabalhe só – do que por qualquer forma de meditação que opere apenas no plano astral. Deve haver algo no plano físico, mesmo que sejam apenas as linhas traçadas num talismã, ou os sinais traçados no ar, que traz a ação ao plano de Malkuth. A experiência prova que uma operação assim executada é muito diferente de uma operação que começa e termina no astral.

 

 

A relação entre Malkuth e Binah é claramente indicada nos títulos atribuídos a ambas essas Sephiroth. Binah é a Mãe Superior e Malkuth, a Mãe Inferior. Como já vimos, Binah é o Dador de Forma primordial. Sendo Malkuth a Esfera da Forma, a relação é óbvia. O que se iniciou em Binah encontra sua culminação em Malkuth. Este ponto nos dá uma importante chave por meio da qual podemos guiar nossas pesquisas entre as ramificações dos panteões politeístas. O sistema cabalístico é explícito a respeito da doutrina das Emanações, por meio das quais o Um se transforma no Múltiplo, e o Múltiplo é reabsorvido no Um. Nenhum outro sistema é específico sobre esse ponto, embora se encontre em todos eles uma alusão ao método à guisa de genealogia. As uniões e as descendência de deuses e deusas – de modo algum realizadas sempre no âmbito do sagrado matrimônio – apresentam uma indicação definida das doutrinas implícitas da emanação e da polaridade, e não são apenas fantasias grosseiras do homem primitivo, que criou os deuses à sua imagem e semelhança.

 

A afirmação de que Malkuth faz uma influência emanar do Anjo de Kether confirma plenamente esse idéia. Vemos que a Grande Mãe, que é Malkuth, se polariza com o Pai Universal, que é Kether.

 

Mas encontramos, nos quatro quadrantes em que Malkuth se divide, a chave de que precisamos.

 

Esses quatro elementos são a Terra, o Ar, o Fogo e a Água do Sábio 0 ou sejam os qutro tipos de atividade. A notação da ciência esotérica os representa por quatro diferentes tipos de triângulo. O Fogo é representado por um triângulo, do qual uma das pontas está voltada para cima; o Ar, por um triângulo semelhante atravessado por uma barra, indicando assim que o Ar tem uma natureza semelhante à do Fofo, porém mais densa. Aliás, não estaríamos errados se chamássemos o Ar de “Fofo Negativo”, ou o Fogo de “Ar Positivo”. A Água é representada por um triângulo voltado para baixo, e a Terra, pelo mesmo triângulo atravessado por uma barra; e a esses dois símbolos se aplicam os mesmos princípios anteriores.

 

Supondo-se que consideremos o triângulo do Fogo como representante da força incondicionalda e o triângulo do Ar como representante da forma totalmente inerte, e o triângulo da Água como representante de um tipo ativo de forma, teremos outra forma de classificação disponível. Nos mitos mais antigos, o ar, ou o deus do espaço, é o pai do Sol, o fogo celestial, e a água é a matriz da Terra. Isso fica bem claro no Pilar Central da Árvore da Vida, onde Kether, o espaço, ofusca Tiphereth, o centro solar, e a Esfera aqúatica de Yesod, o centro lunar, ofusca a Esfera terrestre de Malkuth.

 

Supondo que ordenemos os símbolos compondo o hieróglifo de outra maneira (uma das glórias da Árvore é permiti-nos fazê-lo), e coloquemos como os quatro elementos o citrino, a oliva, o castanho-avermelhado e o preto na Esfera de Malkuth, e consideremos que a forma vital que desce de Kether opera como uma corrente elétrica alternante, como a doutrina da polaridade alternante nos ensina a fazer, descobriremos que a força flui às vezes de Malkuth a Kether e às vezes de Kether a Malkuth.

 

Esse é um ponto capital quando aplicado ao microcosmo, pois nos ensina que precisamos estar em circuito com a alma da Terra, assim como com o Deus do céu; há uma inspiração que surge da inconsciência, assim como há uma inspiração que flui da supraconsciência.

 

Isso fica muito claro nos mitos gregos, em que encontramos forças terrestres positivas como Pã, que, graças ao seu simbolismo caprino, só pode ser atribuído à Esfera da Terra, pois Capricórnio é o signo mais terrestre da triplicidade terrestre. Pã representa o magnetismo positivo da Terra que volta, em seu retorno, ao Pai Universal. Ceres, por outro lado, ou Diana de Muitos Seios, ambas Vênus muito terrestres e de modo algum virginais, representam a encarnação final da força celeste na matéria densa. Hera, que foi chamada de Vênus Celestial ou Afrodite Celeste, representa o retorno da força terrestre ao céu, e é terra positiva num nível celestial. 

 

O Nome Divino

 

O Nome Divino de Malkuth é Adonai Malekh, ou Adonai ha Aretz, que siginifica “O Senhor que é Rei”, e “O Senhor da Terra”. Vemos aqui claramente a afirmação da supremacia do Deus Único nos Reinos da Terra, e toda operação mágica, em que o operador toma o poder em suas próprias mãos, deveria começar com a evocação a Adonai para habitar seu templo na Terra e governá-lo, para que nenhuma força possa desviar de sua obediência ao Um.

 

Aqueles que invocam o Nome de Adonai invocam o Deus manifesto na Natureza, que é o aspecto de Deus adorado pelos iniciados dos Mistérios da Natureza, seja os de Dionísio ou os de Ísis – que concernem aos diferentes meios de abrir a supraconsciência por meio da subsconsciência.

 

Arcanjo

 

O Arcanjo é o Grande Anjo Sandalphon do planeta Terra, que os cabalistas chamam às vezes de Anjo Negro ou Arcanjo do Karma, ao passo que Metraton o Arcanjo de Kether, o Anjo do Rosto, é o Anjo Brilhante. Esses dois anjos, como se diz, permanecem atrás dos ombros direito e esquerdo da alma em suas horas de crise. Eles poderiam representar o bom Carma e o mau Carma. É relativamente à função de Sandalphon como o Anjo Negro, que preside sobre a dívida cármica, que Malkuth recebe o título de Porta da Justiça e Porta das Lágrimas. Disse um humorista, com mais verdade do que poderia ele supor, que este planeta é atualmente o inferno de outro planeta. Ele é, na verdade, a esfera em que se cumpre normalmente o carma. Onde há suficiente conhecimento, contudo, o carma pode ser operado nos planos mais sutis, e esse método é uma das formas da cura espiritual. O Arcanjo do elemento Terra é Uriel, a Luz de Deus.

 

O nome do Arcanjo Sandalphon significa co-irmão; não pode ser visualizado; é como um colossal gigante com os pés na Terra e a cabeça no infinito, em Kether, é por isso que Sepher Yetzirah disse que Malkuth está sentado no trono de Binah. Aí está a grande semelhança entre o Arcanjo Metraton de Kether e Sandalphon de Malkuth, que estão intimamente relacionados. Geralmente, Kether é o fim da jornada e Malkuth o princípio. Quando Kether é alcançado no fim da evolução, se entra em outro Malkuth, em uma oitava mais elevada daquela que se deixou para trás. É por isso que Kether é chamado a semente e Malkuth o fruto.

 

O significado do nome de Sandalphon é “Ruído de Sandálias”; pode ser invocado em momento de perigo, sòmente isolados fazemos um louvor e ouvimos uns passos que se aproximam de nós. Uma Alegria, uma Esperança, é Sandalphon que se aproxima.

 

Coro Angélico

 

O Coro Angélico atribuído a Malkuth é o dos Ashim, as Almas do Fogo, ou Partículas Ígneas, sore as quais Mme. Blavatsky diz algumas coisas muito interessantes. Uma Alma de Fogo é, na verdade, a consciência de um átomo; os Ashim, por conseguinte, representam a consciência natural da matéria densa; são eles que lhe dão suas características. São as Vidas Ígneas, essas cargas elétricas infinitesimais, que ondulam sem cessar para frente e para trás com tremenda atividade na estrutura da matéria e lhe formam a base. Tudo que conhecemos como matéria baseia-se nessa estrutura. É com a ajuda dessas Vidas Ígneas que certos tipos de magia são operados. São pouquíssimas as pessoas que podem operar essa magia, pois quanto mais denso o plano a ser manipulado, maior deve ser o poder do mago.

 

Chákra Cósmico

 

Cholem ha Yesodoth; Esfera dos Elementos.

 

Experiência Espiritual

 

A experiência espiritual de Malkuth é a visão do Anjo da Guarda Sagrado. Esse anjo, que, de acordo com os cabalistas, é atribuído a cada alma que nasce e que a acompanha até a morte, quando então a toma e a apresenta diante da face de Deus para julgamento, é na realidade o Eu Superior da cada um de nós, que formula a Centelha Divina – o núcleo da alma – e persiste por uma evolução, estabelecendo um processo na matéria a cada encarnação para formar a base da nova personalidade.

 

Quando o Eu Superior e o Eu Inferior se unem, pela completa absorção do inferior pelo superior, alcança-se o verdadeiro Adeptado; é a Grande Iniciação, a União Divina Menor. É a suprema experiência da alma encarnada; e, quando isso ocorre, ela está livre de qualquer compulsão para reencarnar na prisão da carne. Ela está livre para subir aos planos e entrar em seu repouso, ou, se assim escolher, para permanecer na Esfera Terrestre e funcionar como um Mestre.

 

É essa, pois, a experiência espiritual atribuída a Malkuth – a descida da Divindade na humanidade, assim como a experiência espiritual de Tiphereth é elevar a humanidade à Divindade.

 

Virtude: Discriminação

 

A virtude especial de Malkuth é a discriminação. Essa idéia é bem exemplificada no curioso simbolismo dos antigos, que declararam que a correspondência no microcosmo se estabelece com o ânus. Tuodo o que na vida está corrompido deve ser excretado, e a excreção macrocósmica se dá nas esferas qliphóticas, que dependem de Malkuth, de onde os excrementos cósmicos não podem retornar aos planos da forma organizada sem antes encontrar o equilíbrio. Há, portanto, no mundo qliphótico, uma Esfera que não é o inferno, mas o purgatório; é um reservatório de forças desorganizadas emanadas de formas destruídas e expulsas pela evolução; é o caos num arco inferior. É desse receptáculo de formas voltadas à destruição que as Conchas, ou entidades imperfeitas, extraem seus veículos. Essa Esfera serve também para os tipos inferiores de magia de má espécie. A tendência dessas forças que se encontram na Esfera qliphóticas é sempre a de assumir uma vez mais as formas a que estavam acostumadas antes de sua desintegração e redução ao seu estado primordial, como essas formas eram pelo menos antiquadas, se não ativamente más, segue-se naturalmente que essa matéria de caos não é uma substância desejável com a qual se possa trabalhar. Seria melhor deixá-la até que sua purificação seja completa e que ela tenha sido filtrada pela Esfera da Terra pelos canais naturais e lançada uma vez mais no fluxo da evolução. É por essa razão que todos os cultos subterrâneos e a evocação dos mortos são indesejáveis, pois as formas que as entidades manifestas assumem devem ser construídas em parte com essa substância do caos.

 

Portanto, a virtude especial de Malkuth é agir como uma espécie de filtro cósmico, expulsando a excreção e preservando o que ainda tenha alguma utilidade.

 

Vício

Avareza e Inércia.

 

Os vícios característicos de Malkuth são a avareza e a inércia. É fácil ver como a estabilidade de Malkuth pode ser levada ao excesso, e dar origem à lerdeza e à inércia. O conceito de avareza, embora não seja tão óbvio na superfície, revela rapidamente seu significado à investigação, pois o apego excessivo da avareza é uma espécie de constipação espiritual, o oposto exato da discriminação que rejeita as excreções da vida por meio do ânus cósmico deitando-as no esgoto cósmico das Qliphoth.

 

Uma das coisas mais importantes que temos de fazer antes de podermos nos elevar das limitações da vida em Malkuth e respirar uma atmosfera mais leve é aprender a nos desapegarmos das coisas; a sacrificar o inferior em função do superior, construindo, assim, a preciosa pérola. É a discriminação que nos permite saber qual é o valor menor que deve ser abandonado, a fim de se obter o maior, pois não há ganho sem sacrifício. O que não compreendemos é todo sacrifício deve ter uma utilidade substancial para o céu, onde nem a traça nem a ferrugem corrompem, pois, do contrário, ele representará uma perda inútil.

 

 

Correspondência no Microcosmo

 

Os pés. O ânus.

 

Já observamos uma das correspondências a Malkuth no microcosmo. Contudo, diz-se também que Malkuth corresponde aos pés do Homem Divino. Temos aqui novamente um importante conceito, pois, a menos que os pés estejam firmemente plantados na Mãe Terra, nenhuma estabilidade é possível. Há, não obstante, muitíssimos místicos desequilibrados que gostam de pensar que o Homem Divino termina no pescoço como um querubim, e não dão lugar aos órgãos geradores de Yesod, ou ao ânus de Malkuth. Eles precisam aprender a lição que o sonho celestial ministrou a São Pedro – ou seja, de que nada que Deus fez é impuro, a não ser que nós o tornemos impuro. Deveríamos reconhecer a Vida Divina em todas as suas funções, e assim elevar a humanidade até a Divindade e santificá-la. A pureza está próxima à Divindade, especialmente a pureza interna. Se fugirmos de uma coisa e a evitamos, como podemos mantê-la pura e saudável? Os tabus dos povos primitivos foram completamente esquecidos em nossa vida civilizada, com desatrosas consequências para a saúde e o bem-estar da humanidade.

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                        

Símbolos

 

O altar do cubo duplo. A cruz de braços iguais. O círculo mágico. O triângulo de arte.

 

Os símbolos de Malkuth são o altar do cubo duplo e a cruz de braços iguais, ou cruz dos elementos.

 

O altar do cubo duplo simboliza a máxima hermética “Como  em cima, tal é embaixo”, e ensina que o que é visível é o reflexo do que é invisível, e lhe corresponde exatamente. Esse altar cúbico é o altar dos Mitérios, em oposição ao altar horizontal, que é o altar da Igreja. Pois o altar horizontal permanece no leste, ao passo que o altar cúbico permanecer no centro. Afirma-se que ele está bem proporcionado quando a altura do centro é de seis pés, e a largura e a profundidade são a metade da altura.

 

A a cruz de braços iguais, ou cruz dos elementos, representa os quatro elementos em perfeito equilíbrio, que é a perfeição de Malkuth. Ela é representada na Árvore da Vida pela divisão de Malkuth em quatro quadrantes, nas cores citrino, oliva, castanho-avermelhado e preto, estando o citrino voltado para Yesod e o negro para as Qliphoth, o oliva para Netzach e o castanho-avermelhado para Hod. São os reflexos dos Trés Pilares e da Esfera Qliphótica, atenuados e filtrados pelo véu da Terra.

 

Todas as coisas se resumem, desse modo, em Malkuth, embora vistas num cristal turvo, por reflexo, e não face a face.

 

 

 

Cartas do Tarô

 

Os quatro Dez

 

Dez de Paus:       opressão

Dez de Copas:     sucesso completo

Dez de Espadas:  ruína

Dez de Ouros:     riqueza

 

As quatro cartas do Tarô produzem resultados quando sujeitos à meditação à luz do que sabemos sobre Malkuth. O Dez de Paus chama-se Senhor da Opressão; o Dez de Copas, o Senhor do Sucesso Completo; o Dez de Espadas, o Senhor da Ruína; e o Dez de Ouros, o Senhor da Riqueza.

 

Como já vimos, é em Malkuth que as forças espirituais atingem sua perfeição no plano da forma e, tomando essas formas completas e “sacrificando-as”, podermos reconduzi-las ao estado de poderes espirituais.

 

Essas quatro cartas do Tarô, note-se, são alternadamente boas e más em seu significado; de fato, o Dez de Espadas é a pior carta que se pode tirar numa adivinhação. A esse propósito, poderíamos lembrar uma curiosa doutrina alquímica, a qual ensina que os signos dos planetas são compostos de tres símbolos: o disco solar, o crescente lunar e a cruz da corrosão ou do sacrifício. Esses símbolos, quando corretamente interpretados, dão a chave da natureza alquímica do planeta e da sua utilidade prática na Grande Obra da transmutação. Por exemplo, Marte, em cujo símbolo a cruz encima o círculo, é, como se afirma, externamente corrosivo e internamente solar; Vênus, em que o círculo encima a cruz, é externamente solar e internamente corrosiva, ou, nas palavras da Escritura, “doce nos lábios, mas amarga nas entranhas”.

 

Nos quatro dez do Tarô prevalece o mesmo princípio. Cada carta representa a operação de um certo tipo de forma espiritual, no plano da matéria densa. A carta mais espiritual, o dez do naipe cujo ás é a Raiz dos Poderes do Fogo, chama-se Senhor da Operessão. Isso nos ensina que as forças espirituais superiores podem ser externamente corrosivas quando operam sobre o plano da matéria. Os Poderes do Fogo, em sua potência mais elevada, no dez de paus, são os do fogo refinador. “Assim como o ouro se prova pela chama, assim o coração se prova pela dor”.

 

Por outro lado, todo o simbolismo do naipe de Copas, ou Cálices, manifesta claramente a influência venusiana; é nesse naipe que encontramos os Senhores do Prazer, da Felicidade Material e da Abundância. Mas encontramos também os Senhores do Sucesso Ilusório, do Sucesso Abandonado, da Perda no Prazer, o que  mostra claramente que esse naipe, embora externamente solar, é internamente corrosivo.

 

As Espadas estão sob a influência marciana, e o Senhor da Ruína indica o sacrifício total de todas as coisas materiais.

 

Mas, em Ouros, Terra da Terra, a combinação é inversa, e descobrimos que os dez de Ouros é o Senhor da Riqueza.

 

Observamos, dessa maneira, que as cartas de naipes de natureza primordialmente espiritual são externamente corrosivas no plano físico; e as cartas de naipes de natureza primordialmente material são externamente solares, ou benéficas, no plano material. Isso ensina uma lição muito útil, e dá uma importante chave quando utilizada nos sistemas de adivinhação em que se procura discernir a ação dos poderes espirituais que agem num determinado caso.

 

Cores nos Mundos

 

Atizluth:    Amarelo

Briah:        Citrino, oliva, castanho-avermelhado e preto

Yetzirath:  Citrino, oliva, castanho-avermelhado e preto, salpicado de ouro

Assiah:       Preto, com listras amarelas

 

 

Aqui nesse ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.

Iniciamos o estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino.

 

1ª Estação e a 13ª Estação da Cruz:

Na 1ª estação e na 13ª estação da Cruz em Câncer na Lua na hora 6 nos encontramos na Sephirah Yesod, a Fundação.

 

 

Y E S O D

 

(O Nono Caminho)

 

Título: Yesod, o Fundamento.

 

O estudo do simbolismo de YESOD revela dois grupos de símbolos aparentemente incongruentes. Por outro lado, temos a concepção de YESOD como o fundamento do Universo, estabelecido na força, e que é indicada pela recorrência da idéia da força, como na imagem mágica de um belo homem desnudo, muito forte, no Nome Divino de Shaddai, o Todo-poderoso, nos Kerubim, os Anjos poderosos, e no Nove de Paus, cujo nome secreto é o Senhor da Grande Força. Mas, por outro lado,  temos o simbolismo da Lua, que é essencialmente fluida e que apresenta uma estado contínuo de fluxo e refluxo sob o governo de Gabriel o Arcanjo do Elemento Água. A resposta a esses conceitos conflitantes encontra-se nas palavras do Texto Yetzirático. 

 

Imagem Mágica:

 

Um belo homem desnudo, muito forte.

 

 

Localização na Árvore

 

Na base do Pilar do Equilíbrio.

 

Texto Yetzirático

 

O Nono Caminho chama-se Inteligência Pura, porque purifica as Emanações. Ele prova e corrige o desenho de suas representações, e dispõe a unidade em que elas estão desenhadas, sem diminuição ou divisão.

 

Temos, então, a idéia das águas fluidas do caos reunindo-se e organizando-se por meio das “representações” que foram “desenhadas” em HOD; a “prova, correção e disposição da unidade” final dessas “representações” ou imagens formativas resultam na organização do “mecanismo do Universo”, cuja visão constitue a experiência espiritual dessa Sephirah. De fato, YESOD poderia ser corretamente descrita como a esfera do mecanismo do universo. Se comparássemos o reino da Terra a um grande navio, YESOD seria a casa das máquinas.

 

YESOD, é a esfera dessa substância peculiar, que participa tanto da natureza da mente como da matéria. E que se chama o Éter do Sábio, o Akasha, ou Luz Astral, de acordo com a terminologia empregada. Não se trata do mesmo éter do físico, que é um elemento ígneo da Esfera de Malkuth, e que representa para este Éter o mesmo que este representa para a matéria densa; ele é, na verdade, a base dos fenômenos que os físicos atribuem ao seu éter empírico. Poderíamos chamar o Éter do Sábio de raiz do éter do físico

 

Nada pode ser explicado em termos de si mesmo; só se pode fazê-lo, relacionando-se uma coisa num todo maior. Os quatro elementos dos antigos encontram sua explicação no quinto elemento, o Éter. Os Quatro Mundos dos cabalistas radicam um ponto além dos Véus do Imanifesto. Assim, encontramos em YESOD o quinto imanifesto dos quatro elementos de Malkuth, correspondendo o fogo dos antigos ao éter dos modernos, e a terra, a água e o ar,  os estados sólidos, líquidos e gasoso da matéria. Devemos conceber YESOD, portanto, como o receptáculo das emanações de todas as outras Sephirot, como o único e imediato transmissor dessas emanações a Malkuth, do plano físico. É na esfera de YESOD que ocorrem as operações destinadas a corrigir a esfera da matéria densa, ou dispor sua unidade de desenho. YESOD, portanto, é a esfera essencial de qualquer magia que pretende agir no mundo físico. As coisas representadas permanecem firmes. As coisas do mundo material não podem por conseguinte, ser arbitrariamente alteradas, nem mesmo pela força espiritual superior. Só podemos nos aproximar de Malkuth por meio de Yesod, e só podemos nos aproximar de Yesod por meio de Hod, onde as “representações são desenhadas”. Libertemos de uma vez por todas nossas mentes da idéia de que o espírito pode agir diretamente sobre a matéria. Isso jamais acontece. O espírito opera por meio da mente, e a mente opera por meio do Éter; e o Éter, que é a estrutura da matéria e o veículo das forças vitais, pode ser manipulado nos limites de sua natureza. Duas propriedades são importantíssimas para o trabalho do ocultista prático, e formam, de fato, a base de todo o seu sistema. A primeira dessas propriedades é a capacidade que o Éter astral apresenta de ser moldado pela mente; a segunda é a capacidade de sustentar as moléculas da matéria densa em seus raios parecidos a fios, como numa rede. A existência dessas propriedades é a única explicação para as propriedades da matéria  viva e da mente consciente.

 

Yesod é também de suprema importância para o ocultista prático, porque ela é a primeira Esfera com que entra em contato quando começa a “elevar-se nos planos”, e ergue a consciência acima de Malkuth. Tendo trilhado o terrível Trigésimo Segundo Caminho do Tau, ou Cruz do Sofrimento, e de Saturno, ele penetra em Yesod, a Casa do Tesoura das Imagens, a Esfera de Maia, a Ilusão. Yesod, considerada em si mesma, é inquestionavelmente a Esfera da Ilusão, porque a Casa do Tesouro das Imagens não é outra coisa senão o Éter Refletor da Esfera da Terra, e corresponde, no microcosmo, ao inconsciente dos psicólogos, repleto de coisas velhas e esquecidas, reprimidas desde o alvorecer da raça. As chaves que fecham as portas da Casa do Tesouro de Imagens e nos permitem comandar seus habitantes acham-se em Hod, a Esfera da Magia. Afirma-se corretamente nos Mistérios que nenhum grau se torna funcional antes de se alcançar o próximo.

 

O Nome Divino

 

Shaddai el Chai, Deus Vivo Todo-Poderoso.

 

Arcanjo Gabriel

 

É o ser poderoso de Deus que favorece a clarividência e clariaudiência e é concebido como o Rio da Água da Vida.

 

Coro Angélico

 

Os Kerubim, os Poderosos.

 

As Hostes Angélicas em Yesod tem a importante função de receber do Arcanjo os arquetipos de Shaddai-El-Chai, o Senhor da Vida, cristalizando-os no reino (a forma), de acordo com os padrões recebidos.

 

Chákra Cósmico

 

Levanah, a Lua.

 

Experiência Espiritual

 

A visão do mecanismo do universo.

 

Virtude: Veracidade

 

Independência.

 

 

Vício

Ociosidade.

 

Correspondência no Microcosmo

 

Os Órgão reprodutores.

 

Símbolos

 

Sandálias. São utilizadas em trabalho cerimonial para trilhar o círculo mágico, através de nossos pés, tocamos o m agnetismo da Terra; e quando este magnetismo é de um tipo especial utilizamos sandálias que não o inibem.

 

Perfumes. São também muito importantes nas operações cerimoniais, pois representam o lado etérico. O uso dos perfumes é o meio mais efetivo de tirar proveito das emoções e, consequentemente, de alterar o foco da consciência.

 

Cartas do Tarô

 

Os quatro noves

 

Nove de Paus:      grande força

Nove de Copas:    felicidade material

Nove de Espadas: desespero e crueldade

Nove de Ouros:    ganho material

 

Nas quatro cartas do Tarô atribuídas nesta Séphira vemos claramente os efeitos do magnetismo etérico. Possuímos uma Grande Força quando estamos em contato  com a Terra, abençoados por Pã.

 

Há também a Alegria Material, de fato, sem a benção de Pã, não pode haver nenhuma felicidade material, porque não há paz dos nervos.

 

No lado negativo, contudo encontram-se as profundidades do desespero e da crueldade.

 

Nos contatos terrestres firmes sob nossos pés, obtemos o Ganho Material, porque estamos prontos para trabalhar o plano material.

 

 

Cores nos Mundos

 

Atizluth:    Índigo 

Briah:        Violeta

Yetzirath:  Púrpura muito escura

Assiah:      Citrino salpicado de azul                                                                                                                                                                                                            

 

 

 

 

3º Passo  -  1ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As doze “Manifestações de Malkuth” (O Reino) ao Ain Soph (na hora cinco) no Mundo Manifesto.

 

 

Algumas representações da Árvore da Vida mostram abaixo de Malkuth a esfera dos Qliphoth, que são os aspéctos não equilibrados da Árvore, as aguas do Caos. Os Qliphoth, cujo significado é "conchas" ou meretrizes, são forças adversas que se originaram durante o processo expansivo de cada Sephiroth para formar a esfera seguinte, mas ainda não establecida. São como energías não equilibradas, expandindo-se sem restrições. Quando as esferas ainda não estavam em manifestação, nada havía para contemplar; era o reino dos "Reis de Edom, que reinavan na terra de Edom". Quando o raio ziguezagueante, em sua trajetória, projetou a esfera de Hesed, houve desequilibrio, pois havía somente misericordia; seu oposto, Geburah, o poder da severidade, ainda não estava manifestado. O caos mencionado no livro do Génesis, é o desequilibrio que havía enquanto os opostos não existíamQuando de Kether foram emanadas as forças para formar as esferas, houve um excesso, o qual foi projetado até as aguas inferiores, abaixo de Malkuth, que formou as esferas negativas, a Árvore invertida. Existe, pois, uma Árvore de Luz e outra de Trevas, surgida do desequilibrio e que permanecerá até o fim da evolução. Portanto, antes das esferas serem projetadas existia o reinado dos Reis de Edom, no plano de Atziluth. Quando estes reis passaram de Atziluth para Briah, a Cábala nos diz que esses reis morreram e não foram encontrados, nem eles nem suas coroas. Uma força ao ser rebaixada de um plano a outro inferior, presume a morte. Sómente recupera sua capacidade quando o equilibrio é restablecido. Onde houver desordem, imoralidade, qualquer excesso,  encontraremos ai as energías qliphoticas em ação; estando representadas pelos aspéctos contrarios das virtudes de cada Sephiroth. Esta segunda Árvore, tambem chamada Árvore do Mal, não forma parte da evolução e nem devería manifestar-se se o homem, em virtude de seus abusos, não permitisse sua existencia individual e forma. Deste ponto é que resultam entidades demoníacas, altamente perjudiciais a evolução humana. O Inferno, como é retratado pelos quadros antigos, se relaciona com a esfera dos Qliphoth. Nestes quadros, se encontram uma completa serie de seres classificados como demonios, archidemonios, Belzebú, etc., seres que, segundo algunos ocultistas, representam forças terriveis, tanto que é até perigoso pensar nelas. Em verdade a simbologia das 14 Estações da Cruz ocorre em um Mundo invertido, totalmente em desequilíbrio. Criado a partir da desarmonia que não permite nos posicionar-mos na Árvore Sephirótica em Assiah. Esse mundo de discordância é o Mundo invertido de Qliphots, onde Sephiroth originam a arvore qliphóticaFoi aqui que tudo ocorreu e sua Libertação em Verdade começa aqui. Porém, somente deverá  ser experimentada por aqueles que conscientemente manifestem só o Equilibrio e muito Amor. A Via Sacra que é a Senda Libertadora tem que ser compreendida e experimentada. Para isso os estudantes têm que ter uma grande Responsabilidade, Respeito e muita Alegria ao exercitarem o sensório onde estão as suas consciencias. Para começar o exercicio de Aquário nos colocaremos somente no conhecimento da Árvore da Vida. O exercício no Mundo invertido e desequilibrado de Qliphots fica para quando o Amor for total pelo Todo Manifesto.

 

 

A 1ª Estação da cruz em Áquario e a 13ª estação da cruz em Áquario:

 

A 1ª e a 13ª Estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 6ª Hora do Relógio e o 7º Raio Cósmico.

 

A 1ª e a 13ª Estação da cruz em Áquario é na Sephirah em Malkuth.

 

 

2º Passo  -  1ª Estação

(Movimento Ziguezague)

 

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.

Hostes Angélicas no Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto.

 

A 1ª estação da cruz em Áquario e 13ª estação da cruz em Áquario:

 

A 1ª e a 13ª Estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 6ª Hora do Relógio e o 7º Raio Cósmico.

 

A 1ª e a 13ª Estação da cruz em Áquario é na Sephirah em Malkuth. Aqui encontramos ao Arcanjo Sandalphon o Príncipe das preces, ao Senhor da Terra ADONAI HA-ARETZ, e a todas as Abençoadas Almas ASHIM.

 

 

1º Passo  -  1ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Água, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da água, Gerante HÊ e seus três signos e respectivos planetas para colocar as Cruzes de Fogo Cósmico.

 

 

 

Suporte da Água Gerante HÊ  (Movimento Triangular)

1º - Câncer – Lua – Yesod - Os Anjos. A 3ª Ordem da 3ª Hierarquia das Hostes Angélicas.

 

Aqui deve ser exercitada a 1ª Estação e a 13ª Estação da Cruz.

A Cruz de Fogo Cósmico aqui colocada será a mesma para as duas Estações o comando da Cruz de Fogo Branco.

 

72 – MVMIH –                                      68 – ChBVIH -

71 – HYYEL –                                       67 – AIOEL –

70 – IBMIH –                                       66 – MNQEL -

69 – RAHEL –                                      65 – DMBIH –

 

12º Passo  -  2ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto

 

2ª Estação da Cruz:

 

A 2ª estação da cruz é o símbolo do início do caminho e o Raio Cósmico é o 2º Raio. Nessa estação deve o estudante ter em mente que ao começar a Via Crucis terá que se destituir do não conhecimento de toda a escuridão, ignorância  e falta de sabedoria que são oposições a Sabedoria e Iluminação do 2º Raio Cósmico, pois esses só promovem a ingratidão, o desamor e a ignorância  que são oposições.

 

Segundo Raio
Objetivo deste raio é sabedoria

Chohan - Senhor Lanto
Elohim - Apolo e Lumina
Arcanjo - Jofiel e Cristine
Dia - Domingo
Cor - Amarelo Dourado
Chakra - da Coroa, 972 pétalas conhecido como lótus de 1.000 pétalas. Este Chakra carrega a polaridade masculina
. É o centro de iluminação
Localização - no topo da cabeça
O que polui este Chakra - drogas, nicotina, álcool
Instrumento Musical Ativador- cordas
Mantra - Transfiguração
Fiat - Arcanjo Jofiel, purifica a minha mente e carregue-a com a Luz da sabedoria.
Qualidade: Iluminação, Auto consciência em Deus, Humildade, Sabedoria, Discriminação entre o bem absoluto, o bem relativo e a maldade, Discernimento, Inteligência e Mente aberta.
Perversão: bruxaria, magia negra, orgulho, auto centralização, razão humana, falta de compreensão, uso imprudente e desordenado da energia, estupidez, letargia, ignorância, falta de discernimento, desonestidade mental.

11º Passo  -  2ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto

 

2ª Estação e a 8ª Estação da Cruz:

 

Na 2ª estação e na 8ª estação da cruz o chacra é o da Coroa do 2º Raio Cósmico. Quando visualizada no Eixo é o do Chacra da Alma do 7º Raio Cósmico é conhecido como o eixo 1 – 7 (hum - sete).

 

CHAKRA DA CABEÇA OU COROA:

 

Este é o Chakra da Coroa, possui 972 pétalas,  que  demonstram a direção que o indivíduo deve tomar. É através deste chakra  que o homem se conecta com a consciência Divina. No Relógio Cósmico    este Chakra corresponde as 12hs. e é o único que do outro lado do relógio,  nas 06hs., tem como correspondente outro Chakra, o Chakra da Base da Espinha. É a verdadeira interação entre o Eu Pai e o Eu da Alma / Filho.     Este Chakra carrega a polaridade masculina. O Florescer deste Chakra  dá ao indivíduo a consciência Crística encontrada por seres como Jesus     e Budha, Esta é a experiência de tudo saber, a grande iluminação que faz com que o indivíduo saiba todas as coisas sem ter sido ensinado  por ninguém. A verdadeira conexão com a mente de Deus.  A  verdadeira Internet do Universo Testa Larga é sinal de inteligência. Se você já é   inteligente, experimente tirar o cabelo da testa, com certeza você terá mais sabedoria.

 

CHAKRA DA ALMA:

 

Este é o Chakra da Alma, esta localizado mais ou menos 4 dedos   abaixo do umbigo, Possui 06 Pétalas, e é o local por onde a Alma do  indivíduo esta ancorada aos corpos Etéricos e Físicos. As suas 06 pétalas representam a estrela de seis pontas da vitória, representam também a energia da Mãe Terra/ Matéria/ Omega. Este Chakra carrega a polaridade feminina. A qualidade da consciência  de Deus como Liberdade, esta ancorada neste Chakra. O que significa que a alma deve buscar a liberdade, que só poderá acontecer com o encontro das energias entre o céu e a terra. Esta é a sua meta elevar as energias do Kundhaline para o Chakra do coração e da coroa. A Alma é a consciência do individuo que só conseguira a liberdade se for expandida. No Relógio Cósmico, o Chakra  da Alma esta localizado na Cruz do Amor/ Caridade. Esta Cruz é composta de Aquário e Leão/ Chakra da Alma nas 01 e 07hs. e Touro e Escorpião/ Chakra da 3ª Visão nas 04 e 10hs. O Objetivo da Alma é visualizar a  vitória, com a 3ª Visão, a vitória que só pode ser conseguida com o Amor e Gratidão Divinos. Veja só, a energia que  impulsiona a alma é a visão, por isto devemos nos preocupar muito com o que olhamos, para onde damos a nossa atenção. O Chakra da alma esta intimamente ligado ao Chakra da terceira visão que regula não só a terceira visão como também a visão dos olhos humanos. Por isto se queremos elevar as energias para Deus, devemos utilizar a nossa visão para servir.

 

10º Passo  -  2ª Estação

 

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no Mundo Manifesto.

 

A 2ª Estação e a 8ª Estação da Cruz:

 

No eixo 1 – 7 (hum - sete) dessas estações encontramos a sabedoria transcendente de Vairochana que revela o reino da mais elevada realidade e domina o veneno da ignorância ou da desilusão. O nome Vairochana significa "Aquele que é Como o Sol" ou "O Radiante".

 

Vairochana

O nome Vairochana significa "Aquele que é Como o Sol" ou "O Radiante". Vairochana representa tanto a integração como a origem dos Budas Dhyani. Sua sabedoria é a Sabedoria do Dharmadhatu. O Dharmadhatu é o Reino da Verdade, onde todas as coisas existem como realmente são. A sabedoria de Vairochana é também referida como a Sabedoria Todo-Penetrante do Dharmakaya. O Dharmakaya é o Corpo da Lei, ou a natureza búdica absoluta.

A sabedoria transcendente de Vairochana revela o reino da mais elevada realidade e domina o veneno da ignorância ou da desilusão. Sua sabedoria é considerada a origem ou o total de todas as sabedorias dos Budas Dhyani.

Vairochana é, usualmente, localizado no centro da mandala dos Budas Dhyani. De acordo com alguns textos, ele se posiciona a Leste. Sua cor é branca (ou azul), simbolizando a consciência pura. Ele governa sobre o elemento éter e incorpora o skandha da consciência. Em alguns sistemas, é associado com o skandha da forma.

Seu símbolo é dharmachakra, a Roda do Ensinamento ou a Roda da Lei. Denota o ensinamento do Buda. Seus oito raios representam as Oito Nobres Sendas que Gautama revelou em seu primeiro sermão, após a iluminação. Esse símbolo é impresso em toda a margem da litografia. O trono de lótus de Vairochana é sustentado por um leão, símbolo da coragem, ousadia e um espírito zeloso, impetuoso e avançado.

O mudra de Vairochana é o mudra do dharmachakra, o gesto de girar a Roda do Ensinamento. Por ele personificar a sabedoria de todos os Budas, o bija de Vairochana é o som universal Om. Seu mantra é: Om Vairochana Om.

Essa estátua, como outras esculturas tibetanas dos séculos XIII ao início do século XV, mostra sofisticação nos detalhes e na aplicação de incrustação e de inserção de jóias.

 

 

 

 

9º Passo  - 2ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico, as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.

 

2ª Estação da Cruz:

 

A 2ª estação da cruz é o Corpo Emocional (que está sob a Hierarquia do signo de Leão do Planeta Sol). Nessa estação deve o estudante ter em mente que ao “começar o caminho” terá que se destituir da ingratidão, negligencia, irreflexão, e cegueira espiritual. Tendo a ajuda da Hierarquia da Hora 7. A Deusa da Liberdade, os Senhores do Carma e Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Leão do Planeta Sol. Nessa estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia de suas qualidades divinas. Gratidão, Dedicação, Reflexão e Serviço Espiritual.

 

 

8º Passo  -  2ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo Manifesto

 

2ª Estação e a 8ª Estação da Cruz:

 

Na 2ª estação e na 8ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra da Alma do 7º Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como o eixo 1 – 7 (hum - sete). Este eixo faz a Cruz de Fogo Violeta com o eixo 4 – 10 (quatro – dez).

 

 

7º Passo  -  2ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Água, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da água, Gerante HÊ e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte da Água Gerante HÊ

2º - Escorpião – Plutão

Aqui deve ser exercitada a 2ª Estação da Cruz.

 

 

6º Passo  -  2ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.

 

Elemento Água, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da água, Gerante HÊ e seus três signos e respectivos planetas para colocar dois dos Vinte e quatro Anciões de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.

 

Suporte da Água Gerante HÊ

2º - Escorpião – Plutão

Aqui deve ser exercitada a 2ª Estação da Cruz.

Meditar com dois dos Vinte e Quatro Anciões desta Estação da Cruz.

 

Anciões:  9º - Aaetpio  - 25-NThH-            26-HAA-               27-YRTh-

             10º - Aapdoce – 28-ShAH-           29-RYY-                30-AUM-

              (Dominações – Arcanjo: Tsadkiel)

 

 

5º Passo  -  2ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. Os Quatro Elementos Enochianos e os 72 Nomes de Deus no Mundo Manifesto.

 

Suporte da Água, Gerante HÊ   (Elemento)

2º - Escorpião – Plutão

Aqui deve ser exercitada a 2ª Estação da Cruz.   

 

25 – NThH –                        28 – ShAH -

26 – HAA –                          29 – RYY -

27 – YRTh –                        30 – AUM –

 

 

4º Passo  -  2ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As Sete Sephiras de Yesod (fundação) a Daath (conhecimento). Passo com os pés firmes em Malkuth (O Reino) no Mundo Manifesto.

 

Aqui nesse ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.

Iniciamos o estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino.

 

2ª Estação e a 8ª Estação da Cruz:

 

Na 2ª estação da cruz em Leão (Sol), na Hora 7 e na 8ª estação da cruz em Aquário (Urano), na Hora 1  nos encontramos na Sephirah Hod, a Glória.

 

 

H  O  D

(O Oitavo Caminho)

 

 

Título: HOD, a Glória. O siginificado da palavra hebraica HOD é Glória, o que sugere de pronto a mente que, nesta sefira, a 1ª esfera em que as formas estão definitivamente organizadas, o esplendor do primordial se revela à consciência humana. A Glória de Deus só pode brilhar na manifestação quando existe forma que a manifestam. À esfera de HOD pertencem as formas divinas animadas por Netzah, que lhes dá vida. Preside o raciocínio mental, lógico e científico.

 

Imagem Mágica:

 

Um hermafrodita. Na imagem mágica de HOD, pode-se perceber até que ponto a natureza dinâmica e formal  do trabalho mágico está resumida no símbolo do ser em que se combinam os elementos masculinos e femininos (possui dupla polaridade).

Hod é essencialmente a Esfera das formas animadas pelas forças da natureza e inversamente é a esfera em que as forças da natureza assumem uma forma sensível.

 

Localização na Árvore

 

Na base do Pilar da Severidade.

 

Texto Yetzirático

 

O Oitavo Caminho chama-se Inteligência Absoluta ou Perfeita, pois é o instrumento do Primordial, e não possui raízes com as quais possa penetrar e implantar-se,  salvo nos lugares ocultos de Gedulah, da qual emana sua  essência característica.

 

O texto declara que HOD é a Inteligência Perfeita porque é o instrumento do Primordial, em outras palavras, é o poder em equilíbrio pois a palavra “Instrumento” implica uma posição intermediária entre dois extremos.

 

O Nome Divino

 

Elohey Tzebaoth, o Deus das Hostes.

As tres Sephirot do Pilar Negativo da Árvore tem a palavra Elohim como parte do nome Divino. Tetragrammaton Elohim em Binah, Elohim Gebor em Geburah e Elohim Tzabaoth em Hod.

A palavra Tzabaoth siginifica Hoste, ou armada. Temos, assim, a idéia da vida divina que se manifesta em Hod por meio de uma hoste de formas animadas com força, em oposição á atividade fluidica de Netzach.

 

 

Arcanjo Raphael

 

O Divino Médico, que pode ser visualizado com asas douradas, vestes amarelas com zonas azul-violeta e um cinturão azul-violeta. Está ligado a tudo que tem a ver com a vida, saúde, iluminando espeiritual/ revitalizando as energias da aura.

 

Alguns cabalistas relacionam Miguel com Tiphereth, que também é um Arcanjo Solar.

 

 

Coro Angélico

 

Beni Elohim, Filhos de Deus (que de acordo com a tradição eram andrógenos).

 

Temos novamente o conceito dos Deuses das Hotes,  ou armadas. Um dos conceitos mais importantes da ciência arcana diz respeito à operação do criador por meio dos intermediários. O iniciado concebe Deus como o Grande Arquiteto do Universo, que desenha seus projetos no plano dos arquétipos e a Quem recorrem os videntes, os arcanjos, em busca de instrução, dirigindo as armadas dos operários humildes que acentam pedra sobre pedra de acordo com o plano arquetípico do superior.

 

 

Chákra Cósmico

 

Kokab, Mercúrio.

 

O Chakra Mundano de Hod, é Mercúrio, é o Planeta mais iluminado que corresponde ao Deus Egípcio Hermes Trimegistos, autor da quase totalidade da magia, fazendo jus ao seu nome de tres vezes sábio.

 

Hermes com o seu Raio ilumina tanto a mente inferior como a intuição.

 

Hod é a esfera da filosofia esotérica e mágica, é o caminho laranja da filosofia ocultista e mágica, o raio natural de Hermes sob a presidência de Hod.

 

 

 

 

 

Experiência Espiritual

 

A experiência espiritual atribuída a esta séfira é a Visão do Esplendor, que é a compreensão da Glória de Deus manifestada no mundo criado (Universo Visível).

O iniciado de Hod vê além das aparências das coisas criadas e percebe os seu criador; é na compreensão do esplendor da natureza como a veste do Inefável, ele recebe a sua iluminação e se torna um co-operador do Grande Artífice. É essa compreensão das forças espirituais que manipulam todas as manifestações e aparições que é a chave dos poderes de Hod tal como são eles considerados na Magia da Luz. É formando-se um canal para estas forças que o Mestre da Magia Branca ordena as esferas de forças desequilibradas, não utilizando os poderes para a sua vontade pessoal. Ele é o equilibrador do desequilibrado, não o manipulador arbitrário da natureza.

 

Virtude: Veracidade

 

Nessa esfera, que é a esfera de Mercúrio – Hermes, deus da ciência e dos livros, vemos claramente que a virtude suprema é a Veracidade, e que o aspecto contrário desta Séphira é aquele que Mercúrio revela em seu aspecto como deus dos ladrões e dos trapaceiros astutos. Na ética esotérica, acredita-se que cada plano tem o seu padrão de certo e errado.

O padrão do plano físico é a força.

O padrão do plano astral é a beleza.

O padrão do plano mental é a verdade.

O padrão do plano espiritual é o certo e o errado, tal como entendemos estes termos.

Portanto não existe ética, a não ser em termos de valor espiritual, tudo o mais é transitório. Na esfera que é essencialmente a esfera da mente concreta, é lógico que se atribua como virtude suprema A VERACIDADE.

 

Vício

 

Falsidade, desonestidade.

 

Correspondência no Microcosmo

 

Os quadris e as pernas.

 

Símbolos

 

Nomes e Versículos: Avental.

 

Os nomes: São palavras de poder por meio das quais o Mago resume e evoca na consciência das potências multiformes dos Beni Elohim. (Nomes mágicos que se baseiam no valor numérico das consoante deste ou daquele alfabeto sagrado).

 

Versículos: São frases mântricas, e um mantra é uma frase sonora que, quando repetida indefinidadamente à maneira de um rosário, opera sobre a mente como uma forma especial de auto sugestão.

 

Avental: É o traje característico do iniciado nos Mistérios Menores, que é sempre qualificado figurativamente como um pedreiro, isto é, um construtor de formas, e como a Séphira Hod é a Séphira das operações dos construtores de formas mágicas, o símbolo que lhe corresponde é bastante pertinente.

 

 

Cartas do Tarô

 

Os quatro Oitos

 

Oito de Paus:      Rapidez

Oito de Copas:    Sucesso abandonado

Oito de Espadas: Força diminuída

Oito de Ouros:    Prudência

 

O conceito da relação e da satisfação inibidas está expresso no título do Oito de Copas do Tarô, cujo nome secreto é Sucesso Abandonado. O naipe de Copas está sob a influência de Vênus e representa os diferentes aspectos e influência do amor. O Sucesso Abandonado, a inibição da reação instintiva, que daria a satisfação – em outras palavras, a sublimação -, é a chave dos poderes de Hod. Mas lembramos que a sublimação não é a mesma coisa que repressão ou erradicação, e se aplica ao instinto de auto preservação assim como o instinto de reprodução.

 

O mesmo conceito reaparece no título secreto do Oito de Espadas, que é o Senhor da Força Diminuída. Temos, nestas palavras, uma clara imagem da suspensão e retenção do poder dinâmico que procuramos controlar.

 

O Oito de Ouros que representa a natureza de Hod manifesta no plano material, temos o Senhor da Prudência – que á também uma influência restritiva. Mas essas tres cartas negativas se resumem sob o governo do Oito de Paus, que representa a ação da Esfera de Hod no plano espiritual, e essa carta recebe o nome de Senhor da Rapidez.

 

Vemos, pois, que é pelas inibições e restrições dos planos inferiores que a energia dinâmica do plano superior pode ser utilizada. É na esfera de Hod que a mente racional impõe essas inibições à natureza animal dinâmica da alma, condensando-as, formulando-as e dirigindo-as por meio de sua limitação e impedindo-lhes a difusão. É essa operação da magia que trabalha com os símbolos. Por meio dela, as forças naturais livres são reprimidas e dirigidas aos fins desejados. Esse poder de direção e controle só pode ser obtido pelo sacrifício da fluidez, e Hod é, por conseguinte, justamente considerado como o reflexo de Binah através de Chesed.

 

 

 

Cores nos Mundos

 

Atizluth:  Violeta-púrpura.

Briah:       Laranja

Yetzirath: Vermelho-roxo

Assiah:     Preto-amarelado, salpicado de branco.

 

 

3º Passo  -  2ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As doze “Manifestações de Malkuth” (O Reino) ao Ain Soph (na hora cinco) no Mundo Manifesto.

 

A 2ª estação da cruz em Áquario.

 

A 2ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 7ª Hora do Relógio e o 2º Raio Cósmico.

 

A 2ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah Yesod.

 

2º Passo  -  2ª Estação

(Movimento Ziguezague)

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.

Hostes Angélicas no Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto.

 

A 2ª estação da cruz em Áquario:

 

A 2ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 7ª Hora do Relógio e o 2º Raio Cósmico.

A 2ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah em  Yesod. Aqui encontramos ao Arcanjo Gabriel, a 3ª Hierarquia das Hostes Angélicas e a 3ª Ordem, o Coro dos Anjos, os KEROUBIM   (Os Relacionados as Crianças), ao Candelabro de Nove velas e os Oito Nomes Sagrados de Deus.

 

GABRIEL (Anjos)

 

72 – MVMIH –                                     68 – ChBVIH -

71 – HYYEL –                                      67 – AIOEL -

70 – IBMIH –                                       66 – MNQEL -

69 – RAHEL –                                       65 – DMBIH -

 

1º Passo  -  2ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, A Arvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Água, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da água, Gerante HÊ e seus três signos e respectivos planetas para colocar as Cruzes de Fogo Cósmico.

