INTRODUÇÃO
Cantemos esta antiqüíssima invocação.
Ela permite que o seu Feminino chame o seu complemento Masculino, em um dos mais belos cânticos invocativos já ouvidos.
Claramente entendemos a beleza da busca do Amor reciproco de Ômega e Alpha, em um decidido canto de Liberdade pela sua União Perfeita.
Prabhu(Mestre)jee(Divino) Dayaa(Ter) Karo( Compaixão)
Oh! Mestre, conceda-me um pouco de compaixão é a tradução. Espiritualmente na Fraternidade Branca temos que entender que a noção de "Prabhu" se refere a sua parte Alpha, o Pai, em Hebraico Abba, Chockmach na Árvore da Vida, ou a sua Alma, ou melhor, ainda o seu Pósitron. A antimatéria, com sua carga positiva e sua energia dinâmica. Nesta manifestação sempre dadivosa sem limites e em uma não forma.
Referente à sua parte Ômega, a Mãe, em Hebraico Aima, Binah na Árvore da Vida, ou o seu Corpo, ou melhor ainda, o seu Elétron. A matéria, com sua carga negativa e sua energia dinâmica. Nesta manifestação sempre dadivosa com limites e em uma forma. Esta é a idéia divina para a creação do Filho de Deus, através do reciproco amor das cargas.
Para poder entender o chamado a "Dayaa Karo", (ter misericórdia) é preciso relembrar que o "desterro" ou a "expulsão do Paraiso" ou etc... acarreta por conseqüência a Mãe, a matéria o afastamento da Alma.
Estando desterrada, a carga negativa gera polaridades que chamamos de razão positiva e negativa conhecida como bem e mal e evoluindo pela dor durante vidas materiais. E pelo sofrimento do banimento sente a procura de algo que está fora do seu controle e que "perdeu". Daí a busca "por todo Mundo"; até a volta consciente da necessidade de estar Integra. Colocando se no chamado Pilar do Equilíbrio (Caminho do Meio) onde do Pilar da Severidade (Feminino) clama ao Pilar da Misericórdia (Masculino) na Árvore da Vida.
O do meio funciona como a interação de ambos. Tal qual, nosso cérebro, com seus hemisférios direito e esquerdo. Dizendo"Dayaa Karo" no Mantra.
Maname Aana Baso
Mana ( Mente) me( minha) Aana (por favor) Baso( templo da mente)
Por favor, venha e more em meu coração é a tradução.
Espiritualmente na Fraternidade Branca temos que entender que a noção de Mana(Mente) e Baso( templo da mente) e ainda compreender que o Karo(misericórdia) é concedido como Karuna(compaixão). Quando se tem a mente fora do coração que é o seu templo, somos submetidos a Ilusão da mente. Estas só encontramos como corpo nos de evolução afastada da Alma, os desalmados.
Vivem a Ilusão da mente e com razões.
Agora se a misericórdia é entendida com o auxilio da escansão fica mais bem entendida:
Mi+ Ser+I+Cord+Ia onde se vê:
Mi+ Ser= Eu Sou
I=Letra sagrada que significa o Filho
Cord= Coração
Ia= divino
"Eu Sou o divino coração do Filho"
E essa misericórdia (karo) tem que ser compaixão (Karuna)
A escansão de compaixão:
Com+Pai+Xão
A Mãe sabe que a Integridade é estar junto com o Pai no Chão.
Sabe o que significa Chão? É C.H.O.N.
É nos átomos de Carbono, Hidrogênio, Oxigênio e Nitrogênio ter a ação do Pósitron no Elétron.
Tuma Bina Laage Soonaa
Tuma (porque) Bina (sem você) Laage ( doloroso) Soonaa (só)
Porque sem você, estou dolorosamente só é a tradução.
Espiritualmente na Fraternidade Branca temos que entender que realmente na transição o Corpo está sem a Alma e é muito doloroso e sacrificante o estar só.
A consciência (matéria) é só Corpo.
A Antimatéria não se manifesta, enquanto decididamente, mesmo conhecendo a Idéia Divina, continuar a passagem vivenciando as razões da ilusão.
Descida logo pelo chamado a ação de sua Alma ainda neste Corpo
Khaali Ghatame Prema Bharo
Encha este pote vazio do néctar do amor é a tradução .
Espiritualmente na Fraternidade Branca temos que entender o "Prema" o néctar do amor o Divino Amor.
No afastamento a vida é o de um pote vazio, falta alguma coisa e que não se completa. Sem seu complemento em ação (pósitrons), sua matéria (elétrons) não conhece o Amor( a interação manifesta no meio do ponto da encruzilhada dos caminhos 13(Sacerdotiza) e 14(Imperatriz) de Alpha e Ômega). Daí a importância do Chamado.
Tenha sempre viva em você a idéia "Prema" deste grande Amor.
Tantra Mantra Poojaa Nahi jaanu
Eu não sei qualquer tantra, mantra ou adoração ritualista é a tradução .
Espiritualmente na Fraternidade Branca temos que entender "Nahi" (de forma alguma, nunca, jamais).
Nós não dependemos de qualquer religião estabelecida ou de qualquer Seita.
Devemos exercer em nós mesmo o movimento da Idéia Divina onde estivermos.
O que temos que fazer aqui, fica bem claro, não pertence a religiosidade alguma feita em torno de algum ser que se realizou.
A sua realização é independente, ela é pessoal e só necessita do consciente encontro do Amor verdadeiro por si mesmo e a conseqüente mobilização em tudo que pensa sente, fala e no fundamental agir.
Mai To Kevala Tumako Hi Maanu
Eu sei e só acredito em você! É a tradução .
Espiritualmente na Fraternidade Branca temos que entender "Kevala" (todo; total; integral; inteiro; completo; e puro). e "Maanu" (humano).
A atitude de olhar e ver tudo é a maneira de ainda no humano (Maanu) só ver o total, o integro, inteiro, completo e principalmente o puro. Reconhecer em tudo a Claridade e acreditar.
Sare jaga Me Dhundaa Tumako
Eu o tenho procurado no mundo inteiro é a tradução.
Espiritualmente na Fraternidade Branca, temos que entender que enquanto na ilusão da mente, aprisionados sofremos uma busca constante por estarmos velados na nossa Idéia Divina e ao néctar do Amor, que estão presentes em nós o tempo inteiro, porém inativos por nossa cegueira.
Aba To Aakara Baahan Dharo
Por favor, venha e segure minha mão agora é a tradução.
Espiritualmente na Fraternidade Branca temos que entender o mais belo dos enunciados do Chamamento.
Aba ( por favor) Baahan (braço). Entender a União, o Casamento Alquímico que aqui fica muito claro com o cessar da busca em si mesmo da sua contraparte Alpha e manifestar a ação da sua complementação, na União, no simbolismo de dar as mãos. No mais criativo, criador, novo, moderno e sempre atual Amor Ágape descrito por Paulo.
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