chama violeta  Pager


A Era Aquariana...

O arquétipo

De

uma realidade interior

 

"Para ver um mundo num grão de areia

E um céu numa flor silvestre,

Segure o infinito na palma da sua mão,

E a eternidade numa hora"

William Blake

 

Os contatos com seres não pertencentes ao nosso planeta têm ocorrido de uma forma cada vez mais direta, insistente e em larga escala; seja por avistamentos em pequenas cidades rurais ou grandes metrópoles.

Quando nos damos conta que existem relatos de avistamentos de OVNIs muito antes da idade dos aviões, isto me dá a certeza de que a Terra há muito se encontra sob a observação de outros mundos e civilizações. Nos anais de Tutmés III (um faraó egípcio da 18ª dinastia) guardado no Museu Egípcio do Vaticano, talvez tenhamos o que vem a ser o primeiro relato por escrito de um OVNI visto na antiguidade:

"No ano 22, do terceiro mês do inverno, na sexta hora do dia, o escriba da Casa da Vida...reparou que um círculo de fogo estava chegando dos céu...seu corpo tinha um rod (rod: medida antiga egípcia de comprimento equivalente a 5 metros) de largura...eles pousaram sobre o ventre..(então) foram dizer ao Faraó o que estava acontecendo...Sua Majestade estava meditando sobre o que estava sucedendo aqui...estas coisas foram se tornando muito mais numerosas nos céus do que antes...elas brilhavam mais intensamente do que brilhava o sol e se estendiam além dos limites dos quatro pilares dos céus.

O exército do Faraó foi ver o que era..e ele foi junto. Foi depois da refeição da tarde que aqueles círculos de fogo subiram muito alto nos céus e seguiram rumo sul.

O Faraó ordenou que se queimasse incenso para restabelecer paz sobre a terra e ordenou que o que aconteceu fosse escrito nos anais da Casa da Vida...para que fosse lembrado para sempre."

Na Bíblia encontramos no Livro de Ezequiel o seguinte relato: "O redemoinho que veio do norte...envolto em fogo..e saindo do meio da neblina apareceram quatro criaturas vivas.." Esta visão celestial talvez tenha sido uma nave espacial e teve acontecimento no século VII antes de Cristo. Um livro denominado The Space Ships of Ezekiel, foi escrito por Joseh Blumrichj , engenheiro de foguete e desenhista espacial, atualmente trabalhando na NASA em Huntsville, no Alabama confirmando o fato de que Ezequiel vira espaçonaves.

Na atualidade a cápsula Apolo XII, em seu vôo para a Lua, foi , durante um certo tempo, a 211.000 quilômetros de distância da Terra, "escoltada" por dois OVNIs, um na frente e outro na retaguarda e outra luz brilhante, descrita pelos astronautas como sendo "do tamanho de Vênus", ficou visível para a cápsula e entre ela e a Terra por cerca de 10 minutos e depois desapareceu. No Museu da Colômbia existe um modelo de ouro encontrado junto a uma tumba e que tinha a idade de 1.800 anos, foi analisado por diversos pilotos e engenheiros e conclui-se que é muito semelhante a um avião de nossos dias, possuindo leme, aletas de inclinação lateral ou lemes de profundidade e motor, ou seja um modelo de um avião pré-histórico. No Egito foram encontrados nas tumbas faraônicas o que parece ser modelo de planador em madeira, um deles está atualmente no Museu Egípcio de Antiguidades e possui as mesmas características das aeronaves monoplanas dos dias de hoje. O leme ou cauda é vertical e o corpo tem uma seção em aerofólio. O planador quando atirado com a mão voa demonstrando o conhecimento de aerodinâmica por parte de seus antigos criadores, assim como este existem 14 modelos de planadores expostos no Museu de Antiguidades do Cairo como prova do conhecimento de vôo no antigo Egito. É possível que, por baixo das areias do deserto um planador original ou um avião estejam à espera de seu escavador. Um pequeno objeto de bronze consistindo de duas placas ou chapas e rodas foi descoberto num destroço antigo no fundo do Mar Egeu revelou-se uma luneta de pesquisa de estrelas, articulada, e um computador de órbita dos planetas, um mecanismo para fornecer a posição do barco durante a noite, indicando um conhecimento astronômico e náutico nos tempos antigos.