 

Suporte da Água Gerante HÊ  (Movimento Triangular)

 

2º - Escorpião – Plutão - Daath - Os 4 Arcanjos:

       Miguel – Raphael – Uriel – Gabriel

Aqui deve ser exercitada a 2ª Estação da Cruz.

A Cruz de Fogo Cósmico aqui colocada será para a Estação o comando da Cruz de Fogo Verde.

 

MIGUEL  (Virtudes, Sul, Poder, Fogo, Roxo)

 

48     - MIHEL –                                        44 – YLHIH -

49     - OshLIH –                                       43 – VVLIH -

50     - ORIEL –                                         42 – MIKEL -

51     - SALIH –                                          41 – HHHEL –

 

RAPHAEL (Arcanjos, Leste, Luz, Ar, Amarelo Ouro)

 

 

64 – MChIEL –                                     60 – MTzREL –

63 – ONVEL –                                      59 –  HRChEL –

62 – IHHIH –                                       58 –  YYLEL –

61 – VMBEL –                                      57 – NMMIH –

 

URIEL ou HANIEL  (Principados, Norte, Estabilidade, Terra, Amarelo

                                  Limão/Verde Oliva/Marrom e Negro))

 

56 – PVIEL –                                         52 – OMMIH -

55 – MBHIH –                                       51 – HChShIH -

54 – NIThEL –                                       50 – DNYEL -

53 – NNAEL –                                        49 – VHVEL -

 

GABRIEL (Anjos, Oeste, Visão interna, Água, Azul)

 

72 – MVMIH –                                     68 – ChBVIH -

71 – HYYEL –                                       67 – AIOEL -

70 – IBMIH –                                       66 – MNQEL -

69 – RAHEL –                                       65 – DMBIH -

12º Passo  -  3ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto

 

 

3ª Estação da Cruz:

 

A 3ª estação da cruz é o símbolo da 1ª “queda” e o Raio Cósmico é o 3º Raio. Nessa estação deve o estudante ter em mente que ao “cair” no caminho terá que se destituir de todo conceito de “falsidade de amar” uma oposição ao 3º Raio Cósmico.

 

Terceiro Raio
Objetivo deste raio é Vitória

Chohan - Paulo, o Veneziano
Elohim - Heros e Amora
Arcanjo - Chamuel e Caridade
Dia - Segunda-feira
Cor - rosa (pink)
Chakra - do coração 12 pétalas. Ele é o chakra da transferência do poder dos chakras Alfa, de polaridade masculina, na parte superior do corpo, para os chakras Omega, de polaridade feminina na parte inferior do corpo. É o centro do amor divino
Localização - no meio do peito, na altura do coração físico.
O que polui este Chakra - desamor
Instrumento Musical Ativador - harpa
Mantra - Coração, Cabeça e Mão (os 3 primeiros decretos)
Qualidade: Vitória, Amor Divino, Abnegação, Beleza - conforto, Graça, Harmonia, Criatividade, Magnetismo espiritual, Compaixão, Unidade, Adesão, Coesão, Comunhão com a vida, Batismo do Espírito Santo.
Perversão: amor humano, vaidade, feiúra, desconforto, negligência, sensualidade, magnetismo animal, auto piedade, simpatia humana, desunião, desintegração, decadência.

 

11º Passo – 3ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto

 

3ª Estação e a 9ª Estação da Cruz:

Na 3ª estação e na 9ª estação da cruz o chacra é o do Coração do 3º Raio Cósmico. Quando visualizada no Eixo é o do Chacra Plexo Solar do 6º Raio Cósmico e é conhecido como o eixo 2 – 8 (dois - oito).

 

 

 

CHAKRA DO CORAÇÃO:

 

 

O Chakra do Coração possui 12 Pétalas. É Através deste chakra    que recebemos o poder do nosso Eu Perfeito , o Cristo Pessoal. Este é o   Chakra intermediário   entre os Chakras Superiores e os Chakras Inferiores, os Chakras Superiores  ao do coração, carregam a polaridade   Masculina  /  Alfa,   Os  Chakras  inferiores  carregam a polaridade Feminina/Omega. Este é o Chakra do centro da  figura oito, o chakra do Cristo, que é o intermediário entre o Céu e a Terra, entre o pai e o filho. No Relógio Cósmico o Chakra do Coração esta localizado nas 03 hs. , na Cruz do Poder, que é o Poder  do Pai, do Filho, da Mãe/Alma, e do Espírito Santo. A Qualidade de Deus como   Controle nas 3hs.e Realidade nas 9 hs, estão ancorados neste Chakra. Controle aqui, é o controle mental do indivíduo, as rédeas da  mente / corpo mental. Realidade aqui, é a  realidade da idéia manifestada na forma física. Este chakra é a fonte da  energia transmutadora Divina. É colocando a mão esquerda no chakra do coração e a direita sobre ou apontando, que conseguimos transferir a  energia do cristo para fazermos um trabalho especifico de cura ou até mesmo   de defesa   ao   se utilizar   a  Espada de Luz.  . Cada uma das  12 Pétalas    deste chakra, corresponde ao poder de energia e virtudes divinas necessárias  nos doze chakras, para suprir a necessidade de evolução dos quatro corpos com a chama trina em cada chakra, formando quatro vezes três, que da em doze.

 

 

 

CHAKRA DO SOLAR PLEXUS: 

 

 

O Solar Plexos/ Plexo Solar que significa Cadencia Solar/ Seqüência  Solar ou seja, Um Sol Atrás do outro. localiza-se no umbigo, tem 10 Pétalas. e é verdadeiramente o lugar do Sol, a paz do Sol e sua segurança, sua calma. Se ao invés do Sol, a cadencia for lunar, a pessoa não terá paz de espírito e viverá em um mar de ilusão. Este Chakra carrega a polaridade feminina.É através do Solar Plexos que o indivíduo capta o mundo emocional. O Plexo Solar é o poder dos   dez e   dos dez vezes   dez. As   energias que   podem   ser magnetizadas do corpo emocional de Deus e ancoradas no Plexo Solar para a cura, para a ciência,  para a abundância, estão ao seu alcance. No relógio Cósmico , o Plexo Solar esta localizado  na  Cruz da Sabedoria  e   Criatividade,  Esta Cruz é   composta de  Virgem   e Peixes / Chakra do Plexo Solar nas 2 e 8 hs.  e Gêmeos e Sagitário / Chakra da  Garganta nas 5 e 11hs. O que significa que tudo o que se fala, ouve, e cheira, pode afetar o chakra do Plexo Solar.  Por estar intimamente   ligado   ao Chakra  da Garganta  que   regula      a Otorrinolaringologia.

 

 

 

 

 

10º Passo  -  3ª Estação

 

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no Mundo Manifesto.

 

 

3ª Estação e a 9ª Estação da Cruz:

 

No eixo 2 – 8 (dois - oito) dessas estações encontramos nome de Akshobya que significa "Imutável" ou "Inabalável". A Sabedoria que reflete todas as coisas, calmamente e sem crítica, como num espelho, revelando a verdadeira natureza. A Sabedoria Semelhante ao Espelho é o antídoto dos venenos do ódio e da raiva.

 

Akshobya

O nome Akshobya significa "Imutável" ou "Inabalável". A Sabedoria que reflete todas as coisas, calmamente e sem crítica, como num espelho, revelando a verdadeira natureza. Um texto diz: "Exatamente como se vê o próprio reflexo no espelho, assim o Dharmakaya é visto no Espelho da Sabedoria." 10 A Sabedoria Semelhante ao Espelho é o antídoto dos venenos do ódio e da raiva.

Na mandala dos Cinco Budas Dhyani, Akshobya é usualmente posicionado a Leste (que é na base) mas, às vezes, é colocado no centro. Sua cor é azul. Ele governa sobre o elemento água e personifica o skandha da forma. Em alguns sistemas, ele é associado com o skandha da consciência. O trono de lótus de Akshobya é sustentado por um elefante, símbolo de firmeza e força.

Seu símbolo é o vajra, também chamado de raio com trovão ou cetro de diamante, representado nesta mandala, acima de sua cabeça, diretamente abaixo de Vairochana. O vajra denota iluminação, a indestrutível, adamantina natureza da pura consciência, ou a essência da Realidade. Em algumas tradições, o vajra significa a união do homem com o Buda; uma extremidade do vajra simboliza o reino macrocósmico do Buda e a outra extremidade o reino microcósmico do homem.

O mudra de Akshobya mostrado aqui, e produzido pela sua mão direita , é o bhumisparsha mudra, o gesto de tocar o chão. Denota o estado inabalável. Esse é o mudra que Gautama usou para chamar a Terra, quando desafiado pelo Mal, Mara, para que testemunhasse o seu direito de atingir a iluminação.

O paraíso de Akshobya é Abhirati, a Terra de Extraordinário Grande Deleite. Os budistas acreditam que qualquer um que lá renasça, não cai a um nível inferior de consciência. O bija de Akshobya é Hum e o seu mantra é: Om Akshobya Hum

 

 

 

9º Passo  - 3ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico, as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.

 

 

3ª Estação da Cruz:

A 3ª estação da cruz é o Corpo Emocional (que está sob a Hierarquia do signo de Virgem do Planeta Mercúrio). Nessa estação deve o estudante ter em mente que na “primeira queda” terá que se destituir da injustiça, frustração e ansiedade. Tendo a ajuda da Hierarquia da Hora 8. Lorde Lanto, os Senhores da Sabedoria e Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Virgem do Planeta Mercúrio. Nessa estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia de suas qualidades divinas. Justiça, Satisfação e Paciência.

 

 

8º Passo  - 3ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo Manifesto

 

 

3ª Estação e a 9ª Estação da Cruz:

 

Na 3ª estação e na 9ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra do Plexo Solar do 6º Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como o eixo 2 – 8 (dois - oito). Este eixo faz a Cruz de Fogo Púrpura com o eixo

5– 11 (cinco - onze).

 

 

7º Passo  -  3ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Água, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da água, Gerante HÊ e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte da Água Gerante HÊ

3º - Peixes – Netuno

Aqui deve ser exercitada a 3ª Estação da Cruz.

 

 

6º Passo  -  3ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.

 

Elemento Água, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da água, Gerante HÊ e seus três signos e respectivos planetas para colocar dois dos Vinte e quatro Anciões de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.

 

 

3º - Peixes – Netuno

Aqui deve ser exercitada a 3ª Estação da Cruz.

Meditar com dois dos vinte e quatro anciões desta Estação da Cruz

 

Anciões: Alndood – 31-LKB-            32-VShR-            33-YChV-

             Arinnap –  34-LHCh-          35-KVQ-             36-MND-

 

 

 

 

5º Passo  -  3ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. Os Quatro Elementos Enochianos e os 72 Nomes de Deus no Mundo Manifesto.

 

 

Suporte da Água, Gerante HÊ

3º - Peixes – Netuno – 

Aqui deve ser exercitada a 3ª Estação da Cruz.   

 

Dominações (Arcanjo: Tsadkiel)

31 – LKB –                                     34 – LHCh –

32 – VShR –                                   35 – KVQ –

Potências (Arcanjo:Kamael)            36 – MND –

33 – YChV  -

 

 

 

 

 

4º Passo  -  3ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As Sete Sephiras de Yesod (fundação) a Daath (conhecimento). Passo com os pés firmes em Malkuth (O Reino) no Mundo Manifesto.

 

Aqui nesse ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.

Iniciamos o estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino.

 

3ª Estação e a 9ª Estação da Cruz:

Na 3ª estação da cruz em Virgem (Mercúrio), na Hora 8 e na 9ª estação da cruz em Peixes (Netuno), na Hora 2  nos encontramos na Sephirah Netzach, a  Vitória.

 

N E T Z A C H

(O Sétimo Caminho)

 

Título: Netzach, Vitória.

 

Compreendemos melhor Netzach contrastando-a com Hod, a Esfera de Mercúrio, pois ambas representam, como já vimos a força e a forma  num arco inferior. Netzach representa os instintos e as emoções e Hod simboliza a mente concreta. No macrocosmo elas representam dois níveis do processo de concretização da força da forma. Em Netzach, a força ainda se move com certa liberdade, detendo-se apenas nas formas extremamente fluídicas e de movimento incessante, e em Hod ela toma pela primeira vez uma forma definida e permanente, embora de natureza extremamente tênue. Em Netzach, uma forma particular de força se manifesta, traduzida em seres que se movem para frente e para trás nos limites da manifestação, de maneira extremamente indefinida. Tais seres não tem personalidades individualizadas. Em Hod, contudo, cada unidade se individualiza, e a existência apresenta continuidade. A mente é grupal em Netzach, mas Hod inicia o processo da mente humana.

 

Estamos agora na Esfera da ilusão, e que o que é descrito em termos de formas são aparências representadas pelo intelecto para si mesmo e projetadas na luz astral como formas mentais. Tudo que é recebido pelos olhos do intelecto e pelas contemplações da fé tem sua base metafísica em Chokmah, a Sephira Suprema do topo do Pilar da Misericórdia. Mas, em Netzach, ocorre uma grande mudança em nosso modo de entender os diferentes tipos de existência atribuídos a cada Séphira. De Kether a Netzach, percebemos por meio da intuição, nossas apreensões eram informes, ou pelo menos, representadas por símbolos altamente abstratos, estes não se manifestam depois de Tiphereth, e chegamos a símbolos concretos. Como a rosa, atribuída a Vênus, para Netzach e, o caduceu, atribuído a Mercúrio, para Hod.

 

 

 

Em Tiphereth, a Inteligência Mediadora, decopõe a Luz Branca da Vida Única, tal como um prisma, de modo que ela se torna o Esplendor Refulgente de inúmeros matizes em Netzach. Aqui não temos força, mas forças, não vida, mas vidas. Muito apropriadamente o Côro Angélico atribuído a Netzach é dos Elohim, os deuses. O Um foi reduzido ao múltiplo para os fins da manifestação da forma.

 

Esses raios não são representados como a pura luz branca pela qual vemos todas as coisas em suas cores verdadeiras, mas como uma cor de diversas nuances, cada uma das quais revela e intensifica algum aspecto de manifestação especializado.

 

Toda vida ou forma de força que se manifesta em Netzach é uma manifestação parcial, mas especializada; por conseguinte, nenhum ser que tem como  esfera de evolução a esfera de Netzach poderá experimentar um desenvolvimento completo, mas será sempre uma criatura de uma idéia, de uma única função, simples e estereotipada. É o fator Netzach em nós a base de nossos instintos, cada dos quais, em sua essência não – intelectualizada, dá origem aos reflexos apropriados.

 

É muito importante para nós compreender que essas Sephiroth inferiores do plano da ilusão são densamente povoadas pelas formas mentais; e que tudo o que a imaginação humana foi capaz de conceber, embora confusamente, tem uma forma revestida de luz astral, e que tanto mais a imaginação humana se aplicar em realizá-la, mais definida essa forma se tornará. É por essa razão as gerações de videntes, quando procuram discernir a natureza espiritual e a essência íntima de qualquer forma de vida, encontrarão essas imagens, as “criações do criado”, que foram iludidos, tomando-as erroneamente pela própria essência abstrata, que não se encontra em qualquer plano que fornece imagens a visão psiquica, mas apenas aqueles que são percebidos pela intuição pura.

 

Em Netzach temos a forma mais tênue dessas coisas e elas são percebidas muito mais pela “contemplações da fé” do que pelos “olhos do intelecto”. Na esfera de Hod, executam-se todas as operações mágicas em que o próprio intelecto surge para conferir forma e permanência a essas imagens tênues e flutuantes; mas, na esfera de Netzach, tais operações não ocorrem em qualquer grau; todas as formas divinas em Netzach são reverenciadas por  meio das artes, e não concebidas por meio de filosofias. Não obstante, para todos os propósitos práticos é impossível separar as atividades de Hod de Netzach. As funções de Netzach estão implícitas em Hod porque Netzach emana Hod, e os poderes desenvolvidos pela evolução na esfera de Netzach são a base das capacidades de Hod.

 

Os contatos de Netzach não se fazem concebendo-se a vida filosofocamente,  nem por meio do psquismo ordinário criador de imagem, mas pelo “sentimento adequado”. É por meio da dança, do som e da cor que entramos em contato com os anjos de Netzach e podemos evocá-los.

 

As Tres Supremas e o primeiro par de Sephiroth manifestadas, Chesed e Geburah, representam o Eu Superior, tendo Tiphereth como ponto de contato com o Eu Inferior. As quatro Sephiroth inferiores, Netzach, Hod, Yesod e Malkuth representam o Eu Inferior, ou personalidade, a unidade de encarnação, tendo Tiphereth como ponto de contato com o Eu Superior que é às vezes chamado de Anjo da Guarda Sagrado.

 

Do ponto de vista da personalidade, Tiphereth representa a consciência superior, ciente das coisas espirituais; Netzach representa os instintos e Hod o intelecto. Yesod representa o quinto elemento o Éter, e Malkuth, os quatro elementos, que são o aspecto sutil da matéria. O intelecto humano médio só pode compreender a natureza da matéria densa, Malkuth, e do intelecto, Hod, ambos aspectos concretos da existência. Ele não pode apreciar as forças que edificam as formas, representadas por Netzach, a esfera dos instintos, e Yesod, ou duplo etéreo ou corpo sutil.

 

É por meio de Netzach, em nossa natureza, que as forças elementais tem acesso à consciência; sem Netzach, elas permanecem na esfera subconsciente de Yesod trabalhando cegamente. Todo nível de manifestação tem sua prórpria ética ou padrão que não devemos confundir os planos esperando de um o padrão do outro que não lhe é aplicável. No reino da mente, a ética é verdade; no plano astral, que é a esfera das emoções e dos instintos, a ética é a beleza.

 

Ao penetrar na região das quatro Sephiroth inferiores estamos na esfera da mente humana. Consideradas subjetivamente elas constituem a personalidade e seus poderes. O objetivo da iniciação oculta é desenvolver esses poderes e, considerados do ponto de vista superior como sempre devería ser, sob pena de degenerar da magia negra, uni-los com Tiphereth, que é o ponto focal do Eu Superior ou Individualidade.

 

Se levantarmos a ponta do Véu do Templo e revelarmos o fato de que o sexo é simplesmente uma instância especial do princípio universal da polaridade, a dedução imediata é que a polaridade e o sexo são termos sinônimos. A vida só flui através de um circuito, isolemo-la, e ela se tornará inerte. Encaremos a personalidade como uma máquina elétrica: ela precisa estar ligada à casa de força, que é Deus, ou não funcionará; mas ela precisa igualmente em contato com a Terra,  do contrário seu mecanismo não poderá ser posto em movimento. Todo ser humano precisa estar em contato com a Terra, tanto no sentido literal como metafórico. O idealista tenta induzir uma completa isolação de todos os contatos terrestres, afim de que o poder afluente não se disperse; ele não compreende que a Terra é uma grande imã. A tradição declara que a chave dos mistérios foi escrita na Tábua de Esmeralda, de Hermes, onde estavam escritas as palavras “Como em cima, tal embaixo”. Apliquemos os princípios da física a psicologia e teremos a solução do enigma.

 

 

Título conferido a Netzach: FIRMEZA.

 

 

 

Imagem Mágica:

 

Uma bela mulher nua.

 

Sendo Netzach uma Sephira positiva, a primeira vista parece estranho um aspecto feminino, uma imagem de uma bela mulher nua estar vinculada a uma Sephira masculina. É o aspecto feminino da forma equilibrando o aspecto masculino da força; indica a importância do desenvolvimento harmônico dos dois aspectos: a força e a forma.

 

Localização na Árvore

 

Na base do Pilar da Misericórdia.

 

Texto Yetzirático

 

O Sétimo Caminho chama-se inteligência oculta porque é o esplendor refulgente das virtudes intelectuais percebidas pelos olhos do intelecto e pelas contemplações da fé.

 

 

O Nome Divino

 

Jehovah Tzabaoth, Senhor das Hostes ou Deus dos Exércitos.

 

 

Arcanjo Haniel

 

O Arcanjo Haniel , a Graça de Deus, é o da sabedoria no inter-relacionamento com todas as coisas, sejam planetas, plantas, esferas ou homens. Pode ser representado como uma chama verde e dourada, com uma luz rosada sobre a cabeça.

 

Coro Angélico

 

Elohim ou deuses, os regentes da natureza.

 

Chákra Cósmico

Nogah, Vênus.

 

Entenderemos melhor a natureza de Netzach se lembrarmos que ela é a esfera de Vênus, isto significa que tratamos aqui da função da polaridade, que é muito mais do que apenas o sexo, como se concebe popularmente. É importante notar, a esse respeito, que vênus, ou, na sua forma grega, Afrodite, não é, em absoluto, uma deusa da fertilidade, mas a deusa do amor. No conceito grego de vida, o amor abrange muito mais do que o relacionamento entre os sexos. A Deusa Afrodite, regia os aspectos superiores do amor.

 

O culto de Afrodite era muito mais do que o cumprimento de uma função animal, relacionando-se, ao contrário, com a interação sutil da força vital entre dois fatores; o curioso fluxo e refluxo, o estímulo e a reação, que exerce um papel tão importante nas relações dos sexos, mas que ultrapassa, e muito, a esfera do sexo.

 

A hetera grega era uma mulher culta, a quem nenhum homem ousava fazer propostas sexuais, devido a reverência com que a função do sexo era encarada entre os gregos.

 

Nos templos de Afrodite, a arte do amor era cuidadosamente cultivada, sendo as sacerdotisas treinadas desde a infância em sua habilidade. Mas essa arte não consistia apenas em provocar a paixão, mas em satisfazê-la adequadamente em todos os níveis de consciência; não simplesmente pela gratificação das sensações físicas do corpo, mas pela troca etérea sutil de magnetismo e de polarização intelectual e espiritual. Elas procuravam suprir certas necessidades mas sutis da alma humana por meio de suas hábeis artes.

 

Não podemos compreender corretamente o sexo senão compreendermos que ele é um dos aspectos do que o esoterista chama de polaridade, e que esse é um princípio que percorre toda a criação, sendo, de fato, a base de toda manifestação. Toda a atividade da força está compreendida no princípio da polaridade, assim como toda a função da forma está compreendida no princípio do metabolismo.

 

A polaridade significa essencialmente o fluxo de força de uma esfera de alta pressão para uma esfera de baixa pressão sendo os termos alto e baixo relativos. Toda esfera de energia precisa receber o estímulo de um influxo de energia da pressão superior e enviá-lo a uma esfera de pressão inferior. A fonte de toda energia está No Grande Imanifesto, e ela segue seu caminho para baixo, de nível e nível, alterando sua forma de uma esfera a outra, até se converter, finalmente, em força “terrestre”, em Malkuth.

 

O ponto capital que devemos entender é que, na árvore microcósmica há um fluxo descendente e ascendente dos aspectos positivos e negativos de nossos níveis subjetivos de consciência, em que o espírito inspira a mente, e a mente dirige as emoções, e as emoções formam o duplo etéreo, e o duplo etéreo molda o veículo físico, que é o “fio terra do circuito”.

 

Mas um ponto que não compreendemos facilmente é que há um fluxo e refluxo entre cada corpo, ou nível de consciência, e seu aspecto correspondente no macrocosmo. Assim como há uma entrada e uma saída no nível de Malkuth por onde o corpo recebe alimento e água como nutrição e os expulsa como escreções, assim também, há uma entrada e saída entre o duplo etéreo e a luz astral, e entre o corpo astral e o lado mental da natureza, e assim por diante nos planos, sendo os fatores sutis representados pelas seis Sephirot superiores. A essência da Cabala, que é a aplicação prática da Árvore da Vida, consiste em desenvolver esses circuitos magnéticos de níveis diferentes, e assim fortalecer e reforçar a alma. Assim como o corpo físico se nutre comendo e bebendo, e se mantém saudável pela escreção adequada – processos que poderiam receber o nome de operações da esfera de Malkuth – assim é a alma do homem vitalizada pelas operações da esfera de Tiphereth, que se chama também a Esfera do Redentor, que confere saúde à alma. Sabemos como a iniciação desenvolve os poderes do psiquismo superior e permite a percepção das verdades superiores; o que não compreendemos é que, para percorrer a escala plena do desenvolvimento humano, precisamos também desenvolver nosso poder para entrar em contato com a energia natural em sua forma essencial representada pela esfera de Netzach.

 

Estamos acostumados a admitir que o espiritual e o natural são  mutuamente antagônicos e que devemos despir uma santo para vestir o outro. Não compreendemos que a matéria é espírito cristalizado, e que o espírito é matéria volatizada, e que não existe diferença substancial entre eles, assim como não existe entre a água e o gêlo, sendo ambos estágios diferente da Coisa Única como os alquimistas chamam esse é o grande segredo da alquimia, que constitue a base filosófica da doutrina secreta da transmutação.

 

Em Chokmah, portanto, temos o tremendo impulso da vida, que é a grande potência masculina do universo; em Chesed, temos a organização das forças em complexos interativos;  em Netzach, temos uma esfera em que a evolução, ascendendo de Malkuth como força organizada que anima a forma vivificada, é capaz de fazer contato mais de uma vez com a força essencial.                                                                                                                                                                                                                                                          

 

Experiência Espiritual

 

A visão da beleza triunfante.

 

Virtude: Desprendimento

 

Vício

 

Impudor, Luxúria.

 

Correspondência no Microcosmo

 

Os Rins, Os Quadris, as Pernas.

 

Símbolos

 

A lâmpada e o cinto. A rosa.

 

Observamos, de imediato, que o simbolismo contém duas idéias distintas: a idéia do poder e a idéia da beleza, o que evoca o amor que existia entre Vênus e Marte de acordo com o velho mito. Vemos que o simbolismo de Marte ou da Vitória está associado ao macrocosmo, e que o simbolismo de Vênus, o amor, ao aspecto microcosmo ou subjetivo.

 

A lâmpada: Os quatro elementos são associados as quatro Sephiroth inferiores, e o elemento fogo está associado a Netzach. A lâmpada é a arma mágica utilizada nas operações do elemento fogo. Daí a associação com Netzach.

O elemento fogo está associado a energia ignea no coração da natureza, e vincula-se ao aspecto marciano da Séphira Vênus.

 

O Cinto e a Rosa explicam-se por si mesmo, pois estão tradicionalmente associados a Vênus.

 

Cartas do Tarô

 

Os quatro Sete

 

Consideramos oportuno explicar o que representam essas cartas menores de Tarô. Elas simbolizam os diferente modos de funcionamento das diferentes forças sephiróticas nos Quadro Mundos dos Cabalistas.

 

O naipe de Paus corresponde a um nível espiritual

O naipe de Copas ao nível mental

O naipe de Espadas ao plano astral

E o naipe de Ouros ao plano físico.

 

Sete de Paus:      valor

Sete de Copas:    o sucesso ilusório

Sete de Espadas: esforço instável

Sete de Ouros:    sucesso incompleto

 

O nome cabalístico do Sete de Ouros é o Sucesso Incompleto, que devemos apenas passar em revista as vidas de Cleópata, Isolda e Heloisa para compreender que Vênus no plano físico tem por divisa “Pelo Amor, renuncio ao Mundo”.

 

O título secreto do Sete de Espadas é Esforço Instável, o qual expressa bastante bem a ação de Vênus na esfera das emoções, com sua intensidade efêmera.

 

O título secreto do Sete de Copas é o Sucesso Ilusório. Essa carta representa a operação de Vênus na esfera da mente, onde sua influência em nada contribui para tornar claras as concepções. Acreditamos no que queremos acreditar quando estamos sob a influência de Vênus.

 

Apenas na esfera do espírito, Vênus está em seu lugar adequado. Aqui, o Sete de Paus, recebe o nome de Valor, que descreve convenientemente a influência dinâmica e vitalizante exercida quando seu significado espiritual é compreendido e empregado.

 

As quatro Cartas de Tarô atribuídas a Netzach revelam de maneira muito interessante a natureza da influência venusiana quando esta atinge os planos. Elas nos ensinam uma lição muito importante, mostrando como essa força é essencialmente instável, quando não tem raízes num princípio espiritual. As formas inferiores do amor são as emoções, e nestas não nos podemos fiar; mas o amor superior é dinâmico e energizador.

 

 

Cores nos Mundos

 

Atizluth:    Âmbar 

Briah:        Esmeralda

Yetzirath:  Verde-amarelo brilhante

Assiah:      Oliva salpicado de ouro.

 

 

3º Passo  -  3ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As doze “Manifestações de Malkuth” (O Reino) ao Ain Soph (na hora cinco) no Mundo Manifesto.

 

A 3ª estação da cruz em Áquario:

 

A 3ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 8ª Hora do Relógio e o 3º Raio Cósmico.

 

A 3ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah em  Hod.

 

 

2º Passo  -  3ª Estação

(Movimento Ziguezague)

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.

Hostes Angélicas no Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto.

 

A 3ª estação da cruz em Áquario:

A 3ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 8ª Hora do Relógio e o 3º Raio Cósmico.

A 3ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah em  Hod. Aqui encontramos ao Arcanjo Raphael, a 3ª Hierarquia das Hostes Angélicas e a 2ª Ordem, o Coro dos Arcanjos, os BENI ELOHIM  (Os Filhos do Elohim), ao Candelabro de Nove velas e a Oito Nomes Sagrados de Deus. 

 

Raphael (Arcanjos)

 

57-NMMIH-                                       61-VMBEL-

58-YYLEL-                                         62-IHHIH-

59-HRChEL-                                     63-ONVEL-

60-MTzREL-                                      64-MChIEL-

 

 

 

1º Passo  -  3ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Água, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da água, Gerante HÊ e seus três signos e respectivos planetas para colocar as Cruzes de Fogo Cósmico.

 

Suporte da Água Gerante HÊ (Movimento Triangular)

 

3º - Peixes – Netuno - Chokmah - Os Querubin.

A 2ª ordem da 1ª Hierarquia das Hostes Angélicas.

Aqui deve ser exercitada a 3ª Estação da Cruz.

A Cruz de Fogo Cósmico aqui colocada será para a Estação o comando da Cruz de Fogo Púrpura.

 

9       -  HZIEL   -                                          13 – YZLEL -

10    – ALDIH   -                                          14 – MBHEL -

11    – LAVEL   -                                          15 – HRIEL -

12    – HHOIH  -                                          16 – HQMIH –

 

      (Arcanjo: Ratziel)

 

 

12º Passo  -  4ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto

 

4ª Estação da Cruz:

 

A 4ª estação da cruz é o símbolo do encontro com sua Mãe e o Raio Cósmico é o 4º Raio. Nessa estação deve o estudante ter em mente que o encontro no caminho terá que se destituir de todo conceito de “filiação carnal”, uma oposição ao 4º Raio Cósmico.

 

Quarto Raio
Objetivo deste raio é a harmonia

Chohan - Serapis Bey
Elohim - Astrea e Pureza
Arcanjo - Gabriel e Esperança
Dia - Sexta-feira
Cor - Branca
Chakra - da base ou Kundhaline, 4 pétalas. Este Chakra carrega a polaridade feminina. É o centro da harmonia
Localização - na base da coluna vertebral
O que polui este Chakra - mal uso do sexo e desarmonia
Instrumento Musical Ativador - tambor
Mantra - decreto da ascensão
Qualidade - Pureza, Perfeição, Auto disciplina, Moralidade, Esperança, Vida, Espirais positivas, Alegria, Êxtase espiritual, Unidade, Perfeição, Simetria, Geometria, Lei, Ordem, Comensurabilidade, Em cima é como em baixo, Arquitetura divina, Molde de vida.
Perversão - impureza, imperfeição, falta de auto controle, imoralidade, morte, desesperança, espirais negativas, luxuria, separatividade, sem lei, anarquia, caos, ausência de interação entre espírito e matéria, distorção dos desígnios divinos.

 

11º Passo – 4ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto

 

4ª Estação e a 10ª Estação da Cruz:

 

Na 4ª estação e na 10ª estação da cruz o chacra é o da Base do 4º Raio Cósmico. Quando visualizada no Eixo é o do Chacra Coronário do 3º Raio Cósmico e é conhecido como o eixo 3 – 9 (três - nove).

 

CHAKRA DA BASE DA ESPINHA

 

Este Chakra  é  o da Base  ou Kundhaline,   esta  localizado na  base   da  espinha,  possui  4 pétalas, que demonstram o equilíbrio da base da matéria. O triângulo no centro   mostra

a  energia  que deve ser  elevada  para  os outros  chakras.  Se  este  Chakra  não  for  bem cuidado, todos os outros sofrerão as conseqüências, pois este Chakra serve de depósito de energia para os  outros chakras.  A energia Divina desce diretamente de Deus, penetrando o Chakra da Coroa, indo diretamente para o Chakra do da base, um verdadeiro cálice  que guarda a energia que deve  ser elevada para o Chakra  do coração  que redistribui para  os outros Chakras  a energia  a ser qualificada.  Este  Chakra  carrega a  polaridade feminina, energia do Chakra da base, pode ser perdida de varias maneiras:

       

.  Através  do  escoamento  que   o corre   pelo   abuso  das  energias  sexuais.

 

.  Através  da desarmonia,  como  raiva,  ódio,   medo,   ansiedade,   tristeza, impaciência,

    irritação,  impureza,  etc.

 

Quando  perdemos  esta  energia  que  deveria  alimentar  aos outros chakras, perdemos o nosso   poder  de  qualificar  energias  como  Deuses,  ou   filhos  de  Deus.  Como  é  que podemos qualificar energias que não possuímos ?  Que    foram  perdidas ? Impossível, Temos  de  armazenar energia pura para  podermos  qualifica-la. Se queremos  ser Deuses

e ter algum poder, temos que começar por guardar esta energia pura, sagrada  e  cristalina do  Chakra  da  base,  mantendo  a  nossa  harmonia,  que    poderá  acontecer  com  Fé, Esperança e Caridade. A base de tudo esta na energia. Sem energia não há nada, devemos preserva-la para podermos construir e transformar o mundo. O problema  do  ser  humano

esta  em  querer  coisas  demais.  Assim   ele  perde  a   energia  e  não  consegue  nada.  A Qualidade  da  Consciência  de Deus  Como Pureza  e  Harmonia  esta   ancorada  neste Chakra. É com a Pureza e a Harmonia das energias da Mãe,  que  conseguimos  a  mestria sobre a terra/ matéria. Este Chakra carrega a polaridade feminina. É através da mestria do

poder do 4 Raio do Chakra da base da espinha, que  se consegue o poder   de se  estar  em vários os lugares do Planeta Terra ao mesmo tempo, simultaneamente.

Obtendo o poder sobre  o tempo e  o espaço.  A  Energia  Sagrada  e  pura   deste  Chakra deve-se também a sua cor Branca, É com a energia pura e cristalina do Chakra da base da Espinha, que a Magia, que significa movimentação da energia, acontece. Este Chakra é a Base da força do Corpo Emocional. É com esta energia que se Faz a magia negra.

O instrumento que ativa este  Chakra da base é  o  tambor, a  má utilização do  tambor  ou bateria com ritmos de baixa vibração causa o escoamento das energias.

Os Africanos, fazem do  Samba, Jazz,  Vodu,  ou  mesmo o  Rock dos  Americanos,  uma maneira de se tirar  a  energia  deste  Chakra,  através  do  escoamento  desta  energia  em danças Sensuais.

Ao dançar  em  uma  serie  de  agachamentos  a companhado  de  uma  batida  de  tambor específica, a energia é empurrada para baixo em um espiral negativo.

No Vodu existem rituais onde chegam a  colocar  uma  jarra  em  baixo da    pessoa,  para receber a energia do  Chakra  da  base  da  espinha,  energia  pura  e  por  isto  fácil  de  se qualificar para ser oferecida em rituais satânicos. A Energia do 4º Raio, o Branco, é a base  de  todas as  cores  dos outros  raios, o  que significa  que   se  obtivermos  o  branco obteremos o poder de qualificar a Energia em qualquer  outro  raio.  Esta  é  a  Verdadeira Magia. No Relógio Cósmico este Chakra  corresponde as 06hs. e  é o único  que do  outro lado do relógio, nas 12hs. tem como correspondente outro Chakra, o Chakra da Coroa ou Cabeça. É a verdadeira interação entre o Eu Pai e o Eu da Alma/ o ser  humano. Juntamente  com  o Signo de Câncer, Esta situado   na Cruz do Poder. E  está qualificado com a Harmonia de Deus, que é a base do Poder de Deus. A cruz do Poder é composta de Câncer/ Chakra da base, nas 06hs, de Capricórnio/ Chakra da Coroa, nas 12hs. e Aries e Libra nas 03 e 09hs. que tem o Chakra do coração, como foco de energia.

 

CHAKRA DO CORAÇÃO:

 

O Chakra do Coração possui 12 Pétalas. É Através deste chakra    que recebemos o poder do nosso Eu Perfeito , o Cristo Pessoal. Este é o   Chakra intermediário   entre os Chakras Superiores e os Chakras Inferiores, os Chakras Superiores      ao do coração, carregam a polaridade   Masculina  /  Alfa,   Os  Chakras    inferiores    carregam       a    polaridade Feminina / Omega. Este é o Chakra do centro da     figura oito, o chakra do Cristo, que é o intermediário entre o Céu e a Terra, entre o pai e o filho. No Relógio Cósmico o Chakra do Coração esta localizado nas 03 hs. , na Cruz do Poder, que é o Poder  do Pai, do Filho, da Mãe / Alma,  e  do Espírito Santo. A Qualidade de   Deus como   Controle nas 3hs.  e Realidade nas 9 hs, estão ancorados neste Chakra. Controle aqui, é o controle mental do indivíduo, as rédeas da    mente / corpo mental. Realidade aqui,   é a  realidade da idéia manifestada na forma física. Este chakra é a fonte da    energia transmutadora Divina. É colocando a mão esquerda no chakra do coração e a direita sobre ou apontando, que conseguimos transferir a  energia do cristo para fazermos um trabalho especifico de cura ou até mesmo   de defesa   ao   se utilizar   a  Espada de Luz.  Cada uma das  12 Pétalas  deste chakra, corresponde ao poder de energia e virtudes divinas necessárias nos doze chakras, para suprir a necessidade de evolução dos quatro corpos com a chama trina em cada chakra, formando quatro vezes três, que da em doze.

 

10º Passo  -  4ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no Mundo Manifesto.

 

4ª Estação e a 10ª Estação da Cruz:

 

No eixo 3 – 9 (três - nove) dessas estações encontramos o nome Ratnasambhava que significa "A Jóia Nascida Una" ou "Origem das Jóias. Ratnasambhava transmuta o veneno do orgulho (espiritual, intelectual e humano) em Sabedoria da Equanimidade.

 

Ratnasambhava

O nome Ratnasambhava significa "A Jóia Nascida Una" ou "Origem das Jóias". As Três Jóias são o Buda, o Dharma e a Sangha.

O Buda é o Iluminado, o Guru, o centro da roda da Lei. O Dharma é o Ensinamento, ou a Lei. A Sangha é a Comunidade.

Ratnasambhava transmuta o veneno do orgulho (espiritual, intelectual e humano) em Sabedoria da Equanimidade. Os Budistas tibetanos ensinam que, com a Sabedoria da Equanimidade, todas as coisas são vistas com imparcialidade divina, reconhecendo-se a igualdade divina em todos os seres e vendo-se todos os seres e o Buda como tendo a mesma natureza - a condição de que precisamos, diz Tucci, "para estimular a nossa ascensão espiritual e para adquirir confiança para realizar, em nós, o estado de Buda."11

Ratnasambhava é o Buda Dhyani do Sul. Sua cor é amarela, a cor do Sol em seu zênite. Ratnasambhava governa sobre o elemento terra e corporifica o skandha do sentimento ou da sensação.

 

Às vezes, ele é mostrado segurando seu símbolo, o ratna (jóia) ou chintamani (jóia da realização de desejos, que concede todos os desejos). O chintamani é um símbolo da mente libertada. O ratna é freqüentemente representado numa forma trina como o triratna, significando a união do Buda, Dharma e Sangha. Na mandala, o triratna é posicionada entre Ratnasambhava e Vairochana.

O animal que sustenta o trono de Ratnasambhava é o cavalo, denotando ímpeto e libertação. O mudra de Ratnasambhava, formado aqui pela sua mão direita, é o varada mudra. É um gesto de dar, ou de caridade, que o retrata oferecendo compaixão e proteção a seus discípulos. Seu bija é Tram e seu mantra é: Om Ratnasambhava Tram.

 

 

9º Passo  - 4ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico, as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.

 

4ª Estação da Cruz:

 

A 4ª estação da cruz é o Corpo Físico (que está sob a Hierarquia do signo de Libra do Planeta Vênus). Nessa estação deve o estudante ter em mente que no “encontro com a Mãe” terá que se destituir da desonestidade, intriga, infidelidade e traição. Tendo a ajuda da Hierarquia da Hora 9. O Ser Poderoso Vitória, os Senhores da Individualidade e Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Libra do Planeta Vênus. Nessa estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia de suas qualidades divinas. Honestidade, Confiança, Fidelidade e Organização.

 

 

 

8º Passo  - 4ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo Manifesto

 

4ª Estação e a 10ª Estação da Cruz:

 

Na 4ª estação e na 10ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra Coronário do 3º Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como o eixo 3 – 9 (três – nove). Este eixo faz a Cruz de Fogo Rosa com o eixo 12 – 6 (doze - seis).

 

 

 

7º Passo  -  4ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Ar, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte do Ar, Gerado VÔ e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte do Ar Gerado VÔ

1º - Libra – Vênus

Aqui deve ser exercitada a 4ª Estação da Cruz.

 

 

 

6º Passo  -  4ª Estação

 

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.

 

 

Elemento Ar, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte do Ar, Gerado VÔ e seus três signos e respectivos planetas.

 

 

Suporte do Ar Gerado VÔ

1º - Libra – Vênus

Aqui deve ser exercitada a 4ª Estação da Cruz.

Meditar com dois dos vinte e quatro anciões desta Estação da Cruz

 

 

Anciões:  SAIINOU:   37–ANI-           38-ChOM-        39-RHO-                                                                

               SOAIZNT:  40-YYZ-           41-HHH-          42-MIK-

 

 

 

 

5º Passo  -  4ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. Os Quatro Elementos Enochianos e os 72 Nomes de Deus no Mundo Manifesto.

 

Suporte do Ar Gerado VÔ

1º - Libra – Vênus

Aqui deve ser exercitada a 4ª Estação da Cruz.

 

37–ANI-                 38-ChOM-               39-RHO-                                                                

40-YYZ-                  41-HHH-                42-MIK-

 

 

4º Passo  -  4ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As Sete Sephiras de Yesod (fundação) a Daath (conhecimento). Passo com os pés firmes em Malkuth (O Reino) no Mundo Manifesto.

 

Aqui nesse ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.

Iniciamos o estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino.

 

4ª Estação e a 10ª Estação da Cruz:

Na 4ª estação da cruz em Libra (Vênus), na Hora 9 e na 10ª estação da cruz em Áries (Marte), na Hora 3 nos encontramos na Sephirah Tifereth, a  Beleza.

 

 

T I P H E R E T H

(O Sexto Caminho)

 

 

As Dez Sephiroth Sagradas, quando dispostas na Árvore da Vida em seu padrão tradicional, enquadram-se em tres divisões horizontais principais, assim como nas tres divisões verticais dos pilares. A mais alta dessas divisões horizontais consiste nas tres Supremas, que, para todos os propósitos práticos, estão além da esfera de nossa compreensão. Postulamo-las como princípios fundamentais que devem existir para que as manifestações subsequentes possam ser explicadas. Elas representam o Ser Puro e os princípios opostos da atividade e da passividade, e o nome de Tiângulo Supremo cai-lhes muito bem.

 

O Triângulo funcional que vem a seguir na Árvore consiste em Chesed, Geburah e Tiphereth. Essas esferas representam osprincípios ativos do anabolismo, do catabolismo e do equilíbrio, e podemos aplicar-lhes apropriadamente o nome de Triângulo Abstrato.

Considerando em detalhes as seis Sephiroth superiores, observamos que os tres Princípios Supremos foram a base de manifestação, e que os tres Princípios Abstratos dão expressão à manifestação. As tres Esferas Superiores são latentes e as  tres inferiores são potentes. Se compreendermos esse ponto, descobriremos que dispomos de um sistema para explicar a infinita diversidade da manifestação dos planos da forma, reduzindo-a aos seus princípios primários, o que torna as relações entre elas e o modo de sua interação e desenvolvimento claramente compreensíveis – resultado totalmente diverso daquele que obteremos se tentarmos reduzir todas as coisas em termos de força, em vez de resolvê-las nestes mesmos termos.

 

A unidade funcional mais baixa sobre a árvore consiste não de um triângulo, mas de um quadrado, e esse quadrado, foi afetado pela queda, erguendo-se a cabeça de Leviatã das profundezas do abismo, num ponto entre Yesod e Tiphereth. Não lhe é permitido ir além e por isso as seis Sephiroth superiores conservaram a sua inocência. As quatro Sephiroth inferiores pertencem aos planos da forma, em que a força não se move livremente, mas está encerrada, confinada, contida, sendo libertada apenas por obra da destruição.

 

Tiphereth, como já se observou, é o centro do equilíbrio da árvore. O equilíbrio dá origem a estabilidade e a estabilidade, a coesão. De agora em diante, na rota descendente da vida através do caminho da involução, encontramos o princípio da coesão que exerce um papel progressivamente predominante até que em Malkuth se encontra o apogeu.

 

Os princípios ativos Triângulo Absoluto sofrem uma subdivisão e uma especialização no curso da descida da vida através de Netzach, e em Yesod atingem um grau considerável de exteriotipia, por meio da qual se determinam as formas de Malkuth. Assim que Malkuth – o plano da forma pura – atinge o desenvolvimento, a corrente evolutiva começa a voltar-se para o espírito, libertando-se da prisão da forma, embora retendo as capacidades adquiridas pela experiência da disciplina da forma.

 

São numerosos, portanto, os princípios abstratos da função da vida que se revestem de forma devido a influência da experiência de suas manifestações exteriores no Reino da Forma. A influência da queda se irradiou até elas, e elas perderam sua inocência.

 

Essas considerações dão-nos a chave da natureza quaternária dos planos da forma, e permitem-nos trilhar o Caminho do Meio, entre a credulidade e o ceticismo, nesta esfera da ilusão, como a chamaram um tanto severamente.

 

A grande maré da vida evolutiva, proveniente de uma emanação de Tiphereth parte-se na Séphira Netzach, como num prisma, em diversos raios de manifestação; daí provém a descrição desta Sephira “Como o Esplendor Refulgente”. Em Hod, essas forças multifárias revestem-se de forma; e, em Yesod, elas agem como moldes etéreos para as emanações finais de Malkuth.

 

A manifestação em Malkuth completa o arco expansivo da involução, e a vida retorna sobre si mesma para seguir um curso paralelo num arco de retorno da evolução. A inteligência humana se desenvolve, e começa a meditar nas causas e discernir os deuses. Os deuses são criações do criado. Nascem da adoração daqueles que o invocam. Não são os deuses que fazem o trabalho da criação, mas sim as grandes forças naturais, cada uma agindo de acordo com a sua natureza. Os deuses são emanações das almas grupais das raças, e não emanações de Eheieh, o Um, o Eterno.

 

 

Título:  Tiphereth, Beleza.

 

Há tres importantes chaves para a natureza de Tiphereth. Em primeiro lugar, ela é o centro do equilíbrio de toda a árvore, estando no meio do Pilar Central; em segundo lugar, é Kether no arco inferior e Yesod num arco superior; em terceiro lugar, é o ponto de transmutação entre os planos da força e os da forma. Do ponto de vista de Kether, ela é uma criança; do ponto de vista de Malkuth, é um rei; e, do ponto de vista da transmutação de força, é um deus sacrificado.

 

Macroscomicamente do ponto de vista de Kether Tiphereth é o ponto de equilíbrio de Chesed e Geburah; microcosmicamente, ou seja, do ponto de vista da psicologia transcendental, é o ponto em que os tipos de consciência característicos de Kether e Yesod são concentrados num foco. Hod e Netzach encontram igualmente sua síntese em Tiphereth.

 

As seis Sephiroth de que Tiphereth é o centro, são as vezes chamadas de Adão Cadmo, o homem arquétipo; de fato, Tiphereth não pode ser corretamente compreendida senão como o ponto central destas seis Sephiras, que ela governa como uma rei em seu domínio. São essas seis que, para todos os propósitos práticos constituem o reino arquétipico que repousa atrás do reino da forma de Malkuth e domina e determina completamente a passividade da matéria.

 

As tres sephiroth inferiores agrupadas em torno de Tiphereth: Netzach, Hod e Yesod. Netzach relaciona-se com as forças da natureza e com os contatos elementais; Hod, com a magia cerimonial e com o conhecimento oculto; e Yesod, com o psiquismo e o duplo etéreo. Tiphereth, assistida por Geburah e Gedulah, representa a vidência, ou o psiquismo superior da individualidade. As quatro Sephiroth sob Tiphereth representam a personalidade ou o eu inferior; as quatro Sephirot acima de Tiphereth, são a individualidade, ou o eu superior, Kether é a centelha divida, ou o núcleo da manifestação.

 

Tiphereth jamais deve ser encarada como um fator isolado e sim como um vínculo, um ponto focal, um centro de transição ou transmutação. O Pilar Central relaciona-se sempre com a consciência. Os dois Pilares Laterais, com os diferente modos de operação da força nos diferentes níveis.

 

Em Tiphereth, encontramos os ideais arquetípicos concentrados num foco e transmutados em idéias arquetípicas. Ela é, na verdade, o Lugar de Encarnação. Por essa razão, chama-se a Criança. E porque a encarnação do ideal de Deus também implica a desencarnação sacrifical, atribuem-se a Tiphereth os Mistérios da crucificação.

Em Thiphereth, Deus se manifesta na forma e habita entre nós, isto é, penetra no âmbito da consciência humana. Tiphereth, o Filho,  mostra-nos Kether, o Pai. Para que a forma possa estabilizar-se, as forças que a compõem devem estar equilibradas. Por conseguinte, a idéia do Mediador, ou Redentor, é inerente a esta Séphira. Quando a divindade, seu próprio eu se manifesta na forma, essa forma precisa estar perfeitamente equilibrada. Poder-se-ía corretamente inverter a proposição e dizer-se que, quando as forças que edificam uma forma estão perfeitamente equilibradas, a divindade, seu próprio eu, se manifesta nesta forma de acordo com o seu tipo. Deus manifesta-se entre nós quando as condições permitem a manifestação. Vindo a manifestação nos planos da forma, no aspecto de criança de Tiphereth, o Deus encarnado chega à maturidade e torna-se o Redentor. Tendo obtido a encarnação por meio da matéria num estado virginal, isto é, Maria, Marah, O Mar, A Grande Mãe, Binah, a Suprema, distinta da Mãe Inferior, Malkuth, a Manifestação de Deus em desenvolvimento procura-se para sempre reter O Reino de suas Sephiroth centrais num estado de equilíbrio. Quando se apresenta na árvore o Hieróglifo da Queda, é interessante notar que as cabeças da grande serpente que provém do caos chegam até Daath, e não a ultrapassam.

 

O Redentor, portanto, manifesta-se em Tiphereth e faz um esforço incessante para redimir o seu Reino, unindo-o às esferas supremas através do abismo aberto pela queda, que separou as Sephiroth inferiores das superiores e procurando equilibrar as diversas formas do reino sêxtuplo. Para este fim, sacrificam-se os deuses encarnados, morrendo pelo povo, afim de que a tremenda força emocional liberada por esse ato possa compensar as forças desequilibradas do reino, e assim, redimi-lo ou equilibrá-lo. As forças arqétipicas estão encerradas em formas, e só podemos nos aproximar delas do ponto de vista de seu efeito sobre a consciência; nosso modo de aproximação deve-se fazer por meio da experiência direta dos sentidos, embora esses sentidos não pertençam apenas ao plano físico, mas funcionam tanto em Tiphereth como em Yesod cada um de acordo com o tipo que lhe corresponde. Devemos manter nosso vínculo com o transcendental através de Tiphereth; podemos fazê-lo expressando o simbolismo de Tiphereth nos termos da experiência mística. Todas as experiências místicas do tipo em que a visão termina numa luz cegante são atribuídas a Tiphereth, pois a dissolução da forma no influxo opressivo da forma caracteriza o mundo transitório da consciência da esfera da árvore. As visões que mantém claramente a forma definida são características de Yesod. Em Tiphereth, reunem-se e recebem interpretações as operações da magia natural de Netzach e a magia hermética de Hod. Ambas essas operações realizam-se em termos de forma, embora a forma predomine na operação de Hod num grau maior do que as de Netzach. Todas as visões astrais de Yesod devem ser traduzidas em termos de metafísicas através das experiências místicas de Tiphereth.

 

Kether é matafísica; Yesod é psíquica. E Tiphereth é essencialmente mística, compreendendo-se o termo “místico” como um modo de operação mental em que a consciência cessa de trabalhar nas representações subconscientes simbólicas, ganhando conhecimento por meio de relações emocionais.

 

 

A iluminação consiste na introdução da mente num modo de consciência mais elevado do que aquele que é edificado a partir da expeirência sensorial. Na iluminação, a mente muda de amrgem, por assim dizer. Mas, a não ser que o novo modo de consciência seja vinculado ao anterior e traduzido em termos de pensamento finito, esse modo manifesta-se como um raio de luz que cega por seu brilho. Não vemos por meio do raio de luz que brilha sobre nós, mas por meio do reflexo desse raio, que se projeta sobre os objetos de nossa própria dimensão. A não ser que nossas mentes possuam idéias que não possam ser iluminadas por esse modo superior de consciência, elas serão simplesmente esmagadas e, após essa experiência cegante como um modo superior de consciência, a escuridão será muito mais intensa para os nossos olhos, do que era antes. Na verdade, não mudamos exatamente de marcha, mas deixamos o mecanismo de nossa mente como que desembreado. Esse é, de modo geral, o significado da iluminação. Por mais breve que seja o relâmpago, ele é suficiente para convencer-nos da realidade da existência suprafísica, mas não para  ensinar-nos algo a respeito de sua natureza.

 

A importância do estágio de Tipereth na experiência mística reside no fato de que a encarnação da criança ocorre aqui; a experiência mística engendra gradualmente um corpo de imagens que se iluminam e se tornam visíveis quando ocorrem as iluminações.

 

O aspecto da criança de Tiphereth é também um aspecto muito importante para nós no trabalho prático dos mistérios relativos à iluminação. Pois devemos aceitar o fato de que a Criança–Cristo não nasceu, como Minerva, da cabeça de Deus Pai, mas começa como uma pequena coisa, deitada humildemente entre animais. Os primeiros raios da experiência mística devem ser obrigatoriamente muito limitados, pois não tivemos tempo para construir, graças à experiência, um corpo de imagens e de idéias que possam representá-las. Precisamos de muito tempo para reunir essas imagens e idéias às experiências transcendentais, acrescentando sua cota e a subsequente meditação racional que as organiza.

 

O método da árvore revela toda sua utilidade, permitindo ao transcendental expressar-se em termos de simbolismo, e que o simbolismo se expressa em termos de metafísica unindo assim o psiquismo  com o espiritual por meio do intelecto, e iluminando os tres aspectos de nossa consciência ternária. É em Tiphereth que essa tradução se faz, pois é nessa Sephira que se reúnem as experiências místicas da consciência direta que iluminam os símbolos psíquícos.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                    

 

O Pilar Central da Árvore é essencialmente o Pilar da Consciência, assim como, os dois Pilares laterais são os Pilares dos poderes ativos e passivos. Quando considerada microcosmicamente, ou seja, do ponto de vista da psicologia, Kether, a Centelha Divina em torno da qual se organiza o ser individualizado, deve ser encarada antes como o núcleo da consciência do que como a própria consciência. Daath, a Sephira invisível, é também o Pilar Central, embora, falando estritamente ela pertença sempre a um plano diferente daquele em que a Árvore está sendo considerada. Se considerarmos a Árvore microcosmicamente, Daath seria o ponto de contato com o macrocosmo.

É só com Tiphereth que alcançamos a consciência claramente definida e individualizada.

 

Tiphereth é o ápice funcional da Segunda Tríade da Árvore, cujos dois ângulos básicos  consistem em Geburah e Gedulah (Chesed). Essa segunda Tríade, emanando da primeira Tríade das Tres Supremas, forma a individualidade evolutiva, a alma espiritual. É ela que perdura e se repete através da evolução, é dela que emanam as sucessivas personalidades, as unidades da encarnação, e é nela que a essência ativa da experiência se absorve ao final de cada encarnação, quando a unidade encarnada volta ao pé e ao éter. É essa segunda Tríade que forma a sobrealma, o Eu Superior, o Santo Anjo da Guarda, o Primeiro Iniciador.

 

Ofuscada e dirigida pela Segunda Tríade, a Terceira Tríade organiza-se através da experiência da encarnação, com Malkuth como seu veículo físico. A consciência cerebral pertence a Malkuth, e é a única que dispomos enquanto estamos aprisionados em Malkuth. Mas as portas de Malkuth não estão rigorosamente fechadas nos dias de hoje, e são muitos aqueles que podem enxergar através dos estalidos da fantasmagolia do plano astral, experimentando a consciência psiquica de Yesod. Quando essa esfera é alcançada o caminho se abre para o psiquismo superior – a verdadeira vidência é caracterísitca da conscência de Tiphereth. A caracteristica desse modo superir de operação mental não consiste em vozes nem visão, mas é consciência pura; é uma intensificação da consciência, e essa atividade da mente provém um poder peculiar de compreensão e penetração que partilha da natureza da intuição super desenvolvida. A consciência superior nunca é psiquica, mas intuitiva e não contém nenhuma imagética sensorial. É que ele está ao nível da consciência superior.

 

Há uma certa concentração e exaltação emocional que possibilita as fases superiores de consciência, e sem a qual é impossível atingi-la. As imagens do plano astral se transformam numa emoção com a intensidade do fogo ardente e quando toda a escória da natureza se transforma em chamas, a fumaça se clareia, e somos deixados como o fogo branco da consciência pura. Pela própria natureza da mente humana, que tem o cérebro como seu instrumento, esse fogo branco não pode durar por muito tempo; mas no breve espaço de sua duração, o temperamente sofre mudanças, e a própria mente recebe novos conceitos e experimenta uma expansão que nunca se retrai por completo. A tremenda exaltação da experiência desaparece, somos deixados com uma permanente expansão da personalidade, com uma capacidade intensificada para a vida em geral é um poder de compreensão das realidades espirituais que nunca seriam nossas senão nos balançassemos forçosamente por sobre o grande abismo da consciência no momento do êxtase. Ninguém parece compreender que o êxtase é um relâmpogo de magnésio da consciência e que, se fosse prolongado queimaria o cérebro e o sistema nervoso. Mas embora ele não possa ser prolongado e não se pense em prolongá-lo, graças a ele atravessamos o centro morto da consciência e despertamos para uma vida superior.

 

 

 

Imagem Mágica:

 

Um rei majestoso. Uma criança. Um deus sacrificado.

 

Do ponto de vista de Kether, Tiphereth é uma Criança.

Do ponto de vista de Malkuth, Tiphereth é um Rei

E do ponto de vista da transmutação de força, Tipheret é um deus sacrificado.

 

Tiphereth, sendo a primeira coagulação das Supremas, é adequadamente representada como a criança recém-nascida na mangedora em Belém; como Deus sacrificado, ela se torna mediador entre Deus e o homem; e, quando ressuscita dos mortos Ele o faz como um rei em seu reino. Tiphereth é a criança de Kether e o rei de Malkuth, e em sua própria esfera ele é o sacrificado.

 

Não compreenderemos corretamente Tiphereth senão tivermos algum conceito do sentido real do sacrifício, que é muito diferente do sentido popular que o concebe como a perda voluntária de algo querido. O sacrifício é a tradução da força de uma forma a outra. Não existe uma destruição total da força; por mais que ela desapareça de nosso alcance, ela se mantém em alguma outra forma, de acordo com a grande lei natural da conservação da energia, que é a lei que mantém nosso universo em existência. A energia pode ser encarada na forma, tornando-se por conseguinte, estática; ou pode ser libertada dessa prisão da forma e posta em circulação. Quando fazemos um sacrifício de qualquer espécie, tomamos uma forma estática de energia e, quebramos a forma que a aprisiona, colocamo-la em livre circulçaão no Cosmo. O que sacrificamos numa forma retorna novamente, no devido tempo, sobre outra forma.

 

 

Localização na Árvore

 

No centro do Pilar do Equilíbrio.

 

Texto Yetzirático

 

O Sexto Caminho chama-se Inteligência Mediadora, pois nele se multiplicam os influxos das emanações, fluindo essas influências para todos os reservatórios das bênçãos com que se unem.

 

Títulos conferidos a Tiphereth: Zoar Anpin, o Rosto Menor, Melekh, o Rei, Adão, O Filho, O Homem.

 

É curioso que duas experiências espirituais distintas, e, à  primeira vista, sem razão recíproca sejam atribuídas a Thiphereth; ela é de fato, a única esfera da árvore em que isso ocorre. É também a única a que se atribue diversas imagens mágicas; devemos perguntar por conseguinte, porque é essa esfera central que tem esses múltiplos aspectos. A resposta encontra-se no texto yetzirático que lhe corresponde, o qual declara: “o Sexto Caminho chama-se a Inteligência Mediadora”. O Mediador é essencialmente um elo unificador, um intermediário, consequentemente Tiphereth em sua posição central deve ser encarada como um comutator de duas fases, e devemos cnsiderá-la ao mesmo tempo como receptora dos influxos das emanações” e como causa das influências que fluem para todos os reservatórios das bençãos. Podemos assim considerá-la como a manifestação exterior das Cinco Sephirot mais sutis, e também como princípio espiritual que subjaz as quatro Sephiroth mais densas. Se a considerarmos do lado da forma, ela é forma; se a considerarmos do lado da força, é forma. Ela é, de fato a Sephira arquétipica em que os grandes princípios revelados pelas Cinco Sephiroth Superiores são formuladores em conceitos. Neles se multiplicam os influxos das encarnações.

 

 

 

O Nome Divino

 

Tetragrammaton Aloah Va Daath.

 

O Nome Divino da Esfera é Aloah Va Daath, que associa estreitamente com a Sephira invisível e se encontra entre ela e Kether. Essa Sephira como já obsrvamos, explica-se antes como apreensão – a alvorada da consciência; e podemos interpretar a frase “Tetragrammaton Aloah Va Daath” como “Deus manifesto na esfera da mente”. No microcosmo, Tiphereth representa o psiquismo superior, o modo de consciência da idividualidade, o eu superior. Ela é essencialmente a esfera do miticismo religioso, que se distingue da magia e do psiquismo de Yesod; lembremos que as Sephirot do Pilar Central da Árvore representam poderes e modos de funcionamento. Tipherreth é também a Esfera dos Grandes Mestres; é o templo edificado por mãos não-humanas, eternonos céus, e a Grande Loja Branca. É aqui que o adepto iniciado opera quando está na consciência superior; é aqui que ele entra em contato com os Mestres, e é por meio do Nome e por uma compreensão do significado do Nome de Aloah Va Daath que ele se abre a essa consciência superior.

 

É por essa razão que se atribui uma experiência espiritual definida a cada Sephirah; e, enquanto o aspirante não tiver a experiência correspondente, ele não será um iniciado dessa Sephirah, e nãp poderá utilizar os seus Nomes de Poder, mesmo que os conheça. Não basta conhecer um Nome de Poder; é preciso também saber como vibrá-lo. Acredita-se geralmente que a vibração de um Nome de Poder é a nota justapela qual o cantamos; mas a vibração mágica é algo muito mais que isso. Quando experimentamos uma profunda emoção e, ao mesmo tempo, somos devocionalmente exaltados, a voz desce muitos tons abaixo de seu normal e torna-se ressoante e vibrante; é esse tremor de emoção, combinado com a ressonância e a devoção, que constitui a vibração de um Nome, e essa experiência não pode ser aprendida ou ensinada, devendo antes ser espontânea. É como o vento que sopra onde lhe apraz. Quando ele ocorre, somos sacudidosdos pés à cabeça com uma onde de calor, e todos os que o ouvem prestam-lhe atenção involuntariamente. É uma experiência extraordinária ouvir uma Palavra de Poder vibrada. É uma experiência ainda mais extraordinária vibrá-la.

 

 

 

Arcanjo Miguel

 

É o que dá proteção contra as hostes negativas; quando alguém se encontra frente a frente com o perigo deve invocá-lo. Pode ser visualizado como uma grande coluna brilhando com todas as suas cores, bem como, um poderoso Anjo alado, com uma espada dominando o Dragão ou uma Serpente sob os seus pés e atravessando-a com uma espádua, e tendo em mãos um para de balanças, símbolo do equilíbro; a serpente pisoteada pelo grande Arcanjo é força primitiva, a serpente fálica dos freudianos; a moderação aplicada a força primitiva, a impede de ultrapassar os seus limites. É o Despertador das Forças da Obscuridade.

 

 

Coro Angélico

 

Malachim, mensageiros.

 

O Coro Angélico de Tiphereth são os Malcahim, ou Reis. São os princípios espirituais das forças naturais – e ninguém pode controlar, ou mesmo fazer um contato seguro com os princípios elementais, a não ser que experimente a iniciação de Tiphereth, que é a de um adepto menor. É preciso que sejamos aceitos pelos Reis Elementais, ou seja, é preciso que compreendamos a natureza espiritual das forças naturais antes de podermos manipulá-las em sua forma elemental. Agitamos e estimulamos essas emoções em nossas naturezas, devemos fazê-lo para que possamos utilizá-las como servos do Eu Superior, dirigido pela razão e por princípios espirituais. É necessário, por conseguinte, que quando operamos as forças elementais, façamos por meio dos reis, sob o governo do Arcanjo e pela invocação do Santo Nome de Deus apoiados a esfera.

 

Chákra Cósmico

 

Shenesh, o Sol.

 

O síbolo do Sol no reino mineral é o ouro, puro e precioso. O ouro é a única substância da Terra, que é incorruptível e imaculado.

 

O Sol é para nós o doador de vida e a fonte de todo ser; é o único símbolo adequado de Deus Pai, que pode apropriadamente ser chamado de Sol atrás do Sol, sendo Tiphereth, na verdade, o reflexo imediato de Kether. É por meio da mediação do Sol que a vida se originou na Terra, e é por meio da consciência thipherética que entramos em contato com as fontes da vitalidade e as assimilamos, tanto consciente como inconscientemente.

 

Kether, o Epaço, a fonte de toda existência, reflete-se em Tipherteh, que age como um transformador e distribuidor da energia espiritual primordial. Recebemos essa energia diretamente por meio da luz solar.

 

É em Tiphereth que encontramos as idéias arquetípicas que formam a estrutura invisível de toda  criação manifesta que formula e expressa os princípios primários emanados das Sephiroth mais sutis. Ela é, por assim dizer, um tesouro de imagens num arco superior; mas, ao passo que o plano astral é povoado por imagens refletidas das formas, as imagens da esfera de Tiphereth são aquelas que se formulam e, por assim dizer, se cristalizam a partir das emanações espirituais das potências superiores. Tiphereth é o mediador entre o micro e o macrocosmo; “Como em cima, tal é embaixo”, essa é a linha mestra da Séphira de  Shemesh, na qual o Sol que está atrás do Sol se concentra na manifestação.

 

 

 

Experiência Espiritual

 

 

Visão da harmonia das coisas. Mistérios da Crucificação.

 

O significado da palavra hebraica Thiphereth é beleza; e das muitas definições de beleza que foram propostas, a mais satisfatória é a que faz a beleza constituir uma relação de proporções harmoniosas, qualquer que seja a coisa bela, moral ou material.

 

É curioso que as duas experiências espirituais distintas e, a primeira vista, sem relação recíproca, sejam atraibuídas a Tiphereth; ela é, de fato, a única esfera da árvore em que isso ocorro. É também a única a que se atribuem diversas imagens mágicas; e por que tem esses múltiplos aspectos? A resposta encontra-se no Texto Yetzirático que lhe corresponde: “O Sexto Caminho  chama-se Inteligência Mediadora”. O Mediador é essencialmente um elo unificador, um intermediário; consequentemente, Tiphereth, em sua posição central, deve ser encarada como um comutador de duas fases, e devemos considerá-la ao mesmo tempo como receptora dos “influxo das emanações” e como causa das influências que fluem “para todos os reservatórios das bençãos”. Podemos assim considerá-la como a manifestação exterior das cinco Sephiroth mais sutis, e também como o princípio espiritual que subjaz às quatro Sephiroth mais densa. Se a considerarmos do lado da forma, ela é a força; se a considerarmos do lado da força, é forma. Ela é, de fato, a Séphira arquetípica em que os grandes princípios representados pelas cinco Sephiroth inferiores são formulados em conceito. “nele se multiplicam os influxos das emanações”, como declara Sepher Yetzirah.

Na visão da harmonia das coisas, percebemos mais profundamente o lado espiritual da natureza, em outras palavras, encontramos os reis angélicos, os Malachim. Por meio dessa experiência, compreendemos que o natural é apenas o aspecto denso do espiritual, o “Manto Exterior do Ocultamento”, que cobre o “Manto Interno da Glória”. É por meio dessa visão da harmonia das coisas que nos unimos à natureza, não por meio dos contatos elementais. Os contatos naturais se fazem por meio dos reis angélicos dos elementos na esfera de Tiphereth – em outras palavras, por meio da compreesão dos princípios espirituais que subjazem às coisas naturais -, e o iniciado encontra, assim, os seres elementais em nome de seu rei governante. Ele desce aos reinos elementais, vindo de cima, por assim dizer, trazendo consigo a sua humanidade; é, portanto, um iniciador para os elementais. Mas, se o iniciado os encontra no nível deles, ele abre mão de sua humanidade e retorna a uma fase primitiva de evolução. A força elemental, não limitada e não mantida em xeque pelas limitações de um cérebro animal, converte-se numa força desequilibradora quando flui através dos vários canais de um intelecto humano, e o resultado é o caos, que é um dos reinos das Qliphoth.

 

Os Mistérios da Crucificação são no macro e no microcósmicos. Em seu aspecto macrocósmico, encontramo-los nos mitos dos grandes redentores da humanidade, que nascem de um Deus e de uma mãe virginal, enfatizando, assim, a natureza dual de Tiphereth em que forma e força estão reunidas. Mas não esqueçamos seu aspecto microcósmico, enquanto experiência de consciência mística. É por meio da compreensão dos Mistérios da Crucificação, que diz respeito ao poder mágico do sacrifício, que somos capazes de transcender as limitações da consciência cerebral, limitada à sensação e condicionada à forma e adentrar a consciência mais ampla do psiquismo superior. Tornamo-nos, assim, capazes de transcender a forma e, por conseguinte, realizar a força latente, transformando-a de estática em cinética e tornando-a disponível para a Grande Obra, que é regeneração.  

 

É por essa razão que se atribui uma experiência espiritual definida em cada Séphira; e, enquanto o aspirante não tiver a experiência correspondente, ele não será um iniciado desta Séphira, e não poderá utilizar os seus Nome de Poder, mesmo que os conheça. Não basta conhecer um Nome de Poder, é preciso também saber como vibrá-lo. Acredita-se geralmente que a vibração de um Nome de Poder é a nota justa pela qual o cantamos; mas a vibração mágica é algo muito mais que isso. Quando experimentamos uma profunda emoção e, ao mesmo tempo, somos devocionalmente exaltados, a vós desce muitos tons abaixo de seu normal e torna-se ressoante e vibrante; é esse tremos de emoção combinado com a ressonância e a devoção, que constitui a vibração de um nome, e essa experiência não pode ser aprendida ou ensinada, devendo antes ser expontânea. É como o vento que sopra onde lhe apraz. Quando ele ocorre, somos sacudidos dos pés à cabeça como uma onda de calor, e todos os que o ouvem prestam-lhe atenção involuntariamente. É uma experiência extraordinária ouvir uma Palavra de Poder vibrada. É uma experiência ainda mais extraordinária, vibrá-la.

 

 

Virtude

 

Devoção a Grande Obra.

 

Devoção é o amor por algo que é superior a nós, por algo que evoca nosso idealismo; por algo que, embora não possamos igualar, não obstante nos faz desejar ser como ele; “Contemplando como num espelho a Glória do Senhor,  eles se transformam na imagem da Glória”. Quando  um  conteúdo emocional mais forte é infundido na devoção, tornando-se adoração, ele nos transporta por sobre o grande abismo existente entre o tangível e o intangível, e nos permite apreender coisas que os olhos não vêem nem os ouvidos ouvem. É essa devoção, que se eleva à adoração, na Grande Obra, que nos inicia nos Mistérios da Crucificação.

 

Vício

 

Orgulho.

 

O orgulho tem suas raízes no egoísmo e, na medida em que estamos centrados em nós mesmos, não podemos nos unir com as coisas do mundo. No verdadeiro desprendimento do caminho, a alma supera seus limites e penetra a esfera das coisas por meio da simpatia ilimitada e do amor perfeito; mas no orgulho a alma tenta estender seus limites até possui tudo que estiver ao seu alcance, e é uma experiência muito diferente possuir uma coisa para com ela se unir, desejando que ela nos possua igualmente em perfeita reciprocidade. Esse arranjo unilateral é o vício do adepto.

 

Correspondência no Microcosmo

 

O Peito.

 

 Encontramos na anatomia do homem divino a interpretação do sentido da organização e da evolução; de fato, o universo material consiste literalmente nos órgão e membros desse homem divino; e é através de uma compreensão da alma de Adão Cadmo, formado pelos “influxos das emanações”, que podemos interpretar-lhe a anatomia em termos de função, que é o único meio no qual a anatomia pode ser apreciada inteligentemente. Na psicologia transcendental que é a anatomia do microcosmo, o peito é a correspondência atribuída a Tiphereth. No peito estão os pulmões e o coração; imediatamente abaixo desses órgãos, intimamente relacionados com eles e controlando-os, está a maior rede de nervos do corpo, conhecida como plexo solar.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                               

 

Símbolos

 

O lámen. A Rosa-cruz. A cruz do calvário. A pirâmide truncada, o cubo.

 

O lámen é o símbolo que o adepto ostenta sobre o peito para indicar uma determinada força. Um adepto opera na esfera de Shemesh, por exemplo,  utilizará sobre o peito uma imagem do sol resplandecente. Um lámen é a arma mágica de Tiphereth; uma arma mágica é um objeto adequado, como veículo, para a força de um tipo particular.

 

Tiphereth associa-se tradicionalmente com o peito tanto em virtude da rede de nervos que se chama plexo solar como pela sua posição quando a árvore é edificada na aura. A jóia peitoral do adepto é o foco da força tipherética, qualquer que seja a operação realizada. A força real, operando em sua própria esfera, é representada pela arma mágica que se lohe atribui. Por exemplo, o adepto que realiza uma operação do elemento água, teria como arma mágica a taça, e executuria todos os signos sobre a taça, nela concentrando a força obtida pela invocação. Mas, sobre o seu peito estaria o sêlo do elemento água, representando o fator espiritual da operação e o Arcanjo que governa esse reino particular. Se o adepto não compreende o siginificado do seu lámen, que é diferente do de sua arma mágica, ele não será um adepto, e sim um mago.

 

A Cruz do Calvário é a cruz do sacrifício, e sua cor verdadeira é o preto. A haste deve ser tres vezes mais comprida do que os braços. A meditação sobre essa cruz conduz à iniciação por meio do sofrimento, do sacrifício e da         auto-abnegação. O círculo sobre a cruz é um símbolo inciático, especialmente quando a cruz se apresenta sobre tres pés, como deveria ser neste caso. O círculo indica a vida eterna e também a sabedoria. Uma cruz do calvário com o círculo superposto indica a inciação pelo caminho da cruz, e os tres pés são os tres graus de iluminação. É essa cruz que recebe o nome de Rosa-cruz. O objeto de fantasia em que figuram sarças não é um símbolo iniciático. A rosa associada à cruz no simbolismo ocidental é a Rosa Mundi, e é uma chave para a interpretação das forças naturais. Sobre suas pétalas estão gravados os trinta e dois sinais das forças naturais; esses sinais correspondem às vinte e duas letras do alfabeto hebraico e às Dez Sephiroth Sagradas; estas, por sua vez, são atribuídas aos trinta e dois caminhos da Árvore da Vida, e essa é a chave para a compreensão da Rosa Mundi. Os curiosos desenhos que constituem os selos dos espíritos elementais são feitos desenhando-se continuamente as letras de seus nomes sobre a rosa.

 

O Cubo é comumente atribuído a Tiphereth por constituir uma figura exaédrica, e seis é o número de Tiphereth. O cubo é a forma mais simples do sólido e, como tal, é o símbolo apropriado de Tiphereth, em cuja esfera se encontra o primeiro prenúncio da forma. O símbolo de Malkuth é o cubo duplo, que simboliza o axioma “como em cima tal é embaixo”.

 

A Pirâmide simboliza o homem perfeito, solidamente apoiado na Terra e esforçando-se por unir-se com os céus; a pirâmide truncada simboliza o adepto inciado ou Adeptus Minor, que atravessou o Véu, mas ainda não completou os seus graus. Essa pirâmide de cujo seis lados correspondem as Seis Sephiroth centrais que formam Adão Cadmo, ou o homem arquetípico, é completada pela adição das Tres Supremas, que culminam na unidade de Kether. 

 

 

Cartas do Tarô

 

Os quatro seis

 

 

Os seis do baralho do Tarô são atribuídos também a Tiphereth, e nestas cartas, a natureza harmoniosa e equilibrada desta esfera se revela claramente.

 

 

Seis de Paus:       É o Senhor da Vitória   

Seis de Copas:     É o Senhor da Alegria

Seis de Espadas:  É o Senhor do Sucesso merecido (mesmo o naipe maléfico de

                          espadas transforma-se em hamonia nesta eesfera, ou seja, o

                          sucesso obtido após a batalha.

Seis de Ouros:     Sucesso material (em outras palavras, o poder em equilíbrio)

 

 

 

Cores nos Mundos

 

Atizluth:    Rosa-claro

Briah:       Amarelo

Yetzirath:  Rosa-salmão intenso

Assiah:     Âmbar-dourado 

 

 

 

3º Passo  -  4ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As doze “Manifestações de Malkuth” (O Reino) ao Ain Soph (na hora cinco) no Mundo Manifesto.

 

A 4ª  estação da cruz em Áquario:

 

A 4ª  estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 9ª Hora do Relógio e o 4º Raio Cósmico.

 

A 4ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah em   Netzach.

 

2º Passo  -  4ª Estação

(Movimento Ziguezague)

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.

Hostes Angélicas no Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto.

 

A 4ª  estação da cruz em Áquario:

 

A 4ª  estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 9ª Hora do Relógio e o 4º Raio Cósmico.

 

A 4ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah em  Netzach. Aqui encontramos ao Arcanjo Haniel, a 3ª Hierarquia das Hostes Angélicas e a 1ª Ordem, o Coro dos Principados, os ELOHIM-MALKHI (Os Mensageiros), ao Candelabro de Nove velas e a Oito Nomes Sagrados de Deus.

 

 HANIEL(Arcanjo)

49 - VHVEL–                                      53 – NNAEL -

50 – DNYEL-                                      54 – NIThEL -

     51 – HChShIH-                                  55 – MBHIH -

     52 – OMMIH-                                     56 – PVIEL -

 

1º Passo  -  4ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Ar, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte do Ar, Gerado VÔ e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte do Ar Gerado VÔ (Movimento Triangular)

 

1º - Libra – Vênus - Netzach - Os Principados. A 1ª ordem da 3ª Hierarquia das Hostes Angélicas.

Aqui deve ser exercitada a 4ª Estação da Cruz.

A Cruz de Fogo Cósmico aqui colocada será para a Estação o comando da Cruz de Fogo Rosa.

 

49 - VHVEL –                                       53 – NNAEL -

50 – DNYEL -                                       54 – NIThEL -

     51 – HChShIH -                                   55 – MBHIH -

     52 – OMMIH -                                      56 – PVIEL -

     HANIEL(Arcanjo)

 

 

12º Passo  -  5ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto

 

 5ª Estação da Cruz:

A 5ª estação da cruz é o símbolo do encontro com o “Outro” e o Raio Cósmico é o 5º Raio. Nessa estação deve o estudante ter em mente que o encontro com o “Outro”  no caminho terá que se destituir de todo conceito de “todas as formas doenças físicas carnais, isto é seus desequilíbrios”, uma oposição ao 5º Raio Cósmico. Porque a ajuda recebida do outro é a de tomar consciência do peso que carrega e que está refletido no peso da cruz carregada e isso vai depender da tua visão.

 

Quinto Raio
Objetivo deste raio é a alegria

Chohan - Hilarion
Elohim - Cyclopea e Virgínia
Arcanjo - Rafael e Mãe Maria
Dia - Quarta-feira
Cor - Verde Esmeralda
Chakra - do Terceiro olho, 96 pétalas. Este Chakra carrega a polaridade masculina. É o centro da visão
Localização - no centro da testa.
O que polui este Chakra - olhar os erros
Instrumento Musical Ativador - piano
Mantra - Abundância
Qualidade - Alegria, Verdade, Abundância, Ciência, Método, Vida, Saúde, Cura, Unidade, Rejuvenescimento, Regeneração, Precipitação direta ou indireta do Espírito para a matéria.
Perversão - erro, insuficiência, falta, morte, doença, ausência de virtudes e de coisas espirituais, necessidades

 

11º Passo – 5ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto

 

5ª Estação e a 11ª Estação da Cruz:

Na 5ª estação e na 11ª estação da cruz o chacra é o da 3ª Visão do 5º Raio Cósmico. Quando visualizada no Eixo é o do Chacra do 5º Raio Cósmico e é conhecido como o eixo 4 – 10 (quatro - dez).

 

CHAKRA DA 3º VISÃO:

 

Este Chakra possui 96 Pétalas e é através dele que conseguimos  ver o que esta no plano etérico ou o que desejamos que esteja. É a matriz   na  Criatividade pensada pelo indivíduo e impressa no mundo etérico pelo fogo sagrado do chakra qualificado com o poder divino do fogo de Deus.  É a partir das imagens emitidas de nossa mente através do chakra da   3ª Visão que os anjos terão o molde para qualificar as nossas energias e cumprir com a nossa vontade. Este Chakra carrega a polaridade masculina. É através da má utilização  deste chakra que os magos negros hipnotizam e oprimem suas vitimas. O poder destes magos do mal, é tão grande que dificilmente uma pessoa comum poderia escapar de seu controle sem o apoio e a proteção direta dos seres etéricos. No Relógio Cósmico, o Chakra  da  Terceira  Visão esta localizado    na   Cruz do Amor / Caridade. Esta Cruz  é composta de Touro e Escorpião / Chakra da 3ª Visão nas 04 e 10 hs.  e Aquário e Leão / Chakra da Alma nas 01 e 07 hs. É a Alma do indivíduo visualizando na mente. Eu penso logo, existo. Nós somos o que pensamos, e a nossa energia esta aonde olhamos. Casos como o de  jovens que posam nua para revistas pornográficas ou que mostrem o nu, estão com graves problemas, por que isto ativa a energia e vontade sexual  dos que compram estas revistas, que acabam por se masturbar olhando  para estas revistas   ou lembrando  das   imagens,   o que causa  uma  forte influencia externa na vida destas pessoas, atrapalhando suas vidas das        mais variadas maneiras, e principalmente levando-os a receber as imagens         de depravação sexual enviada por outras pessoas. O mal olhado existe e é real.

 

 

 

10º Passo  -  5ª Estação

 

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no Mundo Manifesto.

 

 

5ª Estação e a 11ª Estação da Cruz:

No eixo 4 – 10 (quatro - dez) dessas estações encontramos o nome Amitabha que significa "Luz Infinita". A Sabedoria Discriminativa de Amitabha conquista o veneno das paixões - todos os desejos intensos, a avareza, a cobiça e a luxúria. Com esta sabedoria, o discípulo percebe todos os seres separadamente; todavia, sabe que cada ser é uma expressão individual do Um.

 

Amitabha

O nome Amitabha significa "Luz Infinita". A Sabedoria Discriminativa de Amitabha conquista o veneno das paixões - todos os desejos intensos, a avareza, a cobiça e a luxúria. Com esta sabedoria, o discípulo percebe todos os seres separadamente; todavia, sabe que cada ser é uma expressão individual do Um.

Na mandala dos Budas Dhyani, Amitabha é posicionado a Oeste. Sua cor é rosa (vermelha), a cor do pôr-do-sol. Ele governa sobre o elemento fogo e personifica o skandha da percepção. Portanto, o olho e a faculdade de ver são associados a Amitabha. O pavão, com "olhos" nas plumas, em seu trono-sustentador. O pavão simboliza a graça.

O símbolo de Amitabha é o padma, ou lótus, colocado entre ele e Vairochana, nessa mandala. No Budismo, o lótus pode simbolizar muitas coisas, incluindo o desenvolvimento espiritual, pureza, a verdadeira natureza dos seres realizada através da iluminação e a compaixão, a forma purificada de paixão.

Devotos aspiram renascer no Paraíso Oeste de Amitabha, conhecido como Sukhavati, onde as condições são ideais para se atingir a iluminação. Seu mudra é o mudra dhyana (meditação). Seu bija é Hrih e seu mantra é: Om Amitabha Hrih.

Alguns consideram Amitabha sinônimo de Amitayus, o Buda da Vida Infinita. Outros honram Amitayus como uma forma de Amitabha ou um Buda em separado. Amitayus é, usualmente, retratado segurando um vaso do elixir da vida imortal. Conforme mostrado na estátua , uma pequena árvore Ashoka freqüentemente germina da tampa de seu vaso, representando a união do espiritual com o material.

 

 

 

9º Passo  - 5ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico, as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.

 

5ª Estação da Cruz:

A 5ª estação da cruz é o Corpo Físico (que está sob a Hierarquia do signo de Escorpião do Planeta Plutão). Nessa estação deve o estudante ter em mente que na “ajuda do outro” terá que se destituir do egoísmo, idolatria e egocentrismo. Tendo a ajuda da Hierarquia da Hora 10. O Poderoso Cyclopea, os Senhores da Forma e Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Escorpião do Planeta Plutão. Nessa estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia de suas qualidades divinas. Visão Divina, Felicidade e Abastança.

 

 

 

8º Passo  - 5ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo Manifesto

 

5ª Estação e a 11ª Estação da Cruz:

Na 5ª estação e na 11ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra da 3ª Visão do 5º Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como o eixo 4– 10 (quatro - dez). Este eixo faz a Cruz de Fogo Verde com o eixo 1 – 7 (hum - sete).

 

 

7º Passo  -  5ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Ar, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte do Ar, Gerado VÔ e seus três signos e respectivos planetas.

2º - Aquário – Urano

Aqui deve ser exercitada a 5ª Estação da Cruz.

 

 

 

 

 

6º Passo  -  5ª Estação

 

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.

 

Elemento Ar, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte do Ar, Gerado VÔ e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte do Ar Gerado VÔ

 

2º - Aquário – Urano

Aqui deve ser exercitada a 5ª Estação da Cruz.

Meditar com dois dos vinte e quatro anciões desta Estação da Cruz

 

 

Anciões: Lsrahpm –   43-VVL-          44-YLH-              45- SAL-

              Slgaiol    -    46-ORI-          47-OshL-            48-MIH-

 

 

 

5º Passo  -  5ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. Os Quatro Elementos Enochianos e os 72 Nomes de Deus no Mundo Manifesto.

 

Suporte do Ar Gerado VÔ

 

 

2º - Aquário – Urano

Aqui deve ser exercitada a 5ª Estação da Cruz.

 

43-VVL-          44-YLH-              45- SAL-

46-ORI-          47-OshL-             48-MIH-

 

 

 

 

4º Passo  -  5ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As Sete Sephiras de Yesod (fundação) a Daath (conhecimento). Passo com os pés firmes em Malkuth (O Reino) no Mundo Manifesto.

 

Aqui nesse ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.

Iniciamos o estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino.

 

 

5ª Estação e a 11ª Estação da Cruz:

Na 5ª estação da cruz em Escorpião (Plutão), na Hora 10 e na 11ª estação da cruz em Touro (Vênus), na Hora 4 nos encontramos na Sephirah Geburah, a Severidade.

 

 

G E B U R A H

(O Quinto Caminho)

 

 

Título: Geburah, Força, Severidade.

 

Se a doutrina cabalística não afirmasse explicitamente que todas as Dez Sephiroth são sagradas, muitos estariam inclinados a considerar Geburah como o aspecto maléfico da Árvore da Vida; mas sim o rei em seu carro em marcha para a guerra, cujo poderoso braço direito protege o seu povo com a espada da legalidade e assegura que a justiça será feita. Chesed, o rei sentado em seu trono, o pai de seu povo em tempos de paz, pode conquistar nosso amor; mas é Geburah, o rei em seu carro a caminho da guerra que merece o nosso respeito. Jamais se fez suficiente justiça ao papel exercido pelo sentimento de respeito na emoção do amor. É Geburah que fornece o elemento de temor, “de medo do Senhor”, que é o início da Sabedoria, e de um respeito saudável, geral que nos ajuda a enfrentar o Caminho difício e estreito e evoca a nossa melhor natureza, porque sabemos que nossos “pecados” serão postos à luz.

 

Geburah ocupa a posição central do Pilar da Severidade; representa, por conseguinte, o aspecto catabólico ou destrutivo da força. No ensinamento mais profundo e mais filosófico dos mistérios, reconhecemos que o bem e o mal não são coisas em si, mas estados. O mal é simplesmente uma força que não está sem lugar; se deslocada do tempo, fora de sua época, está tão longe de sua meta que se torna inútil. Deslocada no espaço, se se manifesta no lugar errado, como, por exemplo, uma brasa no tapete da lareira. Se deslocada, quanto às proporções, um excesso de amor, nos torna tolos e sentimentais; já uma falta de amor nos torna cruéis e destrutivos. É em tais coisas que reside o mal, não num demônio pessoal que age como um adversário.

 

Geburah, o Dstruidor, o Senhor do Medo e da Severidade, é, portanto, tão necessário ao equlíbrio da Árvore como Chesed, o Senhor do Amor, e Netzach, a Senhora da Beleza. Geburah é o Cirurgião Celestial; é o cavaleiro de armadura brilhante, um matador de dragões, belo como um noivo, em sua força.

 

As iniciações dos maléficos, Saturno, Marte e a enganosa Yesod Lunar, são tão necessárias a evolução e ao desenvolvimento equilibrado da alma como o são os Mistérios da Crucificação atribuídos a Tiphereth. Geburah é o sacerdote sacrificiaisl dos Mistérios. O sacrifício não significa oferecer algo que nos é caro porque um Deus ciumento não suporta interesses rivais em seus devotos e se regogiza com o nosso sofrimento. Significa a escolha deliberada e vigilante de um bem maior, de preferência a um bem menor, assim como o atleta prefere a fadiga do exercício a facilidade da preguiça que o põe for de condições. O sacrifício é realmente a transmutação da força; a energia latente no carvão oferecida no altar sacrificial da fornalha, é transmutada na energia dinâmica do vapor por meio da maquinária apropriada. Quantas quedas não poderíamos evitar se esse Cirugião elestial pudesse executar o corte limpo que tem a chance de curar, evitando assim o compromisso fatal e a irresolução doentia, que é como uma ferida aberta e ameaçada de gangrena.

 

Onde quer que haja algo que tenha sobrevivido à sua utilidade, Geburah deve brandir a sua faca de poder; onde quer que haja egoísmo, este deve ser transpassado pela ponta da lança de Geburah; onde quer que exista violência contra a fraqueza ou o uso impiedoso da força, é a espada de Geburah, não o orbe de Chesed, que é o neutralizador mais eficaz; onde quer que haja preguiça e desonestidade, o flagelo sagrado de Geburah é necessário.

 

Se observarmos a vida, constataremos que o ritmo, não a establidade, é o princípio vital. Na vida dos individuos no desenvolvimento de qualquer transação, no tom de qualquer mente grupal disciplinada ou altamente organizada, vemos a constante alternança das influências de Geburah e Gedulah num balanço ritmico de um lado a outro. Todo aquele que é responsável pelo disciplinamento de um grupo organizado sabe conhecer a constante necessidade de apertar e afrouxar as rédeas. Sabendo que as fases se seucedem na laternança ritmica, não toma qualquer fase muito seriamente, nem pensa que está vivendo no fim do mundo ou do milênio. A vida seguirá seu curso, iniciando um corretivo valioso e necessário, e concluindo pelos extremos; mas, desde que haja visão suficiente entre os iluminados de uma raça as pessoas não perecerão, pois o próprio fato de chegar-se aos extremos indica o fim da inclinação, e o pêndulo reverterá normalmente o seu movimento e começará a voltar em direção da estabilidade. É apenas quando o povo perde completamente a visão que o pêndulo se desequllibra e se autodestrói.

 

Precisamos tanto do realismo de Geburah para equilibrar o idealismo de Gedulah, quanto precisamos da justiça para temperar a misericórdia. Geburah é o elemento dinâmico da vida que incita a vencer os obstáculos. O caráter a que faltam os aspectos marcianos nunca fará nada na vida. Quando aprendermos a beijar a vara e compreendermos o valor das experiências construtivas, receberemos a primeira das iniciações de Geburah; e, quando aprendermos a perder nossas vidas afim de salvá-las, teremos a segunda. Há um tipo de coragem que não teme a dissolução, pois ela sabe que todos os princípios espirituais são indestrutíveis e, na medida em que os arquétipos persistem, tudo pode ser reconstruído. Geburah só é destrutivo para aquilo que é temporal; é o cervo daquilo que é eterno, pois quando, por meio da atividade ácida de Geburah, tudo que é impermanente desaparece, as realidades eternas e incopóreas brilharão em toda a sua glória, deixando ver todos os seus detalhes.

 

Geburah e Gedulah precisam trabalhar juntas; jamais uma sem a outra. Devemos adorar o Deus das Batalhas assim como o Deus do Amor, para que o elemento combativo no universo renda homenagens ao Senhor Único, ao Eu Sou Aquele que É. Não se deve maldizer a espada como um instrumento do demônio, mas abençoá-la e consagrá-la para que jamais possa ser empunhada numa causa injusta. Jamais deveremos pô-la de lado devido a um pacifismo impraticável, mas brandi-la no serviço de modo que, emitda ordem para que não se sofra mais a coisa má. 

 

 

Título conferido a Geburah: Din (Justiça); Pachad (medo).

 

 

Imagem Mágica:

 

Um poderoso guerreiro em seu carro.

 

A imagem Mágica de um guerreiro poderoso em seu carro, coroado e armado, indica a natureza dinâmica da força de Geburah.

 

Localização na Árvore

 

No Centro do Pilar da Severidade.

 

Texto Yetzirático

 

O Quinto Caminho chama-se Inteligência Radical, porque se assemelha à Unidade, unindo-se a Binah. Entendimento, que emana das profundidades primordiais de Chokmah, Sabedoria.

 

A unidade é apenas um dos títulos atribuídos a Kether; por conseguinte, podemos dizer que Geburah é correlata de Kether num arco inferior. Há várias Sephiroth que são assim referidas na Sepher Yetzirah, e essas referências são muito importantes quando se procura penetrar-lhes a natureza. Afirma-se que Chokmah é o Esplendor da Unidade e seu igual, e que as raízes de Binah estão em Amém, que é também um título de Kether.

 

Geburah é uma Sephira altamente dinâmica, e sua energia, transbordando no mundo da forma e vitalizando, estabele uma analogia estreita com a força transbordante de Kether, que é a base de toda manifestação. Geburah se une a Binah, o Entendimento. Quando lembramos que, na astrologia, Saturno, o chakra cósmico de Binah, e Marte, o chakra cósmico de Geburah, chamam-se os maléficos Maior e Menor, vemos que deve haver mais do que uma relação superficial entre os dois.

 

Binah é a causa da morte porque é o dador de forma à força primordial, tornando-a, estática; Geburah chama-se Destruidor porque a ignea força de Marte quebra as formas e as destrói. Vemos assim, que Binah está eternamente ocupada em encerrar a força da forma, e Geburah em quebrar e destruir perpetuamente todas as formas com a sua energia desagregadora.

 

Mas devemos perceber igualmente que é apenas quando a influência protetora e preservativa de Chesed está ausente que as influências destrutivas de Geburah são capazes de operar sobre as formas edificadas por Binah, pois o Caminho das Emanações entre Binah e Geburah passa por Chesed. Geburarh é o corretivo essencial de Binah, sem o qual Binah prenderia toda criação na rigidez. Binah, por sua vez, emana das profundezas primordiais de Chokmah, a Sabedoria. Vemos assim que existe um aspecto dinâmico mesmo em Binah. Nenhuma Sephira confina-se exclusivamente a um único tipo de força, pois cada Sephira emana de uma Esfera do tipo oposto de polaridade, e por sua vez emana uma Sephira de polaridade oposta. O que realmente temos no Relâmpago Brilhante são fases sucessivas no desenvolvimento de uma única força; e, como estas emanam sucessivamente, não se superpondo umas às outras, elas permanecem como planos de manifestação e tipos de organização. Essas fases de planos sucessivos de manifestação podem ser comparados às sucessivas fases de um rio. Este começa como uma corrente montanhosa; depois, torna-se um plácido ribeiro entre os prados; e, finalmente, o grande caminho de água entre as docas por onde passam os navios. Os diferentes trechos do rio permanecem constantes; o tipo de água em cada uma é constante; claro e brilhante nos trechos superiores, cheia de aluviões entre os ribeiros dos prados, suja e enegrecida abaixo das docas. Mas ao mesmo tempo, a água em si não é constante, pois ela não fica estagnada em qualquer ponto, estando em comunicação ininterrupta; as águas “emanam” uma das outras, para utilizar a linguagem da Kabala. Mas a água transforma sua natureza enquanto progride, pois algo se acrescenta a ela pelas experências por que passa; solo de aluvião dos ribeiros dos prados; a sugeira da cidade nas docas. Da mesma maneira a emanação primordial de Kether modifica-se em cada trecho Sephirotico do rio cósmico; os trechos, ou esferas sephiroticas, permanecem constantes; as emanações fluem, sofrendo modificações em cada esfera.

 

 

 

 

O Nome Divino

 

Elohim, Gebor.

 

 

 

Arcanjo

 

Khamael. A mão direita de Deus, o Vingador; é o protetor dos que se sentem sem justiça. O Arcanjo brilhante, aparece como um ovóide brilhando na luz púrpura.

 

Coro Angélico

 

Seraphim, Serpentes de Fogo e as Potestades denominadas “Anjos Negros”.

 

Chákra Cósmico

 

Madim, Marte.

 

Sempre representa o aspecto destrutivo punitivo do mal sem haver sentença, revelando o que a pessoa é e o castigo se apresenta imediatamente, sem possibilidade de erro. É justamente através desse aspecto, que se pode realizar a compreensão. Com respeito ao crime, o poder de Geburah se manifesta atuando sobre a consciência do deliquente, fazendo voltar ao lugar do delito, impulsionando-lhe a delatar-se de várias maneiras, de modo que a justiça o alcance. A despeito de seu aspecto de violência, espada na mão, Marte nem sempre deve ser visto dessa maneira. Quando invocamos essas forças elas descem como broca na madeira. Ocorrente bloqueios, dificuldades, elas se manifestam em forma de descontroles físicos, inclusive a morte. O poder marciano, quando se manifesta, atua sempre de acordo com o que deve ser feito haja o que houver, sem considerar as consequências; é dinâmico e ativo; é uma grande força, um poder do universo, que pode ser rápido, violento e ativo, assim como, passivo, lento, a largo passo, até que a normalidade e a ordem seja restabelecidos. 

 

Experiência Espiritual

 

 

A experiência espiritual evocada pela iniciação de Geburah é a Visão do Poder. É apenas quando um homem a recebe que se torna um Adeptus Major. A manipulação correta do poder é um dos maiores testes que podem ser impostos a qualquer ser humano. Até esse ponto de seu progresso nos graus, o iniciado aprende as lições da disciplina, controle e estabilidade; ele adquire, de fato, o que Nietzsche chama de moralidade do escrvao – uma disciplina muito necessária para a natureza humana impenitente, tão orgulhosa de seu próprio conceito. Com o grau de Adeptus Major, ele deve adquirir virtudes de super homem, e aprender a utilizar o poder em vez de submeter-se a ele.