No Egito, Templo de Hathor em Dendera existe um baixo-relevo que mostra uma cena onde dois criados parecem estar carregando duas lâmpadas gigantescas, com filamentos interiores na forma de serpentes muito finas, ligados a uma caixa ou comutador por cabos trançados, e que sugerem poderosas lâmpadas elétricas apoiadas sobre siladores de alta tensão. Sendo assim vemos sob uma nova ótica, os registros egípcios que fazem alusão a um reinado dos deuses antes da Primeira Dinastia, a uma época de uma civilização superior. Eram culturas anteriores a Grécia e Roma e possuiam conhecimentos de astronomia, matemática avançada, cálculo do tempo, medidas da Terra e do sistema solar milhares de anos antes que este fatos fossem descobertos. O sistema de medida hoje é baseado no metro, um décimo-milionésimo do meridiano, uma medida desenvolvida pelos franceses antes da invasão Napoleônica no Egito. Os antigos egípcios utilizavam o côvado piramidal de 50 polegadas e que é quase igual ao metro, mas é na realidade mais exato pois é baseado no comprimento do eixo polar em vez de no de qualquer meridiano, que pode mudar de acordo com os contornos da Terra. Algumas medidas tomadas na Grande Pirâmide indicam um conhecimento da Terra e de sua colocação dentro do sistema solar. Um comentarista que escreveu sobre a arquitetura urbanística da China, calculou que o arranjo dos templos, pagodes e pavilhões, dispostos em um centro de onde se espalhavam, pareciam-se com um campo magnético. O processo chinês para se seguir as linhas de força na Terra (o feng-shui) é um conhecimento de épocas muito antigas e remanescente de uma ciência avançada.

O registro impressionante de Platão, em seu diálogo Critias , cita um sacerdote egípcio que contou ao legislador ateniense Solon, durante uma viagem ao Egito, o seguinte: "..Já houve, e vai haver novamente muitos extermínios da humanidade em consequência de causas diversas. ..e então, no período atual, as correntes dos céus descerão como uma pestilência...e assim vocês terão de recomeçar novamente como se fossem crianças..Vocês se lembram de um Dilúvio, quando vários deles já aconteceram.."

Vários sensitivos da área espiritualista têm obtido canalizações a respeito de uma possível aproximação dos povos de origem extraterrestre em larga escala (o reencontro). Estamos com o planeta Urano no signo de aquário, trazendo uma energia devastadora em termos de mudanças na arquitetura das cidades, nos meios de transportes aéreos, terrestres,... e uma modificação também no que concerne ao estrangeiro. O extraterrestre, isto é, tudo que não faz parte da Terra será cada vez mais veiculado nos meios de comunicação.

Urano na mitologia grego-romana correspondia ao Céu e amava a Géia que era a Terra, houve uma separação entre o Céu e a Terra (o macrocosmo e o microcosmo). O hieróglifo de aquário no Egito representava a água, se for repetido duas vezes teremos o psiquismo inferior (corpo emocional) e a consciência superior (corpo mental abstrato das idéias). Este corpo mental abstrato ou se preferir o Eu Superior ou Alma de um indivíduo dá a possibilidade da expansão do ente como ser e traz mudanças na coletividade. Neste signo temos o elemento Água como representativo do emocional, do intuituivo, espiritual em pleno despertar nestes anos vindouros e o elemento Ar representativo de uma aceleração no nível intelectivo, raciocínio, insigths; daí teríamos o equilíbrio destes potenciais no ser da Raça Dourada (a 6ª Raça).

Aquário é a ânfora, o depósito, o manancial de água (o inconsciente coletivo) que é derramada na matéria terrestre, trazendo assim a aceleração de um nível de consciência Cósmico. Nascentes e ânforas são símbolos de vida inicial, uma vida que da Terra quer elevar-se para o Céu.

Esta Nova Era que já teve iniciou com a entrada de Urano em Aquário traz mudanças profundas na coletividade e seu respectivo psiquismo, inciando por assim dizer um processo de entendimento da presença marcante de tais visistantes à nossa morada (Terra), derrubando conceitos de estrutura hierárquica que não mais atendem as necessidades de certos povos.

Será uma mera coincidência a avalanche de informações e manchetes nos jornais e revistas e até em programas de TV a respeito da possível existência de vida igual ou diferente da nossa em outros planetas?!

Segundo o meu ponto de vista as naves extraterrestre antes de aparecerem no Céu, tem a sua existência no interior do ser humano seja nos níveis psíquicos, mentais e porque não dizer até genéticos. A nave é um arquétipo que traz consigo um registro inconsciente coletivo da nossa humanidade, um registro de um passado remoto. A nave de Noé, resgatou seres para a transição de um momento conturbado e devastador.

A nave aparece neste momento de transição como um resgate, uma captura do nosso inconsciente trazendo assim vidas passadas, presente e futura seja em termos pessoais ou coletivo. A luz que é emanada por ela "ilumina" o nosso caminho na busca de nós mesmos. Desperta-nos a nossa consciência superior como ente individualizado em uma trilha evolutiva num sentido maior através de contatos em diversos graus ou abduções (captura de seres terrestres para o interior de naves). Conecta a humanidade no eixo de energia do Grande Sol Central (um corpo celeste a nível galáctico que fornece energia vitalizante e mantenedora para o sol do nosso sistema). Reabre os meridianos de acesso aos níveis mais sutis dos planos da existência, permitindo uma troca de informações e um "reencontro" com os seres mais avançados, dos quais temos descendência genética ou evolutiva.

As dúvidas e os erros surgem porque estamos muito além do que é a Verdade Cósmica e Terrestre. O pensamento místico ocidental de William Blake traduz bem a vibração universalista Aquariana, é a idéia de cada partícula existente no Universo contém todas as demais.


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