 

 

Virtude:

 

A Energia e a Coragem, que são as virtudes de Marte, quando se tornam  excessivas, transformam-se em vícios.

 

Vício

 

Crueldade e  destruição.

 

Correspondência no Microcosmo

 

 

O braço direito.

 

Símbolos

 

O Pentágono. A Rosa de Tudor de Cinco Pétalas. A espada. A lança. O açoite. A corrente.

 

A Saturno o mais antigo dos planetas, o primeiro a desenvolvr-se no tempo evolutivo, atribui-se a figura bidimensional mais simples, o triângulo. A estabilidade equilibrada de Chesed tem a figura de quatro lados, o quadrado.é, a Terceira Sephira planetária, Marte atribui-se uma figura de cinco lados, e o cinco é considerado no sistema cabalístico como o número de Marte.

 

O Pentágono a figura de cinco lados, é símbolo de Marte

A Rosa Tudor de Cinco Pétalas, que é outro símbolo de Marte , requer maia explicações, mas , lembrar-mos a íntima associação entre Marte e Vênus na mitolgia é que a rosa é a flor de Vênus. As linhas de força que cruzam a Árvore vão de Geburah-Marte a Netzach – Vênus, através de Tiphereth, o lugar do Redentor, o centro do equilíbrio da mesma maneira que Chesed   e Hod se vinculam como se indica claramente o texto yetzirático, que diz que Hod tem sua raiz nos locais ocultos de Gedulah a Quarta Séphira compreendendo a íntima realação entre os pares diagonais que formam os quadrantes do quadrado cetral da Árvore, entendemos o relacionamento indicado pela forma da rosa com suas cinco pétalas.

 

Cartas do Tarô

 

Os quatro Cincos

 

 

Cinco de Paus:        A luta.     

Cinco de Copas:      Perda no prazer.

Cinco de Espadas:   derrota.

Cinco de Ouros:      conflito terrestre.

 

Os quatro cincos do baralho do Tarô são cartas maléficas, cada uma de acordo com o seu tipo. De fato, todo naipe de espadas que está sob o governo de Marte representa a litigiosidade pois seus melhores aspectos são “descanso da luta” e “sucesso após a batalha” e, quando uma carta de espadas é associada a uma Sephira cujo chakra cósmicos é um dos maléficos, o resultado é desastroso, e descobrimos os senhores da derrota e da ruína desse naipe.

 

Cores nos Mundos

 

Atizluth:     Laranja.  

Briah:        Vermelho-escarlate.

Yetzirath:   Escarlate-brilhante.

Assiah:      Vermelho, salpicado de negro.

 

3º Passo  -  5ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As doze “Manifestações de Malkuth” (O Reino) ao Ain Soph (na hora cinco) no Mundo Manifesto.

 

A 5ª estação da cruz em Áquario:

 

A 5ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 10ª Hora do Relógio e o 5º Raio Cósmico.

 

A 5ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah em   Tifereth;

 

2º Passo  -  5ª Estação

(Movimento Ziguezague)

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.

Hostes Angélicas no Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto.

 

A 5ª estação da cruz em Áquario:

 

A 5ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 10ª Hora do Relógio e o 5º Raio Cósmico.

 

A 5ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah Tifereth. Aqui encontramos ao Arcanjo Michael, a 2ª Hierarquia das Hostes Angélicas e a 3ª Ordem, o Coro das Virtudes, os MALACHIM (Os ENVIADOS), ao Candelabro de Nove velas e a Oito Nomes Sagrados de Deus. 

 

Arcanjo Miguel:

41-HHHEL -                          45-SALIH-

42-MIKEL-                            46-ORIEL-

43-VVLIH-                             47-OShLIH-

44-YLH-IH                             48-MIH-EL-

 

 

1º Passo  -  5ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Ar, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte do Ar, Gerado VÔ e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte do Ar Gerado VÔ (Movimento Triangular)

 

2º - Aquário – Urano - Kether - Os Seraphin. A 1ª ordem da 1ª Hierarquia das Hostes Angélicas.

Aqui deve ser exercitada a 5ª Estação da Cruz.

A Cruz de Fogo Cósmico aqui colocada será para a Estação o comando da Cruz de Fogo Violeta.

 

Arcanjo Metraton:

1-VHVIH -                          5-MHShIH-

2-YLYEL-                            6-LLHEL-

3-SITEL-                             7-AKAIH-

4-OLMIH-                            8-KHThEL-

 

 

12º Passo  -  6ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto

 

6ª Estação da Cruz:

A 6ª estação da cruz é o símbolo do encontro com Verônica e o Raio Cósmico é o 6º Raio. Nessa estação deve o estudante ter em mente que o encontro com Verônica no caminho terá que se destituir de todo conceito de “todas as formas de não prestação de serviço à humanidade”, uma oposição ao 6º Raio Cósmico. Porque a ajuda recebida de Verônica é a de tomar consciência do ensinamento básico gravado na toalha que enxugou a face do caminhante.

 

Sexto Raio
Objetivo deste raio é paz

Chohan - Senhora Nada
Elohim - Paz e Aloha
Arcanjo - Uriel e Aurora
Dia - Quinta-feira
Cor - púrpura e dourado
Chakra - Plexo Solar, 10 pétalas. Este Chakra carrega a polaridade feminina. É o centro do desejo
Localização - à altura do estômago
O que polui este Chakra - desejos desordenados
Instrumento Musical Ativador - órgão
Mantra - Ressurreição
Qualidade - Paz, Ministério e Serviço, Fraternidade e família, Vida fundamentada em Cristo, Equilíbrio de vida cristã individual e em sociedade
Perversão
- turbulência emocional, guerra, existência ego centrado, desintegração da família e da sociedade, desequilíbrios individuais e sociais.

 

 

11º Passo – 6ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto

 

6ª Estação e a 12ª Estação da Cruz:

Na 6ª estação e na 12ª estação da cruz o chacra é o do Plexo Solar do 6º Raio Cósmico. Quando visualizada no Eixo é o do Chacra da Garganta do 1º Raio Cósmico e é conhecido como o eixo 5 – 11 (cinco - onze).

 

CHAKRA DO SOLAR PLEXUS: 

 

O Solar Plexos/ Plexo Solar que significa Cadencia Solar/ Seqüência  Solar ou seja, Um Sol Atrás do outro. localiza-se no umbigo, tem 10 Pétalas. e é verdadeiramente o lugar do Sol, a paz do Sol e sua segurança, sua calma. Se ao invés do Sol, a cadencia for lunar, a pessoa não terá paz de espírito e viverá em um mar de ilusão. Este Chakra carrega a polaridade feminina.É através do Solar Plexos que o indivíduo capta o mundo emocional. O Plexo Solar é o poder dos   dez e   dos dez vezes   dez. As   energias que   podem   ser magnetizadas do corpo emocional de Deus e ancoradas no Plexo Solar para a cura, para a ciência,  para a abundância, estão ao seu alcance. No relógio Cósmico , o Plexo Solar esta localizado  na  Cruz da Sabedoria  e   Criatividade,  Esta Cruz é   composta de  Virgem   e Peixes / Chakra do Plexo Solar nas 2 e 8 hs.  e Gêmeos e Sagitário / Chakra da  Garganta nas 5 e 11hs. O que significa que tudo o que se fala, ouve, e cheira, pode afetar o chakra do Plexo Solar.  Por estar intimamente   ligado   ao Chakra  da Garganta  que   regula      a Otorrinolaringologia.

 

CHAKRA DA GARGANTA

 

O Chakra  da  Garganta    possui   16 Pétalas.  É através deste  Chakra      que  nos comunicamos com Deus e os seres etéricos, ou seja, seres que    vivem   nas  oitavas superiores de luz / fogo etérico. Até o ar que respiramos     é importante, pois é a energia passiva que pode ser qualificada / ativada  pelo fogo  etérico do  Chakra do coração  do indivíduo que é ativado pelo  Chakra da  Garganta   que busca o fogo  sagrado   para  o casamento das energias entre o céu e a terra. Este Chakra carrega a polaridade masculina. Este Chakra qualifica não   só a garganta do indivíduo como também aos ouvidos, e o nariz, e esta  é a razão de podermos ouvir sons e sentir odores que não são deste mundo

e sim do mundo etérico ou astral. Aquele zunido que ouvimos de vez em       quando, é o som de seres etérico que estão ancorando suas decisões na   terra, através de você. Dizem que o mal cheira enxofre   e   o bem rosas,   isto não só é verdade como também é uma percepção que o Chakra da garganta dá ao olfato do indivíduo. No relógio Cósmico, o Chakra da Garganta esta localizado na Cruz da Sabedoria e Criatividade, Esta       Cruz é composta de Gêmeos e Sagitário / Chakra da Garganta nas 5 e 11hs.  e Virgem     e   Peixes / Chakra do Plexo Solar nas 2 e 8hs. Isto significa  que a palavra deve ser usada com criatividade e sabedoria, ou seja, Criar para Servir . Assim como os Chakras são      a fonte de poder Divino a disposição do indivíduo, o Chakra da Garganta  dá ao indivíduo, o Poder de ser a fonte de seu próprio poder para Deus,  ou seja,   é   a oportunidade  de devolver a Deus o poder que nos deu e que co-qualificamos na terra. Esta é a maneira de o criador nos analisar    a distancia, como se estivéssemos mandando Faxes para alguém, com pedidos, ordens, e agradecimentos o tempo todo. A má utilização deste chakra        é a magia negra em ação, Os magos negros dão suas ordens ao mal, ou    forças do mal, através da palavra, que mal utilizada, leva a destruição    total da   matéria física, e influencia a visão das pessoas. As canções   e o som do Rock’n Roll, influenciam a mente das pessoas destroem e poluem   a matéria. É sabido que a causa da destruição da Atlântida e da Lemuria,   foi o som do Rock’n Roll utilizado pelos magos negros. O maior segredo deste poder e falar, é que ele tem o poder de se comunicar com a memória e a mente de indivíduos que estão a distancia, mesmo que estejam do outro lado do planeta, influenciando diretamente o seu corpo mental, enviando imagens para a terceira visão, e influenciando seus pensamentos, Os anjos do bem e do mal, vêem a palavra som.

 

10º Passo  -  6ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no Mundo Manifesto.

 

6ª Estação e a 12ª Estação da Cruz:

No eixo 5 – 11 (cinco - onze) dessas estações encontramos o  nome Amoghasiddhi que significa "Conquistador Todo-Poderoso" ou "Aquele que Infalivelmente Alcança Sua Meta". A Sabedoria Oni-realizante, ou a Sabedoria da Ação Perfeita, antídoto dos venenos da inveja e do ciúme. Essa sabedoria confere perseverança, julgamento infalível e ação sem falha.

 

Amoghasiddhi

O nome Amoghasiddhi significa "Conquistador Todo-Poderoso" ou "Aquele que Infalivelmente Alcança Sua Meta". A Sabedoria Oni-realizante, ou a Sabedoria da Ação Perfeita, antídoto dos venenos da inveja e do ciúme. Essa sabedoria confere perseverança, julgamento infalível e ação sem falha.

Amoghasiddhi representa a realização prática da sabedoria dos outros Budas Dhyani. Ele é descrito como o Buda Dhyani da realização da Senda do Bodhisattva. Um Bodhisattva é aquele que renunciou à felicidade do Nirvana com um voto de primeiro libertar todos os seres.

Amoghasiddhi é o Buda Dhyani do Norte. Sua cor é verde, significando o Sol à meia-noite. Governa o elemento ar e corporifica o skandha da volição, também chamado o skandha dos fenômenos mentais ou tendências da mente. Seu símbolo é o vishvavajra, ou vajra duplo, representado entre Amoghasiddhi e Vairochana nessa mandala. É feito com dois vajras cruzados e simboliza a mais alta compreensão da verdade e o poder espiritual de um Buddha.

O trono de Amoghasiddhi é sustentado por garudas. Um garuda é uma figura mítica, metade homem e metade pássaro. Em relação a Amoghasiddhi, Lama Govinda diz que o garuda simboliza "o homem em transição rumo a novas dimensões de consciência... a transição do humano para o estado super-humano, que toma lugar na misteriosa escuridão da noite, invisível aos olhos. 12

O mudra de Amoghasiddhi, formado aqui pela sua mão direita, é o abhaya mudra. É o gesto do destemor e da proteção. O bija de Amoghasiddhi é Ah e seu mantra é: Om Amoghasiddhi Ah.

 

9º Passo  - 6ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico, as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.

 

6ª Estação da Cruz:

A 6ª estação da cruz é o Corpo Físico (que está sob a Hierarquia do signo de Sagitário do Planeta Júpiter). Nessa estação deve o estudante ter em mente que na “Verônica Enxuga O Rosto de Jesus” terá que se destituir do ressentimento, vingança e retaliação. Tendo a ajuda da Hierarquia da Hora 11. O Lorde Maytreia, os Senhores da Mente e Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Sagitário do Planeta Júpiter. Nessa estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia de suas qualidades divinas. Vitória, Perdão e Finalização das Obrigações.

 

8º Passo  - 6ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo Manifesto

 

6ª Estação e a 12ª Estação da Cruz:

Na 6ª estação e na 12ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra da Garganta do 1º Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como o eixo 5 – 11 (cinco - onze). Este eixo faz a Cruz de Fogo Azul com o eixo 2 – 8 (dois – oito).

 

 

7º Passo  -  6ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Ar, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte do Ar, Gerado VÔ e seus três signos e respectivos planetas.

 

3º - Gêmeos – Mercúrio

Aqui deve ser exercitada a 6ª Estação da Cruz.

 

 

 

 

6º Passo  -  6ª Estação

 

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.

 

Elemento Ar, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte do Ar, Gerado VÔ e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte do Ar Gerado VÔ

 

3º - Gêmeos – Mercúrio

Aqui deve ser exercitada a 6ª Estação da Cruz.

Meditar com dois dos vinte e quatro anciões desta Estação da Cruz

 

Anciões: Laoaxrp –   49-VHV-          50-DNY-               51- HChSh-

              Ligdisa   -   52-OMM-         53-NNA-              54-NITh-

 

 

 

 

5º Passo  -  6ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. Os Quatro Elementos Enochianos e os 72 Nomes de Deus no Mundo Manifesto.

 

Suporte do Ar Gerado VÔ

 

3º - Gêmeos – Mercúrio

Aqui deve ser exercitada a 6ª Estação da Cruz.

 

49-VHV-          50-DNY-              51- HChSh-

52-OMM-         53-NNA-              54-NITh-

 

4º Passo  -  6ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As Sete Sephiras de Yesod (fundação) a Daath (conhecimento). Passo com os pés firmes em Malkuth (O Reino) no Mundo Manifesto.

 

Aqui nesse ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.

Iniciamos o estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino

 

6ª Estação e a 12ª Estação da Cruz:

Na 6ª estação da cruz em Sagitário (Júpiter), na Hora 11 e na 12ª estação da cruz na Hora 5 em Gêmeos (Mercúrio), nos encontramos na Sephirah Chesed, o Perdão.

 

C H E S E D

 

(O Quarto Caminho)

 

O Quarto Caminho é denominado a Inteligência Coesiva e Receptiva, porque contém todos os Poderes Sagrados e, porque dele emanam todas as virtudes espirituais mais elevadas; emanam uma das outras, por virtude da Emanação Primordial, a Coroa Altíssima: Kether.

 

 

Título: Chesed, Misericórdia.

 

Entre as Tres Supremas e o par seguinte de Sephirot em equilíbrio na Árvore, acha-se um grande precipício, que os místicos chamam de Abismo. As Seis Sephiroth seguintes, Chesed, Geburah, Tiphereth, Netzah, Hod e Yesod, constituem o que os cabalistas chamam de Microprosopos, o Rosto Menor, Adão Cadmo, o Rei, a Rainha, a Esposa do Rei, é Malkuth, o Plano Físico. Temos, então, o Pai (Kether), o Rei e a Esposa, e nessa configuração da Árvore há um profundo simbolismo de grande importância prática tanto para a filosofia como  para a magia.

 

O Abismo, o precipicio que se localiza entre o Macroprosopos e o Microprosopos, assinala uma demarcação na natureza do ser, no tipo de existência que prevalece sobre os dois níveis. É nesse Abismo que Daath, a Sephirah Invisível, tem sua estação, que poderíamos chamá-la corretamente de Sephirah do Devir. Ela se chama também Conhecimento, termo que poderia ser interpretado, ademais, como Percepção, Apreensão, Consciência.

 

Esses dois tipos de existência, Macroprosopos e Microprosopos, indicam o potencial e o real. A manifestação real, como nossas mentes finitas podem concebê-la, tem início em Microprosopos; e o primeiro aspecto de Microprosopos a vir à existência é Chesed, a Quarta Sephirah, situada imediatamente sob Chokmah, o Pai, no Pilar da Misericórdia, do qual é a Sephirah Central. Ela é equilibrada na Àrvore por Geburah, a Severidade; e este par, Geburah e Gedulah, forma “O Poder e a Glrória” da invocação final do Pai Nosso, sendo o “Reino”, naturalmente, Malkuth.

 

Como já vimos, podemos aprender muito com a posição de uma Sephirah no padrão da Árvore; pela posição de Chesed no Pilar da Misericórdia, vemos que ela é Chokmah num arco inferior. Chesed é emanada por Binah, a Sephirah passiva, e emana, por sua vez, Geburah, Sephirah catabólica, cujo Chakra Cósmico é Marte, com todo o seu simbolismo bélico, que é Saturno num arco inferior.

 

Chesed é o pai amoroso, o protetor e o preservador, mas como Chokmah é o engendrador de tudo. Ela continua a obra de Chokamh, organizando e preservando aquilo que o Pai de Tudo gerou. Ela equilibra com a Misericória a Severidade de Geburah. É anabólica, ou ascendente em oposição ao catabolismo descendente de Geburah. Esses dois aspectos são muito bem expressos nas imagens mágicas atribuídas a essas duas Sephiroth. Essas imagens mágicas são ambas de reis; a de Chesed em seu trono e a de Geburah um rei em seu carro; em outras palavras, os governantes do reino na paz e na guerra.

 

Chesed, sendo a primeira Sephira do Microprosopos, o universo manifesto, representa a formulação da idéia arquetípica, a concentração do abstrato. Quando o princípio abstrato que forma a raiz de alguma  nova atividade é formulado em nossas mentes, estamos operando na esfera de Chesed. Todo trabalho criativo do mundo, segue este curso graças à mentes que operam nos termos de Chesed, o rei sentado em seu trono, sustentanto o cetro e o orbe, governando e guiando seu povo.

 

O ocultista que não possui a iniciação de Chesed, limitar-se-á, em sua operação, a esfera de Yesod, o plano de Maia, a ilusão. Ele acredita que as imagens astrais refletidas no espelho mágico da subconsciência são realidades, e não fará nenhuma tentativa de traduzi-las em termos de um plano superior e aprender o que elas representam realmente. Ele permanecerá na esfera da ilusão e será iludido pelos fantasmas de supa própria projeção inconsciente. Se fosse capaz de funcionar nos termos de Chesed, percebería as idéias arquetípicas subjacentes das quais essas imagens mágicas são apenas as sombras e as represnetaçóes simbólicas, e poderia se tornar então um mestre do tesouro das imagens em vez de ser alucinado por elas. Seria desta forma capaz de utilizar as imagens como um matemático que utiliza símbolos algébricos e operaria a mágica como um adepto inciado e não como um mago.

 

O misticismo que opera o centro Cristológico de Tiphereth, senão dispusesse das chaves de Chesed, será também alucinado, mas de uma maneira diferente e mais sutil. Nesses níveis, ele saberá decifrar a imagem magnética com bastante exatidão, referindo-as aquilo que representam e não lhes dando valor algum exceto como sinais. Ele cairia no erro, contudo, de pensar que as imagens que percebe e as experiências porque passa não o resultado de um contato direto e pessoal de Deus com sua alma, em vez de compreender que elas são estágios do caminho. Descobrirá um salvador pessoal no homem-Deus e não na influência regeneradora das forças cristológicas.

 

Chesed, portanto, é a esfera da formulação das idéias arquetípicas, a compreensão pela consciência de um conceito abstrato que é  subsequentemente trazido aos planos e concentrados na luz da experiência da concretização de idéias abstratas análogas. Em seu aspecto macrocósmico, ela representa também uma fase correspondente do processo de criação. A ciência esotérica ensina que a Mente Divina formulou idéias arquetípicas para que a substância pudesse tomar forma, e que, sem essas idéias arquetípicas, a substância seria informe e vazia, limo primordial aguardando o sopro de vida para organizar-se no cristal ou na célula.

 

Na terminologia da tradição esotérica ocidental, o grau de Adeptus Exemptus é atribuído a Chesed, indicando o termo Exemptus, isto é, “isento”, essa libertação do Karma que libera da Roda. Até não se ter liberado da Roda e não funcionar como consciência pura, não escapará por completo às limitações humanas da hereditariedade e do meio ambiente.

 

Uma parte muito importante do trabalho dos Mestres é a concretização das idéias abstratas concebidas pela Consciência Logoidal. O Logos, cuja meditação dá nascimento aos mundos e cuja consciência reveladora é evolução, concebe as idéias arquetípicas extraídas da substância do Imanifesto – para utilizar uma metáfora, já que a definição é impossível. Essas idéias permanecem na consciência cósmica do Logos assim como flor, porque não há solo para a sua germinação. A Consciência Logoidal, enquanto ser puro, não pode, de seu próprio plano, fornecer o aspecto formativo necessário para a sua manifestação. Ensinam as tradições esotéricas que os Mestres, consciências desencarnadas disciplinadas pela forma, mas atualmente informes, em sua meditação sobre a divindade, são capazes de perceber telepaticamente essas idéias arquetípicas na mente de Deus e, compreendendo a aplicação prática destas aos planos da forma e a linha que esse desenvolvimento seguirá, produzir imagens concretas em sua própria consciência, que serve para trazer as idéias arquetípicas abstratas ao primeiro dos planos da forma, chamado pelos cabalistas de Briah.

 

Essa é, pois, a tarefa que os Mestre realizam em sua Esfera especial, a Esfera de Chesed, organizadora, construtiva e edificadora, no Pilar da Misericórdia. O travalho dos Mestres Negros, que são completamente diferentes dos Adeptos Negros, é realizado na Esfera correspondente de Geburah, no Pilar da Severidade, a qual será considerada em seu devido tempo. O ponto de contato entre os Mestres e os seus discípulos humanos está em Hod, a Sephirah da Magia Cerimonial, conforme indica o Texto Yetzirático, que declara que a essência de Hod emana de Gedulahm a Quarta Sephirah. Essas pistas, dadas nos Textos Yetziráticos a respeito das relações entre as Sephiroth individuais, são muito importantes no ocultismo prático. Hod, portanto, pode ser tomada como representante de Chokmah e Chesed num arco inferior, assim como Netzach representa Binah e Geburah.

 

Chesed, portanto, reflete-se em Hod através do Centro Cristológico de Tiphereth, assim como Geburah se reflete em Netzach. Essa relação é muito instrutiva, pois indica que, para a consciência elevar-se da forma à força, e para a força descer à forma, ela precisa passar pelo Centro de Equilíbrio e Redenção, ao qual são atribuídos os Mistérios da Crucificação.

 

É a Esfera de Chesed que a consciência exaltada do adepto se eleva em suas manifestações ocultas, é aqui que ela recebe a inspiração com que trabalha nos planos da forma. É aqui que encontra os Mestres como influências espirituais, por meio de contatos telepáticos, sem qualquer mescla de personalidade. Esse é o modo verdadeiro e superior de entrar em contato com os Mestre, contato que se efetua de mente a mente em sua própria esfera de consciência exaltada. Quando, pela clarividência, vemos os Mestres como seres vestidos, cujos trajes indicam seu raio, são eles percebidos por meio da refração na Esfera de Yesod, que é o reino dos fantasmas e das alucinações. Pisamos um terreno muito inseguro quando encontramos os Mestres aqui. É aqui que a forma antropomórfica é conferida à inspiração espiritual que tanto desorienta os sensitivos que não conseguem elevar-se a Chesed. E é assim que o anúncio da volta ao mundo de um impulso espiritual é interpretado como o advento de um Instrutor Universal.

 

Títulos conferidos a Chesed: Gedulah, Amor e Majestade.

 

Confirmam o conceito do rei benévolo, pai do seu povo.

 

 

Imagem Mágica:

 

Um poderoso rei coroado, sentado em seu trono.

 

A imagem mágica que representa Chesed é um poderoso rei coroado, sentado em seu trono; essa posição indica que ele está estavelmente sentado num reino em paz, não em marcha em seu carro para guerra, como o sugere a imagem mágica de Geburah.

 

 

 

Localização na Árvore

 

No centro do Pilar da Misericórdia.

 

Confirma a idéia da lei estável, ordenada e misericordiosa, que governa para o bem dos governados.

 

 

Texto Yetzirático

 

O Quarto Caminho chama-se Inteligência Coesiva ou Receptiva, porque contém todos os Poderes Sagrados, dele emanando as virtudes espirituais com as suas essências mais requintadas. Tais poderes emanam uns dos outros por virtude da Emanação Primordial, a Coroa Mais Elevada, Kether.

 

“O Quarto Caminho chama-se Inteligência Coesiva”. Podemos compreender claramente o sentido dessas palavras se considerarmos Chesed através do símbolo do rei sentado em seu trono, organizando os recursos e prosperidade do reino e esforçando-se para que todas as coisas se equilibrem para o bem comum.

 

O Texto Yetzirático o chama também de Inteligência Receptiva, e isso se refere ao símbolo do braço esquerdo, que é atribuído a essa Sephirah no Microcosmo. Chesed “contém todos os Poderes Sagrados, dele emanando as virtudes espirituais com as suas essências mais requintadas”. O ensinamento implícito nessa sentença já foi elucidado na exegese anterior do conceito das idéias arquetípicas. “Tais poderes emanam uns dos outros por virtude da Emanação Primordial, a Coroa mais elevada, Kether”. Esses conceitos já foram abordados a propósito, quando estudamos o transbordamento da força de Esfera em Esfera.

 

O Nome Divino

 

El.

 

O Nome Divino EL, mostra o princípio evolutivo da quarta Sephirah, o que está configurado nas letras hebraicas que compõe este nome:

 

Aleph:    princípio, começo       -   E

Lamed:  movimento, evolução  -   L

 

 

Arcanjo Tzadkiel

 

O Arcanjo de Chesed é Tzadikiel, Justiça de Deus.

 

 

 

 

Coro Angélico

 

Chasmalin.  As chamas brilhantes. Constituem formas de energia agradáveis e construtivas que, quando são evocadas, equilibram a estabilidade mental, incapacidade de alto controle e a disciplina. E assinala a idéia do esplendor real de Gedulah.

 

Chákra Cósmico

 

Tzedek, “a retidão”. Júpiter, o grande benígno da astrologia. Tem um aspecto que se refere a todos os pontos de vista governativos, sejam de que natureza for.

 

Experiência Espiritual

 

Visão do Amor.

Virtude: Obediência

 

 

Vício

 

Fanatismo. Hipocrisia. Gula. Tirania.

 

Correspondência no Microcosmo

 

O braço esquerdo.

 

O que indica o modo menos dinâmico de funcionamento de poder do que o da mão direita, que levanta a espada na imagem mágica de Geburah. A mão esquerda segura o Orbe, que significa a própria Terra, e mostra que tudo está em segurança na mão firme do governante. Chesed, de fato, denota antes a firmeza do que a força da energia dinâmica.

 

Símbolos

 

A figura sólida. O tetraedro. A pirâmide. A cruz de braços iguais. O orbe. O bastão. O cetro. O cajado.

 

O número místico de Chesed é o quatro, e este é a miude representado como uma figura quadrilátera, ou tetraedro. Um talismã de Júpiter é sempre deposto sobre tal figura. Outro símbolo de Chesed é a figura sólida, tal como a entende a geometria. Compreenderemos a razão desse simbolismo se considerarmos as figuras geométricas atribuídas as Sephiroth: como o ponto é atribuído a Kether; a linha, a chokmah ; o plano bidimensional a Binah; o sólido tridimensional a Chesed. O sólido representa essencialmente a manifestação, tal como o concebe a nossa consciência tridimensional. Não podemos conceber uma existência unidimensional ou bidimensional, salvo na matemática ou simbolicamente. Chesed é a primeira das Sephiroh manifestadas, é muito natural que o símbolo da figura sólida integre o resto do seu simbolismo. A figura sólida utilizada para simbolizar Chesed é normalmente a pirâmide, que é uma figura de quatro lados, constituídas de tres faces e uma base, expressando, a qualidade numerológica de Chesed.

 

A forma da cruz associada a Chesed é a cruz de braços iguais, que simboliza os quatro elementos em equilíbrio, e implica o governo da natureza por uma influência sintetizadora e confere harmonia equilibrada a todas as coisas.

 

O orbe, o bastão, o cetro e o cajado, que são os símbolos atribuídos a essa Esfera, expressam perfeitamente os diferentes aspectos do poder real benévolo de Chesed.

 

Cartas do Tarô

 

Todos os Quatro

 

 

Quatro de Paus:       obra perfeita.     

Quatro de Copas:     prazer.

Quatro de Espadas:  repouso após a luta.

Quatro de Ouros:     poder terrestre.

 

O Quatro de Paus simboliza a obra perfeita, representando admiravelmente, a realização do rei no tempo de paz em seu reino bem governado.

 

O Quatro de Copas chama-se Senhor do Prazer, e relaciona-se com o título de Esplendor atribuído a Chesed e com o fulgor de seu coro angélico.

 

O Quatro de Espadas indica o Repouso após a luta, e concorda perfeitamente com o significado do monarca sentado.

 

O Quatro de Ouros é o Senhor do Poder Terrestre, um simbolismo tão claro que não necessita esclarecimentos.

 

Cores nos Mundos

 

Atizluth:     Violeta-intenso.

Briah:        Azul.

Yetzirath:   Púrpura-intenso.

Assiah:      Azul-intenso, salpicado de amarelo.

 

 

 

“As repetições são quase inevitáveis no estudo da Árvore da Vida, em que os diferentes símbolos representam o mesmo poder em diferentes níveis de manifestação ou sob diferentes aspectos, pois só podem ser entendidas se as considerarmos em suas relações com as vizinhas.”

 

 

3º Passo  -  6ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As doze “Manifestações de Malkuth” (O Reino) ao Ain Soph (na hora cinco) no Mundo Manifesto.

 

A 6ª estação da cruz em Áquario:

 

A 6ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 11ª Hora do Relógio e o 6º Raio Cósmico.

 

A 6ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah em  Geburah.

 

 

2º Passo  -  6ª Estação

(Movimento Ziguezague)

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.

Hostes Angélicas no Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto.

 

A 6ª estação da cruz em Áquario:

 

A 6ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 11ª Hora do Relógio e o 6º Raio Cósmico.

 

A 6ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah em  Geburah.

 

Aqui encontramos ao Arcanjo Kamael, a 2ª Hierarquia das Hostes Angélicas e a 2ª Ordem, o Coro das Potências, os SERAFIM (As Chamas), ao Candelabro de Nove velas e a Oito Nomes Sagrados de Deus. 

 

Kamael (Arcanjo)

 

33-YChVIH-                             37-ANIEL-

34-LHChIH-                             38-ChOMIH-

35-KVQIH-                               39-RHOEL-

36-MNDEL-                             40-YYZEL-

 

 

1º Passo  -  6ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Ar, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte do Ar, Gerado VÔ e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte do Ar Gerado VÔ (Movimento Triangular)

 

3º - Gêmeos – Mercúrio - Hod - Os Arcanjos. A 2ª ordem da 3ª Hierarquia das Hostes Angélicas.

Aqui deve ser exercitada a 6ª Estação da Cruz.

A Cruz de Fogo Cósmico aqui colocada será para a Estação o comando da Cruz de Fogo Azul.

 

Raphael (Arcanjo)

57 – NMMIH-                                              61-VMBEL-

58- YYLEL-                                                  62-IHHIH-

59- HRChEL-                                              63-ONVEL-

60-MTzREL-                                                64-MChIEL-

 

 

12º Passo  -  7ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto

 

7ª Estação da Cruz:

A 7ª estação da cruz é o símbolo da 2ª “queda” e o Raio Cósmico é o 1º Raio. Nessa estação deve o estudante ter em mente que a 2ª “queda” no caminho terá que se destituir de todo conceito de “todas as formas de infidelidade, impotência e fraqueza de tudo”, uma oposição ao 1º Raio Cósmico.

 

PRIMEIRO RAIO
O objetivo deste raio é alinhamento com a vontade divina

Chohan - El Morya Khan
Elohim - Hércules e Amazônia
Arcanjo - Miguel e Fé
Dia - Terça-feira
Cor - Azul ( a tonalidade do céu)
Chakra - da garganta, com 16 pétalas, que também qualifica os ouvidos e o nariz, Este Chakra carrega a polaridade masculina
. É o centro da palavra
Localização - na garganta, nos ouvidos e no nariz.
O que polui este Chakra - más palavras, faladas e ouvidas.
Instrumento Musical Ativador - Prato
Mantra - Não minha vontade (3x ), mas a Tua seja feita ! - e o mantra Perfeição.
Qualidade - Luz, Perfeição, Vontade Divina, Proteção, Direção, Construção, Fé, Obediência, Amor a Deus e sua lei, Poder, Coragem, Ordem, Negócios, Governo Divino, Luz, energia.
Perversão - imperfeição, vontade humana, destruição, dúvida, desobediência, rebeldia à Deus e sua lei, manipulação psíquica, magia negra, submissão, desorganização nos negócios e na economia das nações, ausência de luz e energia.

 

11º Passo – 7ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto

 

7ª Estação e a 14ª Estação da Cruz:

Na 7ª estação e na 14ª estação da cruz o chacra é o da Garganta do 1º Raio Cósmico. Quando visualizada no Eixo é o do Chacra da Coroa do 2º Raio Cósmico e é conhecido como a primeira parte do eixo 12 – 6 (doze - seis).

 

 

CHAKRA DA GARGANTA

 

O Chakra  da  Garganta    possui   16 Pétalas.  É através deste  Chakra que  nos comunicamos com Deus e os seres etéricos, ou seja, seres que    vivem   nas  oitavas  superiores de  luz / fogo etérico. Até o   ar    que    respiramos     é importante, pois é a energia passiva que pode ser qualificada / ativada  pelo fogo  etérico do  Chakra do coração  do indivíduo que é ativado pelo  Chakra da  Garganta   que busca o fogo  sagrado   para  o casamento das energias entre o céu e a terra. Este Chakra carrega a polaridade masculina. Este Chakra qualifica não   só a garganta do indivíduo como também aos ouvidos, e o nariz, e esta  é a razão de podermos ouvir sons e sentir odores que não são deste mundo e sim do mundo etérico ou astral. Aquele zunido que ouvimos de vez em quando, é o som de seres etérico que estão ancorando suas decisões na   terra, através de você. Dizem que o mal cheira enxofre   e   o bem rosas,   isto não só é verdade como também é uma percepção que o Chakra da garganta dá ao olfato do indivíduo. No relógio Cósmico, o Chakra da Garganta esta localizado na Cruz da Sabedoria e Criatividade, Esta     Cruz   é   composta   de Gêmeos e Sagitário / Chakra da Garganta nas 5 e 11hs.  e Virgem     e   Peixes / Chakra do Plexo Solar nas 2 e 8hs. Isto significa  que a palavra deve ser usada com criatividade e sabedoria, ou seja, Criar para Servir . Assim como os Chakras são      a fonte de poder Divino a disposição do indivíduo, o Chakra da Garganta  dá ao indivíduo, o Poder de ser a fonte de seu próprio poder para Deus,  ou seja,   é   a oportunidade  de devolver a Deus o poder que nos deu e que co-qualificamos na terra. Esta é a maneira de o criador nos analisar    a distancia, como se estivéssemos mandando Faxes para alguém, com pedidos, ordens, e agradecimentos o tempo todo. A má utilização deste chakra        é a magia negra em ação, Os magos negros dão suas ordens ao mal, ou    forças do mal, através da palavra, que mal utilizada, leva a destruição    total da   matéria física, e influencia a visão das pessoas. As canções   e o som do Rock’n Roll, influenciam a mente das pessoas destroem e poluem   a matéria. É sabido que a causa da destruição da Atlântida e da Lemuria,   foi o som do Rock’n Roll utilizado pelos magos negros. O maior segredo deste poder e falar, é que ele tem o poder de se comunicar com a memória e a mente de indivíduos que estão a distancia, mesmo que estejam do outro lado do planeta, influenciando diretamente o seu corpo mental, enviando imagens  para a terceira visão, e influenciando seus pensamentos, Os anjos do bem e do mal, vêem a palavra/ som.

 

CHAKRA DA CABEÇA OU COROA:

 

Este é o Chakra da Coroa, possui 972 pétalas,  que      demonstram a direção que o indivíduo deve tomar. É através deste chakra  que o homem se conecta com a consciência Divina. No Relógio Cósmico    este Chakra corresponde as 12hs. e é o único que do outro lado do relógio,  nas 06hs., tem como correspondente outro Chakra, o Chakra da Base da Espinha. É a verdadeira interação entre o Eu Pai e o Eu da Alma / Filho. Este Chakra carrega a polaridade masculina. O Florescer deste Chakra  dá ao indivíduo a consciência Crística encontrada por seres como Jesus     e Budha, Esta é a experiência de tudo saber, a grande iluminação que faz com que o indivíduo saiba todas as coisas sem ter sido ensinado  por ninguém.   A verdadeira conexão com   a mente de Deus.  A  verdadeira   Internet do Universo Testa Larga é sinal     de inteligência.   Se você já é   inteligente, experimente tirar o cabelo da testa, com certeza você terá mais sabedoria.

 

 

10º Passo  -  7ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no Mundo Manifesto.

 

 

A 1ª Estação, a 7ª Estação, a 13ª Estação e a 14ª Estação da Cruz:

No eixo 12 – 6 (doze - seis), a Câmara Secreta do Coração é encontrada servindo a esse eixo nas estações localizadas nele. A idéia do ensinamento do 8º Raio (Maha Chohan) tem que estar muito presente.

 

 

CÂMARA SECRETA DO CORAÇÃO: 

 

Este é o Chakra  Secreto do oitavo raio,   ele tem oito pelas   que demonstram a perfeito

fluir da figura oito entre o céu e a terra. Situa-se atrás do       chakra do coração. Este é o lugar sagrado de Deus   no homem, é aqui que se encontra o altar secreto do nosso Santo

 

Cristo Pessoal em nós. Podemos nos visualizar orando a Deus de   frente para este altar, dentro da câmara secreta. neste altar podemos     colocar tudo o que nos é mais sagrado como uma espada de luz  ou um manto da invisibilidade. Escritos do amado LANELLO.

Através do chakra da coroa, foco do raio amarelo, magnetizai  [atraí a vós] amor amando os ensinamentos da sabedoria. Através do chakra do terceiro olho, foco do raio verde, magnetizai  amor meditando sobre a Virgem Cósmica que envolve tudo o que é vida na concepção imaculada - e ide adiante para      fazer o mesmo. Através do chakra da garganta, foco do raio azul, magnetizai   amor pelo poder da Palavra Falada oferecida louvando ao Pai, à  Mãe, ao Filho e ao Espírito Santo, e adorando a chama.

Através do coração, foco do raio rosa e da chama  trina, magnetizai amor como adoração da vontade de Deus,  como equilíbrio da Mente Crística, como faculdade intuitiva  do próprio amor, e como integridade da Trindade em manifestação.  Através do plexo solar, que   é o   foco do raio púrpura e dourado, magnetizai amor sendo  o guardião  do  vosso irmão e lavando os pés dos vossos co-servidores na Senda.

Através do chakra do lugar da alma, foco do raio violeta, magnetizai amor na busca da liberdade, na invocação da misericórdia e na defesa da justiça. Através do chakra da base da coluna, foco do raio branco da luz da pureza, magnetizai amor consagrando as energias   do fogo sagrado à   vitória da   luz em todos   os   vossos chakras e à restauração da pureza em todos os níveis da consciência.

 

 

 

9º Passo  - 7ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico, as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.

 

 

7ª Estação da Cruz:

A 7ª estação da cruz é o Corpo Etérico (que está sob a Hierarquia do signo de Capricórnio do Planeta Saturno). Nessa estação deve o estudante ter em mente que na “2ª Queda” terá que se destituir da crítica, julgamento, condenação e toda a magia negra. Tendo a ajuda da Hierarquia da Hora 12. O Grande Diretor Divino, os Sete Arcanjos e Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Capricórnio do Planeta Saturno. Nessa estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia de suas qualidades divinas. Aceitação do Plano Divino, Respeito à Individualidade do Próximo.

 

 

 

 

8º Passo  - 7ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo Manifesto

 

7ª Estação e a 14ª Estação da Cruz:

Na 7ª estação e na 14ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra da Coroa do 2º Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como a primeira parte do eixo 12 – 6 (doze - seis). Este eixo faz a Cruz de Fogo Amarela com o eixo 3 – 9 (três – nove).

 

7º Passo  -  7ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte da Terra, Transição HÊ.

1º - Capricórnio – Saturno

Aqui deve ser exercitada a 7ª Estação da Cruz e a 14ª Estação da Cruz.

 

6º Passo  -  7ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.

 

Elemento Terra, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte da Terra, Transição HÊ.

1º - Capricórnio – Saturno

Aqui deve ser exercitada a 7ª Estação da Cruz e a 14ª Estação da Cruz.

Meditar com dois dos vinte e quatro anciões desta Estação da Cruz

 

Anciões: Aczinor –    55-MBH-          56-PVI-              57- NMM-

              Acmbicv-    58-YYL-           59-HRCh-           60-MTzR-

 

 

5º Passo  -  7ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. Os Quatro Elementos Enochianos e os 72 Nomes de Deus no Mundo Manifesto.

 

Suporte da Terra, Transição HÊ.

1º - Capricórnio – Saturno

Aqui deve ser exercitada a 7ª Estação da Cruz e a 14ª Estação da Cruz.

 

55-MBH-          56-PVI-              57- NMM-

58-YYL-           59- HRCh-           60-MTzR-

 

 

4º Passo  -  7ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As Sete Sephiras de Yesod (fundação) a Daath (conhecimento). Passo com os pés firmes em Malkuth (O Reino) no Mundo Manifesto.

 

Aqui nesse ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.

Iniciamos o estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino

 

7ª Estação e a 14ª Estação da Cruz:

Na 7ª estação e na 14ª estação da cruz em Capricórnio (Saturno), na Hora 12, nos encontramos em Plutão na Sephirah Daath, o Conhecimento.

 

 

 

D  A  A  T  H

 

;mso-ansi-language:PT-BR'>O Conhecimento

 

Título: O Conhecimento, O Abismo.

 

Da'at é uma palavra Hebraica para conhecimento; embora, o conhecimento não é o do mundo, mas o de Deus. Quando o anjo Daniel contou muitos irão de um lado para outro, e o conhecimento aumentará (Daniel 12:4), o anjo seguramente estava se referindo ao conhecimento de Deus. Daath opera em dois níveis: o nível superior referido como "o conhecimento escondido", conecta os dois poderes mais altos de Chokmah e Binah; o nível mais baixo referido como " estendendo conhecimento", liga o intelecto, como um total, com o reino de emoção,  que serve para  aumentar  uma resolução e a  agir de  acordo  com

Verdade essencial integrada em consciência.


Esta séfira é conhecida como O Abismo. Ela é relacionada ao desconhecido. É a esfera oculta. É a entrada para a Vida e a saída para a Morte. Ela se situa entre a Tríade Superior ( que representa a divindade ) e todas as outras esferas. Fica no ponto da junção cósmica entre o humano e o divino. Mostra, assim, que a vida vem de Kether através de Daath. O organismo que está em desenvolvimento fica ciente de si por meio do conhecimento de Daath. É nesse ponto que a entidade encarnada se separa da Unidade e se personifica. Esta esfera da Árvore da Vida se associa a Yesod, porque existe um campo eletro-magnético entre as duas, que conecta a percepção e consciência ao corpo ocasionando tanto as percepções físicas quanto as psicológicas. O homem comum não chega a ter esse conhecimento. Somente a partir de Daath do Mundo yetzirático é que ele vai despertar. Sendo assim, é fácil a associação desta séfira com a Serpente do Kundalini. O Chakra Esplênico é a base dessa serpente ígnea, que sobe e se divide através dos dois nadis principais: Ida e Pingala, chegando ao processo de cura e conhecimento, para atingir os Chakras superiores : Laríngeo, Adjna e Coronário. E tudo isso acontece acionando um dos nadis principais que é o Shushuma. Para melhor entendimento, o Shushuma nada mais é do que o campo eletro magnético que se situa entre Yesod e Daath. Essa séfira também está ligada à idéia de renascimento e ressurreição. Na Árvore da Vida ela está colocada logo acima de Tiphereth, mostrando nitidamente a ressurreição do Christo, uma vez que Ele é o representante de Tiphereth. A premissa que nos leva à compreensão que existe uma vida após a morte está implícita na séfira de Daath. Somos originados por Kether, a Energia ou Espírito Único, nos formamos pelo Pai e pela Mãe Celestiais ( Chockmach e Binah ) e saímos para a vida física através de Daath. No momento da morte, fazemos o caminho inverso.

Daath não é uma décima primeira esfera, mas é uma de dimensão diferente.
Na árvore da vida situa-se entre  as  duas  primeira  tríades .  Localiza-se  entre

Kether e Tiphereth na coluna central.

 

Esta é uma Sefirah invisível que esta situada atrás de uma região chamada o Abismo.


É considerada como sendo a conjunção de Chokmah ( Sabedoria) e Binah (Entendimento) . E é dessa união que seu título fica bem expressado - ConhecimentoÉ a esfera onde a força e forma abstrata estão em estado de equilibrio. Atualmente este estado de conciência ainda é dificilmente alcançado

pela humanidade. Está em desenvolvimento no homem.

 

No mundo espiritual a verdade é destituída de formas e assim sendo, todo iniciado terá que abandonar todos conceitos prévios e laços para poder penetrar neste caminho.Neste processo aproximativo de Daath, pode ser experiênciada uma terrível solidão espiritual, já que todos so conceitos , mesmos os relacionados com Deus, são dissolvidos. A tradiçào nos informa que em Daath se realiza uma aproximação mais elevada, numa espiral superior à aquele que o iniciado realiza em direção a Thiphereth. É no nível de Daath que a fé está alicerçada nas sólidas bases do conhecimento, que tem nessa esfera o

seu ponto mais alto. Daath está relacionado com o Espírito Santo.

 

 

Outros Títulos para Daath: A Sephirah Invisível, a Mente Cósmica na Revelação, a Sephirah mística, o Quarto Superior.

 

Imagem Mágica:

 

Uma cabeça com duas faces, olhando para ambos os lados.

Localização na Árvore

 

Na árvore da vida situa-se entre as duas primeira tríades . Localiza-se entre Kether e Tipheret na coluna central.
Esta é uma Sefirah invisível que esta situada atrás de uma região chamada o Abismo.


Na Árvore da Vida ela está colocada logo acima de Tiphereth

 

O Nome Divino

 

É considerada como sendo a conjunção de Chokmah ( Sabedoria) e Binah (Entendimento) . E é dessa união que seu título fica bem expressado - Conhecimento

Arcanjo

 

Os Arcanjos dos quatro pontos cardeais.
Os quatro arcanjos que governam os quatro pontos cardeais, se relacionam conjuntamente com Daath:
Rafael- leste/luz/ar/amarelo ouro
Gabriel- oeste/visão interna/água/azul
Miguel- sul/poder/fogo/vermelho
Auriel - norte/estabilidade/terra/amarelo limão,verde oliva,marrom,preto

Coro Angélico

 

As Serpentes aladas.

 

Chákra Cósmico

 

Chakra mundano: Plutão.


Chakra : Laríngeo
No reino Mineral : Blood Stone ( Gema )
No Reino Vegetal : A árvore da romã e o cardamomo
No Reino Animal : A Serpente
No Reino Imaginário : Cérbero, o cão de 3 cabeças

 

 

 

 

Virtudes

 

 

Aspectos positivos de Daath (virtudes) : desapego, perfeição da justiça e aplicação de virtudes das mesmas na personalidade,, confiança no futuro.

 

 

Vícios

 

Aspectos negativos: dúvidas do futuro, apatia, inércia, covardia , orgulho que leva ao isolamento e a desintegração.

 

 

Correspondência no Microcosmo

 

 

Há muito poucas correspondências com Daath. As mais freqüentes são as mitológicas e astrológicas.

 

Há várias figuras mitológicas concernentes à esta séfira. Para os gregos era Hades, o deus do mundo tectônico. Para os romanos é Plutão, o Senhor dos Infernos. Mas os Infernos greco-romanos não são semelhantes aos da Igreja Católica. São estágios para onde se encaminha a alma após a morte. Para os egípcios é Osíris, mas a deusa Ísis participa ativamente dessa área, uma vez que foi ela quem fez a reconstrução do corpo de Osíris morto. Esse relato místico inspirou Madame Helena Blavatsky a escrever sua obra: Ísis sem véu. A deusa Maat, que pesa a alma dos mortos no Duat Egípcio também pertence a

essa Sephira.


Para a Astrologia, é o planeta Plutão que se refere à Daath. Foi descoberto em 1.930 e só então passou a reger o signo de Escorpião. Na Antigüidade, era Marte quem operava essa regência. Mas Plutão tem mais afinidades com este signo do que Marte. Pela sua relação com a morte, com a vida após a morte (com heranças num sentido mais prático), e com o lado oculto da vida. Num sentido amplo, todas as ciências ocultas são da esfera de Escorpião e Plutão.

As artes mágicas e divinatórias também .

 

 

 

Simbolos

 

No trigésimo terceiro caminho é denoninado "passo secreto" que liga Chesed a Daath. Nesta esfera simbolizada pelo termo quarto vazio, o iniciado se defronta com a absoluta realidade isenta dos véus do simbolismo e da forma.

 

 

Cores nos Mundos

 

Atizluth:    Lavanda, Azul 

Briah:       Cinza e Prata

Yetzirath:  Violeta Puro

Assiah:     Cinza rajado de Ouro

                                                                                                                                                                                                                

 

Palavras Finais
Daath - Conhecimento

Antes da caída de Adão, Malkuth estava situado onde atualmente os cabalistas situam Daath. No fim da evolução, Malkuth voltará a ocupar o seu lugar.

 

 

3º Passo  -  7ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As doze “Manifestações de Malkuth” (O Reino) ao Ain Soph (na hora cinco) no Mundo Manifesto.

 

A 7ª estação da cruz em Áquario e a  14ª estação da cruz em Áquario:

 

A 7ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 12ª Hora do Relógio e o 1º Raio Cósmico.

 

A 7ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah em  Chesed; A 14ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 12ª Hora do Relógio e o 1º Raio Cósmico.

 

A 14ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah em  Chesed;

 

 

2º Passo  -  7ª Estação

(Movimento Ziguezague)

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.

Hostes Angélicas no Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto

 

A 7ª estação da cruz em Áquario e a  14ª estação da cruz em Áquario:  A 7ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 12ª Hora do Relógio e o 1º Raio Cósmico.

 

 

A 7ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah em  Chesed. Aqui encontramos ao Arcanjo Tsadkiel, a 2ª Hierarquia das Hostes Angélicas e a 1ª Ordem, o Coro das Dominações, os HASHMALIM (Os RAIOS), ao Candelabro de Nove velas e os Oito Nomes Sagrados de Deus.  A 14ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 12ª Hora do Relógio e o 1º Raio Cósmico.

A 14ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah em  Chesed. Aqui encontramos ao Arcanjo Tsadkiel, a 2ª Hierarquia das Hostes Angélicas e a 1ª Ordem, o Coro das Dominações, os HASHMALIM (Os RAIOS), ao Candelabro de Nove velas e a Oito Nomes Sagrados de Deus.

 

Tsadkiel (Arcanjo)

 

25-NThHIH-                                                29-RYYEL-

26-HAAIH-                                                  30-AUMEL-

27-YRThEL-                                                31-LKBEL-

28-ShAHIH-                                                32-VShRIH-

 

 

1º Passo  -  7ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Terra, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte da Terra, Transição HÊ.

1º - Capricórnio – Saturno - Binah - Os Tronos. A 3ª ordem da 1ª Hierarquia das Hostes Angélicas.

Aqui deve ser exercitada a 7ª Estação da Cruz e a 14ª Estação da Cruz.

A Cruz de Fogo Cósmico aqui colocada será para a Estação o comando da Cruz de Fogo Amarelo.

 

Tsaphkiel (Arcanjo)

 

17-LAVIH-                                         21-NLKEL-

18-KLIEL-                                          22-YYYEL-

19-LVVIH-                                         23-MLHEL-

20-PHLIH-                                         24-ChHVIH-

 

 

 

 

 

12º Passo  -  8ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto

 

 

8ª Estação da Cruz:

A 8ª estação da cruz é o símbolo do encontro das mulheres e suas descendências  e o Raio Cósmico é o 2º Raio. Nessa estação deve o estudante ter em mente que o encontro das mulheres e suas descendências no caminho terá que se destituir de todo conceito do não conhecimento de toda a escuridão, ignorância  e falta de sabedoria que são oposições a Sabedoria e Iluminação do 2º Raio Cósmico, pois esses só promovem a ingratidão, o desamor e a ignorância  que são oposições.

 

Segundo Raio
Objetivo deste raio é sabedoria

Chohan - Senhor Lanto
Elohim - Apolo e Lumina
Arcanjo - Jofiel e Cristine
Dia - Domingo
Cor - Amarelo Dourado
Chakra - da Coroa, 972 pétalas conhecido como lótus de 1.000 pétalas. Este Chakra carrega a polaridade masculina
. É o centro de iluminação
Localização - no topo da cabeça
O que polui este Chakra - drogas, nicotina, álcool
Instrumento Musical Ativador- cordas
Mantra - Transfiguração
Fiat - Arcanjo Jofiel, purifica a minha mente e carregue-a com a Luz da sabedoria.
Qualidade: Iluminação, Auto consciência em Deus, Humildade, Sabedoria, Discriminação entre o bem absoluto, o bem relativo e a maldade, Discernimento, Inteligência e Mente aberta.
Perversão: bruxaria, magia negra, orgulho, auto centralização, razão humana, falta de compreensão, uso imprudente e desordenado da energia, estupidez, letargia, ignorância, falta de discernimento, desonestidade mental.

 

 

 11º Passo – 8ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto

 

2ª Estação e a 8ª Estação da Cruz:

Na 2ª estação e na 8ª estação da cruz o chacra é o da Coroa do 2º Raio Cósmico. Quando visualizada no Eixo é o do Chacra da Alma do 7º Raio Cósmico é conhecido como o eixo 1 – 7 (hum - sete).

 

 

CHAKRA DA CABEÇA OU COROA:

 

 

Este é o Chakra da Coroa, possui 972 pétalas,  que      demonstram a direção que o indivíduo deve tomar. É através deste chakra  que o homem se conecta com a consciência Divina. No Relógio Cósmico    este Chakra corresponde as 12hs. e é o único que do outro lado do relógio,  nas 06hs., tem como correspondente outro Chakra, o Chakra da Base da

Espinha. É a verdadeira interação entre o Eu Pai e o Eu da Alma / Filho.     Este Chakra carrega a polaridade masculina. O Florescer deste Chakra  dá ao indivíduo a consciência Crística encontrada por seres como Jesus     e Budha, Esta é a experiência de tudo saber, a grande iluminação que faz com que o indivíduo saiba todas as coisas sem ter sido ensinado  por ninguém.   A verdadeira conexão com   a mente de Deus.  A  verdadeira          Internet do Universo Testa Larga é sinal     de inteligência.   Se você já é   inteligente, experimente tirar o cabelo da testa, com certeza você terá mais sabedoria.

 

 

 

CHAKRA DA ALMA:

 

 

Este é o Chakra da Alma, esta localizado mais ou menos 4 dedos   abaixo do umbigo, Possui 06 Pétalas, e é o local por onde a Alma do  indivíduo esta ancorada aos corpos Etéricos e Físicos. As suas 06 pétalas   representam a estrela de seis pontas da vitória, representam também  a energia da Mãe Terra/ Matéria/ Omega. Este Chakra carrega a polaridade feminina. A qualidade da consciência  de Deus como Liberdade, esta ancorada neste Chakra. O que significa que a alma deve buscar a liberdade, que só poderá acontecer com o encontro das energias entre o céu e a terra. Esta é a sua meta elevar as energias do Kundhaline para o Chakra do coração e da coroa. A Alma é a consciência

do individuo que só conseguira a liberdade se for expandida. No Relógio Cósmico, o Chakra  da Alma esta localizado na Cruz do Amor/ Caridade. Esta Cruz é composta

de Aquário e Leão/ Chakra da Alma nas 01 e 07hs. e Touro e Escorpião/ Chakra da 3ª Visão nas 04 e 10hs. O Objetivo da Alma é visualizar a  vitória, com a 3ª Visão, a vitória que só pode ser conseguida com o Amor e Gratidão Divinos. Veja só, a energia que

 impulsiona a alma é a visão, por isto devemos nos preocupar muito com o que olhamos, para onde damos a nossa atenção. O Chakra da alma esta intimamente ligado ao Chakra da terceira visão que regula não só a terceira visão como também a visão dos olhos humanos. Por isto se queremos elevar as energias para Deus, devemos utilizar a nossa visão para servir.

 

 

 

 

 

 

10º Passo  -  8ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no Mundo Manifesto.

 

A 2ª Estação e a 8ª Estação da Cruz:

No eixo 1 – 7 (hum - sete) dessas estações encontramos a sabedoria transcendente de Vairochana que revela o reino da mais elevada realidade e domina o veneno da ignorância ou da desilusão. O nome Vairochana significa "Aquele que é Como o Sol" ou "O Radiante".

 

Vairochana

O nome Vairochana significa "Aquele que é Como o Sol" ou "O Radiante". Vairochana representa tanto a integração como a origem dos Budas Dhyani. Sua sabedoria é a Sabedoria do Dharmadhatu. O Dharmadhatu é o Reino da Verdade, onde todas as coisas existem como realmente são. A sabedoria de Vairochana é também referida como a Sabedoria Todo-Penetrante do Dharmakaya. O Dharmakaya é o Corpo da Lei, ou a natureza búdica absoluta.

A sabedoria transcendente de Vairochana revela o reino da mais elevada realidade e domina o veneno da ignorância ou da desilusão. Sua sabedoria é considerada a origem ou o total de todas as sabedorias dos Budas Dhyani.

Vairochana é, usualmente, localizado no centro da mandala dos Budas Dhyani. De acordo com alguns textos, ele se posiciona a Leste. Sua cor é branca (ou azul), simbolizando a consciência pura. Ele governa sobre o elemento éter e incorpora o skandha da consciência. Em alguns sistemas, é associado com o skandha da forma.

Seu símbolo é dharmachakra, a Roda do Ensinamento ou a Roda da Lei. Denota o ensinamento do Buda. Seus oito raios representam as Oito Nobres Sendas que Gautama revelou em seu primeiro sermão, após a iluminação. Esse símbolo é impresso em toda a margem da litografia. O trono de lótus de Vairochana é sustentado por um leão, símbolo da coragem, ousadia e um espírito zeloso, impetuoso e avançado.

O mudra de Vairochana é o mudra do dharmachakra, o gesto de girar a Roda do Ensinamento. Por ele personificar a sabedoria de todos os Budas, o bija de Vairochana é o som universal Om. Seu mantra é: Om Vairochana Om.

Essa estátua, como outras esculturas tibetanas dos séculos XIII ao início do século XV, mostra sofisticação nos detalhes e na aplicação de incrustação e de inserção de jóias.

 

 

 

 

9º Passo  - 8ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico, as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.

 

8ª Estação da Cruz:

A 8ª estação da cruz é o Corpo Etérico (que está sob a Hierarquia do signo de Aquário do Planeta Urano). Nessa estação deve o estudante ter em mente que no “Encontro com as mulheres e sua descendência” terá que se destituir do ódio, antipatia ( vago desagrado)e toda a feitiçaria ( inclusive nela a bruxaria). Tendo a ajuda da Hierarquia da Hora 1. O Mestre Saint Germain, as Ordens Angélicas da Luz e Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Aquário do Planeta Urano. Nessa estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia de suas qualidades divinas. Amor, Compaixão e Oração para Servir ao Próximo.

 

8º Passo  -  8ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo Manifesto

 

2ª Estação e a 8ª Estação da Cruz:

Na 2ª estação e na 8ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra da Alma do 7º Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como o eixo 1 – 7 (hum - sete). Este eixo faz a Cruz de Fogo Violeta com o eixo 4 – 10 (quatro – dez).

 

7º Passo  -  8ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo Manifesto.

 

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte da Terra, Transição HÊ.

2º - Touro – Vênus

Aqui deve ser exercitada a 8ª Estação da Cruz.

 

 

 

 

 

6º Passo  -  8ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.

 

 

Elemento Terra, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte da Terra, Transição HÊ.

 

2º - Touro – Vênus

Aqui deve ser exercitada a 8ª Estação da Cruz.

Meditar com dois dos vinte e quatro anciões desta Estação da Cruz

 

Laidron – 61-VMB-                            62-IHH-                63-ONV-

Alhctga – 64 –MchI-                           65-DMB                66-MNQ-

 

 

 

5º Passo  -  8ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. Os Quatro Elementos Enochianos e os 72 Nomes de Deus no Mundo Manifesto.

 

 

Suporte da Terra, Transição HÊ.

 

2º - Touro – Vênus

Aqui deve ser exercitada a 8ª Estação da Cruz.

61-VMB-                        62-IHH-                63-ONV-

64 –MchI-                       65-DMB                66-MNQ-

 

 

 

 

 

4º Passo  -  8ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As Sete Sephiras de Yesod (fundação) a Daath (conhecimento). Passo com os pés firmes em Malkuth (O Reino) no Mundo Manifesto.

 

Aqui nesse ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.

Iniciamos o estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino.

 

 

2ª Estação e a 8ª Estação da Cruz:

Na 2ª estação da cruz em Leão (Sol), na Hora 7 e na 8ª estação da cruz em Aquário (Urano), na Hora 1  nos encontramos na Sephirah Hod, a Glória.

 

 

H  O  D

(O Oitavo Caminho)

 

 

 

Título: HOD, a Glória. O siginificado da palavra hebraica HOD é Glória, o que sugere de pronto a mente que, nesta sefira, a 1ª esfera em que as formas estão definitivamente organizadas, o esplendor do primordial se revela à consciência humana. A Glória de Deus só pode brilhar na manifestação quando existe forma que a manifestam. À esfera de HOD pertencem as formas divinas animadas por Netzah, que lhes dá vida. Preside o raciocínio mental, lógico e científico.

 

 

Imagem Mágica:

 

Um hermafrodita. Na imagem mágica de HOD, pode-se perceber até que ponto a natureza dinâmica e formal  do trabalho mágico está resumida no símbolo do ser em que se combinam os elementos masculinos e femininos (possui dupla polaridade).

Hod é essencialmente a Esfera das formas animadas pelas forças da natureza e inversamente é a esfera em que as forças da natureza assumem uma forma sensível.

 

Localização na Árvore

 

Na base do Pilar da Severidade.

 

 

 

Texto Yetzirático

 

O Oitavo Caminho chama-se Inteligência Absoluta ou Perfeita, pois é o instrumento do Primordial, e não possui raízes com as quais possa penetrar e implantar-se,  salvo nos lugares ocultos de Gedulah, da qual emana sua  essência característica.

 

O texto declara que HOD é a Inteligência Perfeita porque é o instrumento do Primordial, em outras palavras, é o poder em equilíbrio pois a palavra “Instrumento” implica uma posição intermediária entre dois extremos.

 

 

O Nome Divino

 

Elohey Tzebaoth, o Deus das Hostes.

As tres Sephirot do Pilar Negativo da Árvore tem a palavra Elohim como parte do nome Divino. Tetragrammaton Elohim em Binah, Elohim Gebor em Geburah e Elohim Tzabaoth em Hod.

A palavra Tzabaoth siginifica Hoste, ou armada. Temos, assim, a idéia da vida divina que se manifesta em Hod por meio de uma hoste de formas animadas com força, em oposição á atividade fluidica de Netzach.

 

 

Arcanjo Raphael

 

O Divino Médico, que pode ser visualizado com asas douradas, vestes amarelas com zonas azul-violeta e um cinturão azul-violeta. Está ligado a tudo que tem a ver com a vida, saúde, iluminando espeiritual/ revitalizando as energias da aura.

 

Alguns cabalistas relacionam Miguel com Tiphereth, que também é um Arcanjo Solar.

 

 

Coro Angélico

 

Beni Elohim, Filhos de Deus (que de acordo com a tradição eram andrógenos).

 

Temos novamente o conceito dos Deuses das Hotes,  ou armadas. Um dos conceitos mais importantes da ciência arcana diz respeito à operação do criador por meio dos intermediários. O iniciado concebe Deus como o Grande Arquiteto do Universo, que desenha seus projetos no plano dos arquétipos e a Quem recorrem os videntes, os arcanjos, em busca de instrução, dirigindo as armadas dos operários humildes que acentam pedra sobre pedra de acordo com o plano arquetípico do superior.

 

 

 

Chákra Cósmico

 

Kokab, Mercúrio.

 

O Chakra Mundano de Hod, é Mercúrio, é o Planeta mais iluminado que corresponde ao Deus Egípcio Hermes Trimegistos, autor da quase totalidade da magia, fazendo jus ao seu nome de tres vezes sábio.

 

Hermes com o seu Raio ilumina tanto a mente inferior como a intuição.

 

Hod é a esfera da filosofia esotérica e mágica, é o caminho laranja da filosofia ocultista e mágica, o raio natural de Hermes sob a presidência de Hod.

 

 

Experiência Espiritual

 

A experiência espiritual atribuída a esta séfira é a Visão do Esplendor, que é a compreensão da Glória de Deus manifestada no mundo criado (Universo Visível).

O iniciado de Hod vê além das aparências das coisas criadas e percebe os seu criador; é na compreensão do esplendor da natureza como a veste do Inefável, ele recebe a sua iluminação e se torna um co-operador do Grande Artífice. É essa compreensão das forças espirituais que manipulam todas as manifestações e aparições que é a chave dos poderes de Hod tal como são eles considerados na Magia da Luz. É formando-se um canal para estas forças que o Mestre da Magia Branca ordena as esferas de forças desequilibradas, não utilizando os poderes para a sua vontade pessoal. Ele é o equilibrador do desequilibrado, não o manipulador arbitrário da natureza.

 

 

Virtude: Veracidade

 

Nessa esfera, que é a esfera de Mercúrio – Hermes, deus da ciência e dos livros, vemos claramente que a virtude suprema é a Veracidade, e que o aspecto contrário desta Séphira é aquele que Mercúrio revela em seu aspecto como deus dos ladrões e dos trapaceiros astutos. Na ética esotérica, acredita-se que cada plano tem o seu padrão de certo e errado.

O padrão do plano físico é a força.

O padrão do plano astral é a beleza.

O padrão do plano mental é a verdade.

O padrão do plano espiritual é o certo e o errado, tal como entendemos estes termos.

Portanto não existe ética, a não ser em termos de valor espiritual, tudo o mais é transitório. Na esfera que é essencialmente a esfera da mente concreta, é lógico que se atribua como virtude suprema A VERACIDADE.

 

 

 

Vício

 

Falsidade, desonestidade.

 

Correspondência no Microcosmo

 

Os quadris e as pernas.

 

Símbolos

 

Nomes e Versículos: Avental.

 

Os nomes: São palavras de poder por meio das quais o Mago resume e evoca na consciência das potências multiformes dos Beni Elohim. (Nomes mágicos que se baseiam no valor numérico das consoante deste ou daquele alfabeto sagrado).

 

Versículos: São frases mântricas, e um mantra é uma frase sonora que, quando repetida indefinidadamente à maneira de um rosário, opera sobre a mente como uma forma especial de auto sugestão.

 

Avental: É o traje característico do iniciado nos Mistérios Menores, que é sempre qualificado figurativamente como um pedreiro, isto é, um construtor de formas, e como a Séphira Hod é a Séphira das operações dos construtores de formas mágicas, o símbolo que lhe corresponde é bastante pertinente.

 

 

Cartas do Tarô

 

Os quatro Oitos

 

Oito de Paus:      Rapidez

Oito de Copas:    Sucesso abandonado

Oito de Espadas: Força diminuída

Oito de Ouros:    Prudência

 

O conceito da relação e da satisfação inibidas está expresso no título do Oito de Copas do Tarô, cujo nome secreto é Sucesso Abandonado. O naipe de Copas está sob a influência de Vênus e representa os diferentes aspectos e influência do amor. O Sucesso Abandonado, a inibição da reação instintiva, que daria a satisfação – em outras palavras, a sublimação -, é a chave dos poderes de Hod. Mas lembramos que a sublimação não é a mesma coisa que repressão ou erradicação, e se aplica ao instinto de auto preservação assim como o instinto de reprodução.

 

O mesmo conceito reaparece no título secreto do Oito de Espadas, que é o Senhor da Força Diminuída. Temos, nestas palavras, uma clara imagem da suspensão e retenção do poder dinâmico que procuramos controlar.

 

 

O Oito de Ouros que representa a natureza de Hod manifesta no plano material, temos o Senhor da Prudência – que á também uma influência restritiva. Mas essas tres cartas negativas se resumem sob o governo do Oito de Paus, que representa a ação da Esfera de Hod no plano espiritual, e essa carta recebe o nome de Senhor da Rapidez.

 

 

Vemos, pois, que é pelas inibições e restrições dos planos inferiores que a energia dinâmica do plano superior pode ser utilizada. É na esfera de Hod que a mente racional impõe essas inibições à natureza animal dinâmica da alma, condensando-as, formulando-as e dirigindo-as por meio de sua limitação e impedindo-lhes a difusão. É essa operação da magia que trabalha com os símbolos. Por meio dela, as forças naturais livres são reprimidas e dirigidas aos fins desejados. Esse poder de direção e controle só pode ser obtido pelo sacrifício da fluidez, e Hod é, por conseguinte, justamente considerado como o reflexo de Binah através de Chesed.

 

 

 

 

Cores nos Mundos

 

Atizluth:  Violeta-púrpura.

Briah:       Laranja

Yetzirath: Vermelho-roxo

Assiah:     Preto-amarelado, salpicado de branco.

 

 

 

3º Passo  -  8ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As doze “Manifestações de Malkuth” (O Reino) ao Ain Soph (na hora cinco) no Mundo Manifesto.

 

 

A 8ª estação da cruz em Áquario;

A 8ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 1ª Hora do Relógio e o 2º Raio Cósmico.

 

A 8ª estação da cruz em Áquario é exercitada em Daath.

 

 

 

 

 

 

2º Passo  -  8ª Estação

(Movimento Ziguezague)

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.

Hostes Angélicas no Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto.

 

A 8ª estação da cruz em Áquario:

A 8ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 1ª Hora do Relógio e o 2º Raio Cósmico.

A 8ª estação da cruz em Áquario é exercitada em Daath. Aqui encontramos aos Quatro Arcanjos.

 

MIGUEL  (Virtudes, Sul, Poder, Fogo, Roxo)

 

48     - MIHEL –                                        44 – YLHIH -

49     - OshLIH –                                       43 – VVLIH -

50     - ORIEL –                                         42 – MIKEL -

51     - SALIH –                                          41 – HHHEL –

 

RAPHAEL (Arcanjos, Leste, Luz, Ar, Amarelo Ouro)

 

 

64 – MChIEL –                                     60 – MTzREL –

63 – ONVEL –                                      59 –  HRChEL –

62 – IHHIH –                                       58 –  YYLEL –

61 – VMBEL –                                      57 – NMMIH –

 

URIEL ou HANIEL  (Principados, Norte, Estabilidade, Terra, Amarelo

                                  Limão/Verde Oliva/Marrom e Negro))

 

56 – PVIEL –                                         52 – OMMIH -

55 – MBHIH –                                       51 – HChShIH -

54 – NIThEL –                                       50 – DNYEL -

53 – NNAEL –                                        49 – VHVEL -

 

GABRIEL (Anjos, Oeste, Visão interna, Água, Azul)

 

72 – MVMIH –                                     68 – ChBVIH -

71 – HYYEL –                                       67 – AIOEL -

70 – IBMIH –                                       66 – MNQEL -

69 – RAHEL –                                       65 – DMBIH -

 

 

 

 

 

1º Passo  -  8ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Terra, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte da Terra, Transição HÊ.

 

2º - Touro – Vênus - Netzach - Os Principados. A 1ª ordem da 3ª Hierarquia das Hostes Angélicas.

Aqui deve ser exercitada a 8ª Estação da Cruz.

A Cruz de Fogo Cósmico aqui colocada será para a Estação o comando da Cruz de Fogo Verde.

 

Haniel (Arcanjo)

 

49-VHVEL-                                        53-NNAEL-

50-DNYEL-                                        54-NIThEL-

51-HChShIH-                                    55-MBHIH-

52-OMMIH-                                       56-PVIEL-

 

 

12º Passo  -  9ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto

 

9ª Estação da Cruz:

A 9ª estação da cruz é o símbolo da 3ª “queda” e o Raio Cósmico é o 3º Raio. Nessa estação deve o estudante ter em mente que a 3ª “queda” no caminho terá que se destituir de todo conceito de “falsidade de amar”, uma oposição ao 3º Raio Cósmico.

 

Terceiro Raio
Objetivo deste raio é Vitória

Chohan - Paulo, o Veneziano
Elohim - Heros e Amora
Arcanjo - Chamuel e Caridade
Dia - Segunda-feira
Cor - rosa (pink)

Chakra - do coração 12 pétalas. Ele é o chakra da transferência do poder dos chakras Alfa, de polaridade masculina, na parte superior do corpo, para os chakras Omega, de polaridade feminina na parte inferior do corpo. É o centro do amor divino
Localização - no meio do peito, na altura do coração físico.
O que polui este Chakra - desamor
Instrumento Musical Ativador - harpa
Mantra - Coração, Cabeça e Mão (os 3 primeiros decretos)
Qualidade: Vitória, Amor Divino, Abnegação, Beleza - conforto, Graça, Harmonia, Criatividade, Magnetismo espiritual, Compaixão, Unidade, Adesão, Coesão, Comunhão com a vida, Batismo do Espírito Santo.
Perversão: amor humano, vaidade, feiúra, desconforto, negligência, sensualidade, magnetismo animal, auto piedade, simpatia humana, desunião, desintegração, decadência.

 

 

11º Passo – 9ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto.

 

3ª Estação e a 9ª Estação da Cruz:

Na 3ª estação e na 9ª estação da cruz o chacra é o do Coração do 3º Raio Cósmico. Quando visualizada no Eixo é o do Chacra Plexo Solar do 6º Raio Cósmico e é conhecido como o eixo 2 – 8 (dois - oito).

 

 

CHAKRA DO CORAÇÃO:

 

O Chakra do Coração possui 12 Pétalas. É Através deste chakra    que recebemos o poder do nosso Eu Perfeito , o Cristo Pessoal. Este é o   Chakra intermediário   entre os Chakras Superiores e os Chakras Inferiores, os Chakras Superiores  ao do coração, carregam a polaridade   Masculina  /  Alfa,   Os  Chakras inferiores  carregam  a  polaridade Feminina / Omega. Este é o Chakra do centro da figura oito, o chakra do Cristo, que é o intermediário entre o Céu e a Terra, entre o pai e o filho. No Relógio Cósmico o Chakra do Coração esta localizado nas 03 hs. , na Cruz do Poder, que é o Poder  do Pai, do Filho, da Mãe / Alma,  e  do Espírito Santo. A Qualidade de   Deus como   Controle nas 3hs.   e Realidade nas 9 hs, estão ancorados neste Chakra. Controle aqui, é o controle mental do indivíduo, as rédeas da mente / corpo mental. Realidade aqui, é a  realidade da idéia manifestada na forma física. Este chakra é a fonte da energia transmutadora Divina. É colocando a mão esquerda no chakra do        coração e a direita sobre ou apontando, que conseguimos transferir a  energia do cristo para fazermos um trabalho especifico de cura ou até mesmo   de defesa ao se utilizar a  Espada de Luz. Cada uma das 12 Pétalas  deste chakra, corresponde ao poder de energia e virtudes divinas necessárias    nos doze chakras, para suprir a necessidade de evolução dos quatro corpos com a chama trina em cada chakra, formando quatro vezes três, que da em doze.

 

 

CHAKRA DO SOLAR PLEXUS: 

 

O Solar Plexos/ Plexo Solar que significa Cadencia Solar/ Seqüência  Solar ou seja, Um Sol Atrás do outro. localiza-se no umbigo, tem 10 Pétalas. e é verdadeiramente o lugar do Sol, a paz do Sol e sua segurança, sua calma. Se ao invés do Sol, a cadencia for lunar, a pessoa não terá paz de espírito e viverá em um mar de ilusão. Este Chakra carrega a polaridade feminina.É através do Solar Plexos que o indivíduo capta o mundo emocional. O Plexo Solar é o poder dos   dez e   dos dez vezes   dez. As   energias que   podem   ser magnetizadas do corpo emocional de Deus e ancoradas no Plexo Solar para a cura, para a ciência,  para a abundância, estão ao seu alcance. No relógio Cósmico , o Plexo Solar esta localizado na Cruz da Sabedoria e Criatividade. Esta Cruz é   composta de  Virgem   e Peixes / Chakra do Plexo Solar nas 2 e 8 hs.  e Gêmeos e Sagitário / Chakra da  Garganta nas 5 e 11hs. O que significa que tudo o que se fala, ouve, e cheira, pode afetar o chakra do Plexo Solar.  Por estar intimamente   ligado   ao Chakra  da Garganta  que   regula      a Otorrinolaringologia.

 

 

10º Passo  -  9ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no Mundo Manifesto.

 

 

3ª Estação e a 9ª Estação da Cruz:

No eixo 2 – 8 (dois - oito) dessas estações encontramos nome de Akshobya que significa "Imutável" ou "Inabalável". A Sabedoria que reflete todas as coisas, calmamente e sem crítica, como num espelho, revelando a verdadeira natureza. A Sabedoria Semelhante ao Espelho é o antídoto dos venenos do ódio e da raiva.

 

Akshobya

O nome Akshobya significa "Imutável" ou "Inabalável". A Sabedoria que reflete todas as coisas, calmamente e sem crítica, como num espelho, revelando a verdadeira natureza. Um texto diz: "Exatamente como se vê o próprio reflexo no espelho, assim o Dharmakaya é visto no Espelho da Sabedoria." 10 A Sabedoria Semelhante ao Espelho é o antídoto dos venenos do ódio e da raiva.

Na mandala dos Cinco Budas Dhyani, Akshobya é usualmente posicionado a Leste (que é na base) mas, às vezes, é colocado no centro. Sua cor é azul. Ele governa sobre o elemento água e personifica o skandha da forma. Em alguns sistemas, ele é associado com o skandha da consciência. O trono de lótus de Akshobya é sustentado por um elefante, símbolo de firmeza e força.

Seu símbolo é o vajra, também chamado de raio com trovão ou cetro de diamante, representado nesta mandala, acima de sua cabeça, diretamente abaixo de Vairochana. O vajra denota iluminação, a indestrutível, adamantina natureza da pura consciência, ou a essência da Realidade. Em algumas tradições, o vajra significa a união do homem com o Buda; uma extremidade do vajra simboliza o reino macrocósmico do Buda e a outra extremidade o reino microcósmico do homem.

O mudra de Akshobya mostrado aqui, e produzido pela sua mão direita , é o bhumisparsha mudra, o gesto de tocar o chão. Denota o estado inabalável. Esse é o mudra que Gautama usou para chamar a Terra, quando desafiado pelo Mal, Mara, para que testemunhasse o seu direito de atingir a iluminação.

O paraíso de Akshobya é Abhirati, a Terra de Extraordinário Grande Deleite. Os budistas acreditam que qualquer um que lá renasça, não cai a um nível inferior de consciência. O bija de Akshobya é Hum e o seu mantra é: Om Akshobya Hum.

 

9º Passo  - 9ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico, as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.

 

9ª Estação da Cruz:

A 9ª estação da cruz é o Corpo Etérico (que está sob a Hierarquia do signo de Peixes do Planeta Netuno). Nessa estação deve o estudante ter em mente que na “3ª Queda” terá que se destituir da duvida, questionamento humano, medo e memórias da morte. Tendo a ajuda da Hierarquia da Hora 2. O Mestre Jesus, as Grandes Ordens dos Mestres Ascensos e Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Peixes do Planeta Netuno. Nessa estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia de suas qualidades divinas. Certeza, Focalização da Vontade e Esperança e Fé.

 

8º Passo  - 9ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo Manifesto.

 

3ª Estação e a 9ª Estação da Cruz:

Na 3ª estação e na 9ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra do Plexo Solar do 6º Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como o eixo 2 – 8 (dois - oito). Este eixo faz a Cruz de Fogo Púrpura com o eixo

5– 11 (cinco - onze).

 

 

 

 

 

7º Passo  -  9ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo Manifesto.

 

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte da Terra, Transição HÊ.

3º - Virgem – Mercúrio

Aqui deve ser exercitada a 9ª Estação da Cruz.

 

 

 

6º Passo  -  9ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.

 

Elemento Terra, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte da Terra, Transição HÊ.

 

3º -Virgem – Mercúrio

Aqui deve ser exercitada a 9ª Estação da Cruz.

Meditar com dois dos vinte e quatro anciões desta Estação da Cruz

 

Lzinopo – 67-AIO-                              68-ChBV-             69-RAH-

Lhiansa – 70–IBM-                            71-HYY-                72-MVM-

 

 

 

5º Passo  -  9ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. Os Quatro Elementos Enochianos e os 72 Nomes de Deus no Mundo Manifesto.

 

Elemento Terra, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte da Terra, Transição HÊ.

 

3º -Virgem – Mercúrio

Aqui deve ser exercitada a 9ª Estação da Cruz.

 

67-AIO-                          68-ChBV-                 69-RAH-

70–IBM-                         71-HYY-                   72-MVM-

 

4º Passo  -  9ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As Sete Sephiras de Yesod (fundação) a Daath (conhecimento). Passo com os pés firmes em Malkuth (O Reino) no Mundo Manifesto.

 

Aqui nesse ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.

Iniciamos o estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino.

 

3ª Estação e a 9ª Estação da Cruz:

Na 3ª estação da cruz em Virgem (Mercúrio), na Hora 8 e na 9ª estação da cruz em Peixes (Netuno), na Hora 2  nos encontramos na Sephirah Netzach, a  Vitória.

 

 

N E T Z A C H

(O Sétimo Caminho)

 

 

Título: Netzach, Vitória.

 

Compreendemos melhor Netzach contrastando-a com Hod, a Esfera de Mercúrio, pois ambas representam, como já vimos a força e a forma  num arco inferior. Netzach representa os instintos e as emoções e Hod simboliza a mente concreta. No macrocosmo elas representam dois níveis do processo de concretização da força da forma. Em Netzach, a força ainda se move com certa liberdade, detendo-se apenas nas formas extremamente fluídicas e de movimento incessante, e em Hod ela toma pela primeira vez uma forma definida e permanente, embora de natureza extremamente tênue. Em Netzach, uma forma particular de força se manifesta, traduzida em seres que se movem para frente e para trás nos limites da manifestação, de maneira extremamente indefinida. Tais seres não tem personalidades individualizadas. Em Hod, contudo, cada unidade se individualiza, e a existência apresenta continuidade. A mente é grupal em Netzach, mas Hod inicia o processo da mente humana.

 

Estamos agora na Esfera da ilusão, e que o que é descrito em termos de formas são aparências representadas pelo intelecto para si mesmo e projetadas na luz astral como formas mentais. Tudo que é recebido pelos olhos do intelecto e pelas contemplações da fé tem sua base metafísica em Chokmah, a Sephira Suprema do topo do Pilar da Misericórdia. Mas, em Netzach, ocorre uma grande mudança em nosso modo de entender os diferentes tipos de existência atribuídos a cada Séphira. De Kether a Netzach, percebemos por meio da intuição, nossas apreensões eram informes, ou pelo menos, representadas por símbolos altamente abstratos, estes não se manifestam depois de Tiphereth, e chegamos a símbolos concretos. Como a rosa, atribuída a Vênus, para Netzach e, o caduceu, atribuído a Mercúrio, para Hod.

 

Em Tiphereth, a Inteligência Mediadora, decopõe a Luz Branca da Vida Única, tal como um prisma, de modo que ela se torna o Esplendor Refulgente de inúmeros matizes em Netzach. Aqui não temos força, mas forças, não vida, mas vidas. Muito apropriadamente o Côro Angélico atribuído a Netzach é dos Elohim, os deuses. O Um foi reduzido ao múltiplo para os fins da manifestação da forma.

 

Esses raios não são representados como a pura luz branca pela qual vemos todas as coisas em suas cores verdadeiras, mas como uma cor de diversas nuances, cada uma das quais revela e intensifica algum aspecto de manifestação especializado.

 

Toda vida ou forma de força que se manifesta em Netzach é uma manifestação parcial, mas especializada; por conseguinte, nenhum ser que tem como  esfera de evolução a esfera de Netzach poderá experimentar um desenvolvimento completo, mas será sempre uma criatura de uma idéia, de uma única função, simples e estereotipada. É o fator Netzach em nós a base de nossos instintos, cada dos quais, em sua essência não – intelectualizada, dá origem aos reflexos apropriados.

 

É muito importante para nós compreender que essas Sephiroth inferiores do plano da ilusão são densamente povoadas pelas formas mentais; e que tudo o que a imaginação humana foi capaz de conceber, embora confusamente, tem uma forma revestida de luz astral, e que tanto mais a imaginação humana se aplicar em realizá-la, mais definida essa forma se tornará. É por essa razão as gerações de videntes, quando procuram discernir a natureza espiritual e a essência íntima de qualquer forma de vida, encontrarão essas imagens, as “criações do criado”, que foram iludidos, tomando-as erroneamente pela própria essência abstrata, que não se encontra em qualquer plano que fornece imagens a visão psiquica, mas apenas aqueles que são percebidos pela intuição pura.

 

Em Netzach temos a forma mais tênue dessas coisas e elas são percebidas muito mais pela “contemplações da fé” do que pelos “olhos do intelecto”. Na esfera de Hod, executam-se todas as operações mágicas em que o próprio intelecto surge para conferir forma e permanência a essas imagens tênues e flutuantes; mas, na esfera de Netzach, tais operações não ocorrem em qualquer grau; todas as formas divinas em Netzach são reverenciadas por  meio das artes, e não concebidas por meio de filosofias. Não obstante, para todos os propósitos práticos é impossível separar as atividades de Hod de Netzach. As funções de Netzach estão implícitas em Hod porque Netzach emana Hod, e os poderes desenvolvidos pela evolução na esfera de Netzach são a base das capacidades de Hod.

 

Os contatos de Netzach não se fazem concebendo-se a vida filosofocamente,  nem por meio do psquismo ordinário criador de imagem, mas pelo “sentimento adequado”. É por meio da dança, do som e da cor que entramos em contato com os anjos de Netzach e podemos evocá-los.

 

As Tres Supremas e o primeiro par de Sephiroth manifestadas, Chesed e Geburah, representam o Eu Superior, tendo Tiphereth como ponto de contato com o Eu Inferior. As quatro Sephiroth inferiores, Netzach, Hod, Yesod e Malkuth representam o Eu Inferior, ou personalidade, a unidade de encarnação, tendo Tiphereth como ponto de contato com o Eu Superior que é às vezes chamado de Anjo da Guarda Sagrado.

 

Do ponto de vista da personalidade, Tiphereth representa a consciência superior, ciente das coisas espirituais; Netzach representa os instintos e Hod o intelecto. Yesod representa o quinto elemento o Éter, e Malkuth, os quatro elementos, que são o aspecto sutil da matéria. O intelecto humano médio só pode compreender a natureza da matéria densa, Malkuth, e do intelecto, Hod, ambos aspectos concretos da existência. Ele não pode apreciar as forças que edificam as formas, representadas por Netzach, a esfera dos instintos, e Yesod, ou duplo etéreo ou corpo sutil.

 

É por meio de Netzach, em nossa natureza, que as forças elementais tem acesso à consciência; sem Netzach, elas permanecem na esfera subconsciente de Yesod trabalhando cegamente. Todo nível de manifestação tem sua prórpria ética ou padrão que não devemos confundir os planos esperando de um o padrão do outro que não lhe é aplicável. No reino da mente, a ética é verdade; no plano astral, que é a esfera das emoções e dos instintos, a ética é a beleza.

 

Ao penetrar na região das quatro Sephiroth inferiores estamos na esfera da mente humana. Consideradas subjetivamente elas constituem a personalidade e seus poderes. O objetivo da iniciação oculta é desenvolver esses poderes e, considerados do ponto de vista superior como sempre devería ser, sob pena de degenerar da magia negra, uni-los com Tiphereth, que é o ponto focal do Eu Superior ou Individualidade.

 

Se levantarmos a ponta do Véu do Templo e revelarmos o fato de que o sexo é simplesmente uma instância especial do princípio universal da polaridade, a dedução imediata é que a polaridade e o sexo são termos sinônimos. A vida só flui através de um circuito, isolemo-la, e ela se tornará inerte. Encaremos a personalidade como uma máquina elétrica: ela precisa estar ligada à casa de força, que é Deus, ou não funcionará; mas ela precisa igualmente em contato com a Terra,  do contrário seu mecanismo não poderá ser posto em movimento. Todo ser humano precisa estar em contato com a Terra, tanto no sentido literal como metafórico. O idealista tenta induzir uma completa isolação de todos os contatos terrestres, afim de que o poder afluente não se disperse; ele não compreende que a Terra é uma grande imã. A tradição declara que a chave dos mistérios foi escrita na Tábua de Esmeralda, de Hermes, onde estavam escritas as palavras “Como em cima, tal embaixo”. Apliquemos os princípios da física a psicologia e teremos a solução do enigma.

 

 

Título conferido a Netzach: FIRMEZA.

 

 

Imagem Mágica:

 

Uma bela mulher nua.

 

Sendo Netzach uma Sephira positiva, a primeira vista parece estranho um aspecto feminino, uma imagem de uma bela mulher nua estar vinculada a uma Sephira masculina. É o aspecto feminino da forma equilibrando o aspecto masculino da força; indica a importância do desenvolvimento harmônico dos dois aspectos: a força e a forma.

 

Localização na Árvore

 

Na base do Pilar da Misericórdia.

 

Texto Yetzirático

 

O Sétimo Caminho chama-se inteligência oculta porque é o esplendor refulgente das virtudes intelectuais percebidas pelos olhos do intelecto e pelas contemplações da fé.

 

 

 

O Nome Divino

 

Jehovah Tzabaoth, Senhor das Hostes ou Deus dos Exércitos.

 

 

 

 

 

Arcanjo Haniel

 

O Arcanjo Haniel , a Graça de Deus, é o da sabedoria no inter-relacionamento com todas as coisas, sejam planetas, plantas, esferas ou homens. Pode ser representado como uma chama verde e dourada, com uma luz rosada sobre a cabeça.

 

Coro Angélico

 

Elohim ou deuses, os regentes da natureza.

 

 

Chákra Cósmico

Nogah, Vênus.

 

Entenderemos melhor a natureza de Netzach se lembrarmos que ela é a esfera de Vênus, isto significa que tratamos aqui da função da polaridade, que é muito mais do que apenas o sexo, como se concebe popularmente. É importante notar, a esse respeito, que vênus, ou, na sua forma grega, Afrodite, não é, em absoluto, uma deusa da fertilidade, mas a deusa do amor. No conceito grego de vida, o amor abrange muito mais do que o relacionamento entre os sexos. A Deusa Afrodite, regia os aspectos superiores do amor.

 

O culto de Afrodite era muito mais do que o cumprimento de uma função animal, relacionando-se, ao contrário, com a interação sutil da força vital entre dois fatores; o curioso fluxo e refluxo, o estímulo e a reação, que exerce um papel tão importante nas relações dos sexos, mas que ultrapassa, e muito, a esfera do sexo.

 

A hetera grega era uma mulher culta, a quem nenhum homem ousava fazer propostas sexuais, devido a reverência com que a função do sexo era encarada entre os gregos.

 

Nos templos de Afrodite, a arte do amor era cuidadosamente cultivada, sendo as sacerdotisas treinadas desde a infância em sua habilidade. Mas essa arte não consistia apenas em provocar a paixão, mas em satisfazê-la adequadamente em todos os níveis de consciência; não simplesmente pela gratificação das sensações físicas do corpo, mas pela troca etérea sutil de magnetismo e de polarização intelectual e espiritual. Elas procuravam suprir certas necessidades mas sutis da alma humana por meio de suas hábeis artes.

 

Não podemos compreender corretamente o sexo senão compreendermos que ele é um dos aspectos do que o esoterista chama de polaridade, e que esse é um princípio que percorre toda a criação, sendo, de fato, a base de toda manifestação. Toda a atividade da força está compreendida no princípio da polaridade, assim como toda a função da forma está compreendida no princípio do metabolismo.

 

A polaridade significa essencialmente o fluxo de força de uma esfera de alta pressão para uma esfera de baixa pressão sendo os termos alto e baixo relativos. Toda esfera de energia precisa receber o estímulo de um influxo de energia da pressão superior e enviá-lo a uma esfera de pressão inferior. A fonte de toda energia está No Grande Imanifesto, e ela segue seu caminho para baixo, de nível e nível, alterando sua forma de uma esfera a outra, até se converter, finalmente, em força “terrestre”, em Malkuth.

 

O ponto capital que devemos entender é que, na árvore microcósmica há um fluxo descendente e ascendente dos aspectos positivos e negativos de nossos níveis subjetivos de consciência, em que o espírito inspira a mente, e a mente dirige as emoções, e as emoções formam o duplo etéreo, e o duplo etéreo molda o veículo físico, que é o “fio terra do circuito”.

 

Mas um ponto que não compreendemos facilmente é que há um fluxo e refluxo entre cada corpo, ou nível de consciência, e seu aspecto correspondente no macrocosmo. Assim como há uma entrada e uma saída no nível de Malkuth por onde o corpo recebe alimento e água como nutrição e os expulsa como escreções, assim também, há uma entrada e saída entre o duplo etéreo e a luz astral, e entre o corpo astral e o lado mental da natureza, e assim por diante nos planos, sendo os fatores sutis representados pelas seis Sephirot superiores. A essência da Cabala, que é a aplicação prática da Árvore da Vida, consiste em desenvolver esses circuitos magnéticos de níveis diferentes, e assim fortalecer e reforçar a alma. Assim como o corpo físico se nutre comendo e bebendo, e se mantém saudável pela escreção adequada – processos que poderiam receber o nome de operações da esfera de Malkuth – assim é a alma do homem vitalizada pelas operações da esfera de Tiphereth, que se chama também a Esfera do Redentor, que confere saúde à alma. Sabemos como a iniciação desenvolve os poderes do psiquismo superior e permite a percepção das verdades superiores; o que não compreendemos é que, para percorrer a escala plena do desenvolvimento humano, precisamos também desenvolver nosso poder para entrar em contato com a energia natural em sua forma essencial representada pela esfera de Netzach.

 

Estamos acostumados a admitir que o espiritual e o natural são  mutuamente antagônicos e que devemos despir uma santo para vestir o outro. Não compreendemos que a matéria é espírito cristalizado, e que o espírito é matéria volatizada, e que não existe diferença substancial entre eles, assim como não existe entre a água e o gêlo, sendo ambos estágios diferente da Coisa Única como os alquimistas chamam esse é o grande segredo da alquimia, que constitue a base filosófica da doutrina secreta da transmutação.

 

Em Chokmah, portanto, temos o tremendo impulso da vida, que é a grande potência masculina do universo; em Chesed, temos a organização das forças em complexos interativos;  em Netzach, temos uma esfera em que a evolução, ascendendo de Malkuth como força organizada que anima a forma vivificada, é capaz de fazer contato mais de uma vez com a força essencial.                                                                                                                                                                                                                                                           

 

Experiência Espiritual

 

A visão da beleza triunfante.

 

Virtude: Desprendimento

 

 

Vício

 

Impudor, Luxúria.

 

Correspondência no Microcosmo

 

Os Rins, Os Quadris, as Pernas.

 

Símbolos

 

A lâmpada e o cinto. A rosa.

 

Observamos, de imediato, que o simbolismo contém duas idéias distintas: a idéia do poder e a idéia da beleza, o que evoca o amor que existia entre Vênus e Marte de acordo com o velho mito. Vemos que o simbolismo de Marte ou da Vitória está associado ao macrocosmo, e que o simbolismo de Vênus, o amor, ao aspecto microcosmo ou subjetivo.

 

A lâmpada: Os quatro elementos são associados as quatro Sephiroth inferiores, e o elemento fogo está associado a Netzach. A lâmpada é a arma mágica utilizada nas operações do elemento fogo. Daí a associação com Netzach. O elemento fogo está associado a energia ignea no coração da natureza, e vincula-se ao aspecto marciano da Séphira Vênus.

 

O Cinto e a Rosa explicam-se por si mesmo, pois estão tradicionalmente associados a Vênus.

 

Cartas do Tarô

 

Os quatro Sete

 

Consideramos oportuno explicar o que representam essas cartas menores de Tarô. Elas simbolizam os diferente modos de funcionamento das diferentes forças sephiróticas nos Quadro Mundos dos Cabalistas.

 

O naipe de Paus corresponde a um nível espiritual

O naipe de Copas ao nível mental

O naipe de Espadas ao plano astral

E o naipe de Ouros ao plano físico.

 

 

 

Sete de Paus:      valor

Sete de Copas:    o sucesso ilusório

Sete de Espadas: esforço instável

Sete de Ouros:    sucesso incompleto

O nome cabalístico do Sete de Ouros é o Sucesso Incompleto, que devemos apenas passar em revista as vidas de Cleópata, Isolda e Heloisa para compreender que Vênus no plano físico tem por divisa “Pelo Amor, renuncio ao Mundo”.

 

O título secreto do Sete de Espadas é Esforço Instável, o qual expressa bastante bem a ação de Vênus na esfera das emoções, com sua intensidade efêmera.

 

O título secreto do Sete de Copas é o Sucesso Ilusório. Essa carta representa a operação de Vênus na esfera da mente, onde sua influência em nada contribui para tornar claras as concepções. Acreditamos no que queremos acreditar quando estamos sob a influência de Vênus.

 

Apenas na esfera do espírito, Vênus está em seu lugar adequado. Aqui, o Sete de Paus, recebe o nome de Valor, que descreve convenientemente a influência dinâmica e vitalizante exercida quando seu significado espiritual é compreendido e empregado.

 

As quatro Cartas de Tarô atribuídas a Netzach revelam de maneira muito interessante a natureza da influência venusiana quando esta atinge os planos. Elas nos ensinam uma lição muito importante, mostrando como essa força é essencialmente instável, quando não tem raízes num princípio espiritual. As formas inferiores do amor são as emoções, e nestas não nos podemos fiar; mas o amor superior é dinâmico e energizador.

 

Cores nos Mundos

 

Atizluth:    Âmbar 

Briah:        Esmeralda

Yetzirath:  Verde-amarelo brilhante

Assiah:      Oliva salpicado de ouro.

 

3º Passo  -  9ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As doze “Manifestações de Malkuth” (O Reino) ao Ain Soph (na hora cinco) no Mundo Manifesto.

 

A 9ª estação da cruz em Áquario:

 

A 9ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 2ª Hora do Relógio e o 3º Raio Cósmico.

 

A 9ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah Binah; A 10ª estação da cruz em Áquario: A 10ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 3ª Hora do Relógio e o 4º Raio Cósmico

 

 

2º Passo  -  9ª Estação

(Movimento Ziguezague)

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.

Hostes Angélicas no Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto

 

A 9ª estação da cruz em Áquario:

 

A 9ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 2ª Hora do Relógio e o 3º Raio Cósmico.

 

A 9ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah Binah.

Aqui encontramos ao Arcanjo Tsaphkiel,a 1ª Hierarquia das Hostes Angélicas e a 3ª Ordem, o Coro dos Tronos, os ERELIM (Os Valentes)  , ao Candelabro de Nove velas e a Oito Nomes Sagrados de Deus.

 

Tsaphkiel (Arcanjo)

 

17-LAVIH-                                         21-NLKEL-

18-KLIEL-                                          22-YYYEL-

19-LVVIH-                                         23-MLHEL-

20-PHLIH-                                         24-ChHVIH-

 

 

1º Passo  -  9ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Terra, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte da Terra, Transição HÊ.

 

3º - Virgem – Mercúrio - Hod - Os Arcanjos. A 2ª ordem da 3ª Hierarquia das Hostes Angélicas.

Aqui deve ser exercitada a 9ª Estação da Cruz.

A Cruz de Fogo Cósmico aqui colocada será para a Estação o comando da Cruz de Fogo Púrpura.

 

 

 

Raphael (Arcanjo)

 

57-NMMIH-                                                61-VMBEL-

58-YYLEL-                                                  62-IHHIH

59-HRChEL-                                              63-ONVEL-

60-MTzREL-                                               64-MChIEL-

 

 

 

12º Passo  -  10ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto.

 

 

10ª Estação da Cruz:

A 10ª estação da cruz é o símbolo de se “despir de suas vestes” e o Raio Cósmico é o 4º Raio. Nessa estação deve o estudante ter em mente que “despir de suas vestes” no caminho terá que se destituir de todo conceito de “fusionar toda impureza”, uma oposição ao 4º Raio Cósmico.

 

 

Quarto Raio
Objetivo deste raio é a harmonia

Chohan - Serapis Bey
Elohim - Astrea e Pureza
Arcanjo - Gabriel e Esperança
Dia - Sexta-feira
Cor - Branca
Chakra - da base ou Kundhaline, 4 pétalas. Este Chakra carrega a polaridade feminina. É o centro da harmonia
Localização - na base da coluna vertebral
O que polui este Chakra - mal uso do sexo e desarmonia
Instrumento Musical Ativador - tambor
Mantra - decreto da ascensão
Qualidade - Pureza, Perfeição, Auto disciplina, Moralidade, Esperança, Vida, Espirais positivas, Alegria, Êxtase espiritual, Unidade, Perfeição, Simetria, Geometria, Lei, Ordem, Comensurabilidade, Em cima é como em baixo, Arquitetura divina, Molde de vida.
Perversão - impureza, imperfeição, falta de auto controle, imoralidade, morte, desesperança, espirais negativas, luxuria, separatividade, sem lei, anarquia, caos, ausência de interação entre espírito e matéria, distorção dos desígnios divinos.

 

 

 

11º Passo – 10ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto

 

4ª Estação e a 10ª Estação da Cruz:

Na 4ª estação e na 10ª estação da cruz o chacra é o da Base do 4º Raio Cósmico. Quando visualizada no Eixo é o do Chacra Coronário do 3º Raio Cósmico e é conhecido como o eixo 3 – 9 (três - nove).

 

 

CHAKRA DA BASE DA ESPINHA

 

 

Este Chakra  é  o da Base  ou Kundhaline,   esta  localizado na  base   da  espinha,  possui  4 pétalas, que demonstram o equilíbrio da base da matéria. O triângulo no centro   mostra a  energia  que deve ser  elevada  para  os outros  chakras.  Se  este  Chakra  não  for  bem cuidado, todos os outros sofrerão as conseqüências, pois este Chakra serve de depósito de energia para os  outros chakras.  A energia Divina desce diretamente de Deus, penetrando o Chakra da Coroa, indo diretamente para o Chakra do da base, um verdadeiro cálice  que guarda a energia que deve  ser elevada para o Chakra  do coração  que redistribui para  os outros Chakras  a energia  a ser qualificada.  Este  Chakra  carrega a  polaridade feminina, energia do Chakra da base, pode ser perdida de varias maneiras:

       

.  Através  do  escoamento  que   o corre   pelo   abuso  das  energias  sexuais.

 

.  Através  da desarmonia,  como  raiva,  ódio,   medo,   ansiedade,   tristeza, impaciência,  irritação,  impureza,  etc.

 

Quando  perdemos  esta  energia  que  deveria  alimentar  aos outros chakras, perdemos o nosso   poder  de  qualificar  energias  como  Deuses,  ou   filhos  de  Deus.  Como  é  que podemos qualificar energias que não possuímos ?  Que    foram  perdidas ? Impossível, Temos  de  armazenar energia pura para  podermos  qualifica-la. Se queremos  ser Deuses e ter algum poder, temos que começar por guardar esta energia pura, sagrada  e  cristalina do  Chakra  da  base,  mantendo  a  nossa  harmonia,  que    poderá  acontecer  com  Fé, Esperança e Caridade. A base de tudo esta na energia. Sem energia não há nada, devemos preserva-la para podermos construir e transformar o mundo. O problema  do  ser  humano esta  em  querer  coisas  demais.  Assim   ele  perde  a   energia  e  não  consegue  nada.  A Qualidade  da  Consciência  de Deus  Como Pureza  e  Harmonia  esta   ancorada  neste Chakra. É com a Pureza e a Harmonia das energias da Mãe,  que  conseguimos  a  mestria sobre a terra/ matéria. Este Chakra  carrega a polaridade  feminina. É  através da mestria  do

poder do 4 Raio do Chakra da base da espinha, que  se consegue o poder   de se  estar  em vários os lugares do Planeta Terra ao mesmo tempo, simultaneamente. Obtendo o poder sobre  o tempo e  o espaço.  A  Energia  Sagrada  e  pura   deste  Chakra deve-se também a sua cor Branca, É com a energia pura e cristalina do Chakra da base da Espinha, que a Magia, que significa movimentação da energia, acontece. Este Chakra é a Base da força do Corpo Emocional. É com esta energia que se Faz a magia negra. O instrumento que ativa este  Chakra da base é  o  tambor, a  má utilização do  tambor  ou bateria com ritmos de baixa vibração causa o escoamento das energias.

Os Africanos, fazem do  Samba, Jazz,  Vodu,  ou  mesmo o  Rock dos  Americanos,  uma maneira de se tirar  a  energia  deste  Chakra,  através  do  escoamento  desta  energia  em danças Sensuais. Ao dançar  em  uma  serie  de  agachamentos  a companhado  de  uma  batida  de  tambor específica, a energia é empurrada para baixo em um espiral negativo. No Vodu existem rituais onde chegam a  colocar  uma  jarra  em  baixo da    pessoa,  para receber a energia do  Chakra  da  base  da  espinha,  energia  pura  e  por  isto  fácil  de  se qualificar para ser oferecida em rituais satânicos. A Energia do 4º Raio, o Branco, é a base  de  todas as  cores  dos outros  raios, o  que significa  que   se  obtivermos  o  branco obteremos o poder de qualificar a Energia em qualquer  outro  raio.  Esta  é  a  Verdadeira Magia. No Relógio Cósmico este Chakra  corresponde as 06hs. e  é o único  que do  outro lado do relógio, nas 12hs. tem como correspondente outro Chakra, o Chakra da Coroa ou Cabeça. É a verdadeira interação entre o Eu Pai e o Eu da Alma/ o ser  humano. Juntamente  com  o Signo de Câncer, Esta situado   na Cruz do Poder. E  está qualificado com a Harmonia de Deus, que é a base do Poder de Deus. A cruz do Poder é composta de Câncer/ Chakra da base, nas 06hs, de Capricórnio/ Chakra da Coroa, nas 12hs. e Aries e Libra nas 03 e 09hs. que tem o Chakra do coração, como foco de energia.

 

CHAKRA DO CORAÇÃO:

 

O Chakra do Coração possui 12 Pétalas. É Através deste chakra    que recebemos o poder do nosso Eu Perfeito , o Cristo Pessoal. Este é o   Chakra intermediário   entre os Chakras Superiores e os Chakras Inferiores, os Chakras Superiores      ao do coração, carregam a polaridade   Masculina  /  Alfa,   Os  Chakras    inferiores    carregam       a    polaridade Feminina / Omega. Este é o Chakra do centro da     figura oito, o chakra do Cristo, que é o intermediário entre o Céu e a Terra, entre o pai e o filho. No Relógio Cósmico o Chakra do Coração esta localizado nas 03 hs. , na Cruz do Poder, que é o Poder  do Pai, do Filho, da Mãe / Alma,  e  do Espírito Santo. A Qualidade de   Deus como   Controle nas 3hs.   e Realidade nas 9 hs, estão ancorados neste Chakra. Controle aqui, é o controle mental do indivíduo, as rédeas da   mente / corpo mental. Realidade aqui,   é a  realidade da idéia manifestada na forma física. Este chakra é a fonte da energia transmutadora Divina. É colocando a mão esquerda no chakra docoração e a direita sobre ou apontando, que conseguimos transferir a energia do cristo para fazermos um trabalho especifico de cura ou até mesmo   de defesa   ao   se utilizar   a  Espada de Luz.   Cada uma das  12 Pétalas deste chakra, corresponde ao poder de energia e virtudes divinas necessárias nos doze chakras, para suprir a necessidade de evolução dos quatro corpos com a chama trina em cada chakra, formando quatro vezes três, que da em doze.

 

 

 

 

10º Passo  -  10ª Estação

 

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no Mundo Manifesto.

 

 

4ª Estação e a 10ª Estação da Cruz:

No eixo 3 – 9 (três - nove) dessas estações encontramos o nome Ratnasambhava que significa "A Jóia Nascida Una" ou "Origem das Jóias. Ratnasambhava transmuta o veneno do orgulho (espiritual, intelectual e humano) em Sabedoria da Equanimidade.

 

Ratnasambhava

O nome Ratnasambhava significa "A Jóia Nascida Una" ou "Origem das Jóias". As Três Jóias são o Buda, o Dharma e a Sangha.

O Buda é o Iluminado, o Guru, o centro da roda da Lei. O Dharma é o Ensinamento, ou a Lei. A Sangha é a Comunidade.

Ratnasambhava transmuta o veneno do orgulho (espiritual, intelectual e humano) em Sabedoria da Equanimidade. Os Budistas tibetanos ensinam que, com a Sabedoria da Equanimidade, todas as coisas são vistas com imparcialidade divina, reconhecendo-se a igualdade divina em todos os seres e vendo-se todos os seres e o Buda como tendo a mesma natureza - a condição de que precisamos, diz Tucci, "para estimular a nossa ascensão espiritual e para adquirir confiança para realizar, em nós, o estado de Buda."11

Ratnasambhava é o Buda Dhyani do Sul. Sua cor é amarela, a cor do Sol em seu zênite. Ratnasambhava governa sobre o elemento terra e corporifica o skandha do sentimento ou da sensação.

Às vezes, ele é mostrado segurando seu símbolo, o ratna (jóia) ou chintamani (jóia da realização de desejos, que concede todos os desejos). O chintamani é um símbolo da mente libertada. O ratna é freqüentemente representado numa forma trina como o triratna, significando a união do Buda, Dharma e Sangha. Na mandala, o triratna é posicionada entre Ratnasambhava e Vairochana.

O animal que sustenta o trono de Ratnasambhava é o cavalo, denotando ímpeto e libertação. O mudra de Ratnasambhava, formado aqui pela sua mão direita, é o varada mudra. É um gesto de dar, ou de caridade, que o retrata oferecendo compaixão e proteção a seus discípulos. Seu bija é Tram e seu mantra é: Om Ratnasambhava Tram.

 

 

 

 

 

9º Passo  - 10ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico, as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.

 

10ª Estação da Cruz:

A 10ª estação da cruz é o Corpo Mental (que está sob a Hierarquia do signo de Áries do Planeta Marte). Nessa estação deve o estudante ter em mente que na “Despir as Vestes” terá que se destituir da vaidade, arrogância, falsidade e ego. Tendo a ajuda da Hierarquia da Hora 3. Hélios, o Grande Magneto do Sol Central e Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Áries do Planeta Marte. Nessa estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia de suas qualidades divinas. Consciência da Vontade Divina, Disciplina e Educação do Próximo.

 

8º Passo  - 10ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo Manifesto

 

4ª Estação e a 10ª Estação da Cruz:

Na 4ª estação e na 10ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra Coronário do 3º Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como o eixo 3 – 9 (três – nove). Este eixo faz a Cruz de Fogo Rosa com o eixo 12 – 6 (doze - seis).

 

7º Passo  -  10ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Fogo, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte do Fogo, Gerador YOD e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte do Fogo, Transição Yod.

1º - Aries – Marte

Aqui deve ser exercitada a 10ª Estação da Cruz.

 

 

 

 

 

 

6º Passo  -  10ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.

 

Elemento Fogo, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte do Fogo, Gerador Yod e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte da Fogo, Gerador Yod.

 

1º - Áries – Marte

Aqui deve ser exercitada a 10ª Estação da Cruz.

Meditar com dois dos vinte e quatro anciões desta Estação da Cruz

 

Aaoxaif – 1-VHV-                      2-YLY-                         3-SIT

Autotar – 4–OLM-                    5-MHSh-                      6-LLH-

 

 

 

5º Passo  -  10ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. Os Quatro Elementos Enochianos e os 72 Nomes de Deus no Mundo Manifesto.

 

Elemento Fogo, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte do Fogo, Gerador Yod e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte da Fogo, Gerador Yod.

 

1º - Áries – Marte

Aqui deve ser exercitada a 10ª Estação da Cruz.

 

1-VHV-                           2-YLY-                    3-SIT

4–OLM-                          5-MHSh-                 6-LLH-

 

 

 

 

4º Passo  -  10ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As Sete Sephiras de Yesod (fundação) a Daath (conhecimento). Passo com os pés firmes em Malkuth (O Reino) no Mundo Manifesto.

 

Aqui nesse ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.

Iniciamos o estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino.

 

4ª Estação e a 10ª Estação da Cruz:

Na 4ª estação da cruz em Libra (Vênus), na Hora 9 e na 10ª estação da cruz em Áries (Marte), na Hora 3 nos encontramos na Sephirah Tifereth, a  Beleza.

 

 

T I P H E R E T H

(O Sexto Caminho)

 

 

As Dez Sephiroth Sagradas, quando dispostas na Árvore da Vida em seu padrão tradicional, enquadram-se em tres divisões horizontais principais, assim como nas tres divisões verticais dos pilares. A mais alta dessas divisões horizontais consiste nas tres Supremas, que, para todos os propósitos práticos, estão além da esfera de nossa compreensão. Postulamo-las como princípios fundamentais que devem existir para que as manifestações subsequentes possam ser explicadas. Elas representam o Ser Puro e os princípios opostos da atividade e da passividade, e o nome de Tiângulo Supremo cai-lhes muito bem.

 

O Triângulo funcional que vem a seguir na Árvore consiste em Chesed, Geburah e Tiphereth. Essas esferas representam osprincípios ativos do anabolismo, do catabolismo e do equilíbrio, e podemos aplicar-lhes apropriadamente o nome de Triângulo Abstrato.

 

Considerando em detalhes as seis Sephiroth superiores, observamos que os tres Princípios Supremos foram a base de manifestação, e que os tres Princípios Abstratos dão expressão à manifestação. As tres Esferas Superiores são latentes e as  tres inferiores são potentes. Se compreendermos esse ponto, descobriremos que dispomos de um sistema para explicar a infinita diversidade da manifestação dos planos da forma, reduzindo-a aos seus princípios primários, o que torna as relações entre elas e o modo de sua interação e desenvolvimento claramente compreensíveis – resultado totalmente diverso daquele que obteremos se tentarmos reduzir todas as coisas em termos de força, em vez de resolvê-las nestes mesmos termos.

 

A unidade funcional mais baixa sobre a árvore consiste não de um triângulo, mas de um quadrado, e esse quadrado, foi afetado pela queda, erguendo-se a cabeça de Leviatã das profundezas do abismo, num ponto entre Yesod e Tiphereth. Não lhe é permitido ir além e por isso as seis Sephiroth superiores conservaram a sua inocência. As quatro Sephiroth inferiores pertencem aos planos da forma, em que a força não se move livremente, mas está encerrada, confinada, contida, sendo libertada apenas por obra da destruição.

 

Tiphereth, como já se observou, é o centro do equilíbrio da árvore. O equilíbrio dá origem a estabilidade e a estabilidade, a coesão. De agora em diante, na rota descendente da vida através do caminho da involução, encontramos o princípio da coesão que exerce um papel progressivamente predominante até que em Malkuth se encontra o apogeu.

 

Os princípios ativos Triângulo Absoluto sofrem uma subdivisão e uma especialização no curso da descida da vida através de Netzach, e em Yesod atingem um grau considerável de exteriotipia, por meio da qual se determinam as formas de Malkuth. Assim que Malkuth – o plano da forma pura – atinge o desenvolvimento, a corrente evolutiva começa a voltar-se para o espírito, libertando-se da prisão da forma, embora retendo as capacidades adquiridas pela experiência da disciplina da forma.

 

São numerosos, portanto, os princípios abstratos da função da vida que se revestem de forma devido a influência da experiência de suas manifestações exteriores no Reino da Forma. A influência da queda se irradiou até elas, e elas perderam sua inocência.

 

Essas considerações dão-nos a chave da natureza quaternária dos planos da forma, e permitem-nos trilhar o Caminho do Meio, entre a credulidade e o ceticismo, nesta esfera da ilusão, como a chamaram um tanto severamente.

 

A grande maré da vida evolutiva, proveniente de uma emanação de Tiphereth parte-se na Séphira Netzach, como num prisma, em diversos raios de manifestação; daí provém a descrição desta Sephira “Como o Esplendor Refulgente”. Em Hod, essas forças multifárias revestem-se de forma; e, em Yesod, elas agem como moldes etéreos para as emanações finais de Malkuth.

 

A manifestação em Malkuth completa o arco expansivo da involução, e a vida retorna sobre si mesma para seguir um curso paralelo num arco de retorno da evolução. A inteligência humana se desenvolve, e começa a meditar nas causas e discernir os deuses. Os deuses são criações do criado. Nascem da adoração daqueles que o invocam. Não são os deuses que fazem o trabalho da criação, mas sim as grandes forças naturais, cada uma agindo de acordo com a sua natureza. Os deuses são emanações das almas grupais das raças, e não emanações de Eheieh, o Um, o Eterno.

 

 

Título:  Tiphereth, Beleza.

 

Há tres importantes chaves para a natureza de Tiphereth. Em primeiro lugar, ela é o centro do equilíbrio de toda a árvore, estando no meio do Pilar Central; em segundo lugar, é Kether no arco inferior e Yesod num arco superior; em terceiro lugar, é o ponto de transmutação entre os planos da força e os da forma. Do ponto de vista de Kether, ela é uma criança; do ponto de vista de Malkuth, é um rei; e, do ponto de vista da transmutação de força, é um deus sacrificado.

 

Macroscomicamente do ponto de vista de Kether Tiphereth é o ponto de equilíbrio de Chesed e Geburah; microcosmicamente, ou seja, do ponto de vista da psicologia transcendental, é o ponto em que os tipos de consciência característicos de Kether e Yesod são concentrados num foco. Hod e Netzach encontram igualmente sua síntese em Tiphereth.

 

As seis Sephiroth de que Tiphereth é o centro, são as vezes chamadas de Adão Cadmo, o homem arquétipo; de fato, Tiphereth não pode ser corretamente compreendida senão como o ponto central destas seis Sephiras, que ela governa como uma rei em seu domínio. São essas seis que, para todos os propósitos práticos constituem o reino arquétipico que repousa atrás do reino da forma de Malkuth e domina e determina completamente a passividade da matéria.

 

As tres sephiroth inferiores agrupadas em torno de Tiphereth: Netzach, Hod e Yesod. Netzach relaciona-se com as forças da natureza e com os contatos elementais; Hod, com a magia cerimonial e com o conhecimento oculto; e Yesod, com o psiquismo e o duplo etéreo. Tiphereth, assistida por Geburah e Gedulah, representa a vidência, ou o psiquismo superior da individualidade. As quatro Sephiroth sob Tiphereth representam a personalidade ou o eu inferior; as quatro Sephirot acima de Tiphereth, são a individualidade, ou o eu superior, Kether é a centelha divida, ou o núcleo da manifestação.

 

Tiphereth jamais deve ser encarada como um fator isolado e sim como um vínculo, um ponto focal, um centro de transição ou transmutação. O Pilar Central relaciona-se sempre com a consciência. Os dois Pilares Laterais, com os diferente modos de operação da força nos diferentes níveis.

 

Em Tiphereth, encontramos os ideais arquetípicos concentrados num foco e transmutados em idéias arquetípicas. Ela é, na verdade, o Lugar de Encarnação. Por essa razão, chama-se a Criança. E porque a encarnação do ideal de Deus também implica a desencarnação sacrifical, atribuem-se a Tiphereth os Mistérios da crucificação.

 

Em Thiphereth, Deus se manifesta na forma e habita entre nós, isto é, penetra no âmbito da consciência humana. Tiphereth, o Filho,  mostra-nos Kether, o Pai. Para que a forma possa estabilizar-se, as forças que a compõem devem estar equilibradas. Por conseguinte, a idéia do Mediador, ou Redentor, é inerente a esta Séphira. Quando a divindade, seu próprio eu se manifesta na forma, essa forma precisa estar perfeitamente equilibrada. Poder-se-ía corretamente inverter a proposição e dizer-se que, quando as forças que edificam uma forma estão perfeitamente equilibradas, a divindade, seu próprio eu, se manifesta nesta forma de acordo com o seu tipo. Deus manifesta-se entre nós quando as condições permitem a manifestação. Vindo a manifestação nos planos da forma, no aspecto de criança de Tiphereth, o Deus encarnado chega à maturidade e torna-se o Redentor. Tendo obtido a encarnação por meio da matéria num estado virginal, isto é, Maria, Marah, O Mar, A Grande Mãe, Binah, a Suprema, distinta da Mãe Inferior, Malkuth, a Manifestação de Deus em desenvolvimento procura-se para sempre reter O Reino de suas Sephiroth centrais num estado de equilíbrio. Quando se apresenta na árvore o Hieróglifo da Queda, é interessante notar que as cabeças da grande serpente que provém do caos chegam até Daath, e não a ultrapassam.

 

O Redentor, portanto, manifesta-se em Tiphereth e faz um esforço incessante para redimir o seu Reino, unindo-o às esferas supremas através do abismo aberto pela queda, que separou as Sephiroth inferiores das superiores e procurando equilibrar as diversas formas do reino sêxtuplo. Para este fim, sacrificam-se os deuses encarnados, morrendo pelo povo, afim de que a tremenda força emocional liberada por esse ato possa compensar as forças desequilibradas do reino, e assim, redimi-lo ou equilibrá-lo. As forças arqétipicas estão encerradas em formas, e só podemos nos aproximar delas do ponto de vista de seu efeito sobre a consciência; nosso modo de aproximação deve-se fazer por meio da experiência direta dos sentidos, embora esses sentidos não pertençam apenas ao plano físico, mas funcionam tanto em Tiphereth como em Yesod cada um de acordo com o tipo que lhe corresponde. Devemos manter nosso vínculo com o transcendental através de Tiphereth; podemos fazê-lo expressando o simbolismo de Tiphereth nos termos da experiência mística. Todas as experiências místicas do tipo em que a visão termina numa luz cegante são atribuídas a Tiphereth, pois a dissolução da forma no influxo opressivo da forma caracteriza o mundo transitório da consciência da esfera da árvore. As visões que mantém claramente a forma definida são características de Yesod. Em Tiphereth, reunem-se e recebem interpretações as operações da magia natural de Netzach e a magia hermética de Hod. Ambas essas operações realizam-se em termos de forma, embora a forma predomine na operação de Hod num grau maior do que as de Netzach. Todas as visões astrais de Yesod devem ser traduzidas em termos de metafísicas através das experiências místicas de Tiphereth.

 

Kether é matafísica; Yesod é psíquica. E Tiphereth é essencialmente mística, compreendendo-se o termo “místico” como um modo de operação mental em que a consciência cessa de trabalhar nas representações subconscientes simbólicas, ganhando conhecimento por meio de relações emocionais.

 

A iluminação consiste na introdução da mente num modo de consciência mais elevado do que aquele que é edificado a partir da expeirência sensorial. Na iluminação, a mente muda de amrgem, por assim dizer. Mas, a não ser que o novo modo de consciência seja vinculado ao anterior e traduzido em termos de pensamento finito, esse modo manifesta-se como um raio de luz que cega por seu brilho. Não vemos por meio do raio de luz que brilha sobre nós, mas por meio do reflexo desse raio, que se projeta sobre os objetos de nossa própria dimensão. A não ser que nossas mentes possuam idéias que não possam ser iluminadas por esse modo superior de consciência, elas serão simplesmente esmagadas e, após essa experiência cegante como um modo superior de consciência, a escuridão será muito mais intensa para os nossos olhos, do que era antes. Na verdade, não mudamos exatamente de marcha, mas deixamos o mecanismo de nossa mente como que desembreado. Esse é, de modo geral, o significado da iluminação. Por mais breve que seja o relâmpago, ele é suficiente para convencer-nos da realidade da existência suprafísica, mas não para  ensinar-nos algo a respeito de sua natureza.

 

A importância do estágio de Tipereth na experiência mística reside no fato de que a encarnação da criança ocorre aqui; a experiência mística engendra gradualmente um corpo de imagens que se iluminam e se tornam visíveis quando ocorrem as iluminações.

 

O aspecto da criança de Tiphereth é também um aspecto muito importante para nós no trabalho prático dos mistérios relativos à iluminação. Pois devemos aceitar o fato de que a Criança–Cristo não nasceu, como Minerva, da cabeça de Deus Pai, mas começa como uma pequena coisa, deitada humildemente entre animais. Os primeiros raios da experiência mística devem ser obrigatoriamente muito limitados, pois não tivemos tempo para construir, graças à experiência, um corpo de imagens e de idéias que possam representá-las. Precisamos de muito tempo para reunir essas imagens e idéias às experiências transcendentais, acrescentando sua cota e a subsequente meditação racional que as organiza.

 

O método da árvore revela toda sua utilidade, permitindo ao transcendental expressar-se em termos de simbolismo, e que o simbolismo se expressa em termos de metafísica unindo assim o psiquismo  com o espiritual por meio do intelecto, e iluminando os tres aspectos de nossa consciência ternária. É em Tiphereth que essa tradução se faz, pois é nessa Sephira que se reúnem as experiências místicas da consciência direta que iluminam os símbolos psíquícos.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                    

 

O Pilar Central da Árvore é essencialmente o Pilar da Consciência, assim como, os dois Pilares laterais são os Pilares dos poderes ativos e passivos. Quando considerada microcosmicamente, ou seja, do ponto de vista da psicologia, Kether, a Centelha Divina em torno da qual se organiza o ser individualizado, deve ser encarada antes como o núcleo da consciência do que como a própria consciência. Daath, a Sephira invisível, é também o Pilar Central, embora, falando estritamente ela pertença sempre a um plano diferente daquele em que a Árvore está sendo considerada. Se considerarmos a Árvore microcosmicamente, Daath seria o ponto de contato com o macrocosmo. É só com Tiphereth que alcançamos a consciência claramente definida e individualizada.

 

Tiphereth é o ápice funcional da Segunda Tríade da Árvore, cujos dois ângulos básicos  consistem em Geburah e Gedulah (Chesed). Essa segunda Tríade, emanando da primeira Tríade das Tres Supremas, forma a individualidade evolutiva, a alma espiritual. É ela que perdura e se repete através da evolução, é dela que emanam as sucessivas personalidades, as unidades da encarnação, e é nela que a essência ativa da experiência se absorve ao final de cada encarnação, quando a unidade encarnada volta ao pé e ao éter. É essa segunda Tríade que forma a sobrealma, o Eu Superior, o Santo Anjo da Guarda, o Primeiro Iniciador.

 

Ofuscada e dirigida pela Segunda Tríade, a Terceira Tríade organiza-se através da experiência da encarnação, com Malkuth como seu veículo físico.

A consciência cerebral pertence a Malkuth, e é a única que dispomos enquanto estamos aprisionados em Malkuth. Mas as portas de Malkuth não estão rigorosamente fechadas nos dias de hoje, e são muitos aqueles que podem enxergar através dos estalidos da fantasmagolia do plano astral, experimentando a consciência psiquica de Yesod. Quando essa esfera é alcançada o caminho se abre para o psiquismo superior – a verdadeira vidência é caracterísitca da conscência de Tiphereth. A caracteristica desse modo superir de operação mental não consiste em vozes nem visão, mas é consciência pura; é uma intensificação da consciência, e essa atividade da mente provém um poder peculiar de compreensão e penetração que partilha da natureza da intuição super desenvolvida. A consciência superior nunca é psiquica, mas intuitiva e não contém nenhuma imagética sensorial. É que ele está ao nível da consciência superior.

 

Há uma certa concentração e exaltação emocional que possibilita as fases superiores de consciência, e sem a qual é impossível atingi-la. As imagens do plano astral se transformam numa emoção com a intensidade do fogo ardente e quando toda a escória da natureza se transforma em chamas, a fumaça se clareia, e somos deixados como o fogo branco da consciência pura. Pela própria natureza da mente humana, que tem o cérebro como seu instrumento, esse fogo branco não pode durar por muito tempo; mas no breve espaço de sua duração, o temperamente sofre mudanças, e a própria mente recebe novos conceitos e experimenta uma expansão que nunca se retrai por completo. A tremenda exaltação da experiência desaparece, somos deixados com uma permanente expansão da personalidade, com uma capacidade intensificada para a vida em geral é um poder de compreensão das realidades espirituais que nunca seriam nossas senão nos balançassemos forçosamente por sobre o grande abismo da consciência no momento do êxtase. Ninguém parece compreender que o êxtase é um relâmpogo de magnésio da consciência e que, se fosse prolongado queimaria o cérebro e o sistema nervoso. Mas embora ele não possa ser prolongado e não se pense em prolongá-lo, graças a ele atravessamos o centro morto da consciência e despertamos para uma vida superior.

 

Imagem Mágica:

 

 

Um rei majestoso. Uma criança. Um deus sacrificado.

 

Do ponto de vista de Kether, Tiphereth é uma Criança.

Do ponto de vista de Malkuth, Tiphereth é um Rei.

E do ponto de vista da transmutação de força, Tipheret é um deus sacrificado.

 

Tiphereth, sendo a primeira coagulação das Supremas, é adequadamente representada como a criança recém-nascida na mangedora em Belém; como Deus sacrificado, ela se torna mediador entre Deus e o homem; e, quando ressuscita dos mortos Ele o faz como um rei em seu reino. Tiphereth é a criança de Kether e o rei de Malkuth, e em sua própria esfera ele é o sacrificado.

 

Não compreenderemos corretamente Tiphereth senão tivermos algum conceito do sentido real do sacrifício, que é muito diferente do sentido popular que o concebe como a perda voluntária de algo querido. O sacrifício é a tradução da força de uma forma a outra. Não existe uma destruição total da força; por mais que ela desapareça de nosso alcance, ela se mantém em alguma outra forma, de acordo com a grande lei natural da conservação da energia, que é a lei que mantém nosso universo em existência. A energia pode ser encarada na forma, tornando-se por conseguinte, estática; ou pode ser libertada dessa prisão da forma e posta em circulação. Quando fazemos um sacrifício de qualquer espécie, tomamos uma forma estática de energia e, quebramos a forma que a aprisiona, colocamo-la em livre circulçaão no Cosmo. O que sacrificamos numa forma retorna novamente, no devido tempo, sobre outra forma.

 

 

Localização na Árvore

 

No centro do Pilar do Equilíbrio.

 

 

Texto Yetzirático

 

O Sexto Caminho chama-se Inteligência Mediadora, pois nele se multiplicam os influxos das emanações, fluindo essas influências para todos os reservatórios das bênçãos com que se unem.

 

Títulos conferidos a Tiphereth: Zoar Anpin, o Rosto Menor, Melekh, o Rei, Adão, O Filho, O Homem.

 

É curioso que duas experiências espirituais distintas, e, à  primeira vista, sem razão recíproca sejam atribuídas a Thiphereth; ela é de fato, a única esfera da árvore em que isso ocorre. É também a única a que se atribue diversas imagens mágicas; devemos perguntar por conseguinte, porque é essa esfera central que tem esses múltiplos aspectos. A resposta encontra-se no texto yetzirático que lhe corresponde, o qual declara: “o Sexto Caminho chama-se a Inteligência Mediadora”. O Mediador é essencialmente um elo unificador, um intermediário, consequentemente Tiphereth em sua posição central deve ser encarada como um comutator de duas fases, e devemos cnsiderá-la ao mesmo tempo como receptora dos influxos das emanações” e como causa das influências que fluem para todos os reservatórios das bençãos. Podemos assim considerá-la como a manifestação exterior das Cinco Sephirot mais sutis, e também como princípio espiritual que subjaz as quatro Sephiroth mais densas. Se a considerarmos do lado da forma, ela é forma; se a considerarmos do lado da força, é forma. Ela é, de fato a Sephira arquétipica em que os grandes princípios revelados pelas Cinco Sephiroth Superiores são formuladores em conceitos. Neles se multiplicam os influxos das encarnações.

 

 

 

 

O Nome Divino

 

Tetragrammaton Aloah Va Daath.

 

O Nome Divino da Esfera é Aloah Va Daath, que associa estreitamente com a Sephira invisível e se encontra entre ela e Kether. Essa Sephira como já obsrvamos, explica-se antes como apreensão – a alvorada da consciência; e podemos interpretar a frase “Tetragrammaton Aloah Va Daath” como “Deus manifesto na esfera da mente”. No microcosmo, Tiphereth representa o psiquismo superior, o modo de consciência da idividualidade, o eu superior. Ela é essencialmente a esfera do miticismo religioso, que se distingue da magia e do psiquismo de Yesod; lembremos que as Sephirot do Pilar Central da Árvore representam poderes e modos de funcionamento. Tipherreth é também a Esfera dos Grandes Mestres; é o templo edificado por mãos não-humanas, eternonos céus, e a Grande Loja Branca. É aqui que o adepto iniciado opera quando está na consciência superior; é aqui que ele entra em contato com os Mestres, e é por meio do Nome e por uma compreensão do significado do Nome de Aloah Va Daath que ele se abre a essa consciência superior.

 

É por essa razão que se atribui uma experiência espiritual definida a cada Sephirah; e, enquanto o aspirante não tiver a experiência correspondente, ele não será um iniciado dessa Sephirah, e nãp poderá utilizar os seus Nomes de Poder, mesmo que os conheça. Não basta conhecer um Nome de Poder; é preciso também saber como vibrá-lo. Acredita-se geralmente que a vibração de um Nome de Poder é a nota justapela qual o cantamos; mas a vibração mágica é algo muito mais que isso. Quando experimentamos uma profunda emoção e, ao mesmo tempo, somos devocionalmente exaltados, a voz desce muitos tons abaixo de seu normal e torna-se ressoante e vibrante; é esse tremor de emoção, combinado com a ressonância e a devoção, que constitui a vibração de um Nome, e essa experiência não pode ser aprendida ou ensinada, devendo antes ser espontânea. É como o vento que sopra onde lhe apraz. Quando ele ocorre, somos sacudidosdos pés à cabeça com uma onde de calor, e todos os que o ouvem prestam-lhe atenção involuntariamente. É uma experiência extraordinária ouvir uma Palavra de Poder vibrada. É uma experiência ainda mais extraordinária vibrá-la.

 

 

Arcanjo Miguel

 

É o que dá proteção contra as hostes negativas; quando alguém se encontra frente a frente com o perigo deve invocá-lo. Pode ser visualizado como uma grande coluna brilhando com todas as suas cores, bem como, um poderoso Anjo alado, com uma espada dominando o Dragão ou uma Serpente sob os seus pés e atravessando-a com uma espádua, e tendo em mãos um para de balanças, símbolo do equilíbro; a serpente pisoteada pelo grande Arcanjo é força primitiva, a serpente fálica dos freudianos; a moderação aplicada a força primitiva, a impede de ultrapassar os seus limites. É o Despertador das Forças da Obscuridade.

 

 

Coro Angélico

 

Malachim, mensageiros.

 

O Coro Angélico de Tiphereth são os Malcahim, ou Reis. São os princípios espirituais das forças naturais – e ninguém pode controlar, ou mesmo fazer um contato seguro com os princípios elementais, a não ser que experimente a iniciação de Tiphereth, que é a de um adepto menor. É preciso que sejamos aceitos pelos Reis Elementais, ou seja, é preciso que compreendamos a natureza espiritual das forças naturais antes de podermos manipulá-las em sua forma elemental. Agitamos e estimulamos essas emoções em nossas naturezas, devemos fazê-lo para que possamos utilizá-las como servos do Eu Superior, dirigido pela razão e por princípios espirituais. É necessário, por conseguinte, que quando operamos as forças elementais, façamos por meio dos reis, sob o governo do Arcanjo e pela invocação do Santo Nome de Deus apoiados a esfera.

 

Chákra Cósmico

 

Shenesh, o Sol.

 

O síbolo do Sol no reino mineral é o ouro, puro e precioso. O ouro é a única substância da Terra, que é incorruptível e imaculado.

 

O Sol é para nós o doador de vida e a fonte de todo ser; é o único símbolo adequado de Deus Pai, que pode apropriadamente ser chamado de Sol atrás do Sol, sendo Tiphereth, na verdade, o reflexo imediato de Kether. É por meio da mediação do Sol que a vida se originou na Terra, e é por meio da consciência thipherética que entramos em contato com as fontes da vitalidade e as assimilamos, tanto consciente como inconscientemente.

 

Kether, o Epaço, a fonte de toda existência, reflete-se em Tipherteh, que age como um transformador e distribuidor da energia espiritual primordial. Recebemos essa energia diretamente por meio da luz solar.

 

É em Tiphereth que encontramos as idéias arquetípicas que formam a estrutura invisível de toda  criação manifesta que formula e expressa os princípios primários emanados das Sephiroth mais sutis. Ela é, por assim dizer, um tesouro de imagens num arco superior; mas, ao passo que o plano astral é povoado por imagens refletidas das formas, as imagens da esfera de Tiphereth são aquelas que se formulam e, por assim dizer, se cristalizam a partir das emanações espirituais das potências superiores. Tiphereth é o mediador entre o micro e o macrocosmo; “Como em cima, tal é embaixo”, essa é a linha mestra da Séphira de  Shemesh, na qual o Sol que está atrás do Sol se concentra na manifestação.

 

 

 

 

Experiência Espiritual

 

Visão da harmonia das coisas. Mistérios da Crucificação.

 

O significado da palavra hebraica Thiphereth é beleza; e das muitas definições de beleza que foram propostas, a mais satisfatória é a que faz a beleza constituir uma relação de proporções harmoniosas, qualquer que seja a coisa bela, moral ou material.

 

É curioso que as duas experiências espirituais distintas e, a primeira vista, sem relação recíproca, sejam atraibuídas a Tiphereth; ela é, de fato, a única esfera da árvore em que isso ocorro. É também a única a que se atribuem diversas imagens mágicas; e por que tem esses múltiplos aspectos? A resposta encontra-se no Texto Yetzirático que lhe corresponde: “O Sexto Caminho  chama-se Inteligência Mediadora”. O Mediador é essencialmente um elo unificador, um intermediário; consequentemente, Tiphereth, em sua posição central, deve ser encarada como um comutador de duas fases, e devemos considerá-la ao mesmo tempo como receptora dos “influxo das emanações” e como causa das influências que fluem “para todos os reservatórios das bençãos”. Podemos assim considerá-la como a manifestação exterior das cinco Sephiroth mais sutis, e também como o princípio espiritual que subjaz às quatro Sephiroth mais densa. Se a considerarmos do lado da forma, ela é a força; se a considerarmos do lado da força, é forma. Ela é, de fato, a Séphira arquetípica em que os grandes princípios representados pelas cinco Sephiroth inferiores são formulados em conceito. “nele se multiplicam os influxos das emanações”, como declara Sepher Yetzirah.

Na visão da harmonia das coisas, percebemos mais profundamente o lado espiritual da natureza, em outras palavras, encontramos os reis angélicos, os Malachim. Por meio dessa experiência, compreendemos que o natural é apenas o aspecto denso do espiritual, o “Manto Exterior do Ocultamento”, que cobre o “Manto Interno da Glória”. É por meio dessa visão da harmonia das coisas que nos unimos à natureza, não por meio dos contatos elementais. Os contatos naturais se fazem por meio dos reis angélicos dos elementos na esfera de Tiphereth – em outras palavras, por meio da compreesão dos princípios espirituais que subjazem às coisas naturais -, e o iniciado encontra, assim, os seres elementais em nome de seu rei governante. Ele desce aos reinos elementais, vindo de cima, por assim dizer, trazendo consigo a sua humanidade; é, portanto, um iniciador para os elementais. Mas, se o iniciado os encontra no nível deles, ele abre mão de sua humanidade e retorna a uma fase primitiva de evolução. A força elemental, não limitada e não mantida em xeque pelas limitações de um cérebro animal, converte-se numa força desequilibradora quando flui através dos vários canais de um intelecto humano, e o resultado é o caos, que é um dos reinos das Qliphoth.

 

Os Mistérios da Crucificação são no macro e no microcósmicos. Em seu aspecto macrocósmico, encontramo-los nos mitos dos grandes redentores da humanidade, que nascem de um Deus e de uma mãe virginal, enfatizando, assim, a natureza dual de Tiphereth em que forma e força estão reunidas. Mas não esqueçamos seu aspecto microcósmico, enquanto experiência de consciência mística. É por meio da compreensão dos Mistérios da Crucificação, que diz respeito ao poder mágico do sacrifício, que somos capazes de transcender as limitações da consciência cerebral, limitada à sensação e condicionada à forma e adentrar a consciência mais ampla do psiquismo superior. Tornamo-nos, assim, capazes de transcender a forma e, por conseguinte, realizar a força latente, transformando-a de estática em cinética e tornando-a disponível para a Grande Obra, que é regeneração.  

 

É por essa razão que se atribui uma experiência espiritual definida em cada Séphira; e, enquanto o aspirante não tiver a experiência correspondente, ele não será um iniciado desta Séphira, e não poderá utilizar os seus Nome de Poder, mesmo que os conheça. Não basta conhecer um Nome de Poder, é preciso também saber como vibrá-lo. Acredita-se geralmente que a vibração de um Nome de Poder é a nota justa pela qual o cantamos; mas a vibração mágica é algo muito mais que isso. Quando experimentamos uma profunda emoção e, ao mesmo tempo, somos devocionalmente exaltados, a vós desce muitos tons abaixo de seu normal e torna-se ressoante e vibrante; é esse tremos de emoção combinado com a ressonância e a devoção, que constitui a vibração de um nome, e essa experiência não pode ser aprendida ou ensinada, devendo antes ser expontânea. É como o vento que sopra onde lhe apraz. Quando ele ocorre, somos sacudidos dos pés à cabeça como uma onda de calor, e todos os que o ouvem prestam-lhe atenção involuntariamente. É uma experiência extraordinária ouvir uma Palavra de Poder vibrada. É uma experiência ainda mais extraordinária, vibrá-la.

 

 

Virtude

 

Devoção a Grande Obra.

 

Devoção é o amor por algo que é superior a nós, por algo que evoca nosso idealismo; por algo que, embora não possamos igualar, não obstante nos faz desejar ser como ele; “Contemplando como num espelho a Glória do Senhor,  eles se transformam na imagem da Glória”. Quando  um  conteúdo emocional mais forte é infundido na devoção, tornando-se adoração, ele nos transporta por sobre o grande abismo existente entre o tangível e o intangível, e nos permite apreender coisas que os olhos não vêem nem os ouvidos ouvem. É essa devoção, que se eleva à adoração, na Grande Obra, que nos inicia nos Mistérios da Crucificação.

 

Vício

Orgulho.

 

O orgulho tem suas raízes no egoísmo e, na medida em que estamos centrados em nós mesmos, não podemos nos unir com as coisas do mundo. No verdadeiro desprendimento do caminho, a alma supera seus limites e penetra a esfera das coisas por meio da simpatia ilimitada e do amor perfeito; mas no orgulho a alma tenta estender seus limites até possui tudo que estiver ao seu alcance, e é uma experiência muito diferente possuir uma coisa para com ela se unir, desejando que ela nos possua igualmente em perfeita reciprocidade. Esse arranjo unilateral é o vício do adepto.

 

Correspondência no Microcosmo

 

O Peito.

 

Encontramos na anatomia do homem divino a interpretação do sentido da organização e da evolução; de fato, o universo material consiste literalmente nos órgão e membros desse homem divino; e é através de uma compreensão da alma de Adão Cadmo, formado pelos “influxos das emanações”, que podemos interpretar-lhe a anatomia em termos de função, que é o único meio no qual a anatomia pode ser apreciada inteligentemente. Na psicologia transcendental que é a anatomia do microcosmo, o peito é a correspondência atribuída a Tiphereth. No peito estão os pulmões e o coração; imediatamente abaixo desses órgãos, intimamente relacionados com eles e controlando-os, está a maior rede de nervos do corpo, conhecida como plexo solar.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                

 

Símbolos

 

O lámen. A Rosa-cruz. A cruz do calvário. A pirâmide truncada, o cubo.

 

O lámen é o símbolo que o adepto ostenta sobre o peito para indicar uma determinada força. Um adepto opera na esfera de Shemesh, por exemplo,  utilizará sobre o peito uma imagem do sol resplandecente. Um lámen é a arma mágica de Tiphereth; uma arma mágica é um objeto adequado, como veículo, para a força de um tipo particular.

 

Tiphereth associa-se tradicionalmente com o peito tanto em virtude da rede de nervos que se chama plexo solar como pela sua posição quando a árvore é edificada na aura. A jóia peitoral do adepto é o foco da força tipherética, qualquer que seja a operação realizada. A força real, operando em sua própria esfera, é representada pela arma mágica que se lohe atribui. Por exemplo, o adepto que realiza uma operação do elemento água, teria como arma mágica a taça, e executuria todos os signos sobre a taça, nela concentrando a força obtida pela invocação. Mas, sobre o seu peito estaria o sêlo do elemento água, representando o fator espiritual da operação e o Arcanjo que governa esse reino particular. Se o adepto não compreende o siginificado do seu lámen, que é diferente do de sua arma mágica, ele não será um adepto, e sim um mago.

 

A Cruz do Calvário é a cruz do sacrifício, e sua cor verdadeira é o preto. A haste deve ser tres vezes mais comprida do que os braços. A meditação sobre essa cruz conduz à iniciação por meio do sofrimento, do sacrifício e da         auto-abnegação. O círculo sobre a cruz é um símbolo inciático, especialmente quando a cruz se apresenta sobre tres pés, como deveria ser neste caso. O círculo indica a vida eterna e também a sabedoria. Uma cruz do calvário com o círculo superposto indica a inciação pelo caminho da cruz, e os tres pés são os tres graus de iluminação. É essa cruz que recebe o nome de Rosa-cruz. O objeto de fantasia em que figuram sarças não é um símbolo iniciático. A rosa associada à cruz no simbolismo ocidental é a Rosa Mundi, e é uma chave para a interpretação das forças naturais. Sobre suas pétalas estão gravados os trinta e dois sinais das forças naturais; esses sinais correspondem às vinte e duas letras do alfabeto hebraico e às Dez Sephiroth Sagradas; estas, por sua vez, são atribuídas aos trinta e dois caminhos da Árvore da Vida, e essa é a chave para a compreensão da Rosa Mundi. Os curiosos desenhos que constituem os selos dos espíritos elementais são feitos desenhando-se continuamente as letras de seus nomes sobre a rosa.

 

O Cubo é comumente atribuído a Tiphereth por constituir uma figura exaédrica, e seis é o número de Tiphereth. O cubo é a forma mais simples do sólido e, como tal, é o símbolo apropriado de Tiphereth, em cuja esfera se encontra o primeiro prenúncio da forma. O símbolo de Malkuth é o cubo duplo, que simboliza o axioma “como em cima tal é embaixo”.

 

A Pirâmide simboliza o homem perfeito, solidamente apoiado na Terra e esforçando-se por unir-se com os céus; a pirâmide truncada simboliza o adepto inciado ou Adeptus Minor, que atravessou o Véu, mas ainda não completou os seus graus. Essa pirâmide de cujo seis lados correspondem as Seis Sephiroth centrais que formam Adão Cadmo, ou o homem arquetípico, é completada pela adição das Tres Supremas, que culminam na unidade de Kether. 

 

 

 

Cartas do Tarô

 

Os quatro seis

 

 

Os seis do baralho do Tarô são atribuídos também a Tiphereth, e nestas cartas, a natureza harmoniosa e equilibrada desta esfera se revela claramente.

 

 

Seis de Paus:       É o Senhor da Vitória   

Seis de Copas:      É o Senhor da Alegria

Seis de Espadas:  É o Senhor do Sucesso merecido (mesmo o naipe maléfico de

                            espadas transforma-se em hamonia nesta eesfera, ou seja, o

                            sucesso obtido após a batalha.

Seis de Ouros:      Sucesso material (em outras palavras, o poder em equilíbrio)

 

 

 

Cores nos Mundos

 

Atizluth:    Rosa-claro

Briah:       Amarelo

Yetzirath:  Rosa-salmão intenso

Assiah:     Âmbar-dourado 

 

 

 

 

 

 

 

3º Passo  -  10ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As doze “Manifestações de Malkuth” (O Reino) ao Ain Soph (na hora cinco) no Mundo Manifesto.

 

A 10ª estação da cruz em Áquario:

 

A 10ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 3ª Hora do Relógio e o 4º Raio Cósmico.

 

A 10ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah em  Chokmah;

 

 

 

2º Passo  -  10ª Estação

(Movimento Ziguezague)

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.

Hostes Angélicas no Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto

 

A 10ª estação da cruz em Áquario:

 

A 10ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 3ª Hora do Relógio e o 4º Raio Cósmico.

 

A 10ª estação da cruz em Áquario é Sephirah em  Chokmah. Aqui encontramos Arcanjo Raziel, a 1ª Hierarquia das Hostes Angélicas e a 2ª Ordem, o Coro dos Cherubins, os OFANIM (As Rodas que Voltam), ao Candelabro de Nove Velas e a Oito Nomes Sagrados de Deus.

 

Ratziel (Arcanjo)

 

 9-HZIEL-                                          13-YZLEL-

10-ALDIH-                                         14-MBHEL-

11-LAVEL-                                         15-HRIEL-

12-HHOIH-                                        16-HQMIH-

 

 

 

 

1º Passo  -  10ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Fogo, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte do Fogo, Gerador YOD e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte do Fogo, Gerador Yod.

1º - Áries – Marte - Geburah - As Potências. A 2ª ordem da 2ª Hierarquia das Hostes Angélicas.

Aqui deve ser exercitada a 10ª Estação da Cruz.

A Cruz de Fogo Cósmico aqui colocada será para a Estação o comando da Cruz de Fogo Rosa.

 

Kamael (Arcanjo)

 

33-YChVIH-                                       37-ANIEL-

34-ÇHChIH-                                                38-ChOMIH-

35-KVQIH-                                        39-RHOEL-

36-MNDEL-                                       40-YYZEL-

 

 

 

12º Passo  -  11ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto

 

11ª Estação da Cruz:

A 11ª estação da cruz é o símbolo de ser “pregado na Cruz” e o Raio Cósmico é o 5º Raio. Nessa estação deve o estudante ter em mente que “pregado na Cruz” no caminho terá que se destituir de toda a cegueira de “fusionar toda a escuridão”, uma oposição ao 5º Raio Cósmico.

 

Quinto Raio
Objetivo deste raio é a alegria

Chohan - Hilarion
Elohim - Cyclopea e Virgínia
Arcanjo - Rafael e Mãe Maria
Dia - Quarta-feira
Cor - Verde Esmeralda
Chakra - do Terceiro olho, 96 pétalas. Este Chakra carrega a polaridade masculina. É o centro da visão
Localização - no centro da testa.
O que polui este Chakra - olhar os erros
Instrumento Musical Ativador - piano
Mantra - Abundância
Qualidade - Alegria, Verdade, Abundância, Ciência, Método, Vida, Saúde, Cura, Unidade, Rejuvenescimento, Regeneração, Precipitação direta ou indireta do Espírito para a matéria.
Perversão - erro, insuficiência, falta, morte, doença, ausência de virtudes e de coisas espirituais, necessidades.

 

 

11º Passo – 11ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto.

 

5ª Estação e a 11ª Estação da Cruz:

Na 5ª estação e na 11ª estação da cruz o chacra é o da 3ª Visão do 5º Raio Cósmico. Quando visualizada no Eixo é o do Chacra do 5º Raio Cósmico e é conhecido como o eixo 4 – 10 (quatro - dez).

 

CHAKRA DA 3º VISÃO:

 

Este Chakra possui 96 Pétalas e é através dele que conseguimos  ver o que esta no plano etérico ou o que desejamos que esteja. É a matriz na Criatividade pensada pelo indivíduo e impressa no mundo etérico pelo fogo sagrado do chakra qualificado com o poder divino do fogo de Deus. É a partir das imagens emitidas de nossa mente através do chakra da   3ª Visão que os anjos terão o molde para qualificar as nossas energias  e cumprir com a nossa vontade. Este Chakra carrega a polaridade masculina. É através da má utilização  deste chakra que os magos negros hipnotizam e oprimem suas vitimas.

O poder destes magos do mal, é tão grande que dificilmente uma pessoa           comum poderia escapar de seu controle sem o apoio e a proteção direta           dos seres etéricos. No Relógio Cósmico, o  Chakra  da  Terceira  Visão   esta localizado    na   Cruz do Amor / Caridade. Esta Cruz  é composta de Touro e Escorpião / Chakra da 3ª Visão nas 04 e 10 hs.  e Aquário e Leão / Chakra da Alma nas 01 e 07 hs. É a Alma do indivíduo visualizando na mente. Eu penso logo, existo. Nós somos o que pensamos, e a nossa energia esta aonde olhamos. Casos como o de jovens que posam nua para revistas pornográficas ou que mostrem o nu, estão com graves problemas, por que isto ativa a energia e vontade sexual dos que compram estas revistas, que acabam por se masturbar olhando  para estas revistas   ou lembrando  das   imagens,   o que causa  uma  forte  influencia externa na vida destas pessoas, atrapalhando suas vidas das        mais variadas maneiras, e principalmente levando-os a receber as imagens         de depravação sexual enviada por outras pessoas. O mal olhado existe e é real.

 

 

10º Passo  -  11ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no Mundo Manifesto.

 

 

5ª Estação e a 11ª Estação da Cruz:

No eixo 4 – 10 (quatro - dez) dessas estações encontramos o nome Amitabha que significa "Luz Infinita". A Sabedoria Discriminativa de Amitabha conquista o veneno das paixões - todos os desejos intensos, a avareza, a cobiça e a luxúria. Com esta sabedoria, o discípulo percebe todos os seres separadamente; todavia, sabe que cada ser é uma expressão individual do Um.

 

 

Amitabha

O nome Amitabha significa "Luz Infinita". A Sabedoria Discriminativa de Amitabha conquista o veneno das paixões - todos os desejos intensos, a avareza, a cobiça e a luxúria. Com esta sabedoria, o discípulo percebe todos os seres separadamente; todavia, sabe que cada ser é uma expressão individual do Um.

Na mandala dos Budas Dhyani, Amitabha é posicionado a Oeste. Sua cor é rosa (vermelha), a cor do pôr-do-sol. Ele governa sobre o elemento fogo e personifica o skandha da percepção. Portanto, o olho e a faculdade de ver são associados a Amitabha. O pavão, com "olhos" nas plumas, em seu trono-sustentador. O pavão simboliza a graça.

O símbolo de Amitabha é o padma, ou lótus, colocado entre ele e Vairochana, nessa mandala. No Budismo, o lótus pode simbolizar muitas coisas, incluindo o desenvolvimento espiritual, pureza, a verdadeira natureza dos seres realizada através da iluminação e a compaixão, a forma purificada de paixão.

Devotos aspiram renascer no Paraíso Oeste de Amitabha, conhecido como Sukhavati, onde as condições são ideais para se atingir a iluminação. Seu mudra é o mudra dhyana (meditação). Seu bija é Hrih e seu mantra é: Om Amitabha Hrih.

Alguns consideram Amitabha sinônimo de Amitayus, o Buda da Vida Infinita. Outros honram Amitayus como uma forma de Amitabha ou um Buda em separado. Amitayus é, usualmente, retratado segurando um vaso do elixir da vida imortal. Conforme mostrado na estátua , uma pequena árvore Ashoka freqüentemente germina da tampa de seu vaso, representando a união do espiritual com o material.

 

 

 

 

9º Passo  - 11ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico, as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.

 

11ª Estação da Cruz:

A 11ª estação da cruz é o Corpo Mental (que está sob a Hierarquia do signo de Touro do Planeta Vênus). Nessa estação deve o estudante ter em mente que na “Pregado na Cruz” terá que se destituir da teimosia, desobediência e desafio da Lei. Tendo a ajuda da Hierarquia da Hora 4. O Deus Obediência, Os Sete Grandes Elohim e Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Touro do Planeta Vênus. Nessa estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia de suas qualidades divinas. Respeito ao Próximo, Obediência e Respeito a Lei.

 

 

8º Passo  - 11ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo Manifesto

 

5ª Estação e a 11ª Estação da Cruz:

Na 5ª estação e na 11ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra da 3ª Visão do 5º Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como o eixo 4– 10 (quatro - dez). Este eixo faz a Cruz de Fogo Verde com o eixo 1 – 7 (hum - sete).

 

 

7º Passo  -  11ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Fogo, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte do Fogo, Gerador YOD e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte do Fogo, Transição Yod.

 

2º - Leão – Sol

Aqui deve ser exercitada a 11ª Estação da Cruz.

 

6º Passo  -  11ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.

 

Elemento Fogo, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte do Fogo, Gerador Yod e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte da Fogo, Gerador Yod.

 

2º - Leão – Sol

Aqui deve ser exercitada a 11ª Estação da Cruz.

Meditar com dois dos vinte e quatro anciões desta Estação da Cruz

 

Habioro -  7-AKA-                    8-KHTh-                   9-HZI

Ahaozpi -10-ALD-                  11-LAV-                    12-HHO-

 

5º Passo  -  11ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. Os Quatro Elementos Enochianos e os 72 Nomes de Deus no Mundo Manifesto.

 

Elemento Fogo, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte do Fogo, Gerador Yod e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte da Fogo, Gerador Yod.

 

2º - Leão – Sol

Aqui deve ser exercitada a 11ª Estação da Cruz.

 

  7-AKA-                         8-KHTh-                   9-HZI

10-ALD-                        11-LAV-                    12-HHO-

 

4º Passo  -  11ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As Sete Sephiras de Yesod (fundação) a Daath (conhecimento). Passo com os pés firmes em Malkuth (O Reino) no Mundo Manifesto.

 

Aqui nesse ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.

Iniciamos o estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino.

 

5ª Estação e a 11ª Estação da Cruz:

Na 5ª estação da cruz em Escorpião (Plutão), na Hora 10 e na 11ª estação da cruz em Touro (Vênus), na Hora 4 nos encontramos na Sephirah Geburah, a Severidade.

 

G E B U R A H

(O Quinto Caminho)

 

 

Título: Geburah, Força, Severidade.

 

Se a doutrina cabalística não afirmasse explicitamente que todas as Dez Sephiroth são sagradas, muitos estariam inclinados a considerar Geburah como o aspecto maléfico da Árvore da Vida; mas sim o rei em seu carro em marcha para a guerra, cujo poderoso braço direito protege o seu povo com a espada da legalidade e assegura que a justiça será feita. Chesed, o rei sentado em seu trono, o pai de seu povo em tempos de paz, pode conquistar nosso amor; mas é Geburah, o rei em seu carro a caminho da guerra que merece o nosso respeito. Jamais se fez suficiente justiça ao papel exercido pelo sentimento de respeito na emoção do amor. É Geburah que fornece o elemento de temor, “de medo do Senhor”, que é o início da Sabedoria, e de um respeito saudável, geral que nos ajuda a enfrentar o Caminho difício e estreito e evoca a nossa melhor natureza, porque sabemos que nossos “pecados” serão postos à luz.

 

Geburah ocupa a posição central do Pilar da Severidade; representa, por conseguinte, o aspecto catabólico ou destrutivo da força. No ensinamento mais profundo e mais filosófico dos mistérios, reconhecemos que o bem e o mal não são coisas em si, mas estados. O mal é simplesmente uma força que não está sem lugar; se deslocada do tempo, fora de sua época, está tão longe de sua meta que se torna inútil. Deslocada no espaço, se se manifesta no lugar errado, como, por exemplo, uma brasa no tapete da lareira. Se deslocada, quanto às proporções, um excesso de amor, nos torna tolos e sentimentais; já uma falta de amor nos torna cruéis e destrutivos. É em tais coisas que reside o mal, não num demônio pessoal que age como um adversário.

 

Geburah, o Dstruidor, o Senhor do Medo e da Severidade, é, portanto, tão necessário ao equlíbrio da Árvore como Chesed, o Senhor do Amor, e Netzach, a Senhora da Beleza. Geburah é o Cirurgião Celestial; é o cavaleiro de armadura brilhante, um matador de dragões, belo como um noivo, em sua força.

 

As iniciações dos maléficos, Saturno, Marte e a enganosa Yesod Lunar, são tão necessárias a evolução e ao desenvolvimento equilibrado da alma como o são os Mistérios da Crucificação atribuídos a Tiphereth. Geburah é o sacerdote sacrificiais dos Mistérios. O sacrifício não significa oferecer algo que nos é caro porque um Deus ciumento não suporta interesses rivais em seus devotos e se regogiza com o nosso sofrimento. Significa a escolha deliberada e vigilante de um bem maior, de preferência a um bem menor, assim como o atleta prefere a fadiga do exercício a facilidade da preguiça que o põe for de condições. O sacrifício é realmente a transmutação da força; a energia latente no carvão oferecida no altar sacrificial da fornalha, é transmutada na energia dinâmica do vapor por meio da maquinária apropriada. Quantas quedas não poderíamos evitar se esse Cirugião elestial pudesse executar o corte limpo que tem a chance de curar, evitando assim o compromisso fatal e a irresolução doentia, que é como uma ferida aberta e ameaçada de gangrena.

 

Onde quer que haja algo que tenha sobrevivido à sua utilidade, Geburah deve brandir a sua faca de poder; onde quer que haja egoísmo, este deve ser transpassado pela ponta da lança de Geburah; onde quer que exista violência contra a fraqueza ou o uso impiedoso da força, é a espada de Geburah, não o orbe de Chesed, que é o neutralizador mais eficaz; onde quer que haja preguiça e desonestidade, o flagelo sagrado de Geburah é necessário.

 

Se observarmos a vida, constataremos que o ritmo, não a establidade, é o princípio vital. Na vida dos individuos no desenvolvimento de qualquer transação, no tom de qualquer mente grupal disciplinada ou altamente organizada, vemos a constante alternança das influências de Geburah e Gedulah num balanço ritmico de um lado a outro. Todo aquele que é responsável pelo disciplinamento de um grupo organizado sabe conhecer a constante necessidade de apertar e afrouxar as rédeas. Sabendo que as fases se seucedem na laternança ritmica, não toma qualquer fase muito seriamente, nem pensa que está vivendo no fim do mundo ou do milênio. A vida seguirá seu curso, iniciando um corretivo valioso e necessário, e concluindo pelos extremos; mas, desde que haja visão suficiente entre os iluminados de uma raça as pessoas não perecerão, pois o próprio fato de chegar-se aos extremos indica o fim da inclinação, e o pêndulo reverterá normalmente o seu movimento e começará a voltar em direção da estabilidade. É apenas quando o povo perde completamente a visão que o pêndulo se desequllibra e se autodestrói.

 

Precisamos tanto do realismo de Geburah para equilibrar o idealismo de Gedulah, quanto precisamos da justiça para temperar a misericórdia. Geburah é o elemento dinâmico da vida que incita a vencer os obstáculos. O caráter a que faltam os aspectos marcianos nunca fará nada na vida. Quando aprendermos a beijar a vara e compreendermos o valor das experiências construtivas, receberemos a primeira das iniciações de Geburah; e, quando aprendermos a perder nossas vidas afim de salvá-las, teremos a segunda. Há um tipo de coragem que não teme a dissolução, pois ela sabe que todos os princípios espirituais são indestrutíveis e, na medida em que os arquétipos persistem, tudo pode ser reconstruído. Geburah só é destrutivo para aquilo que é temporal; é o cervo daquilo que é eterno, pois quando, por meio da atividade ácida de Geburah, tudo que é impermanente desaparece, as realidades eternas e incopóreas brilharão em toda a sua glória, deixando ver todos os seus detalhes.

 

Geburah e Gedulah precisam trabalhar juntas; jamais uma sem a outra. Devemos adorar o Deus das Batalhas assim como o Deus do Amor, para que o elemento combativo no universo renda homenagens ao Senhor Único, ao Eu Sou Aquele que É. Não se deve maldizer a espada como um instrumento do demônio, mas abençoá-la e consagrá-la para que jamais possa ser empunhada numa causa injusta. Jamais deveremos pô-la de lado devido a um pacifismo impraticável, mas brandi-la no serviço de modo que, emitda ordem para que não se sofra mais a coisa má. 

 

 

Título conferido a Geburah: Din (Justiça); Pachad (medo).

 

 

Imagem Mágica:

 

Um poderoso guerreiro em seu carro.

 

A imagem Mágica de um guerreiro poderoso em seu carro, coroado e armado, indica a natureza dinâmica da força de Geburah.

 

Localização na Árvore

 

No Centro do Pilar da Severidade.

 

Texto Yetzirático

 

O Quinto Caminho chama-se Inteligência Radical, porque se assemelha à Unidade, unindo-se a Binah. Entendimento, que emana das profundidades primordiais de Chokmah, Sabedoria.

 

A unidade é apenas um dos títulos atribuídos a Kether; por conseguinte, podemos dizer que Geburah é correlata de Kether num arco inferior. Há várias Sephiroth que são assim referidas na Sepher Yetzirah, e essas referências são muito importantes quando se procura penetrar-lhes a natureza. Afirma-se que Chokmah é o Esplendor da Unidade e seu igual, e que as raízes de Binah estão em Amém, que é também um título de Kether.

 

Geburah é uma Sephira altamente dinâmica, e sua energia, transbordando no mundo da forma e vitalizando, estabele uma analogia estreita com a força transbordante de Kether, que é a base de toda manifestação. Geburah se une a Binah, o Entendimento. Quando lembramos que, na astrologia, Saturno, o chakra cósmico de Binah, e Marte, o chakra cósmico de Geburah, chamam-se os maléficos Maior e Menor, vemos que deve haver mais do que uma relação superficial entre os dois.

 

Binah é a causa da morte porque é o dador de forma à força primordial, tornando-a, estática; Geburah chama-se Destruidor porque a ignea força de Marte quebra as formas e as destrói. Vemos assim, que Binah está eternamente ocupada em encerrar a força da forma, e Geburah em quebrar e destruir perpetuamente todas as formas com a sua energia desagregadora.

 

Mas devemos perceber igualmente que é apenas quando a influência protetora e preservativa de Chesed está ausente que as influências destrutivas de Geburah são capazes de operar sobre as formas edificadas por Binah, pois o Caminho das Emanações entre Binah e Geburah passa por Chesed. Geburarh é o corretivo essencial de Binah, sem o qual Binah prenderia toda criação na rigidez. Binah, por sua vez, emana das profundezas primordiais de Chokmah, a Sabedoria. Vemos assim que existe um aspecto dinâmico mesmo em Binah. Nenhuma Sephira confina-se exclusivamente a um único tipo de força, pois cada Sephira emana de uma Esfera do tipo oposto de polaridade, e por sua vez emana uma Sephira de polaridade oposta. O que realmente temos no Relâmpago Brilhante são fases sucessivas no desenvolvimento de uma única força; e, como estas emanam sucessivamente, não se superpondo umas às outras, elas permanecem como planos de manifestação e tipos de organização. Essas fases de planos sucessivos de manifestação podem ser comparados às sucessivas fases de um rio. Este começa como uma corrente montanhosa; depois, torna-se um plácido ribeiro entre os prados; e, finalmente, o grande caminho de água entre as docas por onde passam os navios. Os diferentes trechos do rio permanecem constantes; o tipo de água em cada uma é constante; claro e brilhante nos trechos superiores, cheia de aluviões entre os ribeiros dos prados, suja e enegrecida abaixo das docas. Mas ao mesmo tempo, a água em si não é constante, pois ela não fica estagnada em qualquer ponto, estando em comunicação ininterrupta; as águas “emanam” uma das outras, para utilizar a linguagem da Kabala. Mas a água transforma sua natureza enquanto progride, pois algo se acrescenta a ela pelas experências por que passa; solo de aluvião dos ribeiros dos prados; a sugeira da cidade nas docas. Da mesma maneira a emanação primordial de Kether modifica-se em cada trecho Sephirotico do rio cósmico; os trechos, ou esferas sephiroticas, permanecem constantes; as emanações fluem, sofrendo modificações em cada esfera.

 

 

 

O Nome Divino

 

Elohim, Gebor.

 

Arcanjo

 

Khamael. A mão direita de Deus, o Vingador; é o protetor dos que se sentem sem justiça. O Arcanjo brilhante, aparece como um ovóide brilhando na luz púrpura.

 

Coro Angélico

 

Seraphim, Serpentes de Fogo e as Potestades denominadas “Anjos Negros”.

 

 

 

Chákra Cósmico

 

Madim, Marte.

 

Sempre representa o aspecto destrutivo punitivo do mal sem haver sentença, revelando o que a pessoa é e o castigo se apresenta imediatamente, sem possibilidade de erro. É justamente através desse aspecto, que se pode realizar a compreensão. Com respeito ao crime, o poder de Geburah se manifesta atuando sobre a consciência do deliquente, fazendo voltar ao lugar do delito, impulsionando-lhe a delatar-se de várias maneiras, de modo que a justiça o alcance. A despeito de seu aspecto de violência, espada na mão, Marte nem sempre deve ser visto dessa maneira. Quando invocamos essas forças elas descem como broca na madeira. Ocorrente bloqueios, dificuldades, elas se manifestam em forma de descontroles físicos, inclusive a morte. O poder marciano, quando se manifesta, atua sempre de acordo com o que deve ser feito haja o que houver, sem considerar as consequências; é dinâmico e ativo; é uma grande força, um poder do universo, que pode ser rápido, violento e ativo, assim como, passivo, lento, a largo passo, até que a normalidade e a ordem seja restabelecidos. 

 

Experiência Espiritual

 

 

A experiência espiritual evocada pela iniciação de Geburah é a Visão do Poder. É apenas quando um homem a recebe que se torna um Adeptus Major. A manipulação correta do poder é um dos maiores testes que podem ser impostos a qualquer ser humano. Até esse ponto de seu progresso nos graus, o iniciado aprende as lições da disciplina, controle e estabilidade; ele adquire, de fato, o que Nietzsche chama de moralidade do escrvao – uma disciplina muito necessária para a natureza humana impenitente, tão orgulhosa de seu próprio conceito. Com o grau de Adeptus Major, ele deve adquirir virtudes de super homem, e aprender a utilizar o poder em vez de submeter-se a ele.

 

 

Virtude:

 

A Energia e a Coragem, que são as virtudes de Marte, quando se tornam  excessivas, transformam-se em vícios.

 

 

Vício

 

Crueldade e  destruição.

 

Correspondência no Microcosmo

 

 

O braço direito.

 

 

Símbolos

 

O Pentágono. A Rosa de Tudor de Cinco Pétalas. A espada. A lança. O açoite. A corrente.

 

A Saturno o mais antigo dos planetas, o primeiro a desenvolvr-se no tempo evolutivo, atribui-se a figura bidimensional mais simples, o triângulo. A estabilidade equilibrada de Chesed tem a figura de quatro lados, o quadrado.é, a Terceira Sephira planetária, Marte atribui-se uma figura de cinco lados, e o cinco é considerado no sistema cabalístico como o número de Marte.

 

O Pentágono a figura de cinco lados, é símbolo de Marte

A Rosa Tudor de Cinco Pétalas, que é outro símbolo de Marte , requer maia explicações, mas , lembrar-mos a íntima associação entre Marte e Vênus na mitolgia é que a rosa é a flor de Vênus. As linhas de força que cruzam a Árvore vão de Geburah-Marte a Netzach – Vênus, através de Tiphereth, o lugar do Redentor, o centro do equilíbrio da mesma maneira que Chesed   e Hod se vinculam como se indica claramente o texto yetzirático, que diz que Hod tem sua raiz nos locais ocultos de Gedulah a Quarta Séphira compreendendo a íntima realação entre os pares diagonais que formam os quadrantes do quadrado cetral da Árvore, entendemos o relacionamento indicado pela forma da rosa com suas cinco pétalas.

 

Cartas do Tarô

 

Os quatro Cincos

 

 

Cinco de Paus:        A luta.     

Cinco de Copas:      Perda no prazer.

Cinco de Espadas:   derrota.

Cinco de Ouros:      conflito terrestre.

 

Os quatro cincos do baralho do Tarô são cartas maléficas, cada uma de acordo com o seu tipo. De fato, todo naipe de espadas que está sob o governo de Marte representa a litigiosidade pois seus melhores aspectos são “descanso da luta” e “sucesso após a batalha” e, quando uma carta de espadas é associada a uma Sephira cujo chakra cósmicos é um dos maléficos, o resultado é desastroso, e descobrimos os senhores da derrota e da ruína desse naipe.

 

 

Cores nos Mundos

 

Atizluth:     Laranja.  

Briah:        Vermelho-escarlate.

Yetzirath:   Escarlate-brilhante.

Assiah:      Vermelho, salpicado de negro.

 

 

3º Passo  -  11ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As doze “Manifestações de Malkuth” (O Reino) ao Ain Soph (na hora cinco) no Mundo Manifesto.

 

A 11ª estação da cruz em Áquario:

 

A 11ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 4ª Hora do Relógio e o 5º Raio Cósmico.

 

A 11ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah em  Kether;

 

 

2º Passo  -  11ª Estação

(Movimento Ziguezague)

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.

Hostes Angélicas no Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto

 

A  11ª estação da cruz em Áquario:

 

A 11ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 4ª Hora do Relógio e o 5º Raio Cósmico.

 

A 11ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah em  Kether. Aqui encontramos ao Arcanjo Metatron, a 1ª Hierarquia das Hostes Angélicas e a 1ª Ordem, o Coro dos Seraphins, os HAYOTH HA QODESH (Os Sêres Santos) , ao Candelabro de Nove velas e a Oito Nomes Sagrados de Deus.

 

Metraton (Arcanjo)

 

1-VHVIH-                                           5-MHShIH-

2-YLYEL-                                           6-LLHEL-

3-SITEL-                                            7-AKAIH-

4-OLMIH-                                          8-KHThEL-

 

 

 

1º Passo  -  11ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Fogo, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte do Fogo, Gerador YOD e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte do Fogo, Gerador Yod.

2º - Leão – Sol - Tiphereth - As Virtudes. A 3ª ordem da 2ª Hierarquia das Hostes Angélicas

Aqui deve ser exercitada a 11ª Estação da Cruz.

A Cruz de Fogo Cósmico aqui colocada será para a Estação o comando da Cruz de Fogo Violeta.

 

Michael (Arcanjo)

 

41-HHHEL-                                       45-SALIH-

42-MIKEL-                                         46-ORIEL-

43-VVLIH-                                         47-OShLIH-

44-YLH-                                             48-MIHEL-

 

 

 

12º Passo  -  12ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto

 

12ª Estação da Cruz:

 

A 12ª estação da cruz é o símbolo de ser “crucificado” e o Raio Cósmico é o 6º Raio. Nessa estação deve o estudante ter em mente que “ser crucificado e morrer” no caminho terá que se destituir de todo conceito de “todas as formas de não prestação de serviço a humanidade”, uma oposição ao 6º Raio Cósmico.

 

Sexto Raio

Objetivo deste raio é paz

Chohan - Senhora Nada
Elohim - Paz e Aloha
Arcanjo - Uriel e Aurora
Dia - Quinta-feira
Cor - púrpura e dourado
Chakra - Plexo Solar, 10 pétalas. Este Chakra carrega a polaridade feminina. É o centro do desejo
Localização - à altura do estômago
O que polui este Chakra - desejos desordenados
Instrumento Musical Ativador - órgão
Mantra - Ressurreição
Qualidade - Paz, Ministério e Serviço, Fraternidade e família, Vida fundamentada em Cristo, Equilíbrio de vida cristã individual e em sociedade
Perversão
- turbulência emocional, guerra, existência ego centrado, desintegração da família e da sociedade, desequilíbrios individuais e sociais.

 

11º Passo – 12ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto

 

6ª Estação e a 12ª Estação da Cruz:

Na 6ª estação e na 12ª estação da cruz o chacra é o do Plexo Solar do 6º Raio Cósmico. Quando visualizada no Eixo é o do Chacra da Garganta do 1º Raio Cósmico e é conhecido como o eixo 5 – 11 (cinco - onze).

 

CHAKRA DO SOLAR PLEXUS: 

 

O Solar Plexos/ Plexo Solar que significa Cadencia Solar/ Seqüência  Solar ou seja, Um Sol Atrás do outro. localiza-se no umbigo, tem 10 Pétalas. e é verdadeiramente o lugar do Sol, a paz do Sol e sua segurança, sua calma. Se ao invés do Sol, a cadencia for lunar, a pessoa não terá paz de espírito e viverá em um mar de ilusão. Este Chakra carrega a polaridade feminina.É através do Solar Plexos que o indivíduo capta o mundo emocional. O Plexo Solar é o poder dos   dez e   dos dez vezes   dez. As   energias que   podem   ser magnetizadas do corpo emocional de Deus e ancoradas no Plexo Solar para a cura, para a ciência,  para a abundância, estão ao seu alcance. No relógio Cósmico , o Plexo Solar esta localizado  na  Cruz da Sabedoria  e   Criatividade,  Esta Cruz é   composta de  Virgem   e Peixes / Chakra do Plexo Solar nas 2 e 8 hs.  e Gêmeos e Sagitário / Chakra da  Garganta nas 5 e 11hs. O que significa que tudo o que se fala, ouve, e cheira, pode afetar o chakra do Plexo Solar.  Por estar intimamente   ligado   ao Chakra  da Garganta  que   regula      a Otorrinolaringologia.

 

CHAKRA DA GARGANTA

 

O Chakra  da  Garganta    possui   16 Pétalas.  É através deste  Chakra      que  nos comunicamos com Deus e os seres etéricos, ou seja, seres que    vivem   nas  oitavas superiores de luz / fogo etérico. Até o ar que respiramos     é importante, pois é a energia passiva que pode ser qualificada / ativada  pelo fogo  etérico do  Chakra do coração  do indivíduo que é ativado pelo  Chakra da  Garganta   que busca o fogo  sagrado   para  o casamento das energias entre o céu e a terra. Este Chakra carrega a polaridade masculina. Este Chakra qualifica não   só a garganta do indivíduo como também aos ouvidos, e o nariz, e esta  é a razão de podermos ouvir sons e sentir odores que não são deste mundo e sim do mundo etérico ou astral. Aquele zunido que ouvimos de vez em quando, é o som de seres etérico que estão ancorando suas decisões na   terra, através de você. Dizem que o mal cheira enxofre   e   o bem rosas,   isto não só é verdade como também é uma percepção que o Chakra da garganta dá ao olfato do indivíduo. No relógio Cósmico, o Chakra da Garganta esta localizado na Cruz da Sabedoria e Criatividade, Esta Cruz é composta de Gêmeos e Sagitário / Chakra da Garganta nas 5 e 11hs.  e Virgem     e   Peixes / Chakra do Plexo Solar nas 2 e 8hs. Isto significa  que a palavra deve ser usada com criatividade e sabedoria, ou seja, Criar para Servir . Assim como os Chakras são      a fonte de poder Divino a disposição do indivíduo, o Chakra da Garganta  dá ao indivíduo, o Poder de ser a fonte de seu próprio poder para Deus,  ou seja,   é   a oportunidade  de devolver a Deus o poder que nos deu e que co-qualificamos na terra. Esta é a maneira de o criador nos analisar    a distancia, como se estivéssemos mandando Faxes para alguém, com pedidos, ordens, e agradecimentos o tempo todo. A má utilização deste chakra é a magia negra em ação, Os magos negros dão suas ordens ao mal, ou    forças do mal, através da palavra, que mal utilizada, leva a destruição total da   matéria física, e influencia a visão das pessoas. As canções e o som do Rock’n Roll, influenciam a mente das pessoas destroem e poluem   a matéria. É sabido que a causa da destruição da Atlântida e da Lemuria,   foi o som do Rock’n Roll utilizado pelos magos negros. O maior segredo deste poder e falar, é que ele tem o poder de se comunicar com a memória e a mente de indivíduos que estão a distancia, mesmo que estejam do outro lado do planeta, influenciando diretamente o seu corpo mental, enviando imagens para a terceira visão, e influenciando seus pensamentos, Os anjos do bem e do mal, vêem a palavra som.

 

10º Passo  -  12ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no Mundo Manifesto.

 

6ª Estação e a 12ª Estação da Cruz:

No eixo 5 – 11 (cinco - onze) dessas estações encontramos o  nome Amoghasiddhi que significa "Conquistador Todo-Poderoso" ou "Aquele que Infalivelmente Alcança Sua Meta". A Sabedoria Oni-realizante, ou a Sabedoria da Ação Perfeita, antídoto dos venenos da inveja e do ciúme. Essa sabedoria confere perseverança, julgamento infalível e ação sem falha.

 

Amoghasiddhi

O nome Amoghasiddhi significa "Conquistador Todo-Poderoso" ou "Aquele que Infalivelmente Alcança Sua Meta". A Sabedoria Oni-realizante, ou a Sabedoria da Ação Perfeita, antídoto dos venenos da inveja e do ciúme. Essa sabedoria confere perseverança, julgamento infalível e ação sem falha.

 

Amoghasiddhi representa a realização prática da sabedoria dos outros Budas Dhyani. Ele é descrito como o Buda Dhyani da realização da Senda do Bodhisattva. Um Bodhisattva é aquele que renunciou à felicidade do Nirvana com um voto de primeiro libertar todos os seres.

Amoghasiddhi é o Buda Dhyani do Norte. Sua cor é verde, significando o Sol à meia-noite. Governa o elemento ar e corporifica o skandha da volição, também chamado o skandha dos fenômenos mentais ou tendências da mente. Seu símbolo é o vishvavajra, ou vajra duplo, representado entre Amoghasiddhi e Vairochana nessa mandala. É feito com dois vajras cruzados e simboliza a mais alta compreensão da verdade e o poder espiritual de um Buddha.

O trono de Amoghasiddhi é sustentado por garudas. Um garuda é uma figura mítica, metade homem e metade pássaro. Em relação a Amoghasiddhi, Lama Govinda diz que o garuda simboliza "o homem em transição rumo a novas dimensões de consciência... a transição do humano para o estado super-humano, que toma lugar na misteriosa escuridão da noite, invisível aos olhos. 12

O mudra de Amoghasiddhi, formado aqui pela sua mão direita, é o abhaya mudra. É o gesto do destemor e da proteção. O bija de Amoghasiddhi é Ah e seu mantra é: Om Amoghasiddhi Ah.

 

 

 

9º Passo  - 12ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico, as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.

 

 

12ª Estação da Cruz:

 

A 12ª estação da cruz é o Corpo Mental (que está sob a Hierarquia do signo de Gêmeos do Planeta Mercúrio). Nessa estação deve o estudante ter em mente que na “Morrer na Cruz” terá que se destituir da inveja, cobiça, ciúme e ignorância da Lei. Tendo a ajuda da Hierarquia da Hora 5. O Mestre El Morya, as Legiões de Mercúrio e Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Gêmeos do Planeta Mercúrio. Nessa estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia de suas qualidades divinas. Aceitação de Si, Agir de Acordo com a Consciência e Aceitação da Lei.

 

 

 

 

 

 

8º Passo  - 12ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo Manifesto

 

6ª Estação e a 12ª Estação da Cruz:

Na 6ª estação e na 12ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra da Garganta do 1º Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como o eixo 5 – 11 (cinco - onze). Este eixo faz a Cruz de Fogo Azul com o eixo 2 – 8 (dois – oito).

 

7º Passo  -  12ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Fogo, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte do Fogo, Gerador YOD e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte do Fogo, Transição Yod.

 

3º - Sagitário – Júpiter

Aqui deve ser exercitada a 12ª Estação da Cruz.

 

6º Passo  -  12ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.

 

Elemento Fogo, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte do Fogo, Gerador Yod e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte da Fogo, Gerador Yod.

 

3º - Sagitário – Júpiter

Aqui deve ser exercitada a 12ª Estação da Cruz.

Meditar com dois dos vinte e quatro anciões desta Estação da Cruz

 

Htmorda -  13-IZL-                            14-MBH-                 15-HRI

Hipotga -   16-HQM-                         17-LAV-                   18-KLI-

 

5º Passo  -  12ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. Os Quatro Elementos Enochianos e os 72 Nomes de Deus no Mundo Manifesto.

 

Elemento Fogo, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte do Fogo, Gerador Yod e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte da Fogo, Gerador Yod.

 

3º - Sagitário – Júpiter

Aqui deve ser exercitada a 12ª Estação da Cruz.

 

13-IZL-                           14-MBH-                 15-HRI

16-HQM-                       17-LAV-                   18-KLI-

 

 

4º Passo  -  12ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As Sete Sephiras de Yesod (fundação) a Daath (conhecimento). Passo com os pés firmes em Malkuth (O Reino) no Mundo Manifesto.

 

Aqui nesse ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.

Iniciamos o estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino

 

6ª Estação e a 12ª Estação da Cruz:

Na 6ª estação da cruz em Sagitário (Júpiter), na Hora 11 e na 12ª estação da cruz na Hora 5 em Gêmeos (Mercúrio), nos encontramos na Sephirah Chesed, o Perdão.

 

C H E S E D

 

(O Quarto Caminho)

 

O Quarto Caminho é denominado a Inteligência Coesiva e Receptiva, porque contém todos os Poderes Sagrados e, porque dele emanam todas as virtudes espirituais mais elevadas; emanam uma das outras, por virtude da Emanação Primordial, a Coroa Altíssima: Kether.

 

 

Título: Chesed, Misericórdia.

 

Entre as Tres Supremas e o par seguinte de Sephirot em equilíbrio na Árvore, acha-se um grande precipício, que os místicos chamam de Abismo. As Seis Sephiroth seguintes, Chesed, Geburah, Tiphereth, Netzah, Hod e Yesod, constituem o que os cabalistas chamam de Microprosopos, o Rosto Menor, Adão Cadmo, o Rei, a Rainha, a Esposa do Rei, é Malkuth, o Plano Físico. Temos, então, o Pai (Kether), o Rei e a Esposa, e nessa configuração da Árvore há um profundo simbolismo de grande importância prática tanto para a filosofia como  para a magia.

 

O Abismo, o precipicio que se localiza entre o Macroprosopos e o Microprosopos, assinala uma demarcação na natureza do ser, no tipo de existência que prevalece sobre os dois níveis. É nesse Abismo que Daath, a Sephirah Invisível, tem sua estação, que poderíamos chamá-la corretamente de Sephirah do Devir. Ela se chama também Conhecimento, termo que poderia ser interpretado, ademais, como Percepção, Apreensão, Consciência.

 

Esses dois tipos de existência, Macroprosopos e Microprosopos, indicam o potencial e o real. A manifestação real, como nossas mentes finitas podem concebê-la, tem início em Microprosopos; e o primeiro aspecto de Microprosopos a vir à existência é Chesed, a Quarta Sephirah, situada imediatamente sob Chokmah, o Pai, no Pilar da Misericórdia, do qual é a Sephirah Central. Ela é equilibrada na Àrvore por Geburah, a Severidade; e este par, Geburah e Gedulah, forma “O Poder e a Glrória” da invocação final do Pai Nosso, sendo o “Reino”, naturalmente, Malkuth.

 

Como já vimos, podemos aprender muito com a posição de uma Sephirah no padrão da Árvore; pela posição de Chesed no Pilar da Misericórdia, vemos que ela é Chokmah num arco inferior. Chesed é emanada por Binah, a Sephirah passiva, e emana, por sua vez, Geburah, Sephirah catabólica, cujo Chakra Cósmico é Marte, com todo o seu simbolismo bélico, que é Saturno num arco inferior.

 

Chesed é o pai amoroso, o protetor e o preservador, mas como Chokmah é o engendrador de tudo. Ela continua a obra de Chokamh, organizando e preservando aquilo que o Pai de Tudo gerou. Ela equilibra com a Misericória a Severidade de Geburah. É anabólica, ou ascendente em oposição ao catabolismo descendente de Geburah. Esses dois aspectos são muito bem expressos nas imagens mágicas atribuídas a essas duas Sephiroth. Essas imagens mágicas são ambas de reis; a de Chesed em seu trono e a de Geburah um rei em seu carro; em outras palavras, os governantes do reino na paz e na guerra.

 

Chesed, sendo a primeira Sephira do Microprosopos, o universo manifesto, representa a formulação da idéia arquetípica, a concentração do abstrato. Quando o princípio abstrato que forma a raiz de alguma  nova atividade é formulado em nossas mentes, estamos operando na esfera de Chesed. Todo trabalho criativo do mundo, segue este curso graças à mentes que operam nos termos de Chesed, o rei sentado em seu trono, sustentanto o cetro e o orbe, governando e guiando seu povo.

 

O ocultista que não possui a iniciação de Chesed, limitar-se-á, em sua operação, a esfera de Yesod, o plano de Maia, a ilusão. Ele acredita que as imagens astrais refletidas no espelho mágico da subconsciência são realidades, e não fará nenhuma tentativa de traduzi-las em termos de um plano superior e aprender o que elas representam realmente. Ele permanecerá na esfera da ilusão e será iludido pelos fantasmas de supa própria projeção inconsciente. Se fosse capaz de funcionar nos termos de Chesed, percebería as idéias arquetípicas subjacentes das quais essas imagens mágicas são apenas as sombras e as represnetaçóes simbólicas, e poderia se tornar então um mestre do tesouro das imagens em vez de ser alucinado por elas. Seria desta forma capaz de utilizar as imagens como um matemático que utiliza símbolos algébricos e operaria a mágica como um adepto inciado e não como um mago.

 

O misticismo que opera o centro Cristológico de Tiphereth, senão dispusesse das chaves de Chesed, será também alucinado, mas de uma maneira diferente e mais sutil. Nesses níveis, ele saberá decifrar a imagem magnética com bastante exatidão, referindo-as aquilo que representam e não lhes dando valor algum exceto como sinais. Ele cairia no erro, contudo, de pensar que as imagens que percebe e as experiências porque passa não o resultado de um contato direto e pessoal de Deus com sua alma, em vez de compreender que elas são estágios do caminho. Descobrirá um salvador pessoal no homem-Deus e não na influência regeneradora das forças cristológicas.

 

Chesed, portanto, é a esfera da formulação das idéias arquetípicas, a compreensão pela consciência de um conceito abstrato que é  subsequentemente trazido aos planos e concentrados na luz da experiência da concretização de idéias abstratas análogas. Em seu aspecto macrocósmico, ela representa também uma fase correspondente do processo de criação. A ciência esotérica ensina que a Mente Divina formulou idéias arquetípicas para que a substância pudesse tomar forma, e que, sem essas idéias arquetípicas, a substância seria informe e vazia, limo primordial aguardando o sopro de vida para organizar-se no cristal ou na célula.

 

Na terminologia da tradição esotérica ocidental, o grau de Adeptus Exemptus é atribuído a Chesed, indicando o termo Exemptus, isto é, “isento”, essa libertação do Karma que libera da Roda. Até não se ter liberado da Roda e não funcionar como consciência pura, não escapará por completo às limitações humanas da hereditariedade e do meio ambiente.

 

Uma parte muito importante do trabalho dos Mestres é a concretização das idéias abstratas concebidas pela Consciência Logoidal. O Logos, cuja meditação dá nascimento aos mundos e cuja consciência reveladora é evolução, concebe as idéias arquetípicas extraídas da substância do Imanifesto – para utilizar uma metáfora, já que a definição é impossível. Essas idéias permanecem na consciência cósmica do Logos assim como flor, porque não há solo para a sua germinação. A Consciência Logoidal, enquanto ser puro, não pode, de seu próprio plano, fornecer o aspecto formativo necessário para a sua manifestação. Ensinam as tradições esotéricas que os Mestres, consciências desencarnadas disciplinadas pela forma, mas atualmente informes, em sua meditação sobre a divindade, são capazes de perceber telepaticamente essas idéias arquetípicas na mente de Deus e, compreendendo a aplicação prática

destas aos planos da forma e a linha que esse desenvolvimento seguirá, produzir imagens concretas em sua própria consciência, que serve para trazer as idéias arquetípicas abstratas ao primeiro dos planos da forma, chamado pelos cabalistas de Briah.

 

Essa é, pois, a tarefa que os Mestre realizam em sua Esfera especial, a Esfera de Chesed, organizadora, construtiva e edificadora, no Pilar da Misericórdia. O travalho dos Mestres Negros, que são completamente diferentes dos Adeptos Negros, é realizado na Esfera correspondente de Geburah, no Pilar da Severidade, a qual será considerada em seu devido tempo. O ponto de contato entre os Mestres e os seus discípulos humanos está em Hod, a Sephirah da Magia Cerimonial, conforme indica o Texto Yetzirático, que declara que a essência de Hod emana de Gedulahm a Quarta Sephirah. Essas pistas, dadas nos Textos Yetziráticos a respeito das relações entre as Sephiroth individuais, são muito importantes no ocultismo prático. Hod, portanto, pode ser tomada como representante de Chokmah e Chesed num arco inferior, assim como Netzach representa Binah e Geburah.

 

Chesed, portanto, reflete-se em Hod através do Centro Cristológico de Tiphereth, assim como Geburah se reflete em Netzach. Essa relação é muito instrutiva, pois indica que, para a consciência elevar-se da forma à força, e para a força descer à forma, ela precisa passar pelo Centro de Equilíbrio e Redenção, ao qual são atribuídos os Mistérios da Crucificação.

 

É a Esfera de Chesed que a consciência exaltada do adepto se eleva em suas manifestações ocultas, é aqui que ela recebe a inspiração com que trabalha nos planos da forma. É aqui que encontra os Mestres como influências espirituais, por meio de contatos telepáticos, sem qualquer mescla de personalidade. Esse é o modo verdadeiro e superior de entrar em contato com os Mestre, contato que se efetua de mente a mente em sua própria esfera de consciência exaltada. Quando, pela clarividência, vemos os Mestres como seres vestidos, cujos trajes indicam seu raio, são eles percebidos por meio da refração na Esfera de Yesod, que é o reino dos fantasmas e das alucinações. Pisamos um terreno muito inseguro quando encontramos os Mestres aqui. É aqui que a forma antropomórfica é conferida à inspiração espiritual que tanto desorienta os sensitivos que não conseguem elevar-se a Chesed. E é assim que o anúncio da volta ao mundo de um impulso espiritual é interpretado como o advento de um Instrutor Universal.

 

 

 

Títulos conferidos a Chesed: Gedulah, Amor e Majestade.

 

 

Confirmam o conceito do rei benévolo, pai do seu povo.

 

 

 

 

 

Imagem Mágica:

 

Um poderoso rei coroado, sentado em seu trono.

 

A imagem mágica que representa Chesed é um poderoso rei coroado, sentado em seu trono; essa posição indica que ele está estavelmente sentado num reino em paz, não em marcha em seu carro para guerra, como o sugere a imagem mágica de Geburah.

 

Localização na Árvore

 

No centro do Pilar da Misericórdia.

 

Confirma a idéia da lei estável, ordenada e misericordiosa, que governa para o bem dos governados.

 

Texto Yetzirático

 

O Quarto Caminho chama-se Inteligência Coesiva ou Receptiva, porque contém todos os Poderes Sagrados, dele emanando as virtudes espirituais com as suas essências mais requintadas. Tais poderes emanam uns dos outros por virtude da Emanação Primordial, a Coroa Mais Elevada, Kether.

 

“O Quarto Caminho chama-se Inteligência Coesiva”. Podemos compreender claramente o sentido dessas palavras se considerarmos Chesed através do símbolo do rei sentado em seu trono, organizando os recursos e prosperidade do reino e esforçando-se para que todas as coisas se equilibrem para o bem comum.

 

O Texto Yetzirático o chama também de Inteligência Receptiva, e isso se refere ao símbolo do braço esquerdo, que é atribuído a essa Sephirah no Microcosmo. Chesed “contém todos os Poderes Sagrados, dele emanando as virtudes espirituais com as suas essências mais requintadas”. O ensinamento implícito nessa sentença já foi elucidado na exegese anterior do conceito das idéias arquetípicas. “Tais poderes emanam uns dos outros por virtude da Emanação Primordial, a Coroa mais elevada, Kether”. Esses conceitos já foram abordados a propósito, quando estudamos o transbordamento da força de Esfera em Esfera.

 

O Nome Divino

 

El.

 

O Nome Divino EL, mostra o princípio evolutivo da quarta Sephirah, o que está configurado nas letras hebraicas que compõe este nome:

 

Aleph:    princípio, começo       -   E

Lamed:  movimento, evolução  -   L

 

 

Arcanjo Tzadkiel

 

O Arcanjo de Chesed é Tzadikiel, Justiça de Deus.

 

Coro Angélico

 

Chasmalin.  As chamas brilhantes. Constituem formas de energia agradáveis e construtivas que, quando são evocadas, equilibram a estabilidade mental, incapacidade de alto controle e a disciplina. E assinala a idéia do esplendor real de Gedulah.

 

Chákra Cósmico

 

Tzedek, “a retidão”. Júpiter, o grande benígno da astrologia. Tem um aspecto que se refere a todos os pontos de vista governativos, sejam de que natureza for.

 

Experiência Espiritual

 

Visão do Amor.

Virtude: Obediência

 

 

Vício

 

Fanatismo. Hipocrisia. Gula. Tirania.

 

Correspondência no Microcosmo

 

O braço esquerdo.

 

O que indica o modo menos dinâmico de funcionamento de poder do que o da mão direita, que levanta a espada na imagem mágica de Geburah. A mão esquerda segura o Orbe, que significa a própria Terra, e mostra que tudo está em segurança na mão firme do governante. Chesed, de fato, denota antes a firmeza do que a força da energia dinâmica.

 

Símbolos

 

A figura sólida. O tetraedro. A pirâmide. A cruz de braços iguais. O orbe. O bastão. O cetro. O cajado.

 

O número místico de Chesed é o quatro, e este é a miude representado como uma figura quadrilátera, ou tetraedro. Um talismã de Júpiter é sempre deposto sobre tal figura. Outro símbolo de Chesed é a figura sólida, tal como a entende a geometria. Compreenderemos a razão desse simbolismo se considerarmos as figuras geométricas atribuídas as Sephiroth: como o ponto é atribuído a Kether; a linha, a chokmah ; o plano bidimensional a Binah; o sólido tridimensional a Chesed. O sólido representa essencialmente a manifestação, tal como o concebe a nossa consciência tridimensional. Não podemos conceber uma existência unidimensional ou bidimensional, salvo na matemática ou simbolicamente. Chesed é a primeira das Sephiroh manifestadas, é muito natural que o símbolo da figura sólida integre o resto do seu simbolismo. A figura sólida utilizada para simbolizar Chesed é normalmente a pirâmide, que é uma figura de quatro lados, constituídas de tres faces e uma base, expressando, a qualidade numerológica de Chesed.

 

A forma da cruz associada a Chesed é a cruz de braços iguais, que simboliza os quatro elementos em equilíbrio, e implica o governo da natureza por uma influência sintetizadora e confere harmonia equilibrada a todas as coisas.

 

O orbe, o bastão, o cetro e o cajado, que são os símbolos atribuídos a essa Esfera, expressam perfeitamente os diferentes aspectos do poder real benévolo de Chesed.

 

Cartas do Tarô

 

Todos os Quatro

 

 

Quatro de Paus:       obra perfeita.     

Quatro de Copas:     prazer.

Quatro de Espadas:  repouso após a luta.

Quatro de Ouros:     poder terrestre.

 

O Quatro de Paus simboliza a obra perfeita, representando admiravelmente, a realização do rei no tempo de paz em seu reino bem governado.

 

O Quatro de Copas chama-se Senhor do Prazer, e relaciona-se com o título de Esplendor atribuído a Chesed e com o fulgor de seu coro angélico.

 

O Quatro de Espadas indica o Repouso após a luta, e concorda perfeitamente com o significado do monarca sentado.

 

O Quatro de Ouros é o Senhor do Poder Terrestre, um simbolismo tão claro que não necessita esclarecimentos.

 

Cores nos Mundos

 

Atizluth:     Violeta-intenso.

Briah:        Azul.

Yetzirath:   Púrpura-intenso.

Assiah:      Azul-intenso, salpicado de amarelo.

 

 

 

 

“As repetições são quase inevitáveis no estudo da Árvore da Vida, em que os diferentes símbolos representam o mesmo poder em diferentes níveis de manifestação ou sob diferentes aspectos, pois só podem ser entendidas se as considerarmos em suas relações com as vizinhas.”

 

 

 

3º Passo  -  12ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As doze “Manifestações de Malkuth” (O Reino) ao Ain Soph (na hora cinco) no Mundo Manifesto.

 

 

A 12ª estação da cruz em Áquario.

 

A 12ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 5ª Hora do Relógio e o 6º Raio Cósmico.

 

A 12ª estação da cruz em Áquario é no Ayn Soph.

 

 

 

2º Passo  -  12ª Estação

(Movimento Ziguezague)

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.

Hostes Angélicas no Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto

 

 

A 12ª estação da cruz em Áquario:

 A 12ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 5ª Hora do Relógio e o 6º Raio Cósmico.

 

 

A 12ª estação da cruz em Áquario é no Ayn Soph. Aqui encontramo aos Quatro Arcanjos de Daath, aos Nove Arcanjos das Hierarquias das Hostes Angélicas, aos Arcanjos dos Sete Raios.

 

 

 

 

 

MIGUEL  (Virtudes, Sul, Poder, Fogo, Roxo)

 

48     - MIHEL –                                       44 – YLHIH -

49     - OshLIH –                                      43 – VVLIH -

50     - ORIEL –                                        42 – MIKEL -

51     - SALIH –                                        41 – HHHEL –

 

RAPHAEL (Arcanjos, Leste, Luz, Ar, Amarelo Ouro)

 

 

     64 – MChIEL –                                     60 – MTzREL –

     63 – ONVEL –                                      59 –  HRChEL –

     62 – IHHIH –                                       58 –  YYLEL –

     61 – VMBEL –                                     57 – NMMIH –

 

URIEL ou HANIEL  (Principados, Norte, Estabilidade, Terra, Amarelo

                                  Limão/Verde Oliva/Marrom e Negro))

 

     56 – PVIEL –                                         52 – OMMIH -

     55 – MBHIH –                                       51 – HChShIH -

     54 – NIThEL –                                       50 – DNYEL -

     53 – NNAEL –                                        49 – VHVEL -

 

GABRIEL (Anjos, Oeste, Visão interna, Água, Azul)

 

     72 – MVMIH –                                     68 – ChBVIH -

     71 – HYYEL –                                       67 – AIOEL -

     70 – IBMIH –                                       66 – MNQEL -

     69 – RAHEL –                                       65 – DMBIH -

 

 

1º Passo  -  12ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Fogo, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte do Fogo, Gerador YOD e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte do Fogo, Gerador Yod.

3º - Sagitário – Júpiter - Gedulah – Dominações

A 1ª ordem da 2ª Hierarquia das Hostes Angélicas

 

 

 

Aqui deve ser exercitada a 12ª Estação da Cruz.

A Cruz de Fogo Cósmico aqui colocada será para a Estação o comando da Cruz de Fogo Azul.

 

Tsadkiel (Arcanjo)

 

25-NThHIH-                                                29-RYYEL-

26-HAAIH-                                                   30-AUMEL-

27-YRThEL-                                                31-LKBEL-

28-ShAHIH-                                                32-VShRIH-

 

 

12º Passo  -  13ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto

 

13ª Estação da Cruz:

A 13ª estação da cruz é o símbolo de ser “descido da Cruz” e o Raio Cósmico é o 7º Raio. Nessa estação deve o estudante ter em mente que “ser descido da Cruz” no caminho terá que ter a consciência da Liberdade do 7º Raio Cósmico.

 

Sétimo Raio
Objetivo deste raio é liberdade

Chohan - Saint Germain e Porcia
Elohim - Arturos e Vitória
Arcanjo - Zadquiel e Santa Ametista
Dia - Sábado
Cor - Violeta
Chakra - da Alma, 6 pétalas. Este Chakra carrega a polaridade feminina. É o centro da criatividade
Localização - à altura do umbigo
O que polui este Chakra - alto condenação
Instrumento Musical Ativador - Flauta
Mantra - Perdão e Luz Expande!
Qualidade - Liberdade, Justiça, Tolerância, Misericórdia, Perdão, Ritual de vida, Invocação do Fogo Sagrado, Ação do fluir da luz, Energia, Diplomacia, Tato, Postura, Ciência da alquimia, Transmutação da Lei da transcendência, Profecia.
Perversão - servidão, escravidão, injustiça, intolerância, dureza de coração, crueldade, libertinismo, desorganização, falta de coragem, inconstância, oração de mal intento, falta de conhecimento, mal uso da ciência sagrada, perversão e má interpretação das Escrituras e da Lei da Verdade, intransigência, palavras dos maus espíritos.

 

 

11º Passo – 13ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto

 

1ª Estação e a 13ª Estação da Cruz:

Na 1ª estação e na 13ª estação da cruz o chacra é o da Alma do 7º Raio Cósmico. Quando visualizada no Eixo é o do Chacra da Base do 4º Raio Cósmico e é conhecido como a segunda parte do eixo 12 – 6 (doze - seis).

 

CHAKRA DA ALMA:

 

Este é o Chakra da Alma, esta localizado mais ou menos 4 dedos   abaixo do umbigo, Possui 06 Pétalas, e é o local por onde a Alma do  indivíduo esta ancorada aos corpos Etéricos e Físicos. As suas 06 pétalas   representam a estrela de seis pontas da vitória, representam também  a energia da Mãe Terra/ Matéria/ Omega. Este Chakra carrega a polaridade feminina. A qualidade da consciência  de Deus como Liberdade, está ancorada neste Chakra. O que significa que a alma deve buscar a liberdade, que só poderá acontecer com o encontro das energias entre o céu e a terra. Esta é a sua meta elevar as energias do Kundhaline para o Chakra do coração e da coroa. A Alma é a consciência do individuo que só conseguira a liberdade se for expandida. No Relógio Cósmico, o Chakra  da Alma esta localizado na Cruz do Amor/ Caridade. Esta Cruz é composta de Aquário e Leão/ Chakra da Alma nas 01 e 07hs. e Touro e Escorpião/ Chakra da 3ª Visão nas 04 e 10hs. O Objetivo da Alma é visualizar a  vitória, com a 3ª Visão, a vitória que só pode ser conseguida com o Amor e Gratidão Divinos. Veja só, a energia que  impulsiona a alma é a visão, por isto devemos nos preocupar muito com o que olhamos, para onde damos a nossa atenção. O Chakra da alma esta intimamente ligado ao Chakra da terceira visão que regula não só a terceira visão como também a visão dos olhos humanos. Por isto se queremos elevar as energias para Deus, devemos utilizar a nossa visão para servir.

 

CHAKRA DA BASE DA ESPINHA

 

 

Este Chakra  é  o da Base  ou Kundhaline,   esta  localizado na  base   da  espinha,  possui  4 pétalas, que demonstram o equilíbrio da base da matéria. O triângulo no centro   mostra a  energia  que deve ser  elevada  para  os outros  chakras.  Se  este  Chakra  não  for  bem cuidado, todos os outros sofrerão as conseqüências, pois este Chakra serve de depósito de energia para os  outros chakras.  A energia Divina desce diretamente de Deus, penetrando o Chakra da Coroa, indo diretamente para o Chakra do da base,   um verdadeiro cálice   que guarda a energia que  deve  ser    elevada para   o Chakra    do   coração     que redistribui para  os outros Chakras  a energia  a ser qualificada.  Este  Chakra  carrega a  polaridade feminina, energia do Chakra da base, pode ser perdida de varias maneiras:

       

.  Através  do  escoamento  que   o corre   pelo   abuso  das  energias  sexuais.

 

.  Através  da desarmonia,  como  raiva,  ódio,   medo,   ansiedade,   tristeza, impaciência, irritação,  impureza,  etc.

 

Quando  perdemos  esta  energia  que  deveria  alimentar  aos outros chakras, perdemos o nosso   poder  de  qualificar  energias  como  Deuses,  ou   filhos  de  Deus.  Como  é  que podemos qualificar energias que não possuímos ?  Que    foram  perdidas ? Impossível, Temos  de  armazenar energia pura para  podermos  qualifica-la. Se queremos  ser Deuses e ter algum poder, temos que começar por guardar esta energia pura, sagrada  e  cristalina do  Chakra  da  base,  mantendo  a  nossa  harmonia,  que    poderá  acontecer  com  Fé, Esperança e Caridade. A base de tudo esta na energia. Sem energia não há nada, devemos preserva-la para podermos construir e transformar o mundo. O problema  do  ser  humano esta  em  querer  coisas  demais.  Assim   ele  perde  a   energia  e  não  consegue  nada.  A Qualidade  da  Consciência  de Deus  Como Pureza  e  Harmonia  esta   ancorada  neste Chakra. É com a Pureza e a Harmonia das energias da Mãe,  que  conseguimos  a  mestria sobre a terra/ matéria. Este Chakra carrega a polaridade feminina. É através da mestria     do

poder do 4 Raio do Chakra da base da espinha, que  se consegue o poder   de se  estar  em vários os lugares do Planeta Terra ao mesmo tempo, simultaneamente.

Obtendo o poder sobre  o tempo e  o espaço.  A  Energia  Sagrada  e  pura   deste  Chakra deve-se também a sua cor Branca, É com a energia pura e cristalina do Chakra da base da Espinha, que a Magia, que significa movimentação da energia, acontece. Este Chakra é a Base da força do Corpo Emocional. É com esta energia que se Faz a magia negra.

O instrumento que ativa este  Chakra da base é  o  tambor, a  má utilização do  tambor  ou bateria com ritmos de baixa vibração causa o escoamento das energias.

Os Africanos, fazem do  Samba, Jazz,  Vodu,  ou  mesmo o  Rock dos  Americanos,  uma maneira de se tirar  a  energia  deste  Chakra,  através  do  escoamento  desta  energia  em danças Sensuais.

Ao dançar  em  uma  serie  de  agachamentos  a companhado  de  uma  batida  de  tambor específica, a energia é empurrada para baixo em um espiral negativo.

No Vodu existem rituais onde chegam a  colocar  uma  jarra  em  baixo da    pessoa,  para receber a energia do  Chakra  da  base  da  espinha,  energia  pura  e  por  isto  fácil  de  se qualificar para ser oferecida em rituais satânicos. A Energia do 4º Raio, o Branco, é a base  de  todas as  cores  dos outros  raios, o  que significa  que   se  obtivermos  o  branco obteremos o poder de qualificar a Energia em qualquer  outro  raio.  Esta  é  a  Verdadeira Magia. No Relógio Cósmico este Chakra  corresponde as 06hs. e  é o único  que do  outro lado do relógio, nas 12hs. tem como correspondente outro Chakra, o Chakra da Coroa ou Cabeça. É a verdadeira interação entre o Eu Pai e o Eu da Alma/ o ser  humano. Juntamente  com  o Signo de Câncer, Esta situado   na Cruz do Poder. E  está qualificado com a Harmonia de Deus, que é a base do Poder de Deus. A cruz do Poder é composta de Câncer/ Chakra da base, nas 06hs, de Capricórnio/ Chakra da Coroa, nas 12hs. e Aries e Libra nas 03 e 09hs. que tem o Chakra do coração, como foco de energia.

 

 

10º Passo  -  13ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no Mundo Manifesto.

 

 

 

A 1ª Estação, a 7ª Estação, a 13ª Estação e a 14ª Estação da Cruz:

No eixo 12 – 6 (doze - seis), a Câmara Secreta do Coração é encontrada servindo a esse eixo nas estações localizadas nele. A idéia do ensinamento do 8º Raio (Maha Chohan) tem que estar muito presente.

 

 

 

CÂMARA SECRETA DO CORAÇÃO: 

 

Este é o Chakra  Secreto do oitavo raio,   ele tem oito pelas   que demonstram a perfeito fluir da figura oito entre o céu e a terra. Situa-se atrás do       chakra do coração. Este é o lugar sagrado de Deus   no homem, é aqui que se encontra o altar secreto do nosso Santo Cristo Pessoal em nós. Podemos nos visualizar orando a Deus de   frente para este altar, dentro da câmara secreta. neste altar podemos     colocar tudo o que nos é mais sagrado como uma espada de luz  ou um manto da invisibilidade. Escritos do amado LANELLO.

Através do chakra da coroa, foco do raio amarelo, magnetizai  [atraí a vós] amor amando os ensinamentos da sabedoria. Através do chakra do terceiro olho, foco do raio verde, magnetizai  amor meditando sobre a Virgem Cósmica que envolve tudo o que é vida na concepção imaculada - e ide adiante para      fazer o mesmo. Através do chakra da garganta, foco do raio azul, magnetizai   amor pelo poder da Palavra Falada oferecida louvando ao Pai, à  Mãe, ao Filho e ao Espírito Santo, e adorando a chama. Através do coração, foco do raio rosa e da chama  trina, magnetizai amor como adoração da vontade de Deus,  como equilíbrio da Mente Crística, como faculdade intuitiva  do próprio amor, e como integridade da Trindade em manifestação.  Através do plexo solar, que   é o   foco do raio púrpura e dourado, magnetizai amor sendo  o guardião  do  vosso irmão e lavando os pés dos vossos co-servidores na Senda.

Através do chakra do lugar da alma, foco do raio violeta, magnetizai  amor na busca da liberdade, na invocação da misericórdia    e na defesa da justiça.

Através do chakra da base da coluna, foco do raio branco da luz     da pureza, magnetizai amor consagrando as energias do fogo sagrado à   vitória da   luz em todos os  vossos chakras e à restauração da pureza em todos os níveis da consciência.

 

 

 

 

 

9º Passo  -  13ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico, as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.

 

13ª Estação da Cruz:

A 13ª estação da cruz é o Corpo Emocional (que está sob a Hierarquia do signo de Câncer do Planeta Lua). Nessa estação deve o estudante ter em mente que ao “Descer da Cruz”  terá que se destituir da indecisão, autopiedade e autojustificação. Tendo a ajuda da Hierarquia da Hora 6. O Mestre Serapis Bey, os Grandes Serafim e Querubim e Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Câncer do Planeta Lua. Nessa estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia de suas qualidades divinas. Decisão, Piedade, Devoção e

Harmonia.

 

8º Passo  -  13ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo Manifesto

 

1ª Estação e a 13ª Estação da Cruz:

Na 1ª estação e na 13ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra da Base do 4º Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como a segunda parte do eixo 12 – 6 (doze - seis). Este eixo faz a Cruz de Fogo Branca com o eixo 3 – 9 (três – nove)

 

7º Passo  -  13ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Água, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da água, Gerante HÊ e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte da Água Gerante HÊ

1º - Câncer – Lua

Aqui deve ser exercitada a 1ª Estação e a 13ª Estação da Cruz.

 

 

 

 

6º Passo  -  13ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. Os Quatro Elementos Enochianos e dois dos Vinte e Quatro Anciões de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto

 

Elemento Água, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da água, Gerante HÊ e seus três signos e respectivos planetas para colocar dois dos Vinte e Quatro Anciões da cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.

 

Suporte da Água Gerante HÊ

1º - Câncer – Lua

Aqui deve ser exercitada a 1ª Estação e a 13ª Estação da Cruz.

Meditar com dois dos Vinte e Quatro Anciões desta Estação da Cruz.

 

Anciões: 7º - Adoeoet –  19-LVV-               20-PHL-              21-NLK-

              8º - Anodoin – 22-YYY-               23-MLH-             24-ChHV-

             (Tronos – Arcanjo: Tsaphkiel)

 

 

 

5º Passo  -  13ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. Os Quatro Elementos Enochianos e os 72 Nomes de Deus no Mundo Manifesto.

Para o exercício das 14 Estações da Cruz de Aquário na mágica, a cada Sefira é atribuído no Mundo de Assiah, um Chacra mundano (expressado geralmente através das forças planetárias). Dos Quatro Elementos nos Signos e Planetas Enochianos e os 72 Nomes de Deus.

 

Suporte da Água, Gerante HÊ  (Elemento Água)

1º Câncer – Lua –Tronos        

Aqui deve ser exercitada a 1ª e a 13ª Estação da Cruz.   

 

 19 - LVV –                                     22 – YYY                        

 20 - PHL –                                     23 – MLH 

 21 - NLK –                                     24 – ChHV –

 

 

 

 

4º Passo  -  13ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As Sete Sephiras de Yesod (fundação) a Daath (conhecimento). Passo com os pés firmes em Malkuth (O Reino) no Mundo Manifesto.

 

Aqui nesse ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.

Iniciamos o estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino.

 

1ª Estação e a 13ª Estação da Cruz:

Na 1ª estação e na 13ª estação da Cruz em Câncer na Lua na hora 6 nos encontramos na Sephirah Yesod, a Fundação.

 

 

 

Y E S O D

 

(O Nono Caminho)

 

 

Título: Yesod, o Fundamento.

 

O estudo do simbolismo de YESOD revela dois grupos de símbolos aparentemente incongruentes. Por outro lado, temos a concepção de YESOD como o fundamento do Universo, estabelecido na força, e que é indicada pela recorrência da idéia da força, como na imagem mágica de um belo homem desnudo, muito forte, no Nome Divino de Shaddai, o Todo-poderoso, nos Kerubim, os Anjos poderosos, e no Nove de Paus, cujo nome secreto é o Senhor da Grande Força. Mas, por outro lado,  temos o simbolismo da Lua, que é essencialmente fluida e que apresenta uma estado contínuo de fluxo e refluxo sob o governo de Gabriel o Arcanjo do Elemento Água. A resposta a esses conceitos conflitantes encontra-se nas palavras do Texto Yetzirático. 

 

 

Imagem Mágica:

 

Um belo homem desnudo, muito forte.

 

 

Localização na Árvore

 

Na base do Pilar do Equilíbrio.

 

 

 

Texto Yetzirático

 

O Nono Caminho chama-se Inteligência Pura, porque purifica as Emanações. Ele prova e corrige o desenho de suas representações, e dispõe a unidade em que elas estão desenhadas, sem diminuição ou divisão.

 

Temos, então, a idéia das águas fluidas do caos reunindo-se e organizando-se por meio das “representações” que foram “desenhadas” em HOD; a “prova, correção e disposição da unidade” final dessas “representações” ou imagens formativas resultam na organização do “mecanismo do Universo”, cuja visão constitue a experiência espiritual dessa Sephirah. De fato, YESOD poderia ser corretamente descrita como a esfera do mecanismo do universo. Se comparássemos o reino da Terra a um grande navio, YESOD seria a casa das máquinas.

 

YESOD, é a esfera dessa substância peculiar, que participa tanto da natureza da mente como da matéria. E que se chama o Éter do Sábio, o Akasha, ou Luz Astral, de acordo com a terminologia empregada. Não se trata do mesmo éter do físico, que é um elemento ígneo da Esfera de Malkuth, e que representa para este Éter o mesmo que este representa para a matéria densa; ele é, na verdade, a base dos fenômenos que os físicos atribuem ao seu éter empírico. Poderíamos chamar o Éter do Sábio de raiz do éter do físico

 

Nada pode ser explicado em termos de si mesmo; só se pode fazê-lo, relacionando-se uma coisa num todo maior. Os quatro elementos dos antigos encontram sua explicação no quinto elemento, o Éter. Os Quatro Mundos dos cabalistas radicam um ponto além dos Véus do Imanifesto. Assim, encontramos em YESOD o quinto imanifesto dos quatro elementos de Malkuth, correspondendo o fogo dos antigos ao éter dos modernos, e a terra, a água e o ar,  os estados sólidos, líquidos e gasoso da matéria. Devemos conceber YESOD, portanto, como o receptáculo das emanações de todas as outras Sephirot, como o único e imediato transmissor dessas emanações a Malkuth, do plano físico. É na esfera de YESOD que ocorrem as operações destinadas a corrigir a esfera da matéria densa, ou dispor sua unidade de desenho. YESOD, portanto, é a esfera essencial de qualquer magia que pretende agir no mundo físico. As coisas representadas permanecem firmes. As coisas do mundo material não podem por conseguinte, ser arbitrariamente alteradas, nem mesmo pela força espiritual superior. Só podemos nos aproximar de Malkuth por meio de Yesod, e só podemos nos aproximar de Yesod por meio de Hod, onde as “representações são desenhadas”. Libertemos de uma vez por todas nossas mentes da idéia de que o espírito pode agir diretamente sobre a matéria. Isso jamais acontece. O espírito opera por meio da mente, e a mente opera por meio do Éter; e o Éter, que é a estrutura da matéria e o veículo das forças vitais, pode ser manipulado nos limites de sua natureza. Duas propriedades são importantíssimas para o trabalho do ocultista prático, e formam, de fato, a base de todo o seu sistema. A primeira dessas propriedades é a capacidade que o Éter astral apresenta de ser moldado pela mente; a segunda é a capacidade de sustentar as moléculas da matéria densa em seus raios parecidos a fios, como numa rede. A existência dessas propriedades é a única explicação para as propriedades da matéria  viva e da mente consciente.

 

Yesod é também de suprema importância para o ocultista prático, porque ela é a primeira Esfera com que entra em contato quando começa a “elevar-se nos planos”, e ergue a consciência acima de Malkuth. Tendo trilhado o terrível Trigésimo Segundo Caminho do Tau, ou Cruz do Sofrimento, e de Saturno, ele penetra em Yesod, a Casa do Tesoura das Imagens, a Esfera de Maia, a Ilusão. Yesod, considerada em si mesma, é inquestionavelmente a Esfera da Ilusão, porque a Casa do Tesouro das Imagens não é outra coisa senão o Éter Refletor da Esfera da Terra, e corresponde, no microcosmo, ao inconsciente dos psicólogos, repleto de coisas velhas e esquecidas, reprimidas desde o alvorecer da raça. As chaves que fecham as portas da Casa do Tesouro de Imagens e nos permitem comandar seus habitantes acham-se em Hod, a Esfera da Magia. Afirma-se corretamente nos Mistérios que nenhum grau se torna funcional antes de se alcançar o próximo.

 

 

O Nome Divino

 

Shaddai el Chai, Deus Vivo Todo-Poderoso.

 

 

Arcanjo Gabriel

 

É o ser poderoso de Deus que favorece a clarividência e clariaudiência e é concebido como o Rio da Água da Vida.

 

 

Coro Angélico

 

Os Kerubim, os Poderosos.

 

As Hostes Angélicas em Yesod tem a importante função de receber do Arcanjo os arquetipos de Shaddai-El-Chai, o Senhor da Vida, cristalizando-os no reino (a forma), de acordo com os padrões recebidos.

 

Chákra Cósmico

 

Levanah, a Lua.

 

Experiência Espiritual

 

A visão do mecanismo do universo.

 

Virtude: Veracidade

 

Independência.

 

Vício

Ociosidade.

 

Correspondência no Microcosmo

 

Os Órgão reprodutores.

 

Símbolos

 

Sandálias. São utilizadas em trabalho cerimonial para trilhar o círculo mágico, através de nossos pés, tocamos o m agnetismo da Terra; e quando este magnetismo é de um tipo especial utilizamos sandálias que não o inibem.

 

Perfumes. São também muito importantes nas operações cerimoniais, pois representam o lado etérico. O uso dos perfumes é o meio mais efetivo de tirar proveito das emoções e, consequentemente, de alterar o foco da consciência.

 

 

Cartas do Tarô

 

Os quatro noves

 

Nove de Paus:      grande força

Nove de Copas:    felicidade material

Nove de Espadas: desespero e crueldade

Nove de Ouros:    ganho material

 

Nas quatro cartas do Tarô atribuídas nesta Séphira vemos claramente os efeitos do magnetismo etérico. Possuímos uma Grande Força quando estamos em contato  com a Terra, abençoados por Pã.

 

Há também a Alegria Material, de fato, sem a benção de Pã, não pode haver nenhuma felicidade material, porque não há paz dos nervos.

 

No lado negativo, contudo encontram-se as profundidades do desespero e da crueldade.

 

Nos contatos terrestres firmes sob nossos pés, obtemos o Ganho Material, porque estamos prontos para trabalhar o plano material.

 

 

Cores nos Mundos

 

Atizluth:    Índigo 

Briah:        Violeta

Yetzirath:  Púrpura muito escura

Assiah:      Citrino salpicado de azul                                                                                                                                                                                                            

 

 

 

 

 

3º Passo  -  13ª Estação

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As doze “Manifestações de Malkuth” (O Reino) ao Ain Soph (na hora cinco) no Mundo Manifesto.

 

 

A 1ª Estação da cruz em Áquario e a 13ª estação da cruz em Áquario:

 

A 1ª e a 13ª Estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 6ª Hora do Relógio e o 7º Raio Cósmico.

 

A 1ª e a 13ª Estação da cruz em Áquario é na Sephirah em Malkuth.

 

 

 

2º Passo  -  13ª Estação

(Movimento Ziguezague)

 

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.

Hostes Angélicas no Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto.

 

A 1ª estação da cruz em Áquario e 13ª estação da cruz em Áquario:

 

A 1ª e a 13ª Estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 6ª Hora do Relógio e o 7º Raio Cósmico.

 

A 1ª e a 13ª Estação da cruz em Áquario é na Sephirah em Malkuth. Aqui encontramos ao Arcanjo Sandalphon o Príncipe das preces, ao Senhor da Terra ADONAI HA-ARETZ, e a todas as Abençoadas Almas ASHIM.

 

 

 

 

 

 

1º Passo  -  13ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Água, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da água, Gerante HÊ e seus três signos e respectivos planetas para colocar as Cruzes de Fogo Cósmico.

 

Suporte da Água Gerante HÊ  (Movimento Triangular)

 

1º - Câncer – Lua – Yesod - Os Anjos.

A 3ª Ordem da 3ª Hierarquia das Hostes Angélicas.

 

Aqui deve ser exercitada a 1ª Estação e a 13ª Estação da Cruz.

A Cruz de Fogo Cósmico aqui colocada será a mesma para as duas Estações o comando da Cruz de Fogo Branco.

 

72 – MVMIH –                                      68 – ChBVIH -

71 – HYYEL –                                       67 – AIOEL –

70 – IBMIH –                                       66 – MNQEL -

69 – RAHEL –                                      65 – DMBIH –

 

12º Passo  -  14ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Raios Cósmicos no Mundo Manifesto

 

14ª Estação da Cruz:

A 14ª estação da cruz é o símbolo de ser “sepultado” e o Raio Cósmico é o 1º Raio. Nessa estação deve o estudante ter em mente que “ser sepultado” no caminho terá que ter a consciência da Potência do 1º Raio Cósmico.

 

PRIMEIRO RAIO
O objetivo deste raio é alinhamento com a vontade divina

Chohan - El Morya Khan
Elohim - Hércules e Amazônia
Arcanjo - Miguel e Fé
Dia - Terça-feira
Cor - Azul ( a tonalidade do céu)
Chakra - da garganta, com 16 pétalas, que também qualifica os ouvidos e o nariz, Este Chakra carrega a polaridade masculina
. É o centro da palavra
Localização - na garganta, nos ouvidos e no nariz.
O que polui este Chakra - más palavras, faladas e ouvidas.
Instrumento Musical Ativador - Prato
Mantra - Não minha vontade (3x ), mas a Tua seja feita ! - e o mantra Perfeição.
Qualidade - Luz, Perfeição, Vontade Divina, Proteção, Direção, Construção, Fé, Obediência, Amor a Deus e sua lei, Poder, Coragem, Ordem, Negócios, Governo Divino, Luz, energia.
Perversão - imperfeição, vontade humana, destruição, dúvida, desobediência, rebeldia à Deus e sua lei, manipulação psíquica, magia negra, submissão, desorganização nos negócios e na economia das nações, ausência de luz e energia.

 

11º Passo – 14ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e Os Sete Chacras e os Eixos no Mundo Manifesto

 

7ª Estação e a 14ª Estação da Cruz:

Na 7ª estação e na 14ª estação da cruz o chacra é o da Garganta do 1º Raio Cósmico. Quando visualizada no Eixo é o do Chacra da Coroa do 2º Raio Cósmico e é conhecido como a primeira parte do eixo 12 – 6 (doze - seis).

 

 

CHAKRA DA GARGANTA

 

O Chakra  da  Garganta    possui   16 Pétalas.  É através deste  Chakra      que  nos comunicamos com Deus e os seres etéricos, ou seja, seres que    vivem   nas  oitavas superiores de luz / fogo etérico. Até o ar que respiramos     é importante, pois é a energia passiva que pode ser qualificada / ativada  pelo fogo  etérico do  Chakra do coração  do indivíduo que é ativado pelo  Chakra da  Garganta   que busca o fogo  sagrado   para  o casamento das energias entre o céu e a terra. Este Chakra carrega a polaridade masculina. Este Chakra qualifica não   só a garganta do indivíduo como também aos ouvidos, e o nariz, e esta  é a razão de podermos ouvir sons e sentir odores que não são deste mundo e sim do mundo etérico ou astral. Aquele zunido que ouvimos de vez em quando, é o som de seres etérico que estão ancorando suas decisões na   terra, através de você. Dizem que o mal cheira enxofre   e   o bem rosas,   isto não só é verdade como também é uma percepção que o Chakra da garganta dá ao olfato do indivíduo. No relógio Cósmico, o Chakra da Garganta esta localizado na Cruz da Sabedoria e Criatividade, Esta Cruz é composta de Gêmeos e Sagitário / Chakra da Garganta nas 5 e 11hs.  e Virgem  e   Peixes / Chakra do Plexo Solar nas 2 e 8hs. Isto significa  que a palavra deve ser usada com criatividade e sabedoria, ou seja, Criar para Servir . Assim como os Chakras são      a fonte de poder Divino a disposição do indivíduo, o Chakra da Garganta  dá ao indivíduo, o Poder de ser a fonte de seu próprio poder para Deus,  ou seja,   é   a oportunidade  de devolver a Deus o poder que nos deu e que co-qualificamos na terra. Esta é a maneira de o criador nos analisar    a distancia, como se estivéssemos mandando Faxes para alguém, com pedidos, ordens, e agradecimentos o tempo todo. A má utilização deste chakra  é a magia negra em ação, Os magos negros dão suas ordens ao mal, ou    forças do mal, através da palavra, que mal utilizada, leva a destruição  total da   matéria física, e influencia a visão das pessoas. As canções e o som do Rock’n Roll, influenciam a mente das pessoas destroem e poluem   a matéria. É sabido que a causa da destruição da Atlântida e da Lemuria,  foi o som do Rock’n Roll utilizado pelos magos negros. O maior segredo deste poder e falar, é que ele tem o poder de se comunicar com a memória e a mente de indivíduos que estão a distancia, mesmo que estejam do outro lado do planeta, influenciando diretamente o seu corpo mental, enviando imagens para a terceira visão, e influenciando seus pensamentos, Os anjos do  bem e do mal, vêem a palavra/ som.

 

CHAKRA DA CABEÇA OU COROA:

 

Este é o Chakra da Coroa, possui 972 pétalas,  que      demonstram a direção que o indivíduo deve tomar. É através deste chakra  que o homem se conecta com a consciência Divina. No Relógio Cósmico    este Chakra corresponde as 12hs.  E  é  o  único  que  do  outro  lado  do  relógio,    nas  06hs.,  tem   como correspondente outro Chakra,    o Chakra da Base  da Espinha. É a  verdadeira interação   entre  o  Eu Pai e o Eu da Alma / Filho.     Este  Chakra  carrega   a polaridade masculina. O Florescer deste Chakra  dá ao indivíduo a consciência Crística encontrada por seres como Jesus     e Budha, Esta é a experiência   de tudo saber, a  grande  iluminação que  faz com que o  indivíduo saiba todas  as coisas  sem   ter  sido ensinado  por ninguém.   A   verdadeira  conexão com   a mente de Deus.  A  verdadeira          Internet do Universo Testa Larga é sinal de inteligência.   Se você já é   inteligente, experimente tirar o cabelo da testa, com certeza você terá mais sabedoria.

 

 

10º Passo  -  14ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, a Câmara Secreta do Coração e os Cinco Budas do Dhyani no Mundo Manifesto.

 

A 1ª Estação, a 7ª Estação, a 13ª Estação e a 14ª Estação da Cruz:

No eixo 12 – 6 (doze - seis), a Câmara Secreta do Coração é encontrada servindo a esse eixo nas estações localizadas nele. A idéia do ensinamento do 8º Raio (Maha Chohan) tem que estar muito presente.

 

CÂMARA SECRETA DO CORAÇÃO: 

 

Este é o Chakra  Secreto do oitavo raio,   ele tem oito pelas   que demonstram a perfeito fluir da figura oito entre o céu e a terra. Situa-se atrás do  chakra do coração. Este é o lugar sagrado de Deus no homem, é aqui que se encontra o altar secreto do nosso Santo Cristo Pessoal em nós. Podemos nos visualizar orando a Deus de   frente para este altar, dentro da câmara secreta. neste altar podemos     colocar tudo o que nos é mais sagrado como uma espada de luz  ou um manto da invisibilidade. Escritos do amado LANELLO.

 

Através do chakra da coroa, foco do raio amarelo, magnetizai  [atraí a vós] amor amando os ensinamentos da sabedoria.    Através do chakra do terceiro olho, foco do raio verde, magnetizai  amor meditando sobre a Virgem Cósmica que envolve tudo o que  é vida na concepção imaculada - e ide adiante para      fazer o mesmo. Através do chakra da garganta, foco do raio azul, magnetizai   amor pelo poder da Palavra Falada oferecida louvando ao Pai, à  Mãe, ao Filho e ao Espírito Santo, e adorando a chama.

Através do coração, foco do raio rosa e da chama  trina, magnetizai amor como adoração da vontade de Deus,  como equilíbrio da Mente Crística, como faculdade intuitiva do próprio amor, e como integridade da Trindade em manifestação.  Através do plexo solar, que é o   foco do raio púrpura e dourado, magnetizai amor sendo  o guardião  do  vosso irmão e lavando os pés dos vossos co-servidores na Senda.

Através do chakra do lugar da alma, foco do raio violeta,   magnetizai        amor na busca da liberdade, na invocação da misericórdia    e na defesa da justiça.

Através do chakra da base da coluna, foco do raio branco da luz     da pureza, magnetizai amor consagrando as energias   do fogo sagrado à   vitória da   luz em todos   os   vossos chakras e à restauração da pureza em todos os níveis da consciência.

 

9º Passo  -  14ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, o Relógio Cósmico, as Hierarquias e as qualidades divina no Mundo Manifesto.

 

14ª Estação da Cruz:

A 14ª estação da cruz é o Corpo Etérico (que está sob a Hierarquia do signo de Capricórnio do Planeta Saturno). Nessa estação deve o estudante ter em mente que na “é sepultado” terá que se destituir da crítica, julgamento, condenação e toda a magia negra. Tendo a ajuda da Hierarquia da Hora 12. O Grande Diretor Divino, dos Sete Arcanjos e Todos os Grandes Seres da Hierarquia do signo de Capricórnio do Planeta Saturno. Nessa estação o estudante deve ter na sua mente a viva idéia de suas qualidades divinas. Aceitação do Plano Divino, Respeito à Individualidade do Próximo.

 

 

8º Passo  -  14ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e As Sete Cruzes de Fogo no Mundo Manifesto

 

7ª Estação e a 14ª Estação da Cruz:

Na 7ª estação e na 14ª estação da cruz quando visualizada no Eixo é o do Chacra da Coroa do 2º Raio Cósmico que é o comando. Conhecido como a primeira parte do eixo 12 – 6 (doze - seis). Este eixo faz a Cruz de Fogo Amarela com o eixo 3 – 9 (três – nove).

 

 

7º Passo  -  14ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, nos Quatro Elementos e nos Signos e Planetas Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte da Terra, Transição HÊ.

1º - Capricórnio – Saturno

Aqui deve ser exercitada a 7ª Estação da Cruz e a 14ª Estação da Cruz.

 

6º Passo  -  14ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, os Quatro Elementos Enochianos de dois dos Vinte e quatro Anciões de cada Estação da Cruz no Mundo Manifesto.

 

Elemento Terra, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte da Terra, Transição HÊ.

1º - Capricórnio – Saturno

Aqui deve ser exercitada a 7ª Estação da Cruz e a 14ª Estação da Cruz.

Meditar com dois dos vinte e quatro anciões desta Estação da Cruz

 

Anciões: Aczinor –   55-MBH-          56-PVI-              57- NMM-

              Acmbicv-   58-YYL-            59-HRCh-         60-MTzR-

 

5º Passo  -  14ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. Os Quatro Elementos Enochianos e os 72 Nomes de Deus no Mundo Manifesto.

 

Suporte da Terra, Transição HÊ.

1º - Capricórnio – Saturno

Aqui deve ser exercitada a 7ª Estação da Cruz e a 14ª Estação da Cruz.

 

55-MBH-          56-PVI-              57- NMM-

58-YYL-           59- HRCh-           60-MTzR-

 

4º Passo  -  14ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As Sete Sephiras de Yesod (fundação) a Daath (conhecimento). Passo com os pés firmes em Malkuth (O Reino) no Mundo Manifesto.

 

Aqui nesse ponto do módulo, iremos de Malkuth a Daath de Assiah no estudo em correspondência com As 14 Estações da Cruz no Relógio Cósmico.

Iniciamos o estudo nos posicionando com Firmeza os pés na Sephirah Malkuth, o Reino

 

7ª Estação e a 14ª Estação da Cruz:

Na 7ª estação e na 14ª estação da cruz em Capricórnio (Saturno), na Hora 12, nos encontramos em Plutão na Sephirah Daath, o Conhecimento.

 

 

D  A  A  T  H

 

O Conhecimento

 

Título: O Conhecimento, O Abismo.

Da'at é uma palavra Hebraica para conhecimento; embora, o conhecimento não é o do mundo, mas o de Deus. Quando o anjo Daniel contou muitos irão de um lado para outro, e o conhecimento aumentará (Daniel 12:4), o anjo seguramente estava se referindo ao conhecimento de Deus. Daath opera em dois níveis: o nível superior referido como "o conhecimento escondido", conecta os dois poderes mais altos de Chokmah e Binah; o nível mais baixo referido como " estendendo conhecimento", liga o intelecto, como um total, com o reino de emoção,  que serve para  aumentar  uma resolução e a  agir de  acordo  com

Verdade essencial integrada em consciência.


Esta séfira é conhecida como O Abismo. Ela é relacionada ao desconhecido. É a esfera oculta. É a entrada para a Vida e a saída para a Morte. Ela se situa entre a Tríade Superior ( que representa a divindade ) e todas as outras esferas. Fica no ponto da junção cósmica entre o humano e o divino. Mostra, assim, que a vida vem de Kether através de Daath. O organismo que está em desenvolvimento fica ciente de si por meio do conhecimento de Daath. É nesse ponto que a entidade encarnada se separa da Unidade e se personifica. Esta esfera da Árvore da Vida se associa a Yesod, porque existe um campo eletro-magnético entre as duas, que conecta a percepção e consciência ao corpo ocasionando tanto as percepções físicas quanto as psicológicas. O homem comum não chega a ter esse conhecimento. Somente a partir de Daath do Mundo yetzirático é que ele vai despertar. Sendo assim, é fácil a associação desta séfira com a Serpente do Kundalini. O Chakra Esplênico é a base dessa serpente ígnea, que sobe e se divide através dos dois nadis principais: Ida e Pingala, chegando ao processo de cura e conhecimento, para atingir os Chakras superiores : Laríngeo, Adjna e Coronário. E tudo isso acontece acionando um dos nadis principais que é o Shushuma. Para melhor entendimento, o Shushuma nada mais é do que o campo eletro magnético que se situa entre Yesod e Daath. Essa séfira também está ligada à idéia de renascimento e ressurreição. Na Árvore da Vida ela está colocada logo acima de Tiphereth, mostrando nitidamente a ressurreição do Christo, uma vez que Ele é o representante de Tiphereth. A premissa que nos leva à compreensão que existe uma vida após a morte está implícita na séfira de Daath. Somos originados por Kether, a Energia ou Espírito Único, nos formamos pelo Pai e pela Mãe Celestiais ( Chockmach e Binah ) e saímos para a vida física através de Daath. No momento da morte, fazemos o caminho inverso.

Daath não é uma décima primeira esfera, mas é uma de dimensão diferente.
Na árvore da vida situa-se entre  as  duas  primeira  tríades .  Localiza-se  entre

Kether e Tiphereth na coluna central.

 

Esta é uma Sefirah invisível que esta situada atrás de uma região chamada o Abismo.


É considerada como sendo a conjunção de Chokmah ( Sabedoria) e Binah (Entendimento) . E é dessa união que seu título fica bem expressado - ConhecimentoÉ a esfera onde a força e forma abstrata estão em estado de equilibrio. Atualmente este estado de conciência ainda é dificilmente alcançado

pela humanidade. Está em desenvolvimento no homem.

 

No mundo espiritual a verdade é destituída de formas e assim sendo, todo iniciado terá que abandonar todos conceitos prévios e laços para poder penetrar neste caminho.Neste processo aproximativo de Daath, pode ser experiênciada uma terrível solidão espiritual, já que todos so conceitos , mesmos os relacionados com Deus, são dissolvidos. A tradiçào nos informa que em Daath se realiza uma aproximação mais elevada, numa espiral superior à aquele que o iniciado realiza em direção a Thiphereth. É no nível de Daath que a fé está alicerçada nas sólidas bases do conhecimento, que tem nessa esfera o

seu ponto mais alto. Daath está relacionado com o Espírito Santo.

 

Outros Títulos para Daath: A Sephirah Invisível, a Mente Cósmica na Revelação, a Sephirah mística, o Quarto Superior.

 

 

Imagem Mágica:

 

Uma cabeça com duas faces, olhando para ambos os lados.

 

Localização na Árvore

 

Na árvore da vida  situa-se  entre as  duas primeira tríades . Localiza-se  entre Kether e Tipheret na coluna central.
Esta  é uma Sefirah  invisível que  esta situada atrás de uma região chamada o Abismo.


Na Árvore da Vida ela está colocada logo acima de Tiphereth

 

O Nome Divino

 

É considerada como sendo a conjunção de Chokmah ( Sabedoria) e Binah (Entendimento) . E é dessa união que seu título fica bem expressado - Conhecimento

Arcanjo

 

Os Arcanjos dos quatro pontos cardeais.
Os quatro arcanjos que governam os quatro pontos cardeais, se relacionam conjuntamente com Daath:
Rafael- leste/luz/ar/amarelo ouro
Gabriel- oeste/visão interna/água/azul
Miguel- sul/poder/fogo/vermelho
Auriel - norte/estabilidade/terra/amarelo limão,verde oliva,marrom,preto

 

Coro Angélico

 

As Serpentes aladas.

 

Chákra Cósmico

 

Chakra mundano: Plutão.


Chakra : Laríngeo
No reino Mineral : Blood Stone ( Gema )
No Reino Vegetal : A árvore da romã e o cardamomo
No Reino Animal : A Serpente
No Reino Imaginário : Cérbero, o cão de 3 cabeças

 

Experiência Espiritual

 

 

 

Virtudes

 

Aspectos positivos de Daath (virtudes) : desapego, perfeição da justiça e aplicação de virtudes das mesmas na personalidade,, confiança no futuro.

 

Vícios

 

Aspectos negativos: dúvidas do futuro, apatia, inércia, covardia ,   orgulho  que

leva ao isolamento e a desintegração.

 

 

 

 

Correspondência no Microcosmo

 

Há muito poucas correspondências com Daath. As mais freqüentes são as mitológicas e astrológicas.

 

Há várias figuras mitológicas concernentes à esta séfira. Para os gregos era Hades, o deus do mundo tectônico. Para os romanos é Plutão, o Senhor dos Infernos. Mas os Infernos greco-romanos não são semelhantes aos da Igreja Católica. São estágios para onde se encaminha a alma após a morte. Para os egípcios é Osíris, mas a deusa Ísis participa ativamente dessa área, uma vez que foi ela quem fez a reconstrução do corpo de Osíris morto. Esse relato místico inspirou Madame Helena Blavatsky a escrever sua obra: Ísis sem véu. A deusa Maat, que pesa a alma dos mortos no Duat Egípcio também pertence a

essa Sephirah.


Para a Astrologia, é o planeta Plutão que se refere à Daath. Foi descoberto em 1.930 e só então passou a reger o signo de Escorpião. Na Antigüidade, era Marte quem operava essa regência. Mas Plutão tem mais afinidades com este signo do que Marte. Pela sua relação com a morte, com a vida após a morte (com heranças num sentido mais prático), e com o lado oculto da vida. Num sentido amplo, todas as ciências ocultas são da esfera de Escorpião e Plutão.

As artes mágicas e divinatórias também.

 

 

 

Simbolos

 

No trigésimo terceiro caminho é denoninado "passo secreto" que liga Chesed a Daath. Nesta esfera simbolizada pelo termo quarto vazio, o iniciado se defronta com a absoluta realidade isenta dos véus do simbolismo e da forma.

 

 

Cores nos Mundos

 

Atizluth:    Lavanda, Azul 

Briah:       Cinza e Prata

Yetzirath:  Violeta Puro

Assiah:     Cinza rajado de Ouro

                                                                                                                                                                                                                

 

Palavras Finais
Daath - Conhecimento

Antes da caída de Adão, Malkuth estava situado onde atualmente os cabalistas situam Daath. No fim da evolução, Malkuth voltará a ocupar o seu lugar.

 

 

3º Passo  - 14ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário. As doze “Manifestações de Malkuth” (O Reino) ao Ain Soph (na hora cinco) no Mundo Manifesto.

 

A 7ª estação da cruz em Áquario e a  14ª estação da cruz em Áquario:

 

A 7ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 12ª Hora do Relógio e o 1º Raio Cósmico.

 

A 7ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah em  Chesed; A 14ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 12ª Hora do Relógio e o 1º Raio Cósmico.

 

A 14ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah em  Chesed;

 

2º Passo  -  14ª Estação

(Movimento Ziguezague)

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário e A Arvore da Vida com as Dez Sephiras e mais as manifestações de Daath (conhecimento) e ao Ain Soph. Coloque nelas Os Arcanjos.

Hostes Angélicas no Relógio Cósmico em Assiah o Mundo Manifesto

 

A 7ª estação da cruz em Áquario e a  14ª estação da cruz em Áquario:

A 7ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 12ª Hora do Relógio e o 1º Raio Cósmico.

 

A 7ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah em  Chesed. Aqui encontramos ao Arcanjo Tsadkiel, a 2ª Hierarquia das Hostes Angélicas e a 1ª Ordem, o Coro das Dominações, os HASHMALIM (Os RAIOS), ao Candelabro de Nove velas e a Oito Nomes Sagrados de Deus.  A 14ª estação da cruz em Áquario é aos 30 minutos da 12ª Hora do Relógio e o 1º Raio Cósmico.

 

A 14ª estação da cruz em Áquario é na Sephirah em  Chesed. Aqui encontramos ao Arcanjo Tsadkiel, a 2ª Hierarquia das Hostes Angélicas e a 1ª Ordem, o Coro das Dominações, os HASHMALIM (Os RAIOS), ao Candelabro de Nove velas e a Oito Nomes Sagrados de Deus.

 

Tsadkiel (Arcanjo)

 

25-NThHIH-                                                29-RYYEL-

26-HAAIH-                                                  30-AUMEL-

27-YRThEL-                                                31-LKBEL-

28-ShAHIH-                                                32-VShRIH-

 

 

1º Passo  -  14ª Estação

 

As 14 Estações da Cruz em Aquário, A Árvore da Vida e as Hostes Angélicas nos Quatro Elementos Enochianos no Mundo Manifesto.

 

Elemento Terra, os Signos e Planetas.

 

Para caminharmos nesse passo agora colocaremos em uso o ensinamento dos Suportes partindo do Suporte da Terra, Transição HÊ e seus três signos e respectivos planetas.

 

Suporte da Terra, Transição HÊ.

1º - Capricórnio – Saturno - Binah - Os Tronos.

A 3ª ordem da 1ª Hierarquia das Hostes Angélicas.

Aqui deve ser exercitada a 7ª Estação da Cruz e a 14ª Estação da Cruz.

A Cruz de Fogo Cósmico aqui colocada será para a Estação o comando da Cruz de Fogo Amarelo.

 

Tsaphkiel (Arcanjo)

 

17-LAVIH-                                         21-NLKEL-

18-KLIEL-                                          22-YYYEL-

19-LVVIH-                                         23-MLHEL-

20-PHLIH-                                         24-ChHVIH-

 

 

 

 

Faça o Encerramento

 

E com toda a Fé Eu aceito conscientemente que isto se manifeste, que se manifeste, que se manifeste, aqui e agora, com pleno poder, eternamente mantido, onipotentemente ativo, em contínua expansão, abrangendo o mundo inteiro, até que todos tenham ascendido totalmente na Luz, e sejam livres. Amado Eu Sou, Amado Eu Sou, Amado Eu Sou.

 

 

Volte a Homepage.